<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Contemporânea RH &#187; profissão</title>
	<atom:link href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/tag/profissao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog</link>
	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Aug 2016 14:12:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.35</generator>
	<item>
		<title>26 carreiras (quase) à prova de crise no Brasil</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 12:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=677</guid>
		<description><![CDATA[<p>Demanda em alta mesmo com crise Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/">26 carreiras (quase) à prova de crise no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 300;"><strong>Demanda em alta mesmo com crise</strong></h4>
<p>Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Aumento do desemprego e desaceleração dos rendimentos reais marcam este caminho, segundo o texto do instituto.</p>
<p>No entanto, algumas áreas e carreiras estão sofrendo menos os efeitos da retração da economia. Na visão de Marcelo Braga, sócio da consultoria Search, tecnologia, mercado financeiro, farmacêutico e o agronegócio são os segmentos menos afetados pela crise atual.</p>
<p>Em relação às atividades profissionais, posições ligadas à redução de custos, ganho de qualidade eficiência em estruturas, processos e procedimentos são mais valorizadas em cenários menos positivos para a economia.</p>
<p>EXAME.com entrevistou 11 especialistas de diferentes consultorias de recrutamento para saber mais sobre as profissões carreiras que seguem em alta e, até agora, têm se mostrado (quase) à prova de mau tempo na economia. Veja, nas fotos, quais são as carreiras e quais motivos mantêm a demanda por profissionais mesmo em época de crise:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg"><img class="aligncenter wp-image-680 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg" alt="size_810_16_9_Moedas" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Controller ou gerente de controladoria</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É o profissional “número 2” na hierarquia do departamento financeiro da empresa, sendo responsável pela projeção, coordenação e controle das atividades nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. É ele quem traz os indicadores de eficiência financeira e sua atividade norteia a redução de custos e ganho de escala nas operações.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, o controller responde a três grandes imperativos em tempos de crise: ganho de escala, redução de custos e melhoria na produtividade. Daí sua valorização num momento em que as coisas não vão bem para a economia. “É quem dá a diretriz para tomada de muitas decisões estratégicas&#8221;, afirma Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO.</p>
<p>Continua sendo solicitado, principalmente, por empresas do setor da indústria (automotivo, bens de consumo e varejo) e de serviços que tenham a capacidade de se adaptar ao novo cenário. Na agenda do CFO, hoje, o controle de custos está no topo da lista, pelo qual este profissional agrega muito valor, segundo a percepção da equipe da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg"><img class="alignnone wp-image-681 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg" alt="size_810_16_9_investigacao-lupa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de auditoria e controles internos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Identifica os riscos do negócio e propõe alternativas para minimizá-los. Além disso, dá suporte à governança corporativa da empresa e promove a adaptação às normas internas e às regulamentações existentes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Miwa, sócio da Hound, obter eficiência nos processos internos faz com que a empresa maximize a relação entre custo e benefício de seu funcionamento. “Isso faz muita diferença principalmente quando o momento de mercado não é de crescimento e sim de retração, escândalos de corrupção e de crédito mais escasso e caro”, explica ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg"><img class="alignnone wp-image-682 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg" alt="size_810_16_9_termometro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de risco</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Está envolvido nos processos financeiros, vendas e geração de receita.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “É um profissional que atua diretamente no coração de qualquer negócio”, diz Anna Melo, gerente da Randstad Professionals. É natural, portanto, que ele garanta sua relevância num contexto econômico em que os custos e as receitas precisam ser acompanhados com uma lupa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg"><img class="alignnone wp-image-683 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de planejamento tributário</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na gestão fiscal e no planejamento tributário, evitando riscos e gastos desnecessários.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O Brasil conta com uma matriz tributária muito complexa, diz Rodrigo Miwa, sócio da consultoria Hound, o que torna o profissional da área uma peça valiosa para as empresas. Isso porque, segundo ele, estratégias para a redução da carga de impostos e estudos de viabilidade fiscal de novos projetos são essenciais em tempos de crise.</p>
<p>A consultoria Michael Page observa demanda maior por este tipo de profissional no setor de varejo. Já a diretora Natasha Patel, da Hays, destaca que há também forte necessidade por planejamento de tributos indiretos na indústria com perfil de comunicação e domínio de idiomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg"><img class="alignnone wp-image-684 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg" alt="size_810_16_9_check-list" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de compliance</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Garante que as transações e processos da empresa sejam transparentes e aconteçam em acordo com a lei e com as normas internas da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, a relevância do gerente de compliance independe do contexto econômico. “Ele responde a um contexto político que exige adequação máxima às novas legislações e regulamentações”, diz ela.</p>
