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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; equipe</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Feedback: entenda o impacto positivo e negativo para a retenção de talentos!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 18:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Gestores cobram o tempo todo, mais dedicação, melhor desempenho, atitudes de alta performance, e muitas outras coisas, mas se esquecem de um ponto fundamental para que isso seja possível: Feedback! Feedback pontual, específico e individual. Primeiramente, os gestores precisam conhecer&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Gestores cobram o tempo todo, mais dedicação, melhor desempenho, atitudes de alta performance, e muitas outras coisas, mas se esquecem de um ponto fundamental para que isso seja possível: Feedback! Feedback pontual, específico e individual.</p>
<p style="text-align: left;">Primeiramente, os gestores precisam conhecer o seu colaborador, saber o que os motiva e as áreas que eles buscam desenvolvimento e crescimento. Será que aquele profissional de vendas, realmente se enquadra no perfil Comercial?</p>
<p style="text-align: left;">Uma das sugestões para iniciar um processo formal de desenvolvimento é instaurar processos de Avaliação de Desempenho, podendo ser ela 180º, a qual envolve gestor-colaborador, ou ainda, 360º, que envolve gestor-colaborador-pares, porém, aconselha-se a implementação após um período de conhecimento do processo de Avaliação 180º por todos da empresa. A avaliação 360º pode ser motivo de conflitos se não realizada da maneira correta.</p>
<p style="text-align: left;">Profissionais de alto desempenho precisam de feedback detalhado sobre seus pontos fortes e os aspectos que precisam desenvolver. Isso tende a fazer com que os mantenham engajados no processo, pois terão claro o que precisam desenvolver e quais aspectos podem potencializar. A avaliação de desempenho possibilita essa abertura inicial, porém, é preciso alguns cuidados:</p>
<p style="text-align: left;">Para o gestor, tome cuidado para não ser crítico e negativo. Tenha o foco em auxiliar no desenvolvimento, e atingir mais eficiência.</p>
<p style="text-align: left;">Inicie o processo destacando os aspectos positivos do colaborador, demonstrando quão importante ele é para o andamento do processo. Dê um feedback detalhado dos prós e contras das atividades realizadas, incluindo exemplos específicos de ações que o colaborador pode fazer para aumentar o desempenho. Por exemplo: se ele realizou uma tarefa de forma excelente, dentro dos padrões solicitados, mas entregou com 1 dia de atraso, o elogie pelo ótimo trabalho, porém, lembre-o que no próximo trabalho, espera a mesma excelência dentro do prazo estabelecido.</p>
<p style="text-align: left;">Profissionais que não recebem feedback podem ficar desmotivados e perder a sinergia com o propósito da empresa, afinal, como ele vai saber se está seguindo a linha certa ou não? Pessoas precisam se sentir co-responsáveis por cada tarefa entregue, aliando a valorização ao que foi feito. A forma como se dá o feedback também é importante para se ter a atitude que se espera do colaborador.</p>
<p style="text-align: left;">Para o colaborador, pequenas atitudes comportamentais podem fazer a diferença para o bom desempenho:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Mantenha o Otimismo: Frente às dificuldades, busque ver o lado bom do que está acontecendo. A palavra chave é APRENDIZADO.</li>
<li style="text-align: left;">Administre bem o seu tempo: Meça o tempo que você tem acessado a internet. Este tempo tem sido produtivo?</li>
<li style="text-align: left;">Faça mais: Busque atividades além da sua. Envolva-se em novos projetos, dê sugestões também.</li>
<li style="text-align: left;">Tenha atitude de dono: Tenha atitudes para fazer o negócio crescer como se ele fosse seu, pois consequentemente, você estará crescendo junto com ele.</li>
<li style="text-align: left;">Entenda o feedback ruim: Qualquer feedback, mesmo que ruim, não está sendo a toa. É a imagem que você está passando ao outro.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Uma equipe engajada, e que se conhece, traz resultados surpreendentes para a organização. Experimente!</p>
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		<title>Como encantar os clientes em 7 passos</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/04/como-encantar-os-clientes-em-7-passos/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 18:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Mike Donnelly, consultor do Disney Institute, traz 25 anos de experiência no Walt Disney Word e mostra como aplicar a magia e o encantamento dos parques de Orlando no dia a dia das empresas. Segundo Donnelly, o encantamento tem a ver com a conexão emocional criada entre o negócio e o cliente – e isso pode trazer mais retornos financeiros para a empresa do que imaginam os gestores. Ele esteve em Curitiba (PR) para um encontro com empresários paranaenses, na última quarta-feira, 30, na Universidade Positivo (UP).<br />
O consultor americano explica que todo o processo de encantamento começa dentro da organização. “Equipe feliz se traduz em clientes felizes”, diz. Mas isso não é nenhum segredo. Aliás, todas as dicas de Donnelly parecem muito simples e fáceis de serem aplicadas nas empresas. Mas não são. “Mais de 50% das reclamações dos clientes em SACs e redes sociais são relacionadas ao atendimento”, afirma a coordenadora do Laboratório de Serviços da Escola de Comunicação e Negócios da UP, Carolina Parolin.</p>
<p>Então, por que 10 em cada 10 pessoas que vão à Disney ficam satisfeitas e, mais que isso, encantadas? Donnelly conta que 7 a cada 10 pessoas que estão, neste momento, num parque da Disney, já estiveram lá antes. Para o consultor, o processo começa na liderança e depende muito da gestão de pessoas na organização. Segundo ele, o encantamento pode ser resumido em sete passos:</p>
<p><strong>1 – Cadeia de Lealdade</strong> – desenvolvida na Escola de Negócios de Harvard e implantada no Instituto Disney, a Cadeia de Lealdade estuda alguns processos que devem ser seguidos na seguinte ordem: qualidade no serviço interno (cultura organizacional); satisfação dos funcionários; retenção da equipe; produtividade; qualidade do serviço externo; satisfação dos clientes; valor superior ao cliente;<br />
receita, crescimento e rentabilidade; valor aos acionistas. Essa cadeia deve ser priorizada exatamente nessa ordem. “Se o lucro for priorizado sobre a satisfação dos funcionários ou dos clientes, a cadeia é quebrada”, afirma Donnelly.</p>
<p><strong>2 – O crachá é obrigatório</strong> – todos os funcionários da Disney possuem um crachá com o nome (em letras grandes) e a cidade de onde veio. Isso, segundo Donnelly, é uma forma de gerar uma conexão emocional com o público. “Quanto mais informações pessoais o crachá trouxer, mais conexões pode gerar”, diz.</p>
<p><strong>3 – O poder da história</strong> – a história da empresa deve ser contada, pois ela é a principal conexão emocional com todos os públicos, internos e externos. Como a organização foi criada? Quais as dificuldades que enfrentou? Por que está viva até hoje? Como foi o crescimento? Toda empresa tem fatos curiosos que podem servir de conexões emocionais entre funcionários e também com os clientes.</p>
<p><strong>4 – A liderança reativa é tardia</strong> – o líder nunca deve esperar para agir. Segundo o consultor, a atuação sempre reativa dá espaço para suposições – tanto dos clientes, quanto dos funcionários. “O líder deve ser proativo, sem deixar vácuos a serem preenchidos”, ressalta. Isso se consegue com informações claras e respostas prontas para as perguntas que ainda não apareceram.</p>
<p><strong>5 &#8211; Cuidado com o declínio gradual</strong> – não há nada mais ameaçador para uma empresa que o declínio gradual – aquele que o gestor não percebe. “O ataque rápido e fulminante pode acabar com uma empresa, mas o declínio gradual – aquele que leva anos – é lento e dolorido”, afirma o consultor.</p>
<p><strong>6 – Propósito comum</strong> – um objetivo comum de toda a empresa deve transcender as tarefas individuais. “Se for necessário parar o que está fazendo ou mudar a rota para atingir o objetivo comum, o funcionário deve estar pronto para fazê-lo”, diz Donnelly. “As pessoas de uma empresa devem caminhar numa mesma direção”, acrescenta.</p>
<p><strong>7 – Comunicação clara do propósito</strong> – não basta ter um propósito único e forte na organização (o da Disney, por exemplo, é “fazer pessoas felizes”). Como atingir esse objetivo é o grande desafio das empresas. “O funcionário, muitas vezes, até decorou o que está escrito em letras bonitas no quadro da recepção, mas não faz ideia de como ele pode ajudar a empresa a atingir esse objetivo”, explica Donnelly. É muito importante que os colaboradores tenham certa liberdade e autonomia para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Por falta de feedback, empresas perdem melhores funcionários</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/12/por-falta-de-feedback-empresas-perdem-melhores-funcionarios/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 15:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Muitas empresas perdem bons profissionais por conta de um problema bem simples: a falta de feedback. É isso o que aponta o médico e consultor Eugenio Mussak no livro &#8220;Com gente é diferente – inspirações para quem precisa fazer gestão&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas perdem bons profissionais por conta de um problema bem simples: a falta de feedback. É isso o que aponta o médico e consultor Eugenio Mussak no livro &#8220;Com gente é diferente – inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas&#8221;, lançado no fim do ano passado.</p>
<p>Para explicar a importância da ferramenta, o especialista cita duas situações extremas e opostas.</p>
<p>Na primeira, o gerente de departamento de uma companhia precisa demitir um funcionário que está na casa há um ano e ainda não demonstrou as competências esperadas. Ao comunicar o desligamento, o profissional diz ao chefe que sempre fez a mesma coisa e nunca foi alertado de que deveria agir diferente.</p>
<p>Na segunda, o gestor pede a um excelente colaborador que está se demitindo para que reconsidere permanecer no emprego. O que ele ouve é: &#8220;recebi uma proposta melhor e achei que não faria falta por aqui, pois nunca senti que meu trabalho fosse valorizado&#8221;.</p>
<p>Em ambos os exemplos, a organização perdeu a oportunidade de desenvolver e motivar os funcionários por falta de um retorno adequado sobre o desempenho de cada um deles.</p>
<p>&#8220;Em qualquer situação, no trabalho ou nas relações pessoais, dar feedback é uma manifestação de respeito e afeto. E é, antes de tudo, uma demonstração de inteligência interpessoal&#8221;, escreveu o autor.</p>
