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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; motivação</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Dê ao menos um passo por dia</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 13:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente você sabe que Empreendedorismo originou-se da palavra francesa <em>Entrepreneur</em>, que significava “Aquele que incentivava as brigas”. Todo empreendedor é por natureza um provocador desde sempre.</p>
<p>Pró-vocar é chamar para si; é trazer para si toda e qualquer responsabilidade. Para ser empreendedor é preciso, sobretudo, de coragem. Não só coragem, mas muita coragem.</p>
<p>Vivemos em uma sociedade que vive na média. A grande maioria das pessoas não ousa sonhar, não ousa buscar coisas grandiosas para si, para sua família e para o seu país. Vivem confortáveis em seus quadrados, onde não arriscam, não sonham e não conhecem o gosto da vitória ou da derrota.</p>
<p>Já o coração do empreendedor pulsa diferente; o sangue que corre nas veias do empreendedor não é o mesmo de uma pessoa comum. A verdade é que o empreendedor não é uma pessoa comum!</p>
<p>Para que um bom lutador vença sua luta é preciso, antes, que ele invista muito em treinamento e é exatamente nesse ponto que os empreendedores brasileiros pecam. Não sabemos dar a devida importância aos treinamentos.</p>
<p>Pensamos nós que basta abrir as portas do empreendimento e o dinheiro passará a jorrar como se tivéssemos descoberto petróleo no quintal de nossa casa. O resultado do pouco conhecimento é a falência.</p>
<p>Sendo assim, meu caro empreendedor, invista tempo, tempo, tempo e cada vez mais tempo para aprender com os grandes empreendedores brasileiros que já obtiveram sucesso em seus negócios (creia-me: temos muitos exemplos).</p>
<p>Nunca se esqueça de dar ao menos um passo por dia rumo à concretização do seu sonho, faça sol, faça chuva, esteja alegre, esteja triste: dê ao menos um passo por dia.</p>
<p>Siga firme na briga! Não se desespere! Prossiga! Provoque! A vitória é uma questão de tempo para aqueles que sabem dar valor à importância do treinamento. Seja forte e vença!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Éber Sander</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>O poderoso efeito de perceber as coisas boas do trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 14:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante um típico dia de trabalho, coisas negativas e positivas inevitavelmente acontecem. Se você é como a maioria, tende a se prender, principalmente, ou exclusivamente, às experiências negativas. É sobre isso que você rumina, conversa com seu amigo enquanto volta para casa ou discute com seu parceiro à noite. De vez em quando é bom conversar sobre as partes negativas – é terapêutico.</p>
<p>Se alguém te dissesse para se concentrar somente nas experiências positivas do seu dia, você poderia se irritar. As pessoas costumam associar a positividade com gestores inexperientes tentando espremer um pouco mais de trabalho dos seus funcionários ou com os pôsteres “Sorria” de um call center.</p>
<p>O que a maioria das pessoas não percebe é que as experiências positivas – até as menores – te fornecem recursos valiosos que podem ser usados para reduzir o estresse, incluindo sintomas físicos como dores de cabeça ou tensões musculares. Elas facilitam ao seu desligamento do trabalho no fim do dia.</p>
<p>Aprendemos, com a nossa pesquisa, que pensar sobre eventos positivos de modo sistemático pode ser saudável. Nós sugerimos que, ao invés de ruminar sobre coisas negativas, tente “saborear” – reviver, apreciar e compartilhar – os eventos positivos do seu dia.</p>
<p>Para muitas pessoas, isso não vem naturalmente. Evolução e sobrevivência forçaram o ser humano a prestar atenção à todas as coisas negativas. Além disso, as pessoas rapidamente se tornam tão acostumadas com as positividades de seus ambientes que dificilmente as percebem. Mas uma simples intervenção pode ajudar a superar essa tendência.</p>
<p>Considere o experimento que conduzimos para estudar o efeito causado pela intervenção três coisas boas no local de trabalho. Essa intervenção tem apresentado melhoras no ânimo das pessoas que estavam suavemente deprimidas, mas queríamos descobrir se isso também aliviaria o estresse dos trabalhadores saudáveis.</p>
<p>Nossa equipe, que incluía Winny Shen da Universidade da Flórida do Sul, Eugene Kim da Georgia Tech e Amanda J. Koch da Human Resources Research Organization, trabalhou com funcionários de clínicas ambulatoriais (enfermeiras, assistentes, recepcionistas, e afins). Pedimos aos participantes que não sabiam sobre o que era nossa pesquisa que entrassem em um site no fim do expediente e completassem um questionário. O questionário pediu que gastassem de 5 a 10 minutos escrevendo sobre eventos grandes ou pequenos, pessoais ou relacionados ao trabalho, que foram “muito bons” naquele dia – e para explicarem os motivos desses eventos terem sido bons.</p>
<p>As respostas variaram de relatos de colegas que trouxeram comidas deliciosas ou mero fato de que era sexta-feira até histórias profundas sobre as interações com os colegas ou pacientes que fizeram as pessoas se sentirem bem consigo mesmas. Por exemplo, uma enfermeira escreveu que “um médico me elogiou hoje”. Por que? “Porque eu soube exatamente o que fazer em uma situação de emergência e ajudei um paciente que estava tendo uma convulsão”.</p>
<p>Após três semanas, os níveis de estresse e as queixas com problemas físicos e mentais reduziram em quantidades pequenas, mas significativas. Além disso, nos dias em que os participantes se concentraram nas coisas boas, eles conseguiram se desligar de pensamentos estressantes relacionados ao trabalho enquanto estavam em casa.</p>
<p>Esta simples prática – escrever sobre três coisas boas que aconteceram – cria uma verdadeira mudança sobre o que as pessoas pensam e podem mudar a forma como eles enxergam suas vidas profissionais. Isso também pode criar um ciclo de feedback que aumento o impacto: nós acreditamos que pessoas que refletem sobre as coisas boas que aconteceram durante o dia, tem maiores chances de compartilhá-las com a família e com os amigos.</p>
<p>Compartilhar eventos positivos com os outros cria conexões e laços entre pessoas, reduzindo o estresse noturno ainda mais. Por fim, isso melhora o sono, o que leva a maior agilidade e melhor humor segundo nossa pesquisa – e isso, por sua vez, leva a um aumento de coisas positivas no dia seguinte.</p>
<p>Outros benefícios desse exercício de fácil implementação e baixo custo inclui aumentos potenciais em criatividade. O pensamento criativo e a inovação são aprimorados pelas emoções positivas, especialmente os sentimentos de contentamento e alegria. Crescimento, desenvolvimento e visão de futuro surgem de emoções positivas.</p>
<p>Reclamar sobre seus chefes e colegas é algo comum e pode ser valioso se isso ajudá-lo a se sentir ouvido e compreendido. Mas, há desvantagens ao expressar negatividade. A pesquisa não esclarece se o ato de se concentrar em eventos negativos traz alívio ao estresse. E, no contexto do local de trabalho, comentários negativos podem se espalhar pela empresa através de contágio social, causando danos maiores.</p>
<p>É improvável que as pessoas parem de falar sobre experiências negativas no trabalho. Isso é algo natural. Mas focar intencionalmente nos eventos positivos pode trazer equilíbrio. Nós não defendemos a ideia de colar posters felizes, mas as empresas podem tomar atitudes que ajudem as pessoas a perceberem e compartilharem experiências positivas. Por exemplo, que tal começar uma reunião com uma revisão do que deu certo recentemente, ao invés de pular imediatamente para o que precisa ser melhorado?</p>
<p>O ponto importante desse exercício, entretanto, é o poder que ele dá a cada um de nós diariamente. Antes de ligar o rádio ou atender um ligação durante seu trajeto para casa, separe um momento para refletir sobre as coisas boas que aconteceram no trabalho.<br />
Fazer isso pode ajudá-lo a tirar proveito do pequeno e natural fluxo contínuo de eventos positivos diários – uma fonte onipresente, mas normalmente esquecida, de força e bem estar.</p>
<p><em>Por: Joyce E. Bono e Theresa M. Glomb no site Harvard Business Review. Traduzido pela equipe do Tutano.</em></p>
<p><em>Fonte: tutano.trampos.co</em></p>
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		<title>Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 17:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se sentir feliz com as suas tarefas diárias?</p>
<p>Costumo dizer que uma pessoa desengajada torce para chegar sexta-feira e reza para não começar a segunda-feira. Isso tudo porque ela não sente prazer algum em realizar as suas tarefas e está vivendo apenas por viver. Ou seja, a partir do momento que deixamos de lado o engajamento com a empresa e com as atividades cotidianas, a vida fica sem graça. Por isso, é altamente importante você repensar como essa questão pode interferir em sua vida.</p>
<p>O engajamento afeta demais a produtividade, a motivação e as razões pela qual o profissional está trabalhando de verdade. A pessoa que não tem esse comprometimento é desonesta com ela e com a empresa. Aliás, uma pesquisa realizada pela Gallup aponta que apenas 1/3 das pessoas estão altamente engajadas dentro da corporação que trabalham. Os outros dois terços são pessoas ativamente desengajadas. Isso mostra que tem muito mais gente sobrevivendo do que vivendo dentro nas empresas que atuam.</p>
<p>Diante disso, pare e pense qual é o seu papel no ambiente em que você está inserido. Para aqueles que estão desengajados, esse é momento ideal de rever o dia a dia e tentar enxergar meios de fazer diferente. Quem sabe mudar a forma como trabalha, falar com o chefe e pedir um feedback e, porque não, dar um feedback também ao seu líder. Outra saída é pensar em alguma estratégia para realizar um projeto que realmente te empolgue ou buscar formas de realizar algo completamente diferente de tudo o que você já fez até hoje.<br />
No entanto, para o profissional que está altamente desengajado, com problemas de relacionamento com a equipe, que já se sente excluído e não bate mais com a cultura da empresa, é muito mais honesto pedir demissão. Muitas vezes, as pessoas têm medo de fazer diferente por medo de arriscar, pela insegurança de não saber o que vai encontrar lá na frente e decidem viver na mesma situação. Esse é um grande erro, pois só faz com que elas se sintam mais infelizes.</p>
<p>Quem está vivendo uma situação como essa deve parar e se perguntar até quando vai ficar se matando para fazer algo que não representa mais nada em sua vida? Infelizmente, muitas pessoas estão vivendo dessa forma. É preciso ter coragem para acreditar na mudança e fazer com que ela aconteça. Em alguns casos, a mudança pode ser terminar de ler esse artigo e chamar o seu chefe para uma conversa sincera, em que você explicará que não se adapta mais à cultura da empresa e precisa fazer algo diferente. Isso pode fechar uma porta, mas pode ser também uma oportunidade de abrir um portão gigantesco lá na frente.</p>
<p>É importante enxergar que em determinados momentos é possível mudar o nível de engajamento apenas trocando de emprego, por exemplo. Claro que o medo de mudar sempre vai existir, isso é natural de todo ser humano, porém, vale lembrar que a coragem nasce do medo. É preciso ter medo para ter coragem. Pense nisso na hora de avaliar o seu nível de engajamento.</p>
<p><em>Por: Christian Barbosa &#8211; especialista em administração de tempo e produtividade.</em></p>
