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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; diferencial</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Dê ao menos um passo por dia</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 13:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Certamente você sabe que Empreendedorismo originou-se da palavra francesa Entrepreneur, que significava “Aquele que incentivava as brigas”. Todo empreendedor é por natureza um provocador desde sempre. Pró-vocar é chamar para si; é trazer para si toda e qualquer responsabilidade. Para&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente você sabe que Empreendedorismo originou-se da palavra francesa <em>Entrepreneur</em>, que significava “Aquele que incentivava as brigas”. Todo empreendedor é por natureza um provocador desde sempre.</p>
<p>Pró-vocar é chamar para si; é trazer para si toda e qualquer responsabilidade. Para ser empreendedor é preciso, sobretudo, de coragem. Não só coragem, mas muita coragem.</p>
<p>Vivemos em uma sociedade que vive na média. A grande maioria das pessoas não ousa sonhar, não ousa buscar coisas grandiosas para si, para sua família e para o seu país. Vivem confortáveis em seus quadrados, onde não arriscam, não sonham e não conhecem o gosto da vitória ou da derrota.</p>
<p>Já o coração do empreendedor pulsa diferente; o sangue que corre nas veias do empreendedor não é o mesmo de uma pessoa comum. A verdade é que o empreendedor não é uma pessoa comum!</p>
<p>Para que um bom lutador vença sua luta é preciso, antes, que ele invista muito em treinamento e é exatamente nesse ponto que os empreendedores brasileiros pecam. Não sabemos dar a devida importância aos treinamentos.</p>
<p>Pensamos nós que basta abrir as portas do empreendimento e o dinheiro passará a jorrar como se tivéssemos descoberto petróleo no quintal de nossa casa. O resultado do pouco conhecimento é a falência.</p>
<p>Sendo assim, meu caro empreendedor, invista tempo, tempo, tempo e cada vez mais tempo para aprender com os grandes empreendedores brasileiros que já obtiveram sucesso em seus negócios (creia-me: temos muitos exemplos).</p>
<p>Nunca se esqueça de dar ao menos um passo por dia rumo à concretização do seu sonho, faça sol, faça chuva, esteja alegre, esteja triste: dê ao menos um passo por dia.</p>
<p>Siga firme na briga! Não se desespere! Prossiga! Provoque! A vitória é uma questão de tempo para aqueles que sabem dar valor à importância do treinamento. Seja forte e vença!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Éber Sander</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Como encantar os clientes em 7 passos</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 18:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Mike Donnelly, consultor do Disney Institute, traz 25 anos de experiência no Walt Disney Word e mostra como aplicar a magia e o encantamento dos parques de Orlando no dia a dia das empresas. Segundo Donnelly, o encantamento tem a ver com a conexão emocional criada entre o negócio e o cliente – e isso pode trazer mais retornos financeiros para a empresa do que imaginam os gestores. Ele esteve em Curitiba (PR) para um encontro com empresários paranaenses, na última quarta-feira, 30, na Universidade Positivo (UP).<br />
O consultor americano explica que todo o processo de encantamento começa dentro da organização. “Equipe feliz se traduz em clientes felizes”, diz. Mas isso não é nenhum segredo. Aliás, todas as dicas de Donnelly parecem muito simples e fáceis de serem aplicadas nas empresas. Mas não são. “Mais de 50% das reclamações dos clientes em SACs e redes sociais são relacionadas ao atendimento”, afirma a coordenadora do Laboratório de Serviços da Escola de Comunicação e Negócios da UP, Carolina Parolin.</p>
<p>Então, por que 10 em cada 10 pessoas que vão à Disney ficam satisfeitas e, mais que isso, encantadas? Donnelly conta que 7 a cada 10 pessoas que estão, neste momento, num parque da Disney, já estiveram lá antes. Para o consultor, o processo começa na liderança e depende muito da gestão de pessoas na organização. Segundo ele, o encantamento pode ser resumido em sete passos:</p>
<p><strong>1 – Cadeia de Lealdade</strong> – desenvolvida na Escola de Negócios de Harvard e implantada no Instituto Disney, a Cadeia de Lealdade estuda alguns processos que devem ser seguidos na seguinte ordem: qualidade no serviço interno (cultura organizacional); satisfação dos funcionários; retenção da equipe; produtividade; qualidade do serviço externo; satisfação dos clientes; valor superior ao cliente;<br />
receita, crescimento e rentabilidade; valor aos acionistas. Essa cadeia deve ser priorizada exatamente nessa ordem. “Se o lucro for priorizado sobre a satisfação dos funcionários ou dos clientes, a cadeia é quebrada”, afirma Donnelly.</p>
<p><strong>2 – O crachá é obrigatório</strong> – todos os funcionários da Disney possuem um crachá com o nome (em letras grandes) e a cidade de onde veio. Isso, segundo Donnelly, é uma forma de gerar uma conexão emocional com o público. “Quanto mais informações pessoais o crachá trouxer, mais conexões pode gerar”, diz.</p>
<p><strong>3 – O poder da história</strong> – a história da empresa deve ser contada, pois ela é a principal conexão emocional com todos os públicos, internos e externos. Como a organização foi criada? Quais as dificuldades que enfrentou? Por que está viva até hoje? Como foi o crescimento? Toda empresa tem fatos curiosos que podem servir de conexões emocionais entre funcionários e também com os clientes.</p>
<p><strong>4 – A liderança reativa é tardia</strong> – o líder nunca deve esperar para agir. Segundo o consultor, a atuação sempre reativa dá espaço para suposições – tanto dos clientes, quanto dos funcionários. “O líder deve ser proativo, sem deixar vácuos a serem preenchidos”, ressalta. Isso se consegue com informações claras e respostas prontas para as perguntas que ainda não apareceram.</p>
<p><strong>5 &#8211; Cuidado com o declínio gradual</strong> – não há nada mais ameaçador para uma empresa que o declínio gradual – aquele que o gestor não percebe. “O ataque rápido e fulminante pode acabar com uma empresa, mas o declínio gradual – aquele que leva anos – é lento e dolorido”, afirma o consultor.</p>
<p><strong>6 – Propósito comum</strong> – um objetivo comum de toda a empresa deve transcender as tarefas individuais. “Se for necessário parar o que está fazendo ou mudar a rota para atingir o objetivo comum, o funcionário deve estar pronto para fazê-lo”, diz Donnelly. “As pessoas de uma empresa devem caminhar numa mesma direção”, acrescenta.</p>
<p><strong>7 – Comunicação clara do propósito</strong> – não basta ter um propósito único e forte na organização (o da Disney, por exemplo, é “fazer pessoas felizes”). Como atingir esse objetivo é o grande desafio das empresas. “O funcionário, muitas vezes, até decorou o que está escrito em letras bonitas no quadro da recepção, mas não faz ideia de como ele pode ajudar a empresa a atingir esse objetivo”, explica Donnelly. É muito importante que os colaboradores tenham certa liberdade e autonomia para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Você sabe qual é o valor de sua marca pessoal?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 19:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar o que grandes líderes e empresários possuem em comum? Você já reparou como algumas pessoas passam confiança, credibilidade e como possuem uma comunicação assertiva, disposição para ajudar e para resolver qualquer problema?</p>
<p>Todas essas pessoas possuem em comum a marca pessoal forte e positiva, que as coloca em destaque. Essas pessoas se tornam altamente atrativas para o mercado.</p>
<p>Para ajudar você, preparei algumas perguntas que lhe auxiliarão a definir ou avaliar o seu posicionamento.</p>
<p><strong>Você sabe quais são os seus talentos?</strong></p>
<p>Segundo Marcus Buckingham, os talentos que você possui são padrões recorrentes. Os talentos são as aptidões e a capacidade natural que te fazem ser uma pessoa única. Por isso, as técnicas que você possui hoje determinam o que você pode fazer, enquanto que seus talentos revelam algo muito mais importante, ou seja, com qual qualidade e com que frequência você faz. Para descobrir quais são os seus talentos, monitore suas reações espontâneas e imediatas diante de situações com as quais você se depara.</p>