<p>Ele explica como a ferramenta funciona a partir de sua definição. Feedback, em inglês, quer dizer retroalimentar. &#8220;Ou seja, alimentar de volta, devolver a uma fonte qualquer, que emite estímulo, parte do resultado desse estímulo. Isso serve para manter o sistema em funcionamento&#8221;, esclarece.</p>
<p>No caso, o sistema é a empresa. Para que ela opere corretamente, seus integrantes precisam ser orientados sobre o que devem fazer e, depois, obter retorno para entender se estão agindo da maneira esperada – e caso não estejam, mudar de atitude.</p>
<p>&#8220;Todos nós precisamos de autoconfiança e autoestima. A primeira para sermos produtivos, a segunda para sermos felizes. Entretanto, essas qualidades psicológicas não obtemos sozinhos. Precisamos do feedback de nossos pais, professores, amigos, chefes&#8221;, escreveu.</p>
<p><em>Por: Luísa Melo</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>7 lições para motivar e manter talentos no seu negócio</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/7-licoes-para-motivar-e-manter-talentos-no-seu-negocio/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 16:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio: 1. Definir claramente os papéis e responsabilidades: Em uma startup todos acabam fazendo&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio:</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;">
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">1. Definir claramente os papéis e responsabilidades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Em uma startup todos acabam fazendo de tudo, mas é preciso deixar claro que o &#8220;proprietário&#8221; é a chave. Ele cria transparência possível, para que todos saibam quem é responsável por cada iniciativa.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">2. Ouça tudo o que você puder:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Escute o que os membros da sua equipe têm a falar. Tire um tempo para saber suas opiniões sobre a empresa, o produto ou serviço em questão, como eles se sentem sobre seus trabalhos e o que está acontecendo em suas vidas pessoais. Muitas vezes, não temos que fazer nada de diferente; o fato de passar o tempo escutando faz a diferença.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">3. Comunique claramente as prioridades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Como líder de uma empresa, provavelmente você terá que lidar com 20 coisas ao mesmo tempo. Entretanto, as prioridades devem estar muito bem definidas, sendo necessário comunicá-las e transmití-las através da organização. Tente não ter mais do que três grandes iniciativas de uma vez só. Se você precisar mudar de direção, comunique de forma proativa a mudança que deve ser feita e a razão de fazê-la.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">4. Encontre as desavenças e ataque-as de forma proativa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Uma pessoa que não está bem, pode contagiar o restante. Não permita que uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas que não estão felizes, contaminem o restante da empresa. Não tenha medo de deixar ir embora membros da equipe que são bons em nível de execução, mas não colaboram com um bom ambiente de trabalho.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">5. Deixe claro quais são as expectativas de cada função e a cultura que busca promover na empresa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">há empresas onde a maioria das pessoas trabalham remotamente e funcionam perfeitamente, e há empresas que parecem um acampamento de férias onde todos os funcionários fazem o seu trabalho com êxito. Escolha qual cultura que você deseja criar e selecione as ferramentas para reforçar o caminho que você escolheu.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">6. Dedique um tempo para entender os tipos de personalidades que existem na sua equipe e explique a sua:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Alguns são hiperativos, outros calmos, alguns extrovertidos, outros introvertidos, alguns são organizados, outros sofrem de déficit de atenção. Entender as personalidades de cada um ajuda a saber como interagir melhor e evitar erros de interpretação. Uma boa ferramenta utilizada por várias organizações para determinar personalidades dinâmicas e melhorar trabalho em grupo é o Indicador Myers-Briggs .</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">7. Certifique-se de que membros da sua equipe se sintam valorizados:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Não existe uma fórmula mágica motivadora. E se há uma coisa que eu posso dizer é que a coisa mais importante em reter talentos é fazer com que as pessoas se sintam valorizadas. Há muitas maneiras de fazer isso, seja com reconhecimento público, recompensas monetárias ou apenas tomar o tempo para ter conversas frente a frente. Como em outros aspectos da vida, todos nós gostamos de nos sentir respeitados e relevantes.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Por:</span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> Matias Recchia</span></em><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> &#8211; </span></span><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">CEO e cofundador da IguanaFix. Tem MBA pela Harvard Business School e também atuou como CEO da Vostu</span></em></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Fonte: administradores.com.br</span></em></p>
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		<title>10 atitudes proibidas no trabalho em equipe</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 18:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional. É que a capacidade de trabalhar bem em&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.</p>
<p>É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego.</p>
<p>“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.</p>
<p>Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira:</p>
<p><strong>1.</strong>  <strong>Ser inflexível e não transparente na comunicação</strong></p>
<p>“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.</p>
<p>“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.</p>
<p>A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.</p>
<p><strong>2.</strong>  <strong>Não alinhar o objetivo</strong></p>
<p>Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.</p>
<p>Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.</p>
<p><strong>3.</strong>  <strong>Comprometimento zero</strong></p>
<p>Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.</p>
<p><strong>4.</strong>  <strong>Falta de planejamento e de respeito a prazos</strong></p>
<p>Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.</p>
<p><strong>5.</strong>  <strong>Criticar um participante na ausência dele</strong></p>
<p>Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.</p>
<p><strong>6.</strong>  <strong>Desvalorizar o trabalho do outro</strong></p>
<p>Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.</p>
<p><strong>7.</strong>  <strong>Não assumir erros</strong></p>
<p>Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio e péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.</p>
<p><strong>8.</strong>  <strong>Ignorar as regras estabelecidas pela equipe</strong></p>
<p>Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry.<br />
A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, diz Meiry.</p>
<p><strong>9.</strong>  <strong>Desequilíbrio emocional</strong></p>
<p>Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry. Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.</p>
<p><strong>10.</strong>  <strong>Não aceitar as diferenças</strong></p>
<p>Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.</p>
<p>É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: exame.abril.com.br</em></p>
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		<title>5 passos para que empresas, gestores e profissionais se inspirem</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas carreiras.</p>
<p>Na prática, muitas vezes. o que se observa é um outro cenário, inúmeros profissionais se queixam das segundas-feiras, da falta de abertura de seus gestores e da carência de propósito em suas atividades profissionais; chefias centralizadoras preocupadas com a crise e com as metas não se abrem para o diálogo; e organizações com anseios de entregarem o resultado esperado a qualquer custo, seja em tempos prósperos ou difíceis, também se fecham.</p>
<p>O que é preciso ter em mente é que os recursos humanos são sim um valor agregado aos negócios, pois seu concorrente pode vir a ter o mesmo produto ou oferecer o mesmo serviço, porém jamais contando com o mesmo profissional que a sua empresa possui. E, segundo, uma frase que soa clichê, mas faz todo o sentido sempre: “inspiração vem dos outros, motivação vem de dentro de nós”. Ou seja, por mais boa vontade que uma companhia ou um gestor possam ter, eles não conseguirão motivar uma equipe, o que está ao alcance da própria organização e de um líder é auto motivar-se e inspirar seus liderados a se motivarem. Como?</p>
<p>São muitas as formas de inspirar profissionais a se engajarem, a primeira e a principal delas é que empresas, gestores e colaboradores precisam se unir por um objetivo comum, isto é, a junção de mentes e atitudes em prol de um mesmo fim é uma forma excelente para responder eficazmente aos estímulos negativos do ambiente, causados por crises, turbulências ou oscilações.</p>
<p>Por isso, as dicas abaixo são de grande utilidade tanto para companhias, como para gestores e profissionais:</p>
<p><strong>Incentive a cultura do conhecimento </strong>Uma empresa consegue estimular esse tipo de cultura investindo em treinamentos e cursos que, em muitos casos, podem ser realizados internamente ou entre departamentos. Um líder pode impulsionar sua equipe adotando o papel do mentor que transmite o conhecimento que tem, indica livros, filmes e cursos que aprimorem as competências técnicas e interpessoais. E cada profissional pode assumir uma postura altruísta de auxiliar seus pares na busca de um maior <em>know how</em> e para si mesmo.</p>
<p><strong>Fomente o diálogo </strong>A cultura do conhecimento leva a um caminho natural de um maior diálogo entre equipes, entre a instituição e seus gestores, entre os gestores e entre líder e liderados o que gera um ambiente mais sadio e produtivo. O interessante em se fomentar a ação do diálogo é de que ele venha acompanhado de transparência. É importante que: se mostre um quadro geral da companhia; se contextualize a situação real e qual o papel de cada um; aponte-se o que será feito para que os resultados sejam alcançados e, por fim, que cada um possa ouvir e falar.</p>
<p><strong>Mantenha um clima organizacional agradável </strong>O ambiente tanto físico como psicológico contribui para uma maior motivação de todos. Manter o espaço sempre limpo e organizado, buscar quebrar o gelo e não se deixar contaminar pelo mau-humor ou negativismo alheios auxiliam a manter o clima ameno. Por mais que a companhia não tenha um perfil informal, um ambiente de cordialidade e com intervalos de descontração tornam qualquer atividade mais prazerosa.</p>
