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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; produtividade</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Dedicação e resultado: o segredo para o sucesso profissional</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 19:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora surge, com força, a falta de credibilidade da população, junto com uma descrença de como será o futuro da economia nos próximos cinco anos. Todo mundo está se virando no que pode.</p>
<p>A queda no lucro das empresas acarreta redução de arrecadação e menos investimentos. Preços de aluguéis estão caindo e estamos vendo cada vez mais empresas fechando e imóveis vazios. A crise está aí, e a percepção de muita gente é que antes de melhorar, ainda vai piorar muito.</p>
<p>Não adianta ficar só reclamando de tudo e não agir concretamente para mudar a sua própria realidade. No campo de desenvolvimento pessoal , por exemplo, há aulas/palestras no Youtube (ex.: Endeavor Brasil, TV Educação Financeira, etc.) e excelentes cursos gratuitos (ex.: SENAC, SEBRAE, etc) na internet, que podem ser feitos de sua casa em qualquer horário. Por incrível que pareça quem mais precisa dessas capacitações fica perdendo tempo precioso em redes sociais e não busca aumentar suas competências profissionais com esses cursos, o que pode levar a concretas oportunidades de crescimento.</p>
<p>Penso que algo que muita gente pode (e deve) rever é a falta de compromisso na &#8220;entrega de resultados&#8221;. Não busque apenas cumprir o mínimo, busque a excelência, pois o que está em jogo é o seu futuro. Esse pensamento permeia a vida das pessoas que dedicam-se a projetos e obtém sucesso, financeiro, inclusive. As pessoas que não se esforçam ao que estão fazendo, não controlam, não medem, não buscam ultrapassar metas, acabam sendo deixadas num segundo plano pelas empresas.</p>
<p>É importante que você tenha uma meta e se dedique a isso. Muitas pessoas vão para o trabalho, ficam penduradas em redes sociais, atendem mal os clientes, não são dedicadas na hora de fechar uma venda, são pouco colaborativas, dificultam o ambiente de trabalho e depois reclamam que a vida lhe é injusta. Deixe de se fazer de coitado! Não há como você colher aquilo que não plantou, esperando algo bom, se o trabalho realizado não foi bom.</p>
<p>Reveja seu comportamento e busque &#8220;entregar resultados&#8221; em tudo o que se dedica. Há muita gente procurando emprego e oportunidade de crescimento, mas poucos buscam se esforçar (de verdade) a fim de entregar resultados para quem está pagando a conta. Destaque-se da massa fazendo suas atividades com zelo e eficácia. Quem tem uma vida profissional com entrega de resultados se destaca sempre. Para essas pessoas, as chances de recolocação profissional são sempre maiores e as oportunidades estão sempre se renovando.</p>
<p>Tenha isso como meta na sua vida: entregar resultados! Seja consistente nisso e seu valor será reconhecido e você terá acesso às melhores oportunidades, mesmo em momentos de crise. E lembre-se do ditado popular: &#8220;enquanto uns choram, outros vendem lenços&#8221;. Não deixe que a crise faça você chorar, capacite-se, entregue resultados e adote posturas vencedoras. Seu futuro vai agradecer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Lélio Braga Calhau &#8211; Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast &#8220;Educação Financeira para Todos&#8221;</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 17:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se sentir feliz com as suas tarefas diárias?</p>
<p>Costumo dizer que uma pessoa desengajada torce para chegar sexta-feira e reza para não começar a segunda-feira. Isso tudo porque ela não sente prazer algum em realizar as suas tarefas e está vivendo apenas por viver. Ou seja, a partir do momento que deixamos de lado o engajamento com a empresa e com as atividades cotidianas, a vida fica sem graça. Por isso, é altamente importante você repensar como essa questão pode interferir em sua vida.</p>
<p>O engajamento afeta demais a produtividade, a motivação e as razões pela qual o profissional está trabalhando de verdade. A pessoa que não tem esse comprometimento é desonesta com ela e com a empresa. Aliás, uma pesquisa realizada pela Gallup aponta que apenas 1/3 das pessoas estão altamente engajadas dentro da corporação que trabalham. Os outros dois terços são pessoas ativamente desengajadas. Isso mostra que tem muito mais gente sobrevivendo do que vivendo dentro nas empresas que atuam.</p>
<p>Diante disso, pare e pense qual é o seu papel no ambiente em que você está inserido. Para aqueles que estão desengajados, esse é momento ideal de rever o dia a dia e tentar enxergar meios de fazer diferente. Quem sabe mudar a forma como trabalha, falar com o chefe e pedir um feedback e, porque não, dar um feedback também ao seu líder. Outra saída é pensar em alguma estratégia para realizar um projeto que realmente te empolgue ou buscar formas de realizar algo completamente diferente de tudo o que você já fez até hoje.<br />
No entanto, para o profissional que está altamente desengajado, com problemas de relacionamento com a equipe, que já se sente excluído e não bate mais com a cultura da empresa, é muito mais honesto pedir demissão. Muitas vezes, as pessoas têm medo de fazer diferente por medo de arriscar, pela insegurança de não saber o que vai encontrar lá na frente e decidem viver na mesma situação. Esse é um grande erro, pois só faz com que elas se sintam mais infelizes.</p>
<p>Quem está vivendo uma situação como essa deve parar e se perguntar até quando vai ficar se matando para fazer algo que não representa mais nada em sua vida? Infelizmente, muitas pessoas estão vivendo dessa forma. É preciso ter coragem para acreditar na mudança e fazer com que ela aconteça. Em alguns casos, a mudança pode ser terminar de ler esse artigo e chamar o seu chefe para uma conversa sincera, em que você explicará que não se adapta mais à cultura da empresa e precisa fazer algo diferente. Isso pode fechar uma porta, mas pode ser também uma oportunidade de abrir um portão gigantesco lá na frente.</p>
<p>É importante enxergar que em determinados momentos é possível mudar o nível de engajamento apenas trocando de emprego, por exemplo. Claro que o medo de mudar sempre vai existir, isso é natural de todo ser humano, porém, vale lembrar que a coragem nasce do medo. É preciso ter medo para ter coragem. Pense nisso na hora de avaliar o seu nível de engajamento.</p>
<p><em>Por: Christian Barbosa &#8211; especialista em administração de tempo e produtividade.</em></p>
<p><em>Fonte: revistamelhor.com.br</em></p>
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		<title>7 lições para motivar e manter talentos no seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 16:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio: 1. Definir claramente os papéis e responsabilidades: Em uma startup todos acabam fazendo&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio:</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;">
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">1. Definir claramente os papéis e responsabilidades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Em uma startup todos acabam fazendo de tudo, mas é preciso deixar claro que o &#8220;proprietário&#8221; é a chave. Ele cria transparência possível, para que todos saibam quem é responsável por cada iniciativa.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">2. Ouça tudo o que você puder:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Escute o que os membros da sua equipe têm a falar. Tire um tempo para saber suas opiniões sobre a empresa, o produto ou serviço em questão, como eles se sentem sobre seus trabalhos e o que está acontecendo em suas vidas pessoais. Muitas vezes, não temos que fazer nada de diferente; o fato de passar o tempo escutando faz a diferença.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">3. Comunique claramente as prioridades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Como líder de uma empresa, provavelmente você terá que lidar com 20 coisas ao mesmo tempo. Entretanto, as prioridades devem estar muito bem definidas, sendo necessário comunicá-las e transmití-las através da organização. Tente não ter mais do que três grandes iniciativas de uma vez só. Se você precisar mudar de direção, comunique de forma proativa a mudança que deve ser feita e a razão de fazê-la.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">4. Encontre as desavenças e ataque-as de forma proativa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Uma pessoa que não está bem, pode contagiar o restante. Não permita que uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas que não estão felizes, contaminem o restante da empresa. Não tenha medo de deixar ir embora membros da equipe que são bons em nível de execução, mas não colaboram com um bom ambiente de trabalho.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">5. Deixe claro quais são as expectativas de cada função e a cultura que busca promover na empresa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">há empresas onde a maioria das pessoas trabalham remotamente e funcionam perfeitamente, e há empresas que parecem um acampamento de férias onde todos os funcionários fazem o seu trabalho com êxito. Escolha qual cultura que você deseja criar e selecione as ferramentas para reforçar o caminho que você escolheu.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">6. Dedique um tempo para entender os tipos de personalidades que existem na sua equipe e explique a sua:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Alguns são hiperativos, outros calmos, alguns extrovertidos, outros introvertidos, alguns são organizados, outros sofrem de déficit de atenção. Entender as personalidades de cada um ajuda a saber como interagir melhor e evitar erros de interpretação. Uma boa ferramenta utilizada por várias organizações para determinar personalidades dinâmicas e melhorar trabalho em grupo é o Indicador Myers-Briggs .</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">7. Certifique-se de que membros da sua equipe se sintam valorizados:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Não existe uma fórmula mágica motivadora. E se há uma coisa que eu posso dizer é que a coisa mais importante em reter talentos é fazer com que as pessoas se sintam valorizadas. Há muitas maneiras de fazer isso, seja com reconhecimento público, recompensas monetárias ou apenas tomar o tempo para ter conversas frente a frente. Como em outros aspectos da vida, todos nós gostamos de nos sentir respeitados e relevantes.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Por:</span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> Matias Recchia</span></em><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> &#8211; </span></span><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">CEO e cofundador da IguanaFix. Tem MBA pela Harvard Business School e também atuou como CEO da Vostu</span></em></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Fonte: administradores.com.br</span></em></p>