<p>Segue, abaixo, uma relação de talentos para lhe ajudar:</p>
<p>Adapitalidade, analitico, ativação, auto-afirmação, carisma, comando, competição, comunicação, conexão, contexto, crença, desenvolvimento, disciplina, empatia, estudioso, excelência, foco, futurista, harmonia, inativo, imparcialidade, inclusão, individualização, input, intelecção, organização, pensamentos estratégicos, positivo, prudência, realização, relacionamento, responsabilidade, restauração, significância.</p>
<p><strong>Agora é a sua vez.</strong> Anote em uma folha 10 talentos que você possui. Depois que escolher os 10 talentos escolha os cincos talentos que no seu modo de ver são os mais fortes. Dentre esses 5 talentos qual é o seu maior talento, segundo a sua percepção?</p>
<p><strong>Quais são as transformações que você pode trazer para a vida das pessoas através dos seus talentos?</strong></p>
<p><strong>O que lhe torna especial, único? </strong></p>
<p><strong>Qual é o seu diferencial no mercado em que atua?</strong></p>
<p><strong>Qual é o seu maior potencial? </strong></p>
<p><strong>J</strong><strong>á se perguntou porque e para que as pessoas lhe procuram?</strong></p>
<p>As respostas fornecidas por você norteiam a essência da sua marca pessoal. As perguntas a princípio podem parecer simples mas são profundas. Tente respondê-las com tempo para dedicar ao seu desenvolvimento pessoal e anote-as em um caderno. Você perceberá o quanto você descobrirá sobre si mesmo.</p>
<p>Marca Pessoal é fundamental para a prática do marketing pessoal. Se você não encontrou ainda algo que o diferencie de seus concorrentes, ou algo que o torne reconhecido no mercado em que atua, ou que deseja atuar, saiba que é possível. Você Precisa analisar suas potencialidades, seus talentos, seus pontos fortes e investir naquilo que o diferencie e que o torne único.</p>
<p><strong>Você quer subir a escada do sucesso?</strong></p>
<p>Você precisa de personal branding que é a gestão dessa marca em todos os aspectos.</p>
<p>Todos temos uma marca pessoal e por isso é necessário compreender a nossa promessa única de valor. Vivemos na época de grandes e constantes mudanças, estamos vivendo na era de tendências globais.</p>
<p>O profissional que se destaca atualmente é o profissional bem informado, que busca se desenvolver continuamente, comunicativo, resiliente e decidido a fazer as escolhas certas, as empresas por outro lado procuram e valorizam profissionais alinhados com esse novo momento e que possam responder a todas as mudanças sem se deixar abater, por isso o desenvolvimento da inteligência emocional é importante.</p>
<p>O gerenciamento da marca pessoal é para todo profissional que quer se destacar no mercado atual, mercado esse que trás atualmente inseguranças, incertezas para alguns e que apenas aqueles que realizam a boa gestão da carreira, do seu desenvolvimento pessoal e profissional, conseguem encontrar lugar de destaque. O mercado quer encontrar talentos, habilidades e competências diferenciadas.</p>
<p>É nesta linha de raciocínio que o personal branding é fundamental, pois ajudar o profissional se diferenciar dos demais, ajuda na construção da melhor versão. Se pensarmos em nós mesmos como uma marca, é possível fazer um trabalho de gestão e administração com eficiência .</p>
<p>O valor está na diferença e saiba que a sua imagem pessoal é apenas uma parte importante desse processo, pois se você quiser de verdade vencer como um profissional e ser uma marca de valor, precisa pensar como uma empresa pensa, você deve pensar em em si mesmo como um produto que está na prateleira e precisa de destaque para ser notado e comprado.</p>
<p>A metodologia Personal Branding, é uma forma de clarificar e comunicar o que nos faz diferentes e especiais, de compreender os nossos atributos únicos e de comunicar claramente a nossa promessa de valor única.</p>
<p>Uma marca pessoal são os valores, as competências, os talentos que possuímos, como os outros nos vêem, como nos percebem. Isso tudo influencia na sua vida pessoal e profissional. <strong>Invista em você, invista na sua marca pessoal.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Andreia Paoliello</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Dedicação e resultado: o segredo para o sucesso profissional</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/dedicacao-e-resultado-o-segredo-para-o-sucesso-profissional/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 19:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora surge, com força, a falta de credibilidade da população, junto com uma descrença de como será o futuro da economia nos próximos cinco anos. Todo mundo está se virando no que pode.</p>
<p>A queda no lucro das empresas acarreta redução de arrecadação e menos investimentos. Preços de aluguéis estão caindo e estamos vendo cada vez mais empresas fechando e imóveis vazios. A crise está aí, e a percepção de muita gente é que antes de melhorar, ainda vai piorar muito.</p>
<p>Não adianta ficar só reclamando de tudo e não agir concretamente para mudar a sua própria realidade. No campo de desenvolvimento pessoal , por exemplo, há aulas/palestras no Youtube (ex.: Endeavor Brasil, TV Educação Financeira, etc.) e excelentes cursos gratuitos (ex.: SENAC, SEBRAE, etc) na internet, que podem ser feitos de sua casa em qualquer horário. Por incrível que pareça quem mais precisa dessas capacitações fica perdendo tempo precioso em redes sociais e não busca aumentar suas competências profissionais com esses cursos, o que pode levar a concretas oportunidades de crescimento.</p>
<p>Penso que algo que muita gente pode (e deve) rever é a falta de compromisso na &#8220;entrega de resultados&#8221;. Não busque apenas cumprir o mínimo, busque a excelência, pois o que está em jogo é o seu futuro. Esse pensamento permeia a vida das pessoas que dedicam-se a projetos e obtém sucesso, financeiro, inclusive. As pessoas que não se esforçam ao que estão fazendo, não controlam, não medem, não buscam ultrapassar metas, acabam sendo deixadas num segundo plano pelas empresas.</p>
<p>É importante que você tenha uma meta e se dedique a isso. Muitas pessoas vão para o trabalho, ficam penduradas em redes sociais, atendem mal os clientes, não são dedicadas na hora de fechar uma venda, são pouco colaborativas, dificultam o ambiente de trabalho e depois reclamam que a vida lhe é injusta. Deixe de se fazer de coitado! Não há como você colher aquilo que não plantou, esperando algo bom, se o trabalho realizado não foi bom.</p>
<p>Reveja seu comportamento e busque &#8220;entregar resultados&#8221; em tudo o que se dedica. Há muita gente procurando emprego e oportunidade de crescimento, mas poucos buscam se esforçar (de verdade) a fim de entregar resultados para quem está pagando a conta. Destaque-se da massa fazendo suas atividades com zelo e eficácia. Quem tem uma vida profissional com entrega de resultados se destaca sempre. Para essas pessoas, as chances de recolocação profissional são sempre maiores e as oportunidades estão sempre se renovando.</p>
<p>Tenha isso como meta na sua vida: entregar resultados! Seja consistente nisso e seu valor será reconhecido e você terá acesso às melhores oportunidades, mesmo em momentos de crise. E lembre-se do ditado popular: &#8220;enquanto uns choram, outros vendem lenços&#8221;. Não deixe que a crise faça você chorar, capacite-se, entregue resultados e adote posturas vencedoras. Seu futuro vai agradecer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Lélio Braga Calhau &#8211; Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast &#8220;Educação Financeira para Todos&#8221;</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>9 dicas simples de comunicação no ambiente de trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 19:55:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O profissional pode ser um gênio em sua área, extremamente competente e preparado, cheio de ideias e capaz de executar as mais complexas tarefas ou projetos. Mas se não souber se comunicar, tanto entender o que é pedido como transmitir tudo&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/9-dicas-simples-de-comunicacao-no-ambiente-de-trabalho/">9 dicas simples de comunicação no ambiente de trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O profissional pode ser um gênio em sua área, extremamente competente e preparado, cheio de ideias e capaz de executar as mais complexas tarefas ou projetos. Mas se não souber se comunicar, tanto entender o que é pedido como transmitir tudo o que sabe, planeja ou fez, de nada adiantarão seus esforços, habilidades e competências.</p>
