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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; mudança</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Aug 2016 14:12:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>7 atitudes para começar com o pé direito num novo emprego</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 20:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido. Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido.</strong></p>
<p>Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não é uma manobra simples. “É como o início das aulas numa escola nova: você precisa se adaptar a múltiplos cenários ao mesmo tempo”, explica.</p>
<p>Mas, se a ansiedade e o medo do desconhecido são inevitáveis, é bom se esforçar para garantir um bom começo. “Não é mentira que as primeiras impressões são as que ficam”, diz Romaly de Carvalho, professora de etiqueta no trabalho da FGV (Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p>Segundo ela, a fase inicial de um emprego é o período em que o profissional é observado mais de perto. Por isso, vale redobrar a atenção para atitudes que possam contribuir para o seu marketing pessoal.<br />
A seguir, veja algumas atitudes recomendadas para quem está atravessando as emoções do começo de uma nova aventura profissional:</p>
<p><strong>1. Fale pouco, escute muito</strong><br />
Ninguém espera que, nos seus primeiros dias de empresa, você já saia tagarelando pelos corredores. É melhor se conter e, principalmente, fazer uma observação silenciosa das outras pessoas.</p>
<p>Como seus colegas se relacionam? Quais são os seus assuntos? Quais são as relações de poder mais visíveis? “Você precisa se informar sobre o seu novo ambiente”, diz Adriana. “E não existe forma melhor de fazer isso do que escutar, escutar e escutar”.</p>
<p><strong>2. Economize nos “pitacos”</strong><br />
Você pode até já ter comentários sobre o que deve ser feito, mas normalmente é melhor guardá-los para si. “É arriscado se expor sem conhecer tão bem o seu novo trabalho”, alerta Adriana.</p>
<p>Se já houver reuniões para as quais você foi convidado, o melhor é agir como ouvinte. “Deixe as suas opiniões e avaliações mais veementes para o futuro”, aconselha.</p>
<p><strong>3. Descubra quais são os rostos das figuras mais importantes</strong><br />
Para Romaly, o novato deve fazer um trabalho de “detetive” para se preparar. “Descubra quem são as figuras-chave da empresa, como o presidente e os principais diretores”, recomenda ela. “Se ninguém puder apontar quem é quem para você, vale até pesquisar fotos na internet”.</p>
<p>Não é bisbilhotice, garante Romaly. “Saber como eles são fisicamente evita constrangimentos ou posturas inadequadas se você encontrá-los no elevador ou pelos corredores da empresa, por exemplo”, explica.</p>
<p><strong>4. Não tenha vergonha de se apresentar</strong><br />
Nos primeiros dias, é importante que você busque se fazer conhecer pelos seus novos colegas. “Descubra quando e onde as pessoas costumam se reunir para o café, e use esses espaços para se apresentar”, recomenda Romaly.</p>
<p>Se ninguém facilitar esse primeiro contato, tome a iniciativa. Segundo ela, o gesto de se apresentar a quem você não conhece demonstra autoconfiança, além de ser simpático.</p>
<p><strong>5. Tome a iniciativa para acompanhar colegas em almoços e happy hours</strong><br />
Além de se apresentar, também é aconselhável que você busque ativamente oportunidades para socializar com os demais. De acordo com Adriana, o novato deve evitar almoçar sozinho, por exemplo.</p>
<p>“Perca a vergonha e se convide para acompanhá-los nos almoços, cafés e até happy hours”, diz a consultora. “Quanto antes você se integrar, melhor”.</p>
<p><strong>6. Não force amizades</strong><br />
Embora o recém-chegado deva buscar contato social no novo ambiente, é bom não exagerar na dose. “Não é para dar uma de ‘amigão’ com pessoas que você mal conhece”, diz Adriana.</p>
<p>O ideal, então, é encontrar um equilíbrio delicado entre simpatia e formalidade. “Intimidade é algo que se constrói, então é melhor manter uma certa distância, que vai se encurtando aos poucos”, acrescenta Romaly.</p>
<p><strong>7. Não se envergonhe das suas dúvidas</strong><br />
Nos primeiros dias, é natural estar um pouco perdido. “Não é demérito nenhum desconhecer o funcionamento das coisas”, afirma Romaly. As perguntas, ao contrário, são muito bem-vindas &#8211; sobretudo porque serão vistas como sinal de interesse e disposição para aprender.</p>
