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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; emprego</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>6 dicas para impressionar em uma entrevista de estágio</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 18:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira. Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma? Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira.</p>
<p>Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma?</p>
<p>Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o seu currículo vale menos neste tipo de entrevista do que você pensa.</p>
<p>“Em geral, as pessoas no início da carreira estão equiparadas em conhecimento técnico&#8221;, afirma. &#8220;Se você já foi chamado para a entrevista, o que conta agora é como vai mostrar suas qualidades”.</p>
<p>Para Andreas Auerbach, sócio da Box1824 e fundador da Nexo, o currículo é apenas uma porta de entrada para o processo seletivo. “Depois disso, o que vai pesar mais é o interesse do candidato”, considera.</p>
<p>E como saber o que os recrutadores esperam de você num processo seletivo?</p>
<p>Veja a seguir 6 passos para se dar bem numa entrevista de estágio, de acordo com os especialistas ouvidos por EXAME.com:</p>
<p><strong>1. Seja claro ao falar</strong><br />
Mostrar uma boa comunicação é o ponto de partida para qualquer processo seletivo. Segundo Auerbach, a capacidade de argumentar com clareza sugere repertório e poder de influenciar os outros.</p>
<p><strong>2. Tome a iniciativa</strong><br />
A iniciativa está associada à ideia de protagonismo. Portanto, quando um recrutador perguntar quem quer realizar uma tarefa, não pense duas vezes antes de levantar as mãos. “É o que chamamos de hands up”, afirma Ferreira. “As empresas procuram estagiários que querem fazer acontecer”.</p>
<p><strong>3. Conheça a empresa</strong><br />
Mostrar conhecimento sobre a empresa indica que você não “caiu de gaiato” no processo seletivo. “Não conhecer a cultura da companhia é o mesmo que entrar num casamento e perguntar quem é o noivo”, compara Ferreira. É obrigatório mostrar que você conhece o lugar onde quer trabalhar.</p>
<p><strong>4. Cuide da imagem e da linguagem corporal</strong><br />
Uma boa apresentação é fundamental para criar empatia. Isso inclui um traje adequado, além de equilíbrio entre o tom de voz e a linguagem corporal. Segundo Ferreira, o candidato também deve evitar o uso de gírias, manter as mãos fora do bolso e não movimentá-las demais.</p>
<p><strong>5. Trabalhe em equipe</strong><br />
Quando o candidato se mostra um grande colaborador em dinâmicas de grupo, por exemplo, ele ganha a confiança dos recrutadores. “A empresa quer alguém que vista a camisa”, diz Ferreira. Segundo ele, esse também é o principal caminho para uma eventual efetivação mais adiante.</p>
<p><strong>6. Mostre que você aprende rápido</strong><br />
Para Auerbach, a velocidade para incorporar novos conhecimentos é a principal métrica do potencial de um estagiário. Essa competência fica clara em dinâmicas de grupos ou na resolução de casos. “A agilidade para lidar com diferentes temas é crucial em qualquer contexto”, defende.</p>
<p><em>Por: Nicolas Gunkel</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>7 passos para arruinar uma entrevista de emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 20:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive. “Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não entende”, diz ele.</p>
<p>Na verdade, existem formas quase infinitas de garantir o &#8220;não&#8221; na fase presencial de um processo seletivo. Mas alguns erros são mais comuns do que outros. Confira:</p>
<p><strong>1. Chegue atrasado e não peça desculpas</strong><br />
Para começar com o pé esquerdo, nada melhor do que desrespeitar o horário marcado com o recrutador &#8211; e, de quebra, não demonstrar a menor preocupação com isso.</p>
<p>Segundo Ricardo Ribas, gerente-executivo da Page Personnel, pequenos atrasos são relativamente aceitáveis em cidades grandes, mas se tornam imperdoáveis se o candidato não pede desculpas e nem justifica a ocorrência.</p>
<p><strong>2. Comece a conversa falando mal do emprego anterior</strong><br />
Nenhuma atitude é tão comprometedora quanto criticar e desqualificar chefes e colegas do passado, diz Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“A mensagem que fica para a empresa contratante é que o candidato pode fazer isso com qualquer empregador, inclusive com ela própria”, afirma.</p>