<p><strong>Estimule a participação </strong>Instigar que os profissionais deem ideias, sejam eles líderes ou liderados, é uma maneira de motivar as pessoas. Mesmo que nem todas possam ser aplicadas e, seja explicado o porquê, compartilhar informações sempre torna o clima mais leve e motivador. Se possível, as melhores ideias podem receber algum tipo de incentivo ou recompensa que não necessariamente precisa ser monetária, pode ser uma folga ou alguma experiência (como visitar um outro escritório, a fábrica, um projeto social que a companhia apoie).</p>
<p><strong>Elogie em público, corrija em particular </strong>Fazer críticas construtivas e elogiar quando há um bom desempenho, por mais que seja delicado e haja a correria do dia a dia, é preciso que se encontre a melhor hora e o local para se fazer. Esta dica pode parecer exclusiva para líderes, mas para uma equipe que assume a cultura do conhecimento e perfil colaborativo, serve entre pares e de liderado para líder também. O fundamental é manter o respeito, a credibilidade e sempre se basear em fatos concretos. Falsos elogios podem soar muito pior do que sinceras correções.</p>
<p>Enfim, as ações que podem ser feitas para que se conquiste e, principalmente, se mantenha funcionários engajados, uma companhia com ambiente agregador e desafiante, gestores e equipes em busca de produtividade, motivação e compromisso são inúmeras. Que todos consigam enxergar a empresa como uma excelente oportunidade para aprender e ensinar, criando um ambiente de contínua evolução e incansável na busca pela excelência em todos os níveis.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>Controle de equipe: como gerenciar alguém de quem você não gosta</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 09:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[convivência]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Como líder, você espera trabalhar com uma equipe agradável, mas sempre acaba encontrando alguém de quem simplesmente não gosta. E, por isso, de forma consciente ou não, você pode gerenciar mal ou tratar de forma injusta profissionais que estão beneficiando&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como líder, você espera trabalhar com uma equipe agradável, mas sempre acaba encontrando alguém de quem simplesmente não gosta. E, por isso, de forma consciente ou não, você pode gerenciar mal ou tratar de forma injusta profissionais que estão beneficiando sua empresa e que podem trazer novas boas ideias, justamente por pensarem de forma diferente da sua. Você, então, terá de ajustar o estilo do seu controle de equipe, em nome da boa convivência e da produtividade de todos. Como líder, você deverá reavaliar como se relaciona no trabalho. Para te dar suporte, seguem cinco dicas para quando você passar pela prova de fogo que é lidar com alguém que te incomoda:</strong></p>
<p><strong>1. Descubra de onde vem sua implicância</strong><br />
Será que você não se irrita pelo modo como essa pessoa se expressa? Ela é muito agressiva ou não é rígida o suficiente para os seus padrões? Quando você compreender exatamente o que a torna irritante, entenderá como gerenciá-la de uma forma mais personalizada. Questione-se o seguinte:</p>
<p><strong>a)</strong> O problema está na pessoa ou em alguém que ela me lembra?<br />
Você pode estar diante de alguém competente que se parece com sua vizinha cruel ou um inimigo da faculdade, e de repente essa pessoa não faz nada direito porque você não quer vê-la por outro ângulo.<br />
<strong>b)</strong> Estou com medo de ser como ela?<br />
Se, por exemplo, essa pessoa costuma interromper a fala dos outros ou se posicionar com arrogância, pode ser que você receie se tornar alguém assim com o tempo. A questão é: você está atento(a) o suficiente para evitar que isso aconteça?<br />
<strong>c)</strong> Ela faz parte de um grupo de quem eu tenho preconceito?<br />
Seja honesto(a) com você mesmo(a) e aceite que você tem preconceitos, como todos, mas que, também como qualquer pessoa, é capaz de não transformá-lo em exclusão. Abra sua mente e desconstrua o que te incomoda.</p>
<p><strong>2. Aceite que você não precisa ser amigo(a) de todos</strong><br />
Eu sei que seu trabalho seria muito mais fácil se você gostasse de todos na equipe. No entanto, segundo Ben Dattner, psicólogo e autor de The Blame Game, “as pessoas gostarem-se umas das outras não é um pré-requisito para o sucesso de uma empresa”. Ainda, de acordo com Robert Sutton, professor de Administração e Engenharia na Universidade de Stanford, “há uma lista de coisas que fazem você gostar de uma pessoa, há uma lista de coisas que tornam um time eficiente, e há bem pouca semelhança entre essas listas.” E ele conclui: “do ponto de vista do desempenho, gostar das pessoas que você sempre gerencia pode ser um problema maior do que não gostar delas.” Na verdade, alguns atritos podem fazer com que a sua equipe busque uma forma mais inteligente de trabalhar.</p>
<p><strong>3. Mantenha uma postura positiva</strong><br />
Acredite: qualquer colaborador(a) deseja que seu/sua chefe goste dele(a) como pessoa e admire seu trabalho. Por isso, mantenha a cordialidade no tratamento mesmo com quem mais te incomoda. Isso te ajudará a manter o foco nas suas tarefas e tranquilizará o time, que se concentrará também, sem medo de presenciar uma troca de indiretas. Se, por exemplo, o(a) profissional reclama das suas atribuições e está desanimando a equipe, chame-o(a) em particular. Conte a história da empresa de uma nova maneira para motivá-lo(a), exponha o problema e sugira algumas alternativas de fazer as coisas.</p>
<p><strong>4. Concentre-se em como ele(a) colabora com o time</strong><br />
Se você já percebeu que o(a) profissional é talentoso(a) o suficiente para ser conservado(a) no time, então valorize o que o(a) torna um referencial, em vez de colecionar novos casos para implicar. Ninguém é 100% irritante. No entanto, é fácil de ver o melhor nos seus favoritos e o pior nas pessoas que te incomodam. Ben Dattner recomenda que “enxergar algumas das falhas das suas pessoas queridas e procurar virtudes nas pessoas de quem você não gosta pode ajudar você a ser alguém mais empático e equilibrado”. Concentre-se em como aquela pessoa pode ajudar a equipe. Com base nos seus talentos e as suas limitações, ela pode assumir algumas novas responsabilidades? Ou, quem sabe, estimular o time a refletir sobre um tema em que ela é expert?</p>
<p><strong>5. Passem mais tempo juntos</strong><br />
Essa talvez seja a última coisa que você esperava ouvir, mas estudos demonstram que trabalhar em projetos difíceis pode produzir afinidade entre os colegas de trabalho. Se você der a seu/sua colaborador(a) um problema e a chance de provar seu valor, então, você estará menos inclinado(a) a se irritar com ele(a) no trabalho, mesmo que ainda não o(a) convide para um churrasco em casa. E, por último, uma dica valiosa: observe como os outros lidam com essa pessoa. Não se trata de aprender a bajulá-la, mas praticar sua capacidade de observação e provar que vai além de um dos fundamentos da liderança: liderar pelo exemplo. Afinal, você aprenderá com o exemplo do outro para aperfeiçoar os seus.</p>
<p><strong>Reforçando…</strong><br />
<strong>Não</strong><br />
• suponha que alguém não gostar de alguém seja uma coisa ruim. Pontos de vista diferentes são fundamentais para o sucesso de uma equipe.<br />
• deixe transparecer sua antipatia. Todo profissional espera que seu/sua chefe goste dele, não só do seu trabalho.<br />
• evite trabalhar com a pessoa. Trabalhar juntos em uma tarefa complicada pode transformar o relacionamento de vocês para melhor.</p>
<p><strong>Em vez disso</strong><br />
• Seja honesto com você mesmo e identifique o que prejudica sua capacidade de gostar mais da pessoa.<br />
• Garanta que não há um viés na avaliação de desempenho do tal profissional, perguntando a opinião de uma pessoa de fora.<br />
• Faça um esforço, mas mantenha a mente aberta. Sua perspectiva pode mudar e, aliás, precisa. Mais do que para liderar, esta é uma lição para a vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://blog.runrun.it/</em></p>
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		<title>3 formas de organizar sua equipe para vender mais</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 16:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[segmentos]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios de todo gestor comercial é organizar sua equipe de forma que seus resultados sejam cada vez maiores. O problema é que em um setor tão dinâmico, onde também é necessária uma boa dose de desenvoltura por&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios de todo gestor comercial é organizar sua equipe de forma que seus resultados sejam cada vez maiores. O problema é que em um setor tão dinâmico, onde também é necessária uma boa dose de desenvoltura por parte dos profissionais, nem sempre é simples alcançar os tão esperados resultados.<br />
Mesmo não sendo uma tarefa fácil, um trabalho como esse não deve ser deixado de lado, afinal os resultados da empresa dependem disso! Por este motivo, acompanhe conosco 3 maneiras de organizar sua equipe para vender mais:</p>
<p><strong>1 &#8211; No momento da seleção procure focar em perfis variados</strong><br />
Ao iniciar um processo de seleção de candidatos para uma equipe comercial, busque diversificar os perfis que possivelmente irão compor a equipe. Planeje isto desde a etapa de análise do <a href="http://blog.contratanet.com.br/curriculo/" target="_blank">currículo</a> dos candidatos, focando em experiências e qualificações distintas.<br />
Manter uma equipe heterogênea incentivará a troca de experiência entre aqueles que compõem a equipe, tornando-a mais flexível frente aos desafios apresentados pelo mercado. Além disso, esta é uma excelente estratégia para evitar eventuais brigas de ego, que ocorrem frequentemente entre profissionais com o perfil similar em setores onde existe um alto grau de competição no âmbito interno da equipe.</p>
<p><strong>2 &#8211; Padronize seus processos de vendas</strong><br />
Um dos grandes erros ao se estruturar um setor comercial é não definir claramente padrões para os processos de vendas. Obviamente não é o caso de se controlar toda e qualquer ação a ser executada pelo funcionário, porém certo nível de controle facilitará uma análise mais crítica sobre o desempenho da área.<br />
Por exemplo, definir em conjunto com a equipe os melhores argumentos na hora da negociação ou a forma como as reuniões são conduzidas com os clientes, são ações fundamentais para atingir um nível excelência com sua equipe de vendas!</p>
<p><strong>3 &#8211; Organize sua equipe por segmento</strong><br />
