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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; carreira</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Feedback: entenda o impacto positivo e negativo para a retenção de talentos!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 18:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Gestores cobram o tempo todo, mais dedicação, melhor desempenho, atitudes de alta performance, e muitas outras coisas, mas se esquecem de um ponto fundamental para que isso seja possível: Feedback! Feedback pontual, específico e individual. Primeiramente, os gestores precisam conhecer&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Gestores cobram o tempo todo, mais dedicação, melhor desempenho, atitudes de alta performance, e muitas outras coisas, mas se esquecem de um ponto fundamental para que isso seja possível: Feedback! Feedback pontual, específico e individual.</p>
<p style="text-align: left;">Primeiramente, os gestores precisam conhecer o seu colaborador, saber o que os motiva e as áreas que eles buscam desenvolvimento e crescimento. Será que aquele profissional de vendas, realmente se enquadra no perfil Comercial?</p>
<p style="text-align: left;">Uma das sugestões para iniciar um processo formal de desenvolvimento é instaurar processos de Avaliação de Desempenho, podendo ser ela 180º, a qual envolve gestor-colaborador, ou ainda, 360º, que envolve gestor-colaborador-pares, porém, aconselha-se a implementação após um período de conhecimento do processo de Avaliação 180º por todos da empresa. A avaliação 360º pode ser motivo de conflitos se não realizada da maneira correta.</p>
<p style="text-align: left;">Profissionais de alto desempenho precisam de feedback detalhado sobre seus pontos fortes e os aspectos que precisam desenvolver. Isso tende a fazer com que os mantenham engajados no processo, pois terão claro o que precisam desenvolver e quais aspectos podem potencializar. A avaliação de desempenho possibilita essa abertura inicial, porém, é preciso alguns cuidados:</p>
<p style="text-align: left;">Para o gestor, tome cuidado para não ser crítico e negativo. Tenha o foco em auxiliar no desenvolvimento, e atingir mais eficiência.</p>
<p style="text-align: left;">Inicie o processo destacando os aspectos positivos do colaborador, demonstrando quão importante ele é para o andamento do processo. Dê um feedback detalhado dos prós e contras das atividades realizadas, incluindo exemplos específicos de ações que o colaborador pode fazer para aumentar o desempenho. Por exemplo: se ele realizou uma tarefa de forma excelente, dentro dos padrões solicitados, mas entregou com 1 dia de atraso, o elogie pelo ótimo trabalho, porém, lembre-o que no próximo trabalho, espera a mesma excelência dentro do prazo estabelecido.</p>
<p style="text-align: left;">Profissionais que não recebem feedback podem ficar desmotivados e perder a sinergia com o propósito da empresa, afinal, como ele vai saber se está seguindo a linha certa ou não? Pessoas precisam se sentir co-responsáveis por cada tarefa entregue, aliando a valorização ao que foi feito. A forma como se dá o feedback também é importante para se ter a atitude que se espera do colaborador.</p>
<p style="text-align: left;">Para o colaborador, pequenas atitudes comportamentais podem fazer a diferença para o bom desempenho:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Mantenha o Otimismo: Frente às dificuldades, busque ver o lado bom do que está acontecendo. A palavra chave é APRENDIZADO.</li>
<li style="text-align: left;">Administre bem o seu tempo: Meça o tempo que você tem acessado a internet. Este tempo tem sido produtivo?</li>
<li style="text-align: left;">Faça mais: Busque atividades além da sua. Envolva-se em novos projetos, dê sugestões também.</li>
<li style="text-align: left;">Tenha atitude de dono: Tenha atitudes para fazer o negócio crescer como se ele fosse seu, pois consequentemente, você estará crescendo junto com ele.</li>
<li style="text-align: left;">Entenda o feedback ruim: Qualquer feedback, mesmo que ruim, não está sendo a toa. É a imagem que você está passando ao outro.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Uma equipe engajada, e que se conhece, traz resultados surpreendentes para a organização. Experimente!</p>
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		<title>O que a Geração Y pode fazer em tempos de crise e desemprego</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/04/o-que-a-geracao-y-pode-fazer-em-tempos-de-crise-e-desemprego/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2016 13:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A “Geração Y” enfrenta sua primeira grande crise: o desemprego. Os jovens, que até pouco tempo atrás eram supervalorizados por serem especialistas em várias áreas, estão desempregados por causa da crise. Entre maio de 2014 e maio de 2015 o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A “Geração Y” enfrenta sua primeira grande crise: o desemprego. Os jovens, que até pouco tempo atrás eram supervalorizados por serem especialistas em várias áreas, estão desempregados por causa da crise.</p>
<p>Entre maio de 2014 e maio de 2015 o desemprego subiu de 4,9% para 6,7%, segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de jovens com idades de 18 a 24 anos desempregados passou de 12,3% em maio de 2014 para 16,4% em 2015.</p>
<p>Nessas circunstâncias, A Geração Y precisa adotar uma postura diferente e não acreditar mais que um bom currículo e ideias criativas bastam para conseguir trabalho.</p>
<p>São habilidades que eles não valorizavam antes. Uma pesquisa do HayGroup com 450 profissionais de RH e 450 recém-formados da Índia, China e Estados Unidos, mostrou que 85% dos diretores de recursos humanos disseram que habilidades sociais e emocionais são o verdadeiro diferencial. E 79% afirmaram que os recém-formados que não desenvolverem essas habilidades ficarão fora do mercado de trabalho.</p>
<p>Uma dessas habilidades é a resiliência, pois eles vão demorar pra conseguir emprego com o retorno financeiro que desejam. E não pode ficar abatido. É preciso também ter visão de longo prazo, aceitando cargos menos valorizados, por exemplo, para que com o tempo e ganho de experiência você possa galgar postos mais estratégicos.</p>
<p>Deixar a chamada “síndrome do salvador” de lado, o famoso “eu posso fazer tudo sozinho”, e investir no trabalho em equipe, é outra delas. Saber ouvir e dialogar com seus pares e com outras gerações é extremamente importante. O foco no resultado da equipe é mais importante do que no resultado individual.</p>
<p>É hora de parar de pensar e agir como nos jogos de videogame e computador, onde o grande mérito é passar rápido para a próxima fase. É tempo de viver o presente e valorizar a estabilidade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: inquietaria.99jobs.com</em></p>
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		<title>Você sabe qual é o valor de sua marca pessoal?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/04/voce-sabe-qual-e-o-valor-de-sua-marca-pessoal/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 19:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar o que grandes líderes e empresários possuem em comum? Você já reparou como algumas pessoas passam confiança, credibilidade e como possuem uma comunicação assertiva, disposição para ajudar e para resolver qualquer problema? Todas essas pessoas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar o que grandes líderes e empresários possuem em comum? Você já reparou como algumas pessoas passam confiança, credibilidade e como possuem uma comunicação assertiva, disposição para ajudar e para resolver qualquer problema?</p>
<p>Todas essas pessoas possuem em comum a marca pessoal forte e positiva, que as coloca em destaque. Essas pessoas se tornam altamente atrativas para o mercado.</p>
<p>Para ajudar você, preparei algumas perguntas que lhe auxiliarão a definir ou avaliar o seu posicionamento.</p>
<p><strong>Você sabe quais são os seus talentos?</strong></p>
<p>Segundo Marcus Buckingham, os talentos que você possui são padrões recorrentes. Os talentos são as aptidões e a capacidade natural que te fazem ser uma pessoa única. Por isso, as técnicas que você possui hoje determinam o que você pode fazer, enquanto que seus talentos revelam algo muito mais importante, ou seja, com qual qualidade e com que frequência você faz. Para descobrir quais são os seus talentos, monitore suas reações espontâneas e imediatas diante de situações com as quais você se depara.</p>
<p>Segue, abaixo, uma relação de talentos para lhe ajudar:</p>
<p>Adapitalidade, analitico, ativação, auto-afirmação, carisma, comando, competição, comunicação, conexão, contexto, crença, desenvolvimento, disciplina, empatia, estudioso, excelência, foco, futurista, harmonia, inativo, imparcialidade, inclusão, individualização, input, intelecção, organização, pensamentos estratégicos, positivo, prudência, realização, relacionamento, responsabilidade, restauração, significância.</p>
<p><strong>Agora é a sua vez.</strong> Anote em uma folha 10 talentos que você possui. Depois que escolher os 10 talentos escolha os cincos talentos que no seu modo de ver são os mais fortes. Dentre esses 5 talentos qual é o seu maior talento, segundo a sua percepção?</p>
<p><strong>Quais são as transformações que você pode trazer para a vida das pessoas através dos seus talentos?</strong></p>
<p><strong>O que lhe torna especial, único? </strong></p>
<p><strong>Qual é o seu diferencial no mercado em que atua?</strong></p>
<p><strong>Qual é o seu maior potencial? </strong></p>
<p><strong>J</strong><strong>á se perguntou porque e para que as pessoas lhe procuram?</strong></p>
<p>As respostas fornecidas por você norteiam a essência da sua marca pessoal. As perguntas a princípio podem parecer simples mas são profundas. Tente respondê-las com tempo para dedicar ao seu desenvolvimento pessoal e anote-as em um caderno. Você perceberá o quanto você descobrirá sobre si mesmo.</p>
<p>Marca Pessoal é fundamental para a prática do marketing pessoal. Se você não encontrou ainda algo que o diferencie de seus concorrentes, ou algo que o torne reconhecido no mercado em que atua, ou que deseja atuar, saiba que é possível. Você Precisa analisar suas potencialidades, seus talentos, seus pontos fortes e investir naquilo que o diferencie e que o torne único.</p>
<p><strong>Você quer subir a escada do sucesso?</strong></p>
<p>Você precisa de personal branding que é a gestão dessa marca em todos os aspectos.</p>
<p>Todos temos uma marca pessoal e por isso é necessário compreender a nossa promessa única de valor. Vivemos na época de grandes e constantes mudanças, estamos vivendo na era de tendências globais.</p>
<p>O profissional que se destaca atualmente é o profissional bem informado, que busca se desenvolver continuamente, comunicativo, resiliente e decidido a fazer as escolhas certas, as empresas por outro lado procuram e valorizam profissionais alinhados com esse novo momento e que possam responder a todas as mudanças sem se deixar abater, por isso o desenvolvimento da inteligência emocional é importante.</p>
<p>O gerenciamento da marca pessoal é para todo profissional que quer se destacar no mercado atual, mercado esse que trás atualmente inseguranças, incertezas para alguns e que apenas aqueles que realizam a boa gestão da carreira, do seu desenvolvimento pessoal e profissional, conseguem encontrar lugar de destaque. O mercado quer encontrar talentos, habilidades e competências diferenciadas.</p>
<p>É nesta linha de raciocínio que o personal branding é fundamental, pois ajudar o profissional se diferenciar dos demais, ajuda na construção da melhor versão. Se pensarmos em nós mesmos como uma marca, é possível fazer um trabalho de gestão e administração com eficiência .</p>
<p>O valor está na diferença e saiba que a sua imagem pessoal é apenas uma parte importante desse processo, pois se você quiser de verdade vencer como um profissional e ser uma marca de valor, precisa pensar como uma empresa pensa, você deve pensar em em si mesmo como um produto que está na prateleira e precisa de destaque para ser notado e comprado.</p>
