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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; trabalho</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Geração Y nas empresas: mitos e verdades</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 19:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens estão cada vez mais presentes nas grandes organizações, buscando espaço no mercado com um novo olhar e muita vontade de aprender. E tem mais: as diferenças entre a nova geração e os superiores imediatos não é tão grande como muitos pensam. É o que afirma a pesquisa Myths, Exaggerations and Uncomfortable Truths, feita pela IBM em fevereiro deste ano. Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg &#8211; empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente,assessment e coaching -, afirma que os novos e antigos profissionais podem ser tratados de formas similares em inúmeras situações. Afinal, diferente do que é comum ouvir, as gerações têm muitos pontos similares. Por exemplo, profissionais de todas as gerações tem em comum o fato de grande parte não entender completamente as estratégias de negócios da empresa em que trabalham.</p>
<p>Confira os mitos e verdades sobre a geração Y, de acordo com Aldan:</p>
<h4>1 – Os objetivos da geração Y são diferentes das X (35 &#8211; 49 anos) e dosbabyboomers (50 &#8211; 60 anos)</h4>
<p>MITO. Embora distantes em idade e experiência, quando se trata de ajudar e fazer a diferença na empresa, os resultados são bem similares. Estima-se que 25% dos jovens desejam causar impactos positivos nas organizações e 21% (geração X) e 23% (baby boomers) afirmam o mesmo. As três gerações também tem como objetivo alcançar a segurança financeira, com um resultado de cerca de 17% em cada uma das categorias de profissionais que participaram da pesquisa.</p>
<h4>2 – A geração Y não se sente confortável para tomar decisões sem auxílio.</h4>
<p>VERDADE. Cerca de 56% dos jovens preferem tomar decisões quando existem opiniões de uma variedade de pessoas. No entanto, esse fator também acontece com a geração X, em maior intensidade com 64%. Apenas os babyboomers se sentem mais confortáveis em decidir sem um consenso de grupo ou com opiniões variadas.</p>
<h4>3 &#8211; A Geração Y deseja um líder que a reconheça constantemente pelo seu trabalho</h4>
<p>MITO. Reconhecer as conquistas e bom trabalho não é o atributo de um líder perfeito mais citado pela geração Y. A qualidade mais citada pelos jovens que um líder perfeito deve ter é ser ético e justo.</p>
<h4><strong>4– Jovens são viciados em internet e preferem fazer tudo online.</strong></h4>
<p>MITO. A geração Y ainda acredita que a melhor forma de obter novas habilidades de maneira clara é a presencial. O cara a cara é citado por 39% dos jovens como o melhor meio para participar de conferências, reuniões e eventos, bem como 36% têm interesse em aprender ao lado de colegas mais experientes.</p>
<h4>5 – O principal motivo de jovens mudarem de emprego é para trabalhar com algo que realmente gostam.</h4>
<p>MITO. A maior parte dos jovens, aproximadamente 42%, tendem a mudar de emprego para um lugar onde eles ganhem mais e tenham um ambiente mais criativo e inovador.Entretanto, 47% da geração X e 42% dos baby boomers afirmam que fariam o mesmo.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>Quando o trabalho faz adoecer</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/03/quando-o-trabalho-faz-adoecer/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 12:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desequilíbrio]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos. Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam.&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.</strong></p>
<p>Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.<br />
Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.<br />
O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se ao longo da evolução humana o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.<br />
Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da Isma-Brasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gláucia Leal</em></p>
<p><em>http://www2.uol.com.br/</em></p>
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		<title>8 passos para transformar uma demissão em boa notícia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 18:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido. “A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido.</p>
<p>“A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar a procurar outro trabalho”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, diretor da 4hunter.</p>
<p>Se o processo de demissão foi obscuro ou envolto em conflitos profissionais, esta fase de desesperança tende a ser mais longa, segundo Ferreira.</p>
<p>No entanto, se não dá para mudar a atitude do (ex) chefe ou do porta-voz do fim do contrato de trabalho, é possível controlar a sua reação e os próximos passos a partir deste momento.</p>
<p>São eles que serão cruciais para que a demissão se transforme em uma boa notícia para sua carreira e que a frase &#8220;foi a melhor coisa que poderia ter acontecido&#8221; vire rotina em seu discurso.</p>
<p>Afinal, nada melhor do que responder à situação com um novo emprego mais adequado aos seus objetivos de carreira. Confira, então, o plano de ação sugerido por especialistas para dar esta virada na sua vida profissional.</p>
<p><strong>1º passo &#8211; Reflita</strong></p>
<p>“De cabeça quente, ninguém toma uma decisão razoável”, diz o diretor da 4hunter. Por isso, use estes primeiros dias após a notícia para refletir sobre o que levou a situação a este ponto. Não aja ainda, reflita.</p>
<p>Em alguns casos, uma demissão pode sinalizar que você não estava no caminho certo de carreira. “Toda mudança tem riscos, mas traz também desenvolvimento e crescimento”, diz Felipe Brunieri, headhunter da Talenses.</p>
<p>Ele recomenda que o profissional estruture mentalmente o que aconteceu e liste quais aspectos que precisam ser desenvolvidos.“Em processos seletivos, isso será perguntado é melhor que o profissional saiba explicar o que ocorreu”, diz Brunieri.</p>
<p><strong>2º passo &#8211; Use o tempo a seu favor</strong></p>
<p>A reflexão pode indicar alguns pontos que devem ser desenvolvidos. É certo que, estando empregado, o tempo era mais curto.</p>
<p>Por isso, que tal usar o relógio a seu favor e buscar o aprimoramento profissional que julgar adequado? Se a situação financeira (ainda) for confortável, invista em você.</p>
<p>Mas cuidado, não saia se inscrevendo em qualquer curso que encontrar. Seja estratégico. “Inscrever-se em 10 cursos para falar que não está desatualizado, em minha opinião, é placebo”, diz Ferreira.</p>
<p>Melhor, diz ele, é fazer opções por locais com potencial para expandir a rede de contatos. “Para nem levar caderno, só cartão de visita”, brinca o especialista.</p>
<p>Tenha agenda livre para as eventuais entrevistas que surgirem e também para poder se dedicar a pesquisar empresas para as quais gostaria de trabalhar.</p>
<p><strong>3º passo &#8211; Faça networking</strong></p>
<p>Da sua rede de contatos é que podem surgir boas oportunidades profissionais. Retome relacionamentos e deixe o mercado a par da sua disponibilidade.</p>
<p>“A parte boa de estar desempregado é que as pessoas vão saber disso e algumas estarão dispostas a ajudar, o que facilita o acesso a oportunidades que não apareceriam caso ele ainda estivesse empregado”, diz Brunieri. Aposte nonetworking.</p>
<p><strong>4º passo &#8211; Atualize seu currículo</strong></p>
<p>Atualize as informações do seu currículo. Objetivo, conciso e sólido em conteúdo. É assim que deve ser o documento que vai abrir as portas para as entrevistas de emprego.</p>
<p>Em linhas gerais ele deve conter seus dados, sua formação, empresas pelas quais passou, cargos e projetos. “Não é escrever 7 páginas”, diz Ferreira. Dependendo do momento de carreira, é possível optar por diferentes modelos de currículo.</p>
<p><strong>5º passo &#8211; Analise o mercado</strong></p>
<p>Antes de começar a enviar o currículo, faça uma análise do funcionamento do seu mercado. As contratações ocorrem por meio de indicação? Existem consultorias de recrutamento que atuam na sua área?</p>
<p>“Cuidado para não tratar o seu currículo como lixo. Não adianta mandá-lo para 700 pessoas aleatoriamente e depois não entender porque nada acontece”, diz Ferreira.</p>
<p><strong>6º passo &#8211; Pergunte antes de enviar o currículo</strong></p>
<p>Escolha algumas pessoas mais próximas e pergunte se pode enviar o seu currículo para elas. Podem ser pessoas com as quais já trabalhou ou mesmo clientes com quem você tem um bom relacionamento, segundo Ferreira.</p>
<p><strong>7º passo &#8211; Entre em contato com headhunters e consultorias</strong></p>
<p>Se existem consultorias focadas na sua área de atuação, cadastre seu currículo, mas tente ir além. Verifique se há alguma oportunidade profissional em que o seu perfil se encaixe e mande uma mensagem para o headhunter para saber qual o caminho sugerido para se candidatar à vaga.</p>
<p>Mas Brunieri faz um alerta: &#8221; não se inscreva para toda e qualquer oportunidade anunciada&#8221;. Segundo ele, quem faz isso dá claros sinais de desespero e as chances de não ser levado a sério pelos recrutadores são grandes.</p>
<p><strong>8º passo &#8211; Tome cuidado com a ansiedade</strong></p>
<p>O risco maior para quem está desempregado é aceitar a primeira oportunidade profissional que aparece, só para deixar no passado o desemprego. “O problema de quem quer se recolocar rápido demais é fazer um movimento errado”, diz Brunieri.</p>
<p>Por isso antes de aceitar uma proposta, analise o escopo de trabalho, colete informações de pessoas que trabalharam na empresa e embase sua decisão nestes e em outros aspectos que julgar importantes, como salário e qualidade de vida.<br />
<em>Por Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>Verdade ou não? Estereótipos da Geração Y são postos à prova</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 13:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>“Em cinco ou seis anos, a Geração Y será maioria no mercado de trabalho”, lembra Petter Nylander, presidente da Universum. Por isso, as atenções da empresa que ele conduz estão voltadas aos hábitos, anseios e desejos destes jovens. Para a&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>“Em cinco ou seis anos, a Geração Y será maioria no mercado de trabalho”, lembra Petter Nylander, presidente da Universum.</p>
<p>Por isso, as atenções da empresa que ele conduz estão voltadas aos hábitos, anseios e desejos destes jovens. Para a Universum, compreendê-los é entender o futuro do trabalho e da inovação. Assim, a empresa, em parceria com o INSEAD Emerging Markets Institute (EMI) e a HEAD Foundation, colocou à prova 5 estereótipos propagados sobre o perfil da Geração Y.</p>
<p>Para chegar ao resultado, foram coletadas em 42 países respostas de 16 mil jovens (nascidos entre 1984 e 1996) a perguntas que iam ao encontro do que diz a literatura disponível sobre eles e de onde surgiram alguns estereótipos:</p>
