<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Contemporânea RH &#187; satisfação</title>
	<atom:link href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/tag/satisfacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog</link>
	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Aug 2016 14:12:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.35</generator>
	<item>
		<title>O poderoso efeito de perceber as coisas boas do trabalho</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/o-poderoso-efeito-de-perceber-as-coisas-boas-do-trabalho/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/o-poderoso-efeito-de-perceber-as-coisas-boas-do-trabalho/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 14:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[#feedback]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=863</guid>
		<description><![CDATA[<p>Durante um típico dia de trabalho, coisas negativas e positivas inevitavelmente acontecem. Se você é como a maioria, tende a se prender, principalmente, ou exclusivamente, às experiências negativas. É sobre isso que você rumina, conversa com seu amigo enquanto volta&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/o-poderoso-efeito-de-perceber-as-coisas-boas-do-trabalho/">O poderoso efeito de perceber as coisas boas do trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante um típico dia de trabalho, coisas negativas e positivas inevitavelmente acontecem. Se você é como a maioria, tende a se prender, principalmente, ou exclusivamente, às experiências negativas. É sobre isso que você rumina, conversa com seu amigo enquanto volta para casa ou discute com seu parceiro à noite. De vez em quando é bom conversar sobre as partes negativas – é terapêutico.</p>
<p>Se alguém te dissesse para se concentrar somente nas experiências positivas do seu dia, você poderia se irritar. As pessoas costumam associar a positividade com gestores inexperientes tentando espremer um pouco mais de trabalho dos seus funcionários ou com os pôsteres “Sorria” de um call center.</p>
<p>O que a maioria das pessoas não percebe é que as experiências positivas – até as menores – te fornecem recursos valiosos que podem ser usados para reduzir o estresse, incluindo sintomas físicos como dores de cabeça ou tensões musculares. Elas facilitam ao seu desligamento do trabalho no fim do dia.</p>
<p>Aprendemos, com a nossa pesquisa, que pensar sobre eventos positivos de modo sistemático pode ser saudável. Nós sugerimos que, ao invés de ruminar sobre coisas negativas, tente “saborear” – reviver, apreciar e compartilhar – os eventos positivos do seu dia.</p>
<p>Para muitas pessoas, isso não vem naturalmente. Evolução e sobrevivência forçaram o ser humano a prestar atenção à todas as coisas negativas. Além disso, as pessoas rapidamente se tornam tão acostumadas com as positividades de seus ambientes que dificilmente as percebem. Mas uma simples intervenção pode ajudar a superar essa tendência.</p>
<p>Considere o experimento que conduzimos para estudar o efeito causado pela intervenção três coisas boas no local de trabalho. Essa intervenção tem apresentado melhoras no ânimo das pessoas que estavam suavemente deprimidas, mas queríamos descobrir se isso também aliviaria o estresse dos trabalhadores saudáveis.</p>
<p>Nossa equipe, que incluía Winny Shen da Universidade da Flórida do Sul, Eugene Kim da Georgia Tech e Amanda J. Koch da Human Resources Research Organization, trabalhou com funcionários de clínicas ambulatoriais (enfermeiras, assistentes, recepcionistas, e afins). Pedimos aos participantes que não sabiam sobre o que era nossa pesquisa que entrassem em um site no fim do expediente e completassem um questionário. O questionário pediu que gastassem de 5 a 10 minutos escrevendo sobre eventos grandes ou pequenos, pessoais ou relacionados ao trabalho, que foram “muito bons” naquele dia – e para explicarem os motivos desses eventos terem sido bons.</p>
<p>As respostas variaram de relatos de colegas que trouxeram comidas deliciosas ou mero fato de que era sexta-feira até histórias profundas sobre as interações com os colegas ou pacientes que fizeram as pessoas se sentirem bem consigo mesmas. Por exemplo, uma enfermeira escreveu que “um médico me elogiou hoje”. Por que? “Porque eu soube exatamente o que fazer em uma situação de emergência e ajudei um paciente que estava tendo uma convulsão”.</p>
<p>Após três semanas, os níveis de estresse e as queixas com problemas físicos e mentais reduziram em quantidades pequenas, mas significativas. Além disso, nos dias em que os participantes se concentraram nas coisas boas, eles conseguiram se desligar de pensamentos estressantes relacionados ao trabalho enquanto estavam em casa.</p>
<p>Esta simples prática – escrever sobre três coisas boas que aconteceram – cria uma verdadeira mudança sobre o que as pessoas pensam e podem mudar a forma como eles enxergam suas vidas profissionais. Isso também pode criar um ciclo de feedback que aumento o impacto: nós acreditamos que pessoas que refletem sobre as coisas boas que aconteceram durante o dia, tem maiores chances de compartilhá-las com a família e com os amigos.</p>
<p>Compartilhar eventos positivos com os outros cria conexões e laços entre pessoas, reduzindo o estresse noturno ainda mais. Por fim, isso melhora o sono, o que leva a maior agilidade e melhor humor segundo nossa pesquisa – e isso, por sua vez, leva a um aumento de coisas positivas no dia seguinte.</p>