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		<title>10 Maneiras infalíveis de encantar o seu cliente</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 21:16:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes. 1 &#8211; Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes.</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu prefiro interagir com funcionários que sorriem, sabem o que querem e amam o que estão vendendo. De qualquer forma, as companhias colocam os mal pagos, com pouca experiência, atrás do balcão e esperam o melhor. Isso não faz sentido. Faça uma pergunta a si mesmo: a primeira impressão do meu negócio é boa? Porque se for ruim, pode ser a última.</p>
<p><strong>2 &#8211;</strong> Mostre que confia em mim. Se você não confia, eu não vou confiar em você. Veja os pequenos negócios que se tornaram grandes. A Zappos me diz que confia em mim por que paga o envio nas duas direções. Nordstrom acredita na minha palavra quando digo que o produto estava com defeito. A Amazon permite que eu retorne um livro em até sete dias. Eu posso ler muitos livros nesse período. Se você confia em mim, eu confiarei em você; e nós podemos construir uma relação.</p>
<p><strong>3 &#8211;</strong> Remova as barreiras da entrada. Facilite o caminho para o seu produto ou serviço. Não peça que as pessoas preencham 10 formulários com informações pessoais. Não jogue um sistema de CAPTCHA que exige fluência em sânscrito. Não exija hora marcada. Em vez disso, crie uma maneira que ajude as pessoas a fazerem negócios com você mais rápido.</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong>Facilite pagamentos e doações. Uma vez que as pessoas decidem adotar o seu produto ou serviço, facilite o caminho do dinheiro até você. Isso exige múltiplas formas de pagamento e a adoção de vales-presente e valores de entrega razoáveis. Se existe algo pior que uma companhia que tenta pegar o meu dinheiro com um produto ruim, é a companhia que dificulta o pagamento de algo bom.</p>
<p><strong>5 &#8211;</strong> Mergulhe em um segmento: o Stanley Market em Hong Kong contém várias lojas, e muitas delas vendem uma série de camisetas, souvenirs, brinquedos, bagagens, eletrônicos e câmeras. Você cria a sensação que essas lojas vendem de tudo para ganhar dinheiro. O único lugar que eu comprei foi na Galeria Tam, porque vende apenas carimbos e selos feitos de madeira. Uma vez que só existe uma coisa a comprar lá, é mais fácil entender o propósito do negócio. Meu conselho é focar no produto que você pretende vender.</p>
<p><strong>6 &#8211; </strong>Me venda algo que é PICEE. Essa sigla define as qualidades de grandes produtos e serviços: profundo, inteligente, completo, empoderador e elegante. Um produto com essas características é completo e entende as necessidades do cliente, vem com sistema de apoio, faz com que eu me sinta melhor e é fácil de usar. Quando você estiver criando sua oferta, se pergunte se ela é PICEE.</p>
<p><strong>7 &#8211;</strong> Permita que as pessoas testem. Acredite na inteligência dos seus consumidores em vez de pressioná-los. Deixe que eles provem os produtos e serviços em versões reduzidas. Esse conceito funciona quando você vai comprar um carro, provar uma sobremesa, testar um eletrônico. Uma vez que você me deixa provar alguma coisa, metade da batalha já foi. Se você me diz que eu preciso comprar para testar, você me perdeu.</p>
<p><strong>8 &#8211;</strong> Comunique com objetividade. Quantas pessoas realmente entendem o que um armazenamento em gigabytes significa? A melhor maneira de comunicar a capacidade ou as funcionalidades dos produtos e serviços é com a objetividade. Por exemplo, o número de músicas que cabem nesse aparelho. Você pode achar isso difícil de acreditar, mas me dizer quanto eu ganharei de peso com a sua comida me faz querer comer no seu restaurante, por que mostra que você se importa com a minha saúde.</p>
<p><strong>9 &#8211;</strong> Entregue as más notícias primeiro. Problemas acontecem: produtos possuem falhas, entregas atrasam e funcionários adoecem. Muitos negócios minimizam os efeitos das más notícias, mas quando esse assunto inevitável cresce, seja proativo e alerte para o problema. E para ser o melhor, ajude as pessoas a resolverem o problema ao passo que você está avisando que ele existe.</p>
<p><strong>10 &#8211;</strong> Considere todos os influenciadores. Existe uma diferença entre a pessoa que paga por algo e a pessoa que toma a decisão de comprar alguma coisa. Muitas companhias acreditam que é a mesma pessoa, mas isso não é necessariamente o caso. Influenciadores chave podem incluir esposa, irmãos, colegas, parentes, avôs ou filhos. Quem é a verdadeira cabeça na casa não é algo tão claro esses dias, então apele para todos os influenciadores.</p>
<p>Para Kawasaki a melhor maneira de encantar é uma atitude positiva e essa atitude engloba os 10 pontos. Significa que você acredita que o consumidor está correto. Pedido do cliente? Sem problemas. Entrega rápida? Sem problemas. Devolução? Sem problemas.<br />
A matemática pode mostrar que se você fizer isso para todos, você vai quebrar, mas nem todo mundo pedirá esse tratamento. Inclusive, poucos pedirão, e esses farão de você um grande exemplo.</p>
<p>Por:  Guy Kawasaki</p>
<p>Fonte: administradores.com</p>
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		<title>10 atitudes proibidas no trabalho em equipe</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 18:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional. É que a capacidade de trabalhar bem em&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.</p>
<p>É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego.</p>
<p>“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.</p>
<p>Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira:</p>
<p><strong>1.</strong>  <strong>Ser inflexível e não transparente na comunicação</strong></p>
<p>“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.</p>
<p>“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.</p>
<p>A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.</p>
<p><strong>2.</strong>  <strong>Não alinhar o objetivo</strong></p>
<p>Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.</p>
<p>Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.</p>
<p><strong>3.</strong>  <strong>Comprometimento zero</strong></p>
<p>Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.</p>
<p><strong>4.</strong>  <strong>Falta de planejamento e de respeito a prazos</strong></p>
<p>Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.</p>
<p><strong>5.</strong>  <strong>Criticar um participante na ausência dele</strong></p>
<p>Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.</p>
<p><strong>6.</strong>  <strong>Desvalorizar o trabalho do outro</strong></p>
<p>Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.</p>
<p><strong>7.</strong>  <strong>Não assumir erros</strong></p>
<p>Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio e péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.</p>
<p><strong>8.</strong>  <strong>Ignorar as regras estabelecidas pela equipe</strong></p>
<p>Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry.<br />
A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, diz Meiry.</p>
<p><strong>9.</strong>  <strong>Desequilíbrio emocional</strong></p>
<p>Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry. Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.</p>
<p><strong>10.</strong>  <strong>Não aceitar as diferenças</strong></p>
<p>Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.</p>
<p>É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: exame.abril.com.br</em></p>
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		<title>Como valorizar seu tempo para o bem da empresa</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/como-valorizar-seu-tempo-para-o-bem-da-empresa/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 17:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[tarefas]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Produtividade versus perda de tempo, eis a questão – de novo. Os motivos de atrasos e distrações na rotina de trabalho aumentam em velocidade prodigiosa. Para quem está começando um negócio, com dinheiro contado e pouca gente (ou nenhuma) para ajudar, a questão pode se tornar de vida ou morte (da empresa, bem entendido). Por isso, nunca é demais voltar ao assunto e pedir ajuda aos especialistas. Foi o que fez Jane Porter, blogueira do site da revista Entrepreneur . Ela identifica sete armadilhas em que caímos facilmente e sugere como parar com isso.</p>
<p><strong>1. Você se deixa soterrar por tarefas administrativas. </strong>Muita gente não gosta de lidar com trâmites financeiros ou fazer atualização de sites. Normal. O problema é perder horas com isso, boa parte delas inventando desculpas para si mesmo e evitando pôr a mão na massa. Pagar alguém para fazer essas tarefas acaba saindo mais barato.</p>
<div class="saibamais componente_materia">
<p><strong>2. Você deixa pequenos afazeres para depois.</strong> Por que não pagar uma conta ou responder um email assim que chegam? É muito mais eficiente, mas costumamos deixar para depois, achando que há coisa mais urgente para fazer. Cálculo errado.</p>
</div>