<p><strong>1. Eles querem cargos de liderança e crescimento rápido de carreira:</strong></p>
<p>Verdadeiro. Para 70% dos jovens entrevistados, chegar ao cargo de gerente &#8211; ou assumir um papel de liderança na carreira &#8211; é importante. As oportunidades de influência dentro da organização e a atuação estratégica são o que mais atraem os jovens latino-americanos para as posições de liderança, segundo a pesquisa. Já os jovens da Europa Central e do Leste consideram mais atrativos os altos salários recebidos pelos chefes, assim como os asiáticos.</p>
<p><strong>2. A Geração Y se esquiva de “trabalho duro”</strong></p>
<p>Nem verdadeiro, nem falso. É que o que a Geração Y entende por trabalho desafiador de liderança não está necessariamente relacionado a longas jornadas e carga excessiva de trabalho. Apenas 10% dos jovens identificaram trabalho desafiador com constantes horas extras, segundo a pesquisa. Para 39%, a inovação é característica principal de uma atividade que tenha desafios. Outros 39% consideram que aprender coisas novas todos os dias é parte de um trabalho desafiador. Mas, 64% concordam que estar disposto ao desafio de ser líder é também estar preparado para stress e mais horas de trabalho.</p>
<p><strong>3. Equilíbrio entre vida pessoal e profissional é mais importante do que dinheiro e status</strong></p>
<p>Verdadeiro. Apenas 17% dos entrevistados ao redor do mundo não desistiriam de um trabalho bem remunerado para ganhar mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Os jovens da Europa Central e do Leste são os que menos se identificam com esta máxima. Apenas 25% dos entrevistados nesta região trocariam um salário alto por mais qualidade de vida. Já na América Latina, apenas 19% não concordam que o equilíbrio entre vida pessoal e carreira seja mais importante do que um salário alto e status.</p>
<p><strong>4. Os jovens consideram que o governo sempre pode ter uma forte (e positiva) influência na sociedade</strong></p>
<p>Falso. A pesquisa indica que, para os jovens, não necessariamente o governo influencia a sociedade atual. Na América Latina, por exemplo, a influência dos indivíduos é a mais potente, segundo mais de 40% dos entrevistados. As empresas privadas, por outro lado, são as mais influentes, segundo mais de 30% dos jovens desta região. Pouco mais de 20% acreditam que é o governo que tem maior poder de influência. A máxima provou ser verdadeira para os jovens asiáticos e africanos. Para mais da metade dos entrevistados da Ásia, é do governo o maior poder de influência na sociedade. Na África, o governo tem mais influência, segundo pouco menos de 40% dos jovens. Mas os indivíduos vêm logo atrás na pesquisa, por uma diferença de votos de menos de 5 pontos percentuais.</p>
<p><strong>5. A Geração Y envolve parentes e amigos em suas decisões de carreira</strong></p>
<p>Falso. Apenas 26% dos entrevistados ao redor do mundo confirmaram contar com ajuda na hora de tomar deciões. Outros 39% negaram e os 35% restantes mantiveram-se neutros. Eles preferem tomar suas próprias decisões, sem a influência dos outros, conclui a equipe da Unversum. De acordo com a pesquisa, na Europa Central, 61% dos jovens disseram não envolver família e amigos em questões profissionais. Entre os entrevistados da América Latina, 46% também preferem não pedir ajuda de amigos e parentes na hora de tomar decisões de carreira. Apenas 22% dos latino-americanos disseram que envolvem parentes e amigos em suas escolhas profissionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<item>
		<title>Qual a melhor porta de entrada para você?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/qual-a-melhor-porta-de-entrada-para-voce/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 19:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Programa de Estágio, Programa de Trainee, vaga CLT como Analista Jr, Programa de Jovens Profissionais … São tantas as possibilidades de entrada no mercado de trabalho que, em alguns momentos, fica difícil escolher. Seguem as dúvidas mais comuns que sempre&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Programa de Estágio, Programa de Trainee, vaga CLT como Analista Jr, Programa de Jovens Profissionais … São tantas as possibilidades de entrada no mercado de trabalho que, em alguns momentos, fica difícil escolher. Seguem as dúvidas mais comuns que sempre ouvimos dos jovens que nos procuram para darmos orientação de carreira.</p>
<p><strong>Qual é a diferença entre estagiário e trainee?</strong></p>
<p>O estágio é um vínculo entre a escola e a empresa. O contrato tem um tempo de validade e uma lei específica. Para ser um estagiário a pessoa precisa estar matriculada no ensino médio, faculdade ou universidade. O principal objetivo do estágio é o aprendizado e desenvolvimento profissional. É uma fase de “experimentação”, para aprender e conhecer como é o trabalho em mais de uma área de atuação – o que ajuda a escolher melhor qual tem mais a ver com o seu jeito de ser.</p>
<p>Para ser trainee, o jovem precisa já ter acabado a faculdade. É um funcionário CLT e tem um vínculo direto com a empresa. A diferença dele para os outros funcionários é que durante o programa passará por alguns treinamentos específicos.</p>
<p><strong>Pra quem não tem experiência profissional qual é a melhor porta de entrada?</strong></p>
<p>Oportunidades de estágio e Programas de Trainee geralmente não exigem experiência profissional anterior. Mas se já tiver feito algo como trabalho voluntário, monitoria, organização estudantil, vendas e afins pode ser um diferencial no processo seletivo (desde que tenha agregado algo à sua história).</p>
<p><strong>Um Programa de Trainee ajuda mesmo a assumir um cargo de liderança mais cedo?</strong></p>
<p>Isso depende muito do desempenho durante o programa. Para as empresas, um programa de trainee é um alto investimento, então o retorno em resultados é muito cobrado! A proposta de alguns deles é formar líderes, mas não são todos os programas que propõem este “aceleramento de cargo”. Um trainee terá boas oportunidades de aprendizado e exposição com executivos e outras áreas, porém, seu crescimento dependerá de suas entregas.</p>
<p><strong>Estou em uma empresa como efetivo, mas não atuo na área que desejo. Devo procurar um estágio para tentar mudar de área?</strong></p>
<p>A escolha de sair de um emprego e começar um estágio pode envolver diminuição salarial e perda de benefícios, mas pode ser uma grande oportunidade para proporcionar desenvolvimento e aprendizados. É preciso colocar todos os pontos na balança, inclusive o risco de não ser efetivado. Por outro lado, é uma chance de sair de uma estagnação e crescer profissionalmente. É uma forma de entrar em uma área que não conhece, pois não exige experiência anterior.</p>
<p><strong>Programa de Trainee e de Jovens Profissionais é a mesma coisa?</strong></p>
<p>Não. Cada programa tem um objetivo e um escopo diferente. Se você está terminando a faculdade ou é recém-formado, procura crescimento acelerado e muitos desafios, ser trainee é uma boa ideia. Agora, se você já tem alguma experiência e mais clareza do caminho que quer percorrer, ser jovem profissional fortalecerá seu conhecimento na sua área de atuação.</p>
<p>Entre todas as possibilidades, não existe uma que seja melhor, certa ou errada. Cada um deve trilhar o seu próprio caminho. O segredo está em aproveitar ao máximo cada oportunidade de aprendizado e desenvolvimento. E, principalmente, fazer sempre escolhas de acordo com os seus objetivos pessoais e profissionais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Bruna Tokunaga Dias &#8211; Gerente de Orientação Profissional da Cia de Talentos</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.chegamais.ciadetalentos.com.br/</em></p>
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		<title>Como entender melhor a linguagem corporal no trabalho?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 18:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[expressão]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem corporal]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Você provavelmente já passou por isto: quando chega a hora do almoço, você quer convidar um colega para ir ao restaurante da esquina. Menos de dois metros separam as mesas de vocês, mas você não se levanta para chamá-lo. O&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você provavelmente já passou por isto: quando chega a hora do almoço, você quer convidar um colega para ir ao restaurante da esquina. Menos de dois metros separam as mesas de vocês, mas você não se levanta para chamá-lo. O convite vai por email ou mensagem instantânea.</p>
<p>Segundo a atriz e psicóloga Nany Di Lima, professora do curso Teatro para Executivos na Faap, cenas como essa são comuns em qualquer ambiente de trabalhoe indicam que a maioria dos profissionais ainda tem muito a aprender sobre linguagem corporal.</p>
<p>Na situação do almoço, você e seu colega que preferem conversar pela internet deixam de aproveitar a dimensão física da comunicação. &#8220;Vocês perdem a chance de fazer contato visual, sorrir, estabelecer uma interação mais expressiva&#8221;, diz ela. &#8220;A única parte do corpo que vocês mexem para se comunicar são os dedos, que digitam as mensagens”.</p>
<p><strong>O recado do corpo</strong></p>
<p>Batucar dedos na mesa, enrolar o cabelo ou apontar o dedo para a plateia pode atrapalhar sua plateia. Primeiro porque tais gestos distraem. Segundo, podem incomodar ou trazer insumos para o pré-julgamentos da plateia. Na dúvida, escolha gestos neutros e conscientes.</p>
<p>“Muita gente odeia que aponte o dedo para elas. Ao fazer isso, você quebra a empatia”, diz Chequer.Negligenciar a linguagem corporal não só empobrece as suas relações interpessoais como também compromete o seu sucesso em diversas situações profissionais. Isso porque, explica Nany, transmitimos muito mais do que imaginamos por meio da nossa expressão física.</p>
<p>Ela dá o exemplo de um diretor que vai apresentar os resultados do trimestre para a empresa. A informação que ele transmite aos outros não está contida apenas nas suas frases. “Se ele falar coisas positivas, mas estiver com os ombros caídos ou desalinhados, por exemplo, é possível que ele comunique desânimo, e essa ambiguidade pode gerar insegurança na equipe”, afirma Nany.</p>
<p>Diversos outros sinais físicos podem “trair” a intenção de quem se comunica no trabalho. Um candidato que fica na ponta da cadeira em uma entrevista de emprego, por exemplo, pode se dar mal. “A pessoa até pode dizer frases que transmitam serenidade, mas essa postura corporal pode ser vista como indício de pressa ou ansiedade, por exemplo”, diz ela.</p>
<p>Não há regras absolutas para fazer essa leitura.Por isso, é impossível fazer um &#8220;dicionário&#8221; com o que cada gesto ou postura significa. &#8220;Isso vem da capacidade individual de compreender a linguagem do corpo&#8221;, diz ela.</p>
<p><strong>Formas de aprimorar a sua percepção</strong><br />
Para a carreira, a principal vantagem de dominar a linguagem corporal é ter coerência na comunicação. “É muito importante alinhar o que você diz com a palavra e o que você diz com a postura”, ensina.</p>