<p>“Desde 2014 temos visto mais demanda por estes profissionais”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Setor financeiro e indústrias farmacêuticas e de biotecnologia são áreas mais promissoras para profissionais de compliance, segundo Natasha.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg"><img class="alignnone wp-image-685 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional da área de compras e suprimentos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Organiza a compra e faz negociações com fornecedores de todos os materiais, diretos e indiretos, usados pela empresa. Além disso, pode se envolver na discussão de grandes contratos de prestação de serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, diz que o profissional da área é capaz de renegociar contratos antigos, buscar novos fornecedores, reavaliar prioridades e necessidade de aquisição ou não de determinados itens. Com isso, acaba se tornando uma figura-chave para a redução de despesas nas empresas.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg"><img class="alignnone wp-image-686 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg" alt="size_810_16_9_477163337-web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gestor de projetos e processos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Reavalia processos internos e faz a gestão de novos projetos, para garantir cumprimento de prazos e budgets estabelecidos. Pode atuar como consultor externo ou numa área interna das empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, as empresas têm buscado profissionais que as ajudem a reorganizar procedimentos e gerir melhor qualquer projeto, como o lançamento de um novo produto ou a mudança de um sistema integrado. O objetivo é claro: economizar o máximo possível de tempo e dinheiro.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg"><img class="alignnone wp-image-687 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg" alt="size_810_16_9_moedas (1)" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Head ou gerente de tesouraria</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Gerencia as operações financeiras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O acesso ao crédito tem mudado desde o ano passado, o que está sendo desafiador para as empresas, principalmente nacionais. Por este motivo, tem crescido o número de demandas por profissionais de tesouraria com experiência em reestruturação de dívida (alongamento), bom relacionamento bancário e capacidade de estruturar operações financeiras de captação alternativas e menos custosas, segundo informações da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg"><img class="alignnone wp-image-688 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg" alt="size_810_16_9_calculadora" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Analista ou supervisor de custos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Promove ou gerencia a otimização de processos internos e a redução de custos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> A área de finanças faz toda a diferença em tempos de cinto apertado. “Um profissional que corta gastos é alguém de quem nenhum empregador vai abrir mão neste momento”, diz Marcela Esteves, gerente de divisão da Robert Half.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg"><img class="alignnone wp-image-689 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg" alt="size_810_16_9_aperto-de-maos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de vendas e novos negócios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Expõe a empresa e seus produtos ao mercado e gera receita com o fechamento de novos negócios, já que faz a prospecção de novos clientes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “Como está na linha de frente, esse profissional é bem-vindo em qualquer momento”, diz Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO. Num momento de crise, mais ainda. Afinal, um bom “vendedor” consegue alavancar os negócios da empresa a ponto de mantê-la viva mesmo num cenário instável.</p>
<p>A consultoria Michael Page tem recebido mais demandas por gerentes nesta área. Em momentos de crise, principalmente na indústria, além do conhecimento técnico, o perfil comportamental é crucial e decisivo em contratações &#8211; pró atividade, perfil consultivo, motivador e liderança são algumas das características mais demandadas, segundo a Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg"><img class="alignnone wp-image-690 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg" alt="size_810_16_9_bússola" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de gestão da mudança ou “turn around”</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável por trazer mudanças impactantes em áreas estratégicas, como RH ou finanças. Mais do que uma área, explica Paulo Dias, diretor da STATO, trata-se de uma especialização de alguns profissionais.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Dias, a crise econômica muitas vezes força a necessidade de mudar a cultura, o perfil dos funcionários ou até modelo de negócio de uma empresa. Um profissional capaz de fazer essa manobra “salvadora” é muito procurado pelos empregadores.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg"><img class="alignnone wp-image-691 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg" alt="size_810_16_9_medicp" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de saúde preventiva e terapêutica (médico, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo)</h4>
<p><strong>O que fazem? </strong>São responsáveis pela promoção da saúde humana em suas diversas especialidades.</p>
<p><strong>Por que sobrevivem à crise? </strong>De acordo com Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, tanto a área de saúde preventiva quanto a terapêutica continuam em alta. Ela menciona estatísticas recentes, segundo as quais a população do Brasil está envelhecendo. “Enquanto cada vez mais pessoas adoecem e demandam cuidados especiais, faltam médicos”, diz ela.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg"><img class="alignnone wp-image-692 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg" alt="size_810_16_9_fibra-luminosa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de P&amp;D (Pesquisa e Desenvolvimento)</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Investiga tecnologias de inovação aplicadas a produtos e serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Maranini, gerente da Talenses, a preocupação das empresas com a escassez de insumos na crise faz com que elas busquem soluções tecnológicas. “Profissionais capacitados a atendê-las nesse sentido estão sendo muito procurados”, diz ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg"><img class="alignnone wp-image-693 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg" alt="size_810_16_9_seguranca-trabalho" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Coordenador ou gerente de qualidade/SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Planeja, executa e delega ações para cumprir exigências ambientais, prevenir acidentes e garantir a saúde dos funcionários de uma empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>A preocupação das empresas com a área de SSMA aumentou consideravelmente nos últimos anos, diz Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Além de cumprir a lei, elas também precisam cuidar disso para não prejudicar sua reputação e, consequentemente, o seu lucro”, explica. A valorização do profissional da área também tem a ver com a sua escassez: segundo Maranini, ainda há poucas pessoas com formação específica na área e com um bom nível de inglês. A consultoria Michael Page também nota um aquecimento da demanda por esta posição nas companhias.