<p>Outros benefícios desse exercício de fácil implementação e baixo custo inclui aumentos potenciais em criatividade. O pensamento criativo e a inovação são aprimorados pelas emoções positivas, especialmente os sentimentos de contentamento e alegria. Crescimento, desenvolvimento e visão de futuro surgem de emoções positivas.</p>
<p>Reclamar sobre seus chefes e colegas é algo comum e pode ser valioso se isso ajudá-lo a se sentir ouvido e compreendido. Mas, há desvantagens ao expressar negatividade. A pesquisa não esclarece se o ato de se concentrar em eventos negativos traz alívio ao estresse. E, no contexto do local de trabalho, comentários negativos podem se espalhar pela empresa através de contágio social, causando danos maiores.</p>
<p>É improvável que as pessoas parem de falar sobre experiências negativas no trabalho. Isso é algo natural. Mas focar intencionalmente nos eventos positivos pode trazer equilíbrio. Nós não defendemos a ideia de colar posters felizes, mas as empresas podem tomar atitudes que ajudem as pessoas a perceberem e compartilharem experiências positivas. Por exemplo, que tal começar uma reunião com uma revisão do que deu certo recentemente, ao invés de pular imediatamente para o que precisa ser melhorado?</p>
<p>O ponto importante desse exercício, entretanto, é o poder que ele dá a cada um de nós diariamente. Antes de ligar o rádio ou atender um ligação durante seu trajeto para casa, separe um momento para refletir sobre as coisas boas que aconteceram no trabalho.<br />
Fazer isso pode ajudá-lo a tirar proveito do pequeno e natural fluxo contínuo de eventos positivos diários – uma fonte onipresente, mas normalmente esquecida, de força e bem estar.</p>
<p><em>Por: Joyce E. Bono e Theresa M. Glomb no site Harvard Business Review. Traduzido pela equipe do Tutano.</em></p>
<p><em>Fonte: tutano.trampos.co</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/o-poderoso-efeito-de-perceber-as-coisas-boas-do-trabalho/">O poderoso efeito de perceber as coisas boas do trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/o-poderoso-efeito-de-perceber-as-coisas-boas-do-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>7 formas baratas de motivar os funcionários da sua empresa</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/01/7-formas-baratas-de-motivar-os-funcionarios-da-sua-empresa/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/01/7-formas-baratas-de-motivar-os-funcionarios-da-sua-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 17:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=825</guid>
		<description><![CDATA[<p>Durante uma época de crise econômica, incentivar a equipe parece uma tarefa impossível: mesmo que sua empresa não tenha demitido ninguém, o clima de ansiedade generalizada é constante. Por isso, mais do que nunca, essa é a hora de colocar&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/01/7-formas-baratas-de-motivar-os-funcionarios-da-sua-empresa/">7 formas baratas de motivar os funcionários da sua empresa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma época de crise econômica, incentivar a equipe parece uma tarefa impossível: mesmo que sua empresa não tenha demitido ninguém, o clima de ansiedade generalizada é constante. Por isso, mais do que nunca, essa é a hora de colocar em prática algumas táticas para manter sua equipe feliz e produtiva.</p>
<p>“Incentivar é sempre importante. Em uma recessão, porém, não é apenas importante: é fundamental”, afirma Maria Cristina Ortiz, docente da Business School São Paulo (BSP). “Se não houver uma equipe engajada, você perde também a única forma viável de sair de uma crise econômica.”</p>
<p>Isso não significa que o empreendedor tenha que gastar rios de dinheiro para fazer uma boa gestão de pessoas. “Os incentivos não são apenas premiações e bônus, como costuma passar pela cabeça das pessoas. Dinheiro é relevante sim, mas não é a única forma de estimular”, defende Esmeralda Queiroz, consultora do Sebrae de São Paulo.</p>
<p>A chave para conseguir incentivar seus funcionários é pensar no que você pode fazer para deixá-los felizes, afirma Janaína Ferreira, professora de coach, liderança e carreira do Ibmec do Rio de Janeiro. Isso porque quem está feliz trabalha de forma mais produtiva. “É bom para o empreendedor, para a empresa e para os funcionários.”</p>
<p>Quer alguns exemplos de estratégias simples e econômicas para incentivar sua equipe? Confira, a seguir, sete delas:</p>
<p><strong>1.</strong> <strong>Dê um propósito à sua equipe</strong></p>
<p>O primeiro passo para incentivar seus funcionários é fazer com que eles saibam que o trabalho deles é importante. &#8220;Fazer essas pessoas lembrarem que trabalham para uma causa maior dá sentido àquela ação do dia, por mais mecânica que ela possa ser. O funcionário não se sente incentivado se não sabe como sua atividade afeta outras áreas da empresa, qual a importância dele nesse processo&#8221;, explica Janaína.</p>
<p><strong>2.</strong> <strong>Não faça reuniões apenas para dar broncas</strong></p>
<p>Muitos empreendedores só falam com seus funcionários na hora de dar más notícias. Mas fazer reuniões para falar dos bons resultados e elogiar o trabalho que está sendo feito é tão importante quanto, mesmo que sejam conquistas pequenas. “Qualquer forma de reconhecimento já é um incentivo. Por meio dele, é como você dizer que acompanha o que a equipe produz, reconhece e divulga esse esforço”, explica Maria Cristina.</p>