<p><em>Fonte: revistamelhor.com.br</em></p>
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		<title>10 Maneiras infalíveis de encantar o seu cliente</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 21:16:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes. 1 &#8211; Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes.</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu prefiro interagir com funcionários que sorriem, sabem o que querem e amam o que estão vendendo. De qualquer forma, as companhias colocam os mal pagos, com pouca experiência, atrás do balcão e esperam o melhor. Isso não faz sentido. Faça uma pergunta a si mesmo: a primeira impressão do meu negócio é boa? Porque se for ruim, pode ser a última.</p>
<p><strong>2 &#8211;</strong> Mostre que confia em mim. Se você não confia, eu não vou confiar em você. Veja os pequenos negócios que se tornaram grandes. A Zappos me diz que confia em mim por que paga o envio nas duas direções. Nordstrom acredita na minha palavra quando digo que o produto estava com defeito. A Amazon permite que eu retorne um livro em até sete dias. Eu posso ler muitos livros nesse período. Se você confia em mim, eu confiarei em você; e nós podemos construir uma relação.</p>
<p><strong>3 &#8211;</strong> Remova as barreiras da entrada. Facilite o caminho para o seu produto ou serviço. Não peça que as pessoas preencham 10 formulários com informações pessoais. Não jogue um sistema de CAPTCHA que exige fluência em sânscrito. Não exija hora marcada. Em vez disso, crie uma maneira que ajude as pessoas a fazerem negócios com você mais rápido.</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong>Facilite pagamentos e doações. Uma vez que as pessoas decidem adotar o seu produto ou serviço, facilite o caminho do dinheiro até você. Isso exige múltiplas formas de pagamento e a adoção de vales-presente e valores de entrega razoáveis. Se existe algo pior que uma companhia que tenta pegar o meu dinheiro com um produto ruim, é a companhia que dificulta o pagamento de algo bom.</p>
<p><strong>5 &#8211;</strong> Mergulhe em um segmento: o Stanley Market em Hong Kong contém várias lojas, e muitas delas vendem uma série de camisetas, souvenirs, brinquedos, bagagens, eletrônicos e câmeras. Você cria a sensação que essas lojas vendem de tudo para ganhar dinheiro. O único lugar que eu comprei foi na Galeria Tam, porque vende apenas carimbos e selos feitos de madeira. Uma vez que só existe uma coisa a comprar lá, é mais fácil entender o propósito do negócio. Meu conselho é focar no produto que você pretende vender.</p>
<p><strong>6 &#8211; </strong>Me venda algo que é PICEE. Essa sigla define as qualidades de grandes produtos e serviços: profundo, inteligente, completo, empoderador e elegante. Um produto com essas características é completo e entende as necessidades do cliente, vem com sistema de apoio, faz com que eu me sinta melhor e é fácil de usar. Quando você estiver criando sua oferta, se pergunte se ela é PICEE.</p>
<p><strong>7 &#8211;</strong> Permita que as pessoas testem. Acredite na inteligência dos seus consumidores em vez de pressioná-los. Deixe que eles provem os produtos e serviços em versões reduzidas. Esse conceito funciona quando você vai comprar um carro, provar uma sobremesa, testar um eletrônico. Uma vez que você me deixa provar alguma coisa, metade da batalha já foi. Se você me diz que eu preciso comprar para testar, você me perdeu.</p>
<p><strong>8 &#8211;</strong> Comunique com objetividade. Quantas pessoas realmente entendem o que um armazenamento em gigabytes significa? A melhor maneira de comunicar a capacidade ou as funcionalidades dos produtos e serviços é com a objetividade. Por exemplo, o número de músicas que cabem nesse aparelho. Você pode achar isso difícil de acreditar, mas me dizer quanto eu ganharei de peso com a sua comida me faz querer comer no seu restaurante, por que mostra que você se importa com a minha saúde.</p>
<p><strong>9 &#8211;</strong> Entregue as más notícias primeiro. Problemas acontecem: produtos possuem falhas, entregas atrasam e funcionários adoecem. Muitos negócios minimizam os efeitos das más notícias, mas quando esse assunto inevitável cresce, seja proativo e alerte para o problema. E para ser o melhor, ajude as pessoas a resolverem o problema ao passo que você está avisando que ele existe.</p>
<p><strong>10 &#8211;</strong> Considere todos os influenciadores. Existe uma diferença entre a pessoa que paga por algo e a pessoa que toma a decisão de comprar alguma coisa. Muitas companhias acreditam que é a mesma pessoa, mas isso não é necessariamente o caso. Influenciadores chave podem incluir esposa, irmãos, colegas, parentes, avôs ou filhos. Quem é a verdadeira cabeça na casa não é algo tão claro esses dias, então apele para todos os influenciadores.</p>
<p>Para Kawasaki a melhor maneira de encantar é uma atitude positiva e essa atitude engloba os 10 pontos. Significa que você acredita que o consumidor está correto. Pedido do cliente? Sem problemas. Entrega rápida? Sem problemas. Devolução? Sem problemas.<br />
A matemática pode mostrar que se você fizer isso para todos, você vai quebrar, mas nem todo mundo pedirá esse tratamento. Inclusive, poucos pedirão, e esses farão de você um grande exemplo.</p>
<p>Por:  Guy Kawasaki</p>
<p>Fonte: administradores.com</p>
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		<title>5 passos para que empresas, gestores e profissionais se inspirem</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:07:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas carreiras.</p>
<p>Na prática, muitas vezes. o que se observa é um outro cenário, inúmeros profissionais se queixam das segundas-feiras, da falta de abertura de seus gestores e da carência de propósito em suas atividades profissionais; chefias centralizadoras preocupadas com a crise e com as metas não se abrem para o diálogo; e organizações com anseios de entregarem o resultado esperado a qualquer custo, seja em tempos prósperos ou difíceis, também se fecham.</p>
<p>O que é preciso ter em mente é que os recursos humanos são sim um valor agregado aos negócios, pois seu concorrente pode vir a ter o mesmo produto ou oferecer o mesmo serviço, porém jamais contando com o mesmo profissional que a sua empresa possui. E, segundo, uma frase que soa clichê, mas faz todo o sentido sempre: “inspiração vem dos outros, motivação vem de dentro de nós”. Ou seja, por mais boa vontade que uma companhia ou um gestor possam ter, eles não conseguirão motivar uma equipe, o que está ao alcance da própria organização e de um líder é auto motivar-se e inspirar seus liderados a se motivarem. Como?</p>
<p>São muitas as formas de inspirar profissionais a se engajarem, a primeira e a principal delas é que empresas, gestores e colaboradores precisam se unir por um objetivo comum, isto é, a junção de mentes e atitudes em prol de um mesmo fim é uma forma excelente para responder eficazmente aos estímulos negativos do ambiente, causados por crises, turbulências ou oscilações.</p>
<p>Por isso, as dicas abaixo são de grande utilidade tanto para companhias, como para gestores e profissionais:</p>
<p><strong>Incentive a cultura do conhecimento </strong>Uma empresa consegue estimular esse tipo de cultura investindo em treinamentos e cursos que, em muitos casos, podem ser realizados internamente ou entre departamentos. Um líder pode impulsionar sua equipe adotando o papel do mentor que transmite o conhecimento que tem, indica livros, filmes e cursos que aprimorem as competências técnicas e interpessoais. E cada profissional pode assumir uma postura altruísta de auxiliar seus pares na busca de um maior <em>know how</em> e para si mesmo.</p>
<p><strong>Fomente o diálogo </strong>A cultura do conhecimento leva a um caminho natural de um maior diálogo entre equipes, entre a instituição e seus gestores, entre os gestores e entre líder e liderados o que gera um ambiente mais sadio e produtivo. O interessante em se fomentar a ação do diálogo é de que ele venha acompanhado de transparência. É importante que: se mostre um quadro geral da companhia; se contextualize a situação real e qual o papel de cada um; aponte-se o que será feito para que os resultados sejam alcançados e, por fim, que cada um possa ouvir e falar.</p>
<p><strong>Mantenha um clima organizacional agradável </strong>O ambiente tanto físico como psicológico contribui para uma maior motivação de todos. Manter o espaço sempre limpo e organizado, buscar quebrar o gelo e não se deixar contaminar pelo mau-humor ou negativismo alheios auxiliam a manter o clima ameno. Por mais que a companhia não tenha um perfil informal, um ambiente de cordialidade e com intervalos de descontração tornam qualquer atividade mais prazerosa.</p>
<p><strong>Estimule a participação </strong>Instigar que os profissionais deem ideias, sejam eles líderes ou liderados, é uma maneira de motivar as pessoas. Mesmo que nem todas possam ser aplicadas e, seja explicado o porquê, compartilhar informações sempre torna o clima mais leve e motivador. Se possível, as melhores ideias podem receber algum tipo de incentivo ou recompensa que não necessariamente precisa ser monetária, pode ser uma folga ou alguma experiência (como visitar um outro escritório, a fábrica, um projeto social que a companhia apoie).</p>
<p><strong>Elogie em público, corrija em particular </strong>Fazer críticas construtivas e elogiar quando há um bom desempenho, por mais que seja delicado e haja a correria do dia a dia, é preciso que se encontre a melhor hora e o local para se fazer. Esta dica pode parecer exclusiva para líderes, mas para uma equipe que assume a cultura do conhecimento e perfil colaborativo, serve entre pares e de liderado para líder também. O fundamental é manter o respeito, a credibilidade e sempre se basear em fatos concretos. Falsos elogios podem soar muito pior do que sinceras correções.</p>
<p>Enfim, as ações que podem ser feitas para que se conquiste e, principalmente, se mantenha funcionários engajados, uma companhia com ambiente agregador e desafiante, gestores e equipes em busca de produtividade, motivação e compromisso são inúmeras. Que todos consigam enxergar a empresa como uma excelente oportunidade para aprender e ensinar, criando um ambiente de contínua evolução e incansável na busca pela excelência em todos os níveis.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>Otimizar tempo garante a colaboradores crescimento profissional.</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/12/otimizar-tempo-garante-a-colaboradores-crescimento-profissional/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 19:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[concentração]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.</p>
<p>&#8221; O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade devida&#8221;, explica o diretor executivo da Innovia Training &amp; Consulting Ricardo Barbosa.</p>
<p>Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. O diretor da Innovia detalha pontos que potencializam estas dificuldades:</p>
<p><strong>• Ausência de foco &#8211;</strong> O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;<br />
<strong>• Falta de concentração na tarefa em execução &#8211;</strong> o colaborador leva para empresa problemas pessoais, alem de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;<br />
<strong>• Ausência de planejamento &#8211;</strong> Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;<br />
<strong>• Acomodação que gera desmotivação &#8211;</strong> Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;<br />
<strong>• Procrastinação &#8211;</strong> deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;<br />