<p>A metodologia Personal Branding, é uma forma de clarificar e comunicar o que nos faz diferentes e especiais, de compreender os nossos atributos únicos e de comunicar claramente a nossa promessa de valor única.</p>
<p>Uma marca pessoal são os valores, as competências, os talentos que possuímos, como os outros nos vêem, como nos percebem. Isso tudo influencia na sua vida pessoal e profissional. <strong>Invista em você, invista na sua marca pessoal.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Andreia Paoliello</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Dedicação e resultado: o segredo para o sucesso profissional</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/dedicacao-e-resultado-o-segredo-para-o-sucesso-profissional/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 19:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora surge, com força, a falta de credibilidade da população, junto com uma descrença de como será o futuro da economia nos próximos cinco anos. Todo mundo está se virando no que pode.</p>
<p>A queda no lucro das empresas acarreta redução de arrecadação e menos investimentos. Preços de aluguéis estão caindo e estamos vendo cada vez mais empresas fechando e imóveis vazios. A crise está aí, e a percepção de muita gente é que antes de melhorar, ainda vai piorar muito.</p>
<p>Não adianta ficar só reclamando de tudo e não agir concretamente para mudar a sua própria realidade. No campo de desenvolvimento pessoal , por exemplo, há aulas/palestras no Youtube (ex.: Endeavor Brasil, TV Educação Financeira, etc.) e excelentes cursos gratuitos (ex.: SENAC, SEBRAE, etc) na internet, que podem ser feitos de sua casa em qualquer horário. Por incrível que pareça quem mais precisa dessas capacitações fica perdendo tempo precioso em redes sociais e não busca aumentar suas competências profissionais com esses cursos, o que pode levar a concretas oportunidades de crescimento.</p>
<p>Penso que algo que muita gente pode (e deve) rever é a falta de compromisso na &#8220;entrega de resultados&#8221;. Não busque apenas cumprir o mínimo, busque a excelência, pois o que está em jogo é o seu futuro. Esse pensamento permeia a vida das pessoas que dedicam-se a projetos e obtém sucesso, financeiro, inclusive. As pessoas que não se esforçam ao que estão fazendo, não controlam, não medem, não buscam ultrapassar metas, acabam sendo deixadas num segundo plano pelas empresas.</p>
<p>É importante que você tenha uma meta e se dedique a isso. Muitas pessoas vão para o trabalho, ficam penduradas em redes sociais, atendem mal os clientes, não são dedicadas na hora de fechar uma venda, são pouco colaborativas, dificultam o ambiente de trabalho e depois reclamam que a vida lhe é injusta. Deixe de se fazer de coitado! Não há como você colher aquilo que não plantou, esperando algo bom, se o trabalho realizado não foi bom.</p>
<p>Reveja seu comportamento e busque &#8220;entregar resultados&#8221; em tudo o que se dedica. Há muita gente procurando emprego e oportunidade de crescimento, mas poucos buscam se esforçar (de verdade) a fim de entregar resultados para quem está pagando a conta. Destaque-se da massa fazendo suas atividades com zelo e eficácia. Quem tem uma vida profissional com entrega de resultados se destaca sempre. Para essas pessoas, as chances de recolocação profissional são sempre maiores e as oportunidades estão sempre se renovando.</p>
<p>Tenha isso como meta na sua vida: entregar resultados! Seja consistente nisso e seu valor será reconhecido e você terá acesso às melhores oportunidades, mesmo em momentos de crise. E lembre-se do ditado popular: &#8220;enquanto uns choram, outros vendem lenços&#8221;. Não deixe que a crise faça você chorar, capacite-se, entregue resultados e adote posturas vencedoras. Seu futuro vai agradecer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Lélio Braga Calhau &#8211; Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast &#8220;Educação Financeira para Todos&#8221;</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>As 10 profissões mais estressantes para 2016</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/01/as-10-profissoes-mais-estressantes-para-2016-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2016 18:45:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para algumas profissões, o risco da atividade é o principal fator estressante. Que o digam militares, bombeiros e policiais. Para outras, são os prazos e a interação com o público os aspectos que mais podem gerar nervosismo, como é o&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para algumas profissões, o risco da atividade é o principal fator estressante. Que o digam militares, bombeiros e policiais. Para outras, são os prazos e a interação com o público os aspectos que mais podem gerar nervosismo, como é o caso dos apresentadores de televisão ou de rádio e dos repórteres de jornais.</p>
<p>Imprevistos, exigências físicas, viagens e o potencial de crescimento da carreira também são levados em conta na hora de determinar o índice de estresse de uma profissão.</p>
<p>A partir da análise de todos estes fatores, são 11 no total, o site Career Cast criou uma metodologia capaz de identificar as profissões mais estressantes. A lista é publicada anualmente. Confira as carreiras que entraram nesta edição do ranking:</p>
<p><strong>1.</strong> Profissão: Militar<br />
Índice de estresse: 84,78<br />
Salário médio anual nos EUA: 27.936 dólares</p>
<p><strong>2.</strong> Profissão: Bombeiro<br />
Índice de estresse: 60,59<br />
Salário médio anual nos EUA: 45.970 dólares</p>
<p><strong>3.</strong> Profissão Piloto de avião<br />
Índice de estresse 60,46<br />
Salário médio anual nos EUA 103.390 dólares</p>
<p><strong>4.</strong> Profissão: Policial<br />
Índice de estresse: 53,82<br />
Salário médio anual nos EUA: 58.360 dólares</p>
<p><strong>5.</strong> Profissão: Coordenador de eventos<br />
Índice de estresse: 49,93<br />
Salário médio anual nos EUA: 46.490 dólares</p>
<p><strong>6.</strong> Profissão: Executivo de relações públicas<br />
Índice de estresse: 48,46<br />
Salário médio anual nos EUA: 55.680 dólares</p>
<p><strong>7.</strong> Profissão: Executivo corporativo<br />
Índice de estresse: 47,46<br />
Salário médio anual nos EUA: 102.750 dólares</p>
<p><strong>8.</strong> Profissão: Apresentador de TV/ rádio<br />
Índice de estresse: 47,3<br />
Salário médio anual nos EUA: 29.010 dólares</p>
<p><strong>9.</strong> Profissão: Repórter de jornal<br />
Índice de estresse: 46,76<br />
Salário médio anual nos EUA: 37.200 dólares</p>
<p><strong>10.</strong> Profissão: Taxista<br />
Índice de estresse: 46,33<br />
Salário médio anual nos EUA: 23.210 dólares</p>
<p><em>Por: Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 17:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se sentir feliz com as suas tarefas diárias?</p>
<p>Costumo dizer que uma pessoa desengajada torce para chegar sexta-feira e reza para não começar a segunda-feira. Isso tudo porque ela não sente prazer algum em realizar as suas tarefas e está vivendo apenas por viver. Ou seja, a partir do momento que deixamos de lado o engajamento com a empresa e com as atividades cotidianas, a vida fica sem graça. Por isso, é altamente importante você repensar como essa questão pode interferir em sua vida.</p>
<p>O engajamento afeta demais a produtividade, a motivação e as razões pela qual o profissional está trabalhando de verdade. A pessoa que não tem esse comprometimento é desonesta com ela e com a empresa. Aliás, uma pesquisa realizada pela Gallup aponta que apenas 1/3 das pessoas estão altamente engajadas dentro da corporação que trabalham. Os outros dois terços são pessoas ativamente desengajadas. Isso mostra que tem muito mais gente sobrevivendo do que vivendo dentro nas empresas que atuam.</p>
<p>Diante disso, pare e pense qual é o seu papel no ambiente em que você está inserido. Para aqueles que estão desengajados, esse é momento ideal de rever o dia a dia e tentar enxergar meios de fazer diferente. Quem sabe mudar a forma como trabalha, falar com o chefe e pedir um feedback e, porque não, dar um feedback também ao seu líder. Outra saída é pensar em alguma estratégia para realizar um projeto que realmente te empolgue ou buscar formas de realizar algo completamente diferente de tudo o que você já fez até hoje.<br />
No entanto, para o profissional que está altamente desengajado, com problemas de relacionamento com a equipe, que já se sente excluído e não bate mais com a cultura da empresa, é muito mais honesto pedir demissão. Muitas vezes, as pessoas têm medo de fazer diferente por medo de arriscar, pela insegurança de não saber o que vai encontrar lá na frente e decidem viver na mesma situação. Esse é um grande erro, pois só faz com que elas se sintam mais infelizes.</p>
<p>Quem está vivendo uma situação como essa deve parar e se perguntar até quando vai ficar se matando para fazer algo que não representa mais nada em sua vida? Infelizmente, muitas pessoas estão vivendo dessa forma. É preciso ter coragem para acreditar na mudança e fazer com que ela aconteça. Em alguns casos, a mudança pode ser terminar de ler esse artigo e chamar o seu chefe para uma conversa sincera, em que você explicará que não se adapta mais à cultura da empresa e precisa fazer algo diferente. Isso pode fechar uma porta, mas pode ser também uma oportunidade de abrir um portão gigantesco lá na frente.</p>
<p>É importante enxergar que em determinados momentos é possível mudar o nível de engajamento apenas trocando de emprego, por exemplo. Claro que o medo de mudar sempre vai existir, isso é natural de todo ser humano, porém, vale lembrar que a coragem nasce do medo. É preciso ter medo para ter coragem. Pense nisso na hora de avaliar o seu nível de engajamento.</p>
<p><em>Por: Christian Barbosa &#8211; especialista em administração de tempo e produtividade.</em></p>
<p><em>Fonte: revistamelhor.com.br</em></p>
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		<title>6 dicas para impressionar em uma entrevista de estágio</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/6-dicas-para-impressionar-em-uma-entrevista-de-estagio/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 18:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira. Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma? Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira.</p>
<p>Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma?</p>
<p>Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o seu currículo vale menos neste tipo de entrevista do que você pensa.</p>
<p>“Em geral, as pessoas no início da carreira estão equiparadas em conhecimento técnico&#8221;, afirma. &#8220;Se você já foi chamado para a entrevista, o que conta agora é como vai mostrar suas qualidades”.</p>
<p>Para Andreas Auerbach, sócio da Box1824 e fundador da Nexo, o currículo é apenas uma porta de entrada para o processo seletivo. “Depois disso, o que vai pesar mais é o interesse do candidato”, considera.</p>
<p>E como saber o que os recrutadores esperam de você num processo seletivo?</p>
<p>Veja a seguir 6 passos para se dar bem numa entrevista de estágio, de acordo com os especialistas ouvidos por EXAME.com:</p>
<p><strong>1. Seja claro ao falar</strong><br />
Mostrar uma boa comunicação é o ponto de partida para qualquer processo seletivo. Segundo Auerbach, a capacidade de argumentar com clareza sugere repertório e poder de influenciar os outros.</p>
<p><strong>2. Tome a iniciativa</strong><br />
A iniciativa está associada à ideia de protagonismo. Portanto, quando um recrutador perguntar quem quer realizar uma tarefa, não pense duas vezes antes de levantar as mãos. “É o que chamamos de hands up”, afirma Ferreira. “As empresas procuram estagiários que querem fazer acontecer”.</p>
<p><strong>3. Conheça a empresa</strong><br />
Mostrar conhecimento sobre a empresa indica que você não “caiu de gaiato” no processo seletivo. “Não conhecer a cultura da companhia é o mesmo que entrar num casamento e perguntar quem é o noivo”, compara Ferreira. É obrigatório mostrar que você conhece o lugar onde quer trabalhar.</p>
<p><strong>4. Cuide da imagem e da linguagem corporal</strong><br />