<p>Segundo Nany, algumas medidas simples podem afiar as suas habilidades de comunicação não-verbais. Uma delas é abrir espaço na agenda para pequenas experiências ao ar livre, como uma caminhada no parque. “Use essa oportunidade para sentir cada pisada que você dá no chão, o vento no rosto, o impacto de cruzar com outra pessoa no caminho”, aconselha Nany.</p>
<p>Ela explica que o exercício de observar essas sutilezas aos poucos vai abrindo os seus olhos para sua própria expressão corporal no dia a dia.</p>
<p>Para quem quer se aprofundar nessa descoberta, outra sugestão é ler e buscar informações sobre a sua anatomia. “Saber como você é embaixo da pele ajuda a desenvolver a consciência corporal”, afirma.</p>
<p>Procurar atividades físicas não-convencionais também ajuda. “Em vez de ir à academia, experimente fazer teatro, circo, dança ou esportes ligados à natureza”, diz Nany. “A ideia é abandonar um pouco o ambiente engessado dos escritórios e se reconectar com o mundo lá fora”, conclui.<br />
<strong>7 dicas de linguagem corporal para apresentações</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se o corpo fala em um bate papo, nas apresentações, ele grita; aprenda algumas regras para passar a mensagem correta quando você é o centro das atenções. Expressões faciais, posturas e até os gestos que cada orador escolhe também contam (e muito) para a maneira como o público, do lado de lá do palco, irá processar cada informação. Pensando nisso, os sócios da SOAP, consultoria especializada no assunto, compartilharam com a EXAME.com algumas das regras básicas para usar a linguagem corporal do jeito certo durante as apresentações, e a Contemporânea, também repassa à vocês! Confira:</p>
<p><strong>1. Faça contato visual</strong></p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/contato-visual.jpg"><img class=" size-medium wp-image-324 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/contato-visual-300x169.jpg" alt="contato visual" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Em uma apresentação, a plateia é a protagonista – não você, seus slides ou lousa. Por isso, seu foco deve estar em quem está do lado de lá do palco ou da mesa. Na prática, isso significa que seus olhos devem estar fitos neles – e não na sua apresentação de slides ou outro recurso. “Você não pode interromper por muito tempo a conexão com a audiência”, afirma Rogério Chequer, sócio da SOAP. “Sem conexão, não há empatia. Sem empatia, não há credibilidade”.</p>
<p><strong>2. Direcione o olhar da audiência</strong></p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/direcionar-o-olhar.jpg"><img class=" size-medium wp-image-325 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/direcionar-o-olhar-300x169.jpg" alt="direcionar o olhar" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Agora, como conciliar a troca de olhares com o público e os slides que você tem para mostrar? A resposta está na maneira como os maestros conduzem uma orquestra. Apesar da multidão de notas na partitura, é o maestro quem determina em que ponto de toda harmonia cada músico deve se focar. Faça o mesmo. Assuma a postura de maestro da atenção da plateia. Segundo os especialistas, este processo começa antes de sua chegada ao palco – para ser mais preciso, no momento em que você confecciona os slides que irão auxiliá-lo durante a apresentação. “O conteúdo mais importante não é o que está no slide, mas sim o que você está falando. Então, mostre apenas imagens sobre o que você diz”, afirma Eduardo Adas, sócio da SOAP. “Se você mostrar tudo de uma vez, a audiência não vai saber para onde olhar”.</p>
<p><strong>3. Fuja das posturas que incomodam</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/posturas-que-incomodam.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-326" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/posturas-que-incomodam-300x169.jpg" alt="posturas que incomodam" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Os gestos e expressões faciais não são os únicos a desembocar significados durante uma apresentação. A maneira como você dispõe os outros membros do seu corpo também fala – e muito. Braços cruzados, mão na cintura ou nos bolsos, pernas muito abertas e por aí vai. Posturas assim passam “mensagens subliminares para a audiência na direção de desleixo, falta de disciplina, organização ou profissionalismo”, afirma Chequer.<br />
<strong>4. Busque a neutralidade</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/neutralidade.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-327" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/neutralidade-300x169.jpg" alt="neutralidade" width="300" height="169" /></a></p>
<p>A melhor estratégia para evitar isso é apostar em posturas e gestos neutros. “O que você busca em termos gestuais deve sempre visar à neutralidade e à complementariedade”, afirma Adas. Ou seja, a maneira como você usa as mãos ou desloca o seu corpo não pode interferir na história que está contando – antes, deve reforçá-la. Manter as mãos ao lado do corpo, por exemplo, cumpre essa função. Fazer gestos abertos, por sua vez, mostra ausência de proteção e confiança. “A conexão com a audiência é mais forte se seu gesto é natural”, diz Chequer.<br />
<strong>5. Seja coerente</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/coerência.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-328" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/coerência-300x169.jpg" alt="coerência" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Neste ponto, a coerência entre o que se diz e como se age é fundamental. “Falar uma coisa e fazer outra cara compromete a credibilidade”, diz o especialista. Agora, como conciliar conteúdo e expressão quando se está nervoso e o sorriso ou sobrancelhas arcadas parecem ter vida própria? A solução, de acordo com os especialistas, é treino. Por isso, não subestime a importância do preparo antes da apresentação.<br />
<strong>6. Fuja dos gestos vilões</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/gestos-vilões.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-329" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/gestos-vilões-300x169.jpg" alt="gestos vilões" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Batucar dedos na mesa, enrolar o cabelo ou apontar o dedo para a plateia pode atrapalhar sua plateia. Primeiro porque tais gestos distraem. Segundo, podem incomodar ou trazer insumos para o pré-julgamentos da plateia. Na dúvida, escolha gestos neutros e conscientes. “Muita gente odeia que aponte o dedo para elas. Ao fazer isso, você quebra a empatia”, diz Chequer.<br />
<strong>7. Em pé ou sentado?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/em-pé-sentado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-330" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/em-pé-sentado-300x169.jpg" alt="em pé sentado" width="300" height="169" /></a></p>
<p>“Quando você está de pé tem o corpo inteiro para lidar, tem mais mobilidade no palco, a interação fica mais rica”, descreve o especialista. Sentado, ao contrário, o grau de liberdade é menor. “Você fica mais preso e tem menos recursos para complementar sua história”. Quando o grupo é pequeno, contudo, muitas vezes não faz sentido ficar em pé. Aí, a dica é aguçar os sentidos para perceber qual postura é mais adequada para cada reunião.<br />
<em>Fonte: exame.com.br</em></p>
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		<title>Depressão no Trabalho.</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 17:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[sobrecarga]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Grande parte das pessoas que sofrem de depressão não percebe que estão doentes e precisam de tratamento. A doença é carregada de estigmas e preconceitos, o que dificulta o acompanhamento clínico do caso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS),&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Grande parte das pessoas que sofrem de depressão não percebe que estão doentes e precisam de tratamento. A doença é carregada de estigmas e preconceitos, o que dificulta o acompanhamento clínico do caso.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Embora seja uma doença comum a muitos indivíduos, os sintomas são distintos de pessoa para pessoa. As características depressivas mais comuns são tristeza, desânimo, mudança repentina de humor e falta de produtividade no trabalho.</p>
<p>Dentre as causas de depressão pelas quais muita gente passa &#8211; e que todos os indicadores insistem em mostrar serem crescentes – está o fato de as pessoas se sentirem obrigadas a exercer atividades contrárias à sua natureza e pressionadas a obter desempenhos melhores a cada dia.</p>
<p>De acordo com os estudos do Ph.D em psicologia pela Universidade de Harvard, William Moulton Marston, todo ser humano é constituído por quatro fatores comportamentais: Dominância (indivíduos diretos e assertivos), Influência (indivíduos comunicativos e extrovertidos), Estabilidade (indivíduos organizados e estruturados) e Conformidade (indivíduos analistas e metódicos). Cada fator comportamental possui características e talentos indicados para determinadas atividades.</p>
<p>Entretanto, as pessoas frequentemente são convidadas a fazer atividades inversas a seus talentos. É como se fosse dito a elas: pegue o que você tem de melhor e jogue no lixo, pois vamos lhe exigir o que menos gosta. Essa situação demonstra o que é colocar a pessoa certa no lugar errado. Partimos do princípio que os profissionais são sempre pessoas certas, mas que podem estar em locais adequados ou inadequados a elas.</p>
<p>Uma solução para diminuir as causas de depressão, pelo menos no que diz respeito à inadequação comportamental no trabalho, é definir claramente a arquitetura comportamental dos cargos e buscar profissionais sintonizados com a atividade.</p>
<p>Atualmente, as pessoas vivem mais e o trabalho na vida moderna ocupa praticamente três quartos da vida dos indivíduos. Ou investimos mais na qualidade de vida dos trabalhadores, ajudando-os a se cuidarem, ou a eles adoecerão e a conta será alta para todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Jorge Matos, presidente da ETALENT.</em></p>
<p><em>Fonte: etalent.com.br</em></p>
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		<title>Tecnologia: 9 regras que preservam sua imagem</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2014 12:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pode atender ligação do marido durante a reunião com o chefe? E se for da escola do filho? E responder e-mail de cliente? A tecnologia é, sim, uma maravilha, mas a sensação de urgência e disponibilidade que ela causa acaba&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Pode atender ligação do marido durante a reunião com o chefe? E se for da escola do filho? E responder e-mail de cliente? A tecnologia é, sim, uma maravilha, mas a sensação de urgência e disponibilidade que ela causa acaba deixando muita gente confusa, sem saber o que é razoável e o que é totalmente inadequado fazer em determinados momentos. Se você costuma se sentir assim, veja estas recomendações da consultora de imagem Renata Mello para evitar constrangimentos.</p>