<p><strong>3. Você pajeia funcionários. </strong>Alguns subordinados pedem atenção constante, e seus chefes acabam correspondendo por temerem que o trabalho não seja feito a tempo. Pode parecer cruel, mas se esse funcionário não parece pronto para ganhar a autonomia necessária, é melhor dispensá-lo.</p>
<p><strong>4. Você se deixa levar por emergências diárias.</strong> Ficar apagando pequenos incêndios o dia todo consome o tempo que deveria ser dedicado a pensar em estratégias para fazer o negócio progredir. Se não for possível delegar, pelo menos tire um período diário para se dedicar às prioridades.</p>
<p><strong>5. Você lida com as redes sociais caoticamente. </strong>Hoje quase todo mundo fica algum tempo interagindo no Facebook, no Twitter ou coisa parecida. E, no que se refere a produtividade, todo mundo lamenta que gasta tempo demais com isso. O remédio é estabelecer objetivos claros. As redes sociais fazem parte da estratégia de marketing da empresa e devem ser administradas para dar resultados.</p>
<p><strong>6. Você tenta inventar a roda. </strong>Muitas vezes insistimos em tentar reavivar projetos ultrapassados ou que já não deram certo, mas nos recusamos a admitir. Seja franco consigo mesmo, avalie se eles realmente merecem seu tempo e, se for o caso (geralmente é), esqueça.</p>
<p><strong>7. Você é levado pelos clientes a repetir sempre a mesma coisa. </strong>Se isso acontece, pense em criar textos-padrão para serem usadas em emails, consultas de serviços, faturas, pautas de reuniões etc.</p>
<p>Fonte: <em>http://revistapegn.globo.com/</em></p>
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		<title>Dez dicas para ter maior disposição no dia a dia</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/05/dez-dicas-para-ter-maior-disposicao-no-dia-a-dia/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2015 09:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[disposição]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Como é o seu dia? Você acorda e se mantém disposto, sem deixar que a correria atrapalhe? Para ter disposição e sucesso diariamente, Wesley Dmitruk, coach e consultor em treinamento e desenvolvimento da Khalanet, listou algumas dicas importantes para você&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Como é o seu dia? Você acorda e se mantém disposto, sem deixar que a correria atrapalhe? Para ter disposição e sucesso diariamente, Wesley Dmitruk, coach e consultor em treinamento e desenvolvimento da Khalanet, listou algumas dicas importantes para você ter uma boa produtividade durante o expediente. Confira:</p>
<p><strong>1) Faça pequenas pausas em sua rotina diária:</strong></p>
<p>O ideal seriam pausas de cinco minutos a cada hora. No entanto, isso não é possível para todos. Se você usa computador durante todo o dia, pelo menos lembre-se de levantar-se um pouco, alongar os braços e pernas e relaxar os ombros.</p>
<p>Um cochilo de 15 minutos no meio do dia comprovadamente aumenta sua produtividade mental e disposição física.</p>
<p><strong>2) Sente-se com os pés apoiados no chão e as costas eretas:</strong></p>
<p>Tenha cuidado especial com a ergonomia. Utilize cadeiras com altura adequada, cadeiras baixas podem exigir muito dos ombros devido ao teclado e mouse. Cadeiras altas podem deixar seus pés no ar, então utilize um apoio nesse caso. Pode ser aquela lista telefônica de 2008 que você nem tirou do plástico.</p>
<p><strong>3) Ao caminhar olhe para a frente na altura da linha do horizonte:</strong></p>
<p>Treine sua visão periférica. Você será capaz de evitar pequenos obstáculos como buracos e degraus sem precisar olhar para o chão. Ao olhar para frente seu corpo automaticamente ficará ereto.</p>
<p>Por outro lado, se você caminha olhando para baixo, aumenta a possibilidade de entrar em seu diálogo interno e, caso esteja com alguma questão a ser resolvida, provavelmente isso NÃO o ajudará.</p>
<p><strong>4) Está com problemas, precisa encontrar soluções ou planejar algo…</strong><br />
<strong>então caminhe:</strong></p>
<p>Mente é movimento; se você movimenta seu corpo movimenta também sua mente. Troque a esteira da academia pela caminhada, sem pressa, tranquilo. Você se surpreenderá com as mudanças mentais q ue irá experimentar, lembre-se de olhar para frente.</p>
<p>Caminhe também após o almoço, você gasta mais energia caminhando nesse período, ótimo para quem deseja emagrecer um pouco.</p>
<p><strong>5) Alimente-se adequadamente, ou o melhor possível:</strong></p>
<p>Aquela história de “não vou comer agora pois tenho que resolver um problema”, pode ser prejudicial e também afetar seu desempenho mental.</p>
<p>Cada grupo de alimentos tem funções distintas e é possível encontrar listas ricas e complexas na internet. Quando você está bem alimentado seu corpo e mente funcionam com mais eficácia.</p>
<p><strong>6) Durma bem:</strong></p>
<p>Dormir bem não significa dormir muito ou pouco, significa sono de qualidade e para conseguir isso, é fundamental aprender a deixar seus problemas fora de sua cama. É recomendável desligar a TV e evitar leituras com conteúdos que sejam estimulantes ou ainda discutir problemas na cama.</p>
<p>Um banho quente antes de se deitar é bom para relaxar, um chazinho (que não seja mate) ou leite com chocolate antes de dormir também é ótimo. Um caldo leve com verdura e uma proteína também pode ser uma ótima pedida no inverno.</p>
<p>Se não consegue dormir bem procure um médico para certificar-se de que não tem distúrbio de sono. Uma vez confirmada a saúde física, se mesmo assim não dorme bem, procure um terapeuta ou pratique algum tipo de arte marcial.</p>
<p>Quando dormimos mal a velocidade de nosso metabolismo diminui e isso pode determinar aumento de peso a longo prazo. Assim, se quer emagrecer, comece dormindo bem.</p>
<p><strong>7) Aprenda a respirar de forma adequada:</strong></p>
<p>Lembre-se de parar duas ou três vezes ao dia para respirar fundo. Treine para trazer sua respiração para a altura do umbigo. Respiração na altura do peito mantém a ansiedade e outros sentimentos negativos como raiva ou medo.</p>
<p>Entretanto, tome cuidado. Evite a hiperventilação (respiração profunda por várias vezes seguidas). Apenas três respirações profundas são suficientes para você se acalmar e também ajuda a dormir melhor.</p>
<p>Para aprender de fato a respirar você pode praticar Yoga, Kung-fu, Tai Chi Chuan, ou até mesmo aulas de canto. Você também pode procurar a ajuda de um fonoaudiólogo ou ainda de um dentista (sim, em alguns casos o uso de aparelhos móveis pode ajudá-lo).</p>
<p><strong>8) Faça as pazes com o tempo:</strong></p>
<p>Deu tempo, ótimo, se não deu… não deu… o melhor é ficar vivo para fazer amanhã o que não deu pra fazer hoje. Acredite, você tem limites e é saudável conhecê-los. Além disso, talvez nem todo dia você esteja super-criativo ou super-dinâmico. Procure organizar sua agenda de forma que possa aproveitar suas inspirações.</p>
<p>Talvez você não consiga organizá-la de forma perfeita. No entanto, uma pequena mudança que conseguir já é um grande salto de qualidade.</p>
<p><strong>9) Se não dá… então faça outra coisa:</strong></p>
<p>OK, choveu e você sabe que São Paulo está com 345 quilômetros de lentidão, vai por o carro na rua para que??? Para passar três horas no trânsito e deixar a cidade com 345 quilômetros + 2,5 metros de lentidão… aproveite para ir ao cinema… fazer um happy hour com os amigos ou invente uma outra coisa qualquer, frequente uma academia por exemplo. O dinheiro que gastaria com gasolina parado no trânsito talvez seja suficiente para pagar a mensalidade da academia ou o ingresso do cinema.</p>
<p><strong>10) Cuide de sua vida:</strong></p>
<p>Parece brincadeira, mas não é. Uma grande parte de nossa energia é gasta com preocupações relacionadas à vida dos outros: filhos, pais, esposas, tios, amigos, cônjuges etc.</p>
<p>Cada um é responsável por sua própria vida. Se você conseguir lidar com seus problemas já estará fazendo bastante. Deixe os outros se preocuparem com suas próprias vidas. Isso não significa que você não irá ajudá-los caso precisem, significa apenas que você deixa para os outros os problemas deles.</p>
<p><strong>11) Faça coisas novas.</strong></p>
<p>Ok, eu sei que o título é “10 super dicas…”. Mesmo assim, não pude resistir, fazer o que?</p>
<p>Aprender novas atividades estimula o cérebro. Isso faz com que novas conexões neurais sejam criadas e, por incrível que pareça, aquele curso de jardinagem que você fez ano passado pode ajudá-lo a encontrar novas soluções em seu trabalho justamente devido a isso.</p>
<p>Além disso, pesquisas utilizando ressonância magnética craniana vêm mostrando algo muito interessante. Embora ainda faltem experiências mais profundas, aparentemente o aprendizado de novos comportamentos também estimula o cérebro a liberar neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar.</p>
<p>E para que você possa se lembrar dessas dicas, segue uma pequena história:</p>
<p>&#8220;<em>Um viajante percebeu que em sua jornada algumas coisas não haviam saído de acordo com o que havia planejado, então decidiu PARAR para se ALIMENTAR bem, sabendo que HÁ O TEMPO adequado para cada colheita; assim pôde RESPIRAR tranquilamente e DESCANSAR de sua viagem, aproveitando para conversar com outras pessoas, lembrando-se que NOVOS APRENDIZADOS trazem ALTERNATIVAS para cuidar cada vez melhor de SUA PRÓPRIA VIDA e dessa forma, descansado, bem alimentado e renovado ao OLHAR PARA O HORIZONTE sentiu a imensa satisfação de continuar sua jornada.</em>&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://www.gestaoerh.com.br/</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>4 dicas de como agir quando tentarem puxar o seu tapete</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2015 09:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Falar diretamente com a pessoa visando procurar entender por que a pessoa está tendo este tipo de atitude é sempre o melhor a se fazer. Para ter produtividade é necessário uma série de fatores que juntos garantem o sucesso de&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Falar diretamente com a pessoa visando procurar entender por que a pessoa está tendo este tipo de atitude é sempre o melhor a se fazer.</strong></p>