Uma boa apresentação é fundamental para criar empatia. Isso inclui um traje adequado, além de equilíbrio entre o tom de voz e a linguagem corporal. Segundo Ferreira, o candidato também deve evitar o uso de gírias, manter as mãos fora do bolso e não movimentá-las demais.</p>
<p><strong>5. Trabalhe em equipe</strong><br />
Quando o candidato se mostra um grande colaborador em dinâmicas de grupo, por exemplo, ele ganha a confiança dos recrutadores. “A empresa quer alguém que vista a camisa”, diz Ferreira. Segundo ele, esse também é o principal caminho para uma eventual efetivação mais adiante.</p>
<p><strong>6. Mostre que você aprende rápido</strong><br />
Para Auerbach, a velocidade para incorporar novos conhecimentos é a principal métrica do potencial de um estagiário. Essa competência fica clara em dinâmicas de grupos ou na resolução de casos. “A agilidade para lidar com diferentes temas é crucial em qualquer contexto”, defende.</p>
<p><em>Por: Nicolas Gunkel</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>26 carreiras (quase) à prova de crise no Brasil</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 12:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Demanda em alta mesmo com crise Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 300;"><strong>Demanda em alta mesmo com crise</strong></h4>
<p>Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Aumento do desemprego e desaceleração dos rendimentos reais marcam este caminho, segundo o texto do instituto.</p>
<p>No entanto, algumas áreas e carreiras estão sofrendo menos os efeitos da retração da economia. Na visão de Marcelo Braga, sócio da consultoria Search, tecnologia, mercado financeiro, farmacêutico e o agronegócio são os segmentos menos afetados pela crise atual.</p>
<p>Em relação às atividades profissionais, posições ligadas à redução de custos, ganho de qualidade eficiência em estruturas, processos e procedimentos são mais valorizadas em cenários menos positivos para a economia.</p>
<p>EXAME.com entrevistou 11 especialistas de diferentes consultorias de recrutamento para saber mais sobre as profissões carreiras que seguem em alta e, até agora, têm se mostrado (quase) à prova de mau tempo na economia. Veja, nas fotos, quais são as carreiras e quais motivos mantêm a demanda por profissionais mesmo em época de crise:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg"><img class="aligncenter wp-image-680 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg" alt="size_810_16_9_Moedas" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Controller ou gerente de controladoria</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É o profissional “número 2” na hierarquia do departamento financeiro da empresa, sendo responsável pela projeção, coordenação e controle das atividades nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. É ele quem traz os indicadores de eficiência financeira e sua atividade norteia a redução de custos e ganho de escala nas operações.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, o controller responde a três grandes imperativos em tempos de crise: ganho de escala, redução de custos e melhoria na produtividade. Daí sua valorização num momento em que as coisas não vão bem para a economia. “É quem dá a diretriz para tomada de muitas decisões estratégicas&#8221;, afirma Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO.</p>
<p>Continua sendo solicitado, principalmente, por empresas do setor da indústria (automotivo, bens de consumo e varejo) e de serviços que tenham a capacidade de se adaptar ao novo cenário. Na agenda do CFO, hoje, o controle de custos está no topo da lista, pelo qual este profissional agrega muito valor, segundo a percepção da equipe da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg"><img class="alignnone wp-image-681 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg" alt="size_810_16_9_investigacao-lupa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de auditoria e controles internos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Identifica os riscos do negócio e propõe alternativas para minimizá-los. Além disso, dá suporte à governança corporativa da empresa e promove a adaptação às normas internas e às regulamentações existentes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Miwa, sócio da Hound, obter eficiência nos processos internos faz com que a empresa maximize a relação entre custo e benefício de seu funcionamento. “Isso faz muita diferença principalmente quando o momento de mercado não é de crescimento e sim de retração, escândalos de corrupção e de crédito mais escasso e caro”, explica ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg"><img class="alignnone wp-image-682 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg" alt="size_810_16_9_termometro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de risco</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Está envolvido nos processos financeiros, vendas e geração de receita.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “É um profissional que atua diretamente no coração de qualquer negócio”, diz Anna Melo, gerente da Randstad Professionals. É natural, portanto, que ele garanta sua relevância num contexto econômico em que os custos e as receitas precisam ser acompanhados com uma lupa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg"><img class="alignnone wp-image-683 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de planejamento tributário</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na gestão fiscal e no planejamento tributário, evitando riscos e gastos desnecessários.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O Brasil conta com uma matriz tributária muito complexa, diz Rodrigo Miwa, sócio da consultoria Hound, o que torna o profissional da área uma peça valiosa para as empresas. Isso porque, segundo ele, estratégias para a redução da carga de impostos e estudos de viabilidade fiscal de novos projetos são essenciais em tempos de crise.</p>
<p>A consultoria Michael Page observa demanda maior por este tipo de profissional no setor de varejo. Já a diretora Natasha Patel, da Hays, destaca que há também forte necessidade por planejamento de tributos indiretos na indústria com perfil de comunicação e domínio de idiomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg"><img class="alignnone wp-image-684 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg" alt="size_810_16_9_check-list" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de compliance</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Garante que as transações e processos da empresa sejam transparentes e aconteçam em acordo com a lei e com as normas internas da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, a relevância do gerente de compliance independe do contexto econômico. “Ele responde a um contexto político que exige adequação máxima às novas legislações e regulamentações”, diz ela.</p>
<p>“Desde 2014 temos visto mais demanda por estes profissionais”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Setor financeiro e indústrias farmacêuticas e de biotecnologia são áreas mais promissoras para profissionais de compliance, segundo Natasha.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg"><img class="alignnone wp-image-685 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional da área de compras e suprimentos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Organiza a compra e faz negociações com fornecedores de todos os materiais, diretos e indiretos, usados pela empresa. Além disso, pode se envolver na discussão de grandes contratos de prestação de serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, diz que o profissional da área é capaz de renegociar contratos antigos, buscar novos fornecedores, reavaliar prioridades e necessidade de aquisição ou não de determinados itens. Com isso, acaba se tornando uma figura-chave para a redução de despesas nas empresas.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg"><img class="alignnone wp-image-686 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg" alt="size_810_16_9_477163337-web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gestor de projetos e processos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Reavalia processos internos e faz a gestão de novos projetos, para garantir cumprimento de prazos e budgets estabelecidos. Pode atuar como consultor externo ou numa área interna das empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, as empresas têm buscado profissionais que as ajudem a reorganizar procedimentos e gerir melhor qualquer projeto, como o lançamento de um novo produto ou a mudança de um sistema integrado. O objetivo é claro: economizar o máximo possível de tempo e dinheiro.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg"><img class="alignnone wp-image-687 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg" alt="size_810_16_9_moedas (1)" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Head ou gerente de tesouraria</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Gerencia as operações financeiras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O acesso ao crédito tem mudado desde o ano passado, o que está sendo desafiador para as empresas, principalmente nacionais. Por este motivo, tem crescido o número de demandas por profissionais de tesouraria com experiência em reestruturação de dívida (alongamento), bom relacionamento bancário e capacidade de estruturar operações financeiras de captação alternativas e menos custosas, segundo informações da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg"><img class="alignnone wp-image-688 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg" alt="size_810_16_9_calculadora" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Analista ou supervisor de custos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Promove ou gerencia a otimização de processos internos e a redução de custos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> A área de finanças faz toda a diferença em tempos de cinto apertado. “Um profissional que corta gastos é alguém de quem nenhum empregador vai abrir mão neste momento”, diz Marcela Esteves, gerente de divisão da Robert Half.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg"><img class="alignnone wp-image-689 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg" alt="size_810_16_9_aperto-de-maos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de vendas e novos negócios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Expõe a empresa e seus produtos ao mercado e gera receita com o fechamento de novos negócios, já que faz a prospecção de novos clientes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “Como está na linha de frente, esse profissional é bem-vindo em qualquer momento”, diz Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO. Num momento de crise, mais ainda. Afinal, um bom “vendedor” consegue alavancar os negócios da empresa a ponto de mantê-la viva mesmo num cenário instável.</p>
<p>A consultoria Michael Page tem recebido mais demandas por gerentes nesta área. Em momentos de crise, principalmente na indústria, além do conhecimento técnico, o perfil comportamental é crucial e decisivo em contratações &#8211; pró atividade, perfil consultivo, motivador e liderança são algumas das características mais demandadas, segundo a Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg"><img class="alignnone wp-image-690 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg" alt="size_810_16_9_bússola" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de gestão da mudança ou “turn around”</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável por trazer mudanças impactantes em áreas estratégicas, como RH ou finanças. Mais do que uma área, explica Paulo Dias, diretor da STATO, trata-se de uma especialização de alguns profissionais.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Dias, a crise econômica muitas vezes força a necessidade de mudar a cultura, o perfil dos funcionários ou até modelo de negócio de uma empresa. Um profissional capaz de fazer essa manobra “salvadora” é muito procurado pelos empregadores.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg"><img class="alignnone wp-image-691 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg" alt="size_810_16_9_medicp" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de saúde preventiva e terapêutica (médico, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo)</h4>