<p>A inabilidade de comunicação no ambiente de trabalho fará com que este profissional não seja reconhecido e, mais que isso, não conseguirá desempenhar corretamente suas atividades, tornando-se improdutivo.</p>
<p>No caso do líder, a comunicação no ambiente de trabalho se torna ainda mais importante. É impossível liderar sem se comunicar no ambiente corporativo da forma correta.</p>
<p>E chega a ser irônico, nos dias de hoje, com tantas ferramentas de comunicação e tecnologias de compartilhamento da informação, que as pessoas tenham dificuldade de se comunicarem no ambiente de trabalho. Isso acontece exatamente pelo vício em usar essas facilidades digitais como “muletas” que muitas vezes são usadas para postergar respostas e evitar o contato pessoal.</p>
<p>Para agilizar o processo de comunicação que é tão importante, a Agendor disponibilizou 9 dicas para você melhorar a comunicação com seus colegas, gestores, superiores ou equipe.</p>
<p><strong>Como se comunicar no local de trabalho:</strong><br />
<strong>1.</strong> <strong>Lembre-se: não é o que você diz que importa, mas o que o outro “ouve”</strong><br />
Isto é, o que ele entende. Tente buscar um feedback sobre o que o outro entendeu, com uma pergunta de fechamento que resuma sua mensagem.</p>
<p><strong>2. Escolha o canal correto</strong><br />
Será que um e-mail é a melhor maneira de discutir determinado assunto? Já pensou em usar menos o e-mail e, às vezes, falar pessoalmente com as pessoas? Se achar necessário “documentar” o que foi acordado, envie um e-mail começando com estas palavras: “Conforme nossa conversa de hoje, decidimos que…”.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>Uma imagem vale mais que mil palavras</strong><br />
Muitas pessoas confiam excessivamente no poder de persuasão de seu discurso. Sempre que tiver que fazer uma apresentação para um grupo, use um editor do tipo Power Point e não se restrinja a textos, use imagens que ilustrem suas boas ideias.</p>
<p><strong>4.</strong> <strong>Não fale desnecessariamente</strong><br />
Muitas pessoas acham que tem que se destacar em reuniões falando algo, qualquer coisa que seja, e acabam pagando aquele mico… Se o quer for dizer não vai acrescentar nada, fique calado. Só as boas ideias destacam realmente as pessoas.</p>
<p><strong>5.</strong> <strong>Não se cale desnecessariamente</strong><br />
Da mesma forma, se acha que vai acrescentar algo relevante à discussão, exponha suas ideias com clareza e assertividade.</p>
<p><strong>6.</strong> <strong>Para cada perfil, um tipo de discurso</strong><br />
Conforme for conhecendo melhor os membros de sua equipe, colegas e superior, perceba que tipo de discurso os convence melhor. Existem pessoas que precisam ver imagens, outras necessitam de dados comprovados e gráficos, há aqueles que se encantam e emocionam. Ajuste suas mensagens: fale “aquilo” que os outros querem ouvir.</p>
<p><strong>7.</strong> <strong>Nunca interrompa quem está falando</strong><br />
Ouça atentamente e aproveite para entender melhor as opiniões do outro. Se não concorda com o que ele fala, espere terminar e inicie sua resposta de maneira quase neutra, algo como: “Compreendo seu ponto de vista, mas acredito que neste caso….”. Não parta para o confronto direto, seja diplomático.</p>
<p><strong>8.</strong> <strong>Pratique a escuta ativa</strong><br />
Observe atentamente o que o outro fala, seus gestos, expressões faciais e entrelinhas. Muitas vezes ouvimos, mas não compreendemos claramente a mensagem.</p>
<p><strong>9.</strong> <strong>Evite reuniões intermináveis</strong><br />
Quem organiza a reunião deve definir claramente o tema, quem vai participar e, principalmente, quando começa e termina. Geralmente reuniões com mais de uma hora não levam a nada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Gustavo Paulillo</em></p>
<p><em>Fonte: Agendor Blog</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Esteja preparado: mesmo na crise, há demanda</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 18:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em meio a um cenário político-econômico que ainda vai continuar incerto no País em 2016, é natural imaginar que as pessoas não deixarão totalmente de consumir aquilo que precisam para satisfazer suas necessidades físicas ou para assegurar o seu bem-estar.&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a um cenário político-econômico que ainda vai continuar incerto no País em 2016, é natural imaginar que as pessoas não deixarão totalmente de consumir aquilo que precisam para satisfazer suas necessidades físicas ou para assegurar o seu bem-estar. Poderão aumentar o intervalo de compra, rever seus fornecedores, consumir de forma mais consciente ou estabelecer limites e prioridades para o que comprar, mas o fato é que, ainda assim, haverá demanda. Como isso afeta as micro e pequenas empresas (MPE)? Os consumidores serão, neste ano, mais criteriosos e exigentes e o preço do produto, aliado à qualidade, pode ser fator decisivo .</p>
<p>Isso significa que as empresas precisam assegurar a existência de ações, se ainda não o fazem, que visem a uma maior eficiência operacional, à produtividade e à percepção de valor para seus clientes. Mesmo aquelas que já se deram conta disso deveriam reavaliar se as suas estratégias e os seus planos estão sendo eficazes e verificar se há algo que possa ser aprimorado ou implementado nesse sentido. Ou seja, mais do nunca, estar atento a essas questões será o determinante para sua sobrevivência e diferenciação no mercado. A regra é: fazer mais e com melhor qualidade, gastando menos e mais rápido.</p>
<p>Quem nunca deixou de comprar de um determinado fornecedor pelo fato de ter sido mal atendido? Preferiu pagar um pouquinho a mais e receber o produto em casa em vez de precisar buscá-lo na loja? Deu preferência a determinados ambientes por esses serem mais organizados, limpos, iluminados e agradáveis? Ou pegou animosidade por uma determinada marca por conta de uma propaganda enganosa ou uma oferta irresponsável? Por isso, estar atento é crucial!</p>
<p>Dados do Sebrae apontam por que a sobrevivência dos pequenos negócios é tão importante: eles representam 95% de todas as empresas no Brasil, produzem 27% da riqueza nacional e empregam 52% dos trabalhadores formais. É nítido que os empresários de pequeno porte estão presentes no cotidiano da população e contribuem para fazer a economia girar. Os pequenos negócios são sempre uma alternativa, principalmente em tempo de crise, seja para o consumidor, seja para o empreendedor.</p>
<p>Para estimular o consumo e uma mudança de atitude da população ao preferir um produto ou serviço de MPE, que pode significar uma saída concreta com vistas à estabilidade econômica dessas empresas, o Sebrae lançou o Movimento “Compre do Pequeno – esse negócio também é seu”. A campanha está mobilizando os empresários e é importante que todos os empreendedores se engajem, mostrando a força e importância das MPE para a economia brasileira.</p>