<p>Também é preciso que os funcionários sejam incluídos nas conversas de planejamento. “Essa atitude melhora o clima da empresa, porque cria condições para que a equipe esteja engajada e possa contribuir com novas formas de alcançar as metas”, ressalta Esmeralda.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>Saiba quem são seus funcionários</strong></p>
<p>Para estimular sua equipe, é preciso saber as preferências de cada um dos funcionários. Por isso, reserve um pouco do seu tempo para saber o que anima cada funcionário, o que incomoda e o que é esperado para o futuro.</p>
<p>“Você não precisa gastar muito dinheiro: o que você precisa é gastar tempo, sentando com sua equipe e ouvindo. Caso contrário, você estará sempre dando estímulos errados”, afirma Maria Cristina. “Eu só engajo quando entendo os desafios pessoais de cada um. Quanto mais eu atuo como coach da minha equipe, mais eu desato os nós que impedem esses funcionários de trazerem bons resultados para a empresa.”</p>
<p><strong>4.</strong> <strong>Proponha desafios e recompense</strong></p>
<p>Outra forma de incentivar seus funcionários é oferecer pequenos desafios no dia a dia: por exemplo, buscar a solução para um problema antigo do negócio ou para bater a meta proposta. Quem resolver um desses desafios recebe um prêmio simples, como um vale-presente ou um produto da própria empresa. “Faça atividades curtas, com no máximo um mês de duração. O desembolso é pequeno, mas a equipe se engajará no desafio proposto”, ressalta Esmeralda.</p>
<p>Janaína recomenda ir além: para quem alcançar a solução, uma porcentagem do faturamento obtido com a ideia pode ser revertida ao funcionário. “Isso encoraja pessoas a criarem novos projetos, o que faz o faturamento crescer ainda mais.”</p>
<p><strong>5.</strong> <strong>Estimule a capacitação</strong></p>
<p>Na mesma linha, é preciso estimular o desenvolvimento intelectual e técnico constante dos funcionários. Isso porque quem está estagnado também fica desmotivado. “A pessoa tem que se ver crescendo na empresa. Ou seja, relacionando o resultado que traz para a empresa com seu desenvolvimento pessoal”, diz Maria Cristina.</p>
<p>E não é preciso desembolsar muito para capacitar a equipe. “Existem centenas de cursos, palestras e eventos de graça e online. A empresa pode fazer essa pesquisa e trabalhar com esse tipo de estímulo. Lembrando que tornar os funcionários valiosos é importante para a empresa também”, ressalta Janaína.</p>
<p><strong>6.</strong> <strong>Feche parcerias com estabelecimentos próximos</strong></p>
<p>É comum empresas fazerem acordos com academias, restaurantes e escolas próximas, com o objetivo de oferecer descontos aos funcionários. Essa é uma parceria que não costuma sair muito cara, diz Esmeralda, e pode ser uma via de mão dupla. “Seus funcionários ficam felizes e o outro negócio consegue atrair e fidelizar mais clientes. Dependendo do seu tipo de empresa, pode até ser possível oferecer produtos ou serviços para os funcionários do estabelecimento parceiro.”</p>
<p><strong>7.</strong> <strong>Ofereça um espaço extra no escritório</strong></p>
<p>Um ambiente alegre e organizado faz seus funcionários acordarem mais dispostos. E oferecer um espaço para isso dentro do seu negócio não significa, necessariamente, gastar mais. Janaína sugere, por exemplo, estimular os funcionários a decorarem suas mesas, estabelecer um dia para roupas mais casuais, promover um encontro semanal na própria empresa, dar prêmios simbólicos e reservar um pequeno espaço do local para relaxar e tomar café. “Levar alegria não tem custo nenhum para a empresa e as pessoas se sentem importantes”, ressalta a professora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Mariana Fonseca</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/01/7-formas-baratas-de-motivar-os-funcionarios-da-sua-empresa/">7 formas baratas de motivar os funcionários da sua empresa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/01/7-formas-baratas-de-motivar-os-funcionarios-da-sua-empresa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 17:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=814</guid>
		<description><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/">Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se sentir feliz com as suas tarefas diárias?</p>
<p>Costumo dizer que uma pessoa desengajada torce para chegar sexta-feira e reza para não começar a segunda-feira. Isso tudo porque ela não sente prazer algum em realizar as suas tarefas e está vivendo apenas por viver. Ou seja, a partir do momento que deixamos de lado o engajamento com a empresa e com as atividades cotidianas, a vida fica sem graça. Por isso, é altamente importante você repensar como essa questão pode interferir em sua vida.</p>
<p>O engajamento afeta demais a produtividade, a motivação e as razões pela qual o profissional está trabalhando de verdade. A pessoa que não tem esse comprometimento é desonesta com ela e com a empresa. Aliás, uma pesquisa realizada pela Gallup aponta que apenas 1/3 das pessoas estão altamente engajadas dentro da corporação que trabalham. Os outros dois terços são pessoas ativamente desengajadas. Isso mostra que tem muito mais gente sobrevivendo do que vivendo dentro nas empresas que atuam.</p>
<p>Diante disso, pare e pense qual é o seu papel no ambiente em que você está inserido. Para aqueles que estão desengajados, esse é momento ideal de rever o dia a dia e tentar enxergar meios de fazer diferente. Quem sabe mudar a forma como trabalha, falar com o chefe e pedir um feedback e, porque não, dar um feedback também ao seu líder. Outra saída é pensar em alguma estratégia para realizar um projeto que realmente te empolgue ou buscar formas de realizar algo completamente diferente de tudo o que você já fez até hoje.<br />