<strong>• Refém de ferramentas tecnológicas &#8211;</strong> as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).</p>
<p>Por outro lado Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. &#8221; O descanso é fundamental para que se possa ser produtiva. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)&#8221;.</p>
<p>A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. &#8220;Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos&#8221;, alerta o diretor da Innovia.</p>
<p>Veja as principais dicas para que um colaborador otimize seu tempo:<br />
<strong>• Estabelecer prioridades;</strong><br />
<strong>• Disciplinar reuniões;</strong><br />
<strong>• Disciplinar horários para conversas;</strong><br />
<strong>• Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos;</strong><br />
<strong>• Classificar atividades que são importantes e urgentes;</strong><br />
<strong>• Evitar acumular funções que não sejam suas.</strong><br />
<em>Por Ricardo Barbosa &#8211; diretor executivo da Innovia Training &amp; Consulting, além de Engenheiro de Produção formado pela Universidade Paulista &#8211; UNIP, pós-graduado em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini da Universidade de São Paulo – USP, especialista em Project Management pela Fundação Getúlio Vargas – FGV/SP e possui o certificado pelo PMI (Project Management Institute) como PMP (Project Management Professional), Professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst &amp; Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.innovia.com.br/</em></p>
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		<title>O que significa sinergia?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/o-que-significa-sinergia/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 20:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[sinergia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/o-que-significa-sinergia/">O que significa sinergia?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
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		<title>11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
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		<category><![CDATA[realização]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>De bem com o trabalho!! Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir. Fonte: www.exame.com.br</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/">11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De bem com o trabalho!!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png"><img class="aligncenter wp-image-343 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png" alt="01" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png"><img class="aligncenter wp-image-344 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png" alt="02" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png"><img class="aligncenter wp-image-345 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png" alt="03" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png"><img class="aligncenter wp-image-346 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png" alt="04" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png"><img class="aligncenter wp-image-347 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png" alt="05" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png"><img class="aligncenter wp-image-348 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png" alt="06" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png"><img class="aligncenter wp-image-349 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png" alt="07" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png"><img class="aligncenter wp-image-350 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png" alt="08" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png"><img class="aligncenter wp-image-351 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png" alt="09" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png"><img class="aligncenter wp-image-352 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png" alt="10" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png"><img class="aligncenter wp-image-353 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png" alt="11" width="810" height="455" /></a></p>
<p><em>Fonte: www.exame.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>Em busca de nossas melhores segundas-feiras!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/10/em-busca-de-nossas-melhores-segundas-feiras/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 18:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma sensação gostosa e rara é chegar na segunda-feira e ir fazer o que eu gosto, com as pessoas que gosto, em um lugar que tenha os mesmos valores que eu – e ainda sou paga para viver assim. Alguém&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma sensação gostosa e rara é chegar na segunda-feira e ir fazer o que eu gosto, com as pessoas que gosto, em um lugar que tenha os mesmos valores que eu – e ainda sou paga para viver assim.</strong></p>
<p>Alguém deve estar lendo este primeiro parágrafo e pensando: “Essa mulher está louca, esta realidade não existe, e se existe é para poucos”. Conheço pessoas que vivem isso, garanto que não é 100% do tempo, mas estão sempre em busca de um bem estar e de uma sensação realização.</p>
<p>Uma coisa todos devem concordar: sentir o prazer de concluir um trabalho legal, de ser reconhecido por um projeto concluído, ou de ter colaborado com uma conquista, é uma emoção inesquecível. E ainda falam que as emoções no trabalho só atrapalham! Claro que isso não é verdade, estamos sempre buscando emoções ligadas a realização, felicidade, prazer, conquistas e crescimento, mas sabemos bem que, muitas vezes, somos confrontados com a apatia ou tédio, medo e raiva, muitas outras emoções ligadas a momentos frustrantes que passamos em nosso cotidiano, e que isso também faz parte.</p>
<p>Fui procurar o verdadeiro significado da uma emoção que nada mais é do que a reação de nosso corpo em relação a uma determinada situação. Se este é o significado da palavra emoção, como existem pessoas que dizem que não podemos ou não devemos, levar as emoções para o mundo do trabalho? Na verdade, isso é impossível! Talvez, a pergunta mais certa seria: como lidamos com as emoções que sentimos em um ambiente de trabalho?</p>
<p>Claro que quando sentimos muita raiva, não podemos sair batendo nas pessoas, ou quando estamos muito felizes e alegres, não podemos ficar cantando alto no escritório, afinal, o problema não é a emoção que sentimos, mas sim, nestes dois exemplos, da educação que recebemos.</p>
<p>Gosto de pensar na ideia de termos em nossas cabeças um balde de energia composto por várias emoções positivas, que aumentam cada vez que um evento positivo ocorre e assim vamos aumentando a quantidade de energia deste balde. Sei bem que na vida profissional, na prática, não é assim que ocorre, pois há sempre uma situação que nos gera a perda desta energia revigorante, e até podemos enumerar algumas situações que drenam as nossas energias:</p>
<p><strong>•</strong> Fazer o que não gosta</p>
<p><strong>•</strong> Fazer diariamente aquilo que exige o seu pior</p>
<p><strong>•</strong> Um chefe mau educado</p>
<p><strong>•</strong> Sentar ao lado de uma pessoa que só reclama</p>
<p><strong>•</strong> Não se sentir reconhecido pelo trabalho realizado</p>
<p><strong>•</strong> Ser mal tratado</p>
<p>Aqui fica a pergunta, se o balde está em nossa cabeça e se somos donos dela, qual a razão de nos deixarmos estas situações roubarem as nossas energias positivas? Hoje não existe mais escravidão e as oportunidades de trabalho estão cada vez maiores. Cabe a cada um de nós irmos à busca das melhores segundas-feiras de nossas vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
<p><em>Por: Paula Oliveira é coaching, psicóloga, tia com 20 anos de experiência em desenvolvimento organizacional e seleção. Bem humorada, brava e inconformada…. Apaixonada por viagens e por acompanhar a evolução das pessoas e das empresas.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que um profissional empregado busca recolocação?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/07/por-que-um-profissional-empregado-busca-recolocacao/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/07/por-que-um-profissional-empregado-busca-recolocacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 12:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[recolocação]]></category>
		<category><![CDATA[recomeço]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saiba o que faz pessoas de diferentes cargos mudarem de emprego. Por que um profissional empregado busca uma recolocação no mercado? Para conhecer os principais motivos, a consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos compilou as informações obtidas dos profissionais que procuraram&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba o que faz pessoas de diferentes cargos mudarem de emprego.<br />
Por que um profissional empregado busca uma recolocação no mercado? Para conhecer os principais motivos, a consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos compilou as informações obtidas dos profissionais que procuraram pelo seu serviço de Recolocação Profissional entre 2011 e 2013. No total, eram 333 profissionais de diversos níveis, entre diretores, gerentes, coordenadores, supervisores, analistas, assistentes e especialistas.</p>
<p>O resultado do levantamento foi bem interessante. Quer ver?</p>
<p><strong>1 –</strong> Você pode não acreditar, mas a maior razão para os profissionais procurarem outro emprego foi “carreira” (perspectiva, desafios e crescimento). Esse item foi apontado por nada menos do que 50% das pessoas. Entre os especialistas, a fatia é ainda maior, de 75%. A menor é a de diretores, com apenas 31%.</p>
<p><strong>2 –</strong> Como explica João de Queiroz Xavier, diretor-geral da Ricardo Xavier, 41%dos profissionais não enxergaram possibilidade de crescimento na atual empresa. “Nove por cento estão buscando novos desafios, o que também pode ter a ver com estagnação ou falta de oportunidade de crescimento”, diz ele.</p>
<p><strong>3 –</strong> O segundo motivo mais apontado pelo profissionais que queriam outro emprego foi “gestão”, com 21% das respostas. Para Xavier, o problema aqui é o chefe, em primeiro lugar, e, em seguida, a empresa e seus gestores em geral.</p>
<p><strong>4 –</strong> Para não cair em uma nova roubada, se você estiver disposto a mudar de emprego para não ter mais de trabalhar com seu chefe, a dica do diretor-geral é tentar obter informações sobre seu potencial novo gestor ainda durante o processo de seleção. “Normalmente ele participa pelo menos da entrevista final, e, nesse momento, é possível conhecê-lo melhor”, diz.</p>
<p><strong>5 –</strong> O terceiro motivo mais apontado, claro, foi ele mesmo: o salário. Então, quem muda de emprego com mais frequência costuma obter maiores aumentos salariais do que quem permanece na mesma empresa? “É possível, sim”, diz Xavier. Mas ele faz um alerta: “O profissional deve olhar a carreira a longo prazo e trocas rápidas e frequentes de emprego não deixam boas marcas no currículo – passando uma imagem de instabilidade”. Outro ponto importante que ele destaca é que essas saídas por salários maiores não costumam deixar boas impressões. “O profissional que faz isso pode contar com os antigos colegas e superiores para recomendá-lo?”, questiona.</p>