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg"><img class="alignnone wp-image-694 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg" alt="size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente ou diretor de S&amp;OP (Planejamento de vendas e operações)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Elimina os gargalos da produção, planeja a estratégia de vendas e faz a interface com o planejamento logístico da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Na crise, a área se torna estratégica para reduzir custos. “Quando falta alinhamento entre logística e comercial, o estoque se degrada ou é depreciado, o que traz muitos prejuízos”, explica Rodrigo Maranini, gerente da Talenses.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg"><img class="alignnone wp-image-695 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg" alt="size_810_16_9_exportacoes-porto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de shipping ou exportação</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Orienta as diversas fases do processo de exportação, como a burocracia alfandegária, a logística e o relacionamento com as empresas de transporte.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Rodrigo Maranini, da Talenses, a alta do dólar beneficiou diversos segmentos, como o de exportação de borracha e de grãos. Além da valorização da área, faltam profissionais da área com pensamento estratégico e domínio de inglês.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg"><img class="alignnone wp-image-696 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg" alt="size_810_16_9_labirinto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de projetos em logística</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela melhoria do fluxo em várias etapas da cadeia produtiva de uma empresa. Também pode implantar sistemas de informação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O mercado de logística mudou muito com a evolução do consumo, de acordo com Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Hoje as pessoas compram de forma mais global, remota e complexa”, explica ele. Por isso, novos projetos para a entrega de mercadorias precisam ser redesenhados constantemente, para aumentar a produtividade e evitar prejuízos &#8211; ainda mais em tempos de instabilidade econômica.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg"><img class="alignnone wp-image-697 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg" alt="size_810_16_9_recursos-humanos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional generalista de recursos humanos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Atua em projetos de desenvolvimento organizacional e também em ações de treinamento e desenvolvimento ou de recrutamento e seleção.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Justamente porque é capaz de atuar em mais de uma área do departamento de recursos humanos. “Não basta ser especialista, as empresas buscam profissionais que também abracem outros subsistemas na área de recursos humanos”, diz Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p>De acordo com Carlos Nosé, sócio da Asap, os profissionais de recursos humanos estão mais valorizados porque ajudam a identificar onde pode haver ganho de qualidade de mão de obra. “Eles ajudam a diretoria a mexer na estrutura, fazendo movimentos de substituição de profissionais caros que não estão tendo bom desempenho na função”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg"><img class="alignnone wp-image-698 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em folha de pagamento (para multinacionais)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na área de remuneração dentro do departamento de recursos humanos, gerenciando a folha de pagamentos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Os departamentos de folha de pagamento de empresas multinacionais têm espaço para estes especialistas. “Muitas empresas transferem este serviço a terceiros, mas há aquelas que preferem manter a estrutura de folha de pagamento interna por conta da confidencialidade dos valores de salário”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Mas é preciso falar inglês ou espanhol, dependendo do local da matriz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg"><img class="alignnone wp-image-699 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em política de benefícios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Seu foco é conseguir que a empresa forneça os melhores benefícios aos funcionários, a custos menores, por isso faz a interação entre a companhia e as fornecedoras de vale-alimentação, seguradoras de saúde, entre outras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> É valorizado porque pode reduzir custos e, ainda assim, melhorar a política de benefícios da empresa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg"><img class="alignnone wp-image-700 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg" alt="size_810_16_9_contrato" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Subscritor de seguros</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável pela interação entre a empresa e as companhias seguradoras, com foco na gestão de risco.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O objetivo das empresas é minimizar riscos de perdas e prejuízos em caso de alguma eventualidade, segundo Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg"><img class="alignnone wp-image-701 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg" alt="size_810_16_9_computador-e-caneca" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Desenvolvedor de software</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Desenvolve aplicativos e programas com o objetivo de trazer mais eficiência em processos e procedimentos da empresa. Tecnologias como Dot.Net, PL-SQL e Java são as especialidades mais procuradas, de acordo com a consultoria Conquest One.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Mesmo com a indústria retraída, há setores mais “saudáveis” no momento que compensam o fraco desempenho industrial. “Construção, farmacêutico e tecnologia são setores que estão bem e contratando, o que equilibra a balança do mercado de TI”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg"><img class="alignnone wp-image-702 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg" alt="size_810_16_9_energia-eolica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Engenheiro de energia renovável</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Demanda em alta para profissionais de nível executivo, que atuam na gestão de projetos de geração de energia renovável.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Faltam profissionais experientes no setor. “Temos recebido até pessoas que vem de outro país, porque há falta de mão de obra no Brasil neste setor que é relativamente novo”, diz Carlos Guilherme Nosé, sócio da Asap.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg"><img class="alignnone wp-image-703 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg" alt="size_810_16_9_homem-grafico" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de inteligência de mercado</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua no departamento de marketing trazendo informações estratégicas de mercado e buscando entender necessidades de clientes e potenciais clientes.</p>