No entanto, para o profissional que está altamente desengajado, com problemas de relacionamento com a equipe, que já se sente excluído e não bate mais com a cultura da empresa, é muito mais honesto pedir demissão. Muitas vezes, as pessoas têm medo de fazer diferente por medo de arriscar, pela insegurança de não saber o que vai encontrar lá na frente e decidem viver na mesma situação. Esse é um grande erro, pois só faz com que elas se sintam mais infelizes.</p>
<p>Quem está vivendo uma situação como essa deve parar e se perguntar até quando vai ficar se matando para fazer algo que não representa mais nada em sua vida? Infelizmente, muitas pessoas estão vivendo dessa forma. É preciso ter coragem para acreditar na mudança e fazer com que ela aconteça. Em alguns casos, a mudança pode ser terminar de ler esse artigo e chamar o seu chefe para uma conversa sincera, em que você explicará que não se adapta mais à cultura da empresa e precisa fazer algo diferente. Isso pode fechar uma porta, mas pode ser também uma oportunidade de abrir um portão gigantesco lá na frente.</p>
<p>É importante enxergar que em determinados momentos é possível mudar o nível de engajamento apenas trocando de emprego, por exemplo. Claro que o medo de mudar sempre vai existir, isso é natural de todo ser humano, porém, vale lembrar que a coragem nasce do medo. É preciso ter medo para ter coragem. Pense nisso na hora de avaliar o seu nível de engajamento.</p>
<p><em>Por: Christian Barbosa &#8211; especialista em administração de tempo e produtividade.</em></p>
<p><em>Fonte: revistamelhor.com.br</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/">Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/qual-o-seu-nivel-de-engajamento-com-o-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 Maneiras infalíveis de encantar o seu cliente</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 21:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=750</guid>
		<description><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes. 1 &#8211; Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/">10 Maneiras infalíveis de encantar o seu cliente</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Primeira lição: Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente. O administrador Guy Kawasaki explica com 10 maneiras, que os pequenos negócios podem encantar clientes.</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> Coloque pessoas amáveis, competentes e apaixonadas na linha de frente: eu prefiro interagir com funcionários que sorriem, sabem o que querem e amam o que estão vendendo. De qualquer forma, as companhias colocam os mal pagos, com pouca experiência, atrás do balcão e esperam o melhor. Isso não faz sentido. Faça uma pergunta a si mesmo: a primeira impressão do meu negócio é boa? Porque se for ruim, pode ser a última.</p>
<p><strong>2 &#8211;</strong> Mostre que confia em mim. Se você não confia, eu não vou confiar em você. Veja os pequenos negócios que se tornaram grandes. A Zappos me diz que confia em mim por que paga o envio nas duas direções. Nordstrom acredita na minha palavra quando digo que o produto estava com defeito. A Amazon permite que eu retorne um livro em até sete dias. Eu posso ler muitos livros nesse período. Se você confia em mim, eu confiarei em você; e nós podemos construir uma relação.</p>
<p><strong>3 &#8211;</strong> Remova as barreiras da entrada. Facilite o caminho para o seu produto ou serviço. Não peça que as pessoas preencham 10 formulários com informações pessoais. Não jogue um sistema de CAPTCHA que exige fluência em sânscrito. Não exija hora marcada. Em vez disso, crie uma maneira que ajude as pessoas a fazerem negócios com você mais rápido.</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong>Facilite pagamentos e doações. Uma vez que as pessoas decidem adotar o seu produto ou serviço, facilite o caminho do dinheiro até você. Isso exige múltiplas formas de pagamento e a adoção de vales-presente e valores de entrega razoáveis. Se existe algo pior que uma companhia que tenta pegar o meu dinheiro com um produto ruim, é a companhia que dificulta o pagamento de algo bom.</p>
<p><strong>5 &#8211;</strong> Mergulhe em um segmento: o Stanley Market em Hong Kong contém várias lojas, e muitas delas vendem uma série de camisetas, souvenirs, brinquedos, bagagens, eletrônicos e câmeras. Você cria a sensação que essas lojas vendem de tudo para ganhar dinheiro. O único lugar que eu comprei foi na Galeria Tam, porque vende apenas carimbos e selos feitos de madeira. Uma vez que só existe uma coisa a comprar lá, é mais fácil entender o propósito do negócio. Meu conselho é focar no produto que você pretende vender.</p>
<p><strong>6 &#8211; </strong>Me venda algo que é PICEE. Essa sigla define as qualidades de grandes produtos e serviços: profundo, inteligente, completo, empoderador e elegante. Um produto com essas características é completo e entende as necessidades do cliente, vem com sistema de apoio, faz com que eu me sinta melhor e é fácil de usar. Quando você estiver criando sua oferta, se pergunte se ela é PICEE.</p>
<p><strong>7 &#8211;</strong> Permita que as pessoas testem. Acredite na inteligência dos seus consumidores em vez de pressioná-los. Deixe que eles provem os produtos e serviços em versões reduzidas. Esse conceito funciona quando você vai comprar um carro, provar uma sobremesa, testar um eletrônico. Uma vez que você me deixa provar alguma coisa, metade da batalha já foi. Se você me diz que eu preciso comprar para testar, você me perdeu.</p>