<p><strong>O que fazem? </strong>São responsáveis pela promoção da saúde humana em suas diversas especialidades.</p>
<p><strong>Por que sobrevivem à crise? </strong>De acordo com Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, tanto a área de saúde preventiva quanto a terapêutica continuam em alta. Ela menciona estatísticas recentes, segundo as quais a população do Brasil está envelhecendo. “Enquanto cada vez mais pessoas adoecem e demandam cuidados especiais, faltam médicos”, diz ela.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg"><img class="alignnone wp-image-692 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg" alt="size_810_16_9_fibra-luminosa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de P&amp;D (Pesquisa e Desenvolvimento)</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Investiga tecnologias de inovação aplicadas a produtos e serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Maranini, gerente da Talenses, a preocupação das empresas com a escassez de insumos na crise faz com que elas busquem soluções tecnológicas. “Profissionais capacitados a atendê-las nesse sentido estão sendo muito procurados”, diz ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg"><img class="alignnone wp-image-693 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg" alt="size_810_16_9_seguranca-trabalho" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Coordenador ou gerente de qualidade/SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Planeja, executa e delega ações para cumprir exigências ambientais, prevenir acidentes e garantir a saúde dos funcionários de uma empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>A preocupação das empresas com a área de SSMA aumentou consideravelmente nos últimos anos, diz Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Além de cumprir a lei, elas também precisam cuidar disso para não prejudicar sua reputação e, consequentemente, o seu lucro”, explica. A valorização do profissional da área também tem a ver com a sua escassez: segundo Maranini, ainda há poucas pessoas com formação específica na área e com um bom nível de inglês. A consultoria Michael Page também nota um aquecimento da demanda por esta posição nas companhias.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg"><img class="alignnone wp-image-694 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg" alt="size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente ou diretor de S&amp;OP (Planejamento de vendas e operações)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Elimina os gargalos da produção, planeja a estratégia de vendas e faz a interface com o planejamento logístico da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Na crise, a área se torna estratégica para reduzir custos. “Quando falta alinhamento entre logística e comercial, o estoque se degrada ou é depreciado, o que traz muitos prejuízos”, explica Rodrigo Maranini, gerente da Talenses.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg"><img class="alignnone wp-image-695 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg" alt="size_810_16_9_exportacoes-porto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de shipping ou exportação</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Orienta as diversas fases do processo de exportação, como a burocracia alfandegária, a logística e o relacionamento com as empresas de transporte.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Rodrigo Maranini, da Talenses, a alta do dólar beneficiou diversos segmentos, como o de exportação de borracha e de grãos. Além da valorização da área, faltam profissionais da área com pensamento estratégico e domínio de inglês.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg"><img class="alignnone wp-image-696 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg" alt="size_810_16_9_labirinto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de projetos em logística</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela melhoria do fluxo em várias etapas da cadeia produtiva de uma empresa. Também pode implantar sistemas de informação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O mercado de logística mudou muito com a evolução do consumo, de acordo com Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Hoje as pessoas compram de forma mais global, remota e complexa”, explica ele. Por isso, novos projetos para a entrega de mercadorias precisam ser redesenhados constantemente, para aumentar a produtividade e evitar prejuízos &#8211; ainda mais em tempos de instabilidade econômica.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg"><img class="alignnone wp-image-697 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg" alt="size_810_16_9_recursos-humanos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional generalista de recursos humanos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Atua em projetos de desenvolvimento organizacional e também em ações de treinamento e desenvolvimento ou de recrutamento e seleção.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Justamente porque é capaz de atuar em mais de uma área do departamento de recursos humanos. “Não basta ser especialista, as empresas buscam profissionais que também abracem outros subsistemas na área de recursos humanos”, diz Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p>De acordo com Carlos Nosé, sócio da Asap, os profissionais de recursos humanos estão mais valorizados porque ajudam a identificar onde pode haver ganho de qualidade de mão de obra. “Eles ajudam a diretoria a mexer na estrutura, fazendo movimentos de substituição de profissionais caros que não estão tendo bom desempenho na função”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg"><img class="alignnone wp-image-698 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em folha de pagamento (para multinacionais)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na área de remuneração dentro do departamento de recursos humanos, gerenciando a folha de pagamentos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Os departamentos de folha de pagamento de empresas multinacionais têm espaço para estes especialistas. “Muitas empresas transferem este serviço a terceiros, mas há aquelas que preferem manter a estrutura de folha de pagamento interna por conta da confidencialidade dos valores de salário”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Mas é preciso falar inglês ou espanhol, dependendo do local da matriz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg"><img class="alignnone wp-image-699 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em política de benefícios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Seu foco é conseguir que a empresa forneça os melhores benefícios aos funcionários, a custos menores, por isso faz a interação entre a companhia e as fornecedoras de vale-alimentação, seguradoras de saúde, entre outras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> É valorizado porque pode reduzir custos e, ainda assim, melhorar a política de benefícios da empresa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg"><img class="alignnone wp-image-700 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg" alt="size_810_16_9_contrato" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Subscritor de seguros</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável pela interação entre a empresa e as companhias seguradoras, com foco na gestão de risco.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O objetivo das empresas é minimizar riscos de perdas e prejuízos em caso de alguma eventualidade, segundo Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg"><img class="alignnone wp-image-701 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg" alt="size_810_16_9_computador-e-caneca" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Desenvolvedor de software</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Desenvolve aplicativos e programas com o objetivo de trazer mais eficiência em processos e procedimentos da empresa. Tecnologias como Dot.Net, PL-SQL e Java são as especialidades mais procuradas, de acordo com a consultoria Conquest One.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Mesmo com a indústria retraída, há setores mais “saudáveis” no momento que compensam o fraco desempenho industrial. “Construção, farmacêutico e tecnologia são setores que estão bem e contratando, o que equilibra a balança do mercado de TI”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg"><img class="alignnone wp-image-702 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg" alt="size_810_16_9_energia-eolica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Engenheiro de energia renovável</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Demanda em alta para profissionais de nível executivo, que atuam na gestão de projetos de geração de energia renovável.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Faltam profissionais experientes no setor. “Temos recebido até pessoas que vem de outro país, porque há falta de mão de obra no Brasil neste setor que é relativamente novo”, diz Carlos Guilherme Nosé, sócio da Asap.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg"><img class="alignnone wp-image-703 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg" alt="size_810_16_9_homem-grafico" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de inteligência de mercado</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua no departamento de marketing trazendo informações estratégicas de mercado e buscando entender necessidades de clientes e potenciais clientes.</p>
<p>Por que sobrevive à crise? Sua atuação é fundamental para gerar mais valor para a marca e para o produto.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg"><img class="aligncenter wp-image-704 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg" alt="size_810_16_9_e-commerce" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente geral de e-commerce para varejo</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela gestão da área de e-commerce com foco em P&amp;L (lucros e prejuízos) assegurando a rentabilidade da operação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O varejo online está crescendo no Brasil e seu grande desafio é a rentabilidade. No ano passado, a alta nas operações de comércio eletrônico foi da ordem de 25%, segundo informa a consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg"><img class="alignnone wp-image-705 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg" alt="size_810_16_9_grafico-dinheiro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de processos/ melhoria contínua</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Tem foco na redução de procedimentos e custos na operação para trazer mais eficiência aos processos.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Redução de custos e mais eficiência são ações muito valorizadas pelas companhias em momentos de crise, segundo a consultoria Michael Page.</p>
<p><em>Por: Camila Pati e Cláudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
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		<title>Geração Y nas empresas: mitos e verdades</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/geracao-y-nas-empresas-mitos-e-verdades/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 19:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Os jovens estão cada vez mais presentes nas grandes organizações, buscando espaço no mercado com um novo olhar e muita vontade de aprender. E tem mais: as diferenças entre a nova geração e os superiores imediatos não é tão grande&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens estão cada vez mais presentes nas grandes organizações, buscando espaço no mercado com um novo olhar e muita vontade de aprender. E tem mais: as diferenças entre a nova geração e os superiores imediatos não é tão grande como muitos pensam. É o que afirma a pesquisa Myths, Exaggerations and Uncomfortable Truths, feita pela IBM em fevereiro deste ano. Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg &#8211; empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente,assessment e coaching -, afirma que os novos e antigos profissionais podem ser tratados de formas similares em inúmeras situações. Afinal, diferente do que é comum ouvir, as gerações têm muitos pontos similares. Por exemplo, profissionais de todas as gerações tem em comum o fato de grande parte não entender completamente as estratégias de negócios da empresa em que trabalham.</p>