Sua empresa atua em um nicho muito específico ou possui clientes que se diferenciam em alguns aspectos? Se a sua realidade corresponde ao segundo caso, é interessante estudar a possibilidade de organizar sua equipe por segmento.</p>
<p>Em um ambiente tão complexo como a área de vendas, é interessante que existam profissionais especializados em determinados tipos de mercado. E mais importante que isso é que estes profissionais estejam em plena sinergia para que, em uma escala constante, possam gerar conhecimento sobre o mercado, que se reflete em valor agregado ao negócio da sua própria empresa.</p>
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		<title>Por que investir em treinamentos?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 19:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[qualificação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje em dia, muito se tem ouvido falar em Educação Corporativa também conhecida como T&#38;D (Treinamento e Desenvolvimento), que vem ganhando grande importância como sendo um recurso para a obtenção de vantagens competitivas entre as empresas do século XXI. A&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje em dia, muito se tem ouvido falar em Educação Corporativa também conhecida como T&amp;D (Treinamento e Desenvolvimento), que vem ganhando grande importância como sendo um recurso para a obtenção de vantagens competitivas entre as empresas do século XXI.</strong></p>
<p>A palavra Educação vem do latim “educare”, que significa “educar, instruir” e Corporação ou Corporativo, o qual podemos dizer que é um grupo de pessoas que agem como se fossem um só corpo, uma só pessoa, buscando um mesmo resultado.</p>
<p>A Educação Corporativa consiste em um projeto de formação que é desenvolvido pelas empresas, o qual tem o objetivo de institucionalizar uma cultura de aprendizagem contínua.</p>
<p>Segundo Luiz Ernesto Migliora, diretor executivo de cursos corporativos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a explicação para este assunto ser tão repercussivo “está no fato de que existe uma enorme necessidade de capacitação das pessoas, que não são adequadamente qualificadas desde a educação básica e chegam ao mercado de trabalho despreparadas”. Desta forma, as organizações chamam para si essa responsabilidade.</p>
<p>Outro ponto para o expressivo aumento da importância deste assunto é o surgimento de novas tecnologias com uma velocidade extraordinária o que exige do trabalhador, tanto do setor administrativo como produtivo, uma postura de aprendizado continuo.</p>
<p>“As empresas [&#8230;] ao invés de esperarem que as escolas tornem seus currículos mais relevantes para a realidade empresarial, resolveram percorrer o caminho inverso e trouxeram a escola para dentro da empresa” (Meister, 1999, pag. 23).</p>
<p>Com isso, as estratégias pedagógicas podem ocorrer por meio da educação presencial, à distância ou semipresencial. Na modalidade presencial, sua empresa pode tanto oferecer os treinamentos “abertos”, fora da empresa onde eles terão acesso a situações diversas, troca de experiências com outros alunos, etc, como também treinamentos “In Company”, onde a empresa contratada irá fazer um trabalho de acordo com a necessidade e realidade de sua empresa.</p>
<p>Já a modalidade à distância proporciona um aprendizado através de um ambiente virtual, o que proporciona maior flexibilidade do treinamento, uma vez que o aluno tem mais liberdade para escolher o local e a hora para aprender, além da redução de custos, como deslocamento, hospedagem, alimentação, entre outras.</p>
<p>Na semipresencial, é a união em um programa, por exemplo, da modalidade presencial com a modalidade à distância.</p>
<p>Mas a Educação Corporativa não deve focar somente no “oferecer” os recursos para o aprendizado de seu colaborador, pois “muitas pessoas abandonam os treinamentos ou não veem sentido em participar deles porque não sabem ao certo o que será ensinado e se o conteúdo será mais relevante do que continuar suas atividades de rotina”, argumenta José Claudio Securato, presidente da Saint Paul.</p>
<p>Segundo Securato, o caminho para a mudança é desenvolver um relacionamento mais estreito antes mesmo do treinamento propriamente dito. Começando a contar para este profissional o que ele vai aprender, mostrar alguns materiais para que ele possa se “familiarizar” com o assunto e para que todos cheguem à sala com o mesmo conhecimento. Assim você evita um “desnível” de conhecimentos na turma e mantém o foco, não se preocupando em resolver ou explicar sobre determinados pontos, às vezes, básicos por falta de conhecimento de alguns participantes, além de ninguém se sentir inferior perante os demais, rompendo barreiras e preconceitos.</p>
<p>Alfredo Castro, sócio-diretor da MOT – Treinamentos e Desenvolvimento Gerencial, a partir de algumas perspectivas de 2014, aposta que as temáticas ligadas à liderança, atendimento ao cliente e vendas tendem a ser o foco dos investimentos das empresas em educação corporativa no ano de 2015. Isso porque os líderes e os profissionais que têm relacionamentos com os clientes são os que mais podem contribuir para melhorar resultados.</p>
<p>Secutato, diz que “O Brasil passa por um processo de profissionalização e alta empregabilidade. As pessoas mais qualificadas estão empregadas. Trazer essas pessoas para a empresa custa mais caro do que preparar o público interno”. De acordo com ele o melhor a se fazer é desenvolver as pessoas que estão dentro de sua empresa. “Além de sair mais barato, é um instrumento de retenção e melhora o ambiente de trabalho. Faz o colaborador se sentir prestigiado e o estimula a ser mais produtivo”, complementa.</p>
<p>Agora, você já sabe os benefícios que a Educação Corporativa pode trazer para sua organização, não tenha medo e invista no desenvolvimento de quem está com você 8 horas por dia, por pelo menos cinco dias da semana!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Priscila Sulzbach.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.grokkeronline.com/</em></p>
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		<title>Trabalho não precisa ser sem graça</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/01/trabalho-nao-precisa-ser-sem-graca/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 19:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[descontração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Será que o ambiente profissional precisa ser sempre um local de rigor e sem nenhum tipo de descontração? Como levar um pouco mais de leveza à rotina de trabalho? É fundamental entender como o bom humor atua de forma positiva&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o ambiente profissional precisa ser sempre um local de rigor e sem nenhum tipo de descontração? Como levar um pouco mais de leveza à rotina de trabalho?</p>
<p>É fundamental entender como o bom humor atua de forma positiva nas organizações para saber usá-lo a favor da produtividade. As empresas que têm uma cultura cheia de humor tendem a ter colaboradores menos estressados e, quanto menos estresse, menos pessoas doentes.</p>
<p>O bom humor pode ser um catalisador para a criatividade quando a equipe de trabalho se encontra “batendo cabeça” para solucionar um problema. Um ambiente divertido estimula todos a pensarem fora da caixa e trazer ideias inovadoras. Melhoram também as relações entre os colaboradores, pois pessoas que ríem são mais acessíveis, proporcionando aos líderes uma comunicação mais aberta e confiável.</p>
<p>No entanto, essa dose de humor deve vir acompanha de bom senso. A descontração é bem-vinda, desde que oportuna e pautada no respeito. Um ambiente onde as piadas acabam tendo um fundo de preconceito ou intolerância nada tem a acrescentar de positivo ao nosso cotidiano.</p>
<p>Conduzido corretamente, o humor é ótimo para as equipes que, tendo um ambiente de trabalho mais descontraído, sentem-se mais apaixonadas pelo trabalho e contam com maior motivação para superar obstáculos.</p>
<p><em>Por Etalent</em><br />
<em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>Como ensinar a equipe a aprender com os erros</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/12/como-ensinar-a-equipe-a-aprender-com-os-erros/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 19:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Buscar soluções a partir de falhas, tirar lições de erros que possam causar algum tipo de prejuízo e transformar em motivação algum “fracasso” é uma qualidade que, muitas vezes, deve ser aprendida. Colaboradores que estejam sempre dispostos a se atualizarem&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Buscar soluções a partir de falhas, tirar lições de erros que possam causar algum tipo de prejuízo e transformar em motivação algum “fracasso” é uma qualidade que, muitas vezes, deve ser aprendida. Colaboradores que estejam sempre dispostos a se atualizarem e a serem proativos com certeza constituem uma força tarefa capaz de driblar diferentes obstáculos e a correr sempre atrás do sucesso. E este é o maior valor, inclusive, que pode estar presente nos recursos humanos de uma empresa.</p>
<p>Por isso, é importante que um gestor seja sempre capaz de construir em sua equipe a boa mentalidade de aprender com erros e de saber que, em muitos casos, é a persistência que traz os resultados esperados e que é por meio de tentativas que se descobrem inovações surpreendentes. Contudo, ainda, é válido considerar que mesmo acertando, muitas vezes é necessário inovar para que se possa continuar colhendo bons frutos.<br />
Quer mostrar à equipe como ela pode superar os erros e ainda aprender com eles? Confira a seguir:</p>
<p><strong>NÃO É POSSÍVEL FAZER DIFERENTE SEM MUDAR</strong><br />
Um bom gestor que esteja no comando de uma grande equipe precisa mostrar a ela que vale, para todos os casos, a “velha” máxima de que não é possível obter resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa. Se algo não está dando certo e tampouco demonstrando os bons efeitos desejados, é hora de intervir de forma inteligente e “puxar sua equipe para cima”, não deixando-a vencer-se pelo desânimo, mas sim encorajando-a a tirar bom proveito disto. É necessário estimular a proatividade.</p>
<p><strong>TENHA UM CANAL ABERTO COM A EQUIPE</strong><br />
Quando os erros acontecem, não os veja como incompetência de colaboradores. Uma falha pode ser causada por erros de comunicação, falta de planejamento, dentre outros percalços. Assim, certifique-se que sempre exista um canal aberto para diálogo entre colaboradores e líderes. Dessa forma, em vez de justificar erros ou simplesmente querer repará-los, surgem soluções e acordos entre as duas partes para que a empresa solucione uma falha e cresça com ela.</p>
<p><strong>USE A INTELIGÊNCIA DE MERCADO</strong><br />
Aprender com os erros e saber modificar ações, procurando novas estratégias cada vez mais adaptadas a cada situação, é o princípio do que chamamos de “inteligência de mercado” em que se busca encontrar, aplicar e testar soluções que venham efetivamente alavancar resultados.</p>
