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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; oportunidades</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>7 atitudes para começar com o pé direito num novo emprego</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 20:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido. Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido.</strong></p>
<p>Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não é uma manobra simples. “É como o início das aulas numa escola nova: você precisa se adaptar a múltiplos cenários ao mesmo tempo”, explica.</p>
<p>Mas, se a ansiedade e o medo do desconhecido são inevitáveis, é bom se esforçar para garantir um bom começo. “Não é mentira que as primeiras impressões são as que ficam”, diz Romaly de Carvalho, professora de etiqueta no trabalho da FGV (Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p>Segundo ela, a fase inicial de um emprego é o período em que o profissional é observado mais de perto. Por isso, vale redobrar a atenção para atitudes que possam contribuir para o seu marketing pessoal.<br />
A seguir, veja algumas atitudes recomendadas para quem está atravessando as emoções do começo de uma nova aventura profissional:</p>
<p><strong>1. Fale pouco, escute muito</strong><br />
Ninguém espera que, nos seus primeiros dias de empresa, você já saia tagarelando pelos corredores. É melhor se conter e, principalmente, fazer uma observação silenciosa das outras pessoas.</p>
<p>Como seus colegas se relacionam? Quais são os seus assuntos? Quais são as relações de poder mais visíveis? “Você precisa se informar sobre o seu novo ambiente”, diz Adriana. “E não existe forma melhor de fazer isso do que escutar, escutar e escutar”.</p>
<p><strong>2. Economize nos “pitacos”</strong><br />
Você pode até já ter comentários sobre o que deve ser feito, mas normalmente é melhor guardá-los para si. “É arriscado se expor sem conhecer tão bem o seu novo trabalho”, alerta Adriana.</p>
<p>Se já houver reuniões para as quais você foi convidado, o melhor é agir como ouvinte. “Deixe as suas opiniões e avaliações mais veementes para o futuro”, aconselha.</p>
<p><strong>3. Descubra quais são os rostos das figuras mais importantes</strong><br />
Para Romaly, o novato deve fazer um trabalho de “detetive” para se preparar. “Descubra quem são as figuras-chave da empresa, como o presidente e os principais diretores”, recomenda ela. “Se ninguém puder apontar quem é quem para você, vale até pesquisar fotos na internet”.</p>
<p>Não é bisbilhotice, garante Romaly. “Saber como eles são fisicamente evita constrangimentos ou posturas inadequadas se você encontrá-los no elevador ou pelos corredores da empresa, por exemplo”, explica.</p>
<p><strong>4. Não tenha vergonha de se apresentar</strong><br />
Nos primeiros dias, é importante que você busque se fazer conhecer pelos seus novos colegas. “Descubra quando e onde as pessoas costumam se reunir para o café, e use esses espaços para se apresentar”, recomenda Romaly.</p>
<p>Se ninguém facilitar esse primeiro contato, tome a iniciativa. Segundo ela, o gesto de se apresentar a quem você não conhece demonstra autoconfiança, além de ser simpático.</p>
<p><strong>5. Tome a iniciativa para acompanhar colegas em almoços e happy hours</strong><br />
Além de se apresentar, também é aconselhável que você busque ativamente oportunidades para socializar com os demais. De acordo com Adriana, o novato deve evitar almoçar sozinho, por exemplo.</p>
<p>“Perca a vergonha e se convide para acompanhá-los nos almoços, cafés e até happy hours”, diz a consultora. “Quanto antes você se integrar, melhor”.</p>
<p><strong>6. Não force amizades</strong><br />
Embora o recém-chegado deva buscar contato social no novo ambiente, é bom não exagerar na dose. “Não é para dar uma de ‘amigão’ com pessoas que você mal conhece”, diz Adriana.</p>
<p>O ideal, então, é encontrar um equilíbrio delicado entre simpatia e formalidade. “Intimidade é algo que se constrói, então é melhor manter uma certa distância, que vai se encurtando aos poucos”, acrescenta Romaly.</p>
<p><strong>7. Não se envergonhe das suas dúvidas</strong><br />