<p>Confira os mitos e verdades sobre a geração Y, de acordo com Aldan:</p>
<h4>1 – Os objetivos da geração Y são diferentes das X (35 &#8211; 49 anos) e dosbabyboomers (50 &#8211; 60 anos)</h4>
<p>MITO. Embora distantes em idade e experiência, quando se trata de ajudar e fazer a diferença na empresa, os resultados são bem similares. Estima-se que 25% dos jovens desejam causar impactos positivos nas organizações e 21% (geração X) e 23% (baby boomers) afirmam o mesmo. As três gerações também tem como objetivo alcançar a segurança financeira, com um resultado de cerca de 17% em cada uma das categorias de profissionais que participaram da pesquisa.</p>
<h4>2 – A geração Y não se sente confortável para tomar decisões sem auxílio.</h4>
<p>VERDADE. Cerca de 56% dos jovens preferem tomar decisões quando existem opiniões de uma variedade de pessoas. No entanto, esse fator também acontece com a geração X, em maior intensidade com 64%. Apenas os babyboomers se sentem mais confortáveis em decidir sem um consenso de grupo ou com opiniões variadas.</p>
<h4>3 &#8211; A Geração Y deseja um líder que a reconheça constantemente pelo seu trabalho</h4>
<p>MITO. Reconhecer as conquistas e bom trabalho não é o atributo de um líder perfeito mais citado pela geração Y. A qualidade mais citada pelos jovens que um líder perfeito deve ter é ser ético e justo.</p>
<h4><strong>4– Jovens são viciados em internet e preferem fazer tudo online.</strong></h4>
<p>MITO. A geração Y ainda acredita que a melhor forma de obter novas habilidades de maneira clara é a presencial. O cara a cara é citado por 39% dos jovens como o melhor meio para participar de conferências, reuniões e eventos, bem como 36% têm interesse em aprender ao lado de colegas mais experientes.</p>
<h4>5 – O principal motivo de jovens mudarem de emprego é para trabalhar com algo que realmente gostam.</h4>
<p>MITO. A maior parte dos jovens, aproximadamente 42%, tendem a mudar de emprego para um lugar onde eles ganhem mais e tenham um ambiente mais criativo e inovador.Entretanto, 47% da geração X e 42% dos baby boomers afirmam que fariam o mesmo.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>5 Ferramentas que irão ajudar no seu negócio</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 20:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tools]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para pequenos e médios empreendimentos, podemos encontrar uma variedade de ferramentas que poderão auxiliar no seu trabalho, desta forma, destacamos as mais utilizadas online e gratuitamente para ajudar você na sua carreira. Hootsuite (marketing/gestão de mídias sociais) Além do Facebook,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para pequenos e médios empreendimentos, podemos encontrar uma variedade de ferramentas que poderão auxiliar no seu trabalho, desta forma, destacamos as mais utilizadas online e gratuitamente para ajudar você na sua carreira.</p>
<h4>Hootsuite (marketing/gestão de mídias sociais)</h4>
<p>Além do Facebook, é interessante marcar presença em outras redes sociais, dependendo do seu tipo de público. Empresas de moda, por exemplo, utilizam bastante Instagram e Pinterest. Dar conta de vários canais ao mesmo tempo pode ser complicado. Por isso, o Hootsuite aparece como uma verdadeira mão na roda. A ferramenta permite que você gerencie todas as contas de redes sociais em um só lugar. É possível com ela, por exemplo, programar um mesmo conteúdo para diferentes canais, responder mensagens de clientes enviadas por meio de todas elas, acompanhar a repercussão de publicações etc.</p>
<h4>Evernote</h4>
<p>Ferramenta utilizada para gerenciar informações, funciona como uma espécie de agenda. Ela permite armazenar dados, textos, imagens, anexar arquivos, listas de tarefas, áudios etc. Tudo isso pode ser compartilhado com equipes remotamente e os conteúdo podem ser acessados por qualquer dispositivo conectado à internet.</p>
<h4>Skype</h4>
<p>Sistema que hoje pertence à Microsoft, o Skype já é bastante popular, tanto entre clientes pessoa jurídica quanto pessoas físicas. Ele permite a realização de chamadas gratuitas, tanto por desktops quanto por celulares. Basta apenas que os dois usuários estejam conectados à internet. A ferramenta também permite, mesmo na versão gratuita, a realização de conferências. Comprando créditos ou assinando um plano, é possível ligar também para telefones convencionais (celulares e fixos).</p>
<h4>Facebook (Marketing)</h4>
<p>Maior rede social do mundo, é hoje também a ferramenta de marketing digital mais popular do planeta. Sabendo desenvolver uma boa estratégia para chegar ao seu público, pode ser uma ótima maneira de fortalecer sua marcar e mesmo fechar vendas. No Facebook, você pode formar público através de uma fanpage, convidar pessoas para atividades específicas através dos eventos, oferecer produtos diretamente na rede, por meio das ferramentas de vendas que ela oferece, entre outras coisas. É possível também criar anúncios pagos, com segmentações bastante precisas.</p>
<h4>QuickBooks ZeroPaper (Finanças)</h4>
<p>Ferramenta que oferece gestão de fluxo de caixa grátis, relatórios com um só clique e integração com dados da conta bancária do usuário. É simples de usar e mantém os dados do usuário em ambiente seguro e disponíveis 24 horas por dia. O sistema é ideal para profissionais autônomos, MEIs e microempresas e pode ser facilmente acessado pelo computador ou smartphone, através do aplicativo disponível para iOS e Android.</p>
<p>Fonte: <em>www.administradores.com.br</em></p>
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		<title>5 características de um bom Líder</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 19:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante que os líderes das novas gerações tiveram que aprender é a que liderar não é apenas ditar regras e atribuições.</p>
<p>Atualmente os núcleos de trabalho funcionam como equipes e times, e em um time todos os integrantes buscam os resultados – as funções podem ser diferentes, mas os objetivos são os mesmos. Segundo a coach especializada em desenvolvimento humano e organizacional Bibiana Teodori: “Um excelente líder cresce com o time e faz o time crescer com ele”.</p>
<p>Bibiana Teodori também acredita que bons líderes possuem uma linha de comportamento em comum que é fundamental para o sucesso de suas atribuições. Confira na sequência as principais características enfatizadas pela profissional.</p>
<p><strong>Autoconhecimento</strong></p>
<p>A primeira característica importante é a de saber guiar a si. Esta não é uma tarefa fácil e quem consegue fazê-la logo se torna um ponto de referência para os outros, um líder aos olhos de quem não possui essa capacidade.</p>
<p>Faz parte do autoconhecimento também saber gerenciar as próprias emoções, deixar de lado estados emocionais improdutivos, como medo, insegurança, depressão, ansiedade e estresse, no momento em que eles se tornam um obstáculo. Esses estados são emoções com significados específicos, que não podem ter espaço em determinadas situações.</p>
<p><strong>Espírito de equipe</strong></p>
<p>Assumir a responsabilidade de um grupo parece uma tarefa básica de todo e qualquer líder, mas na prática não é bem isso que acontece. Há líderes que são os primeiros a apontar as falhas de sua equipe, no entanto, um líder de sucesso deve achar os caminhos para resolver crises antes de distribuir culpas.</p>
<p><strong>Ter poder de decisão</strong></p>
<p>Outra característica importante de um bom líder é o poder de decisão. A ideia de que somos a soma total das decisões que tomamos na vida é um pensamento que deve ser o guia para uma pessoa envolvida em tomada de decisões, pois só assim é possível ter noção das consequências de uma decisão.</p>
<p>Quando uma pessoa entende a necessidade e a importância de se tomar boas decisões, naturalmente ela otimiza o seu poder de decisão.</p>
<p><strong>Bom relacionamento</strong></p>
<p>Normalmente um líder participa de um conjunto, onde existem outros líderes e outras equipes. A capacidade de criar relações positivas diferencia um líder, pois evidencia a sua capacidade de criar vínculos e atrair para si as pessoas, e a capacidade de nos ouvir o possibilita agir de maneira coerente com princípios compartilhados.</p>
<p><strong>Versatilidade</strong></p>
<p>O líder deve lidar bem com mudanças, entender e buscar oportunidades que forneçam a visão necessária para que seu negócio cresça. A versatilidade é uma ótima competência que motiva, inspira, energiza e cria líderes capazes de ter visão 360° de diversos assuntos que possam comprometer o seu dia a dia.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.catho.com.br/</em></p>
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		<title>A importância do Coaching nas organizações</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 16:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Atualmente as empresas estão buscando desenvolver seus colaboradores através de diversas maneiras, a fim de que possam agregar conhecimento, fazendo com que busquem formas de aperfeiçoamento. Verifica-se que existem algumas práticas que facilitam e, ao mesmo tempo, são aplicadas nesse&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente as empresas estão buscando desenvolver seus colaboradores através de diversas maneiras, a fim de que possam agregar conhecimento, fazendo com que busquem formas de aperfeiçoamento. Verifica-se que existem algumas práticas que facilitam e, ao mesmo tempo, são aplicadas nesse processo de aprendizagem e capacitação e, nesse contexto percebe-se a prática e o papel do coaching dentro da organização.</p>
<p>O coaching é um conjunto de técnicas e ferramentas focado em conhecimentos amplos em gestão e produtividade, conduzido por um profissional especializado, que identificará vários pontos que poderão ser direcionados a um desempenho mais efetivo, através de sua análise sistemática, fornecendo ao gestor ferramentas eficazes de aprimoramento.</p>
<p>Pode ser considerado um treinador que assessora o cliente, levando-o a refletir, chegar a conclusões, definir ações e, principalmente, agir em direção a seus objetivos, metas e desejos. A essência do coaching está em fornecer suporte para uma pessoa mudar da maneira que deseja, assim como auxiliar a seguir a direção desejada. O coach não precisa ser um especialista na área de atuação de seu cliente. O coaching cria consciência, potencializa a escolha e leva à mudança.</p>
<p>Um profissional de Coaching deve ter conhecimentos em comportamento humano, mudança, negócios e principalmente em seu nicho de atuação. Em reuniões que são sessões sejam elas, semanais, quinzenais ou mensais o coach aplica técnicas, ferramentas e um questionamento poderoso para mobilizar seu cliente(coachee) a entrar em ação para atingir suas metas e acelerar os resultados em sua vida.</p>
<p>Essas técnicas são bastante utilizadas em ambientes organizacionais, principalmente em países da América do Norte, da Europa e da Ásia. A utilização dessa prática caracteriza-se na interação voltada à facilitação da aprendizagem, ao desenvolvimento de habilidades e a disseminação do conhecimento, permitindo a otimização dos resultados.</p>