<p><strong>6 –</strong> O levantamento mostra, no entanto, que quem procurou a recolocação por causa do salário em geral estava ganhando abaixo da média de mercado. Por exemplo, os gerentes que buscavam uma recolocação por salário ganhavam, em média, R$ 4,3 mil, enquanto o salário médio total desse nível era de R$ 8,2 mil. Entre os especialistas, a diferença era de R$ 2,5 mil para R$ 6,1 mil.</p>
<p><strong>7 –</strong> Por outro lado, a média salarial dos que têm “carreira” como principal motivo para buscar recolocação é bem próxima da média geral ou apenas um pouco abaixo, mas sempre bem acima da média dos que buscam recolocação motivados por salário. Os analistas desse grupo, por exemplo, tinham salario médio de R$ 3,3 mil, contra R$ 3 mil na média geral e R$ 2,6 mil na média dos que reclamavam de salario.</p>
<p><strong>8 &#8211;</strong>E há uma explicação para o item 7. “Quem tem mais preocupação com carreira ganha mais.” Isso ocorre primeiramente porque quem tem (e executa) um plano estruturado de carreira com toda certeza vai ganhar no longo prazo. Depois, porque quem se preocupa com a carreira e vê o salário como consequência dedica seus recursos (tempo, dinheiro, atenção) a atividades agregadoras, construtivas, potencializadoras, diz Xavier.</p>
<p><strong>9 –</strong> O quarto motivo mais apontado, com 5%, são as viagens. Entre os profissionais que indicaram essa resposta, 66% eram diretores. Os outros 33% eram gerentes. Só por curiosidade: nenhum analista, especialista ou supervisor procurou o serviço de recolocação motivado pelo excesso de viagem.</p>
<p><strong>10 –</strong> Os outros itens apontados foram testar empregabilidade (3%), tipo de empresa (2%), reconhecimento (2%) e mudanças (1%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Fernanda Bottoni</em><br />
<em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>9 dicas que melhoram qualquer segunda-feira</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2014 13:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<category><![CDATA[segunda-feira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem sofre para sair da cama e engatar a primeira marcha na segunda-feira levanta a mão. É seu caso? Se for, é seu, meu e, com certeza, também de muita gente boa espalhada por aí. Dificilmente deve haver algum dia&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem sofre para sair da cama e engatar a primeira marcha na segunda-feira levanta a mão. É seu caso? Se for, é seu, meu e, com certeza, também de muita gente boa espalhada por aí. Dificilmente deve haver algum dia da semana tão detestado – e temido – quando esse, mas, com bastante boa vontade, podemos tomar algumas medidas para fazer com que esse dia seja menos sofrido e também nos faça sofrer menos…</p>
<p>Para ajudar nessa empreitada, consultamos Adriana Gomes, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM-SP. Veja a seguir as suas recomendações:</p>
<p><strong>1 –</strong> A segunda-feira normalmente parece conturbada porque muita gente deixa acumular tarefas e não se organiza para sair na sexta-feira com a consciência tranquila. Portanto, a dica número um é a de usar o último dia útil da semana para organizar a que vai começar, pelo menos limpando a caixa de entrada dos e-mails e arrumando os compromissos e eventos da agenda.</p>
<p><strong>2 –</strong> Não adie tarefas chatas ou complicadas que você pode resolver nesta quinta ou sexta-feira para a semana seguinte. Se fizer isso, além de já começar a semana com o humor meio estragado, ainda corre o risco de ficar lembrando da chatice durante o final de semana.</p>
<p><strong>3 –</strong> Evite, sempre que possível, marcar reuniões ou compromissos tensos para a manhã da segunda-feira. “Ter uma reunião logo cedo, antes até de saber o que está acontecendo no mundo, é uma boa forma de começar a semana bem triste”, diz Adriana. O melhor e começar com mais calma até entrar no ritmo e não ser obrigado a fazer isso no tranco.</p>
<p><strong>4 –</strong> Aproveite o final de semana para atividades de lazer. “O horário de não trabalho também tem de ser respeitado.” Ou seja, mesmo que você se sinta tentado a trabalhar “só um pouquinho” para adiantar alguma coisa, dar “só uma olhadinha nos emails” ou terminar aquele relatório porque “em casa consegue se concentrar melhor”, contenha-se ou possivelmente vai voltar ao trabalho com a sensação de ter emendado uma semana na outra.</p>
<p><strong>5 –</strong> Se você percebe que perde muito o ritmo durante o final de semana, pode tentar criar uma agenda (de lazer, por favor) para o sábado e o domingo. “Você pode tentar acordar no mesmo horário de sempre, ir para a academia, depois marcar um almoço e por aí vai”, diz a corrdenadora. “Assim não quebra totalmente seu ritmo e consegue voltar à rotina de trabalho mais naturalmente.”</p>
<p><strong>6 –</strong> Ah, sim, por favor, isso não significa que você deva encher completamente a agenda do sábado e do domingo. Use a recomendação número cinco com moderação porque – importante lembrar – você também precisa descansar.</p>
<p><strong>7 –</strong> Antes de sair de casa, na segunda-feira, ou antes de sentar à mesa para o trabalho, reserve um tempo para tomar um bom café da manhã, com calma. “Vale a pena até acordar um pouco mais cedo para isso porque essa sensação boa, de se alimentar bem e sem tanta pressa, pode deixar tudo mais leve durante o dia”, diz ela.</p>
<p><strong>8 –</strong> Observe se a segunda-feira anda pesada porque você volta mais cansado fisicamente do final de semana ou se é mesmo um cansaço mental ou alguma questão de estresse acumulado. “É natural voltar fisicamente prejudicado já que nesses dias você tira o corpo de cima da cadeira e faz outro tipo de atividade”, explica. “A volta para o trabalho tem de ser como aquele dia em que você vai andar de bicicleta e depois ficar com o corpo dolorido – uma dorzinha boa de quem aproveitou o passeio.”</p>
<p><strong>9 –</strong> Agora, se você perceber que o que está incomodando não é o cansaço físico, a mais importante dica para melhorar sua segunda-feira é fazer o que você gosta, com pessoas com que você se sente bem. “Se todo início de semana for um martírio, se você tem a síndrome do domingo à noite, possivelmente esteja com a luz amarela acesa”, diz ela. Se isso estiver ocorrendo de fato, o jeito é encarar o problema e sair em busca de uma solução, até procurando um outro emprego, se for o caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 13:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
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		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de quem escolhe uma profissão pautado apenas por isso. Assim como a gente, muitas pessoas e empresas também espalham essa corrente, ou estilo de vida, ou como quiserem chamar. E aí surgiram uma série de dúvidas, inquietações e “coisas que você precisa fazer para fazer o que ama” que a gente discorda totalmente; e por isso esse texto. Dessa vez, ao invés de falar sobre “faça o que ama” vamos falar sobre…</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Coisas que a gente não acha sobre fazer o que ama!</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-158 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM-300x2.png" alt="Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM" width="300" height="2" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que precisa de um cargo conceituado, em uma empresa grande, descolada e internacional.</strong></p>
<p>O “fazer o que ama” tem a ver com o valor que você dá para uma coisa; no quanto você vê sentido nela e fica satisfeito em fazer. E isso está há anos luz desses conceitos de “precisa ser dotô”, “precisa ser gerente”, “precisa morar no exterior”.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que você precisa de um computador caro e um escritório descolado.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Computadores são muito legais, principalmente no conceito da nossa geração “Y” (ai como é chato esse rótulo) , escritórios como o Google e o Facebook também; mas nada disso vai fazer sentido se você não gostar do que está fazendo. Por exemplo, alguém que gosta muito de ilustrações, vai ser muito mais feliz trabalhando em um computador qualquer e podendo criar a vontade, do que tendo um ~ de última geração ~ e utilizando só vetores para trabalhos fixos. Não é o “com o que” é o “o que” fazer que muda tudo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você precisa largar tudo, esquecer que existe dinheiro e se voluntariar em alguma coisa.</strong></p>
<p>Não, mas gente, claro que não! Todo mundo precisa conquistar a sua independência financeira, realizar pequenos “sonhos de consumo” e pagar as contas. Se você esquecer que existe dinheiro, pode até ficar feliz e realizado pelo alívio de estar no que gosta, mas aí você cria outro problema que não tinha antes, que é “ser sustentado” por alguém. Soltamos um <a href="http://blog.99jobs.com/transicao-bem-planejada/">artigo</a> no blog (para um público mais maduro no mercado, ok) onde um planejamento financeiro para “mudar definitivamente” de área leva em média três anos! Claro que você não precisa levar todo esse tempo; mas também não precisa jogar tudo para o alto. Ache o máximo de coisas que você gosta onde você está, use o $$ que você ganha para fazer cursos na área que quer, o seu tempo livre para estudar, praticar ou voluntariar-se em algum lugar durante um final de semana. Faça a “coisa que você gosta” ir tomando espaço na sua vida; em algum momento a transição vai ser mais estável e orgânica.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você fizer o que ama vai ser lindo, maravilhoso, só dias ensolarados e pássaros cantando.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Socorro! Nem a Poliana (aquela que conseguia ver coisas boas em tudo) ia conseguir viver o “faça o que você ama” sem um stress de vez em quando. Como qualquer coisa na vida (qualquer uma MESMO, relacionamentos, amizades, fases) vai ter lado ruim. Primeiro, porque não tem como fazer só o que você gosta o tempo todo; até o diretor mais importante da empresa mais legal, gasta um tempão do dia dele lidando com contratos (nada contra quem gosta de contratos), a questão é, existem coisas não tão legais que precisam ser feitas, mesmo em uma área que você adora. Segundo, que você é uma PESSOA, e lida com outras, direta ou indiretamente. Independentemente do que você faz, não acorda todos os dias do mesmo jeito. Vão ter quartas-feiras com chuva em que você simplesmente vai querer ficar embaixo das cobertas e não lidar com absolutamente nada relacionado ao seu trabalho, e isso é perfeitamente normal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você encontrar o que ama, vai amar para sempre.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Sabe a sua primeira paixão eterna do colegial? Durou para sempre? Então. Sabe o curso de artes marciais que parecia incrível e que no final das contas você foi em duas aulas? Ou o curso que era o seu sonho de consumo e você largou de mão no primeiro semestre? Ou aquele projeto de blog que você alimentou por um ano e cansou? É mais ou menos isso. O seu “fazer o que ama” pode fazer muito sentido pra você no momento, mas depois não faz mais tanto. Bom, talvez você tenha casado com seu namoro de colegial, ou seja faixa preta ou esteja fazendo doutorado na mesmísssima área daquele curso, também pode ser assim!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Amor é para pessoas, não para trabalho”.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Gente, por favor, se tem uma coisa que merece ser banalizada (no melhor sentido possível) nesse mundo, é o amor. Amor é para pessoas sim, para trabalho também e para qualquer coisa que mereça, é pra vida sabe?</p>