<p>Por que sobrevive à crise? Sua atuação é fundamental para gerar mais valor para a marca e para o produto.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg"><img class="aligncenter wp-image-704 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg" alt="size_810_16_9_e-commerce" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente geral de e-commerce para varejo</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela gestão da área de e-commerce com foco em P&amp;L (lucros e prejuízos) assegurando a rentabilidade da operação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O varejo online está crescendo no Brasil e seu grande desafio é a rentabilidade. No ano passado, a alta nas operações de comércio eletrônico foi da ordem de 25%, segundo informa a consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg"><img class="alignnone wp-image-705 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg" alt="size_810_16_9_grafico-dinheiro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de processos/ melhoria contínua</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Tem foco na redução de procedimentos e custos na operação para trazer mais eficiência aos processos.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Redução de custos e mais eficiência são ações muito valorizadas pelas companhias em momentos de crise, segundo a consultoria Michael Page.</p>
<p><em>Por: Camila Pati e Cláudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/">26 carreiras (quase) à prova de crise no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 características de um bom Líder</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/5-caracteristicas-de-um-bom-lider/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/5-caracteristicas-de-um-bom-lider/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 19:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[líder]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=641</guid>
		<description><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/5-caracteristicas-de-um-bom-lider/">5 características de um bom Líder</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante que os líderes das novas gerações tiveram que aprender é a que liderar não é apenas ditar regras e atribuições.</p>
<p>Atualmente os núcleos de trabalho funcionam como equipes e times, e em um time todos os integrantes buscam os resultados – as funções podem ser diferentes, mas os objetivos são os mesmos. Segundo a coach especializada em desenvolvimento humano e organizacional Bibiana Teodori: “Um excelente líder cresce com o time e faz o time crescer com ele”.</p>
<p>Bibiana Teodori também acredita que bons líderes possuem uma linha de comportamento em comum que é fundamental para o sucesso de suas atribuições. Confira na sequência as principais características enfatizadas pela profissional.</p>
<p><strong>Autoconhecimento</strong></p>
<p>A primeira característica importante é a de saber guiar a si. Esta não é uma tarefa fácil e quem consegue fazê-la logo se torna um ponto de referência para os outros, um líder aos olhos de quem não possui essa capacidade.</p>
<p>Faz parte do autoconhecimento também saber gerenciar as próprias emoções, deixar de lado estados emocionais improdutivos, como medo, insegurança, depressão, ansiedade e estresse, no momento em que eles se tornam um obstáculo. Esses estados são emoções com significados específicos, que não podem ter espaço em determinadas situações.</p>
<p><strong>Espírito de equipe</strong></p>
<p>Assumir a responsabilidade de um grupo parece uma tarefa básica de todo e qualquer líder, mas na prática não é bem isso que acontece. Há líderes que são os primeiros a apontar as falhas de sua equipe, no entanto, um líder de sucesso deve achar os caminhos para resolver crises antes de distribuir culpas.</p>
<p><strong>Ter poder de decisão</strong></p>
<p>Outra característica importante de um bom líder é o poder de decisão. A ideia de que somos a soma total das decisões que tomamos na vida é um pensamento que deve ser o guia para uma pessoa envolvida em tomada de decisões, pois só assim é possível ter noção das consequências de uma decisão.</p>
<p>Quando uma pessoa entende a necessidade e a importância de se tomar boas decisões, naturalmente ela otimiza o seu poder de decisão.</p>
<p><strong>Bom relacionamento</strong></p>
<p>Normalmente um líder participa de um conjunto, onde existem outros líderes e outras equipes. A capacidade de criar relações positivas diferencia um líder, pois evidencia a sua capacidade de criar vínculos e atrair para si as pessoas, e a capacidade de nos ouvir o possibilita agir de maneira coerente com princípios compartilhados.</p>
<p><strong>Versatilidade</strong></p>
<p>O líder deve lidar bem com mudanças, entender e buscar oportunidades que forneçam a visão necessária para que seu negócio cresça. A versatilidade é uma ótima competência que motiva, inspira, energiza e cria líderes capazes de ter visão 360° de diversos assuntos que possam comprometer o seu dia a dia.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.catho.com.br/</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/5-caracteristicas-de-um-bom-lider/">5 características de um bom Líder</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/5-caracteristicas-de-um-bom-lider/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>7 atitudes para começar com o pé direito num novo emprego</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/7-atitudes-para-comecar-com-o-pe-direito-num-novo-emprego/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/7-atitudes-para-comecar-com-o-pe-direito-num-novo-emprego/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 20:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=374</guid>
		<description><![CDATA[<p>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido. Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/7-atitudes-para-comecar-com-o-pe-direito-num-novo-emprego/">7 atitudes para começar com o pé direito num novo emprego</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido.</strong></p>
<p>Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não é uma manobra simples. “É como o início das aulas numa escola nova: você precisa se adaptar a múltiplos cenários ao mesmo tempo”, explica.</p>