<p><strong>1 –</strong> O celular do colega está tocando insistentemente. Pode atender? “Não”, diz Renata, categoricamente. A dúvida é comum, ela afirma, principalmente quando a pessoa vê que quem está chamando é alguém que ela conhece. “Ela pensa que, como é o marido da colega, que ela conhece, pode atender e dizer que ela saiu para o almoço”, explica. A atitude aparentemente simpática, no entanto, é desaconselhável. Primeiramente porque celular é um aparelho pessoal, que não deve ser atendido por outra pessoa, a menos que o dono peça formalmente.</p>
<p><strong>2 –</strong> Deixar o celular tocar alto. É meio óbvio, mas muita gente acaba desrespeitando essa regra básica de convivência corporativa. O volume do toque do seu aparelho tem de ser baixo, de preferência para só você ouvir, sem incomodar os colegas. O ideal mesmo é deixar o aparelho em vibracall. Se estiver esperando uma ligação urgente, mantenha-o por perto, simplesmente, e não em alto e bom som.</p>
<p><strong>3 –</strong> Outra regra relacionada a barulho é a utilização do viva-voz, tanto no celular quanto no fixo. “Muita gente utiliza esse recurso, por exemplo, para fazer ligações e esperar até que alguém responda do outro lado”, diz Renata. Pode não parecer, mas o barulho incomoda e tira a concentração.</p>
<p><strong>4 –</strong> Atender ligações durante uma reunião também não é coisa muito recomendável. A menos, claro, que seja caso de urgência ou que você esteja esperando uma resposta ou uma informação para alguma atividade profissional. “Se for o caso, antes da reunião, avise que talvez tenha de se ausentar um pouco para atender a uma chamada”, recomenda Renata. Fora casos desse tipo, tente evitar sempre que possível. A mesma regra vale para um almoço com o chefe ou com clientes. “É preciso fazer uma peneira para saber o que é urgente e o que não é e, de qualquer modo, tentar ser breve na chamada.”</p>
<p><strong>5 –</strong> As redes sociais também acabam gerando saias justíssimas no trabalho. Com elas, todo cuidado é pouco. Para começar, a dica de Renata é não sair adicionando todo mundo do trabalho ao Facebook ou Instagram. “No LinkedIn tudo bem, porque é mesmo uma rede profissional”, diz ela.</p>
<p><strong>6 –</strong> Nas reuniões, por favor, tome cuidado com o que você faz. Evite entrar nas redes. Se for inevitável (sim, há reuniões muito longas, em que muito se discute e nada se resolve), tente não curtir nada e, principalmente, não postar qualquer comentário, sobre a reunião ou qualquer outra coisa que esteja na sua mente. Lembre-se de que alguém sempre estará vendo o que você faz. “Curtir qualquer coisa no horário da reunião deixa claro que você não estava prestando atenção”, diz Renata. Mais perigoso ainda, claro, é fazer um comentário sobre o quanto se perde tempo em encontros desse tipo ou sobre algum ponto que está sendo discutido. Isso, além de pegar mal, pode trazer efeitos mais sérios, como uma advertência.</p>
<p><strong>7 –</strong> Outro ponto lembrado por Renata, também relacionado ao uso das redes sociais, é ter o cuidado de não ficar postando ou curtindo ou comentando qualquer coisa em momentos em que você deveria estar “indisponível”. “Por exemplo, se você recusou o convite para um almoço ou uma reunião e disse que tinha outro compromisso, não se esqueça disso nas redes ou poderá cair em contradição”, alerta.</p>
<p><strong>8 –</strong> Comentários que demonstrem sua insatisfação com o trabalho também devem ser evitados, mesmo que sejam feitos em tom de brincadeira. “Por exemplo, um colega vai tirar férias e você posta que ele é um sortudo”, diz Renata. Pode ate ser brincadeira, mas, se alguém mal intencionado ler pode entender que você não está feliz ali…</p>
<p><strong>9 –</strong> Ouvir música no trabalho pode fazer você render muito, mas também deve ser feito com moderação. O ideal é deixar o volume baixo o suficiente para perceber se alguém falar com você ou chamar o seu nome. Também não é bom negócio passar o dia todo com os fones no ouvido. Isso pode parecer um aviso antipático de “não perturbe”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Escrito por: Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: www.vagas.com.br</em></p>
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		<title>Cenário pós-Copa do Mundo divide opiniões</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2014 13:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que o caminho da economia brasileira dependia do resultado na seleção na Copa do Mundo. Tanto que, embora o campeonato seja realizado este ano em terra tupiniquim, dificilmente uma vitória ou derrota do time terá algum&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que o caminho da economia brasileira dependia do resultado na seleção na Copa do Mundo. Tanto que, embora o campeonato seja realizado este ano em terra tupiniquim, dificilmente uma vitória ou derrota do time terá algum impacto na economia em geral e no mercado de trabalho, especificamente. A melhora econômica dos últimos anos colocou o Brasil na confortável situação de quase pleno emprego. O cenário pós-Copa do Mundo, no entanto, divide opiniões.</p>
<p>Para o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, regional Rio de Janeiro (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, apesar da tristeza que deve atingir o País caso a Seleção não vença a Copa, isso não deve ter efeito sobre a geração de empregos. “O País vem apresentando uma excelente taxa de geração de empregos já faz alguns anos, mesmo em momentos nem sempre positivos do futebol brasileiro. Provavelmente os empregos mais ameaçados em caso de decepção na Copa são os da comissão técnica”, brinca o executivo (foto abaixo).</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6fa1cc590560d0d007c09387fe95045e51d_l1d2i_big.jpg"><img class=" size-medium wp-image-180 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6fa1cc590560d0d007c09387fe95045e51d_l1d2i_big-300x180.jpg" alt="36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6fa1cc590560d0d007c09387fe95045e51d_l1d2i_big" width="300" height="180" /></a></p>
<p><strong>3,6 milhões de turistas</strong></p>
<p>Segmentos como transporte, turismo, hotelaria, educação em idiomas, gastronomia, gestão de serviços, comércio, engenharia e gestão de qualidade foram os mais procurados por serem os alicerces dos grandes eventos. Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que a Copa do Mundo deve gerar 47,9 mil vagas de trabalho apenas no setor de turismo nos 12 Estados que receberão jogos da competição. Segundo o economista da CNC Fabio Bentes, a estimativa tem como base o fluxo de 3,6 milhões de turistas que deverão circular pelo País durante o Mundial.</p>
<p>Ele ressalta que o número é 60% superior à geração de postos de trabalho nos 12 Estados no mesmo período do ano passado. Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Curitiba geraram juntos 29,5 mil postos de trabalho em 2013. Ele ressalva, entretanto, que grande parte dessas vagas deverá ser temporária, ele reconhece.</p>
<p>Ainda assim, o presidente da ABRH-Rio diz que não haverá prejuízo aos setores que se beneficiarão com a Copa do Mundo. “O que vai ocorrer é uma diminuição da ofertas de vagas para esse setor e a dispensa programada de pessoas que foram contratadas com perspectiva temporária ou que não atenderam as expectativas das organizações. Do mesmo modo, também poderá ocorrer a manutenção dos funcionários que supriram as expectativas da contratação e obtiveram destaque”, explica Sardinha.</p>
<p><strong>“Enxugamento das contratações”</strong></p>
<p>Menos otimista está Vanessa Silva Scheer, consultora especializada em gestão de recursos humanos e diretora executiva do Grupo Smax. Para ela, pouquíssima gente deve ser absorvida depois da Copa porque o setor de turismo não está indo tão bem neste ano. “É natural que depois da Copa haja um enxugamento dessas contratações porque a maioria é de trabalho temporário mesmo”, afirma.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6faba182436ef75660fb9eb833c9c1d97d2_c8o9g_big.jpg"><img class=" size-medium wp-image-181 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6faba182436ef75660fb9eb833c9c1d97d2_c8o9g_big-300x180.jpg" alt="36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6faba182436ef75660fb9eb833c9c1d97d2_c8o9g_big" width="300" height="180" /></a></p>
<p>Ela reconhece, entretanto, que as cidades que receberão jogos da Copa do Mundo têm a oportunidade de mostrar suas atrações e assim, receber mais turistas futuramente. Dessa forma, os empregos poderão ser mantidos. “O Brasil pode se tornar realmente um novo destino de férias para os estrangeiros, tudo depende de como serão recepcionados”, diz. “Isso também vale para as empresas dos setores de serviços, como bares e restaurantes.”</p>
<p>“Com a proximidade do evento esportivo essas capitais terão um aumento considerável de demanda e, se mantiverem como objetivo atender bem o cliente, essa vantagem competitiva talvez continue após a Copa. Bom para a empresa, melhor para o funcionário que estiver qualificado, que também poderá colher frutos”, analisa Vanessa.</p>
<p>“Natal antecipado”</p>
<p>Os entrevistados concordam que o evento esportivo funciona como uma espécie de Natal antecipado, já que as contratações de temporários é uma forma das empresas aumentarem o efetivo para conseguir suprir a demanda. “O emprego temporário é uma ótima oportunidade de inclusão no mercado de trabalho. Para as empresas, por exemplo, é um teste de experiência e para os profissionais, chance de efetivação. E, se não for imediatamente, os profissionais que se destacarem na função para qual foram contratados durante a Copa do Mundo, têm grandes chances de serem lembrados pelo contratante em vagas posteriores”, afirma o presidente da ABRH-Rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 13:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de quem escolhe uma profissão pautado apenas por isso. Assim como a gente, muitas pessoas e empresas também espalham essa corrente, ou estilo de vida, ou como quiserem chamar. E aí surgiram uma série de dúvidas, inquietações e “coisas que você precisa fazer para fazer o que ama” que a gente discorda totalmente; e por isso esse texto. Dessa vez, ao invés de falar sobre “faça o que ama” vamos falar sobre…</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Coisas que a gente não acha sobre fazer o que ama!</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-158 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM-300x2.png" alt="Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM" width="300" height="2" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que precisa de um cargo conceituado, em uma empresa grande, descolada e internacional.</strong></p>