<p>Um preço justo por si só nem sempre é suficiente na decisão de compra se o cliente não perceber o valor daquilo que está sendo oferecido. Destacar-se e incorporar valor ao produto ou serviço, oferecendo o que realmente atende às necessidades dos seus clientes e do mercado, deve estar na pauta das ações para lidar com cenários de incerteza como esse no qual nos encontramos. Portanto, preparar-se para 2016 pressupõe adaptar-se à nova realidade, fazendo a lição de casa (para não dar espaço ao amadorismo), oferecer produtos com preços justos, assegurar o bom atendimento e zelar para que os clientes percebam valor em se manterem fieis à empresa e a seus produtos e serviços. Tempo de crise é tempo de reflexão e de ação para arrumar a casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Jairo Martins</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>7 formas baratas de motivar os funcionários da sua empresa</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 17:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Durante uma época de crise econômica, incentivar a equipe parece uma tarefa impossível: mesmo que sua empresa não tenha demitido ninguém, o clima de ansiedade generalizada é constante. Por isso, mais do que nunca, essa é a hora de colocar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma época de crise econômica, incentivar a equipe parece uma tarefa impossível: mesmo que sua empresa não tenha demitido ninguém, o clima de ansiedade generalizada é constante. Por isso, mais do que nunca, essa é a hora de colocar em prática algumas táticas para manter sua equipe feliz e produtiva.</p>
<p>“Incentivar é sempre importante. Em uma recessão, porém, não é apenas importante: é fundamental”, afirma Maria Cristina Ortiz, docente da Business School São Paulo (BSP). “Se não houver uma equipe engajada, você perde também a única forma viável de sair de uma crise econômica.”</p>
<p>Isso não significa que o empreendedor tenha que gastar rios de dinheiro para fazer uma boa gestão de pessoas. “Os incentivos não são apenas premiações e bônus, como costuma passar pela cabeça das pessoas. Dinheiro é relevante sim, mas não é a única forma de estimular”, defende Esmeralda Queiroz, consultora do Sebrae de São Paulo.</p>
<p>A chave para conseguir incentivar seus funcionários é pensar no que você pode fazer para deixá-los felizes, afirma Janaína Ferreira, professora de coach, liderança e carreira do Ibmec do Rio de Janeiro. Isso porque quem está feliz trabalha de forma mais produtiva. “É bom para o empreendedor, para a empresa e para os funcionários.”</p>
<p>Quer alguns exemplos de estratégias simples e econômicas para incentivar sua equipe? Confira, a seguir, sete delas:</p>
<p><strong>1.</strong> <strong>Dê um propósito à sua equipe</strong></p>
<p>O primeiro passo para incentivar seus funcionários é fazer com que eles saibam que o trabalho deles é importante. &#8220;Fazer essas pessoas lembrarem que trabalham para uma causa maior dá sentido àquela ação do dia, por mais mecânica que ela possa ser. O funcionário não se sente incentivado se não sabe como sua atividade afeta outras áreas da empresa, qual a importância dele nesse processo&#8221;, explica Janaína.</p>
<p><strong>2.</strong> <strong>Não faça reuniões apenas para dar broncas</strong></p>
<p>Muitos empreendedores só falam com seus funcionários na hora de dar más notícias. Mas fazer reuniões para falar dos bons resultados e elogiar o trabalho que está sendo feito é tão importante quanto, mesmo que sejam conquistas pequenas. “Qualquer forma de reconhecimento já é um incentivo. Por meio dele, é como você dizer que acompanha o que a equipe produz, reconhece e divulga esse esforço”, explica Maria Cristina.</p>
<p>Também é preciso que os funcionários sejam incluídos nas conversas de planejamento. “Essa atitude melhora o clima da empresa, porque cria condições para que a equipe esteja engajada e possa contribuir com novas formas de alcançar as metas”, ressalta Esmeralda.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>Saiba quem são seus funcionários</strong></p>
<p>Para estimular sua equipe, é preciso saber as preferências de cada um dos funcionários. Por isso, reserve um pouco do seu tempo para saber o que anima cada funcionário, o que incomoda e o que é esperado para o futuro.</p>
<p>“Você não precisa gastar muito dinheiro: o que você precisa é gastar tempo, sentando com sua equipe e ouvindo. Caso contrário, você estará sempre dando estímulos errados”, afirma Maria Cristina. “Eu só engajo quando entendo os desafios pessoais de cada um. Quanto mais eu atuo como coach da minha equipe, mais eu desato os nós que impedem esses funcionários de trazerem bons resultados para a empresa.”</p>
<p><strong>4.</strong> <strong>Proponha desafios e recompense</strong></p>
<p>Outra forma de incentivar seus funcionários é oferecer pequenos desafios no dia a dia: por exemplo, buscar a solução para um problema antigo do negócio ou para bater a meta proposta. Quem resolver um desses desafios recebe um prêmio simples, como um vale-presente ou um produto da própria empresa. “Faça atividades curtas, com no máximo um mês de duração. O desembolso é pequeno, mas a equipe se engajará no desafio proposto”, ressalta Esmeralda.</p>
<p>Janaína recomenda ir além: para quem alcançar a solução, uma porcentagem do faturamento obtido com a ideia pode ser revertida ao funcionário. “Isso encoraja pessoas a criarem novos projetos, o que faz o faturamento crescer ainda mais.”</p>
<p><strong>5.</strong> <strong>Estimule a capacitação</strong></p>
<p>Na mesma linha, é preciso estimular o desenvolvimento intelectual e técnico constante dos funcionários. Isso porque quem está estagnado também fica desmotivado. “A pessoa tem que se ver crescendo na empresa. Ou seja, relacionando o resultado que traz para a empresa com seu desenvolvimento pessoal”, diz Maria Cristina.</p>
<p>E não é preciso desembolsar muito para capacitar a equipe. “Existem centenas de cursos, palestras e eventos de graça e online. A empresa pode fazer essa pesquisa e trabalhar com esse tipo de estímulo. Lembrando que tornar os funcionários valiosos é importante para a empresa também”, ressalta Janaína.</p>
<p><strong>6.</strong> <strong>Feche parcerias com estabelecimentos próximos</strong></p>
<p>É comum empresas fazerem acordos com academias, restaurantes e escolas próximas, com o objetivo de oferecer descontos aos funcionários. Essa é uma parceria que não costuma sair muito cara, diz Esmeralda, e pode ser uma via de mão dupla. “Seus funcionários ficam felizes e o outro negócio consegue atrair e fidelizar mais clientes. Dependendo do seu tipo de empresa, pode até ser possível oferecer produtos ou serviços para os funcionários do estabelecimento parceiro.”</p>
<p><strong>7.</strong> <strong>Ofereça um espaço extra no escritório</strong></p>
<p>Um ambiente alegre e organizado faz seus funcionários acordarem mais dispostos. E oferecer um espaço para isso dentro do seu negócio não significa, necessariamente, gastar mais. Janaína sugere, por exemplo, estimular os funcionários a decorarem suas mesas, estabelecer um dia para roupas mais casuais, promover um encontro semanal na própria empresa, dar prêmios simbólicos e reservar um pequeno espaço do local para relaxar e tomar café. “Levar alegria não tem custo nenhum para a empresa e as pessoas se sentem importantes”, ressalta a professora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Mariana Fonseca</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com</em></p>
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		<title>6 dicas para impressionar em uma entrevista de estágio</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 18:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Estágios]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[candidato]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira. Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma? Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira.</p>
<p>Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma?</p>
<p>Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o seu currículo vale menos neste tipo de entrevista do que você pensa.</p>
<p>“Em geral, as pessoas no início da carreira estão equiparadas em conhecimento técnico&#8221;, afirma. &#8220;Se você já foi chamado para a entrevista, o que conta agora é como vai mostrar suas qualidades”.</p>
<p>Para Andreas Auerbach, sócio da Box1824 e fundador da Nexo, o currículo é apenas uma porta de entrada para o processo seletivo. “Depois disso, o que vai pesar mais é o interesse do candidato”, considera.</p>
<p>E como saber o que os recrutadores esperam de você num processo seletivo?</p>
<p>Veja a seguir 6 passos para se dar bem numa entrevista de estágio, de acordo com os especialistas ouvidos por EXAME.com:</p>
<p><strong>1. Seja claro ao falar</strong><br />