<p><strong>8 &#8211;</strong> Comunique com objetividade. Quantas pessoas realmente entendem o que um armazenamento em gigabytes significa? A melhor maneira de comunicar a capacidade ou as funcionalidades dos produtos e serviços é com a objetividade. Por exemplo, o número de músicas que cabem nesse aparelho. Você pode achar isso difícil de acreditar, mas me dizer quanto eu ganharei de peso com a sua comida me faz querer comer no seu restaurante, por que mostra que você se importa com a minha saúde.</p>
<p><strong>9 &#8211;</strong> Entregue as más notícias primeiro. Problemas acontecem: produtos possuem falhas, entregas atrasam e funcionários adoecem. Muitos negócios minimizam os efeitos das más notícias, mas quando esse assunto inevitável cresce, seja proativo e alerte para o problema. E para ser o melhor, ajude as pessoas a resolverem o problema ao passo que você está avisando que ele existe.</p>
<p><strong>10 &#8211;</strong> Considere todos os influenciadores. Existe uma diferença entre a pessoa que paga por algo e a pessoa que toma a decisão de comprar alguma coisa. Muitas companhias acreditam que é a mesma pessoa, mas isso não é necessariamente o caso. Influenciadores chave podem incluir esposa, irmãos, colegas, parentes, avôs ou filhos. Quem é a verdadeira cabeça na casa não é algo tão claro esses dias, então apele para todos os influenciadores.</p>
<p>Para Kawasaki a melhor maneira de encantar é uma atitude positiva e essa atitude engloba os 10 pontos. Significa que você acredita que o consumidor está correto. Pedido do cliente? Sem problemas. Entrega rápida? Sem problemas. Devolução? Sem problemas.<br />
A matemática pode mostrar que se você fizer isso para todos, você vai quebrar, mas nem todo mundo pedirá esse tratamento. Inclusive, poucos pedirão, e esses farão de você um grande exemplo.</p>
<p>Por:  Guy Kawasaki</p>
<p>Fonte: administradores.com</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/">10 Maneiras infalíveis de encantar o seu cliente</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-maneiras-infaliveis-de-encantar-o-seu-cliente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como encantar seu cliente</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/como-encantar-seu-cliente/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/como-encantar-seu-cliente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 18:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[expectativas]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=438</guid>
		<description><![CDATA[<p>Certa vez, escutei de um potencial cliente: “Conseguirá vender para mim quem souber identificar o que eu quero, como quero e quando quero, encantando-me com produtos e serviços que vão além de minhas expectativas”. A Home Depot, de origem norte-americana,&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/como-encantar-seu-cliente/">Como encantar seu cliente</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Certa vez, escutei de um potencial cliente: “Conseguirá vender para mim quem souber identificar o que eu quero, como quero e quando quero, encantando-me com produtos e serviços que vão além de minhas expectativas”.</strong></p>
<p>A Home Depot, de origem norte-americana, é uma das maiores redes mundiais de materiais para construções, famosa pela qualidade do atendimento. É praticamente um ícone no mundo de negócios nos Estados Unidos. Um evento ocorrido em uma de suas lojas foi objeto de estudo na Harvard Busines School (HBS). Um jovem foi a uma das lojas para comprar um simples item, que custava US$ 2,50. Ao chegar ao caixa, percebeu que estava sem a carteira, depositou o item no balcão e ia saindo, quando a moça do caixa lhe perguntou por que não iria levá-lo. Ele explicou e ela lhe disse: “Eu já o vi aqui antes e acredito que você voltará. Leve esse item, eu o pago e quando você retornar você me reembolsa. Não faz sentido vir até aqui para não levar um item nesse valor”. O jovem assim o fez e no dia seguinte retornou com seu pai. Este procurou o gerente da loja e solicitou a presença da moça, elogiando-a; informou que era dono de uma construtora e que a partir daquele dia somente compraria naquela loja, desde que os preços fossem compatíveis com o mercado. A Home Depot posui o DNA de uma empresa vendedora!<br />
Empresa vendedora é, portanto, aquela na qual todos os seus colaboradores têm como objetivo incrementar vendas, com melhores resultados, encantando o cliente. Ele começa a se encantar quando o valor por ele percebido pelo bem adquirido é maior do que o valor entregue. Isso somente se consegue através de atitudes voltadas à busca incessante pela excelência. Com um enorme senso de urgência nas ações de todas as áreas da empresa, e com processos eficazes e ágeis em todos os aspectos que envolvem o cliente, da pré-venda ao pós venda.<br />
Produtos e serviços são cada vez mais semelhantes em tecnologia e preço. A atenção e o serviço prestado ao cliente passam a ser diferenciais cada vez mais valorizados. A empresa vendedora entende que o poder de barganha passou do fornecedor para seus clientes; e se esmera por estar ouvindo o mercado continuadamente, não só para suprir as necessidades de seus clientes, mas para surpreendê-los com sua forma proativa de atuar e de satisfazê-los, ao longo de todo o relacionamento.<br />