<p>O “fazer o que ama” tem a ver com o valor que você dá para uma coisa; no quanto você vê sentido nela e fica satisfeito em fazer. E isso está há anos luz desses conceitos de “precisa ser dotô”, “precisa ser gerente”, “precisa morar no exterior”.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que você precisa de um computador caro e um escritório descolado.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Computadores são muito legais, principalmente no conceito da nossa geração “Y” (ai como é chato esse rótulo) , escritórios como o Google e o Facebook também; mas nada disso vai fazer sentido se você não gostar do que está fazendo. Por exemplo, alguém que gosta muito de ilustrações, vai ser muito mais feliz trabalhando em um computador qualquer e podendo criar a vontade, do que tendo um ~ de última geração ~ e utilizando só vetores para trabalhos fixos. Não é o “com o que” é o “o que” fazer que muda tudo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você precisa largar tudo, esquecer que existe dinheiro e se voluntariar em alguma coisa.</strong></p>
<p>Não, mas gente, claro que não! Todo mundo precisa conquistar a sua independência financeira, realizar pequenos “sonhos de consumo” e pagar as contas. Se você esquecer que existe dinheiro, pode até ficar feliz e realizado pelo alívio de estar no que gosta, mas aí você cria outro problema que não tinha antes, que é “ser sustentado” por alguém. Soltamos um <a href="http://blog.99jobs.com/transicao-bem-planejada/">artigo</a> no blog (para um público mais maduro no mercado, ok) onde um planejamento financeiro para “mudar definitivamente” de área leva em média três anos! Claro que você não precisa levar todo esse tempo; mas também não precisa jogar tudo para o alto. Ache o máximo de coisas que você gosta onde você está, use o $$ que você ganha para fazer cursos na área que quer, o seu tempo livre para estudar, praticar ou voluntariar-se em algum lugar durante um final de semana. Faça a “coisa que você gosta” ir tomando espaço na sua vida; em algum momento a transição vai ser mais estável e orgânica.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você fizer o que ama vai ser lindo, maravilhoso, só dias ensolarados e pássaros cantando.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Socorro! Nem a Poliana (aquela que conseguia ver coisas boas em tudo) ia conseguir viver o “faça o que você ama” sem um stress de vez em quando. Como qualquer coisa na vida (qualquer uma MESMO, relacionamentos, amizades, fases) vai ter lado ruim. Primeiro, porque não tem como fazer só o que você gosta o tempo todo; até o diretor mais importante da empresa mais legal, gasta um tempão do dia dele lidando com contratos (nada contra quem gosta de contratos), a questão é, existem coisas não tão legais que precisam ser feitas, mesmo em uma área que você adora. Segundo, que você é uma PESSOA, e lida com outras, direta ou indiretamente. Independentemente do que você faz, não acorda todos os dias do mesmo jeito. Vão ter quartas-feiras com chuva em que você simplesmente vai querer ficar embaixo das cobertas e não lidar com absolutamente nada relacionado ao seu trabalho, e isso é perfeitamente normal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você encontrar o que ama, vai amar para sempre.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Sabe a sua primeira paixão eterna do colegial? Durou para sempre? Então. Sabe o curso de artes marciais que parecia incrível e que no final das contas você foi em duas aulas? Ou o curso que era o seu sonho de consumo e você largou de mão no primeiro semestre? Ou aquele projeto de blog que você alimentou por um ano e cansou? É mais ou menos isso. O seu “fazer o que ama” pode fazer muito sentido pra você no momento, mas depois não faz mais tanto. Bom, talvez você tenha casado com seu namoro de colegial, ou seja faixa preta ou esteja fazendo doutorado na mesmísssima área daquele curso, também pode ser assim!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Amor é para pessoas, não para trabalho”.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Gente, por favor, se tem uma coisa que merece ser banalizada (no melhor sentido possível) nesse mundo, é o amor. Amor é para pessoas sim, para trabalho também e para qualquer coisa que mereça, é pra vida sabe?</p>
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		<title>Não sei o que amo fazer. O que eu faço?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 12:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>É “movimento faça o que você ama” pra um lado, &#8220;coisas que não tem nada a ver com o fazer o que ama” pro outro, artigo sobre o como é feio (pra não dizer BEM FEIO) julgar o trabalho que&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>É “movimento faça o que você ama” pra um lado, &#8220;coisas que não tem nada a ver com o fazer o que ama” pro outro, artigo sobre o como é feio (pra não dizer BEM FEIO) julgar o trabalho que uma pessoa escolheu, grupos de discussão/inspiração sobre o assunto… e você quase chorando no meio do cruzamento sem ter a MENOR ideia do que ama nessa vida. <strong>#comolidar?</strong></p>
<p>Bom, pra falar bem a verdade, a gente também não sabe; mas tem algumas ideias, e achamos que seria legal compartilhar com quem ainda não tem muita certeza de “que caminho tomar” ou “onde quer chegar”!</p>
<p><strong>1. Olhe para dentro, não para fora.</strong></p>
<p>Nós vivemos em sociedade, então é complicadíssimo não se comparar aos outros ou não “querer também” alguma coisa que parece legal. Até aí, certíssimo né? Tem mais é que almejar mesmo. O problema é que às vezes uma coisa que parece “muuuuuuuito legal” para alguém, não é muito legal pra gente. Tipo aquele amigo, que vive falando super bem do trabalho dele (enquanto você está com PAVOR do seu), você acaba meio verde de inveja, cobiçando, imaginando, mas talvez aquele trabalho não tenha NADA a ver com você. Faz sentido? Você nem sabe se vai gostar das pessoas, do ambiente, da rotina, só sabe que quer porque alguém falou da “parte boa”.</p>
<p><strong>2. Pergunte o que você faz bem.</strong></p>
<p>Principalmente para as pessoas mais próximas (e que não necessariamente vão falar o que você QUER ouvir), talvez você escute coisas que nunca tinha “notado” mas que alguém considera que você faz muito bem. Você pode começar a pensar em como aplicar e desenvolver essas aptidões (que já são suas naturalmente) em algum lugar.</p>
<p><strong>3. Leia mais sobre realidades.</strong></p>
<p>Não pesquise apenas sobre uma “profissão”. Pense, o que você vai gostar mais: horário flexível, mas não tão bem remunerado? Ser parte de uma empresa, em uma cidade grande, ter o próprio negócio em uma cidade pequena? Ter tempo para atividades extra-curriculares? Pesquise organizações ou cursos que permitiriam o estilo de vida que você quer. Liste opções, liste prós e contras e não se sabote!</p>
<p><strong>4. Permita-se sonhar alto.</strong></p>
<p>“Sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”, a frase já diz tudo né? Mas basicamente, se você quer algo, planeje o melhor e mais proveitoso possível (tanto o processo quanto o objetivo).</p>
<p><strong>5. Comece, aos poucos, mas comece.</strong></p>
<p>Dar o primeiro passo é fundamental para você se permitir. Converse com as pessoas que não te conhecem tão bem e que podem trazer verdades cruas, converse com quem te conhece muito bem e vai te dar aquela força para você tomar um caminho que pode ser difícil hoje, mas excelente n’algum tempo. Ah! E não tenha medo dele, do tempo. Veja-o como um aliado e não como um inimigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: blog99jobs.com</em></p>
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		<title>Os 15 comportamentos mais irritantes para se ter no trabalho</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/03/os-15-comportamentos-mais-irritantes-para-se-ter-no-trabalho/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 19:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[convivência]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta. Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria. É raro encontrar um profissional&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta.</strong></p>
<p>Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria.<br />
É raro encontrar um profissional que não tenha uma história de difícil convivência e de atitudes irritantes de colegas de trabalho.</p>
<p>Pensando nisso, EXAME.com pediu a Maria Aparecida Araújo, proprietária da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting, para citar os comportamentos que mais incomodam as pessoas no trabalho.</p>
<p>A lista é longa, confira e veja se você também não corre o risco de ser o chato do escritório:</p>
<p><strong>1 Atrasar (sempre)</strong></p>
<p>É difícil manter uma pontualidade britânica com engarrafamentos bem brasileiros para enfrentar todos os dias nos grandes centros urbanos. Mas, fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.</p>
<p>“A noção de tempo, no Brasil, de maneira geral, não é muito rígida. É mais flexível”, diz a especialista em etiqueta profissional. Mas fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.</p>
<p><strong>2 Os indiscretos e os fofoqueiros</strong></p>
<p>“Apesar de já ter ouvido pseudo-consultores dizerem que fofoca é saudável no ambiente de trabalho, porque permite que as novidades corram, geralmente só coisas depreciativas são propagadas”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>Divulgar assuntos sigilosos e fazer perguntas deselegantes ou indiscretas também são fonte de desconforto no escritório, de acordo com ela.</p>
<p><strong>3 Falar demais</strong></p>
<p>Nada mais irritante do que estar concentrado em uma atividade e ser interrompido a todo o momento pelo colega que deseja contar os seus feitos e suas histórias deste e de outros carnavais.</p>
<p>“Há pessoas que falam demais, sem se tocar que estão sendo desagradáveis”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>E quando a sua mesa é de frente para o cantinho do café, obrigando-o a conviver com as rodinhas e os animados grupos de bate papo que se formam por ali?</p>
<p>Depois da quarta rodinha em menos de 2 horas, a irritação começa a dar sinais mais claros.</p>
<p><strong>4 Conquistadores de plantão</strong></p>
<p>Roupas insinuantes, atitudes provocantes. Este tipo de comportamento, de apostar na sedução para chegar onde se quer, também é observado pela especialista como um dos que mais incomodam.</p>
<p><strong>5 Bajuladores, oportunistas, falsos e carreiristas</strong></p>
<p>Alguns apostam na bajulação como meio de subir mais rápido na carreira. Nada mais irritante do que conviver com um colega de trabalho assim.</p>
<p>Outros lançam mão de estratégias oportunistas que muitas vezes acabam em homéricas “puxadas de tapete”. “E há os vulgos traíras”, acrescenta Maria Aparecida.</p>
<p>Uma atitude bastante comum do oportunista é manter o radar ligado para os erros, dos outros, é claro. “São pessoas que ficam atentas a qualquer falha e tiram partido disso para se promover”, explica. No mundo corporativo, também não faltam histórias de apropriação indébita de ideias e iniciativas.</p>
<p>E, por fim, os carreiristas, que identificam relações internas de poder e sabem muito bem tirar proveito delas.“Sob o lema ‘os fins justificam os meios’, são pessoas que se valem de expedientes escusos para subir na carreira”, explica Maria Aparecida.</p>