Nos primeiros dias, é natural estar um pouco perdido. “Não é demérito nenhum desconhecer o funcionamento das coisas”, afirma Romaly. As perguntas, ao contrário, são muito bem-vindas &#8211; sobretudo porque serão vistas como sinal de interesse e disposição para aprender.</p>
<p>As interrogações, portanto, estão liberadas &#8211; mas desde que sejam sobre trabalho. “Vale mais ser discreto e evitar perguntas sobre assuntos pessoais, como família ou política”, diz a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Claudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>Em busca de nossas melhores segundas-feiras!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 18:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma sensação gostosa e rara é chegar na segunda-feira e ir fazer o que eu gosto, com as pessoas que gosto, em um lugar que tenha os mesmos valores que eu – e ainda sou paga para viver assim. Alguém&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma sensação gostosa e rara é chegar na segunda-feira e ir fazer o que eu gosto, com as pessoas que gosto, em um lugar que tenha os mesmos valores que eu – e ainda sou paga para viver assim.</strong></p>
<p>Alguém deve estar lendo este primeiro parágrafo e pensando: “Essa mulher está louca, esta realidade não existe, e se existe é para poucos”. Conheço pessoas que vivem isso, garanto que não é 100% do tempo, mas estão sempre em busca de um bem estar e de uma sensação realização.</p>
<p>Uma coisa todos devem concordar: sentir o prazer de concluir um trabalho legal, de ser reconhecido por um projeto concluído, ou de ter colaborado com uma conquista, é uma emoção inesquecível. E ainda falam que as emoções no trabalho só atrapalham! Claro que isso não é verdade, estamos sempre buscando emoções ligadas a realização, felicidade, prazer, conquistas e crescimento, mas sabemos bem que, muitas vezes, somos confrontados com a apatia ou tédio, medo e raiva, muitas outras emoções ligadas a momentos frustrantes que passamos em nosso cotidiano, e que isso também faz parte.</p>
<p>Fui procurar o verdadeiro significado da uma emoção que nada mais é do que a reação de nosso corpo em relação a uma determinada situação. Se este é o significado da palavra emoção, como existem pessoas que dizem que não podemos ou não devemos, levar as emoções para o mundo do trabalho? Na verdade, isso é impossível! Talvez, a pergunta mais certa seria: como lidamos com as emoções que sentimos em um ambiente de trabalho?</p>
<p>Claro que quando sentimos muita raiva, não podemos sair batendo nas pessoas, ou quando estamos muito felizes e alegres, não podemos ficar cantando alto no escritório, afinal, o problema não é a emoção que sentimos, mas sim, nestes dois exemplos, da educação que recebemos.</p>
<p>Gosto de pensar na ideia de termos em nossas cabeças um balde de energia composto por várias emoções positivas, que aumentam cada vez que um evento positivo ocorre e assim vamos aumentando a quantidade de energia deste balde. Sei bem que na vida profissional, na prática, não é assim que ocorre, pois há sempre uma situação que nos gera a perda desta energia revigorante, e até podemos enumerar algumas situações que drenam as nossas energias:</p>
<p><strong>•</strong> Fazer o que não gosta</p>
<p><strong>•</strong> Fazer diariamente aquilo que exige o seu pior</p>
<p><strong>•</strong> Um chefe mau educado</p>
<p><strong>•</strong> Sentar ao lado de uma pessoa que só reclama</p>
<p><strong>•</strong> Não se sentir reconhecido pelo trabalho realizado</p>
<p><strong>•</strong> Ser mal tratado</p>
<p>Aqui fica a pergunta, se o balde está em nossa cabeça e se somos donos dela, qual a razão de nos deixarmos estas situações roubarem as nossas energias positivas? Hoje não existe mais escravidão e as oportunidades de trabalho estão cada vez maiores. Cabe a cada um de nós irmos à busca das melhores segundas-feiras de nossas vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
<p><em>Por: Paula Oliveira é coaching, psicóloga, tia com 20 anos de experiência em desenvolvimento organizacional e seleção. Bem humorada, brava e inconformada…. Apaixonada por viagens e por acompanhar a evolução das pessoas e das empresas.</em></p>