<p>Mas, se a ansiedade e o medo do desconhecido são inevitáveis, é bom se esforçar para garantir um bom começo. “Não é mentira que as primeiras impressões são as que ficam”, diz Romaly de Carvalho, professora de etiqueta no trabalho da FGV (Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p>Segundo ela, a fase inicial de um emprego é o período em que o profissional é observado mais de perto. Por isso, vale redobrar a atenção para atitudes que possam contribuir para o seu marketing pessoal.<br />
A seguir, veja algumas atitudes recomendadas para quem está atravessando as emoções do começo de uma nova aventura profissional:</p>
<p><strong>1. Fale pouco, escute muito</strong><br />
Ninguém espera que, nos seus primeiros dias de empresa, você já saia tagarelando pelos corredores. É melhor se conter e, principalmente, fazer uma observação silenciosa das outras pessoas.</p>
<p>Como seus colegas se relacionam? Quais são os seus assuntos? Quais são as relações de poder mais visíveis? “Você precisa se informar sobre o seu novo ambiente”, diz Adriana. “E não existe forma melhor de fazer isso do que escutar, escutar e escutar”.</p>
<p><strong>2. Economize nos “pitacos”</strong><br />
Você pode até já ter comentários sobre o que deve ser feito, mas normalmente é melhor guardá-los para si. “É arriscado se expor sem conhecer tão bem o seu novo trabalho”, alerta Adriana.</p>
<p>Se já houver reuniões para as quais você foi convidado, o melhor é agir como ouvinte. “Deixe as suas opiniões e avaliações mais veementes para o futuro”, aconselha.</p>
<p><strong>3. Descubra quais são os rostos das figuras mais importantes</strong><br />
Para Romaly, o novato deve fazer um trabalho de “detetive” para se preparar. “Descubra quem são as figuras-chave da empresa, como o presidente e os principais diretores”, recomenda ela. “Se ninguém puder apontar quem é quem para você, vale até pesquisar fotos na internet”.</p>
<p>Não é bisbilhotice, garante Romaly. “Saber como eles são fisicamente evita constrangimentos ou posturas inadequadas se você encontrá-los no elevador ou pelos corredores da empresa, por exemplo”, explica.</p>
<p><strong>4. Não tenha vergonha de se apresentar</strong><br />
Nos primeiros dias, é importante que você busque se fazer conhecer pelos seus novos colegas. “Descubra quando e onde as pessoas costumam se reunir para o café, e use esses espaços para se apresentar”, recomenda Romaly.</p>
<p>Se ninguém facilitar esse primeiro contato, tome a iniciativa. Segundo ela, o gesto de se apresentar a quem você não conhece demonstra autoconfiança, além de ser simpático.</p>
<p><strong>5. Tome a iniciativa para acompanhar colegas em almoços e happy hours</strong><br />
Além de se apresentar, também é aconselhável que você busque ativamente oportunidades para socializar com os demais. De acordo com Adriana, o novato deve evitar almoçar sozinho, por exemplo.</p>
<p>“Perca a vergonha e se convide para acompanhá-los nos almoços, cafés e até happy hours”, diz a consultora. “Quanto antes você se integrar, melhor”.</p>
<p><strong>6. Não force amizades</strong><br />
Embora o recém-chegado deva buscar contato social no novo ambiente, é bom não exagerar na dose. “Não é para dar uma de ‘amigão’ com pessoas que você mal conhece”, diz Adriana.</p>
<p>O ideal, então, é encontrar um equilíbrio delicado entre simpatia e formalidade. “Intimidade é algo que se constrói, então é melhor manter uma certa distância, que vai se encurtando aos poucos”, acrescenta Romaly.</p>
<p><strong>7. Não se envergonhe das suas dúvidas</strong><br />
Nos primeiros dias, é natural estar um pouco perdido. “Não é demérito nenhum desconhecer o funcionamento das coisas”, afirma Romaly. As perguntas, ao contrário, são muito bem-vindas &#8211; sobretudo porque serão vistas como sinal de interesse e disposição para aprender.</p>
<p>As interrogações, portanto, estão liberadas &#8211; mas desde que sejam sobre trabalho. “Vale mais ser discreto e evitar perguntas sobre assuntos pessoais, como família ou política”, diz a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Claudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/7-atitudes-para-comecar-com-o-pe-direito-num-novo-emprego/">7 atitudes para começar com o pé direito num novo emprego</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/7-atitudes-para-comecar-com-o-pe-direito-num-novo-emprego/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especialização Profissional: Por Onde Começar?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/especializacao-profissional-por-onde-comecar/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/especializacao-profissional-por-onde-comecar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 20:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[esforço]]></category>
		<category><![CDATA[especializações]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=371</guid>
		<description><![CDATA[<p>Na rotina intensa em que vivemos atualmente, muitas vezes nos falta tempo para pensar nos rumos que nossa carreira está tomando. “Estou fazendo o que gosto?”, “Tenho vontade de permanecer nessa área?”, “Há especializações interessantes para que eu possa crescer&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/especializacao-profissional-por-onde-comecar/">Especialização Profissional: Por Onde Começar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na rotina intensa em que vivemos atualmente, muitas vezes nos falta tempo para pensar nos rumos que nossa carreira está tomando. “Estou fazendo o que gosto?”, “Tenho vontade de permanecer nessa área?”, “Há especializações interessantes para que eu possa crescer profissionalmente?”. Essas são algumas das perguntas que deveríamos nos fazer constantemente para evitar que nossa vida profissional entre em colapso. E uma delas nos conduz a um ponto importante: qual é o momento certo para buscar uma especialização?</p>
<p>O mundo que se abre após o fim da graduação é amplo e, muitas vezes, extremamente confuso. São cursos, pós, MBAs, mestrados, doutorados e uma grande dúvida: o que devo escolher?</p>
<p>Para começar, é importante deixar claro um ponto: MBA e pós-graduação são coisas diferentes. A confusão feita entre esses dois tipos de especialização é razão de diversas escolhas mal feitas na carreira de muitos profissionais. É preciso entender de forma clara os objetivos e métodos de cada uma para decidir por qual caminho seguir.</p>
<p>MBA significa “Master Business Administration” e é indicado para profissionais que querem se especializar em gestão e administração. O MBA é, na verdade, uma pós em administração de negócios. E, por isso, quem procura um curso desse tipo deve estar interessado em se aperfeiçoar na área administrativa ou em desenvolver o lado empreendedor e de liderança. Já os cursos de pós-graduação são divididos em diversas áreas, e têm o objetivo de desenvolver nos estudantes uma especialização focada em determinada área.</p>