<p>Para ter produtividade é necessário uma série de fatores que juntos garantem o sucesso de um profissional em seu cargo. Um destes fatores é um simples e bom ambiente de trabalho, algo indispensável para a execução de funções de maneira plena. Afinal de contas, é muito bom trabalhar com o que se gosta e mais ainda quando se gosta e se tem o respeito da equipe e uma bom ambiente de trabalho. No entanto, são frequente os casos de pessoas que tentaram puxar o tapete de seus colegas de trabalho, demonstrando uma baita falta de profissionalismo e ética.</p>
<p>Isso pode acontecer por diversos fatores, como a inveja por não conseguir ter o mesmo sucesso que o colega de trabalho, por exemplo. &#8220;No mercado imobiliário, é comum casos como este, em que a facilidade de se comunicar com um cliente e efetuar a venda, por exemplo, pode causar um sentimento de irritação no colega ao lado, que não possui as mesmas características&#8221;, explica Madalena Feliciano, Diretora de Projetos da empresa Outliers Careers.</p>
<p>Segundo Feliciano, é possível identificar quando uma pessoa toma certas atitudes propositalmente visando prejudicar a outra. Com base nisto, a especialista cita 4 atitudes que podem ser tomadas para evitar transtornos quando alguém tenta &#8220;puxar seu tapete&#8221;. Confira abaixo:</p>
<p><strong>1. Quando roubam seu crédito, apresentando sua ideia como se fosse autoria de outros:</strong></p>
<p>Neste caso, envie sempre e-mails que falam sobre seu projeto em cópia a outras pessoas (inclusive os seus superiores). Madalena orienta evitar &#8220;cópia oculta&#8221; , pois mostra que você está fazendo as coisas de maneira correta. &#8220;Caso alguém tenha roubado seu trabalho ou ideia, faça perguntas, por exemplo, a seu chefe, de maneira que ele se questione sobre a real autoria do projeto. Em uma apresentação, ainda é possível falar na frente de todos, de maneira calma, por que seu colega está tomando para si o crédito&#8221;, explica Madalena.</p>
<p><strong>2. Quando falam mal de você:</strong></p>
<p>A coach adverte: falar diretamente com a pessoa é o melhor a se fazer, para procurar entender por que a pessoa está tendo este tipo de atitude, se foi algo que você possa ter feito sem querer, etc. &#8220;Outras atitudes, como falar para seu chefe, ou devolver na mesma moeda, passam a imagem de imaturidade&#8221;, pontua.</p>
<p><strong>3. Quando tentam excluí-lo de projetos:</strong></p>
<p>O melhor a fazer quando isso acontece é chamar a pessoa para um café ou almoço e perguntar o que houve e por que ela o excluiu do projeto. &#8220;Às vezes, existe uma boa razão pra isso, mas nossa cabeça não consegue percebê-la, e fica imaginando coisas que não existem&#8221;, pondera a coach.</p>
<p><strong>4. Quando tentam passar por cima de você:</strong></p>
<p>Neste caso é comum a pessoa inventar coisas como, por exemplo, convites realizados mas não aceitos, visando o &#8220;crescimento da empresa&#8221;. &#8220;Nesta situação, comece a questionar, o colega, na frente dos outros integrantes da equipe, mostrando que você realmente se interessa pelo assunto, mas está faltando integridade por parte dele&#8221;, orienta Madalena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>Quando o trabalho faz adoecer</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/03/quando-o-trabalho-faz-adoecer/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 12:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[desequilíbrio]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos. Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam.&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.</strong></p>
<p>Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.<br />
Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.<br />
O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se ao longo da evolução humana o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.<br />
Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da Isma-Brasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gláucia Leal</em></p>
<p><em>http://www2.uol.com.br/</em></p>
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		<title>Trabalho não precisa ser sem graça</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/01/trabalho-nao-precisa-ser-sem-graca/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 19:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[descontração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Será que o ambiente profissional precisa ser sempre um local de rigor e sem nenhum tipo de descontração? Como levar um pouco mais de leveza à rotina de trabalho? É fundamental entender como o bom humor atua de forma positiva&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o ambiente profissional precisa ser sempre um local de rigor e sem nenhum tipo de descontração? Como levar um pouco mais de leveza à rotina de trabalho?</p>
<p>É fundamental entender como o bom humor atua de forma positiva nas organizações para saber usá-lo a favor da produtividade. As empresas que têm uma cultura cheia de humor tendem a ter colaboradores menos estressados e, quanto menos estresse, menos pessoas doentes.</p>
<p>O bom humor pode ser um catalisador para a criatividade quando a equipe de trabalho se encontra “batendo cabeça” para solucionar um problema. Um ambiente divertido estimula todos a pensarem fora da caixa e trazer ideias inovadoras. Melhoram também as relações entre os colaboradores, pois pessoas que ríem são mais acessíveis, proporcionando aos líderes uma comunicação mais aberta e confiável.</p>
<p>No entanto, essa dose de humor deve vir acompanha de bom senso. A descontração é bem-vinda, desde que oportuna e pautada no respeito. Um ambiente onde as piadas acabam tendo um fundo de preconceito ou intolerância nada tem a acrescentar de positivo ao nosso cotidiano.</p>
<p>Conduzido corretamente, o humor é ótimo para as equipes que, tendo um ambiente de trabalho mais descontraído, sentem-se mais apaixonadas pelo trabalho e contam com maior motivação para superar obstáculos.</p>
<p><em>Por Etalent</em><br />
<em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>3 motivos para investir em treinamento e desenvolvimento</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/3-motivos-para-investir-em-treinamento-e-desenvolvimento/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 18:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Para competir em um mercado cada vez mais concorrido, as empresas precisam ter o melhor desempenho possível nos negócios. Essa preocupação faz com que muitas organizações busquem preparar tecnicamente seus colaboradores com o objetivo de alcançar mais conhecimento e assim&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para competir em um mercado cada vez mais concorrido, as empresas precisam ter o melhor desempenho possível nos negócios. Essa preocupação faz com que muitas organizações busquem preparar tecnicamente seus colaboradores com o objetivo de alcançar mais conhecimento e assim fazer com que a organização se desenvolva melhor. O treinamento identifica os pontos fracos e fortes que o empregado possui. Além disso, possibilita que essas pessoas se aperfeiçoem e se sintam mais seguras desempenhando uma atividade que dominam.</p>
<p>Treinamento é, resumidamente, um processo bem estruturado onde o funcionário é preparado para desempenhar sua função de modo a atender às expectativas da empresa. Visa ajudar o funcionário a adquirir mais eficiência e isso se refletirá diretamente no desenvolvimento do trabalho e também nos resultados da empresa. Portanto, para que qualquer empresa se desenvolva, é fundamental ter uma política de treinamento contínuo focada no desenvolvimento.<br />
<strong>A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO</strong><br />
Antes de tudo, é importante lembrar que treinamento é investimento e não apenas gasto. Mais do que conhecimento, o treinamento visa oferecer aos funcionários a capacidade de se destacar e superar expectativas. A empresa que investe em treinamento forma bons profissionais, mas também constrói um diferencial, pois investir no potencial humano é abrir as portas para melhores resultados e maiores lucros. Profissionais bem capacitados geram melhoria na produtividade, além de ser um grande diferencial para o negócio.</p>
<p>Detalhamos abaixo três grandes benefícios da utilização de programas de treinamento e desenvolvimento:</p>
<p><strong>1. Vantagem Competitiva</strong><br />
A competitividade é uma consequência natural do treinamento e desenvolvimento do capital humano de uma empresa. Ter vantagem competitiva é possuir um diferencial que os concorrentes não possuem e o treinamento possibilita conseguir melhores posições no ambiente organizacional, entregar produtos e serviços de qualidade, ter preços atrativos e atendimento diferenciado.</p>
<p>A busca por colaboradores mais preparados e adequados aos objetivos da empresa gera não só mais resultados, como também coloca a empresa a frente da concorrência.</p>
<p><strong>2. Elevar os níveis de qualidade</strong><br />
O sucesso de qualquer empresa está diretamente ligado à qualidade de sua equipe de funcionários. Quando mais preparados e eficientes, melhor o nível de qualidade de seus processos e serviços. O treinamento influencia no aumento dos níveis de qualidade também no relacionamento entre funcionários e no atendimento ao cliente.</p>
<p><strong>3. Aumentar a produtividade</strong><br />
O aumento da produtividade deve seguir a seguinte lógica: profissionais preparados geram resultados quando são treinados de forma correta. Por isso é importante fazer um planejamento antes de iniciar qualquer treinamento, pois ele resultará em profissionais que atuam em áreas de interesse comuns com suas habilidades gerando, assim, satisfação pessoal.</p>
<p>Como se percebe, o investimento em treinamento e desenvolvimento de pessoal é atual e imprescindível para as organizações que almejam crescimento. O capital humano hoje é a grande aposta das empresas que buscam vencer a concorrência, elevar os níveis de qualidade em diversos setores e aumentar a produtividade com foco na satisfação não apenas dos clientes, mas também dos seus colaboradores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Equipe Veler.</em></p>