<p><strong>3. Mostre desconhecimento sobre a sua própria trajetória</strong><br />
Segundo Ribas, ter um discurso impreciso e contradizer informações apresentadas no seu currículo são sinais claros de despreparo para qualquer recrutador.</p>
<p>Se o candidato é vago ou incoerente durante a entrevista, duas hipóteses são consideradas: ou ele não domina a sua própria história profissional, ou está mentindo.</p>
<p><strong>4. Descreva-se como um super-herói</strong><br />
Souto diz que muitas pessoas tentam vender uma ideia de que todos os seus resultados foram maravilhosos &#8211; e tudo graças a elas.</p>
<p>Além de soar arrogante, essa atitude mostra que o candidato desconhece ou subestima a importância do trabalho em equipe. “É justamente o que as empresas não querem mais atualmente”, afirma ele.</p>
<p><strong>5. Apresente uma pretensão salarial totalmente aleatória</strong><br />
Nem todos os recrutadores perguntam qual é a remuneração pretendida pelo candidato. Mas, se esse for o caso, lançar um valor qualquer à mesa é uma péssima ideia.</p>
<p>Isso porque candidato precisa mostrar o raciocínio que o levou a pedir um determinado salário, diz Souto. Se não é assim, soa como uma aposta.</p>
<p><strong>6. Ao final, não pergunte nada (ou pergunte algo desnecessário)</strong><br />
Para Ribas, profissionais que não questionam em nada na entrevista transmitem falta de curiosidade pela empresa e até desinteresse pela vaga.</p>
<p>Também é problemático encher o entrevistador de perguntas sobre assuntos irrelevantes. “Não é o momento para querer saber sobre a marca do carro a que a equipe comercial terá acesso, por exemplo”, diz ele.</p>
<p><strong>7. Nos dias seguintes, pressione o recrutador por um retorno</strong><br />
A má impressão causada por um candidato pode continuar mesmo semanas depois da entrevista. Basta ligar e mandar e-mails insistentemente para o recrutador cobrando por uma resposta, diz Ribas.</p>
<p>Além de transmitir ansiedade e insegurança, a postura por si só é irritante. “É melhor perguntar ao recrutador qual é o prazo para a conclusão do processo seletivo e esperar pacientemente até a data”, aconselha o especialista.</p>
<p>Fonte:<em> http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>7 atitudes para evitar em uma entrevista de emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 17:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1- Nunca chegue atrasado!</strong></p>
<p>O atraso tem um impacto grande no candidato (mais do que no entrevistador) uma vez que durante a entrevista você ficará pedindo desculpas e pensando que já está reprovado pelo ocorrido, o que possivelmente afetará sua performance. Assim, tente sair com antecedência para chegar ao local da entrevista uns 20 minutos antes do horário agendado. Esse planejamento é importante porque, dessa forma, você terá tempo para se acalmar, observar o ambiente a sua volta (como é a empresa e as pessoas que trabalham nela), tomar uma água, pesquisar um pouco mais sobre a empresa etc.</p>
<p><strong>2- O meu defeito? Eu sou perfeccionista!</strong></p>
<p>A internet é uma ótima maneira de encontrar informações sobre todos os temas, mas é necessário entender o que do conteúdo serve para você. É muito comum os candidatos chegarem com respostas prontas à entrevista (como a da chamada acima). Fuja desses modismos e se concentre em falar sobre você de maneira original.</p>
<p><strong>3- Você pode ser divertido, não comediante.</strong></p>
<p>Uma entrevista não é um interrogatório. É um momento em que candidato e empresa estão se conhecendo melhor. Dessa forma, como em um primeiro encontro, você pode sorrir, contar algo engraçado (dentro do contexto da entrevista), mas tenha cuidado para não ultrapassar a linha e tornar sua entrevista um momento stand up comedy.</p>
<p><strong>4- Meu produto favorito?</strong></p>
<p>Nunca, nunca, nunca chegue a uma entrevista sem conhecer o que a empresa faz! O que ela produz, o que ela vende são informações que você precisa ter no momento da entrevista. Vasculhe o site da empresa, procure notícias na internet, converse com pessoas que trabalham/trabalharam na empresa etc.</p>
<p><strong>5- Cuidado para não falar demais.</strong></p>