<p>Algumas questões importantes devem ser consideradas na hora de escolher a especialização mais adequada. Aspectos como a carga horária do curso, a instituição de ensino, o formato das aulas e a área de ênfase precisam ser avaliados corretamente de acordo com as metas, a rotina e os objetivos de cada profissional. Além disso, é necessário considerar se a área escolhida para a especialização está relacionada ao setor em que o profissional trabalha. Vale lembrar que não interessa para as empresas ver um currículo recheado de cursos de especialização se nenhuma das referências agrega à área a que o candidato se dedica.</p>
<p>Conhecimento nunca é demais, mas também precisa ser bem pensado e planejado. Ou grandes investimentos podem se transformar em tempo e esforço perdidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Jorge Matos, Presidente da ETALENT</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/especializacao-profissional-por-onde-comecar/">Especialização Profissional: Por Onde Começar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/especializacao-profissional-por-onde-comecar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Já pensou num mundo sem emprego ou salário?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/ja-pensou-num-mundo-sem-emprego-ou-salario/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/ja-pensou-num-mundo-sem-emprego-ou-salario/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 May 2014 12:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=209</guid>
		<description><![CDATA[<p>Dois dos maiores pesquisadores do mundo de inteligência artificial afirmam que os cenários futuristas em que as máquinas substituem o trabalho do homem podem sair dos filmes de ficção e virar realidade. O filme Transcendence, estrelado pelo ator Johnny Depp,&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/ja-pensou-num-mundo-sem-emprego-ou-salario/">Já pensou num mundo sem emprego ou salário?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dois dos maiores pesquisadores do mundo de inteligência artificial afirmam que os cenários futuristas em que as máquinas substituem o trabalho do homem podem sair dos filmes de ficção e virar realidade.</strong></p>
<p>O filme Transcendence, estrelado pelo ator Johnny Depp, que chegará aos cinemas no Brasil em maio, conta a história de um homem que decide transferir para um supercomputador todo o conteúdo de seu cérebro.</p>
<p>Trata-se de um Matrix ao contrário. No filme de 1999, o protagonista, Thomas Anderson (Keanu Reeves), fazia o download de um conhecimento que estava em uma máquina, como lutar artes marciais, por exemplo. Em Transcendence, o personagem alimenta com sua humanidade uma inteligência artificial capaz de resolver os problemas mais desafiadores.</p>
<p>Meses depois do sucesso de Ela (Her), a indústria do cinema volta a um de seus temas favoritos: a ficção científica em que as máquinas assumem o poder e removem o homem do centro do mundo. Desde que o tema chegou às telas pela primeira vez, em 1927, com Metrópolis, de Fritz Lang, a tecnologia avançou muito e o futurismo vai se tornando uma realidade possível.</p>
<p>Hoje, cientistas trabalham para que um dia a inteligência artificial (IA) faça tudo o que o homem não deseja fazer. Isso tem impacto na carreira das pessoas e merece ser discutido.</p>
<p>Num futuro possível não haverá emprego nem salário. É o que afirmam dois dos maiores especialistas do mundo sobre as próximas evoluções da inteligência artificial. Neil Jacobstein, presidente do departamento de pesquisa sobre inteligência artificial e robótica da Singularity University, a esco­la fundada pelo Google, que funcio­na no campus de pesquisa da Nasa, na Califórnia, tem uma visão otimista.</p>
<p>Para ele, as máquinas de IA vão gerar riquezas que serão distribuídas entre toda a humanidade. As pessoas vão trabalhar por prazer ou altruísmo, sem o objetivo de obter um salário.</p>
<p>“O trabalho será motivado pela satisfação pessoal e pelo bem-estar social”, diz Neil. Já Stuart Armstrong, pesquisador do Future of Hu­manity Institute, na Universida­de de Oxford, na Inglaterra, não descarta um cenário em que as máquinas ex­terminem o trabalho e o homem saia no prejuí­zo. “Se as máquinas acharem que não há valor em nos manter ao redor, provavelmente não nos manterão”, diz Stuart.</p>
<p>Quando a revolução robótica vai ocorrer? Uma mudança radical pode demorar, ambos concordam, mas algumas profecias podem se cumprir já nos próximos anos.</p>
<p><strong>1. Fim dos empregos</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Desde a primeira Revolução Industrial, as máquinas vêm substituindo a mão de obra humana. Primeiro, fazendo o trabalho braçal e, com o tempo, o mental.</p>
<p>A inteligência artificial será capaz de dizimar quase metade dos empregos nos Estados Unidos nos próximos anos, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford.</p>
<p>“As IAs vão desempregar trabalhadores de baixa qualificação em uma quantidade muito maior do que a de novos empregos criados com a tecnologia”, afirma Neil, da Singularity. Quem tiver níveis educacionais mais altos tende a continuar no mercado.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: Os empregos na forma como conhecemos vão sumir quando aparecerem as primeiras inteligências artificiais verdadeiras. “A maneira como a sociedade vai se reorganizar depende de como as IAs vão ser criadas, controladas, e de quais mudanças políticas vão acontecer no momento”, diz Stuart, da Oxford.</p>
<p>Cenário otimista: A finalidade do trabalho vai deixar de ser o salário, mas isso não significa que não haverá novos empregos. O homem vai apenas explorar seu potencial de outras formas. “Não vamos nos desesperar pela subsistência, a riqueza gerada pelas IAs vai melhorar a qualidade de vida”, afirma Neil.</p>
<p><strong>2. Distribuição da riqueza</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Toda mudança de modelos econômicos traz uma crise até que a sociedade se adapte. A inteligência artificial pode provocar uma revolução. Em países como o Brasil, com desigualdade social e mão de obra de baixa qualificação, muita gente corre o risco de ter sua vaga ocupada por uma máquina. O cenário, porém, pode estimular a busca de mais justiça social.</p>
<p>“Vamos precisar ser mais generosos uns com os outros, já passamos pela experiência do egoísmo, que trouxe violência, e não queremos que isso se repita”, diz Neil.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: No cenário pessimista, a IA elimina empregos e a humanidade não encontra um sistema de produção de riqueza alternativo à renda do trabalho. Nesse caso, haverá desemprego em massa e concentração da riqueza nas mãos dos donos e dos poucos que se mantiverem empregados.</p>
<p>Cenário otimista: Livres da preocupação com a subsistência, todas as pessoas poderão trabalhar com o que realmente gostam e acreditam. Também poderão ser recompensadas em troca de serviços à comunidade. As máquinas vão trabalhar para que sejamos mais realizados no trabalho.</p>