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		</item>
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		<title>Quer fazer o que ama? Esqueça os rótulos!</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2014 19:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem você acha que mais ama o que faz, um médico ou um motorista de ônibus? Para a maioria das pessoas é muito mais fácil associar a ideia de fazer o que se ama com profissões “cool” ou cheias de&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quem você acha que mais ama o que faz, um médico ou um motorista de ônibus?</strong></p>
<p>Para a maioria das pessoas é muito mais fácil associar a ideia de fazer o que se ama com profissões “cool” ou cheias de prestígio, com trabalhos de cunho intelectual e que pagam muito bem do que com aqueles que não são reconhecidos por esse fatores.</p>
<p>O trabalho de um médico é salvar vidas, poucas profissões tem um propósito tão nobre quanto esse, certo? Já um motorista de ônibus fica o dia todo dirigindo por caminhos repetidos, executando um trabalho essencialmente mecânico e sem grande propósito para humanidade.</p>
<p>Eis aí a armadilha de quem quer fazer o que ama: o julgamento raso. Eu não poderia definir se um pessoa ama o que faz sem antes saber COMO essa pessoa faz o que faz e qual o significado daquele trabalho para aquela pessoa em especial. Por causa desses rótulos tem muita gente hoje infeliz com o trabalho pois na busca por profissões “superiores” ou apreciadas pela maioria, acabam fazendo o que não gostam.</p>
<p>Às vezes é preciso muita coragem para buscar e assumir o trabalho que tem a ver com a gente. Um exemplo disso é um amigo meu chamado Leonardo que foi meu veterano na faculdade. Nós cursamos Ciências Biológicas na Esalq (USP de Piracicaba) juntos. Durante a faculdade ele focou sua pesquisa principalmente no campo da herpetologia, que é o estudo dos répteis e anfíbios, participou de congressos, fez iniciação científica, 2 anos de mestrado e muitas outras coisas relacionadas ao assunto. Trabalhou duro durante 7 anos na universidade e depois que se formou sabe o que ele foi fazer?</p>
<p>Virou motorista de ônibus. Olha só o figura:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/fedb34446aeec8482c51251f5cde0261d24c1110cf889799d3b36accbdd080dd_m6e2w_big.jpg"><img class="  wp-image-146 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/fedb34446aeec8482c51251f5cde0261d24c1110cf889799d3b36accbdd080dd_m6e2w_big-300x225.jpg" alt="fedb34446aeec8482c51251f5cde0261d24c1110cf889799d3b36accbdd080dd_m6e2w_big" width="463" height="347" /></a></p>
<p>E não virou motorista porque não havia oportunidades dentro da Biologia, mas sim porque ônibus sempre foi uma de suas maiores paixões. Hoje ele trabalha na Viação Paraty, onde além de dirigir também é responsável por coordenar as escalas e fiscalizar o andamento das linhas.</p>
<p>Pode ter gente que olha e acha estranho, “puxa mas o cara fez USP para virar motorista?”</p>
<p>E daí!!!!?</p>
<p>O cara está feliz vivendo diariamente em contato com a sua paixão, quem dera se todos os motoristas de ônibus fizessem seu trabalho da forma como ele faz. Olha só um dos depoimentos que ele fez no Facebook:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/fedb34446aeec8482c51251f5cde0261bca30651ab1cff2fab3fd6dcf370fd64_v5d2r_big.png"><img class="  wp-image-147 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/fedb34446aeec8482c51251f5cde0261bca30651ab1cff2fab3fd6dcf370fd64_v5d2r_big-300x227.png" alt="fedb34446aeec8482c51251f5cde0261bca30651ab1cff2fab3fd6dcf370fd64_v5d2r_big" width="452" height="342" /></a></p>
<p>Você percebe o significado que ele dá para a sua profissão?</p>
<p><strong>“…nós que transportamos a carga mais valiosa que existe a VIDA”</strong>.</p>
<p>Por outro lado, tem um montão de pessoas em profissões mais “glamourosas” que não colocam nem metade da alma e coração que Leonardo coloca no trabalho. Ou seja, trabalham com algo considerado “glamouroso” pelo mainstream, mas com o qual não se identificam em nada, o que faz com que seja muito difícil se realizarem no trabalho.</p>
<p>Esses exemplos me levam a pensar que qualquer pessoa pode trabalhar no que gosta, mas que tudo depende da forma como ela enxerga e dá significado à sua própria profissão e à forma como ela se relaciona com o trabalho, de uma forma geral: qual significado o trabalho tem na vida de cada um?</p>
<p>Isso na verdade já foi objeto de estudo e é retratado no livro Felicidade Autêntica, escrito por Martin Seligman, fundador da Psicologia Positiva. Nele Martin diz:</p>
<p><em>“qualquer tarefa pode tornar-se uma vocação, e qualquer vocação pode tornar-se uma tarefa. Um médico que veja seu trabalho como uma tarefa a cumprir e esteja interessado simplesmente em ganhar dinheiro não tem vocação; um coletor de lixo que veja seu trabalho como a missão de fazer o mundo mais limpo e mais saudável para se viver tem vocação”</em></p>
<p>Os responsáveis por essa descoberta foram a professora da Universidade de Nova York, Amy Wrzesniewski e seus colegas. Eles estudaram 28 serventes de hospital cujas tarefas eram basicamente limpar quartos de um hospital. No estudo, notaram que os serventes que veem o trabalho como vocação fazem de tudo para torná-lo significativo. Eles se consideram importantes para o processo de cura, e se organizam de modo a conseguir o máximo de eficiência. Antecipam-se às necessidades de médicos e enfermeiros, para que estes tenham mais tempo de se dedicarem ao tratamento propriamente dito. Chegam a fazer mais do que seria sua obrigação, tentando alegrar a vida dos pacientes. Os serventes sem vocação viam seus trabalhos como uma simples limpeza de quartos.</p>
<p>De acordo com esses estudos existem três formas de enxergarmos nosso trabalho:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/fedb34446aeec8482c51251f5cde02613ec35807f2cd0df126ecec39f1527087_g5m1v_big.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-148" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/fedb34446aeec8482c51251f5cde02613ec35807f2cd0df126ecec39f1527087_g5m1v_big-300x141.png" alt="fedb34446aeec8482c51251f5cde02613ec35807f2cd0df126ecec39f1527087_g5m1v_big" width="300" height="141" /></a></p>
<p><strong>Tarefa</strong> – é quando você faz um trabalho simplesmente em troca do pagamento no final do mês, sem procurar outras recompensas. É apenas um meio a serviço de um fim, como por exemplo, sustentar sua família. Se não há pagamento você se afasta. <strong>Carreira</strong> &#8211; é quando você vincula seu trabalho a um investimento pessoal mais profundo. Suas realizações são marcadas pelo dinheiro, mas também pelo progresso profissional. Cada promoção traz mais prestígio e poder, além do aumento de salario. <strong>Vocação</strong> &#8211; é quando você tem um compromisso apaixonado pelo trabalho. Pessoas que sentem que têm uma vocação veem seu trabalho como uma contribuição para o bem maior, para algo além delas. O próprio trabalho é fator de realização e continua sendo, ainda que não haja grandes quantias de dinheiro ou promoções envolvidas. Dan Ariely também fez alguns experimentos interessantes relacionados a felicidade no trabalho, e mais uma vez o sentimento de significado apareceu como algo fundamental para nos sentirmos importantes e felizes com nossas profissão. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5aH2Ppjpcho">Clique</a> e veja.</p>
<p>Por base nisso, não seria errado dizer que qualquer um pode fazer o que ama dependendo do significado que dá a seu trabalho. Obviamente também não estou dizendo que o seu gosto pelo trabalho é decidido exclusivamente pela forma como você o enxerga, e isso também não pode legitimar qualquer trabalho. Não acredito, por exemplo, que uma criança que trabalhe por 14 horas diárias em uma fábrica de roupas ou adultos que trabalhem de sol a sol na colheita da cana em condições insalubres de vida,possam enxergar seu trabalho como uma forma de aumentar a auto-estima e felicidade das pessoas que vestirão aquelas roupas ou daquelas que usufruirão daquela cana, uma vez que aqui estamos falando de casos de violação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948)[1], e da Convenção dos direitos das crianças (ONU, 1990)[2]. Nesse caso, esse trabalho está sendo feito de forma indigna e sem condições mínimas de salubridade e respeito com o ser humano.</p>
<p>Vejo muitas pessoas dizendo que fazer o que ama é algo somente para quem tem dinheiro e pode largar tudo para viver mochilando em lugares paradisíacos e trabalhando como freelancer. Discordo plenamente desse discurso. Acho que o significado pode ser encontrado em diversos tipos de trabalho e que mais pessoas vão se sentir felizes fazendo o que fazem se conseguirmos diminuir nosso julgamento em relação aos “rótulos” e observarmos mais gentilmente e empaticamente como as pessoas fazem o que fazem. Mais do que descobrir o que é fazer o que ama para os outros, é essencial olharmos para dentro: saber o que nos satisfaz como trabalho, o que esperamos do nosso trabalho a curto e longo prazo, como nos sentimos felizes com as nossas profissões, o que significa, para cada um de nós, estar indo bem na carreira? Quando nos vemos conectados com os nossos propósitos de vida, e com nossos valores, forças e virtudes, a decisão de fazer o que se ama fica mais leve e natural, menos etiquetada e influenciada pelo externo.</p>
<p>Toda atividade no mundo tem um propósito, fazer o que se ama é uma questão de entender como os seus principais propósitos, suas forças e sua disposição em aprender com suas experiências se alinham com as suas atividades profissionais. Não precisa necessariamente ser de bermuda, fazendo um trabalho cool, em um ambiente moderninho. Também não estamos falando aqui de brilhantismo: fazer o que se ama tem muito mais a ver com disposição em aprender e em muitas horas de dedicação do que com já ser brilhante em algo (raramente nascemos brilhantes em uma área de conhecimento sem nunca ter nos dedicado a ela). Nem precisa “largar tudo”. Talvez, “largar todos” (os padrões e rótulos alheios) e assumir que vai se dedicar à própria vocação.</p>
<p>Sigo apreciando quem coloca a alma no que faz e espero de verdade que o mundo se contagie cada vez mais com essas pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: blog.99jobs.com</em></p>
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		<title>10 coisas que funcionários bem-sucedidos fazem diferente</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2014 19:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[introspecção]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[ousadia]]></category>
		<category><![CDATA[proatividade]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ter sucesso e ser produtivo em seu trabalho não só lhe tornará mais feliz, mas também ajudará a motivar outros ao seu redor  Cada escritório tem funcionários que simplesmente são mais bem-sucedidos do que os outros. Às vezes os amamos,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ter sucesso e ser produtivo em seu trabalho não só lhe tornará mais feliz, mas também ajudará a motivar outros ao seu redor </strong><br />
Cada escritório tem funcionários que simplesmente são mais bem-sucedidos do que os outros. Às vezes os amamos, as vezes os odiamos, mas geralmente, o que gostaríamos mesmo é ser igual a eles.</p>
<p>Ter sucesso e ser produtivo em seu trabalho não só lhe tornará mais feliz, mas também ajudará a motivar outros ao seu redor. E apesar de ficarmos irritados com aqueles colegas de trabalho que parecem sempre se dar bem, muitas vezes esse sucesso é o reflexo das características dessas pessoas.</p>