<p><strong>6 Os piadistas</strong></p>
<p>Senso de humor é uma virtude celebrável, mas há sempre aqueles que “perdem a mão” e partem para brincadeiras de mau gosto ou apostam em piadas que ofendem.</p>
<p>Escatologia e preconceito lideram a lista de temas que mais incomodam. “É preciso pensar que o senso de humor varia de pessoa para pessoa”, diz Maria Aparecida. O que faz um amigo “rolar de rir no chão” pode ofender um colega de trabalho.</p>
<p><strong>7 Encher a caixa de e-mails com mensagens desnecessária</strong></p>
<p>Ainda há quem considere o e-mail corporativo uma espécie de WhatsApp do escritório. Sobrecarregar a caixa de entrada dos colegas com mensagens desnecessárias dentro e fora do expediente tira muita gente do sério.</p>
<p>“Muitas vezes pessoas que não fazem parte do contexto são incluídas nos destinatários”, diz Maria Aparecida.</p>
<p><strong>8 Sobrecarregar o olfato alheio</strong></p>
<p>Incenso, plantas aromáticas, perfumes e odores corporais acentuados incomodam o nariz alheio.</p>
<p>Alimentos com cheio forte também deveriam ser banidos da mesa de trabalho. “Cabe também às empresas prover um local adequado especificamente para refeições dos funcionários”, diz Maria Aparecida.</p>
<p><strong>9 Os barulhentos</strong></p>
<p>Ninguém quer um clima de silêncio sepulcral no escritório. Mas muito barulho por nada é irritante.</p>
<p>Em tempos de espaços amplos e coletivos de trabalho, celulares de tocam alto e insistentemente, conversas no modo viva-voz e gritaria são grandes vilões da concentração.</p>
<p>O mesmo ocorre com aqueles barulhinhos obsessivos. “Tamborilar os dedos, bater a caneta, amassar embalagens e cantar alto”, cita a especialista.</p>
<p><strong>10 Os pegajosos</strong></p>
<p>Tem gente que adora encurtar a distância física. Abraçar, beijar, apostar na proximidade ao falar são hábitos que podem ser aceitáveis para uns e desagradáveis para outros, diz a especialista.</p>
<p>Tapinha nas costas, mão ao redor do pescoço e outros tipos de toques, comuns na cultura brasileira, podem incomodar quem não está acostumado ao “calor humano”.</p>
<p><strong>11 Pegar o que é dos outros e não devolver</strong></p>
<p>Voltar de férias pode ser um pesadelo para quem convive com pessoas deste tipo. É a sua cadeira que sumiu, as canetas que desapareceram, o mouse e o teclado que foram trocados na sua ausência.</p>
<p>Pedir dinheiro emprestado e nunca devolver também é um hábito irritante. “Estar sempre sem dinheiro no happy hour, mas comer e beber deixando que os outros paguem, por exemplo”, cita a especialista.</p>
<p><strong>12 Quando adiar é o lema</strong></p>
<p>A reunião que era para hoje, mas foi ficando para amanhã e que vai ser remarcada, depois de amanhã, para a próxima semana.</p>
<p>O projeto que não sai nunca no prazo, o relatório que era para a semana passada, mas será entregue na próxima.</p>
<p>Não é só no que diz respeito aos compromissos e reuniões que o atraso incomoda. Postergar a entrega de tarefa pode prejudicar uma equipe inteira, diz Maria Aparecida, assim como fazer tudo de última hora.</p>
<p><strong>13 O sempre ausente</strong></p>
<p>Quando a ausência não justificada é um hábito, o incômodo fica evidente. Afinal, para que não haja prejuízo nos processos alguém tem que trabalhar mais para que a falta do colega não prejudique a produtividade do setor ou do departamento.</p>
<p><strong>14 O arrogante e/ou dono da verdade</strong></p>
<p>Aquele profissional que se acha o máximo e conta vantagem o tempo inteiro não passa despercebido.</p>
<p>Seu comportamento irrita a todos os que percebem os contornos da sua arrogância. “São pessoas que querem se sobressair a qualquer preço”</p>
<p>Quem insiste em ser o dono da verdade também é notado pela chatice desse comportamento, logo de cara.</p>
<p>“Interrompem as pessoas, geralmente para contradizê-las. Criticam muito, e, na maior parte das vezes, quando têm plateia”, explica Maria Aparecida.</p>
<p>Um comportamento recorrente em pessoas deste tipo é humilhar as outras pessoas, diz a especialista. “Nas reuniões multinível, humilham os colaboradores de escalão mais baixo”, diz ela.</p>
<p><strong>15 Os “caixas de Pandora” e os “profetas do Apocalipse”</strong></p>
<p>Falar apenas coisas negativas, semear discórdia, jogar uns contra os outros. Estes são as principais “atribuições” dos profissionais classificados por Maria Aparecida como “caixas de Pandora” do escritório. “São pessoas muito nocivas e que acabam com o clima interno de qualquer empresa”, explica.</p>
<p>E quem se lembra da hiena Hardy, o símbolo máximo do pessimismo imortalizado nos desenhos Hanna Barbera? “Ó vida, ó azar” é o seu bordão mais famoso. “Os Hardys do escritório são aqueles que só chegam dando notícia ruim e reclamam de tudo”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>Demissões em massa, o novo chefe que é um monstro e a iminência de falência da empresa são algumas de suas notícias preferidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
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		<title>Como fazer com que o emprego que você não gosta fique mais agradável.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 18:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[realização]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas. Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas.</p>
<p>Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas se tornem difíceis de se levar adiante, a opção é pedir demissão, mas esta é sempre uma decisão difícil — até porque, encontrar algo melhor no mercado de trabalho competitivo em que vivemos pode ser um grande desafio. Se você está vivendo uma situação parecida, mas não pretende desistir de seu emprego, confira dez atitudes que podem ajudá-lo a dar novo ânimo à carreira, segundo artigo de Nisa Chitakasem, co-autora do livro “How to get the job you want” (”Como conquistar o emprego que você deseja”, em tradução livre), publicado pela Forbes:<br />
<strong>Negocie mudanças em sua rotina de trabalho</strong> — Converse com seu chefe sobre alterar a sua carga de trabalho ou o tipo de trabalho que você faz atualmente. Se você está sobrecarregado e se sentindo oprimido, ou completamente sem novos desafios, o seu chefe vai entender que, nesta situação, você nunca vai ser tão produtivo como poderia ser. Só o fato de ser capaz de ter esta conversa já é um grande passo para moldar algo novo. Seu objetivo é chegar a uma solução que não só vai ser boa para você, mas também para seu chefe, sua equipe e sua empresa.</p>
<p><strong>Tente trabalhar com pessoas diferentes</strong> — Mesmo que você não tenha necessariamente uma relação ruim com seus colegas de trabalho, se envolver com pessoas diferentes pode ajudá-lo a mudar a visão que tem de seu trabalho e dos aspectos que você odeia. Em projetos futuros, peça para ser agrupado com pessoas com as quais não costuma trabalhar ou interagir dentro da empresa. Mais informalmente, você pode pedir opiniões dessas pessoas a várias ideias ou incluí-las em suas sessões de brainstorming. Outra possibilidade é saber se a sua organização mantém consultores externos que possam fazer parte de sua equipe em algum projeto. Misture-se, interaja com outras pessoas, até obter uma nova visão das coisas.</p>
<p><strong>Busque uma maior sinergia</strong> — Se você já sabe com quem gostaria de trabalhar e com quem funciona bem, busque mais oportunidades para colaborar com eles. Internamente, isso poderia significar pedir permissão para, num projeto futuro, trabalhar com alguém que sabe que tem uma boa química. Externamente, pode haver fornecedores individuais e clientes com quem você tem particularmente uma boa afinidade. Cultive essas relações, fortaleça esses laços e tenha um papel ativo em seu desenvolvimento dentro e fora da empresa.</p>
<p><strong>Tente uma transferência para uma equipe ou departamento diferente</strong> — Se não há nada que possa melhorar onde você está, pense em uma mudança de lado. Veja se o seu chefe está aberto à ideia de sua transferência para uma área de negócio diferente. Pense de forma inteligente sobre como você pode ser útil na realização deste projeto, ao invés de sentar e esperar para ser transferido de setor. Pesquise antes de submeter o seu pedido ao chefe: veja quais áreas da organização se encaixam com seus pontos fortes ou que novas equipes estejam surgindo e você tem interesse em se engajar. Busque oportunidades onde você possa ser valorizado.</p>
<p><strong>Encontre um confidente</strong> — Independentemente de saber se você vai ficar em sua equipe atual ou mudar, haverá momentos em que você só quer desabafar. Apesar de o seu chefe ser a pessoa certa para falar sobre uma série de questões, este não é o tipo de pessoa que estamos falando aqui. Um confidente pode ser um colega, um mentor ou um amigo próximo de outro departamento. Mas escolha com cuidado: ele deve ser alguém em quem você pode confiar e ter uma conversa particular, e que aquilo que foi conversado não vai parar na ‘rádio-corredor’.</p>
<p><strong>Aproveite ao máximo o seu tempo livre</strong> — Muitos de nós reclamamos do grande número de horas que passamos no trabalho e que não temos tempo de fazer mais nada. Para melhorar o humor e se sentir menos estressado com o trabalho, reserve um tempo para estar com as pessoas que você gosta, seja familiares ou amigos, certifique-se de que está dormindo o suficiente e planeje um tempo de qualidade para si mesmo. Programe atividades que revigoram e o deixem energizado. Encontrar um tempo para relaxar e descontrair vai ajudá-lo a se dedicar melhor e aproveitar o trabalho.</p>
<p><strong>Não negligencie sua dieta ou sua atividade física</strong> — Uma dieta pobre nos deixa mais lento e irritável, agravando todos os sentimentos negativos que possa ter com relação ao trabalho. Ao comer bem e fazer exercícios regularmente, aumentamos os nossos níveis de energia e estado de alerta e, consequentemente, melhoramos nosso humor. Você pode se surpreender com o quanto essas mudanças podem contribuir para uma atitude mais positiva com relação ao seu trabalho.</p>
<p><strong>Redefina seu horário de trabalho</strong> — Se você não está satisfeito por que seu horário de trabalho o impede de levar seus filhos na escola ou no médico, ou de acompanhar seus pais idosos em uma consulta médica, por exemplo, não se acomode. Converse com seu chefe sobre a possibilidade de mudar de horário. Se seus filhos estudam no período da manhã, você pode pedir para entrar e sair um pouco mais tarde. Um número crescente de empresas são passíveis a horários de trabalho flexíveis.</p>
<p><strong>Adapte o seu entorno</strong> — Se ficamos menos oito horas por dia, cinco dias por semana, olhando para as mesmas quatro paredes vazias e a mesma mesa, não é de se admirar que nos sentimos numa prisão e que nosso trabalho seja considerado uma sentença de prisão perpétua. Personalize o seu espaço de trabalho com fotos de amigos e familiares, alguns enfeites ou um vaso de flores — mas nada de exageros. Lembre-se que você está num ambiente corporativo e não em casa. Se a cadeira é desconfortável ou a altura errada, traga uma almofada ou procure saber como ajustar o assento adequado ao seu tamanho.</p>