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		<title>Idiomas: The book is on the table, ops, no seu telefone</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/07/idiomas-the-book-is-on-the-table-ops-no-seu-telefone/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2014 13:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Domínio de idiomas abre as portas para as melhores oportunidades Não é preciso dizer para os candidatos a grandes empregos que o domínio de um idioma estrangeiro é um diferencial que abre as portas para as melhores oportunidades. Além das&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Domínio de idiomas abre as portas para as melhores oportunidades</strong></p>
<p>Não é preciso dizer para os candidatos a grandes empregos que o domínio de um idioma estrangeiro é um diferencial que abre as portas para as melhores oportunidades. Além das escolas tradicionais de ensino de línguas, intercâmbios no exterior e cursos online pela web, os aplicativos de smartphones e tablets se tornaram grandes auxiliares tanto para quem deseja iniciar como também aperfeiçoar-se. Vejam nossas impressões sobre o funcionamento de três aplicativos populares do sistema iOS (iPhones e iPads):</p>
<p><strong>Duolingo, da Game Center</strong><br />
Considerado um dos aplicativos gratuitos de maior sucesso do mundo pelos especialistas. E não é exagero. O Duolingo não é só uma maneira divertida de aprender inglês e espanhol mas é muito viciante porque o ensino segue a metodologia de um jogo, onde se acumulam pontos para avançar em novos estágios. Mesmo quem já tem um bom conhecimento de inglês vai se sentir desafiado com as lições diárias, que têm perguntas rápidas, testes com imagens e pronúncia com áudio.</p>
<p>Não há uma correção direta ao aluno, mas quando a pronúncia de uma frase está incorreta, o programa não compreende e pede repetição. A única paciência é ter de digitar as frases no pequeno teclado touch do iPhone – certamente é mais prático na tela maior do iPad. Mas é muito eficiente tanto no método de ouvir e escrever como nos jogos de palavras embaralhadas para a construção de frases corretas. Após instalar o app, há um cadastro bem simples. No seu e-mail pessoal, você recebe lições de incentivo no dia em que não praticou.</p>
<p>duolingo 1O app foi testado em modo avião (sem Wi-Fi) e continuou funcionando sem problemas, o que pode lhe garantir horas de prática até nas viagens. No entanto, o aplicativo não permite trocar de curso de inglês para espanhol sem um acesso de rede. No teste, foi detectado alguns bugs, como um artigo incorreto para completar uma palavra feminina em espanhol, um sinônimo não aceito (todavia para however) e uma falta de sequência de uma tela de resposta. Mas nada que compromete a eficiência do programa. Segundo a empresa, quando se chega num determinado nível, o usuário pode traduzir textos para a comunidade Duolingo e compartilhar o que aprendeu.</p>
<p><strong>EF My Words</strong><br />
Essa aplicativo gratuito é da escola de inglês online EnglishTown. O foco maior do app são os exercícios de vocabulário, com uma metodologia que fornece exercícios rápidos em cinco passos: apresentação, compreensão oral, revisão, visualização e pronúncia. Mas não é muito dinâmico e motivador – pelo menos nos três níveis iniciantes, composto por oito unidades cada. Você vê a palavra em inglês, ouve a pronúncia do áudio e, se sabe a tradução, vira o cartão para conferir. Caso queira, pode acessar um dicionário que descreve a coisa em inglês.</p>
<p>A segunda parte é para ouvir a palavra no áudio e ligar com a palavra certa. A terceira etapa consiste em traduzir a palavra do português para o inglês. Na última etapa da lição, o usuário escuta a palavra, grava sua pronúncia e compara as duas, mas não há qualquer recurso que a avalie o desempenho. Além de ser um método bem lento para avançar nas lições – uma palavra por vez, como já diz o nome – o EF My Words só libera gratuitamente os três níveis de iniciante e depois passa a cobrar US$ 0,99 por unidade de cada nível de aprendizado (oito por etapa). Ou seja, a brincadeira vai ficando cara a cada avanço.</p>