<p><strong>ERROS CONTAM COMO EXPERIÊNCIA</strong><br />
Na medida em que se adquire experiência e aprendizado, torna-se cada vez mais fácil “prever crises” e antecipar-se a elas, diminuindo consideravelmente a reincidência de problemas. E isso é natural, pois alguém que já percorreu determinado caminho pode desviar-se melhor de obstáculos do que uma pessoa que nunca andou por tal lugar.</p>
<p>Vale lembrar que cada novo, ou nova experiência, precisam ser evitados sim! O aprendizado está em prever uma situação difícil, se antecipar a ela.</p>
<p>Falhas, por serem naturalmente consequências muitas vezes inevitáveis em uma situação, podem transformar um problema em oportunidade, fazendo com que, em meio à turbulência, venha a surgir o grande diferencial de uma empresa. Afinal, errar todos erram…Mas o que cada equipe é capaz de fazer após isto e como aprende a lidar com desafios é o que definirá seu potencial de sobrevivência por um longo tempo. <strong>E você, já ensinou isso a sua equipe?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Equipe Veler</em><br />
<em>Fonte: http://veler.com.br/</em></p>
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		<title>Avaliação de pessoas: desafios e oportunidades</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/09/avaliacao-de-pessoas-desafios-e-oportunidades/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 18:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>No processo de avaliação de pessoas, a área de Recursos Humanos e o CEO assumem papéis primordiais. Entenda como fazer uma avaliação de pessoas decisiva. A avaliação de pessoas dentro do mundo organizacional acontece de duas formas: Através de processos&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No processo de avaliação de pessoas, a área de Recursos Humanos e o CEO assumem papéis primordiais. Entenda como fazer uma avaliação de pessoas decisiva.</strong><br />
A avaliação de pessoas dentro do mundo organizacional acontece de duas formas:</p>
<p>Através de processos formais inerentes aos vários subsistemas de Recursos Humanos, como contratação, movimentação entre funções ou áreas; promoção; avaliação de desempenho e/ou de potencial, revisão salarial; e até, decisão pela demissão.</p>
<p>A avaliação também acontece como um processo informal, contínuo e por vezes até inconsciente. Resulta da nossa observação das pessoas – seus comportamentos, motivações, nível de energia, disposição e comprometimento.</p>
<p>Ambos são igualmente importantes. O primeiro por razões óbvias, condição mínima para um nível de governança que assegure clareza e justiça de critérios e procedimentos adotados para cada tipo de avaliação e seu correspondente objetivo.</p>
<p>E o segundo também. Porque é no dia a dia que as pessoas se revelam verdadeiramente. Situações pontuais podem influenciar a percepção que se tem de alguém, mas não definem um indivíduo.</p>
<p>Neste sentido, Recursos Humanos tem a função primordial de prover os conceitos, as ferramentas e a capacitação para que os processos sejam conduzidos de forma adequada, alicerçados na cultura da organização e na estratégia de negócios.</p>
<p>Como haverá momentos nos quais Recursos Humanos exercerá o papel de agente de mudança de um determinado status quo, é fundamental que os processos de avaliação estejam alinhados na mesma direção, para onde a mudança cultural estiver apontando.</p>
<p>Mais uma vez, cabe a Recursos Humanos a função de instrumentalizar os gerentes de pessoas, para que desempenhem este seu papel com maestria, e também, os indivíduos diretamente, para que cada um possa se auto gerenciar, em relação ao seu trabalho, seu tempo e, sobretudo, à sua própria carreira.</p>
<p>Importante enfatizar que toda avaliação formal, seja ela qual for, objetiva uma decisão.</p>
<p>Isto é importante, porque vivemos tempos de muitos modismos. E organizações aderem a estes sem ter muita clareza do que fazer com o resultado que vão obter com a utilização de determinadas metodologias e ferramentas. Isto é especialmente comum no caso da utilização dos vários tipos de assessments existentes no mercado.</p>
<p>Outro ponto importante é que tal decisão é fruto de um processo e precisa ser explicitada, tanto em relação aos critérios adotados como aos resultados e objetivos. É recomendado que o avaliado tenha acesso aos resultados de sua avaliação para entender oportunidades de melhoria.</p>
<p>Somente esta transparência legitima o processo e o agente que conduziu o mesmo. Quando tal clareza não acontece, abre-se espaços para a desconfiança, insegurança e atos de politicagem e influência.</p>
<p>A vivência mostra também que o bom avaliador, seja para qualquer tipo de avalição, antes de tudo, deve ter um bom conhecimento de si mesmo para começar. Deve ter consciência e honestidade em relação aos seus próprios bias (todos nos temos os nossos) e aderência aos critérios definidos para o processo de avaliação em questão, de maneira a que não se deixe influenciar por questões circunstanciais.</p>
<p>No contexto organizacional, não podemos esquecer que cada processo de avaliação precisa priorizar aquelas decisões que levarão à produção dos resultados empresariais, através das pessoas certas para cada função, para cada situação, para cada momento.</p>
<p>Quando falamos de avaliações, é comum se valorizar a intuição na hora de tomar decisões sobre pessoas. Não se deve negar que ela existe e muitas vezes ajuda realmente. Mas existem técnicas que podem ser aprendidas e ferramentas que podem ser utilizadas para reduzir a subjetividade e trazer mais dados e fatos, portanto, mais objetividade à decisão.</p>
<p>Seja como for, é essencial que fique claro que tudo o que se refere à avaliação de pessoas é relativo tanto pelo lado do avaliado, como por quem está avaliando. E está condicionado ao contexto em questão.</p>
<p>Em seu livro ”Great People Decisions”, Claudio Fernandez Araaoz, experiente sócio de uma das maiores empresas de recrutamento de executivos, é assertivo quando diz que a maioria das empresas não tem ou tem poucas boas práticas em relação às decisões que envolvem pessoas, consequentemente, em relação aos seus processos de avaliação.</p>
<p>Ele vai além, quando afirma com base em sua longa experiência como headhunter e estudioso do assunto, que as empresas não recrutam os melhores talentos, não sabem diferenciar os top performers daqueles sofríveis, não sabem reter os melhores e assignar a estes as melhores atividades justamente para deixá-los engajados e motivados e nem sabem desenvolver aqueles que têm dentro de casa.</p>
<p>Dito isto, cabe ao CEO elevar a sua barra de exigência em relação aos processos de avaliação de pessoas que a empresa dispõe, assim como ao nível de capacitação de seus gestores, assumindo que ele mesmo seja um exemplo neste quesito. Caso contrário, não existirá uma referência a ser seguida.<br />
<em>Fonte: http://www.endeavor.org.br/artigos/gente-gestao/treinamento-e-desenvolvimento/avaliacao-de-pessoas-desafios-e-oportunidades</em></p>
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		<item>
		<title>A importância de as lideranças se envolverem no processo de recrutamento e seleção</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/a-importancia-de-as-liderancas-se-envolverem-no-processo-de-recrutamento-e-selecao/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 12:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
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		<category><![CDATA[recrutamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ter as melhores pessoas não é fácil, dá trabalho, então se o líder não está disposto a fazer isso, preciso de alguém que queira fazê-lo. Uma das maiores dificuldades que sempre encontrei nas organizações que conheci, seja por fazer parte&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ter as melhores pessoas não é fácil, dá trabalho, então se o líder não está disposto a fazer isso, preciso de alguém que queira fazê-lo.</strong></p>
<p>Uma das maiores dificuldades que sempre encontrei nas organizações que conheci, seja por fazer parte delas, ou mesmo ajudando em projetos de reestruturação, foi fazer com que as pessoas e equipes, líderes e mesmo sócios, enxergassem a importância de “mover” a empresa na direção de buscarem continuamente talentos humanos.</p>
<p>PreviewMuitos acreditam que esse tipo de recurso apareça inesperadamente, como num passe de mágica, acreditando que os medianos se transformem em bons profissionais, ou que aqueles com bom desempenho sejam no futuro excelente executivos. Triste ilusão, pois nada acontece sem um conhecimento profundo dessas pessoas, seja pelo que já conquistou, ou pela ambição que existe dentro do profissional.</p>
<p>Essa retórica, fica mais evidente, quando a liderança da empresa também não enxerga a necessidade da busca continua de pessoas que tenham uma ótima formação escolar, brilho nos olhos, vontade de vencer, lealdade aos princípios éticos e, principalmente coragem para enfrentar desafios e problemas.</p>
<p>Os líderes de um modo geral, gastam muito pouco tempo no recrutamento e coaching, e isso é muito compreensível, pois não é algo que todos gostem de fazer ou na maioria das vezes, acabam sendo “engolidos” na operação e acabam ficando sem tempo para essa missão fundamental. Logico que não é fácil para um líder, gastar seu precioso tempo acompanhando o desempenho do profissional, através de reuniões, sejam elas trimestrais, semestrais ou anuais, para fazer com tempo e organização a avaliação de um membro de sua equipe. E quando na maioria das vezes, arrumam tempo para isso, esquecem de passar o verdadeiro feedback, não corrigindo falhas na atuação do mesmo, ou elogiando sua boa performance.</p>
<p>Caso o CEO de uma empresa compartilhe com o que escrevo, ele mesmo terá de fazer o primeiro trabalho de seleção ou melhoria de seus líderes, engajando todos nos seguintes passos:</p>
<p><strong>1 –</strong> Ter as melhores pessoas não é fácil, dá trabalho, então se o líder não está disposto a fazer isso, preciso de alguém que queira fazê-lo;</p>
<p><strong>2 –</strong> O líder precisa de tempo para pensar em estratégia, olhar o macro, decidir projetos chaves, então se ele não tiver pessoas abaixo com talento, ele ficara a mercê da operação;</p>
<p><strong>3 –</strong> Gente boa atrai gente boa, assim como gente ruim atrai gente ruim;</p>
<p><strong>4 –</strong> Gastar muito do seu tempo na busca de excelentes pessoas, coaching e feedback contínuos, são elementos fundamentais.</p>
<p>Conheci muita gente boa, com muito talento e competência, que fracassaram em seus negócios, por não darem atenção aos pontos acima, mas também conheci gente não tão competente, que primou por essa busca e tiveram sucesso em seus negócios.</p>