<p>Por esta razão o <strong>curso de coaching</strong> tem sido bastante procurado por profissionais de RH, estes que tem como escopo gerir pessoas, tarefa, essa, que não é nada fácil. Desta forma, vislumbrando a importância desses profissionais e os desafios encontrados por eles, os <strong>processos de coaching</strong> tornam-se eficazes na execução de suas tarefas. As ferramentas, técnicas e metodologias que potencializam e auxiliam na assessoria dos colaboradores e a percepção do comportamento de cada um é, apenas, o início do trabalho de desenvolvimento humano de um <em>coach</em>. O papel do <em>coach</em> dentro da organização caracteriza-se como a de um facilitador do aprendizado, aquele que possibilitará o desenvolvimento e aperfeiçoamento das competências e habilidades do colaborador.</p>
<p>O Coaching ampara os líderes, fomentando a capacidade de análise e condução dos processos da organização como também desenvolve suas habilidades para se relacionar bem com seus subordinados de maneira a conquistar seu grupo de trabalho, apesar de estar a trabalhar em constante pressão para atingimento de metas e objetivos da organização. E é com essas habilidades em equilíbrio que a aplicabilidade das <strong>ferramentas de coaching</strong> está cada vez mais requisitada no mercado, pois as empresas sabem que capacitar melhor seus profissionais trará uma maior visibilidade e retorno financeiro.</p>
<p>Desta forma, podemos perceber que o papel dos líderes nas organizações tem sofrido mudanças ao longo dos tempos, a fim de acompanhar os desafios do mundo corporativo. Destarte, o <strong>líder coach</strong> tem galgado espaço, pois ele apoia a sua equipe, em busca do atingimento dos resultados propostos, através da sua capacidade de questionar as crenças e padrões de comportamento individuais, de forma a maximizar os recursos de cada um e desmistificar algumas crenças que possam diminuir as resistências e aumentar a capacidade de produção do seu colaborador.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.vectorcontactcenter.com.br/</em></p>
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		<title>Aprenda a como atender seu cliente com satisfação</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/aprenda-a-como-atender-seu-cliente-com-satisfacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 17:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Em relação a atender bem o cliente precisamos entender um princípio básico e fundamental: Tratar bem não é atender bem. É necessário ter em mente que atender bem é algo fundamental a vida de qualquer negócio e que resulta na&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em relação a atender bem o cliente precisamos entender um princípio básico e fundamental: Tratar bem não é atender bem.</p>
<p>É necessário ter em mente que atender bem é algo fundamental a vida de qualquer negócio e que resulta na imagem da empresa. Portanto a satisfação de ser bem atendido determinará no que a empresa é.</p>
<p>Mas, o que é satisfação? Quando olhamos para o cliente, satisfação é fazer seu cliente sorrir e não chorar. Nos dicionários satisfação é <strong>prazer resultante da realização daquilo que se espera ou do se deseja.</strong></p>
<p>Vejamos então algumas dicas essenciais para o atendimento correto do cliente.</p>
<ol>
<li><strong>Ter compromisso com cliente </strong>– Nisso precisamos não perder o foco do cliente. Muito de nós por razões obvias vestimos a da empresa. Para desenvolver a cultura do foco no cliente, precisamos rever a forma de lidar com o cliente. Precisamos entender o cliente como ser humano capaz de sentir, pensar, reagir, observar e principalmente absorver de forma positiva ou negativa o como você o atende. Portanto, seja verdadeiro com você e com seu cliente. Torne-se o atendente capaz do seu cliente fazer associação de que é com você que ele pode contar. Voltando ao exemplo, agregar valor é surpreender seu cliente. Oferece sempre algo a mais.</li>
<li><strong>Saber ouvir e nunca justificar </strong>– Gosto disso: contra fato não há argumentos. Quer saber uma verdade bem simples? Jamais um cliente ligará para seu suporte sem que não tenha alguma necessidade. Essa simples rotina agrega valor, mas do que técnica o cliente quer ser compreendido, aceito, servido. O sorriso da sua voz ou a respiração do um, dois e três o cliente sabe que é com ele. Portanto, lembre-se: Não corte, não justifique, não permita que seu cliente perceba a falta de atitude para com ele.</li>
<li><strong>Desenvolver a empatia que há em você </strong>– Capacidade de atrair com encanto. Isso mesmo. Todos nós sabemos conquistar o que queremos. Quando o cliente confia ele logo veste a camisa. Pelo atendimento, você vai desenvolver a comunicação assertiva. E, também não nos enganemos, de nada nos adiante desenvolver a empatia, não adianta saber ouvir, ter empatia se na empresa não tem cumprimento de prazos, não tem estrutura para resolução dos problemas.</li>
<li><strong>Desenvolver a habilidade de servir com alegria </strong>&#8211;  Todo cliente percebe quando não é bem vindo, e só você pode desfazer essa impressão. Como? Desenvolva o hábito de apenas perguntar: como vai você? Ao atender seja por telefone, por carta e ou presencial, mas faça por onde essa pergunta ser respondida. Motive seu cliente com atitudes que gere nele alegria de ser atendido por você.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<em> http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A importância do estágio para os universitários e para as empresas.</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/03/a-importancia-do-estagio-para-os-universitarios-e-para-as-empresas/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2015 17:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Todo universitário sabe que um bom estágio pode ser a etapa inicial para se construir uma carreira promissora. O campo da Administração é o que mais oferta vagas de estágio, e também é uma das áreas que oferece as melhores&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Todo universitário sabe que um bom estágio pode ser a etapa inicial para se construir uma <strong>carreira promissora</strong>. O campo da Administração é o que mais oferta vagas de estágio, e também é uma das áreas que oferece as melhores remunerações. Além da remuneração, algumas grandes empresas ainda proporcionam vale transporte, vale alimentação e outros benefícios.<br />
Um grande número de pessoas que ingressam em faculdades particulares (ou até mesmo, públicas), muitas vezes são forçados a abandonar seus cursos, por motivos financeiros, nesse caso o estágio pode contribuir não só para <strong>aprendizagem prática</strong>, como também para beneficiar o acadêmico financeiramente, fazendo com que, se ao acaso ele desistir da faculdade, não será pelo fato de não conseguir pagá-la. O estágio estimula a frequência nas aulas, mesmo porque para conseguir e mantê-lo, a pessoa não só deve estar regularmente matriculada no curso que faz ligação com o estágio, mas também freqüentando as aulas.<br />
Mas é claro que para conseguir realmente um bom estágio, aquele que dará suporte para que se coloque em prática o que se aprendeu na teoria, os estudantes já começam a defrontar-se com a <strong>competitividade</strong> do mercado de trabalho, precisam se destacar entre os concorrentes, que são muitos. Com certeza, o universitário que procura um estágio, está disposto a aprender, traz consigo certa bagagem intelectual, estão se qualificando, assim sendo a empresa que contratá-lo, terá a vantagem de ter em seu quadro de funcionários, uma pessoa <strong>atualizada</strong>, que ao trabalhar com outras pessoas experientes poderá surgir uma união de mão-de-obra diferenciada.<br />
As novas medidas para a contratação de estagiários com a publicação da <strong>Lei 11.788/08</strong>, em vigência desde 26 de setembro de 2008 causaram diversas interrogações. No que se refere a empresa, a lei prevê a isenção de praticamente todos os encargos sociais previstos na CLT, ponto positivo para as empresas. A carga horária diminuiu para seis horas, ponto positivo para os estagiários que agora terão mais tempo para estudar.<br />
É evidente que as empresas tiveram que se adaptar as novas regras, mas acredito que essas já foram assimiladas.<br />
Quando o estudante consegue uma vaga de estágio, logo ele se preocupa se será efetivado, mas o mais importante para o momento é aproveitar o que a empresa pode lhe proporcionar em termos de aprendizagem, o que ele poderá levar consigo para a sua experiência profissional, mesmo porque há muitas empresas que oferecem ótimas <strong>oportunidades</strong> em termos de aprendizagem e remuneração para o estagiário, mas não tem plano de carreira para esses.<br />
Você empresário, caso ainda não conte com um estagiário em sua empresa, e queira contratar um, sugiro que não exija muita experiência deles, mesmo porque esses estudantes estão em busca de um estágio, exatamente para isso; <strong>adquirir conhecimentos</strong>, obter experiências, e dificilmente encontrará uma pessoa sem naturais dificuldades de qualquer iniciante.<br />
E você, universitário, aproveite o momento para fazer um bom estágio, pois ele ainda é uma grande oportunidade para se inserir no mercado de trabalho.</p>
<p><em>Fonte: http://www.administradores.com.br/</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O conceito de sucesso não é mais o mesmo</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/o-conceito-de-sucesso-nao-e-mais-o-mesmo/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2014 18:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A definição de sucesso profissional mudou muito ao longo das gerações Babyboomers Escolher uma carreira era uma decisão para o resto da vida e o que as pessoas almejavam era conseguir um emprego estável e crescer, de preferência na mesma&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A definição de sucesso profissional mudou muito ao longo das gerações</strong></p>
<p><strong>Babyboomers</strong></p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/baby.png"><img class="aligncenter wp-image-447 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/baby.png" alt="baby" width="269" height="167" /></a></p>
<p>Escolher uma carreira era uma decisão para o resto da vida e o que as pessoas almejavam era conseguir um emprego estável e crescer, de preferência na mesma empresa, de acordo com a experiência que adquiriam. Trabalhavam muito para conseguir aproveitar a vida na aposentadoria.</p>
<p><strong>Geração X</strong></p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/x.png"><img class=" size-full wp-image-448 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/x.png" alt="x" width="299" height="152" /></a></p>
<p>Buscavam crescer rapidamente e por isso estavam sempre abertos a propostas melhores. A meritocracia prevaleceu sobre a experiência de trabalho. Misturavam vida pessoal e profissional.</p>
<p><strong>Millennials</strong></p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/mill.png"><img class=" size-full wp-image-449 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/mill.png" alt="mill" width="284" height="154" /></a></p>
<p>É mais importante curtir a trajetória do que chegar ao destino final. Querem oportunidades que combinem paixão com trabalho. Projetos a longo prazo não estimulam. Não basta ter um trabalho, tem que ter um propósito. A mobilidade mistura a vida pessoal e profissional.</p>
<p>Ou seja, cada vez mais a questão do prazer no trabalho foi se revelando e o conceito de sucesso se tornou totalmente diferente. Hoje, ser bem-sucedido não é ser milionário, morar numa mansão, fazer parte da diretoria de uma grande empresa. Ser bem-sucedido é acordar na segunda-feira e se sentir bem de começar a semana fazendo as suas atividades; é gostar de ir para o trabalho; é perceber que o seu Talento contribui para o desenvolvimento de organizações e pessoas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, uma pesquisa publicada recentemente pela revista Você S.A. revelou que mais de 70% das pessoas estão infelizes no trabalho. Isso mostra uma dificuldade de encontrarem aquilo que elas buscam, justamente porque muitas vezes não sabem aonde querem chegar.</p>
<p>O segredo para se sentir realizado começa no autoconhecimento. Para você ser feliz, precisa entender quais são as coisas que lhe fazem bem. E é aí que a gente deixa uma reflexão:</p>