<p>&#8220;Houve uma época em que o sucesso era medido pelo seu título no trabalho, o tamanho da sua casa ou a marca do seu carro”, diz Sheryl Connelly, especialista em tendências futuras de consumo global para a Ford Motor Company no Canadá. &#8220;Mas aparentemente a sociedade tem distanciado-se desses símbolos tradicionais de sucesso, possibilitando expressões bem mais individualizadas de sucesso”.</p>
<p>Connelly diz que hoje em dia não importa muito quanto dinheiro você tem na conta bancária (que ainda é um dos principais fatores que definem o sucesso), mas sim o que traz orgulho ou felicidade aos funcionários, o que fortalece a conexão entre eles e promove o sentimento de equilíbrio entre o trabalho e o resto de suas vidas.</p>
<p>Enquanto alguns até argumentem que <a href="http://www.theglobeandmail.com/report-on-business/careers/career-advice/life-at-work/get-over-it-there-is-no-work-life-balance-just-work/article9113494/">não exista o equilíbrio entre o trabalho e o resto de suas vidas</a>, Connelly diz que isso pode ser medido pelo trabalho, pelo lazer e amor ao seu trabalho a nível pessoal.</p>
<p>&#8220;O equilíbrio dessas três esferas fica mais fácil se lembrarmos que esse ato de malabarismo requer ajustes constantes”, ela diz.</p>
<p>Independente de você trabalhar em tempo integral, parcial, como estagiário ou voluntário em alguma organização, demonstrar iniciativa e paixão pelo que você faz irá ajudá-lo a longo prazo – desde conseguir uma promoção até ser contratado para um emprego de tempo integral.</p>
<p>Então o que coloca as pessoas bem-sucedidas em um posição de destaque? Porque parece que tudo sempre está a favor delas? A seguir estão as 10 regras de Connelly para obter mais sucesso em tudo que você faz.</p>
<p><strong>Elas são introspectivas</strong><br />
Funcionários de sucesso sabem como ser <a href="http://www.brasilpost.com.br/2014/01/30/sinais-pessoa-introvertid_n_4695662.html">introspectivos</a>. Pode ser fácil ver os pontos fortes e fracos de outras pessoas com quem você trabalha, mas é sempre mais difícil criticar a nós mesmos. Se você está achando difícil descobrir como melhorar o seu desempenho profissional, peça que um colega ou gerente faça uma avaliação sincera.</p>
<p><strong>Elas têm uma mente aberta</strong><br />
Você pode até sentar em um cubículo fechado o dia inteiro, mas não permita que isso lhe impeça de encontrar e relacionar-se com pessoas no escritório. Funcionários de sucesso tem maior probabilidade de conversar sobre assuntos de trabalho ou de outras áreas de interesse com pessoas ao seu redor.</p>
<p><strong>Elas são proativas</strong><br />
Isso pode parecer óbvio, mas as pessoas que se destacam em suas profissões sabem como resolver as coisas. Ao invés de apenas cumprir as tarefas corriqueiras, elas muitas vezes fazem muito mais do que lhes é pedido.</p>
<p><strong>Elas estão cientes do mundo externo</strong><br />
Elas ficam por dentro não só das tendências locais e nacionais relacionadas às suas carreiras, mas elas também acompanham as tendências globais. Esse fim de semana, leia ou pesquise uma revista de tendências globais na sua área.</p>
<p><strong>Elas estão sempre ligadas</strong><br />
Faça uma pergunta a essas pessoas sobre alguma questão no escritório e elas responderão prontamente. Já que elas investem totalmente em suas profissões, elas conhecem tanto as vantagens quanto as desvantagens.</p>
<p><strong>Elas são defensoras</strong><br />
Muitas vezes, as pessoas que são bem-sucedidas no escritório não defendem apenas a si mesmas, mas defendem também a outros. Elas podem oferecer conselhos sobre aumentos, benefícios ou até questões como licença maternidade ou paternidade.</p>
<p><strong>Elas são autênticas</strong><br />
Elas entendem a importância de manter os gerentes e clientes felizes. Quando se trata de executar tarefas, pessoas bem-sucedidas sempre são autênticas.</p>
<p><strong>Elas são apaixonadas</strong><br />
Elas amam o que fazem. Ponto. Funcionários de sucesso acordam toda manhã amando o que fazem cada vez mais. Essas pessoas não só valorizam o trabalho que fazem, mas estão cientes do quanto amam fazê-lo.</p>
<p><strong>Elas são ousadas</strong><br />
Funcionários de sucesso entendem o significado de ser ousado no escritório. Para ser ousado no seu local de trabalho, tente fazer uma lista de coisas que você poderia realizar se a possibilidade de falhar não existisse e tente fazer algumas delas.</p>
<p><strong>Elas sabem como motivar outros</strong><br />
Elas podem parecer saber de tudo sob controle e na maioria das vezes, elas tem. Mas elas não são apenas boas no que fazem, mas usam suas habilidades para ajudar a motivar seus colegas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: brasilpost.com.br</em></p>
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		<title>5 projetos pra buscar inspiração pra fazer o que você ama &#8211; #meinspira</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Dec 2013 18:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[exemplos]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sabe quando você está descontente no trabalho, procura seus amigos para desabafar e tentar sair dessa e tudo o que encontra é um mar de gente infeliz com o que as obriga a sair de casa todo santo dia? Se&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você está descontente no trabalho, procura seus amigos para desabafar e tentar sair dessa e tudo o que encontra é um mar de gente infeliz com o que as obriga a sair de casa todo santo dia? Se esse não é o seu caso, parabéns, sortudo! Mas, se você está nessa, calma. Primeiro, tome este abraço virtual. Em segundo lugar, lembre-se que é possível ser feliz no trabalho <em>sim – </em>e tem muita gente que já realizou este sonho! E podemos provar.</p>
<p>A seguir, você conhece cinco projetos super legais e inspiradores que contam histórias de gente que mudou o humor e a vida inteira – incluindo o bolso! – fazendo da sua paixão o seu trabalho.</p>
<p><strong>1) Amo meu fazer</strong></p>
<p><a href="http://amomeufazer.com.br/">Amo meu fazer</a> é uma revista quinzenal sobre pessoas que amam o que fazem. É sobre histórias de pessoas comuns, que foram atrás de fazer algo transformasse o trabalho em felicidade plena. Inspiração eterna e admiração profunda.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f0ad37cc82fbe07dbec3c751233bc7b73_w9c9d_big.jpg"><img class="  wp-image-122 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f0ad37cc82fbe07dbec3c751233bc7b73_w9c9d_big-300x141.jpg" alt="b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f0ad37cc82fbe07dbec3c751233bc7b73_w9c9d_big" width="477" height="224" /></a></p>
<p><strong>2) Casa Sou.l</strong></p>
<p>“Existe uma urgência de transformação, tanto do lado de dentro quanto do lado de fora. Mas, afinal… Qual é seu papel nessa mudança? Em vez de delegar para terceiros a responsabilidade de um mundo melhor, podemos nós mesmos construir esse novo mundo, entrando em contato com quem realmente somos e realizando nossos sonhos”. Esta é a proposta da <a href="https://www.facebook.com/CasaSoul">Casa Sou.l</a>, que existe para inspirar pessoas a seguirem seus sonhos.</p>
<p>A Casa Sou.l tem uma <a href="http://casasoul.com.br/categoria-curso/diversos/">programação</a> com atividades diversas focadas no autodescobrimento, além de coisas como uma fanpage bem legal no <a href="https://www.facebook.com/CasaSoul?fref=ts">Facebook</a>, que mostra tudo o que acontece na casa, além de dicas de inspiração.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f8ceb074fad01c8dad46a4eb6cfd8a793_m8x9p_big.jpg"><img class="  wp-image-126 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f3744dfebdac51f12df8ccd9adeaaa97f_c5m8t_big-225x300.jpg" alt="b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f3744dfebdac51f12df8ccd9adeaaa97f_c5m8t_big" width="306" height="408" /></a></p>
<p><strong>3) Continue Curioso</strong></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/continuecuriosocc">Continue Curioso</a> é  é uma websérie documental sobre buscas e questionamentos sobre vida e trabalho. ”Conversamos com pessoas que se desprenderam de um jeito convencional de levar a vida pra caminhar em direção ao desconhecido. Sem saber muito bem o porquê, entendemos que quando é o próprio destino que tá em jogo ninguém entra pra perder. Ao avesso das coisas é que descobertas são feitas no trabalho, nas pessoas próximas e principalmente em si mesmo. Não sabemos qual jeito é o melhor ou se existe um jeito certo. Durante o caminho pra achar respostas, o que encontramos foram perguntas. E não importa quais foram, o que importa é que a gente ainda segue perguntando”.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f8ceb074fad01c8dad46a4eb6cfd8a793_m8x9p_big.jpg"><img class="  wp-image-124 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f68f587ae6416446e7e8990ee1cca9594_b9s1k_big-300x141.jpg" alt="b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f68f587ae6416446e7e8990ee1cca9594_b9s1k_big" width="496" height="233" /></a></p>
<p><strong>4) Agora sim</strong></p>
<p>“Somos uma dupla. De amigas e de criação. Uma diretora de arte e uma redatora, curiosas para conhecer histórias de quem teve coragem de mudar, de arriscar, de correr atrás. E, Agora Sim!, é feliz na profissão”. Assim se apresentam as autoras do “<a href="http://agorasim.blog.br/">Agora Sim</a>“, um blog que se entitula o primeiro a falar sobre mudança de profissão no Brasil. De relatos pessoais, à entrevistas e emails de leitores, o blog é recheado de inspiração para quem quer mudar de carreira. Ou inventar uma nova para si próprio.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f8ceb074fad01c8dad46a4eb6cfd8a793_m8x9p_big.jpg"><img class="  wp-image-127 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5ff3655cf776308f5fc2f53df17fc04173_b1j4p_big-300x132.jpg" alt="b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5ff3655cf776308f5fc2f53df17fc04173_b1j4p_big" width="461" height="203" /></a></p>
<p><strong>5) Eu faço porque amo</strong></p>
<p>O projeto #<a href="https://www.facebook.com/eufacoporqueamo">eufaçoporqueamo</a> está no Facebook para provocar e instigar pessoas a fazerem, como o próprio nome diz, exatamente o que elas amam. A ideia, segundo os criadores, é inspirar pessoas para que, felizes com suas atividades diárias, construam um mundo melhor. “Estamos em busca de pessoas que amam o que fazem e fazem de seus trabalhos fonte de alegria e prazer. Você é ou conhece alguém assim? Entre em contato conosco e nos ajude a criar uma rede de pessoas inspiradoras para todos!”</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f8ceb074fad01c8dad46a4eb6cfd8a793_m8x9p_big.jpg"><img class="  wp-image-123 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f8ceb074fad01c8dad46a4eb6cfd8a793_m8x9p_big-300x141.jpg" alt="b32bc5e1f9b97423bbd6d3177ce08e5f8ceb074fad01c8dad46a4eb6cfd8a793_m8x9p_big" width="374" height="176" /></a></p>
<p><strong>Você tem uma dica de criatividade e inspiração?</strong></p>
<p>Compartilhe no Twitter e Instagram usando a hashtag #meinspira. As respostas mais bacanas são destacadas pela Petrobras <a href="http://bit.ly/meinspira">no site do Me Inspira</a>. Corre lá pra ver o que a galera anda compartilhando. <img src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/simple-smile.png" alt=":)" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: youpix.com &#8211; IG</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como fazer com que o emprego que você não gosta fique mais agradável.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 18:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas. Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas.</p>