<p>Por isso, minha recomendação aos líderes de empresas é que gastem tempo e energia desde a etapa da seleção de pessoas, acompanhamento do desempenho das mesmas (no mínimo semestrais), exponham essas pessoas em reuniões de trabalho, passem feedback (positivo ou negativo), e, principalmente movam as mesmas no sentido de que façam o mesmo com seus subordinados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Luiz Cláudio Nascimento é diretor da Galicia &#8211; fundo de Private Equity.</em></p>
<p><em>Fonte: endeavor.com.br</em></p>
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		<title>Os 15 comportamentos mais irritantes para se ter no trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 19:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[convivência]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta. Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria. É raro encontrar um profissional&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta.</strong></p>
<p>Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria.<br />
É raro encontrar um profissional que não tenha uma história de difícil convivência e de atitudes irritantes de colegas de trabalho.</p>
<p>Pensando nisso, EXAME.com pediu a Maria Aparecida Araújo, proprietária da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting, para citar os comportamentos que mais incomodam as pessoas no trabalho.</p>
<p>A lista é longa, confira e veja se você também não corre o risco de ser o chato do escritório:</p>
<p><strong>1 Atrasar (sempre)</strong></p>
<p>É difícil manter uma pontualidade britânica com engarrafamentos bem brasileiros para enfrentar todos os dias nos grandes centros urbanos. Mas, fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.</p>
<p>“A noção de tempo, no Brasil, de maneira geral, não é muito rígida. É mais flexível”, diz a especialista em etiqueta profissional. Mas fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.</p>
<p><strong>2 Os indiscretos e os fofoqueiros</strong></p>
<p>“Apesar de já ter ouvido pseudo-consultores dizerem que fofoca é saudável no ambiente de trabalho, porque permite que as novidades corram, geralmente só coisas depreciativas são propagadas”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>Divulgar assuntos sigilosos e fazer perguntas deselegantes ou indiscretas também são fonte de desconforto no escritório, de acordo com ela.</p>
<p><strong>3 Falar demais</strong></p>
<p>Nada mais irritante do que estar concentrado em uma atividade e ser interrompido a todo o momento pelo colega que deseja contar os seus feitos e suas histórias deste e de outros carnavais.</p>
<p>“Há pessoas que falam demais, sem se tocar que estão sendo desagradáveis”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>E quando a sua mesa é de frente para o cantinho do café, obrigando-o a conviver com as rodinhas e os animados grupos de bate papo que se formam por ali?</p>
<p>Depois da quarta rodinha em menos de 2 horas, a irritação começa a dar sinais mais claros.</p>
<p><strong>4 Conquistadores de plantão</strong></p>
<p>Roupas insinuantes, atitudes provocantes. Este tipo de comportamento, de apostar na sedução para chegar onde se quer, também é observado pela especialista como um dos que mais incomodam.</p>
<p><strong>5 Bajuladores, oportunistas, falsos e carreiristas</strong></p>
<p>Alguns apostam na bajulação como meio de subir mais rápido na carreira. Nada mais irritante do que conviver com um colega de trabalho assim.</p>
<p>Outros lançam mão de estratégias oportunistas que muitas vezes acabam em homéricas “puxadas de tapete”. “E há os vulgos traíras”, acrescenta Maria Aparecida.</p>
<p>Uma atitude bastante comum do oportunista é manter o radar ligado para os erros, dos outros, é claro. “São pessoas que ficam atentas a qualquer falha e tiram partido disso para se promover”, explica. No mundo corporativo, também não faltam histórias de apropriação indébita de ideias e iniciativas.</p>
<p>E, por fim, os carreiristas, que identificam relações internas de poder e sabem muito bem tirar proveito delas.“Sob o lema ‘os fins justificam os meios’, são pessoas que se valem de expedientes escusos para subir na carreira”, explica Maria Aparecida.</p>
<p><strong>6 Os piadistas</strong></p>
<p>Senso de humor é uma virtude celebrável, mas há sempre aqueles que “perdem a mão” e partem para brincadeiras de mau gosto ou apostam em piadas que ofendem.</p>
<p>Escatologia e preconceito lideram a lista de temas que mais incomodam. “É preciso pensar que o senso de humor varia de pessoa para pessoa”, diz Maria Aparecida. O que faz um amigo “rolar de rir no chão” pode ofender um colega de trabalho.</p>
<p><strong>7 Encher a caixa de e-mails com mensagens desnecessária</strong></p>
<p>Ainda há quem considere o e-mail corporativo uma espécie de WhatsApp do escritório. Sobrecarregar a caixa de entrada dos colegas com mensagens desnecessárias dentro e fora do expediente tira muita gente do sério.</p>
<p>“Muitas vezes pessoas que não fazem parte do contexto são incluídas nos destinatários”, diz Maria Aparecida.</p>
<p><strong>8 Sobrecarregar o olfato alheio</strong></p>
<p>Incenso, plantas aromáticas, perfumes e odores corporais acentuados incomodam o nariz alheio.</p>
<p>Alimentos com cheio forte também deveriam ser banidos da mesa de trabalho. “Cabe também às empresas prover um local adequado especificamente para refeições dos funcionários”, diz Maria Aparecida.</p>
<p><strong>9 Os barulhentos</strong></p>
<p>Ninguém quer um clima de silêncio sepulcral no escritório. Mas muito barulho por nada é irritante.</p>
<p>Em tempos de espaços amplos e coletivos de trabalho, celulares de tocam alto e insistentemente, conversas no modo viva-voz e gritaria são grandes vilões da concentração.</p>
<p>O mesmo ocorre com aqueles barulhinhos obsessivos. “Tamborilar os dedos, bater a caneta, amassar embalagens e cantar alto”, cita a especialista.</p>
<p><strong>10 Os pegajosos</strong></p>
<p>Tem gente que adora encurtar a distância física. Abraçar, beijar, apostar na proximidade ao falar são hábitos que podem ser aceitáveis para uns e desagradáveis para outros, diz a especialista.</p>
<p>Tapinha nas costas, mão ao redor do pescoço e outros tipos de toques, comuns na cultura brasileira, podem incomodar quem não está acostumado ao “calor humano”.</p>
<p><strong>11 Pegar o que é dos outros e não devolver</strong></p>
<p>Voltar de férias pode ser um pesadelo para quem convive com pessoas deste tipo. É a sua cadeira que sumiu, as canetas que desapareceram, o mouse e o teclado que foram trocados na sua ausência.</p>
<p>Pedir dinheiro emprestado e nunca devolver também é um hábito irritante. “Estar sempre sem dinheiro no happy hour, mas comer e beber deixando que os outros paguem, por exemplo”, cita a especialista.</p>
<p><strong>12 Quando adiar é o lema</strong></p>
<p>A reunião que era para hoje, mas foi ficando para amanhã e que vai ser remarcada, depois de amanhã, para a próxima semana.</p>
<p>O projeto que não sai nunca no prazo, o relatório que era para a semana passada, mas será entregue na próxima.</p>
<p>Não é só no que diz respeito aos compromissos e reuniões que o atraso incomoda. Postergar a entrega de tarefa pode prejudicar uma equipe inteira, diz Maria Aparecida, assim como fazer tudo de última hora.</p>
<p><strong>13 O sempre ausente</strong></p>
<p>Quando a ausência não justificada é um hábito, o incômodo fica evidente. Afinal, para que não haja prejuízo nos processos alguém tem que trabalhar mais para que a falta do colega não prejudique a produtividade do setor ou do departamento.</p>
<p><strong>14 O arrogante e/ou dono da verdade</strong></p>
<p>Aquele profissional que se acha o máximo e conta vantagem o tempo inteiro não passa despercebido.</p>
<p>Seu comportamento irrita a todos os que percebem os contornos da sua arrogância. “São pessoas que querem se sobressair a qualquer preço”</p>
<p>Quem insiste em ser o dono da verdade também é notado pela chatice desse comportamento, logo de cara.</p>
<p>“Interrompem as pessoas, geralmente para contradizê-las. Criticam muito, e, na maior parte das vezes, quando têm plateia”, explica Maria Aparecida.</p>
<p>Um comportamento recorrente em pessoas deste tipo é humilhar as outras pessoas, diz a especialista. “Nas reuniões multinível, humilham os colaboradores de escalão mais baixo”, diz ela.</p>
<p><strong>15 Os “caixas de Pandora” e os “profetas do Apocalipse”</strong></p>
<p>Falar apenas coisas negativas, semear discórdia, jogar uns contra os outros. Estes são as principais “atribuições” dos profissionais classificados por Maria Aparecida como “caixas de Pandora” do escritório. “São pessoas muito nocivas e que acabam com o clima interno de qualquer empresa”, explica.</p>
<p>E quem se lembra da hiena Hardy, o símbolo máximo do pessimismo imortalizado nos desenhos Hanna Barbera? “Ó vida, ó azar” é o seu bordão mais famoso. “Os Hardys do escritório são aqueles que só chegam dando notícia ruim e reclamam de tudo”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>Demissões em massa, o novo chefe que é um monstro e a iminência de falência da empresa são algumas de suas notícias preferidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
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		<title>O corpo humano dá dicas para ter boa produtividade</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2013 18:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Saber como funciona nosso organismo pode ajudar a obter maior produtividade da equipe, sem deixar, é claro, a saúde de lado. &#160; Em sua equipe, certamente você tem funcionários que rendem melhor no período da manhã e outros que alcançam&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Saber como funciona nosso organismo pode ajudar a obter maior produtividade da equipe, sem deixar, é claro, a saúde de lado.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em sua equipe, certamente você tem funcionários que rendem melhor no período da manhã e outros que alcançam o auge da produtividade à tarde (ou até na madrugada). O problema é que nem sempre é fácil identificar o relógio biológico de cada um — especialmente se a empresa obriga todos os profissionais a trabalhar dentro de determinado período.</p>
<p>Independentemente, porém, do perfil de cada pessoa, existem alguns padrões na fisiologia humana — como o famoso soninho depois do almoço — que se aplica para a maioria. E o chefe que conhece um pouco mais como funciona o corpo humano vai obter algumas vantagens na gestão de seus times — e, consequentemente, na entrega de resultados.</p>
<p>“Quanto mais você respeita os processos biológicos, melhor é para o indivíduo e para a qualidade de sua produção”, afirma José Cipolla Neto, professor de fisiologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).</p>
<p><strong>Olhos</strong></p>