<p>As interrogações, portanto, estão liberadas &#8211; mas desde que sejam sobre trabalho. “Vale mais ser discreto e evitar perguntas sobre assuntos pessoais, como família ou política”, diz a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Claudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>De bem com o trabalho!! Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir. Fonte: www.exame.com.br</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De bem com o trabalho!!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png"><img class="aligncenter wp-image-343 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png" alt="01" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png"><img class="aligncenter wp-image-344 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png" alt="02" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png"><img class="aligncenter wp-image-345 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png" alt="03" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png"><img class="aligncenter wp-image-346 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png" alt="04" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png"><img class="aligncenter wp-image-347 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png" alt="05" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png"><img class="aligncenter wp-image-348 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png" alt="06" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png"><img class="aligncenter wp-image-349 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png" alt="07" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png"><img class="aligncenter wp-image-350 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png" alt="08" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png"><img class="aligncenter wp-image-351 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png" alt="09" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png"><img class="aligncenter wp-image-352 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png" alt="10" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png"><img class="aligncenter wp-image-353 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png" alt="11" width="810" height="455" /></a></p>
<p><em>Fonte: www.exame.com.br</em></p>
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		<title>Avaliação de pessoas: desafios e oportunidades</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 18:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>No processo de avaliação de pessoas, a área de Recursos Humanos e o CEO assumem papéis primordiais. Entenda como fazer uma avaliação de pessoas decisiva. A avaliação de pessoas dentro do mundo organizacional acontece de duas formas: Através de processos&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No processo de avaliação de pessoas, a área de Recursos Humanos e o CEO assumem papéis primordiais. Entenda como fazer uma avaliação de pessoas decisiva.</strong><br />
A avaliação de pessoas dentro do mundo organizacional acontece de duas formas:</p>
<p>Através de processos formais inerentes aos vários subsistemas de Recursos Humanos, como contratação, movimentação entre funções ou áreas; promoção; avaliação de desempenho e/ou de potencial, revisão salarial; e até, decisão pela demissão.</p>
<p>A avaliação também acontece como um processo informal, contínuo e por vezes até inconsciente. Resulta da nossa observação das pessoas – seus comportamentos, motivações, nível de energia, disposição e comprometimento.</p>
<p>Ambos são igualmente importantes. O primeiro por razões óbvias, condição mínima para um nível de governança que assegure clareza e justiça de critérios e procedimentos adotados para cada tipo de avaliação e seu correspondente objetivo.</p>
<p>E o segundo também. Porque é no dia a dia que as pessoas se revelam verdadeiramente. Situações pontuais podem influenciar a percepção que se tem de alguém, mas não definem um indivíduo.</p>
<p>Neste sentido, Recursos Humanos tem a função primordial de prover os conceitos, as ferramentas e a capacitação para que os processos sejam conduzidos de forma adequada, alicerçados na cultura da organização e na estratégia de negócios.</p>
<p>Como haverá momentos nos quais Recursos Humanos exercerá o papel de agente de mudança de um determinado status quo, é fundamental que os processos de avaliação estejam alinhados na mesma direção, para onde a mudança cultural estiver apontando.</p>
<p>Mais uma vez, cabe a Recursos Humanos a função de instrumentalizar os gerentes de pessoas, para que desempenhem este seu papel com maestria, e também, os indivíduos diretamente, para que cada um possa se auto gerenciar, em relação ao seu trabalho, seu tempo e, sobretudo, à sua própria carreira.</p>
<p>Importante enfatizar que toda avaliação formal, seja ela qual for, objetiva uma decisão.</p>
<p>Isto é importante, porque vivemos tempos de muitos modismos. E organizações aderem a estes sem ter muita clareza do que fazer com o resultado que vão obter com a utilização de determinadas metodologias e ferramentas. Isto é especialmente comum no caso da utilização dos vários tipos de assessments existentes no mercado.</p>
<p>Outro ponto importante é que tal decisão é fruto de um processo e precisa ser explicitada, tanto em relação aos critérios adotados como aos resultados e objetivos. É recomendado que o avaliado tenha acesso aos resultados de sua avaliação para entender oportunidades de melhoria.</p>
<p>Somente esta transparência legitima o processo e o agente que conduziu o mesmo. Quando tal clareza não acontece, abre-se espaços para a desconfiança, insegurança e atos de politicagem e influência.</p>