<p><strong>Seja mais organizado</strong> — Poucas coisas são mais desmoralizantes no trabalho do que uma caixa de entrada na tela do computador cheia de e-mails não lidos e não ordenados, ou uma mesa abarrotada de papéis que você nem sequer olhou. Separe um tempo para classificar seus e-mails e cópias em pastas diferentes para que você tenha uma ideia mais clara de onde as coisas estão. Além disso, busque aplicativos em seu tablet ou smartphone para ver qual deles pode ajudá-lo a ser mais organizado daqui para frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://oglobo.globo.com</em></p>
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		<title>Música no trabalho: aliada ou inimiga?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2013 18:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A música está presente na nossa vida mais do que qualquer outra representação artística, muitas vezes assumindo papel de destaque em momentos marcantes de nossas vidas. Não é exagero dizer que a música está presente na nossa vida tanto quanto oxigênio, comida e um filminho com pipoca no final de semana. Ela não apenas existe, ela é essencial. Não à toa, a música é uma das maiores fontes de prazer das pessoas do mundo todo, e é quase impossível encontrar alguém que não goste de pelo menos um estilo.</p>
<p>Quando falamos em música no ambiente de trabalho, as discussões começam (para não falar em gêneros e bandas porque aí o clima fica pesado). Há quem acha que atrapalha, há quem acha que ajuda e há quem fica no meio do caminho. Eu já trabalhei com fones de ouvidos, com música ambiente, no completo silêncio e no completo caos, ouvindo música clássica ou “tuntz-tuntz”, sozinho ou em um departamento lotado. Não um dia ou uma semana, mas durante anos trabalhei à base de música.</p>
<p>Como sou apaixonado por música, sempre fiquei intrigado sobre o assunto música no trabalho, o que me fez demorar quase dois anos para escrever este artigo testando o que mais funcionava para mim e lendo, sempre que encontrava, algum texto sobre o assunto. Um dos que mais me chamou atenção abordava a música durante a prática de exercícios. Se você vai à academia regularmente, sabe o quanto a música é capaz de estimular. Academia sem música é algo difícil de imaginar, iPods viraram itens essenciais de corrida e coreografias de aulas são montadas a partir da trilha sonora. O que você provavelmente não sabe é que as batidas das músicas são capazes de ampliar o seu limiar respiratório, que é basicamente a forma como o seu corpo aproveita o oxigênio. Isso quer dizer que ouvir Lil Wayne ou Armin Van Buuren no volume máximo faz você correr mais e se sentir menos cansado, como se tivesse ingerido um suplemento estimulante.</p>
<p>Isso me fez pensar que se a música (mais especificamente a velocidade da batida e a sincronia dos movimentos) é capaz de alterar o funcionamento do corpo, então ela deve ter alguma influência na nossa produtividade e criatividade no trabalho. Mas o seu impacto no trabalho é um tanto tênue.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA A CRIATIVIDADE</strong></p>
<p>Neurocientistas têm estudado os efeitos dos sons no cérebro com o objetivo de entender melhor a audição e como a música afeta o cérebro e, por consequência, a criatividade. Uma busca no Google sobre “música” e “criatividade” e você descobrirá coletâneas como “Creativity &amp; Inspiration” ou “Music Therapy to Enhance Intellect And Creativity” com músicas que prometem melhorar a concentração e estimular a criatividade. Funciona? Até onde eu sei, nenhum estudo conseguiu realmente provar que sim. Mas certamente ajuda.</p>
<p>Tentei trabalhar meia-hora escutando batidas binaurais, um tipo de som que através da diferença de frequência sonora entre um ouvido e outro altera a percepção do que realmente está tocando e estimula o cérebro. É uma viagem! Talvez seja bom para meditar, mas definitivamente não para trabalhar. Embora eu goste muito mais da ideia de trabalhar ouvindo Daft Punk, ele também não ajuda. Acredito que o estilo ideal dependa muito do tipo de trabalho que faz, se você é designer, escutar rock pode ser bem estimulante. Mas se você trabalha com redação ou atividades que exijam raciocínio ou descobertas de insights, os vocais irão lhe distrair. É quase unânime entre especialistas e profissionais que músicas cantadas mais atrapalham do que ajudam. É melhor você se familiarizar com estilos como dubstep, deep-house, acid jazz e downtempo (a famosa música de elevador).</p>
<p>Engana-se quem acha que criatividade precisa de silêncio, uma análise de cinco experimentos chegou à conclusão de que o barulho moderado aumenta o desempenho em tarefas criativas, prejudicando o pensamento abstrato (que leva à criatividade) e dificultando o processamento de informações. Resumindo, o ambiente mais fértil para a criatividade é um local sem excessos, já parecido com o que muitas empresas possuem — nem barulhento que você não consiga se concentrar nem silencioso do tipo que causa desconforto. Se você não trabalha em um lugar assim, talvez seja melhor colocar os fones com uma música tranquila sem vocal.</p>
<p>O escritor Tim Ferriss tem uma ótima e bem variada playlist que vai de Justin Timberlake à música tema do Highlander. O meu estilo é diferente (palinha aqui), mais calmo e alternativo como artistas como Thievery Corporation, Simian Mobile Disco e Ludovico Einaudi. Gosto é gosto, mas a dica principal aqui não é evitar suas músicas favoritas, ou deixará de ser trabalho para ser diversão.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA PRODUTIVIDADE E MOTIVAÇÃO</strong></p>
<p>É importante frisar que música no trabalho é bem-vinda desde que não afete o desempenho ou a interação social. Chefes devem analisar o uso da música no ambiente, o volume, o tipo de música e a opinião de todos. E todo mundo deve fazer uma autoanálise a respeito do uso dos fones de ouvido. Embora eles ajudem na concentração – principalmente se você trabalha em um ambiente muito barulhento –, eles prejudicam a interação com o ambiente, com os colegas do trabalho e diminuem o comprometimento do funcionário com a empresa. O assunto é tão sério que estudos tem sido feito a respeito do impacto desse comportamento dentro das empresas. Por esse motivo, eu praticamente aboli o uso de fones enquanto trabalho. Mas cada um tem um jeito de produzir e as empresas devem estar cientes disso e tomar as devidas ações se perceberem que isso está prejudicando a empresa.</p>
<p>Uma coisa é colocar David Guetta ao final do expediente de sexta-feira, outra coisa é ouvir o dia todo. Música no trabalho é ótima para motivar a equipe, torna as pessoas mais empáticas e deixa as pessoas mais felizes, mas ela atrapalha as atividades cognitivas. Então, se você tem que pensar muito, David Guetta não irá ajudar. Já em atividades repetitivas ou manuais, música ajuda a aumentar o estado de alerta e a eficiência, especialmente se tocada esporadicamente e não contínua (por exemplo colocar na cozinha do escritório por exemplo onde as pessoas vão regularmente).</p>
<p><strong>4 DICAS RÁPIDAS PARA USAR MÚSICA A SEU FAVOR</strong></p>
<p>A autora do livro “Conquer CyberOverload” escreveu 4 dicas que ajudam a balizar o uso da música no ambiente de trabalho:</p>
<p>Tarefas repetitivas que exigem concentração, mas não muito processamento cognitivo: músicas alegres aumentarão os níveis de atenção e energia.</p>
<p>Tarefas que necessitem alto processamento cognitivo ou criatividade: música antes ou nos intervalos.</p>
<p>Tarefas monótonas com grande volume de informação: músicas instrumentais podem melhorar o desempenho.</p>
<p>Tarefas complexas ou que envolvam resolução de problemas ou muito pensamento cognitivo: evite música com letra, especialmente pop. Procure deixar a música para o fim do dia ou intervalo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Há muita discussão sobre esse assunto, alguns estudos e muito empirismo sugerem que ouvir nossas músicas favoritas no trabalho não é uma boa ideia, mas não há motivos para radicalização. O importante é fazer o que você acha que funciona para o seu estilo de trabalho. Jazz, rock, samba, eletrônica, teste o que funciona para você, lembre-se que tudo que você faz no escritório deve contribuir para melhorar seu desempenho. Evite exageros, tome cuidado para a música não o afastar dos colegas de trabalho ou deixarem você muito eufórico. Uma boa dica é perguntar para alguém que você confia no trabalho, se você não está exagerando. Fora isso, aperte o play e seja feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: pequenoguru.com.br</em></p>
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		<title>Hora de pensar fora da caixa para ter sucesso no trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Oct 2013 17:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Pense sempre em alternativas para o que as empresas dizem ser o correto para ter sucesso. Isso o ajuda a trabalhar da forma como você acredita ser a melhor&#8221; O filósofo Clóvis de Barros Filho defende a desconstrução de conceitos&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Pense sempre em alternativas para o que as empresas dizem ser o correto para ter sucesso. Isso o ajuda a trabalhar da forma como você acredita ser a melhor&#8221;</strong></p>
<p>O filósofo Clóvis de Barros Filho defende a desconstrução de conceitos e crenças corporativas para ser bem-sucedido e feliz no trabalho.</p>
<p>Qual a melhor maneira de encontrar valor e sucesso na carreira? Os métodos tradicionais defendem a estipulação de metas e soluções simplistas, como as famosas listas das dez lições para chegar ao sucesso e ser bem-sucedido. Mas nem sempre essa é a melhor saída.</p>
<p>Segundo o filósofo Clóvis de Barros Filho, professor de ética da Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo, a maioria dos profissionais coloca o trabalho a serviço de metas, quando deveria trabalhar por um significado. &#8220;Muitas pessoas estão em um lugar quando gostariam de estar em outro e assim deslegitimam a própria trajetória&#8221;, diz Clóvis.</p>
<p>Segundo ele, é necessário pensar além dos objetivos organizacionais, como foco no resultado, trabalho por metas e competição. Em seu novo livro (ainda sem título definido e escrito em parceria com o psicanalista Arthur Meucci), que será lançado em novembro durante a HSM ExpoManagement, evento de gestão que acontece em São Paulo, Clóvis vai abordar a importância de desconstruir ídolos e preconceitos para reconstruir uma visão de mundo mais rica e consciente e, realmente, ter sucesso na carreira.</p>
<p>É a famosa expressão &#8216;pensar fora da caixa&#8217;. E a caixa pode representar os limites do pensamento criativo, uma barreira que impede a originalidade ou, até, uma imagem distorcida do que é felicidade no trabalho. &#8220;Não falo em substituir uma verdade pela outra e, sim, em conseguir refletir sobre essas questões&#8221;, diz Clóvis.</p>
<p><strong>VOCÊ S/A</strong> &#8211; Como seria essa desconstrução?</p>