<p>Quem adora apresentações em PowerPoint com muitos efeitos visuais deveria repensar o recurso. O uso de flashes pode acarretar estresse visual, atrapalhando a absorção do conteúdo. Estimular os funcionários a fazer pequenas pausas também é uma medida que previne a popular “vista cansada”, responsável pelas fortes dores de cabeça. “A cada duas horas de uso contínuo de computador, é recomendável descansar entre dez e 15 minutos”, diz Jorge Miltre, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo — Hosp.</p>
<p><strong>Boca / Cordas vocais</strong></p>
<p>Criar espaços para comunicação é uma medida que, além de demonstrar transparência na gestão, pode trazer grandes benefícios neurológicos. “Deixar as pessoas falar e escutá-las com paciência ajuda na liberação da dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer, no circuito cerebral de recompensa”, afirma Fernando Gomes Pinto, professor livre-docente de neurocirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).</p>
<p>Nem pense em agendar uma reunião ou um treinamento depois do almoço. Como o gasto energético do corpo está focado na digestão, a pessoa sente sonolência. “As refeições mais completas têm uma carga proteica e de gordura maior, o que deixa o processo de digestão lento, causando sensação de sono e dificultando o raciocínio”, afirma Cylmara Gargalak Aziz, gastropediatra do Hospital São Luiz em São Paulo.</p>
<p>Por outro lado, também não é indicado marcar a atividade quando o estômago está vazio. O ideal é priorizar as primeiras horas do dia — sem esquecer, é claro, das comidinhas leves ao longo do expediente. “Quem faz grandes intervalos entre as refeições corre o risco de sentir dor de estômago, o que pode evoluir para uma gastrite”, diz Sonia Trecco, nutricionista-chefe do Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo.</p>
<p><strong>Cérebro</strong></p>
<p>De manhã, o corpo sofre um aumento do nível dos hormônios responsáveis por oferecer energia e vitalidade, como o cortisol e a insulina. “Eles vão diminuindo com o passar das horas, por isso muitas pessoas sentem menos disposição no período da tarde”, diz Osmar Monte, endocrinologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Por esse motivo, é recomendável agendar reuniões nas primeiras horas do expediente.</p>
<p>E nada de encontros demorados, porque a maioria é capaz de manter a atenção até aproximadamente 50 minutos. Nos treinamentos, o ideal é que o RH crie situações em que os participantes vivenciem o conteúdo apresentado. “O sistema nervoso aprende por acerto e erro”, diz Carla Tieppo, pesquisadora na área de neurociências. “Se a pessoa recebe informações, mas não as coloca em prática, elas serão esquecidas.”</p>
<p><strong>Coluna</strong></p>
<p>As dores nas costas costumam ser uma das principais vilãs do absenteísmo nas empresas. Isso porque é comum no ambiente de trabalho o funcionário permanecer um longo tempo na mesma posição, em pé ou sentado. “A dica é fazer alterações sutis de movimento para evitar a sobrecarga da região lombar”, afirma Elder Camacho, fisioterapeuta-chefe da equipe Equilíbrio Fit &amp; Fisio, clínica especializada em coluna, em São Paulo. No intervalo de 50 minutos a duas horas, também se recomenda circular pelo escritório não só para relaxar a mente mas também para aliviar a tensão do corpo.</p>
<p><strong>Útero</strong></p>
<p>Não é machismo, mas as mulheres costumam ser emocionalmente mais sensíveis do que os homens. Quando estão no período de tensão pré-menstrual, essa característica fica mais acentuada, pois aumenta o nível de estrogênio e progesterona. Além disso, a taxa de serotonina, neurotransmissor relacionado à regulação do humor, é menor no sexo feminino. Já que você não vai saber exatamente quando suas funcionárias estão nessa fase, é melhor reservar as conversas delicadas para a manhã. “O melhor horário para discutir um assunto difícil é entre 10 e 13 horas, quando o nível de serotonina ainda é alto”, afirma o ginecologista e obstetra Eliezer Berenstein.</p>
<p><strong>Músculos</strong></p>
<p>A ginástica laboral é uma prática disseminada em várias empresas e deve ser feita, preferencialmente, no período da manhã e no fim do dia. Um exercício de 15 minutos já é suficiente. O mais importante, no entanto, é realizar séries de alongamento específicas para cada grupo. “Quem passa muito tempo em pé pode desenvolver problemas vasculares, por isso a atividade deve ser direcionada para as pernas”, diz o fisioterapeuta Elder Camacho.</p>
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		<title>Um novo modelo de gestão de pessoas</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/06/um-novo-modelo-de-gestao-de-pessoas/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 18:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio. O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio.</strong></p>
<p>O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com tudo pago pelo seu chefe? Ou se, no fim do ano, todos seus colegas de trabalho ficassem ansiosos para uma viagem coletiva à Disney? Para as empresas mais tradicionais, esse tipo de coisa parece fora de cogitação. Mas, na Acesso Digital, especializada em digitalização e organização de documentos, esses programas fazem parte do DNA do negócio: fundada pelo Empreendedor Endeavor Diego Martins, a empresa é reconhecida por ser um dos melhores lugares para se trabalhar no setor de tecnologia.</p>
<p>“A gente quer que as pessoas sejam felizes aqui”, conta Diego. Desde 2011, ele criou uma cultura que gira em torno de inúmeros programas de engajamento de funcionários. Hoje, a Acesso Digital é a segunda melhor empresa de tecnologia para se trabalhar no Brasil, atrás apenas do Google – uma grande inspiração para Diego – e à frente da Microsoft.</p>
<p>O sucesso no ambiente de trabalho rendeu certa fama e inspirou outras organizações. “Nós nunca tivemos isso como objetivo. Quando a gente conseguiu ser reconhecido, até mais do que empresas americanas, sentimos o maior orgulho possível. Um orgulho inesperado até”, acrescenta. Neste caso, para ele, não existe concorrência: Diego quer mais é que seu modelo seja copiado por cada vez mais empresas.</p>
<p>“Começamos a ser reconhecidos e várias passaram a se inspirar com a Acesso. Era engraçado que algumas pessoas tinham vergonha de dizer que estavam nos copiando. Ano passado, após uma palestra sobre gestão de pessoas, um pessoal veio falar comigo depois da apresentação, todo sem jeito, contando que copiaram um dos programas que levam os funcionários à Disney. Perguntaram se eu não ficava bravo por isso. Mas é claro que não!”, garante.</p>
<p>O propósito de Diego não é apenas uma forma de deixar o trabalho mais leve, mas também uma maneira de motivar sua equipe, uma estratégia para conquistar seus objetivos. “A essência de tudo é transformar a vida desses indivíduos. E, com toda certeza, essas pessoas entregam muito mais, com muito mais vontade do que fariam se estivesse em outra situação, em outro ambiente.”</p>
<p>A Acesso Digital é uma empresa Endeavor desde 2011 e, desde então, tem mirado cada vez mais alto no mercado de TI brasileiro, sem se esquecer de um de seus principais diferenciais. “O nosso sonho grande é conseguir ser muito grande no mercado de tecnologia a ponto de faturar um bilhão e estar entre as melhores de TI, é claro. Mas, acima de tudo, queremos provar que dá pra fazer de forma diferente. Apostamos muito na forma como lidar com pessoas e estamos chegando lá assim.”</p>
<p><strong>Conheça alguns dos programas de engajamento da Acesso Digital:</strong></p>
<p><strong>1001 Ideias</strong>: Um banco de ideias que premia as melhores. Alguns temas como fidelização de clientes, melhorias nos processos e redução de custos em processos são lançados para provocar a criatividade dos funcionários. Para contribuir, eles preenchem um formulário descrevendo a ideia em detalhes – custos e resultados esperados. O autor da melhor sugestão, escolhido pelos diretores, ganha R$ 1.001.</p>
<p><strong>Ser Aventureiro</strong>: Programa voltado para quem gosta de esportes radicais. A cada dois meses, cinco funcionários são sorteados no Encontro de Equipe para participar de uma das três atividades propostas (salto de paraquedas, rafting, passeio de balão, entre outros). O evento ocorre no período de trabalho e todas as despesas são pagas pela Acesso Digital.</p>
<p><strong>Ser Global</strong>: A cada seis meses, três profissionais são escolhidos para estudar inglês, e têm chance de fazer um intercâmbio de um mês em Boston, nos Estados Unidos. O processo de seleção é a partir de redações avaliadas pelos líderes, que não têm ciência de seus autores durante a correção. Para conseguir o intercâmbio pago pela Acesso Digital, o funcionário precisa frequentar as aulas e atingir uma pontuação mínima no exame final do curso.</p>
<p><strong>Clube do Bolinha e da Luluzinha</strong>: O primeiro é o happy hour dos homens da empresa, geralmente um churrasco com futebol. No Clube da Luluzinha, a mesma proposta é voltada para as mulheres: aulas de dança, patinação no gelo ou jantare<br />
<em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Crescendo com um time bem treinado</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/06/crescendo-com-um-time-bem-treinado/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 17:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[treinamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Tudo começa com a identificação daqueles que vão transmitir melhor a cultura e as práticas da empresa. Mas como dar continuidade a esse processo na fase de rápido crescimento? Para termos uma equipe de alta performance, sobretudo na fase em&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tudo começa com a identificação daqueles que vão transmitir melhor a cultura e as práticas da empresa. Mas como dar continuidade a esse processo na fase de rápido crescimento?</strong><br />
Para termos uma equipe de alta performance, sobretudo na fase em que a empresa está crescendo de modo acelerado, além de selecionar bem, temos que ter o apoio maciço dos nossos melhores funcionários para que sejam os nossos treinadores internos. Em outras palavras, os “coaches” que nos ajudarão a multiplicar as melhores práticas e atitudes dentro da organização, criando um ambiente de aprendizagem coletiva.</p>
<p>Para tanto, temos que identificá-los, conscientizá-los da importância estratégica do seu papel, criar condições para que possam treinar os demais, repassando seus conhecimentos e sua experiência, reconhecê-los e valorizá-los por estas ações.</p>
<p>Esta estratégia é a mais simples, a mais eficaz e a mais econômica, e vem sendo adotada por muitas empresas de sucesso.</p>
<p><strong>Como funciona?</strong> Suponhamos que você tenha um recém admitido na sua empresa. Você poderia escolher o melhor funcionário daquele setor, pedir sua ajuda para treinar o novato, explicar como a contribuição seria importante e combinar o esquema geral: primeiro a atuação seria tipo “projeto sombra” (quando o treinador faz e o outro observa), em seguida seria o esquema “professor de auto-escola” (quando o novato faz e o treinador acompanha, monitora e dá feedbacks) e finalmente a fase final (quando o treinador dá autonomia e só entra quando o treinando solicita). Claro que é fundamental, também, não esquecer de fazer o “marketing” do treinador para o novo funcionário (frisar a competência dele e o quanto poderá ensiná-lo naquele período). Neste processo você treina duas pessoas ao mesmo tempo (o novato ao adquirir conhecimentos, skills e habilidades e o treinador, ao aprimorar sua liderança).</p>