Mostrar uma boa comunicação é o ponto de partida para qualquer processo seletivo. Segundo Auerbach, a capacidade de argumentar com clareza sugere repertório e poder de influenciar os outros.</p>
<p><strong>2. Tome a iniciativa</strong><br />
A iniciativa está associada à ideia de protagonismo. Portanto, quando um recrutador perguntar quem quer realizar uma tarefa, não pense duas vezes antes de levantar as mãos. “É o que chamamos de hands up”, afirma Ferreira. “As empresas procuram estagiários que querem fazer acontecer”.</p>
<p><strong>3. Conheça a empresa</strong><br />
Mostrar conhecimento sobre a empresa indica que você não “caiu de gaiato” no processo seletivo. “Não conhecer a cultura da companhia é o mesmo que entrar num casamento e perguntar quem é o noivo”, compara Ferreira. É obrigatório mostrar que você conhece o lugar onde quer trabalhar.</p>
<p><strong>4. Cuide da imagem e da linguagem corporal</strong><br />
Uma boa apresentação é fundamental para criar empatia. Isso inclui um traje adequado, além de equilíbrio entre o tom de voz e a linguagem corporal. Segundo Ferreira, o candidato também deve evitar o uso de gírias, manter as mãos fora do bolso e não movimentá-las demais.</p>
<p><strong>5. Trabalhe em equipe</strong><br />
Quando o candidato se mostra um grande colaborador em dinâmicas de grupo, por exemplo, ele ganha a confiança dos recrutadores. “A empresa quer alguém que vista a camisa”, diz Ferreira. Segundo ele, esse também é o principal caminho para uma eventual efetivação mais adiante.</p>
<p><strong>6. Mostre que você aprende rápido</strong><br />
Para Auerbach, a velocidade para incorporar novos conhecimentos é a principal métrica do potencial de um estagiário. Essa competência fica clara em dinâmicas de grupos ou na resolução de casos. “A agilidade para lidar com diferentes temas é crucial em qualquer contexto”, defende.</p>
<p><em>Por: Nicolas Gunkel</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>10 Maneiras infalíveis de encantar o seu cliente</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 21:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes. 1 &#8211; Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes.</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu prefiro interagir com funcionários que sorriem, sabem o que querem e amam o que estão vendendo. De qualquer forma, as companhias colocam os mal pagos, com pouca experiência, atrás do balcão e esperam o melhor. Isso não faz sentido. Faça uma pergunta a si mesmo: a primeira impressão do meu negócio é boa? Porque se for ruim, pode ser a última.</p>
<p><strong>2 &#8211;</strong> Mostre que confia em mim. Se você não confia, eu não vou confiar em você. Veja os pequenos negócios que se tornaram grandes. A Zappos me diz que confia em mim por que paga o envio nas duas direções. Nordstrom acredita na minha palavra quando digo que o produto estava com defeito. A Amazon permite que eu retorne um livro em até sete dias. Eu posso ler muitos livros nesse período. Se você confia em mim, eu confiarei em você; e nós podemos construir uma relação.</p>
<p><strong>3 &#8211;</strong> Remova as barreiras da entrada. Facilite o caminho para o seu produto ou serviço. Não peça que as pessoas preencham 10 formulários com informações pessoais. Não jogue um sistema de CAPTCHA que exige fluência em sânscrito. Não exija hora marcada. Em vez disso, crie uma maneira que ajude as pessoas a fazerem negócios com você mais rápido.</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong>Facilite pagamentos e doações. Uma vez que as pessoas decidem adotar o seu produto ou serviço, facilite o caminho do dinheiro até você. Isso exige múltiplas formas de pagamento e a adoção de vales-presente e valores de entrega razoáveis. Se existe algo pior que uma companhia que tenta pegar o meu dinheiro com um produto ruim, é a companhia que dificulta o pagamento de algo bom.</p>
<p><strong>5 &#8211;</strong> Mergulhe em um segmento: o Stanley Market em Hong Kong contém várias lojas, e muitas delas vendem uma série de camisetas, souvenirs, brinquedos, bagagens, eletrônicos e câmeras. Você cria a sensação que essas lojas vendem de tudo para ganhar dinheiro. O único lugar que eu comprei foi na Galeria Tam, porque vende apenas carimbos e selos feitos de madeira. Uma vez que só existe uma coisa a comprar lá, é mais fácil entender o propósito do negócio. Meu conselho é focar no produto que você pretende vender.</p>
<p><strong>6 &#8211; </strong>Me venda algo que é PICEE. Essa sigla define as qualidades de grandes produtos e serviços: profundo, inteligente, completo, empoderador e elegante. Um produto com essas características é completo e entende as necessidades do cliente, vem com sistema de apoio, faz com que eu me sinta melhor e é fácil de usar. Quando você estiver criando sua oferta, se pergunte se ela é PICEE.</p>
<p><strong>7 &#8211;</strong> Permita que as pessoas testem. Acredite na inteligência dos seus consumidores em vez de pressioná-los. Deixe que eles provem os produtos e serviços em versões reduzidas. Esse conceito funciona quando você vai comprar um carro, provar uma sobremesa, testar um eletrônico. Uma vez que você me deixa provar alguma coisa, metade da batalha já foi. Se você me diz que eu preciso comprar para testar, você me perdeu.</p>
<p><strong>8 &#8211;</strong> Comunique com objetividade. Quantas pessoas realmente entendem o que um armazenamento em gigabytes significa? A melhor maneira de comunicar a capacidade ou as funcionalidades dos produtos e serviços é com a objetividade. Por exemplo, o número de músicas que cabem nesse aparelho. Você pode achar isso difícil de acreditar, mas me dizer quanto eu ganharei de peso com a sua comida me faz querer comer no seu restaurante, por que mostra que você se importa com a minha saúde.</p>
<p><strong>9 &#8211;</strong> Entregue as más notícias primeiro. Problemas acontecem: produtos possuem falhas, entregas atrasam e funcionários adoecem. Muitos negócios minimizam os efeitos das más notícias, mas quando esse assunto inevitável cresce, seja proativo e alerte para o problema. E para ser o melhor, ajude as pessoas a resolverem o problema ao passo que você está avisando que ele existe.</p>
<p><strong>10 &#8211;</strong> Considere todos os influenciadores. Existe uma diferença entre a pessoa que paga por algo e a pessoa que toma a decisão de comprar alguma coisa. Muitas companhias acreditam que é a mesma pessoa, mas isso não é necessariamente o caso. Influenciadores chave podem incluir esposa, irmãos, colegas, parentes, avôs ou filhos. Quem é a verdadeira cabeça na casa não é algo tão claro esses dias, então apele para todos os influenciadores.</p>
<p>Para Kawasaki a melhor maneira de encantar é uma atitude positiva e essa atitude engloba os 10 pontos. Significa que você acredita que o consumidor está correto. Pedido do cliente? Sem problemas. Entrega rápida? Sem problemas. Devolução? Sem problemas.<br />
A matemática pode mostrar que se você fizer isso para todos, você vai quebrar, mas nem todo mundo pedirá esse tratamento. Inclusive, poucos pedirão, e esses farão de você um grande exemplo.</p>
<p>Por:  Guy Kawasaki</p>
<p>Fonte: administradores.com</p>
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		<title>Escrever Bem: Um Diferencial Competitivo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2015 18:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quantas vezes você viu um anúncio, acessou um site, leu um e-mail ou relatório de um colega ou mesmo de um diretor e percebeu erros de português ou mal entendeu o objetivo da mensagem? Aposto que você já &#8220;viu esse&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quantas vezes você viu um anúncio, acessou um site, leu um e-mail ou relatório de um colega ou mesmo de um diretor e percebeu erros de português ou mal entendeu o objetivo da mensagem? Aposto que você já &#8220;viu esse filme&#8221;. E isso ocorre com empresas de todos os portes e profissionais de todas as hierarquias e formações.</strong><br />
É preciso evitar o risco de escrever errado ou de forma pouco clara, pois, no mercado profissional atual, a comunicação escrita é um dos cartões de visita das empresas e de seus colaboradores. Por isso, tem-se valorizado cada vez mais os profissionais que escrevem de forma eficaz.<br />