<p><strong>3. Homem obsoleto</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Os computadores atuais já superam os homens em diversas situações que requerem decisão. “Costumamos passar para as máquinas nosso princípio de aprendizado: por meio de tentativas de erro e acerto, ou pelas experiências dos outros”, diz Celso Poderoso, economista e especialista em sistemas de informação da Fiap, faculdade de tecnologia paulista. O papel do homem no trabalho vai ser mais estratégico.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: “Se as IAs se tornarem tão poderosas quanto imaginamos, vão poder tomar decisões e controlar o destino da humanidade”, diz Stuart. Devemos programá-las para que a autonomia humana seja mantida e não nos tornemos obsoletos.</p>
<p>Cenário otimista: “As máquinas serão capazes de compreender emoções e sentimentos”, diz Neil. Quando isso acontecer, vamos estabelecer uma relação de proximidade com as máquinas. Se elas ficarem mais inteligentes, nós também ficaremos.</p>
<p><strong>4. Ameaças</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Devemos ter medo de que essas máquinas se tornem extraordinariamente competentes? A resposta para isso depende de como elas vão ser usadas e se os valores envolvidos serão similares aos nossos. Se a IA tiver uma decolagem mais lenta, vai contar com a interferência de outros fatores sociais. As IAs são programas de computador que vão fazer o que nós, em algum nível, instruirmos.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: Se a IA desenvolver autoconsciência, não poderemos parar seu desenvolvimento. E ela não necessariamente vai se importar com os seres humanos. Cabe aos primeiros programadores determinar e analisar os riscos de criar uma IA.</p>
<p>Cenário otimista: “Se tudo der certo, vai dar muito certo”, afirma Stuart. Inteligências artificiais poderosas vão organizar a sociedade e trazer muitas coisas positivas, como cura de doenças e produção em larga escala de alimentos e energia.<br />
<strong>5. Chefe robô</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Um experimento da Universidade de Manitoba, no Canadá, mostrou que robôs já têm autoridade para pressionar funcionários. “É pouco provável que o robô seja o chefe, mas provavelmente ele vai ajudá-lo a tomar as melhores decisões”, afirma Celso, da Fiap.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: A máquina consegue focar somente o problema da empresa, coisa que o ser humano, que tem vida pessoal, não consegue. “As IAs vão ser mais capazes de tomar decisões corretas”, diz Stuart.</p>
<p>Cenário otimista: Há um conceito de trabalho que prevê coope­ração entre humanos e robôs. Às vezes, o robô dizendo às pessoas o que fazer, às vezes o contrário. “Vamos julgar as IAs por seus pensamentos”, diz Neil.</p>
<p><strong>Evolução das profissões</strong></p>
<p>Todos os empregos mudam com o tempo, até os mais tradicionais. Há 100 anos, um poeta usava uma pena para escrever. Há 50, uma máquina de escrever. Hoje, um aparelho digital qualquer processa textos. Virtualmente, todos os aspectos da vida podem se transformar e se desenvolver com a inteligência artificial.</p>
<p>“Quase todos os empregos ocupados por pessoas que você conhece não existiam 50 anos atrás”, diz Stuart. “A ideia de que um indivíduo é definido pelo emprego que tem é historicamente recente.” Nas áreas de gestão, criatividade e sociabilidade, as possibilidades de trabalho continuam sendo incontáveis.</p>
<p>As ocupações mais repetitivas, que não demandam decisão, estão ameaçadas de extinção — atendentes de telemarketing, vendedores, técnicos em geral, escritores de relatórios, balconistas, operadores de logística e motoristas são exemplos. As tecnologias aparecem para deixar a vida do ser humano mais simples.</p>
<p>Mas devemos lembrar que os fragmentos de IA de que dispomos hoje ainda estão longe de afastar do mercado de trabalho a inteligência humana, emocional, adaptável e crítica. Essa IA que sente e se emociona vai demorar muitas décadas para chegar. Portanto, quando se trata de profissões qualificadas, enquanto predominar o modelo de trabalho assalariado, não precisaremos orientar nossas decisões de carreira pelo medo de perder o emprego para uma inteligência artificial.<br />
<em>Fonte: exame.com.br</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/ja-pensou-num-mundo-sem-emprego-ou-salario/">Já pensou num mundo sem emprego ou salário?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/ja-pensou-num-mundo-sem-emprego-ou-salario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 13:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=157</guid>
		<description><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/">Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de quem escolhe uma profissão pautado apenas por isso. Assim como a gente, muitas pessoas e empresas também espalham essa corrente, ou estilo de vida, ou como quiserem chamar. E aí surgiram uma série de dúvidas, inquietações e “coisas que você precisa fazer para fazer o que ama” que a gente discorda totalmente; e por isso esse texto. Dessa vez, ao invés de falar sobre “faça o que ama” vamos falar sobre…</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Coisas que a gente não acha sobre fazer o que ama!</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-158 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM-300x2.png" alt="Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM" width="300" height="2" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que precisa de um cargo conceituado, em uma empresa grande, descolada e internacional.</strong></p>
<p>O “fazer o que ama” tem a ver com o valor que você dá para uma coisa; no quanto você vê sentido nela e fica satisfeito em fazer. E isso está há anos luz desses conceitos de “precisa ser dotô”, “precisa ser gerente”, “precisa morar no exterior”.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que você precisa de um computador caro e um escritório descolado.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Computadores são muito legais, principalmente no conceito da nossa geração “Y” (ai como é chato esse rótulo) , escritórios como o Google e o Facebook também; mas nada disso vai fazer sentido se você não gostar do que está fazendo. Por exemplo, alguém que gosta muito de ilustrações, vai ser muito mais feliz trabalhando em um computador qualquer e podendo criar a vontade, do que tendo um ~ de última geração ~ e utilizando só vetores para trabalhos fixos. Não é o “com o que” é o “o que” fazer que muda tudo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você precisa largar tudo, esquecer que existe dinheiro e se voluntariar em alguma coisa.</strong></p>