<p><strong>Voxy</strong><br />
Esse aplicativo, desenvolvido pela empresa do mesmo nome, oferece uma proposta bem interessante para se aprender inglês, já que oferece aulas personalizadas de acordo com o nível de inglês e objetivos &#8211; viagem, trabalho ou testes de TOEFL. Lembra um pouco o método da antiga revista Speak Up, só que com mais ferramentas tecnológicas – oferecendo lições por meio de notícias, músicas e conversações para o usuário ler e ouvir a pronúncia das palavras. Você acompanha um artigo de jornal no assunto que quer ter o domínio – tecnologia, por exemplo. Depois, ele faz perguntas e dá alternativas para ver seu nível de entendimento do texto.</p>
<p>A última versão do app permite ainda utilizar a playlist das músicas do iTunes do usuário para treinar o vocabulário – isto é, se você tiver músicas da App Store armazenadas ou terá de comprá-las para uso na prática. O método é muito bom, aumenta rapidamente seu vocabulário, mas oferece apenas três lições gratuitas – o suficiente para aguçar a vontade do usuário. Depois, exige um investimento: US$ 29,99 por mês ou US$ 359,88 por ano. Nesse caso, é praticamente uma escola online, com tutores particulares 24 horas por dias e conversa online em grupo com outros alunos.</p>
<p>Portanto, é bom comparar preços com outras escolas para ver se compensa esse custo. Do contrário, se a opção é não gastar, o Duolingo se mostrou o melhor dos três apps testados – um verdadeiro professor mobile.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Fernando Porto</em><br />
<em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Analista de RH afirma: “temos de sair do feijão com arroz”</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/analista-de-rh-afirma-temos-de-sair-do-feijao-com-arroz/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2014 12:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Para conquistar espaço no mercado de trabalho, Ítalo Stéfano Ferreira da Silva, de 23 anos, teve de ser paciente. Ele queria um cargo na área de Psicologia — faculdade em que cursa o quarto ano –, mas fugia da ideia&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para conquistar espaço no mercado de trabalho, Ítalo Stéfano Ferreira da Silva, de 23 anos, teve de ser paciente. Ele queria um cargo na área de Psicologia — faculdade em que cursa o quarto ano –, mas fugia da ideia de um consultório. Aproveitou a conversa com professores durante orientação para o estágio exigido pelo curso e desenvolveu um projeto de recursos humanos voltado à gastronomia. Fez um levantamento de todos os restaurantes de sua cidade, a capital alagoana Maceió. Entendeu a importância da culinária em seu estado e nas relações pessoais.<br />
Com uma pesquisa e um projeto em mãos, contou com o apoio da universidade para apresentá-lo aos donos de restaurantes da região. Foi o modo dele conquistar um estágio remunerado e atuar com propósito.</p>
<p>“Vivemos em uma sociedade ansiosa e carente. Restaurante significa restaurar. Esse aconchego aos clientes tem que ser trabalhado com os profissionais. Identificar o aspecto motivacional dos funcionários era a minha proposta.”</p>
<p>A oportunidade surgiu em uns dos mais conhecidos restaurantes de culinária regional de Alagoas. O cargo: analista de RH em uma equipe com mais de 70 colaboradores.</p>
<p>“No começo era para trabalharmos lideranças na equipe. Aproveitei para mostrar meu jeito e minhas ideias, e conquistei meu espaço. Estou aqui há sete meses”, comemora.</p>
<p>Foi a primeira oferta profissional e um grande desafio. Para atingir seus objetivos, Ítalo recorre a muitas atividades em grupo e conversas. Mas avisa: não é um trabalho psicoterapêutico. A proposta é entender a relação dos funcionários com o trabalho.</p>
<p>Ítalo diz que a liberdade é aliada da responsabilidade. Tornou-se, com esses princípios, peça importante na equipe.<br />
“Sinto que todo investimento que fiz — estudar, pesquisar e me debruçar sobre os livros — está sendo recompensado”, revela.</p>
<p>Ítalo diz está satisfeito com que alcançou, mas garante que há muito a ser percorrido:</p>