Não é por acaso que testes de português e redações estejam presentes nos processos de seleção de muitas empresas. Em outras organizações, o domínio da comunicação é um dos requisitos para promover alguém, segundo Vera Vasconcellos, consultora da Career Center, em matéria do caderno de empregos do jornal O Estado de São Paulo.<br />
Escrever bem, portanto, é um importante diferencial para o profissional moderno. Mas isso não significa saber todas as regras gramaticais. É fundamental também escrever textos com organização, clareza, concisão, informatividade e que demonstrem um bom domínio de vocabulário.<br />
Para melhorar sua escrita, procure:</p>
<ul>
<li>ler mais e diversos tipos de textos: ao diversificar a leitura, você aprende palavras dos mais variados assuntos e campos de atuação;</li>
<li>consultar dicionários: procure o significado de palavras desconhecidas. Só assim você passará a ler e escrever melhor;</li>
<li>brincar com as palavras: há diversos jogos na internet e jogos de tabuleiro que ajudam a ampliar o vocabulário e divertem ao mesmo tempo (sugestões &#8211; Letroca (internet) e Scrabble (jogo de tabuleiro);</li>
<li>treinar: escreva. Quanto mais você se acostuma a escrever, mais aprimora sua comunicação escrita. Redija e-mails/cartas para revistas (elogiando, comentando, criticando), envie sugestões ou reclamações de produtos, faça pequenas anotações diárias;</li>
<li>revisar: saiba que todo grande escritor revisa, corta ideias, troca palavras do texto inicial até chegar à versão final de um livro, tal como ele chega às nossas mãos. Então por que não revisar seus e-mails, relatórios, atas, se até mesmo os escritores, mais acostumados a escrever, fazem isso;</li>
<li>aprimorar-se: se achar que faltam conhecimentos gramáticas ou textuais, invista em uma reciclagem ou uma capacitação para escrever melhor. Isso tem sido cada vez mais comum entre os profissionais, afinal, a habilidade de escrever é fundamental na atividade empresarial.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Vívian Cristina Rio</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.innovia.com.br/</em></p>
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		<title>11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>De bem com o trabalho!! Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir. Fonte: www.exame.com.br</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De bem com o trabalho!!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png"><img class="aligncenter wp-image-343 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png" alt="01" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png"><img class="aligncenter wp-image-344 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png" alt="02" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png"><img class="aligncenter wp-image-345 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png" alt="03" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png"><img class="aligncenter wp-image-346 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png" alt="04" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png"><img class="aligncenter wp-image-347 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png" alt="05" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png"><img class="aligncenter wp-image-348 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png" alt="06" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png"><img class="aligncenter wp-image-349 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png" alt="07" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png"><img class="aligncenter wp-image-350 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png" alt="08" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png"><img class="aligncenter wp-image-351 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png" alt="09" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png"><img class="aligncenter wp-image-352 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png" alt="10" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png"><img class="aligncenter wp-image-353 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png" alt="11" width="810" height="455" /></a></p>
<p><em>Fonte: www.exame.com.br</em></p>
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		<title>10 princípios para adotar a produtividade como diferencial</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/09/10-principios-para-adotar-a-produtividade-como-diferencial/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2014 17:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Em ambientes com baixa eficiência, a prática pode trazer importantes vantagens competitivas É voz corrente entre consumidores e empresários que o Brasil tornou-se um país caro. Um lugar em que produtos não raro custam 4 ou 5 vezes mais do&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em ambientes com baixa eficiência, a prática pode trazer importantes vantagens competitivas</strong></p>
<p>É voz corrente entre consumidores e empresários que o Brasil tornou-se um país caro. Um lugar em que produtos não raro custam 4 ou 5 vezes mais do que no exterior. Quando falamos em serviços, frequentemente se junta o caro ao ineficiente.<br />
Economicamente, é uma situação grave e preocupante. A mão de obra, especialmente para a pequena e média empresa, traz em si um dilema que pode ser expresso da seguinte forma: o salário oferecido é paradoxalmente caro para quem paga (em função principalmente de todos os encargos e as provisões, que geralmente dobram o custo) e muito modesto para quem recebe (já que menos da metade do que foi gasto chega até esse funcionário). De fato, que funcionário consegue sobreviver de maneira satisfatória em uma grande cidade brasileira, sustentando sua própria residência e família, ao ganhar por volta de R$1.500 por mês? Ao mesmo tempo, quantas empresas não têm dificuldade em assumir um custo, por esse mesmo funcionário, de mais de R$3.000 por mês? O Brasil tornou-se um país caro antes que seus habitantes e empresas se tornassem ricos.</p>
<p>São conhecidos os males que parasitam o nosso sistema econômico e o tornam caro: impostos que engolem quase 40% de tudo que produzimos, sistema tributário trabalhoso e inseguro, legislação trabalhista anacrônica, baixo nível de investimento público e privado, pouca atividade de pesquisa e desenvolvimento. O periclitante estado do sistema educacional brasileiro também não é favorável ao aumento da produtividade do trabalho: enquanto na China e na Índia a melhora na produtividade da mão de obra foi responsável por 91% e 67% (respectivamente) do crescimento econômico entre 1990 e 2012, no Brasil foi responsável por apenas 40% do crescimento do PIB, segundo a consultoria McKinsey. Já se tornou lugar comum a reclamação entre profissionais de recursos humanos de que é difícil o recrutamento de profissionais devidamente qualificados para determinado cargo.</p>
<p>No entanto, é exatamente nesse problema que reside uma importante oportunidade para os empreendedores brasileiros: podemos transformar a produtividade em um grande diferencial competitivo. Em um ambiente em que pouquíssimas empresas implementam de maneira consistente medidas que garantam maior produtividade, essa prática se torna uma maneira extremamente eficaz para garantir vantagem frente à concorrência. O raciocínio é simples: na medida em que seu empreendimento (ou mesmo individualmente, como profissional) se torna mais produtivo, você pode produzir a mesma quantidade de bens e serviços, mas com menos insumos (capital e trabalho). A porção relativamente menor de recursos utilizados garante que esses bens e serviços possam ser oferecidos por custos menores e/ou com maiores margens de lucro.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big2.jpg"><img class=" size-medium wp-image-297 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big2-199x300.jpg" alt="00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Capa do livro Sonho Grande (Foto: Divulgação)</p>