Empresa vendedora é também aquela que consegue transformar seus clientes em seus promotores (vendedores). Um cliente “vende” seu fornecedor se estiver encantado com seu atendimento em termos de produtos e serviços. Se o fornecedor apenas cumpriu com sua obrigação, será somente mais um na lista do cliente. Quando você compra um carro, não vai falar que ele “tem motor e o transporta de um lugar a outro”. Você vai falar que tem um lindo e funcional painel, um motor de alto desempenho, conforto interno e, principalmente se o atendimento que você teve da concessionária ou do fabricante o encanta. Como também falará se estiver arrependido de tê-lo comprado, por qualquer motivo.<br />
Um cliente de grande porte merece uma atenção especial, mas não podemos negligenciar os outros. Eles podem não ser atendidos diretamente pela equipe da empresa, e sim por distribuidores ou revendedores, mas o fornecedor tem de estar atento sobre a forma como esses pequenos clientes estão sendo atendidos. Muitos são também formadores de opinião e um dia poderão ser grandes.<br />
A cultura de empresa vendedora emana das atitudes de seu líder, irradiando-se por toda a organização. O sucesso de vendas de uma empresa está intimamente ligado a sua imagem junto a seus clientes e ao mercado: seu líder é responsável pela criação e disseminação dessa imagem e seus executivos têm de incorporar esse princípio e serem os canais de sua disseminação e consolidação em toda a organização. Os colaboradores têm de ter a consciência de que o sucesso depende de todos e de cada um em particular, dos executivos de primeiro nível até a telefonista; sua postura perante os clientes é fundamental na composição dos fatores de satisfação desses clientes.<br />
<em>*Jose Luiz Bichuetti é sócio da consultoria ValuePoint, autor do livro “Gestão de Pessoas não é lá com o RH!”.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.hbrbr.com.br/</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/como-encantar-seu-cliente/">Como encantar seu cliente</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/como-encantar-seu-cliente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=342</guid>
		<description><![CDATA[<p>De bem com o trabalho!! Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir. Fonte: www.exame.com.br</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/">11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De bem com o trabalho!!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png"><img class="aligncenter wp-image-343 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png" alt="01" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png"><img class="aligncenter wp-image-344 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png" alt="02" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png"><img class="aligncenter wp-image-345 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png" alt="03" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png"><img class="aligncenter wp-image-346 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png" alt="04" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png"><img class="aligncenter wp-image-347 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png" alt="05" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png"><img class="aligncenter wp-image-348 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png" alt="06" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png"><img class="aligncenter wp-image-349 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png" alt="07" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png"><img class="aligncenter wp-image-350 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png" alt="08" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png"><img class="aligncenter wp-image-351 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png" alt="09" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png"><img class="aligncenter wp-image-352 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png" alt="10" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png"><img class="aligncenter wp-image-353 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png" alt="11" width="810" height="455" /></a></p>
<p><em>Fonte: www.exame.com.br</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/">11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/11-frases-para-motivar-quem-esta-desanimado-com-a-carreira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 13:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=157</guid>
		<description><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/">Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de quem escolhe uma profissão pautado apenas por isso. Assim como a gente, muitas pessoas e empresas também espalham essa corrente, ou estilo de vida, ou como quiserem chamar. E aí surgiram uma série de dúvidas, inquietações e “coisas que você precisa fazer para fazer o que ama” que a gente discorda totalmente; e por isso esse texto. Dessa vez, ao invés de falar sobre “faça o que ama” vamos falar sobre…</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Coisas que a gente não acha sobre fazer o que ama!</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-158 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM-300x2.png" alt="Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM" width="300" height="2" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que precisa de um cargo conceituado, em uma empresa grande, descolada e internacional.</strong></p>