<p><strong>Clóvis de Barros Filho</strong> &#8211; Segue a mesma linha da Filosofia do Martelo, uma expressão criada pelo filósofo alemão Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900), que significa a destruição de todos os arquétipos de pensamentos e dogmas que impedem e dificultam a possibilidade da formação de outras ideias e valores.</p>
<p>É um trabalho de desconstrução para que uma nova e mais sólida reflexão surja. A ideia é abalar as crenças e as opiniões sobre trabalho e possibilitar uma mudança na forma como as pessoas enxergam e atuam no mundo dos negócios.</p>
<p><strong>O senhor acredita que os profissionais hoje em dia são presos a conceitos e verdades corporativas?</strong></p>
<p><strong>Barros Filho</strong> &#8211; Sim. Muitos são levados a repetir o que leem no código de ética da empresa ou o que escutam de seu gestor, como se aquilo fosse uma verdade indiscutível, sem parar para refletir se aquele valor significa algo para eles. Esses profissionais trabalham seguindo regras e fórmulas preestabelecidas de sucesso.</p>
<p>Parecem que estão sempre a serviço daquilo que ainda não alcançaram. Pensemos na questão das metas que, quando alcançadas, imediatamente são substituídas por outras. Dessa forma, a frustração é sempre reestabelecida. O que eu defendo é que aquilo que todos aplaudem e consideram indiscutível pode, sim, ser problematizado e mudado.</p>
<p><strong>Mas por que se basear nessas certezas é perigoso para a carreira?</strong></p>
<p><strong>Barros Filho</strong> &#8211; Pois se perde a oportunidade de ser autêntico e independente. Essa discussão está baseada em valores, no que realmente é importante no ambiente de trabalho.</p>
<p>A ideia é mostrar que por trás dessas certezas há inúmeras incertezas e possibilidades de pensamento. O profissional deve debater sobre os valores que quer (ou não) em seu trabalho, pois essa é a condição da liberdade. Se ele se submeter a verdades impostas, abre mão de poderdizer o que pensam.</p>
<p><strong>Quais os benefícios de desmontar a caixa?</strong></p>
<p><strong>Barros Filho</strong> &#8211; O profissional ganha lucidez sobre a própria vida e suas condições de trabalho não se deixando explorar, ou continuar em um lugar que não está alinhado com aquilo que acredita. Se você tem princípios que não são compartilhados na empresa que trabalha, por exemplo, é melhor ter essa lucidez o quanto antes e montar um plano para sair. Num primeiro momento isso pode ser ruim, mas a busca por um trabalho onde haja coerência é uma busca que no longo prazo compensa. Você ganha dignidade e tem mais chances de encontrar o propósito no trabalho, algo tão falado hoje em dia.</p>
<p>Se existe alguma chance de a vida ser boa de ser vivida é quando ela resulta de suas livres escolhas — para o bem ou para o mal. Há inúmeras possibilidades. O propósito do trabalho tem de ter a ver com aquilo que temos de melhor, que são nossascompetências naturais e aquilo que nos encanta fazer. E disso não podemos abrir mão.</p>
<p><strong>Qual a hora certa de fazer isso? É possível listar cinco passos para essa desconstrução como pretendem alguns autores?</strong></p>
<p><strong>Barros Filho</strong> &#8211; Deve ser uma iniciativa própria, no momento em que o profissional perceber que aquela forma de trabalhar já não faz mais sentido e que ele precisa começar a tomar as próprias decisões. A autoajuda, por exemplo, é uma forma contemporânea que desobriga as pessoas de fazer escolhas.</p>
<p>O autor já diz a elas o que fazer. E diz isso com a graça de que seguindo essa receita o sucesso chega. De um lado isso diminui a angústia, já que o profissional não precisa pensar, apenas seguir um manual. Por outro, faz com que ele perca a oportunidade de encontrar o significado de seu trabalho: vai seguir dez lições que servem para qualquer um e que não dão certo, pois não existe receita pronta para nada.</p>
<p>Assim, também não há uma lista para a desconstrução. Quem sai da caixa seguindo cinco passos já vai direto para dentro de outra caixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>6 dicas para ser mais feliz no trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 17:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[paixão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Empreendedores, executivos e autores mostram algumas questões que devemos fazer todos os dias. Durante nossa trajetória profissional, buscamos fazer algo que nos faça bem e que nos mova a melhorar sempre. Independente do retorno financeiro, um ponto constante nessa perseguição&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empreendedores, executivos e autores mostram algumas questões que devemos fazer todos os dias.</strong><br />
Durante nossa trajetória profissional, buscamos fazer algo que nos faça bem e que nos mova a melhorar sempre. Independente do retorno financeiro, um ponto constante nessa perseguição é a felicidade.</p>
<p>É muito importante ter satisfação no que faz e, para não ficar apenas nas frases de efeito, separamos artigos do Portal Endeavor que tratam desse tema e te ajudam e se posicionar melhor em relação ao seu trabalho. Pois só vale a pena trabalhar com o que se gosta.</p>
<p>1. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/trabalhar-para-que"><strong>Por que você trabalha?</strong></a> Faça a si mesmo essa pergunta e pense no que te motiva a trabalhar todos os dias. O sentido que você atribui para o seu trabalho ou para a sua empresa é determinante em suas realizações. Texto de Cláudia Klein, sócia da Argumentare. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/trabalhar-para-que">Leia mais!</a></p>
<p>2. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/empreender-com-paixao-de-keynes-a-jobs"><strong>Porque é preciso ter paixão para empreender</strong></a>. Empreender é, para o CEO da Digipix, Marco Perlman, solucionar um problema. Portanto, quem escolhe essa carreira tem que estar ciente de que, se não for movido pela paixão, as coisas podem ficar mais difíceis. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/empreender-com-paixao-de-keynes-a-jobs">Leia mais!</a></p>
<p>3.<strong> <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/gente-gestao/cultura-corporativa/os-dois-lados-do-intraempreendedorismo">Os dois lados da vida de empreendedor</a></strong>. Para Claudio Garcia, presidente da DBM na América Latina, a mesma paixão citada por Marco Perlman é o que abastece o espírito empreendedor. Mas a responsabilidade por manter essa chama acesa na empresa é tanto do funcionário quanto da organização. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/gente-gestao/cultura-corporativa/os-dois-lados-do-intraempreendedorismo">Leia mais!</a></p>
<p>4. <strong><a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/no-caminho-do-bem">Siga o “caminho do bem”</a></strong>. Essa é a expressão usada por Valério Dornelles para aqueles que montam sua “fórmula” em suas empresas baseados em valores e crenças positivas. De acordo com o empreendedor da Tecno Logys, esse é o segredo para agregar valor para todos da organização. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/no-caminho-do-bem">Leia mais!</a></p>
<p>5. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/como-ser-mais-feliz-no-trabalho"><strong>Para ser mais feliz no trabalho</strong></a>. A felicidade existe quando sabemos aonde queremos chegar e conseguimos andar um passo de cada vez. Cultive-a desta forma. Saiba mais no texto de Cristiana Arcangeli, da Éh Cosméticos e da Beauty-in. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/como-ser-mais-feliz-no-trabalho">Leia mais!</a></p>
<p>6. <strong><a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/as-ultimas-palavras-do-homem-pos-industrial">Não trabalhe mais do que (você acha que) deve</a></strong>. O jornalista Alexandre Teixeira, autor do livro Felicidade S/A, questiona se você já parou pensou como a dedicação integral ao trabalho, muitas vezes, pode impactar negativamente na sua vida e na vida dos que estão ao seu lado. <a href="http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/as-ultimas-palavras-do-homem-pos-industrial">Leia mais!</a><br />
<em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>O Custo da Infelicidade</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 13:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
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		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade. &#160; A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft demais. Não é. Bastam uns poucos dados sobre a epidemia de infelicidade que assola organizações do mundo todo para demonstrar que o assunto é economicamente relevante.</p>
<p>O Gallup calculou o custo da crise de desengajamento americana em US$ 300 bilhões anuais, referentes à perda de produtividade. Empregados altamente engajados perdem, em média 7,6 dias por ano em “presenteísmo” (presentes de corpo no trabalho, mas não de alma). Seus colegas desengajados perdem quase o dobro: 14,1 dias por ano.</p>
<p>No Brasil, US$ 42 bilhões anuais são perdidos por baixo engajamento. A julgar por uma pesquisa da Towers Watson em 16 países, divulgada em julho de 2012, até que não estamos tão mal. Internacionalmente, 65% dos trabalhadores estão desengajados. No Brasil, são “apenas” 30%.</p>
<p>Muita gente está infeliz porque trabalha “no escuro”. Segundo a pesquisa da Towers Watson, no Brasil, 46% dos funcionários dizem não conhecer as metas das empresas onde trabalham. E 44% dizem que não sabem o que precisam fazer para ajudar a companhia a atingir seus resultados.</p>
<p>Outro fator de infelicidade é o descasamento entre valores pessoais e corporativos. Uma pesquisa da Bain &amp; Company com 750 profissionais de seis países revelou que 15% dos executivos já aceitaram redução no salário para trabalhar em empresas que adotam práticas sustentáveis.</p>
<p>Há, ainda, o desconforto com jornadas de trabalho e demandas 24X7. No grupo das principais economias do planeta, os executivos brasileiros são os mais insatisfeitos com o equilíbrio entre vida familiar e dedicação profissional.</p>
<p>Demonstrado o prejuízo e as causas, cabe sustentar que ser feliz, como organização, é estratégico.</p>
<p>Raj Sisodia, um consultor indiano radicado nos EUA, comparou a valorização das ações de dois grupos de companhias americanas entre 1996 e 2011. As “empresas conscientes”, compromissadas igualmente com todos os seus stakeholders (funcionários incluídos), acumularam 1.646%. As 500 companhias mais negociadas na Bolsa de Nova York valorizaram 157% no mesmo período.</p>
<p>As tais empresas conscientes têm vantagens como menos processos trabalhistas e menos gastos com marketing. Para elas, “a alma é a propaganda do negócio”, como diz o consultor César Sousa.</p>
<p>Nas 100 melhores empresas para trabalhar, as palavras que os funcionários mais relacionam a suas companhias são “pessoas”, “família” e “tempo”. “Pagamento” ocupa apenas a 81ª posição.</p>
<p>Ainda acha que felicidade é um assunto soft?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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