<p>Aos que queiram se aprofundar em histórias e técnicas vencedoras quando o assunto é produtividade, vale a pena ler o livro Sonho Grande, da jornalista Cristiane Correa. Nele estão generosamente retratados os princípios e a história do trio (Beto Sicupira, Marcel Telles e Jorge Paulo Lemann) que ergueu a AB Inbev e tantas outras empresas. Veja aqui uma seleção de dez princípios que você encontra nessa obra e retirado de comunicação interna do Banco Garantia, onde tudo começou:</p>
<p>“1. Gente boa trabalhando como um time e com objetivos comuns é o ativo mais importante e diferenciador de uma instituição;<br />
2. Encontrar, treinar e manter gente boa é um esforço constante e permanente de todos;<br />
(&#8230;)<br />
5. A principal função dos chefes é escolher pessoas melhores do que eles para dar continuidade à instituição;<br />
6. Liderança é exercida por ideias claras e pelo exemplo diário, nos mínimos detalhes;<br />
(&#8230;)<br />
9. A boa instituição está sempre querendo melhorar. Seja qual for o grau de sucesso, existe a possiblidade de melhoria. Isso garante uma vantagem duradoura competitiva;<br />
10. Reduza sempre os custos. É uma variável sobre o seu controle e que garante a sobrevivência;<br />
11. As inovações que criam valor são úteis, mas copiar o que funciona é bem mais prático.<br />
12. A melhoria e a educação contínua dos associados têm de ser um esforço permanente e incorporado às rotinas;<br />
(&#8230;)<br />
17. Ética total é essencial;<br />
(&#8230;)<br />
20. Um sonho grande, desafiador, comum e essencial ajuda todos a trabalhar na mesma direção.”</p>
<p>O leitor atento certamente não deixará de perceber a força motriz que norteou a vantagem competitiva do trio: boas práticas de trabalho que visam à melhora contínua da produtividade. Esses princípios simples, porém de grande poder, fariam muito bem ao país se aplicados por profissionais, empresas e governo com muito mais empenho e clareza. Os que o fizerem têm chances reais de se destacar e criar trajetórias de crescimento exponencial.</p>
<p>Por fim, há um porém – e, em época de eleições, nunca é exagerado lembrá-lo. Parte do problema da produtividade brasileira (e, portanto, dos custos de vida) terá de ser resolvida coletivamente, pelas vias institucional e política: aumento dos investimentos públicos (que melhoram o potencial de crescimento do PIB sem inflação), melhora na qualidade do gasto com educação, promoção da competição entre as empresas, sistema tributário mais simples e menos oneroso, retirada de incentivos perversos para que as empresas não cresçam (como os limites de faturamento para que algumas modalidades societárias gozem de benefícios tributários), diminuição do protecionismo no comércio internacional e outras mais, como a boa administração de risco, que será um assunto futuro da coluna Radar Empreendedor. Fique ligado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: evistapegn.globo.com</em></p>
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		<title>Mídias sociais: o que o mercado quer</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/08/midias-sociais-o-que-o-mercado-quer/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2014 13:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[qualificação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sonha em trabalhar na área? Saiba o que os especialistas estão dizendo Muita gente sonha em trabalhar com mídias sociais, mas nem todo mundo sabe, na prática, quem é o profissional que esse mercado procura. Para entender essa demanda, ouvimos&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sonha em trabalhar na área? Saiba o que os especialistas estão dizendo</strong><br />
Muita gente sonha em trabalhar com mídias sociais, mas nem todo mundo sabe, na prática, quem é o profissional que esse mercado procura. Para entender essa demanda, ouvimos Gabriel Borges, sócio da Ampfy, agência especializada no assunto, e Renata Renault, community manager da VAGAS.com. Confira o que eles dizem:</p>
<p>Em uma agência especializada em redes sociais, como a Ampfy, existem diversas funções. As principais são elaboração de estratégia de presença da marca na redes sociais, idealização de conteúdo, redação de conteúdo, direção de arte de conteúdo, interação com o consumidor e monitoramento e análise de performance das iniciativas.</p>
<p>Profissionais que trabalham nessa área normalmente são formados em jornalismo, relações públicas, marketing ou publicidade. “O trabalho normalmente é dividido entre conteúdo e planejamento”, diz Renata. “Quem trabalha com conteúdo normalmente é o jornalista, quem cuida do planejamento pode vir de publicidade ou marketing, por exemplo.”</p>
<p>Embora o trabalho possa ser “dividido” entre conteúdo e planejamento, o mercado busca profissionais completos – bom texto com pensamento estratégico. Para completar, são desejáveis conhecimentos de edição de imagem e mensuração de resultados.</p>
<p>Quando um profissional se candidata a uma vaga desse tipo, é comum que a empresa cheque mais atentamente o seu perfil nas redes. “Observamos a fluência da pessoa com os meios e a capacidade de articulação nos seus posts”, diz Borges.</p>
<p>Ou seja, um pré-requisito para essa função é ser heavy user de todas as redes que estão na moda e também das que estão surgindo agora e ninguém sabe dizer ainda se vão pegar ou não.</p>
<p>Conhecimento de inglês também é um grande diferencial, já que a maioria das novidades vem de fora e o profissional precisa estar antenado para descobrir as tendências antes dos concorrentes.</p>
<p>Outro requisito é ser organizado e bem planejado. “Não é uma área em que você acorda e pensa ‘hoje vou fazer isso’”, alerta Renata (foto ao lado). “É preciso criar rotinas de postagens, campanhas com processos, métodos e objetivos e, claro, acompanhar e mensurar todos os resultados”, explica.</p>
<p>O profissional de mídias sociais também deve estar apto a lidar com crises. “Ele está na linha de frente, lidando com o público, disposto a ouvir a todos para assim poder se posicionar da melhor maneira possível”, diz Renata.</p>
<p>Outro diferencial interessante é o conhecimento em sociologia e antropologia. “Como ele lida com o público, quanto mais ele entender o comportamento das pessoas, mais efetivo será o seu trabalho”, afirma a community manager.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernanda Botoni</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>Não dá pra forçar a barra em marketing pessoal</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/10/nao-da-pra-forcar-a-barra-em-marketing-pessoal/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Oct 2013 17:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[perfil profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O marketing pessoal pode ser útil, se benfeito, para divulgar realizações profissionais e ficar bem com o chefe — mas o uso exagerado e incorreto prejudica a carreira. Quando chegava à metade de seu primeiro mandato, no fim de 2010,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O marketing pessoal pode ser útil, se benfeito, para divulgar realizações profissionais e ficar bem com o chefe — mas o uso exagerado e incorreto prejudica a carreira.</strong></p>
<p>Quando chegava à metade de seu primeiro mandato, no fim de 2010, o presidente americano Barack Obama confessou ao jornal americano The New York Times que um pecado de seu governo era achar que bastava fazer a coisa certa para haver reconhecimento por isso.<br />
“Você não pode negligenciar o marketing e as relações públicas nesse cargo”, disse Obama, que no dia 6 de novembro disputou a reeleição (até o fechamento desta edição, a eleição não tinha sido definida).</p>
<p>Se até o presidente dos Estados Unidos trabalha sua marca, é sinal de que falar sobre as realizações é mesmo quase tão importante quanto fazer bem o trabalho. O grande problema do marketing pessoal feito pelo profissional comum (sem ajuda dos melhores assessores da Casa Branca) é o risco de errar na mão.</p>
<p>Nos corredores das empresas é fácil encontrar quem exagere nas qualidades ao falar de si mesmo na hora errada ou para a pessoa errada. Existem maneiras adequadas e eficientes de falar de suas qualidades e realizações. “Marketing pessoal trata mais de demonstrar habilidades do que de apontá-las”, diz a americana Dorie Clark, que escreve sobre o assunto para publicações como Forbes e Harvard Business Review.</p>