<p>A vivência mostra também que o bom avaliador, seja para qualquer tipo de avalição, antes de tudo, deve ter um bom conhecimento de si mesmo para começar. Deve ter consciência e honestidade em relação aos seus próprios bias (todos nos temos os nossos) e aderência aos critérios definidos para o processo de avaliação em questão, de maneira a que não se deixe influenciar por questões circunstanciais.</p>
<p>No contexto organizacional, não podemos esquecer que cada processo de avaliação precisa priorizar aquelas decisões que levarão à produção dos resultados empresariais, através das pessoas certas para cada função, para cada situação, para cada momento.</p>
<p>Quando falamos de avaliações, é comum se valorizar a intuição na hora de tomar decisões sobre pessoas. Não se deve negar que ela existe e muitas vezes ajuda realmente. Mas existem técnicas que podem ser aprendidas e ferramentas que podem ser utilizadas para reduzir a subjetividade e trazer mais dados e fatos, portanto, mais objetividade à decisão.</p>
<p>Seja como for, é essencial que fique claro que tudo o que se refere à avaliação de pessoas é relativo tanto pelo lado do avaliado, como por quem está avaliando. E está condicionado ao contexto em questão.</p>
<p>Em seu livro ”Great People Decisions”, Claudio Fernandez Araaoz, experiente sócio de uma das maiores empresas de recrutamento de executivos, é assertivo quando diz que a maioria das empresas não tem ou tem poucas boas práticas em relação às decisões que envolvem pessoas, consequentemente, em relação aos seus processos de avaliação.</p>
<p>Ele vai além, quando afirma com base em sua longa experiência como headhunter e estudioso do assunto, que as empresas não recrutam os melhores talentos, não sabem diferenciar os top performers daqueles sofríveis, não sabem reter os melhores e assignar a estes as melhores atividades justamente para deixá-los engajados e motivados e nem sabem desenvolver aqueles que têm dentro de casa.</p>
<p>Dito isto, cabe ao CEO elevar a sua barra de exigência em relação aos processos de avaliação de pessoas que a empresa dispõe, assim como ao nível de capacitação de seus gestores, assumindo que ele mesmo seja um exemplo neste quesito. Caso contrário, não existirá uma referência a ser seguida.<br />
<em>Fonte: http://www.endeavor.org.br/artigos/gente-gestao/treinamento-e-desenvolvimento/avaliacao-de-pessoas-desafios-e-oportunidades</em></p>
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		<title>Dez dicas para quem quer mudar de carreira</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/dez-dicas-para-quem-quer-mudar-de-carreira/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2014 17:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Recomendações de coach podem deixar mudança menos complexa Mudar nunca é fácil. Quando essa mudança envolve a sua carreira e, consequentemente, sua remuneração, o grau de dificuldade pode ser ainda mais alto. Não é por isso, no entanto, que você&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Recomendações de coach podem deixar mudança menos complexa</strong><br />
Mudar nunca é fácil. Quando essa mudança envolve a sua carreira e, consequentemente, sua remuneração, o grau de dificuldade pode ser ainda mais alto. Não é por isso, no entanto, que você está condenado a ficar aí parado, fazendo o que faz para o resto da vida. Embora a transição de carreira seja um movimento complexo, você pode tentar fazer isso da melhor forma seguindo estas dez recomendações do coach Silvio Celestino.</p>
<p><strong>1 –</strong> A primeira coisa a avaliar, diz Celestino, é que muito possivelmente você voltará a ser um profissional júnior quando decidir mudar de carreira. “Você provavelmente tenha um cargo inferior e ganhe menos”, diz ele.</p>
<p><strong>2 –</strong> Considerando esse primeiro item, é preciso que você faça uma reserva financeira antes de entrar de cabeça nessa mudança. A dica vale principalmente se houver pessoas que dependem financeiramente de você, como filhos, pais etc. Celestino recomenda que você faça essa reserva por dois ou três anos, mais ou menos, para enfrentar com mais tranquilidade a fase de transição propriamente dita.</p>
<p><strong>3 –</strong> Antes de encarar essa mudança, também é preciso que você estude o mercado, entenda as possibilidades reais que a área para onde você pensa em ir oferece de fato. “Não basta apenas gostar do que você faz”, diz ele. “Essa crença é amplamente divulgada, mas a realidade é outra”, afirma. Isso significa, por exemplo, que não adianta você descobrir que adoraria ser professor de datilografia se ninguém neste mundo faz mais aulas de datilografia. “É preciso focar alguma coisa que você goste, claro, mas também que tenha mercado, que tenha público.”</p>
<p><strong>4 –</strong> Outra recomendação muito importante é a de procurar um profissional que tenha feito a mudança que você está pensando em fazer. “O ideal é que a pessoa tenha feito um movimento semelhante ao seu”, diz ele. “Se não encontar alguém assim, converse com um profissional que tenha saído de qualquer área para ir para a mesma área que você pensa em seguir.” Segundo Celestino, é essa pessoa que tem mais possibilidade de dizer quais os melhores caminhos para essa mudança. “Ela vai poder dizer o que funciona e o que não funciona”, diz ele. “Ter um mentor que possa orientar sua carreira é sempre muito bom para evitar erros que podem ser evitados.”</p>