<p>Além de escolher as pessoas certas para treinar o time, é importante também que saibamos que 70% dos treinamentos devem ser “on the job” (as pessoas aprendem fazendo!), 20% devem ser cursos e palestras (presenciais ou virtuais) e 10% devem contemplar outras ações (esportes, viagens, leituras, trabalhos voluntários, etc).</p>
<p>E o que é treinamento “on the job”? É o treinamento prático no dia a dia. Engloba fazer junto, substituir em férias, ser designado para projetos, participar em reuniões, estagiar em outras áreas ou unidades, visitar fornecedores ou clientes, dar treinamentos internos, etc.</p>
<p>Para os cursos e palestras, podemos convidar os funcionários (eles podem repassar o conteúdo de um curso externo que tenham feito) ou convidados externos.</p>
<p>Crie uma “sessão pipoca” em sua empresa para discutir filmes e vídeos, seguidos de discussão, perguntas e insights. Vocês podem utilizar vídeos de empresas especializadas, do Youtube, do TED Talks ou da própria videoteca da Endeavor (tem centenas de palestras interessantíssimas sobre Estratégia, Gente, Marketing, Motivação, etc).</p>
<p>E, finalmente, não se esqueça de frisar constantemente a importância de cada pessoa do time ser o agente central do seu próprio autodesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>3 passos para a contratação!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/3-passos-para-a-contratacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 20:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista online]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[perfil profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Por mais contraditório que pareça, o segredo para uma seleção mais rápida está em percorrer cuidadosamente cada etapa do processo. O início do ano é um momento em que muitas empresas estão concentradas em selecionar e recrutar novas pessoas, ao&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por mais contraditório que pareça, o segredo para uma seleção mais rápida está em percorrer cuidadosamente cada etapa do processo.</strong><br />
O início do ano é um momento em que muitas empresas estão concentradas em selecionar e recrutar novas pessoas, ao mesmo tempo em que precisam entregar os primeiros resultados das metas estabelecidas no planejamento. Isso pode culminar em um processo malsucedido, que invariavelmente resulta em contratações equivocadas, demissões precoces e perda de tempo.</p>
<p>Pensando nisso, conversamos com Paulo Mendes, sócio-fundador da 2GET, empresa especializada em recrutamento de executivos, diretores e outras posições de liderança, sobre as etapas fundamentais de seleção e contratação, a fim de assegurar um processo mais eficiente em qualquer empresa, para qualquer vaga.</p>
<p><strong>Estruturando um processo</strong></p>
<p>Antes de qualquer coisa, passe um pente fino na vaga que está aberta. “É necessário definir o que você precisa. Nenhum processo de recrutamento é bem feito sem essa definição clara: qual é o perfil, as competências e as necessidades da empresa”, explica o empreendedor.</p>
<p>Depois, Paulo recomenda partir para um trabalho de definição dos setores a serem mapeados, perfis profissionais que tenham aderência ao que você busca. Feito isso, a etapa seguinte é geralmente a entrevista, com alerta para os filtros que devem ser feitos pelos analisadores.</p>
<p>“Esse filtro deve selecionar os finalistas – não mais que três – que realmente devem ser entrevistados e validados por todas as áreas que manterão relacionamento com eles no futuro. Uma vez aprovado o candidato ideal, é necessária uma checagem de referências completas do profissional, além de uma avaliação comportamental e psicológica, para minimizar erros possíveis.”</p>
<p><strong>Não pule nenhuma etapa</strong></p>
<p>Por mais que a sua empresa esteja com pressa para preencher determinada vaga, Paulo garante que atravessar etapas não é nem um pouco recomendável. “O segredo é contratar lentamente e, caso necessário, demitir rápido quem não consegue performar ou não se identifica com a cultura da empresa”, diz. “O processo pode ser rápido e bem sucedido, desde que não pule etapas.”</p>
<p><strong>Cultura é o que importa</strong></p>
<p>O principal aspecto a ser considerado no recrutamento não é o currículo, as competências ou experiências profissionais. Para o empreendedor da 2GET, a cultura e o perfil do candidato valem mais do que qualquer outra coisa.</p>
<p>“Não adianta ter pessoas muito boas tecnicamente se elas não respiram a cultura da empresa, não têm o seu DNA”, garante o especialista. Outro fator importante é alinhar as competências entre os analisadores, visto que não adianta contratar alguém com um ótimo currículo, mas que não tenha uma vaga e uma função bem definidas.</p>
<p>“Defina muito bem as competências técnicas e comportamentais exigidas antes de buscar o profissional. Já vimos empresas onde, ao perguntarmos para três diretores, em momentos separados, o que buscam em um profissional, recebemos respostas completamente diferentes. <strong>Ou seja: se as próprias lideranças não sabem o que buscar, o trabalho de contratação fica muito mais complicado”, finaliza.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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		<title>Como engajar a equipe da sua empresa</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/03/como-engajar-a-equipe-da-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 19:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[interação]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Manter as pessoas engajadas não é uma tarefa simples aos empreendedores. &#160; Manter uma equipe considerada de alto desempenho não é uma tarefa fácil para as empresas, principalmente se considerarmos que a competitividade é grande, temos problemas para contratar profissionais&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Manter as pessoas engajadas não é uma tarefa simples aos empreendedores.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manter uma equipe considerada de alto desempenho não é uma tarefa fácil para as empresas, principalmente se considerarmos que a competitividade é grande, temos problemas para contratar profissionais qualificados e vivemos em uma sociedade onde o imediatismo e a ansiedade ocupam cada vez espaço no nosso dia a dia.</p>
<p>As estatísticas apontam que o percentual de profissionais engajados com suas atividades é muito baixo. As organizações deveriam contar com toda a energia dos seus empregados. Entretanto, a falta de uma liderança efetiva vinda do empreendedor dificulta este resultado. Faço questão de ressaltar que desempenho baixo é de responsabilidade exclusiva da liderança.</p>
<p>A liderança deve estar alinhada em todos os níveis da organização, do estratégico ao operacional. É fundamental que a cultura da organização privilegie a unidade no que se refere à importância e aos propósitos da liderança.</p>
<p>Algumas razões provocam o baixo engajamento da equipe. Fique atento aos seus colaboradores. A falta de conhecimento sobre visão, missão, valores, propósitos, objetivos e metas da empresa prejudicam o engajamento.</p>
<p>A qualidade da liderança, a ineficiência dos canais de comunicação, a falta de oportunidade para o desenvolvimento e crescimento profissional e a incompatibilidade entre os objetivos individuais e os organizacionais também precisam ser revistas quando falta engajamento.<br />
<em>Fonte: Exame.com</em></p>
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		<title>Incentivando a Inovação: Como Energizar seu Time</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 19:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[notivação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Inovação é um tema recorrente e de fórmula ‘desconhecida’. Como algumas empresas conseguem criar um DNA de inovação e outras padecem à margem da tentativa? Sem tentar responder a todas as facetas dela, vou tentar trazer alguma luz às boas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Inovação é um tema recorrente e de fórmula ‘desconhecida’. Como algumas empresas conseguem criar um DNA de inovação e outras padecem à margem da tentativa? Sem tentar responder a todas as facetas dela, vou tentar trazer alguma luz às boas práticas de incentivo à inovação entre os funcionários.</p>
<p>Claro que a remuneração financeira, como bônus e stock options, são elementos importantes no alinhamento dos colaboradores com as metas globais da empresa, mas não são suficientes na criação de um ambiente de criatividade e inovação. Por vezes até, incentivos financeiros muito focados no curto prazo prestam um desserviço à inovação e à saúde da empresa no longo prazo.</p>
<p>Fundamental, então, é a criação de um ambiente positivo, que estimule a geração de novas idéias, sem penalizações por conceitos absurdos. O time, como um todo, deve se sentir co-criador e dono da empresa ou produto, responsável pelo seu sucesso ou fracasso e candidatos a receber a glória pela superação das expectativas no mercado.</p>
<p>Agora, como fazer isso? Na minha experiência, é tudo questão de cultura e atitude, muito determinada pelas ações e postura dos ‘chefes’. Aqui cabe a diferenciação entre o líder e o gerente. O líder estimula a inovação, trazendo sua visão e incentivando, energizando e inspirando seu time, enquanto o gerente tende a mandar fazer do jeito dele. Ou seja, a postura do gerente é um inibidor natural à criação.</p>
<p>Portanto, na próxima vez que você estiver tocando uma reunião, analise um pouco sua postura:</p>
<p>• Criei um ambiente positivo e não ameaçador para novas ideias?</p>
<p>• Fui como um líder ou um gerente?</p>
<p>• Estimulei, energizei, inspirei aos colaboradores em compartilhar a visão da empresa?</p>
<p>• Consegui deixar a sensação do projeto ser de todos e não só minha?</p>
<p>• Tenho sido um catalisador ou inibidor da inovação?</p>
<p>Aproveito para deixar um pensamento que levo comigo. O gerente tenta segurar a sua cadeira e seu título na empresa, se sentindo ameaçado que tomem seu lugar. O líder vive para tornar sua posição obsoleta, dando espaço para o crescimento de sua equipe e assim, naturalmente, ser alçado pelo seu time à busca de novos voos.</p>
<p>André Bianchi Monte-Raso é especialista em estratégia, start-ups e desenvolvimento de negócio, consultor de grandes grupos de mídia, tecnologia e Telecom, e também escreveu sobre inovação em Startups Vs. Gigantes.<br />
Fonte: Endeavor Brasil</p>
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