<p><strong>Você sabe o que faz você feliz?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>8 passos para transformar uma demissão em boa notícia</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/8-passos-para-transformar-uma-demissao-em-boa-noticia/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 18:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido. “A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido.</p>
<p>“A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar a procurar outro trabalho”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, diretor da 4hunter.</p>
<p>Se o processo de demissão foi obscuro ou envolto em conflitos profissionais, esta fase de desesperança tende a ser mais longa, segundo Ferreira.</p>
<p>No entanto, se não dá para mudar a atitude do (ex) chefe ou do porta-voz do fim do contrato de trabalho, é possível controlar a sua reação e os próximos passos a partir deste momento.</p>
<p>São eles que serão cruciais para que a demissão se transforme em uma boa notícia para sua carreira e que a frase &#8220;foi a melhor coisa que poderia ter acontecido&#8221; vire rotina em seu discurso.</p>
<p>Afinal, nada melhor do que responder à situação com um novo emprego mais adequado aos seus objetivos de carreira. Confira, então, o plano de ação sugerido por especialistas para dar esta virada na sua vida profissional.</p>
<p><strong>1º passo &#8211; Reflita</strong></p>
<p>“De cabeça quente, ninguém toma uma decisão razoável”, diz o diretor da 4hunter. Por isso, use estes primeiros dias após a notícia para refletir sobre o que levou a situação a este ponto. Não aja ainda, reflita.</p>
<p>Em alguns casos, uma demissão pode sinalizar que você não estava no caminho certo de carreira. “Toda mudança tem riscos, mas traz também desenvolvimento e crescimento”, diz Felipe Brunieri, headhunter da Talenses.</p>
<p>Ele recomenda que o profissional estruture mentalmente o que aconteceu e liste quais aspectos que precisam ser desenvolvidos.“Em processos seletivos, isso será perguntado é melhor que o profissional saiba explicar o que ocorreu”, diz Brunieri.</p>
<p><strong>2º passo &#8211; Use o tempo a seu favor</strong></p>
<p>A reflexão pode indicar alguns pontos que devem ser desenvolvidos. É certo que, estando empregado, o tempo era mais curto.</p>
<p>Por isso, que tal usar o relógio a seu favor e buscar o aprimoramento profissional que julgar adequado? Se a situação financeira (ainda) for confortável, invista em você.</p>
<p>Mas cuidado, não saia se inscrevendo em qualquer curso que encontrar. Seja estratégico. “Inscrever-se em 10 cursos para falar que não está desatualizado, em minha opinião, é placebo”, diz Ferreira.</p>
<p>Melhor, diz ele, é fazer opções por locais com potencial para expandir a rede de contatos. “Para nem levar caderno, só cartão de visita”, brinca o especialista.</p>
<p>Tenha agenda livre para as eventuais entrevistas que surgirem e também para poder se dedicar a pesquisar empresas para as quais gostaria de trabalhar.</p>
<p><strong>3º passo &#8211; Faça networking</strong></p>
<p>Da sua rede de contatos é que podem surgir boas oportunidades profissionais. Retome relacionamentos e deixe o mercado a par da sua disponibilidade.</p>
<p>“A parte boa de estar desempregado é que as pessoas vão saber disso e algumas estarão dispostas a ajudar, o que facilita o acesso a oportunidades que não apareceriam caso ele ainda estivesse empregado”, diz Brunieri. Aposte nonetworking.</p>
<p><strong>4º passo &#8211; Atualize seu currículo</strong></p>
<p>Atualize as informações do seu currículo. Objetivo, conciso e sólido em conteúdo. É assim que deve ser o documento que vai abrir as portas para as entrevistas de emprego.</p>
<p>Em linhas gerais ele deve conter seus dados, sua formação, empresas pelas quais passou, cargos e projetos. “Não é escrever 7 páginas”, diz Ferreira. Dependendo do momento de carreira, é possível optar por diferentes modelos de currículo.</p>
<p><strong>5º passo &#8211; Analise o mercado</strong></p>
<p>Antes de começar a enviar o currículo, faça uma análise do funcionamento do seu mercado. As contratações ocorrem por meio de indicação? Existem consultorias de recrutamento que atuam na sua área?</p>
<p>“Cuidado para não tratar o seu currículo como lixo. Não adianta mandá-lo para 700 pessoas aleatoriamente e depois não entender porque nada acontece”, diz Ferreira.</p>
<p><strong>6º passo &#8211; Pergunte antes de enviar o currículo</strong></p>
<p>Escolha algumas pessoas mais próximas e pergunte se pode enviar o seu currículo para elas. Podem ser pessoas com as quais já trabalhou ou mesmo clientes com quem você tem um bom relacionamento, segundo Ferreira.</p>
<p><strong>7º passo &#8211; Entre em contato com headhunters e consultorias</strong></p>
<p>Se existem consultorias focadas na sua área de atuação, cadastre seu currículo, mas tente ir além. Verifique se há alguma oportunidade profissional em que o seu perfil se encaixe e mande uma mensagem para o headhunter para saber qual o caminho sugerido para se candidatar à vaga.</p>
<p>Mas Brunieri faz um alerta: &#8221; não se inscreva para toda e qualquer oportunidade anunciada&#8221;. Segundo ele, quem faz isso dá claros sinais de desespero e as chances de não ser levado a sério pelos recrutadores são grandes.</p>
<p><strong>8º passo &#8211; Tome cuidado com a ansiedade</strong></p>
<p>O risco maior para quem está desempregado é aceitar a primeira oportunidade profissional que aparece, só para deixar no passado o desemprego. “O problema de quem quer se recolocar rápido demais é fazer um movimento errado”, diz Brunieri.</p>
<p>Por isso antes de aceitar uma proposta, analise o escopo de trabalho, colete informações de pessoas que trabalharam na empresa e embase sua decisão nestes e em outros aspectos que julgar importantes, como salário e qualidade de vida.<br />
<em>Por Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>Especialização Profissional: Por Onde Começar?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 20:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Na rotina intensa em que vivemos atualmente, muitas vezes nos falta tempo para pensar nos rumos que nossa carreira está tomando. “Estou fazendo o que gosto?”, “Tenho vontade de permanecer nessa área?”, “Há especializações interessantes para que eu possa crescer&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na rotina intensa em que vivemos atualmente, muitas vezes nos falta tempo para pensar nos rumos que nossa carreira está tomando. “Estou fazendo o que gosto?”, “Tenho vontade de permanecer nessa área?”, “Há especializações interessantes para que eu possa crescer profissionalmente?”. Essas são algumas das perguntas que deveríamos nos fazer constantemente para evitar que nossa vida profissional entre em colapso. E uma delas nos conduz a um ponto importante: qual é o momento certo para buscar uma especialização?</p>
<p>O mundo que se abre após o fim da graduação é amplo e, muitas vezes, extremamente confuso. São cursos, pós, MBAs, mestrados, doutorados e uma grande dúvida: o que devo escolher?</p>
<p>Para começar, é importante deixar claro um ponto: MBA e pós-graduação são coisas diferentes. A confusão feita entre esses dois tipos de especialização é razão de diversas escolhas mal feitas na carreira de muitos profissionais. É preciso entender de forma clara os objetivos e métodos de cada uma para decidir por qual caminho seguir.</p>
<p>MBA significa “Master Business Administration” e é indicado para profissionais que querem se especializar em gestão e administração. O MBA é, na verdade, uma pós em administração de negócios. E, por isso, quem procura um curso desse tipo deve estar interessado em se aperfeiçoar na área administrativa ou em desenvolver o lado empreendedor e de liderança. Já os cursos de pós-graduação são divididos em diversas áreas, e têm o objetivo de desenvolver nos estudantes uma especialização focada em determinada área.</p>
<p>Algumas questões importantes devem ser consideradas na hora de escolher a especialização mais adequada. Aspectos como a carga horária do curso, a instituição de ensino, o formato das aulas e a área de ênfase precisam ser avaliados corretamente de acordo com as metas, a rotina e os objetivos de cada profissional. Além disso, é necessário considerar se a área escolhida para a especialização está relacionada ao setor em que o profissional trabalha. Vale lembrar que não interessa para as empresas ver um currículo recheado de cursos de especialização se nenhuma das referências agrega à área a que o candidato se dedica.</p>
<p>Conhecimento nunca é demais, mas também precisa ser bem pensado e planejado. Ou grandes investimentos podem se transformar em tempo e esforço perdidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Jorge Matos, Presidente da ETALENT</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>Jorge Paulo Lemann &#124; O conquistador dos Estados</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2014 17:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[excelência]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O brasileiro fez suas aulas em Harvard e encontrou seus modelos no WalMart e Goldman Sachs. Em seguida, ele aplicou seu estilo de gestão, com base nas despesas de caça e meritocracia para a cúpula: Burger King, a Anheuser-Busch, Heinz&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O brasileiro fez suas aulas em Harvard e encontrou seus modelos no WalMart e Goldman Sachs. Em seguida, ele aplicou seu estilo de gestão, com base nas despesas de caça e meritocracia para a cúpula: Burger King, a Anheuser-Busch, Heinz &#8230;</strong></p>
<p>Começando do nada, no início dos anos 1960, Jorge Lemann fez uma impecável que o levou ao topo. Ele presidiu a criação da InBev em 2004 pela fusão da cervejaria brasileira AmBev e Interbrew Bélgica, e concluiu a aquisição da Anheuser Busch gigante da indústria americana, em 2008, com os seus parceiros e cúmplices Beto Sicupira e Marcel Telles Ele também comprou a American cadeia de fast food Burger King em 2010, antes de tomar o controle em 2012, o ketchup Heinz King of com a ajuda de Warren Buffett, o investidor de Omaha incrível. Hoje sua fortuna na verdade, o homem mais rico do Brasil e o segundo mais rico da Suíça, porque Jorge Lemann tem dupla cidadania. Nos Estados Unidos hoje em dia, você pode comer Lemann (hambúrguer e ketchup) e beber Lemann (AB InBev) em cada esquina. E isso ocorre devido ao trio que forma por quase 40 anos com Sicupira e Marcel Teles, os quais possuíam também a intenção de planejar para sair em breve mais uma conquista gigante. Não porque já está rico, mas porque o sistema de gestão que desenvolveu dá resultados surpreendentes e porque seu investimento continua a pagar grandes dividendos. Qual será o seu novo alvo? Como alguns analistas, o jornalista brasileiro Cristiane Correa, que acaba de publicar um livro sobre a saga de apostas do trio na compra da Coca-Cola. Não menos importante &#8230;</p>
<p>É uma lição que o filho de imigrante suíço, nascido no Rio de Janeiro, em 1939, aplica ao longo de sua carreira: nunca parar no meio do caminho, sempre se preparar para a próxima tacada. E sempre buscar a excelência. A estratégia lógica para um atleta. Adolescente Jorge Lemann realmente havia acumulado sucessos em torneios de tênis, o ponto a considerar para torná-la sua carreira. Ele mesmo entrou no circuito profissional no início dos anos 1960. &#8220;Ele parou depois de alguns meses, quando ele percebeu que não tinha talento suficiente para entrar no top 10 do mundo&#8221; , diz Cristiane Correa. Vale a pena ler o livro dessa história!!</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big1.jpg"><img class=" size-medium wp-image-294 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big1-199x300.jpg" alt="00bf2235ea6890a5910be673c5162fd2ec16ccf16d2de5ac15b73dc054be5373_f2d6v_big" width="199" height="300" /></a></p>