<p><strong>5 –</strong> Numa mudança de carreira, também é muito importante buscar o máximo de conhecimento no menor tempo possivel. “É preciso que você busque um conhecimento adequado para entrar na nova área”, diz ele. “Assim, você conseguirá ser visto novamente como um profissional pleno ou até sênior num prazo mais curto.” A pressa será maior quanto maior for a sua idade no momento da mudança. Aos 35 anos ninguém gosta de ser visto como estagiário.</p>
<p><strong>6 –</strong> A rede de relacionamentos também é uma questão delicada nesse momento. “Provavelmente, os contatos profissionais que você tem na antiga carreira não saberão como ajudar no seu novo desafio”, afirma Celestino. O que isso quer dizer? Exatamente o que parece: você terá de construir uma nova rede de contatos. É essa rede, provavelmente, que vai dar abrir as portas da nova área para você.</p>
<p><strong>7 –</strong> Investir numa pós-graduação ou num MBA na área em que você quer trabalhar é uma excelente estratégia. “Isso ajuda nos dois pontos mencionados acima: você adquire conhecimento e rapidamente constrói uma rede de contatos”, diz ele.</p>
<p><strong>8 –</strong> Outro ponto complicado dessa mudança é que você precisa estar preparado para não ter o apoio da família nem dos amigos. “Não é por mal, é simplesmente porque eles gostam de você e querem preservar sua estabilidade”, explica o coach. Ou seja, possivelmente você tenha de encarar alguns atritos e comentários não tão agradáveis.</p>
<p><strong>9 –</strong> Com tudo isso, outra recomendação é cuidar muito bem da sua saúde. É isso mesmo. “Você não sabe quanto tempo vai levar para ter alguma estabilidade e um bom rendimento novamente”, diz ele. “Isso demanda muita energia física, mental e emocional, então, se precisar de apoio, não demore para buscar ajuda, seja de um médico ou de um psicólogo”, sugere Celestino. O que não vale, ele diz, é esperar chegar ao fundo do poço para gritar por socorro.</p>
<p><strong>10 –</strong> Por fim, a dica é só decidir mudar de área se você tiver certeza absoluta de que é isso que você quer, de que você é capaz de trabalhar dessa forma e, de fato, deixar para trás a área anterior. “Se você ficar entre uma e outra, sempre tentado a voltar para a primeira porque ela oferece cargos e salários melhores, dificilmente vai se desenvolver na área nova”, diz ele. A palavra que deve acompanhar essa mudança e perseverança. Muita coisa pode dar errado, mas, se você estiver certo da decisão, muita coisa também tende a dar certo. <strong>Boa sorte!</strong><br />
<em>Por: Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Comunicação: cuidado com a reputação profissional</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2014 12:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em 2014 e o segundo meio de comunicação mais usado no mundo corporativo continua sendo o telefone fixo. Ele só perde para o e-mail, número 1 absoluto desde o advento da Internet. A previsão é que, daqui cerca de três anos, haja uma queda no uso do telefone fixo e nas reuniões presenciais.</p>
<p>Segundo um estudo global, realizado no ano passado com 1.023 profissionais, intitulado The Rise of Linguarati e conduzido por Michael Hulme, do Social Futures Observatory, o futuro da comunicação entre as empresas está nas videoconferências e nas redes sociais.</p>
<p>Mesmo que esses números não representem exatamente a realidade do mercado brasileiro, o fato é que o mundo está mudando a forma de se comunicar. São vários os fatores que contribuem para este movimento: o grande impacto dos custos que envolvem a telefonia fixa e as reuniões presenciais para as empresas, a agilidade e alcance da comunicação digital entre outros.</p>
<p>O viés dessa variedade digital do mundo moderno é que, como estamos todos conectados, há que se ter uma grande preocupação com a nossa imagem e reputação profissional. Estamos expostos, colocamos para o mundo nossa capacidade de expressão, ou seja, nossas qualidades e limitações linguísticas para quem quiser pesquisar. Além disso, também divulgamos nossas crenças e valores.</p>
<p>Com as redes sociais e as mensagens, as nuances de comunicação passaram a ficar muito mais complexas. Está difícil transitar entre os níveis de formalidade, principalmente na comunicação escrita. A questão é que a capacidade linguística dos profissionais impacta também a reputação das empresas para as quais trabalham, pois eles representam as marcas através de todos esses canais.</p>
<p>Portanto, se você não se preocupa com o que escreve, posta, comenta, curte e compartilha; ou se você acha que tudo fica apenas entre amigos, pare e pense: uma vez divulgada e repassada, dificilmente a informação será deletada. Sua reputação está a um clique!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Lígia Velozo Crispino &#8211; Sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto, autora do livro de poemas Fora da Linha e coautora do Guia Corporativo: Como Elaborar Política de Idiomas.</em></p>
<p><em>Fonte: www.vagas.com.br</em></p>
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