<p><em>Fonte: http://veler.com.br/</em></p>
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		<title>10 princípios para adotar a produtividade como diferencial</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/09/10-principios-para-adotar-a-produtividade-como-diferencial/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2014 17:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Em ambientes com baixa eficiência, a prática pode trazer importantes vantagens competitivas É voz corrente entre consumidores e empresários que o Brasil tornou-se um país caro. Um lugar em que produtos não raro custam 4 ou 5 vezes mais do&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em ambientes com baixa eficiência, a prática pode trazer importantes vantagens competitivas</strong></p>
<p>É voz corrente entre consumidores e empresários que o Brasil tornou-se um país caro. Um lugar em que produtos não raro custam 4 ou 5 vezes mais do que no exterior. Quando falamos em serviços, frequentemente se junta o caro ao ineficiente.<br />
Economicamente, é uma situação grave e preocupante. A mão de obra, especialmente para a pequena e média empresa, traz em si um dilema que pode ser expresso da seguinte forma: o salário oferecido é paradoxalmente caro para quem paga (em função principalmente de todos os encargos e as provisões, que geralmente dobram o custo) e muito modesto para quem recebe (já que menos da metade do que foi gasto chega até esse funcionário). De fato, que funcionário consegue sobreviver de maneira satisfatória em uma grande cidade brasileira, sustentando sua própria residência e família, ao ganhar por volta de R$1.500 por mês? Ao mesmo tempo, quantas empresas não têm dificuldade em assumir um custo, por esse mesmo funcionário, de mais de R$3.000 por mês? O Brasil tornou-se um país caro antes que seus habitantes e empresas se tornassem ricos.</p>
<p>São conhecidos os males que parasitam o nosso sistema econômico e o tornam caro: impostos que engolem quase 40% de tudo que produzimos, sistema tributário trabalhoso e inseguro, legislação trabalhista anacrônica, baixo nível de investimento público e privado, pouca atividade de pesquisa e desenvolvimento. O periclitante estado do sistema educacional brasileiro também não é favorável ao aumento da produtividade do trabalho: enquanto na China e na Índia a melhora na produtividade da mão de obra foi responsável por 91% e 67% (respectivamente) do crescimento econômico entre 1990 e 2012, no Brasil foi responsável por apenas 40% do crescimento do PIB, segundo a consultoria McKinsey. Já se tornou lugar comum a reclamação entre profissionais de recursos humanos de que é difícil o recrutamento de profissionais devidamente qualificados para determinado cargo.</p>
<p>No entanto, é exatamente nesse problema que reside uma importante oportunidade para os empreendedores brasileiros: podemos transformar a produtividade em um grande diferencial competitivo. Em um ambiente em que pouquíssimas empresas implementam de maneira consistente medidas que garantam maior produtividade, essa prática se torna uma maneira extremamente eficaz para garantir vantagem frente à concorrência. O raciocínio é simples: na medida em que seu empreendimento (ou mesmo individualmente, como profissional) se torna mais produtivo, você pode produzir a mesma quantidade de bens e serviços, mas com menos insumos (capital e trabalho). A porção relativamente menor de recursos utilizados garante que esses bens e serviços possam ser oferecidos por custos menores e/ou com maiores margens de lucro.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big2.jpg"><img class=" size-medium wp-image-297 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big2-199x300.jpg" alt="00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Capa do livro Sonho Grande (Foto: Divulgação)</p>
<p>Aos que queiram se aprofundar em histórias e técnicas vencedoras quando o assunto é produtividade, vale a pena ler o livro Sonho Grande, da jornalista Cristiane Correa. Nele estão generosamente retratados os princípios e a história do trio (Beto Sicupira, Marcel Telles e Jorge Paulo Lemann) que ergueu a AB Inbev e tantas outras empresas. Veja aqui uma seleção de dez princípios que você encontra nessa obra e retirado de comunicação interna do Banco Garantia, onde tudo começou:</p>
<p>“1. Gente boa trabalhando como um time e com objetivos comuns é o ativo mais importante e diferenciador de uma instituição;<br />
2. Encontrar, treinar e manter gente boa é um esforço constante e permanente de todos;<br />
(&#8230;)<br />
5. A principal função dos chefes é escolher pessoas melhores do que eles para dar continuidade à instituição;<br />
6. Liderança é exercida por ideias claras e pelo exemplo diário, nos mínimos detalhes;<br />
(&#8230;)<br />
9. A boa instituição está sempre querendo melhorar. Seja qual for o grau de sucesso, existe a possiblidade de melhoria. Isso garante uma vantagem duradoura competitiva;<br />
10. Reduza sempre os custos. É uma variável sobre o seu controle e que garante a sobrevivência;<br />
11. As inovações que criam valor são úteis, mas copiar o que funciona é bem mais prático.<br />
12. A melhoria e a educação contínua dos associados têm de ser um esforço permanente e incorporado às rotinas;<br />
(&#8230;)<br />
17. Ética total é essencial;<br />
(&#8230;)<br />
20. Um sonho grande, desafiador, comum e essencial ajuda todos a trabalhar na mesma direção.”</p>
<p>O leitor atento certamente não deixará de perceber a força motriz que norteou a vantagem competitiva do trio: boas práticas de trabalho que visam à melhora contínua da produtividade. Esses princípios simples, porém de grande poder, fariam muito bem ao país se aplicados por profissionais, empresas e governo com muito mais empenho e clareza. Os que o fizerem têm chances reais de se destacar e criar trajetórias de crescimento exponencial.</p>
<p>Por fim, há um porém – e, em época de eleições, nunca é exagerado lembrá-lo. Parte do problema da produtividade brasileira (e, portanto, dos custos de vida) terá de ser resolvida coletivamente, pelas vias institucional e política: aumento dos investimentos públicos (que melhoram o potencial de crescimento do PIB sem inflação), melhora na qualidade do gasto com educação, promoção da competição entre as empresas, sistema tributário mais simples e menos oneroso, retirada de incentivos perversos para que as empresas não cresçam (como os limites de faturamento para que algumas modalidades societárias gozem de benefícios tributários), diminuição do protecionismo no comércio internacional e outras mais, como a boa administração de risco, que será um assunto futuro da coluna Radar Empreendedor. Fique ligado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: evistapegn.globo.com</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Não deixe um problema detonar sua produtividade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/nao-deixe-um-problema-detonar-sua-produtividade/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 18:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[solução]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Dicas para botar a mente nos trilhos, mesmo em momentos de sofrimento Problemas todo mundo tem. Às vezes, no entanto, eles crescem mais do que podemos suportar e acabam com nossa concentração e produtividade no trabalho. Se isso acontecer, você&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dicas para botar a mente nos trilhos, mesmo em momentos de sofrimento</strong><br />
Problemas todo mundo tem. Às vezes, no entanto, eles crescem mais do que podemos suportar e acabam com nossa concentração e produtividade no trabalho. Se isso acontecer, você sabe o que precisa fazer? A psicóloga Nina Taboada dá seis dicas para botar a mente nos trilhos, mesmo em momentos de sofrimento. Confira.</p>
<p><strong>1 –</strong> O primeiro ponto para chegar a uma solução parece muito óbvio, mas é esquecido pela maioria das pessoas, segundo Nina. “É preciso começar definindo qual é o seu problema, o que está causando o sofrimento”, diz ela. Pode parecer esquisito, mas, na maioria das vezes, nós não sabemos o que está acontecendo de fato. Sabemos, sim, que alguma coisa incomoda, mas não sabemos dar nome a ela. “Quando o problema é uma doença grave em família ou uma separação, por exemplo, essa definição é mais clara”, afirma Nina. “Por outro lado, quando estamos irritados com alguma coisa, descontando o mau humor nos colegas sem saber exatamente o porquê, esse primeiro passo, de saber o que exatamente está incomodando, é mais difícil.”</p>
<p><strong>2 –</strong> Definido o problema, o segundo passo é avaliar o que pode ser feito. “Tente separar as preocupações produtivas das improdutivas”, recomenda ela. Sabe quando seu filho está doente e você tem de ir trabalhar enquanto ele fica com uma babá ou com a avó, por exemplo? Uma preocupação produtiva, por exemplo, é se a pessoa que ficará com ele vai conseguir chegar à sua casa. Improdutivas são preocupações do tipo “Será que ele vai ter febre?”, “Será que alguém de casa vai precisar falar comigo justamente na hora da reunião?”, “Será que ele vai sentir minha falta?”. Como explica Nina, são preocupações que ficamos ruminando, que têm uma probabilidade muito baixa de acontecer e não têm de fato uma solução.</p>
<p><strong>3 –</strong> A terceira dica é transformar as preocupações em ação. “Pergunte-se o que você pode fazer para resolver a preocupação naquela hora”, diz Nina. No exemplo de preocupação produtiva acima, você pode entrar em contato para saber se a pessoa está conseguindo chegar apesar do trânsito ou da greve de metrô, por exemplo. Quando a preocupação é improdutiva, no entanto, não há o que possa ser feito. “Antes que esses fantasmas tomem conta da sua cabeça, o melhor pode ser ligar para casa, perguntar como estão as coisas e mudar o foco, sem ficar uma hora e meia fantasiando sobre isso.”</p>