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		<title>Por que um profissional empregado busca recolocação?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/07/por-que-um-profissional-empregado-busca-recolocacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 12:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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		<category><![CDATA[recolocação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Saiba o que faz pessoas de diferentes cargos mudarem de emprego. Por que um profissional empregado busca uma recolocação no mercado? Para conhecer os principais motivos, a consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos compilou as informações obtidas dos profissionais que procuraram&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba o que faz pessoas de diferentes cargos mudarem de emprego.<br />
Por que um profissional empregado busca uma recolocação no mercado? Para conhecer os principais motivos, a consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos compilou as informações obtidas dos profissionais que procuraram pelo seu serviço de Recolocação Profissional entre 2011 e 2013. No total, eram 333 profissionais de diversos níveis, entre diretores, gerentes, coordenadores, supervisores, analistas, assistentes e especialistas.</p>
<p>O resultado do levantamento foi bem interessante. Quer ver?</p>
<p><strong>1 –</strong> Você pode não acreditar, mas a maior razão para os profissionais procurarem outro emprego foi “carreira” (perspectiva, desafios e crescimento). Esse item foi apontado por nada menos do que 50% das pessoas. Entre os especialistas, a fatia é ainda maior, de 75%. A menor é a de diretores, com apenas 31%.</p>
<p><strong>2 –</strong> Como explica João de Queiroz Xavier, diretor-geral da Ricardo Xavier, 41%dos profissionais não enxergaram possibilidade de crescimento na atual empresa. “Nove por cento estão buscando novos desafios, o que também pode ter a ver com estagnação ou falta de oportunidade de crescimento”, diz ele.</p>
<p><strong>3 –</strong> O segundo motivo mais apontado pelo profissionais que queriam outro emprego foi “gestão”, com 21% das respostas. Para Xavier, o problema aqui é o chefe, em primeiro lugar, e, em seguida, a empresa e seus gestores em geral.</p>
<p><strong>4 –</strong> Para não cair em uma nova roubada, se você estiver disposto a mudar de emprego para não ter mais de trabalhar com seu chefe, a dica do diretor-geral é tentar obter informações sobre seu potencial novo gestor ainda durante o processo de seleção. “Normalmente ele participa pelo menos da entrevista final, e, nesse momento, é possível conhecê-lo melhor”, diz.</p>
<p><strong>5 –</strong> O terceiro motivo mais apontado, claro, foi ele mesmo: o salário. Então, quem muda de emprego com mais frequência costuma obter maiores aumentos salariais do que quem permanece na mesma empresa? “É possível, sim”, diz Xavier. Mas ele faz um alerta: “O profissional deve olhar a carreira a longo prazo e trocas rápidas e frequentes de emprego não deixam boas marcas no currículo – passando uma imagem de instabilidade”. Outro ponto importante que ele destaca é que essas saídas por salários maiores não costumam deixar boas impressões. “O profissional que faz isso pode contar com os antigos colegas e superiores para recomendá-lo?”, questiona.</p>
<p><strong>6 –</strong> O levantamento mostra, no entanto, que quem procurou a recolocação por causa do salário em geral estava ganhando abaixo da média de mercado. Por exemplo, os gerentes que buscavam uma recolocação por salário ganhavam, em média, R$ 4,3 mil, enquanto o salário médio total desse nível era de R$ 8,2 mil. Entre os especialistas, a diferença era de R$ 2,5 mil para R$ 6,1 mil.</p>
<p><strong>7 –</strong> Por outro lado, a média salarial dos que têm “carreira” como principal motivo para buscar recolocação é bem próxima da média geral ou apenas um pouco abaixo, mas sempre bem acima da média dos que buscam recolocação motivados por salário. Os analistas desse grupo, por exemplo, tinham salario médio de R$ 3,3 mil, contra R$ 3 mil na média geral e R$ 2,6 mil na média dos que reclamavam de salario.</p>
<p><strong>8 &#8211;</strong>E há uma explicação para o item 7. “Quem tem mais preocupação com carreira ganha mais.” Isso ocorre primeiramente porque quem tem (e executa) um plano estruturado de carreira com toda certeza vai ganhar no longo prazo. Depois, porque quem se preocupa com a carreira e vê o salário como consequência dedica seus recursos (tempo, dinheiro, atenção) a atividades agregadoras, construtivas, potencializadoras, diz Xavier.</p>
<p><strong>9 –</strong> O quarto motivo mais apontado, com 5%, são as viagens. Entre os profissionais que indicaram essa resposta, 66% eram diretores. Os outros 33% eram gerentes. Só por curiosidade: nenhum analista, especialista ou supervisor procurou o serviço de recolocação motivado pelo excesso de viagem.</p>
<p><strong>10 –</strong> Os outros itens apontados foram testar empregabilidade (3%), tipo de empresa (2%), reconhecimento (2%) e mudanças (1%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Fernanda Bottoni</em><br />
<em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>10 dicas para realizar concurso público</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/10-dicas-para-realizar-concurso-publico/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 18:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ao longo dos mais de 10 anos preparando os alunos para os diversos concursos públicos em nosso país, nas disciplinas de Direito Empresarial e Formação Humanística (Sociologia e Filosofia do Direito) venho percebendo posturas acertadas e outras nem tanto na&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos mais de 10 anos preparando os alunos para os diversos concursos públicos em nosso país, nas disciplinas de Direito Empresarial e Formação Humanística (Sociologia e Filosofia do Direito) venho percebendo posturas acertadas e outras nem tanto na conduta de nossos estudantes que resolvem voltar os seus estudos para a preparação para os mais diversos certames. A ideia da presente matéria é a de compartilhar algumas experiências e se possível, com base em algumas dicas oferecer um caminho mais curto para o êxito.</p>
<p><strong>1) Escolha da Carreira Pública.</strong></p>
<p>O aluno deve escolher a carreira que deseja buscar, e se tomar por consideração o cargo que deseja exercer, terá mais chances de prosseguir motivado, valendo dizer que é necessário fazer mais do que uma escolha genérica que significará mais do que escolher por carreiras policiais ou trabalhistas, mas apontar o cargo específico, como é o caso do candidato que além de escolher estudar para os editais do TRT escolhe prestar o concurso para Analistas, e se por acaso esse candidato der uma “fugidinha” para outro edital que seja o de Técnico do TRT, mas jamais o de investigador de polícia, pois o foco é determinante em concursos públicos.</p>
<p><strong>2) Estudo de Atualidades.</strong></p>
<p>O Candidato deve identificar se o concurso cobra a matéria de atualidades, e se a resposta for positiva, deve separar um momento do dia para consultar um portal de notícias fazendo fichamentos dos fatos notórios de ocorrência nacional e internacional, como as manifestações públicas ou a primavera árabe. O candidato também deve ter em mãos um guia de atualidades dos dois anos anteriores ao edital e criar o hábito de pesquisar um portal de notícias diário.</p>
<p><strong>3) Montagem de Cronograma de Estudos.</strong></p>
<p>Após conhecer o gênero e espécie de concurso público que pretende estudar, é o momento da montagem do cronograma de estudo e a minha sugestão vai para escolher duas disciplinas de estudo a cada dia, sendo que se o candidato separou 2 horas na parte da manhã e 2 horas na parte da noite, fora o conteúdo da aula, em cada período o aluno deve iniciar pela matéria de menor afinidade e seguir para a matéria em que a afinidade é maior, pois no momento de maior cansaço, essa atitude trará motivação e jogará em seu favor, portanto, sempre vale a pena separar as disciplinas de maior afinidade e dividi-las sempre no final do estudo durante toda a semana.</p>
<p><strong>4) Afastar expectativas negativas sobre as disciplinas de estudo.</strong></p>
<p>É importante sempre lembrar que não há disciplina chata ou de que não goste, pois tais estudos trarão a grande benção de desempenhar a carreira escolhida, com muita dignidade, sendo uma mola propulsora para os seus estudos, por isso afaste aquelas expectativas que grudam na mente e programe o seu cérebro de modo positivo, pois isso sem dúvidas trará incomensuráveis benefícios.</p>
<p><strong>5) Controle da Ansiedade.</strong></p>
<p>O controle da ansiedade deve ser uma tarefa diária, a começar por não estudar apenas quando o edital se aproxima, mas mantenha em sua mente, pensamentos no sentido de que estudará com constância até a abertura do edital que se busca, separando momento de lazer, recreação e seguindo uma vida em que as privações não sejam exacerbadas, pois estabelecer uma conduta de estudo com uma vida social e familiar equilibrada, pode ser fator determinante na manutenção da motivação.</p>
<p><strong>6) Internet.</strong></p>
<p>A internet traz muito boas informações em chats, blogs e mídias sociais de concursos e professores, mas é necessário colocar o tempo de pesquisa também no cronograma e tomar muito cuidado para não dispersar, presente aqui mais um capítulo do tão necessário foco.</p>
<p><strong>7) Provas anteriores.</strong></p>
<p>O estudo por provas anteriores é de extrema importância para fazer um “mapeamento” de quais são as matérias mais importantes a se estudar, pois são essas as que devem ser estudadas em primeiro plano, visando uma preparação mais intensa para a hipótese de o edital se preparar, sempre no sentido de trazer o melhor desempenho possível, sendo também válido lembrar que quanto mais próximo do topo, menor o aumento de desempenho entre uma prova e outra, lembrando finalmente que existem diferenças sobre a complexidade da prova e uma diminuição na pontuação entre um edital e outro não deve ser suficiente para atrapalhar os seus objetivos. Essa distinção também se apresenta com a mudança das diversas bancas que podem aplicar a sua prova.</p>
<p><strong>8) Aulas.</strong></p>
<p>As aulas são sempre muito importantes, mas não deposite todas as suas fichas, tempo e preparo em sala de aula, sendo sempre interessante mesclar o estudo de sala de aula com o estudo dos livros e anotação produzida em sala de aula, sendo sempre válido fazer anotações acerca não somente do conteúdo, mas das dicas dos professores no que concerne a estrutura da prova, edital, banca e logicamente da modulação de importância das diversas matérias a se estudar, sendo certo que o seu professor sempre tem muito a contribuir nesse projeto, mas lembre bem, esse projeto não é seu e embora seja importante escolher boas aulas, o mais importante sempre estará em sua preparação.</p>
<p><strong>9) Material de estudos.</strong></p>
<p>A internet pode lhe auxiliar acerca de quais materiais deve adquirir e a cada momento em que estiver diante de livros, pense que apenas valerá a pena fazer a aquisição se ela puder se encaixar na sua agenda e cronograma semanal de estudos, pois não podemos substituir os estudos pela compra de livros, que empilhados apenas aumentarão o custo de sua preparação sem que isso seja diretamente um fator de auxílio em sua incessante busca.</p>
<p><strong>10) Coragem para manter a disciplina.</strong></p>
<p>Aqui prefiro a palavra coragem, pois os disciplinados são aqueles que mantiverem a coragem de estudar não para passar, mas até passar, por longa data se for necessário, que são exatamente aqueles que colocaram em suas mentes que pouco importará a possibilidade de não se conseguir no tempo que a sua mente, família ou renda determinaram, que vão seguir aconteça o que acontecer, e para falar nesse tipo de disciplina, é necessário muita coragem e na vida o que sabemos é que se você não buscar terá a negativa e isso já faz parte de sua vida, que talvez mereça agora uma afirmação diária da firmeza e coragem de prosseguir e se precisar de uma algo mais, feche os olhos e reflita para ouvir uma voz interna dizer: <strong>TENTE MAIS UM POUCO!</strong></p>
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<p><em>Fonte: Alessandro Sanchez</em></p>
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