<p>O “fazer o que ama” tem a ver com o valor que você dá para uma coisa; no quanto você vê sentido nela e fica satisfeito em fazer. E isso está há anos luz desses conceitos de “precisa ser dotô”, “precisa ser gerente”, “precisa morar no exterior”.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que você precisa de um computador caro e um escritório descolado.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Computadores são muito legais, principalmente no conceito da nossa geração “Y” (ai como é chato esse rótulo) , escritórios como o Google e o Facebook também; mas nada disso vai fazer sentido se você não gostar do que está fazendo. Por exemplo, alguém que gosta muito de ilustrações, vai ser muito mais feliz trabalhando em um computador qualquer e podendo criar a vontade, do que tendo um ~ de última geração ~ e utilizando só vetores para trabalhos fixos. Não é o “com o que” é o “o que” fazer que muda tudo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você precisa largar tudo, esquecer que existe dinheiro e se voluntariar em alguma coisa.</strong></p>
<p>Não, mas gente, claro que não! Todo mundo precisa conquistar a sua independência financeira, realizar pequenos “sonhos de consumo” e pagar as contas. Se você esquecer que existe dinheiro, pode até ficar feliz e realizado pelo alívio de estar no que gosta, mas aí você cria outro problema que não tinha antes, que é “ser sustentado” por alguém. Soltamos um <a href="http://blog.99jobs.com/transicao-bem-planejada/">artigo</a> no blog (para um público mais maduro no mercado, ok) onde um planejamento financeiro para “mudar definitivamente” de área leva em média três anos! Claro que você não precisa levar todo esse tempo; mas também não precisa jogar tudo para o alto. Ache o máximo de coisas que você gosta onde você está, use o $$ que você ganha para fazer cursos na área que quer, o seu tempo livre para estudar, praticar ou voluntariar-se em algum lugar durante um final de semana. Faça a “coisa que você gosta” ir tomando espaço na sua vida; em algum momento a transição vai ser mais estável e orgânica.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você fizer o que ama vai ser lindo, maravilhoso, só dias ensolarados e pássaros cantando.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Socorro! Nem a Poliana (aquela que conseguia ver coisas boas em tudo) ia conseguir viver o “faça o que você ama” sem um stress de vez em quando. Como qualquer coisa na vida (qualquer uma MESMO, relacionamentos, amizades, fases) vai ter lado ruim. Primeiro, porque não tem como fazer só o que você gosta o tempo todo; até o diretor mais importante da empresa mais legal, gasta um tempão do dia dele lidando com contratos (nada contra quem gosta de contratos), a questão é, existem coisas não tão legais que precisam ser feitas, mesmo em uma área que você adora. Segundo, que você é uma PESSOA, e lida com outras, direta ou indiretamente. Independentemente do que você faz, não acorda todos os dias do mesmo jeito. Vão ter quartas-feiras com chuva em que você simplesmente vai querer ficar embaixo das cobertas e não lidar com absolutamente nada relacionado ao seu trabalho, e isso é perfeitamente normal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você encontrar o que ama, vai amar para sempre.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Sabe a sua primeira paixão eterna do colegial? Durou para sempre? Então. Sabe o curso de artes marciais que parecia incrível e que no final das contas você foi em duas aulas? Ou o curso que era o seu sonho de consumo e você largou de mão no primeiro semestre? Ou aquele projeto de blog que você alimentou por um ano e cansou? É mais ou menos isso. O seu “fazer o que ama” pode fazer muito sentido pra você no momento, mas depois não faz mais tanto. Bom, talvez você tenha casado com seu namoro de colegial, ou seja faixa preta ou esteja fazendo doutorado na mesmísssima área daquele curso, também pode ser assim!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Amor é para pessoas, não para trabalho”.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Gente, por favor, se tem uma coisa que merece ser banalizada (no melhor sentido possível) nesse mundo, é o amor. Amor é para pessoas sim, para trabalho também e para qualquer coisa que mereça, é pra vida sabe?</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/">Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Custo da Infelicidade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/o-custo-da-infelicidade/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/o-custo-da-infelicidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 13:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=64</guid>
		<description><![CDATA[<p>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade. &#160; A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/o-custo-da-infelicidade/">O Custo da Infelicidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft demais. Não é. Bastam uns poucos dados sobre a epidemia de infelicidade que assola organizações do mundo todo para demonstrar que o assunto é economicamente relevante.</p>
<p>O Gallup calculou o custo da crise de desengajamento americana em US$ 300 bilhões anuais, referentes à perda de produtividade. Empregados altamente engajados perdem, em média 7,6 dias por ano em “presenteísmo” (presentes de corpo no trabalho, mas não de alma). Seus colegas desengajados perdem quase o dobro: 14,1 dias por ano.</p>