<p><strong>4 –</strong> Outra recomendação interessante da psicóloga é organizar a sua rotina de trabalho com uma “to do list“. “Coloque na lista o que você precisa fazer naquele dia”, diz ela. Por exemplo, chegar e ver emails, almoçar com o cliente, ir para a reunião com o chefe, terminar o relatório e ler o contrato. “Quando a gente está em sofrimento, a organização ajuda a manter o foco no que é prioridade em cada momento”, diz ela. Isso porque, claro, se você chegar ao escritório sem um objetivo definido vai ser muito mais fácil deixar que os pensamentos negativos tomem conta de você.</p>
<p><strong>5 –</strong> Estabelecer um tempo para pensar no seu sofrimento também é uma dica bacana. “Combine com você que haverá um momento para dar atenção ao problema que está incomodando”, diz Nina. Defina, por exemplo, que você vai parar para pensar no que está incomodando no final do dia. “É como dizer ‘eu vou dar atenção, cérebro, fica tranquilo, só não dá para ser agora’”, diz Nina. E ela explica que essa atitude é mais eficiente do que simplesmente tentar controlar os pensamentos. “Se eu disser ‘Não pensa no elefante, não pensa no elefante, não pensa no elefante’, o elefante já vai estar na sua cabeça”, diz ela. Ou seja, se você tentar evitar o pensamento o tempo todo, sem reservar esse tempo para ele, como Nina sugeriu, é bem possível que você passe mais tempo ainda com ele ou, o que é pior, que ele apareça em uma hora bem inadequada e com muito mais força.</p>
<p><strong>6 –</strong> A última dica é para quem já tentou realizar as cinco primeiras e não teve resultado. “Se o sofrimento está crescendo e você não consegue mais manter sua vida social, sua produtividade, é hora de pedir ajuda”, diz ela. Essa ajuda pode ser de um psicólogo, um psiquiatra, um amigo, alguém em quem você confia. “Possivelmente você precise de um auxílio para entender porque está sofrendo tanto”, diz ela. “A gente não sofre com o que acontece com a gente, mas com o que a gente pensa sobre o que acontece com a gente.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>O corpo humano dá dicas para ter boa produtividade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/12/o-corpo-humano-da-dicas-para-ter-boa-produtividade/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2013 18:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Saber como funciona nosso organismo pode ajudar a obter maior produtividade da equipe, sem deixar, é claro, a saúde de lado. &#160; Em sua equipe, certamente você tem funcionários que rendem melhor no período da manhã e outros que alcançam&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Saber como funciona nosso organismo pode ajudar a obter maior produtividade da equipe, sem deixar, é claro, a saúde de lado.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em sua equipe, certamente você tem funcionários que rendem melhor no período da manhã e outros que alcançam o auge da produtividade à tarde (ou até na madrugada). O problema é que nem sempre é fácil identificar o relógio biológico de cada um — especialmente se a empresa obriga todos os profissionais a trabalhar dentro de determinado período.</p>
<p>Independentemente, porém, do perfil de cada pessoa, existem alguns padrões na fisiologia humana — como o famoso soninho depois do almoço — que se aplica para a maioria. E o chefe que conhece um pouco mais como funciona o corpo humano vai obter algumas vantagens na gestão de seus times — e, consequentemente, na entrega de resultados.</p>
<p>“Quanto mais você respeita os processos biológicos, melhor é para o indivíduo e para a qualidade de sua produção”, afirma José Cipolla Neto, professor de fisiologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).</p>
<p><strong>Olhos</strong></p>
<p>Quem adora apresentações em PowerPoint com muitos efeitos visuais deveria repensar o recurso. O uso de flashes pode acarretar estresse visual, atrapalhando a absorção do conteúdo. Estimular os funcionários a fazer pequenas pausas também é uma medida que previne a popular “vista cansada”, responsável pelas fortes dores de cabeça. “A cada duas horas de uso contínuo de computador, é recomendável descansar entre dez e 15 minutos”, diz Jorge Miltre, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo — Hosp.</p>
<p><strong>Boca / Cordas vocais</strong></p>
<p>Criar espaços para comunicação é uma medida que, além de demonstrar transparência na gestão, pode trazer grandes benefícios neurológicos. “Deixar as pessoas falar e escutá-las com paciência ajuda na liberação da dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer, no circuito cerebral de recompensa”, afirma Fernando Gomes Pinto, professor livre-docente de neurocirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).</p>
<p>Nem pense em agendar uma reunião ou um treinamento depois do almoço. Como o gasto energético do corpo está focado na digestão, a pessoa sente sonolência. “As refeições mais completas têm uma carga proteica e de gordura maior, o que deixa o processo de digestão lento, causando sensação de sono e dificultando o raciocínio”, afirma Cylmara Gargalak Aziz, gastropediatra do Hospital São Luiz em São Paulo.</p>
<p>Por outro lado, também não é indicado marcar a atividade quando o estômago está vazio. O ideal é priorizar as primeiras horas do dia — sem esquecer, é claro, das comidinhas leves ao longo do expediente. “Quem faz grandes intervalos entre as refeições corre o risco de sentir dor de estômago, o que pode evoluir para uma gastrite”, diz Sonia Trecco, nutricionista-chefe do Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo.</p>
<p><strong>Cérebro</strong></p>
<p>De manhã, o corpo sofre um aumento do nível dos hormônios responsáveis por oferecer energia e vitalidade, como o cortisol e a insulina. “Eles vão diminuindo com o passar das horas, por isso muitas pessoas sentem menos disposição no período da tarde”, diz Osmar Monte, endocrinologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Por esse motivo, é recomendável agendar reuniões nas primeiras horas do expediente.</p>
<p>E nada de encontros demorados, porque a maioria é capaz de manter a atenção até aproximadamente 50 minutos. Nos treinamentos, o ideal é que o RH crie situações em que os participantes vivenciem o conteúdo apresentado. “O sistema nervoso aprende por acerto e erro”, diz Carla Tieppo, pesquisadora na área de neurociências. “Se a pessoa recebe informações, mas não as coloca em prática, elas serão esquecidas.”</p>
<p><strong>Coluna</strong></p>
<p>As dores nas costas costumam ser uma das principais vilãs do absenteísmo nas empresas. Isso porque é comum no ambiente de trabalho o funcionário permanecer um longo tempo na mesma posição, em pé ou sentado. “A dica é fazer alterações sutis de movimento para evitar a sobrecarga da região lombar”, afirma Elder Camacho, fisioterapeuta-chefe da equipe Equilíbrio Fit &amp; Fisio, clínica especializada em coluna, em São Paulo. No intervalo de 50 minutos a duas horas, também se recomenda circular pelo escritório não só para relaxar a mente mas também para aliviar a tensão do corpo.</p>
<p><strong>Útero</strong></p>
<p>Não é machismo, mas as mulheres costumam ser emocionalmente mais sensíveis do que os homens. Quando estão no período de tensão pré-menstrual, essa característica fica mais acentuada, pois aumenta o nível de estrogênio e progesterona. Além disso, a taxa de serotonina, neurotransmissor relacionado à regulação do humor, é menor no sexo feminino. Já que você não vai saber exatamente quando suas funcionárias estão nessa fase, é melhor reservar as conversas delicadas para a manhã. “O melhor horário para discutir um assunto difícil é entre 10 e 13 horas, quando o nível de serotonina ainda é alto”, afirma o ginecologista e obstetra Eliezer Berenstein.</p>
<p><strong>Músculos</strong></p>
<p>A ginástica laboral é uma prática disseminada em várias empresas e deve ser feita, preferencialmente, no período da manhã e no fim do dia. Um exercício de 15 minutos já é suficiente. O mais importante, no entanto, é realizar séries de alongamento específicas para cada grupo. “Quem passa muito tempo em pé pode desenvolver problemas vasculares, por isso a atividade deve ser direcionada para as pernas”, diz o fisioterapeuta Elder Camacho.</p>
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		<title>Música no trabalho: aliada ou inimiga?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2013 18:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A música está presente na nossa vida mais do que qualquer outra representação artística, muitas vezes assumindo papel de destaque em momentos marcantes de nossas vidas. Não é exagero dizer que a música está presente na nossa vida tanto quanto oxigênio, comida e um filminho com pipoca no final de semana. Ela não apenas existe, ela é essencial. Não à toa, a música é uma das maiores fontes de prazer das pessoas do mundo todo, e é quase impossível encontrar alguém que não goste de pelo menos um estilo.</p>
<p>Quando falamos em música no ambiente de trabalho, as discussões começam (para não falar em gêneros e bandas porque aí o clima fica pesado). Há quem acha que atrapalha, há quem acha que ajuda e há quem fica no meio do caminho. Eu já trabalhei com fones de ouvidos, com música ambiente, no completo silêncio e no completo caos, ouvindo música clássica ou “tuntz-tuntz”, sozinho ou em um departamento lotado. Não um dia ou uma semana, mas durante anos trabalhei à base de música.</p>
<p>Como sou apaixonado por música, sempre fiquei intrigado sobre o assunto música no trabalho, o que me fez demorar quase dois anos para escrever este artigo testando o que mais funcionava para mim e lendo, sempre que encontrava, algum texto sobre o assunto. Um dos que mais me chamou atenção abordava a música durante a prática de exercícios. Se você vai à academia regularmente, sabe o quanto a música é capaz de estimular. Academia sem música é algo difícil de imaginar, iPods viraram itens essenciais de corrida e coreografias de aulas são montadas a partir da trilha sonora. O que você provavelmente não sabe é que as batidas das músicas são capazes de ampliar o seu limiar respiratório, que é basicamente a forma como o seu corpo aproveita o oxigênio. Isso quer dizer que ouvir Lil Wayne ou Armin Van Buuren no volume máximo faz você correr mais e se sentir menos cansado, como se tivesse ingerido um suplemento estimulante.</p>