<p>Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas se tornem difíceis de se levar adiante, a opção é pedir demissão, mas esta é sempre uma decisão difícil — até porque, encontrar algo melhor no mercado de trabalho competitivo em que vivemos pode ser um grande desafio. Se você está vivendo uma situação parecida, mas não pretende desistir de seu emprego, confira dez atitudes que podem ajudá-lo a dar novo ânimo à carreira, segundo artigo de Nisa Chitakasem, co-autora do livro “How to get the job you want” (”Como conquistar o emprego que você deseja”, em tradução livre), publicado pela Forbes:<br />
<strong>Negocie mudanças em sua rotina de trabalho</strong> — Converse com seu chefe sobre alterar a sua carga de trabalho ou o tipo de trabalho que você faz atualmente. Se você está sobrecarregado e se sentindo oprimido, ou completamente sem novos desafios, o seu chefe vai entender que, nesta situação, você nunca vai ser tão produtivo como poderia ser. Só o fato de ser capaz de ter esta conversa já é um grande passo para moldar algo novo. Seu objetivo é chegar a uma solução que não só vai ser boa para você, mas também para seu chefe, sua equipe e sua empresa.</p>
<p><strong>Tente trabalhar com pessoas diferentes</strong> — Mesmo que você não tenha necessariamente uma relação ruim com seus colegas de trabalho, se envolver com pessoas diferentes pode ajudá-lo a mudar a visão que tem de seu trabalho e dos aspectos que você odeia. Em projetos futuros, peça para ser agrupado com pessoas com as quais não costuma trabalhar ou interagir dentro da empresa. Mais informalmente, você pode pedir opiniões dessas pessoas a várias ideias ou incluí-las em suas sessões de brainstorming. Outra possibilidade é saber se a sua organização mantém consultores externos que possam fazer parte de sua equipe em algum projeto. Misture-se, interaja com outras pessoas, até obter uma nova visão das coisas.</p>
<p><strong>Busque uma maior sinergia</strong> — Se você já sabe com quem gostaria de trabalhar e com quem funciona bem, busque mais oportunidades para colaborar com eles. Internamente, isso poderia significar pedir permissão para, num projeto futuro, trabalhar com alguém que sabe que tem uma boa química. Externamente, pode haver fornecedores individuais e clientes com quem você tem particularmente uma boa afinidade. Cultive essas relações, fortaleça esses laços e tenha um papel ativo em seu desenvolvimento dentro e fora da empresa.</p>
<p><strong>Tente uma transferência para uma equipe ou departamento diferente</strong> — Se não há nada que possa melhorar onde você está, pense em uma mudança de lado. Veja se o seu chefe está aberto à ideia de sua transferência para uma área de negócio diferente. Pense de forma inteligente sobre como você pode ser útil na realização deste projeto, ao invés de sentar e esperar para ser transferido de setor. Pesquise antes de submeter o seu pedido ao chefe: veja quais áreas da organização se encaixam com seus pontos fortes ou que novas equipes estejam surgindo e você tem interesse em se engajar. Busque oportunidades onde você possa ser valorizado.</p>
<p><strong>Encontre um confidente</strong> — Independentemente de saber se você vai ficar em sua equipe atual ou mudar, haverá momentos em que você só quer desabafar. Apesar de o seu chefe ser a pessoa certa para falar sobre uma série de questões, este não é o tipo de pessoa que estamos falando aqui. Um confidente pode ser um colega, um mentor ou um amigo próximo de outro departamento. Mas escolha com cuidado: ele deve ser alguém em quem você pode confiar e ter uma conversa particular, e que aquilo que foi conversado não vai parar na ‘rádio-corredor’.</p>
<p><strong>Aproveite ao máximo o seu tempo livre</strong> — Muitos de nós reclamamos do grande número de horas que passamos no trabalho e que não temos tempo de fazer mais nada. Para melhorar o humor e se sentir menos estressado com o trabalho, reserve um tempo para estar com as pessoas que você gosta, seja familiares ou amigos, certifique-se de que está dormindo o suficiente e planeje um tempo de qualidade para si mesmo. Programe atividades que revigoram e o deixem energizado. Encontrar um tempo para relaxar e descontrair vai ajudá-lo a se dedicar melhor e aproveitar o trabalho.</p>
<p><strong>Não negligencie sua dieta ou sua atividade física</strong> — Uma dieta pobre nos deixa mais lento e irritável, agravando todos os sentimentos negativos que possa ter com relação ao trabalho. Ao comer bem e fazer exercícios regularmente, aumentamos os nossos níveis de energia e estado de alerta e, consequentemente, melhoramos nosso humor. Você pode se surpreender com o quanto essas mudanças podem contribuir para uma atitude mais positiva com relação ao seu trabalho.</p>
<p><strong>Redefina seu horário de trabalho</strong> — Se você não está satisfeito por que seu horário de trabalho o impede de levar seus filhos na escola ou no médico, ou de acompanhar seus pais idosos em uma consulta médica, por exemplo, não se acomode. Converse com seu chefe sobre a possibilidade de mudar de horário. Se seus filhos estudam no período da manhã, você pode pedir para entrar e sair um pouco mais tarde. Um número crescente de empresas são passíveis a horários de trabalho flexíveis.</p>
<p><strong>Adapte o seu entorno</strong> — Se ficamos menos oito horas por dia, cinco dias por semana, olhando para as mesmas quatro paredes vazias e a mesma mesa, não é de se admirar que nos sentimos numa prisão e que nosso trabalho seja considerado uma sentença de prisão perpétua. Personalize o seu espaço de trabalho com fotos de amigos e familiares, alguns enfeites ou um vaso de flores — mas nada de exageros. Lembre-se que você está num ambiente corporativo e não em casa. Se a cadeira é desconfortável ou a altura errada, traga uma almofada ou procure saber como ajustar o assento adequado ao seu tamanho.</p>
<p><strong>Seja mais organizado</strong> — Poucas coisas são mais desmoralizantes no trabalho do que uma caixa de entrada na tela do computador cheia de e-mails não lidos e não ordenados, ou uma mesa abarrotada de papéis que você nem sequer olhou. Separe um tempo para classificar seus e-mails e cópias em pastas diferentes para que você tenha uma ideia mais clara de onde as coisas estão. Além disso, busque aplicativos em seu tablet ou smartphone para ver qual deles pode ajudá-lo a ser mais organizado daqui para frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://oglobo.globo.com</em></p>
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		<title>Música no trabalho: aliada ou inimiga?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2013 18:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A música está presente na nossa vida mais do que qualquer outra representação artística, muitas vezes assumindo papel de destaque em momentos marcantes de nossas vidas. Não é exagero dizer que a música está presente na nossa vida tanto quanto oxigênio, comida e um filminho com pipoca no final de semana. Ela não apenas existe, ela é essencial. Não à toa, a música é uma das maiores fontes de prazer das pessoas do mundo todo, e é quase impossível encontrar alguém que não goste de pelo menos um estilo.</p>
<p>Quando falamos em música no ambiente de trabalho, as discussões começam (para não falar em gêneros e bandas porque aí o clima fica pesado). Há quem acha que atrapalha, há quem acha que ajuda e há quem fica no meio do caminho. Eu já trabalhei com fones de ouvidos, com música ambiente, no completo silêncio e no completo caos, ouvindo música clássica ou “tuntz-tuntz”, sozinho ou em um departamento lotado. Não um dia ou uma semana, mas durante anos trabalhei à base de música.</p>
<p>Como sou apaixonado por música, sempre fiquei intrigado sobre o assunto música no trabalho, o que me fez demorar quase dois anos para escrever este artigo testando o que mais funcionava para mim e lendo, sempre que encontrava, algum texto sobre o assunto. Um dos que mais me chamou atenção abordava a música durante a prática de exercícios. Se você vai à academia regularmente, sabe o quanto a música é capaz de estimular. Academia sem música é algo difícil de imaginar, iPods viraram itens essenciais de corrida e coreografias de aulas são montadas a partir da trilha sonora. O que você provavelmente não sabe é que as batidas das músicas são capazes de ampliar o seu limiar respiratório, que é basicamente a forma como o seu corpo aproveita o oxigênio. Isso quer dizer que ouvir Lil Wayne ou Armin Van Buuren no volume máximo faz você correr mais e se sentir menos cansado, como se tivesse ingerido um suplemento estimulante.</p>
<p>Isso me fez pensar que se a música (mais especificamente a velocidade da batida e a sincronia dos movimentos) é capaz de alterar o funcionamento do corpo, então ela deve ter alguma influência na nossa produtividade e criatividade no trabalho. Mas o seu impacto no trabalho é um tanto tênue.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA A CRIATIVIDADE</strong></p>
<p>Neurocientistas têm estudado os efeitos dos sons no cérebro com o objetivo de entender melhor a audição e como a música afeta o cérebro e, por consequência, a criatividade. Uma busca no Google sobre “música” e “criatividade” e você descobrirá coletâneas como “Creativity &amp; Inspiration” ou “Music Therapy to Enhance Intellect And Creativity” com músicas que prometem melhorar a concentração e estimular a criatividade. Funciona? Até onde eu sei, nenhum estudo conseguiu realmente provar que sim. Mas certamente ajuda.</p>
<p>Tentei trabalhar meia-hora escutando batidas binaurais, um tipo de som que através da diferença de frequência sonora entre um ouvido e outro altera a percepção do que realmente está tocando e estimula o cérebro. É uma viagem! Talvez seja bom para meditar, mas definitivamente não para trabalhar. Embora eu goste muito mais da ideia de trabalhar ouvindo Daft Punk, ele também não ajuda. Acredito que o estilo ideal dependa muito do tipo de trabalho que faz, se você é designer, escutar rock pode ser bem estimulante. Mas se você trabalha com redação ou atividades que exijam raciocínio ou descobertas de insights, os vocais irão lhe distrair. É quase unânime entre especialistas e profissionais que músicas cantadas mais atrapalham do que ajudam. É melhor você se familiarizar com estilos como dubstep, deep-house, acid jazz e downtempo (a famosa música de elevador).</p>
<p>Engana-se quem acha que criatividade precisa de silêncio, uma análise de cinco experimentos chegou à conclusão de que o barulho moderado aumenta o desempenho em tarefas criativas, prejudicando o pensamento abstrato (que leva à criatividade) e dificultando o processamento de informações. Resumindo, o ambiente mais fértil para a criatividade é um local sem excessos, já parecido com o que muitas empresas possuem — nem barulhento que você não consiga se concentrar nem silencioso do tipo que causa desconforto. Se você não trabalha em um lugar assim, talvez seja melhor colocar os fones com uma música tranquila sem vocal.</p>
<p>O escritor Tim Ferriss tem uma ótima e bem variada playlist que vai de Justin Timberlake à música tema do Highlander. O meu estilo é diferente (palinha aqui), mais calmo e alternativo como artistas como Thievery Corporation, Simian Mobile Disco e Ludovico Einaudi. Gosto é gosto, mas a dica principal aqui não é evitar suas músicas favoritas, ou deixará de ser trabalho para ser diversão.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA PRODUTIVIDADE E MOTIVAÇÃO</strong></p>