<p>&#8220;Temos de sair do feijão com arroz. Criar novos caminhos e sair de redomas. Investir no percurso.”</p>
<p><strong>Dicas de carreira de Ítalo</strong></p>
<p>Encare a faculdade como o mercado de trabalho e não apenas como graduação. Lá aparecem as primeiras oportunidades, seja em pesquisa ou com estágios.<br />
Só a maturidade nos faz perceber que nossas expectativas acadêmicas estão muito aquém do mercado. Seja qual for a ciência que você escolheu. As suas atitudes não podem esperar.<br />
Invista em uma terapia. Coloque seu amadurecimento pessoal — até emocional — como ferramenta para se desenvolver melhor no trabalho.<br />
Se alie a profissionais éticos e que tenham respeito com o trabalho. Só com ética e gosto pelo trabalho é possível fazer conquistas.<br />
<em>Por Fefa Costa</em></p>
<p><em>Fonte: www.vagas.com.br</em></p>
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		<title>Quanto custa ser bom?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/quanto-custa-ser-bom/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/quanto-custa-ser-bom/">Quanto custa ser bom?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu sou bom”, ou “Há profissionais bons também, não generaliza”, ou ainda “Sou um bom profissional, só que não me dão uma oportunidade”&#8230; Então nestes três casos, vamos lá&#8230;</p>
<p>Será mesmo que somos bons o suficiente? Falo de mim, de ti, do outro&#8230; cada vez mais as pessoas esperam por um retorno que o outro tem que dar, que o outro faça alguma coisa e muitas vezes acabam deixando as oportunidades passar&#8230; Será falta de sorte? Azar? Olho gordo? Se não foi assim, não era pra ser&#8230; Será que não podíamos pensar que fomos nós que não fizemos nada para as coisas mudarem, ou então, se fizemos e não deu certo, talvez não tenhamos feito o suficiente ou tenhamos desistido muito cedo? Talvez em certos momentos até pensássemos desta forma, mas é menos doloroso e menos culposo pensarmos que foi qualquer uma das justificativas anteriores à última, e então, nos agarramos a ela. Algumas vezes até sofremos com isso, mas logo passa e esquecemos, como se nada tivesse acontecido. Aí não mudamos e ficamos esperando a tal felicidade e a tal oportunidade&#8230;</p>
<p>O mundo está cheio de oportunidades, e temos que agarrá-las com todas as forças, mas fico instigada com a falta de perspectiva que algumas pessoas têm, inicialmente com sua indecisão quanto à questão profissional, muitas vezes dizendo que “qualquer coisa serve”&#8230; Poxa vida, como assim qualquer coisa?! Põe uma meta, traça os objetivos e faz alguma coisa, não fica esperando que alguém venha te oferecer um emprego ou então que te dê uma “ajudinha” porque você está precisando. Somos nós que temos que decidir o que queremos e buscar isso. Novamente ficamos esperando para que as coisas aconteçam, e então, “não temos uma oportunidade”&#8230; Melhor: Não criamos ela!</p>
<p>Existem aquelas pessoas que vão a busca de seus objetivos, que batalham, tem seus sonhos, acreditam neles e fazem eles acontecer. É aquelas pessoas que olhamos encantadas e nos perguntamos: “Como fazem isso?” Ou ainda: &#8220;Esse cara é foda!&#8221; É assim que devemos ser, porque se o outro é, tem ou faz, porque nós não podemos ser, ter ou fazer? Talvez porque ele é um sujeito sortudo! Todos temos um potencial, mas precisamos acreditar nele e querer algo, por isso o “qualquer coisa” não serve, não pode servir! Quando trabalharmos naquilo que queremos, naquilo que gostamos, vamos nos tornar bons, realmente bons, e aí sim entraremos nas duas primeiras frases, porque vamos ter certeza disso, porque acreditamos nisso e estamos satisfeitos com isso. Pessoas assim irradiam alegria, percebe-se no seu olhar e nas suas ações. São aquelas pessoas que não param e que estão em busca de crescimento e de maiores realizações. Traduzindo: São as pessoas realmente felizes e realizadas profissionalmente.</p>
<p>Então, quanto queremos ser bons? Em que frase quero me encaixar? Quanto custa? Não basta querer, não basta falar, tem que fazer!</p>
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