<p>Não, mas gente, claro que não! Todo mundo precisa conquistar a sua independência financeira, realizar pequenos “sonhos de consumo” e pagar as contas. Se você esquecer que existe dinheiro, pode até ficar feliz e realizado pelo alívio de estar no que gosta, mas aí você cria outro problema que não tinha antes, que é “ser sustentado” por alguém. Soltamos um <a href="http://blog.99jobs.com/transicao-bem-planejada/">artigo</a> no blog (para um público mais maduro no mercado, ok) onde um planejamento financeiro para “mudar definitivamente” de área leva em média três anos! Claro que você não precisa levar todo esse tempo; mas também não precisa jogar tudo para o alto. Ache o máximo de coisas que você gosta onde você está, use o $$ que você ganha para fazer cursos na área que quer, o seu tempo livre para estudar, praticar ou voluntariar-se em algum lugar durante um final de semana. Faça a “coisa que você gosta” ir tomando espaço na sua vida; em algum momento a transição vai ser mais estável e orgânica.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você fizer o que ama vai ser lindo, maravilhoso, só dias ensolarados e pássaros cantando.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Socorro! Nem a Poliana (aquela que conseguia ver coisas boas em tudo) ia conseguir viver o “faça o que você ama” sem um stress de vez em quando. Como qualquer coisa na vida (qualquer uma MESMO, relacionamentos, amizades, fases) vai ter lado ruim. Primeiro, porque não tem como fazer só o que você gosta o tempo todo; até o diretor mais importante da empresa mais legal, gasta um tempão do dia dele lidando com contratos (nada contra quem gosta de contratos), a questão é, existem coisas não tão legais que precisam ser feitas, mesmo em uma área que você adora. Segundo, que você é uma PESSOA, e lida com outras, direta ou indiretamente. Independentemente do que você faz, não acorda todos os dias do mesmo jeito. Vão ter quartas-feiras com chuva em que você simplesmente vai querer ficar embaixo das cobertas e não lidar com absolutamente nada relacionado ao seu trabalho, e isso é perfeitamente normal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você encontrar o que ama, vai amar para sempre.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Sabe a sua primeira paixão eterna do colegial? Durou para sempre? Então. Sabe o curso de artes marciais que parecia incrível e que no final das contas você foi em duas aulas? Ou o curso que era o seu sonho de consumo e você largou de mão no primeiro semestre? Ou aquele projeto de blog que você alimentou por um ano e cansou? É mais ou menos isso. O seu “fazer o que ama” pode fazer muito sentido pra você no momento, mas depois não faz mais tanto. Bom, talvez você tenha casado com seu namoro de colegial, ou seja faixa preta ou esteja fazendo doutorado na mesmísssima área daquele curso, também pode ser assim!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Amor é para pessoas, não para trabalho”.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Gente, por favor, se tem uma coisa que merece ser banalizada (no melhor sentido possível) nesse mundo, é o amor. Amor é para pessoas sim, para trabalho também e para qualquer coisa que mereça, é pra vida sabe?</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/">Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não sei o que amo fazer. O que eu faço?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/nao-sei-o-que-amo-fazer-o-que-eu-faco/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/nao-sei-o-que-amo-fazer-o-que-eu-faco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 12:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[aptidões]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.contemporanearh.com.br/blog/?p=154</guid>
		<description><![CDATA[<p>É “movimento faça o que você ama” pra um lado, &#8220;coisas que não tem nada a ver com o fazer o que ama” pro outro, artigo sobre o como é feio (pra não dizer BEM FEIO) julgar o trabalho que&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/nao-sei-o-que-amo-fazer-o-que-eu-faco/">Não sei o que amo fazer. O que eu faço?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É “movimento faça o que você ama” pra um lado, &#8220;coisas que não tem nada a ver com o fazer o que ama” pro outro, artigo sobre o como é feio (pra não dizer BEM FEIO) julgar o trabalho que uma pessoa escolheu, grupos de discussão/inspiração sobre o assunto… e você quase chorando no meio do cruzamento sem ter a MENOR ideia do que ama nessa vida. <strong>#comolidar?</strong></p>
<p>Bom, pra falar bem a verdade, a gente também não sabe; mas tem algumas ideias, e achamos que seria legal compartilhar com quem ainda não tem muita certeza de “que caminho tomar” ou “onde quer chegar”!</p>
<p><strong>1. Olhe para dentro, não para fora.</strong></p>
<p>Nós vivemos em sociedade, então é complicadíssimo não se comparar aos outros ou não “querer também” alguma coisa que parece legal. Até aí, certíssimo né? Tem mais é que almejar mesmo. O problema é que às vezes uma coisa que parece “muuuuuuuito legal” para alguém, não é muito legal pra gente. Tipo aquele amigo, que vive falando super bem do trabalho dele (enquanto você está com PAVOR do seu), você acaba meio verde de inveja, cobiçando, imaginando, mas talvez aquele trabalho não tenha NADA a ver com você. Faz sentido? Você nem sabe se vai gostar das pessoas, do ambiente, da rotina, só sabe que quer porque alguém falou da “parte boa”.</p>
<p><strong>2. Pergunte o que você faz bem.</strong></p>
<p>Principalmente para as pessoas mais próximas (e que não necessariamente vão falar o que você QUER ouvir), talvez você escute coisas que nunca tinha “notado” mas que alguém considera que você faz muito bem. Você pode começar a pensar em como aplicar e desenvolver essas aptidões (que já são suas naturalmente) em algum lugar.</p>
<p><strong>3. Leia mais sobre realidades.</strong></p>
<p>Não pesquise apenas sobre uma “profissão”. Pense, o que você vai gostar mais: horário flexível, mas não tão bem remunerado? Ser parte de uma empresa, em uma cidade grande, ter o próprio negócio em uma cidade pequena? Ter tempo para atividades extra-curriculares? Pesquise organizações ou cursos que permitiriam o estilo de vida que você quer. Liste opções, liste prós e contras e não se sabote!</p>
<p><strong>4. Permita-se sonhar alto.</strong></p>
<p>“Sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”, a frase já diz tudo né? Mas basicamente, se você quer algo, planeje o melhor e mais proveitoso possível (tanto o processo quanto o objetivo).</p>
<p><strong>5. Comece, aos poucos, mas comece.</strong></p>
<p>Dar o primeiro passo é fundamental para você se permitir. Converse com as pessoas que não te conhecem tão bem e que podem trazer verdades cruas, converse com quem te conhece muito bem e vai te dar aquela força para você tomar um caminho que pode ser difícil hoje, mas excelente n’algum tempo. Ah! E não tenha medo dele, do tempo. Veja-o como um aliado e não como um inimigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: blog99jobs.com</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/nao-sei-o-que-amo-fazer-o-que-eu-faco/">Não sei o que amo fazer. O que eu faço?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/nao-sei-o-que-amo-fazer-o-que-eu-faco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

 Served from: www.contemporanearh.com.br @ 2026-05-13 18:18:14 by W3 Total Cache -->