<p>No Brasil, US$ 42 bilhões anuais são perdidos por baixo engajamento. A julgar por uma pesquisa da Towers Watson em 16 países, divulgada em julho de 2012, até que não estamos tão mal. Internacionalmente, 65% dos trabalhadores estão desengajados. No Brasil, são “apenas” 30%.</p>
<p>Muita gente está infeliz porque trabalha “no escuro”. Segundo a pesquisa da Towers Watson, no Brasil, 46% dos funcionários dizem não conhecer as metas das empresas onde trabalham. E 44% dizem que não sabem o que precisam fazer para ajudar a companhia a atingir seus resultados.</p>
<p>Outro fator de infelicidade é o descasamento entre valores pessoais e corporativos. Uma pesquisa da Bain &amp; Company com 750 profissionais de seis países revelou que 15% dos executivos já aceitaram redução no salário para trabalhar em empresas que adotam práticas sustentáveis.</p>
<p>Há, ainda, o desconforto com jornadas de trabalho e demandas 24X7. No grupo das principais economias do planeta, os executivos brasileiros são os mais insatisfeitos com o equilíbrio entre vida familiar e dedicação profissional.</p>
<p>Demonstrado o prejuízo e as causas, cabe sustentar que ser feliz, como organização, é estratégico.</p>
<p>Raj Sisodia, um consultor indiano radicado nos EUA, comparou a valorização das ações de dois grupos de companhias americanas entre 1996 e 2011. As “empresas conscientes”, compromissadas igualmente com todos os seus stakeholders (funcionários incluídos), acumularam 1.646%. As 500 companhias mais negociadas na Bolsa de Nova York valorizaram 157% no mesmo período.</p>
<p>As tais empresas conscientes têm vantagens como menos processos trabalhistas e menos gastos com marketing. Para elas, “a alma é a propaganda do negócio”, como diz o consultor César Sousa.</p>
<p>Nas 100 melhores empresas para trabalhar, as palavras que os funcionários mais relacionam a suas companhias são “pessoas”, “família” e “tempo”. “Pagamento” ocupa apenas a 81ª posição.</p>
<p>Ainda acha que felicidade é um assunto soft?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/o-custo-da-infelicidade/">O Custo da Infelicidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/o-custo-da-infelicidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A única pesquisa de satisfação de clientes que você precisa fazer!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/a-unica-pesquisa-de-satisfacao-de-clientes-que-voce-precisa-fazer/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/a-unica-pesquisa-de-satisfacao-de-clientes-que-voce-precisa-fazer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 12:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=58</guid>
		<description><![CDATA[<p>A verdade é: você não é precisa fazer pesquisa de satisfação com os clientes da sua empresa para descobrir se eles estão satisfeitos, a única pesquisa de satisfação que você precisa fazer é com os seus funcionários. Se os seus&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/a-unica-pesquisa-de-satisfacao-de-clientes-que-voce-precisa-fazer/">A única pesquisa de satisfação de clientes que você precisa fazer!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade é: você não é precisa fazer pesquisa de satisfação com os clientes da sua empresa para descobrir se eles estão satisfeitos, a única pesquisa de satisfação que você precisa fazer é com os seus funcionários.</p>
<p>Se os seus funcionários estiverem com um PUTA TESÃO por trabalhar na empresa, os seus clientes vão perceber o TESÃO dos caras e também se sentirão satisfeitos.</p>
<p>Concentre-se radicalmente em melhorar, aprimorar, refinar, incrementar, turbinar a maneira, o ambiente, a direção, as metas, os objetivos, as tarefas que você dá para os seus funcionários.</p>
<p>Eles são OS caras, e eles vão atrair OS caras se eles estiveram com TESÃO por aquilo que fazem e conseguem realizar.</p>
<p>Concorda?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: BizRevolution</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/a-unica-pesquisa-de-satisfacao-de-clientes-que-voce-precisa-fazer/">A única pesquisa de satisfação de clientes que você precisa fazer!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/a-unica-pesquisa-de-satisfacao-de-clientes-que-voce-precisa-fazer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Motivação!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/motivacao/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/motivacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 20:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=52</guid>
		<description><![CDATA[<p>Colaboradores adequadamente motivados, que são encarregados do êxito da empresa &#8211; e que creem decisivamente, em alguma coisa -, não hesitam em trabalhar horas extras ou em procurar apoio orçamentário da empresa para desenvolver uma ideia ou produto que acreditam;&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/motivacao/">Motivação!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Colaboradores adequadamente motivados, que são encarregados do êxito da empresa &#8211; e que creem decisivamente, em alguma coisa -, não hesitam em trabalhar horas extras ou em procurar apoio orçamentário da empresa para desenvolver uma ideia ou produto que acreditam; as pessoas com essa imaginação ilimitada tem muito a contribuir para a empresa! Fique atento!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/motivacao/">Motivação!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/motivacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

 Served from: www.contemporanearh.com.br @ 2026-05-13 18:17:55 by W3 Total Cache -->