<p>Isso me fez pensar que se a música (mais especificamente a velocidade da batida e a sincronia dos movimentos) é capaz de alterar o funcionamento do corpo, então ela deve ter alguma influência na nossa produtividade e criatividade no trabalho. Mas o seu impacto no trabalho é um tanto tênue.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA A CRIATIVIDADE</strong></p>
<p>Neurocientistas têm estudado os efeitos dos sons no cérebro com o objetivo de entender melhor a audição e como a música afeta o cérebro e, por consequência, a criatividade. Uma busca no Google sobre “música” e “criatividade” e você descobrirá coletâneas como “Creativity &amp; Inspiration” ou “Music Therapy to Enhance Intellect And Creativity” com músicas que prometem melhorar a concentração e estimular a criatividade. Funciona? Até onde eu sei, nenhum estudo conseguiu realmente provar que sim. Mas certamente ajuda.</p>
<p>Tentei trabalhar meia-hora escutando batidas binaurais, um tipo de som que através da diferença de frequência sonora entre um ouvido e outro altera a percepção do que realmente está tocando e estimula o cérebro. É uma viagem! Talvez seja bom para meditar, mas definitivamente não para trabalhar. Embora eu goste muito mais da ideia de trabalhar ouvindo Daft Punk, ele também não ajuda. Acredito que o estilo ideal dependa muito do tipo de trabalho que faz, se você é designer, escutar rock pode ser bem estimulante. Mas se você trabalha com redação ou atividades que exijam raciocínio ou descobertas de insights, os vocais irão lhe distrair. É quase unânime entre especialistas e profissionais que músicas cantadas mais atrapalham do que ajudam. É melhor você se familiarizar com estilos como dubstep, deep-house, acid jazz e downtempo (a famosa música de elevador).</p>
<p>Engana-se quem acha que criatividade precisa de silêncio, uma análise de cinco experimentos chegou à conclusão de que o barulho moderado aumenta o desempenho em tarefas criativas, prejudicando o pensamento abstrato (que leva à criatividade) e dificultando o processamento de informações. Resumindo, o ambiente mais fértil para a criatividade é um local sem excessos, já parecido com o que muitas empresas possuem — nem barulhento que você não consiga se concentrar nem silencioso do tipo que causa desconforto. Se você não trabalha em um lugar assim, talvez seja melhor colocar os fones com uma música tranquila sem vocal.</p>
<p>O escritor Tim Ferriss tem uma ótima e bem variada playlist que vai de Justin Timberlake à música tema do Highlander. O meu estilo é diferente (palinha aqui), mais calmo e alternativo como artistas como Thievery Corporation, Simian Mobile Disco e Ludovico Einaudi. Gosto é gosto, mas a dica principal aqui não é evitar suas músicas favoritas, ou deixará de ser trabalho para ser diversão.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA PRODUTIVIDADE E MOTIVAÇÃO</strong></p>
<p>É importante frisar que música no trabalho é bem-vinda desde que não afete o desempenho ou a interação social. Chefes devem analisar o uso da música no ambiente, o volume, o tipo de música e a opinião de todos. E todo mundo deve fazer uma autoanálise a respeito do uso dos fones de ouvido. Embora eles ajudem na concentração – principalmente se você trabalha em um ambiente muito barulhento –, eles prejudicam a interação com o ambiente, com os colegas do trabalho e diminuem o comprometimento do funcionário com a empresa. O assunto é tão sério que estudos tem sido feito a respeito do impacto desse comportamento dentro das empresas. Por esse motivo, eu praticamente aboli o uso de fones enquanto trabalho. Mas cada um tem um jeito de produzir e as empresas devem estar cientes disso e tomar as devidas ações se perceberem que isso está prejudicando a empresa.</p>
<p>Uma coisa é colocar David Guetta ao final do expediente de sexta-feira, outra coisa é ouvir o dia todo. Música no trabalho é ótima para motivar a equipe, torna as pessoas mais empáticas e deixa as pessoas mais felizes, mas ela atrapalha as atividades cognitivas. Então, se você tem que pensar muito, David Guetta não irá ajudar. Já em atividades repetitivas ou manuais, música ajuda a aumentar o estado de alerta e a eficiência, especialmente se tocada esporadicamente e não contínua (por exemplo colocar na cozinha do escritório por exemplo onde as pessoas vão regularmente).</p>
<p><strong>4 DICAS RÁPIDAS PARA USAR MÚSICA A SEU FAVOR</strong></p>
<p>A autora do livro “Conquer CyberOverload” escreveu 4 dicas que ajudam a balizar o uso da música no ambiente de trabalho:</p>
<p>Tarefas repetitivas que exigem concentração, mas não muito processamento cognitivo: músicas alegres aumentarão os níveis de atenção e energia.</p>
<p>Tarefas que necessitem alto processamento cognitivo ou criatividade: música antes ou nos intervalos.</p>
<p>Tarefas monótonas com grande volume de informação: músicas instrumentais podem melhorar o desempenho.</p>
<p>Tarefas complexas ou que envolvam resolução de problemas ou muito pensamento cognitivo: evite música com letra, especialmente pop. Procure deixar a música para o fim do dia ou intervalo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Há muita discussão sobre esse assunto, alguns estudos e muito empirismo sugerem que ouvir nossas músicas favoritas no trabalho não é uma boa ideia, mas não há motivos para radicalização. O importante é fazer o que você acha que funciona para o seu estilo de trabalho. Jazz, rock, samba, eletrônica, teste o que funciona para você, lembre-se que tudo que você faz no escritório deve contribuir para melhorar seu desempenho. Evite exageros, tome cuidado para a música não o afastar dos colegas de trabalho ou deixarem você muito eufórico. Uma boa dica é perguntar para alguém que você confia no trabalho, se você não está exagerando. Fora isso, aperte o play e seja feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: pequenoguru.com.br</em></p>
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		<title>Um novo modelo de gestão de pessoas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 18:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio. O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio.</strong></p>
<p>O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com tudo pago pelo seu chefe? Ou se, no fim do ano, todos seus colegas de trabalho ficassem ansiosos para uma viagem coletiva à Disney? Para as empresas mais tradicionais, esse tipo de coisa parece fora de cogitação. Mas, na Acesso Digital, especializada em digitalização e organização de documentos, esses programas fazem parte do DNA do negócio: fundada pelo Empreendedor Endeavor Diego Martins, a empresa é reconhecida por ser um dos melhores lugares para se trabalhar no setor de tecnologia.</p>
<p>“A gente quer que as pessoas sejam felizes aqui”, conta Diego. Desde 2011, ele criou uma cultura que gira em torno de inúmeros programas de engajamento de funcionários. Hoje, a Acesso Digital é a segunda melhor empresa de tecnologia para se trabalhar no Brasil, atrás apenas do Google – uma grande inspiração para Diego – e à frente da Microsoft.</p>
<p>O sucesso no ambiente de trabalho rendeu certa fama e inspirou outras organizações. “Nós nunca tivemos isso como objetivo. Quando a gente conseguiu ser reconhecido, até mais do que empresas americanas, sentimos o maior orgulho possível. Um orgulho inesperado até”, acrescenta. Neste caso, para ele, não existe concorrência: Diego quer mais é que seu modelo seja copiado por cada vez mais empresas.</p>
<p>“Começamos a ser reconhecidos e várias passaram a se inspirar com a Acesso. Era engraçado que algumas pessoas tinham vergonha de dizer que estavam nos copiando. Ano passado, após uma palestra sobre gestão de pessoas, um pessoal veio falar comigo depois da apresentação, todo sem jeito, contando que copiaram um dos programas que levam os funcionários à Disney. Perguntaram se eu não ficava bravo por isso. Mas é claro que não!”, garante.</p>
<p>O propósito de Diego não é apenas uma forma de deixar o trabalho mais leve, mas também uma maneira de motivar sua equipe, uma estratégia para conquistar seus objetivos. “A essência de tudo é transformar a vida desses indivíduos. E, com toda certeza, essas pessoas entregam muito mais, com muito mais vontade do que fariam se estivesse em outra situação, em outro ambiente.”</p>
<p>A Acesso Digital é uma empresa Endeavor desde 2011 e, desde então, tem mirado cada vez mais alto no mercado de TI brasileiro, sem se esquecer de um de seus principais diferenciais. “O nosso sonho grande é conseguir ser muito grande no mercado de tecnologia a ponto de faturar um bilhão e estar entre as melhores de TI, é claro. Mas, acima de tudo, queremos provar que dá pra fazer de forma diferente. Apostamos muito na forma como lidar com pessoas e estamos chegando lá assim.”</p>
<p><strong>Conheça alguns dos programas de engajamento da Acesso Digital:</strong></p>
<p><strong>1001 Ideias</strong>: Um banco de ideias que premia as melhores. Alguns temas como fidelização de clientes, melhorias nos processos e redução de custos em processos são lançados para provocar a criatividade dos funcionários. Para contribuir, eles preenchem um formulário descrevendo a ideia em detalhes – custos e resultados esperados. O autor da melhor sugestão, escolhido pelos diretores, ganha R$ 1.001.</p>
<p><strong>Ser Aventureiro</strong>: Programa voltado para quem gosta de esportes radicais. A cada dois meses, cinco funcionários são sorteados no Encontro de Equipe para participar de uma das três atividades propostas (salto de paraquedas, rafting, passeio de balão, entre outros). O evento ocorre no período de trabalho e todas as despesas são pagas pela Acesso Digital.</p>
<p><strong>Ser Global</strong>: A cada seis meses, três profissionais são escolhidos para estudar inglês, e têm chance de fazer um intercâmbio de um mês em Boston, nos Estados Unidos. O processo de seleção é a partir de redações avaliadas pelos líderes, que não têm ciência de seus autores durante a correção. Para conseguir o intercâmbio pago pela Acesso Digital, o funcionário precisa frequentar as aulas e atingir uma pontuação mínima no exame final do curso.</p>
<p><strong>Clube do Bolinha e da Luluzinha</strong>: O primeiro é o happy hour dos homens da empresa, geralmente um churrasco com futebol. No Clube da Luluzinha, a mesma proposta é voltada para as mulheres: aulas de dança, patinação no gelo ou jantare<br />