<p>Dorie está concluindo o livro Reinventing You: Define Your Brand, Imagine Your Future (Em uma tradução livre, “Reinventando-se: defina sua marca, imagine seu futuro”), que deve chegar às livrarias americanas ano que vem.</p>
<p>O ponto de partida para um marketing pessoal decente é fazer duas perguntas: 1) Quais são seus pontos fortes?; e 2) Como você é visto por seus colegas de trabalho? No livro que está preparando, Dorie lista os cinco passos para repensar sua marca pessoal — e o interessante é que ela transforma a elaboração de uma estratégia de marca pessoal em um exercício de reflexão sobre a carreira.</p>
<p>Depois de entender como você é visto profissionalmente, é possível seguir as próximas etapas: 3) Como você gostaria de ser visto?; 4) Ressalte seus diferenciais, fazendo uma nova apresentação de si; e, por fim, 5) Prove quais são suas qualidades. “Parte do sucesso da carreira está em fazer bem o trabalho, e parte do trabalho benfeito é mostrar aos outros seu valor”, diz Dorie.</p>
<p>Essa abordagem tem a vantagem de eliminar o discurso vazio, um dos maiores equívocos que as pessoas cometem quando anunciam suas qualidades. “Não temos credibilidade para falar de nós mesmos”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo. Melhor, nesse caso, comprovar as ações com fatos e informações.</p>
<p>Outro erro é escolher o momento errado para falar de si. “O profissional não pode querer se vender o tempo todo”, diz Anderson Hernandes, especialista em marketing profissional, de São Paulo.</p>
<p>O certo é concentrar-se nas horas em que o assunto é o seu trabalho. A irmã dessa gafe é destinar sua propaganda para a pessoa errada. “É preciso fazer uma leitura das pessoas que precisam de seu conhecimento”, diz Claudia Monari, da Career Center, consultoria de carreira, de São Paulo.<br />
Renato Panessa, de 30 anos, diretor de alianças da Globalweb, empresa de serviços de TI, de São Paulo, já cometeu erros tentando se aproximar de clientes, como enviar garrafa de vinho a pessoas que não bebem álcool ou ir de terno e gravata em uma reunião à beira-mar. Depois de muito errar, passou a ser mais cuidadoso. “Quando entendo e identifico as preferências das pessoas, a conversa flui e fica mais agradável”, diz Renato.</p>
<p>Estar atento ao que possa interessar a seu ouvinte e adequar o discurso é fundamental. A tarefa é encontrar naquilo que você faz alguma coisa que possa ajudar seu interlocutor. “Busque pontos em comum e a partir daí comece a construir sua história”, diz Alexandre Conti, de 27 anos, coordenador de projetos da Alta Geotecnia Ambiental, do Rio de Janeiro, que gosta de aproveitar eventos para se apresentar a novas pessoas.</p>
<p>Acima de tudo, é preciso ter um bom trabalho para mostrar e uma história para contar — não existe marketing que sustente uma carreira vazia. Uma frase, que costuma ser atribuída ao publicitário Nizan Guanaes, dono do Grupo ABC, diz que conteúdo sem marketing é burrice e marketing sem conteúdo é picaretagem. Adote-a como regra na próxima vez que for falar de você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Você S/A</em></p>
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		<title>Pronatec está com inscrições abertas</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/03/pronatec-esta-com-inscricoes-abertas/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Mar 2013 19:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[candidato]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat –&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat – o chamado Bolsa Formação. As inscrições foram abertas no dia 18 de fevereiro e não tem prazo para acabar. O processo é contínuo e as inscrições podem ser feitas pelo <a href="http://pronatec.mec.gov.br/">portal</a> do Pronatec.</p>
<p>De acordo com o ministério da Educação (MEC), em um primeiro momento terão prioridade os trabalhadores cadastrados no Sistema Nacional de Emprego ou nos centros de referência de assistência social. Podem se inscrever trabalhadores, inclusive agricultores familiares, silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores; povos indígenas; comunidades quilombolas; adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas; desempregados; pessoas com deficiência; pessoas que recebem benefícios dos programas federais de transferência de renda ou que estejam cadastradas no CadÚnico; praças do Exército e da Aeronáutica com baixa do serviço militar ou atiradores; estudantes matriculados no ensino médio em escolas públicas, inclusive na Educação de Jovens e Adultos (EJA).<br />
Caso não encontre a opção desejada, o candidato pode indicar até três cursos de seu interesse para ser avisado quando surgirem novas vagas.</p>
<p>O Pronatec foi criado pelo governo federal em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica e oferece dois tipos de curso: o técnico, para quem está matriculado no ensino médio, com duração de um ano, e o curso de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, com duração mínima de dois meses.</p>
<p>A meta global do Pronatec para 2013 é a geração de mais de 2,3 milhões de vagas, boa parte na modalidade de Bolsa Formação – vagas gratuitas para cursos de rápida duração em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat. Até o final deste ano deve-se chegar a 900 mil vagas ofertadas pelo Bolsa Formação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Como saber se sua ideia é inovadora?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 13:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimento]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Medir inovação é uma das tarefas mais difíceis que existe&#8230; Primeiro, porque a definição de inovação exige que ela gere resultados concretos – e isso é impossível de medir quando uma inovação ainda está em estágio embrionário. Seja ela uma&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Medir inovação é uma das tarefas mais difíceis que existe&#8230;</strong></p>
<p>Primeiro, porque a definição de inovação exige que ela gere resultados concretos – e isso é impossível de medir quando uma inovação ainda está em estágio embrionário. Seja ela uma inovação aparentemente radical ou incremental, como prever que irá realmente trazer resultados no futuro?</p>
<p>Segundo, lembre-se que o grau de inovação pode ser subjetivo: uma pessoa que conhece mercados e países bem diferentes poderá afirmar com mais certeza que a ideia de um empreendedor não é inovadora, dado que ela pode ter visto abordagens, processos, produtos e serviços que o empreendedor desconhece (ou seja, sua empresa automaticamente se torna um concorrente atrasado).</p>
<p>Terceiro, porque perceber a inovação envolve uma baixa resistência a mudanças e novas ideias. Por exemplo: quando o Twitter foi lançado, ninguém o considerava um produto útil de verdade. Quatro anos depois, com sua adoção crescente, ele passou a medir o pulso das notícias e tendências em tempo real por todo o mundo. Hoje, o Twitter é capaz de ajudar pessoas envolvidas em guerras, regimes ditatoriais e tragédias naturais. Tivemos que esperar o futuro chegar para perceber como a ideia original era inovadora.</p>
<p>Quarto, porque o empreendedor é normalmente o maior entusiasta de sua própria ideia, e isso normalmente o cega para avaliar as verdadeiras fraquezas e potenciais melhorias. Por isso conseguir clientes rápido e pedir seu feedback é tão importante: eles poderão ajudar a transformar uma ideia interessante em potencial inovação.</p>
<p>Concluindo, você não tem como saber exatamente que sua ideia é uma inovação até que você consiga colocá-la em prática e testar seus resultados. Uma empresa de sucesso é uma combinação de ideia inovadora, um excelente empreendedor, ótima execução, disponibilidade de capital e uma pitada de sorte.</p>
<p>Para finalizar, uma dica: quando você enviar seu pitch a um investidor ou potencial cliente, tente evitar a palavra “inovador” ao descrever seu produto ou serviço. Relate seus diferenciais e características, e deixe para quem lê ou ouve você decidir sobre a inovação.</p>
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