<p>É importante frisar que música no trabalho é bem-vinda desde que não afete o desempenho ou a interação social. Chefes devem analisar o uso da música no ambiente, o volume, o tipo de música e a opinião de todos. E todo mundo deve fazer uma autoanálise a respeito do uso dos fones de ouvido. Embora eles ajudem na concentração – principalmente se você trabalha em um ambiente muito barulhento –, eles prejudicam a interação com o ambiente, com os colegas do trabalho e diminuem o comprometimento do funcionário com a empresa. O assunto é tão sério que estudos tem sido feito a respeito do impacto desse comportamento dentro das empresas. Por esse motivo, eu praticamente aboli o uso de fones enquanto trabalho. Mas cada um tem um jeito de produzir e as empresas devem estar cientes disso e tomar as devidas ações se perceberem que isso está prejudicando a empresa.</p>
<p>Uma coisa é colocar David Guetta ao final do expediente de sexta-feira, outra coisa é ouvir o dia todo. Música no trabalho é ótima para motivar a equipe, torna as pessoas mais empáticas e deixa as pessoas mais felizes, mas ela atrapalha as atividades cognitivas. Então, se você tem que pensar muito, David Guetta não irá ajudar. Já em atividades repetitivas ou manuais, música ajuda a aumentar o estado de alerta e a eficiência, especialmente se tocada esporadicamente e não contínua (por exemplo colocar na cozinha do escritório por exemplo onde as pessoas vão regularmente).</p>
<p><strong>4 DICAS RÁPIDAS PARA USAR MÚSICA A SEU FAVOR</strong></p>
<p>A autora do livro “Conquer CyberOverload” escreveu 4 dicas que ajudam a balizar o uso da música no ambiente de trabalho:</p>
<p>Tarefas repetitivas que exigem concentração, mas não muito processamento cognitivo: músicas alegres aumentarão os níveis de atenção e energia.</p>
<p>Tarefas que necessitem alto processamento cognitivo ou criatividade: música antes ou nos intervalos.</p>
<p>Tarefas monótonas com grande volume de informação: músicas instrumentais podem melhorar o desempenho.</p>
<p>Tarefas complexas ou que envolvam resolução de problemas ou muito pensamento cognitivo: evite música com letra, especialmente pop. Procure deixar a música para o fim do dia ou intervalo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Há muita discussão sobre esse assunto, alguns estudos e muito empirismo sugerem que ouvir nossas músicas favoritas no trabalho não é uma boa ideia, mas não há motivos para radicalização. O importante é fazer o que você acha que funciona para o seu estilo de trabalho. Jazz, rock, samba, eletrônica, teste o que funciona para você, lembre-se que tudo que você faz no escritório deve contribuir para melhorar seu desempenho. Evite exageros, tome cuidado para a música não o afastar dos colegas de trabalho ou deixarem você muito eufórico. Uma boa dica é perguntar para alguém que você confia no trabalho, se você não está exagerando. Fora isso, aperte o play e seja feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: pequenoguru.com.br</em></p>
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		<title>Um novo modelo de gestão de pessoas</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/06/um-novo-modelo-de-gestao-de-pessoas/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 18:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio. O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio.</strong></p>
<p>O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com tudo pago pelo seu chefe? Ou se, no fim do ano, todos seus colegas de trabalho ficassem ansiosos para uma viagem coletiva à Disney? Para as empresas mais tradicionais, esse tipo de coisa parece fora de cogitação. Mas, na Acesso Digital, especializada em digitalização e organização de documentos, esses programas fazem parte do DNA do negócio: fundada pelo Empreendedor Endeavor Diego Martins, a empresa é reconhecida por ser um dos melhores lugares para se trabalhar no setor de tecnologia.</p>
<p>“A gente quer que as pessoas sejam felizes aqui”, conta Diego. Desde 2011, ele criou uma cultura que gira em torno de inúmeros programas de engajamento de funcionários. Hoje, a Acesso Digital é a segunda melhor empresa de tecnologia para se trabalhar no Brasil, atrás apenas do Google – uma grande inspiração para Diego – e à frente da Microsoft.</p>
<p>O sucesso no ambiente de trabalho rendeu certa fama e inspirou outras organizações. “Nós nunca tivemos isso como objetivo. Quando a gente conseguiu ser reconhecido, até mais do que empresas americanas, sentimos o maior orgulho possível. Um orgulho inesperado até”, acrescenta. Neste caso, para ele, não existe concorrência: Diego quer mais é que seu modelo seja copiado por cada vez mais empresas.</p>
<p>“Começamos a ser reconhecidos e várias passaram a se inspirar com a Acesso. Era engraçado que algumas pessoas tinham vergonha de dizer que estavam nos copiando. Ano passado, após uma palestra sobre gestão de pessoas, um pessoal veio falar comigo depois da apresentação, todo sem jeito, contando que copiaram um dos programas que levam os funcionários à Disney. Perguntaram se eu não ficava bravo por isso. Mas é claro que não!”, garante.</p>
<p>O propósito de Diego não é apenas uma forma de deixar o trabalho mais leve, mas também uma maneira de motivar sua equipe, uma estratégia para conquistar seus objetivos. “A essência de tudo é transformar a vida desses indivíduos. E, com toda certeza, essas pessoas entregam muito mais, com muito mais vontade do que fariam se estivesse em outra situação, em outro ambiente.”</p>
<p>A Acesso Digital é uma empresa Endeavor desde 2011 e, desde então, tem mirado cada vez mais alto no mercado de TI brasileiro, sem se esquecer de um de seus principais diferenciais. “O nosso sonho grande é conseguir ser muito grande no mercado de tecnologia a ponto de faturar um bilhão e estar entre as melhores de TI, é claro. Mas, acima de tudo, queremos provar que dá pra fazer de forma diferente. Apostamos muito na forma como lidar com pessoas e estamos chegando lá assim.”</p>
<p><strong>Conheça alguns dos programas de engajamento da Acesso Digital:</strong></p>
<p><strong>1001 Ideias</strong>: Um banco de ideias que premia as melhores. Alguns temas como fidelização de clientes, melhorias nos processos e redução de custos em processos são lançados para provocar a criatividade dos funcionários. Para contribuir, eles preenchem um formulário descrevendo a ideia em detalhes – custos e resultados esperados. O autor da melhor sugestão, escolhido pelos diretores, ganha R$ 1.001.</p>
<p><strong>Ser Aventureiro</strong>: Programa voltado para quem gosta de esportes radicais. A cada dois meses, cinco funcionários são sorteados no Encontro de Equipe para participar de uma das três atividades propostas (salto de paraquedas, rafting, passeio de balão, entre outros). O evento ocorre no período de trabalho e todas as despesas são pagas pela Acesso Digital.</p>
<p><strong>Ser Global</strong>: A cada seis meses, três profissionais são escolhidos para estudar inglês, e têm chance de fazer um intercâmbio de um mês em Boston, nos Estados Unidos. O processo de seleção é a partir de redações avaliadas pelos líderes, que não têm ciência de seus autores durante a correção. Para conseguir o intercâmbio pago pela Acesso Digital, o funcionário precisa frequentar as aulas e atingir uma pontuação mínima no exame final do curso.</p>
<p><strong>Clube do Bolinha e da Luluzinha</strong>: O primeiro é o happy hour dos homens da empresa, geralmente um churrasco com futebol. No Clube da Luluzinha, a mesma proposta é voltada para as mulheres: aulas de dança, patinação no gelo ou jantare<br />
<em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>O Custo da Infelicidade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/o-custo-da-infelicidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 13:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade. &#160; A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft demais. Não é. Bastam uns poucos dados sobre a epidemia de infelicidade que assola organizações do mundo todo para demonstrar que o assunto é economicamente relevante.</p>
<p>O Gallup calculou o custo da crise de desengajamento americana em US$ 300 bilhões anuais, referentes à perda de produtividade. Empregados altamente engajados perdem, em média 7,6 dias por ano em “presenteísmo” (presentes de corpo no trabalho, mas não de alma). Seus colegas desengajados perdem quase o dobro: 14,1 dias por ano.</p>
<p>No Brasil, US$ 42 bilhões anuais são perdidos por baixo engajamento. A julgar por uma pesquisa da Towers Watson em 16 países, divulgada em julho de 2012, até que não estamos tão mal. Internacionalmente, 65% dos trabalhadores estão desengajados. No Brasil, são “apenas” 30%.</p>
<p>Muita gente está infeliz porque trabalha “no escuro”. Segundo a pesquisa da Towers Watson, no Brasil, 46% dos funcionários dizem não conhecer as metas das empresas onde trabalham. E 44% dizem que não sabem o que precisam fazer para ajudar a companhia a atingir seus resultados.</p>
<p>Outro fator de infelicidade é o descasamento entre valores pessoais e corporativos. Uma pesquisa da Bain &amp; Company com 750 profissionais de seis países revelou que 15% dos executivos já aceitaram redução no salário para trabalhar em empresas que adotam práticas sustentáveis.</p>
<p>Há, ainda, o desconforto com jornadas de trabalho e demandas 24X7. No grupo das principais economias do planeta, os executivos brasileiros são os mais insatisfeitos com o equilíbrio entre vida familiar e dedicação profissional.</p>
<p>Demonstrado o prejuízo e as causas, cabe sustentar que ser feliz, como organização, é estratégico.</p>
<p>Raj Sisodia, um consultor indiano radicado nos EUA, comparou a valorização das ações de dois grupos de companhias americanas entre 1996 e 2011. As “empresas conscientes”, compromissadas igualmente com todos os seus stakeholders (funcionários incluídos), acumularam 1.646%. As 500 companhias mais negociadas na Bolsa de Nova York valorizaram 157% no mesmo período.</p>
<p>As tais empresas conscientes têm vantagens como menos processos trabalhistas e menos gastos com marketing. Para elas, “a alma é a propaganda do negócio”, como diz o consultor César Sousa.</p>
<p>Nas 100 melhores empresas para trabalhar, as palavras que os funcionários mais relacionam a suas companhias são “pessoas”, “família” e “tempo”. “Pagamento” ocupa apenas a 81ª posição.</p>
<p>Ainda acha que felicidade é um assunto soft?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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		<title>A única pesquisa de satisfação de clientes que você precisa fazer!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 12:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A verdade é: você não é precisa fazer pesquisa de satisfação com os clientes da sua empresa para descobrir se eles estão satisfeitos, a única pesquisa de satisfação que você precisa fazer é com os seus funcionários. Se os seus&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade é: você não é precisa fazer pesquisa de satisfação com os clientes da sua empresa para descobrir se eles estão satisfeitos, a única pesquisa de satisfação que você precisa fazer é com os seus funcionários.</p>
<p>Se os seus funcionários estiverem com um PUTA TESÃO por trabalhar na empresa, os seus clientes vão perceber o TESÃO dos caras e também se sentirão satisfeitos.</p>
<p>Concentre-se radicalmente em melhorar, aprimorar, refinar, incrementar, turbinar a maneira, o ambiente, a direção, as metas, os objetivos, as tarefas que você dá para os seus funcionários.</p>
<p>Eles são OS caras, e eles vão atrair OS caras se eles estiveram com TESÃO por aquilo que fazem e conseguem realizar.</p>
<p>Concorda?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: BizRevolution</em></p>
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