<em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Produtividade: confira 10 comportamentos simples que ajudam a impulsionar a sua.</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 18:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[disposição]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lista de afazeres e break time podem ser grandes aliados para profissionais que querem produzir mais! O mundo corporativo exige profissionais produtivos e eficientes. Para aumentar a produtividade, porém, há diversas estratégias. Pensando nisso, a equipe InfoMoney listou uma série&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lista de afazeres e break time podem ser grandes aliados para profissionais que querem produzir mais!</strong></p>
<p>O mundo corporativo exige profissionais produtivos e eficientes. Para aumentar a produtividade, porém, há diversas estratégias. Pensando nisso, a equipe InfoMoney listou uma série de dicas para os profissionais observarem, praticarem e analisar os resultados. Confira.</p>
<p>1. <strong>Break time</strong> &#8211; assim como as férias são extremamente importantes para limpar a mente, relaxar o corpo e recarregar as baterias para voltar ao trabalho altamente produtivo, alguns momentos de descanso durante o expediente vão ajudar a clarear as ideias, e dar uma boa reduzida no estresse.</p>
<p>Simples cinco minutos de caminhada não só serão extremamente úteis para arejar a mente como ajuda no fluxo sanguíneo. Portanto, vá para fora do escritório, respire profundamente e mude um pouco de cenário. Você retornará ao ambiente de trabalho com mais disposição.</p>
<p>2. <strong>Defina suas prioridades</strong> &#8211; quanto mais organizado seu dia, mas fácil será evitar o estresse e mais produtivo você poderá ser. A recomendação aqui é assim que você levantar, antes de iniciar suas atividades diárias, fazer uma lista de afazeres. Se quiser economizar tempo, faça essa lista sempre no final do dia, com as atividades que deverão ser realizadas no próximo expediente.</p>
<p>A lista deve ter uma ordem, ou seja, liste as atividades de acordo com suas prioridades. À medida que for realizando suas tarefas, vá retirando ou sinalizando na sua listinha que a tarefa foi concluída. Isso te ajuda a sentir mais produtivo.</p>
<p>3. <strong>Pense a longo prazo</strong> &#8211; um grande problema dos profissionais é pensar apenas no curto prazo, ou seja, limitam-se nas suas atividades diárias e rotineiras. Claro que elas são importantes, porém, tudo que as pessoas fazem devem ter um sentido maior, um significado maior.</p>
<p>A sugestão, portanto, é refletir sobre o que você quer atingir ao final de um ano de trabalho, aonde você quer chegar. Defina seus objetivos de longo prazo, escreva em um papel e cole ao lado do seu computador ou perto da sua principal ferramenta de trabalho. Essas metas vão te dar mais motivação para trabalhar, o que refletirá na sua produtividade. Além disso, use esses objetivos como argumento quando for avaliado por seus superiores na avaliação de desempenho e mesmo na hora de pedir um aumento de salário.</p>
<p>4. <strong>Chegue cedo</strong> &#8211; produtividade não combina com distrações. Um escritório silencioso e vazio significa paz e a possibilidade de se concentrar mais. Os colegas de trabalho são as principais distrações e podem realmente afetar sua produtividade. Portanto, chegar mais cedo e evitar a bagunça do escritório lotado podem trazer grandes retornos.</p>
<p>5. <strong>Use a internet como sua aliada</strong> &#8211; alguns estudos já comprovaram que dar uma &#8216;surfada&#8217; na internet, com o objetivo de refrescar a mente pode ajudar na produtividade. Portanto, não se sinta culpado ao fazer algumas pequenas paradas para surfar na internet. Invista de 5 a 10 minutos navegando nos seus sites preferidos. Isso ajuda a refrescar a mente e te devolve a produtividade.</p>
<p>6.<strong> Foque em apenas uma tarefa</strong> &#8211; você pode achar que é um profissional mais produtivo fazendo diversas tarefas ao mesmo tempo. Ou que precisa fazer isso, pois o ambiente de trabalho exige. Porém, coachs de carreira concordam que o cérebro trabalha melhor quando está focado em apenas uma atividade.</p>
<p>Se quiser aumentar sua produtividade, foque em apenas uma tarefa e insista nela até terminar, sem desviar sua atenção para outras questões. Evite ficar trocando de uma tarefa para a outra, sem terminar nenhuma.</p>
<p>7. <strong>Medite</strong> &#8211; meditação não significa apenas sentar em uma posição estranha e ficar emitindo ruídos. O que você precisa é fazer alguma coisa que te relaxe. Alguns momentos de respiração profunda e um pouco de alongamento pode ser feito com facilidade na sua própria mesa e contribuem bastante para a produtividade.</p>
<p>8. <strong>Lembre-se do lanchinho</strong> &#8211; alimentos com alto teor de proteína e fibras ajudam bastante na produtividade. Se for comer alguma fruta, ótimo. Mas tente adicionar no seu lanchinho alimentos com fibras, como cereais. Evite, sempre, biscoitos e salgadinhos, eles possuem açúcares simples em sua composição que rapidamente aumentam os níveis de açúcar no sangue, o que não é bom para a saúde no longo prazo.</p>
<p>9. <strong>Tire uma sonequinha</strong> &#8211; nem todos os profissionais trabalham ao lado de casa, mas, para os que têm a sua disposição uma cama, a sugestão é descansar de 15 a 20 minutos no começo da tarde. Estudos médicos já mostraram que poucos minutos de sono nesse período podem aumentar a produtividade, a atenção e melhorar o humor das pessoas.</p>
<p>10. <strong>Por fim: lembre-se da água</strong> &#8211; quando o seu corpo está desidratado, todos os seus sistemas trabalham aquém da capacidade máxima. Isso faz com que seja mais difícil para você se manter focado e, consequentemente, afeta na produtividade. Muitos profissionais acabam se rendendo ao café e aos energéticos, mas eles só conferem curtos períodos de energia e debilitam a saúde. Portanto, prefira os bons copos de água.<br />
<em>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/produtividade-confira-10-comportamentos-simples-que-ajudam-a-impulsionar-a-sua/56794/">Administradores</a></em></p>
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		<title>Brasil é o segundo em más contratações; custo para empresas chega a US$ 77 mil</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/brasil-e-o-segundo-em-mas-contratacoes-custo-para-empresas-chega-a-us-77-mil/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 16:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Maioria dos empregadores de 10 economias &#8211; incluindo o Brasil &#8211; não sabe escolher os profissionais certos para a sua empresa. Alguma vez você já aceitou um emprego que não era seu ideal ou já começou em um trabalho planejando&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Maioria dos empregadores de 10 economias &#8211; incluindo o Brasil &#8211; não sabe escolher os profissionais certos para a sua empresa.</strong><br />
Alguma vez você já aceitou um emprego que não era seu ideal ou já começou em um trabalho planejando sair assim que achar outra oportunidade melhor? Se sim, saiba que você não está sozinho. Um estudo do site CareerBuilder revela que a maioria dos empregadores de 10 economias &#8211; incluindo o Brasil &#8211; não sabe escolher os profissionais certos para sua empresa.</p>
<p>&#8220;Tomar uma decisão errada sobre uma contratação pode gerar várias consequências negativas em uma organização&#8221;, diz o CEO da CareerBuilder, Matt Ferguson. &#8220;Quando você soma relações tensas entre funcionários, potenciais questões legais e recursos para treinar e contratar candidatos que saem da empresa em pouco tempo, o custo pode ser considerável&#8221;.</p>
<p>No ranking entre as piores contratações, o Brasil aparece na segunda posição. Entre os empregadores do País, 87% afirmaram que enfrentam problemas com más contratações. O índice só fica abaixo da Rússia, onde 88% das empresas já contrataram profissionais inadequados para o emprego. Na lista, ainda aparecem a China, a Índia, Estados Unidos, Itália e Reino Unido.</p>
<p><strong>O custo da má contratação</strong><br />
A pesquisa também buscou saber o custo exato da má contratação. De acordo com 27% dos empregadores norte-americanos, uma única má contratação custou mais de US$ 50 mil. Na Europa, essas contratações forma mais caras na Alemanha, onde 29% disseram que os custos chegam a US$ 65 mil, e no reino Unido, 27% das empresas disseram que as más contratações custam mais que US$ 77 mil. Na China e na Índia, os custos são de, aproximadamente, US$ 48,5 mil e US$ 37 mil respectivamente.</p>
<p><strong>Além do financeiro</strong></p>
<p>Além de impactar financeiramente uma empresa, a má contratação também demanda tempo e afeta a produtividade e a moral dos funcionários. No Brasil, 40% dos empregadores disseram que a má contratação impacta na perda da produtividade, 23% na moral dos funcionários, 21% na relação com os clientes e tempo e custo para recrutar e treinar outro funcionário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: infomoney.com.br</em></p>
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		<title>Motivação!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 20:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Colaboradores adequadamente motivados, que são encarregados do êxito da empresa &#8211; e que creem decisivamente, em alguma coisa -, não hesitam em trabalhar horas extras ou em procurar apoio orçamentário da empresa para desenvolver uma ideia ou produto que acreditam;&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Colaboradores adequadamente motivados, que são encarregados do êxito da empresa &#8211; e que creem decisivamente, em alguma coisa -, não hesitam em trabalhar horas extras ou em procurar apoio orçamentário da empresa para desenvolver uma ideia ou produto que acreditam; as pessoas com essa imaginação ilimitada tem muito a contribuir para a empresa! Fique atento!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/motivacao/">Motivação!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
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