<p>Ao passar por uma entrevista, o entrevistador desejará conhecer a sua história melhor. Todos nós temos milhões de histórias para contar, mas nesse momento especificamente, escolha as que melhor te descrevem e procure falar de uma maneira que traga conteúdo e que ao mesmo tempo seja objetiva. Geralmente, uma entrevista tem no máximo 1 hora, e nesse tempo o entrevistador deverá estar seguro que tirou todas as dúvidas sobre o seu perfil.</p>
<p><strong>6- Por que eu saí do último emprego? Não curti!</strong></p>
<p>Essa é uma pergunta comum em uma entrevista, na qual o entrevistador tenta mapear os motivadores do candidato. Cuidado com as gírias e com a redução da sua experiência a um “não curti”, “não gostei”, “não me valorizavam”. Todos esses pontos podem ser verdadeiros, mas tente trazer em um outro formato: que vivência foi aquela, quais foram os desafios e quais os motivadores da sua saída.</p>
<p><strong>7- Não espere um feedback instantâneo!</strong></p>
<p>Por mais curiosidade que você tenha, o entrevistador, via de regra, não conseguirá te dar um feedback assim que acabar a entrevista. Isso porque, muitas vezes, passará por um consenso com outro colega, terá comparação de entrevistas etc. Apenas pergunte como e quando você terá a resposta, agradeça e se coloque à disposição caso o entrevistador tenha mais alguma dúvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Bárbara Galvão</em><br />
<em>Consultora de Processos Seletivos da Cia de Talentos</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.chegamais.ciadetalentos.com.br/</em></p>
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		<title>7 atitudes para começar com o pé direito num novo emprego</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/7-atitudes-para-comecar-com-o-pe-direito-num-novo-emprego/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 20:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido. Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido.</strong></p>
<p>Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não é uma manobra simples. “É como o início das aulas numa escola nova: você precisa se adaptar a múltiplos cenários ao mesmo tempo”, explica.</p>
<p>Mas, se a ansiedade e o medo do desconhecido são inevitáveis, é bom se esforçar para garantir um bom começo. “Não é mentira que as primeiras impressões são as que ficam”, diz Romaly de Carvalho, professora de etiqueta no trabalho da FGV (Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p>Segundo ela, a fase inicial de um emprego é o período em que o profissional é observado mais de perto. Por isso, vale redobrar a atenção para atitudes que possam contribuir para o seu marketing pessoal.<br />
A seguir, veja algumas atitudes recomendadas para quem está atravessando as emoções do começo de uma nova aventura profissional:</p>
<p><strong>1. Fale pouco, escute muito</strong><br />
Ninguém espera que, nos seus primeiros dias de empresa, você já saia tagarelando pelos corredores. É melhor se conter e, principalmente, fazer uma observação silenciosa das outras pessoas.</p>
<p>Como seus colegas se relacionam? Quais são os seus assuntos? Quais são as relações de poder mais visíveis? “Você precisa se informar sobre o seu novo ambiente”, diz Adriana. “E não existe forma melhor de fazer isso do que escutar, escutar e escutar”.</p>
<p><strong>2. Economize nos “pitacos”</strong><br />
Você pode até já ter comentários sobre o que deve ser feito, mas normalmente é melhor guardá-los para si. “É arriscado se expor sem conhecer tão bem o seu novo trabalho”, alerta Adriana.</p>
<p>Se já houver reuniões para as quais você foi convidado, o melhor é agir como ouvinte. “Deixe as suas opiniões e avaliações mais veementes para o futuro”, aconselha.</p>
<p><strong>3. Descubra quais são os rostos das figuras mais importantes</strong><br />
Para Romaly, o novato deve fazer um trabalho de “detetive” para se preparar. “Descubra quem são as figuras-chave da empresa, como o presidente e os principais diretores”, recomenda ela. “Se ninguém puder apontar quem é quem para você, vale até pesquisar fotos na internet”.</p>
<p>Não é bisbilhotice, garante Romaly. “Saber como eles são fisicamente evita constrangimentos ou posturas inadequadas se você encontrá-los no elevador ou pelos corredores da empresa, por exemplo”, explica.</p>
<p><strong>4. Não tenha vergonha de se apresentar</strong><br />
Nos primeiros dias, é importante que você busque se fazer conhecer pelos seus novos colegas. “Descubra quando e onde as pessoas costumam se reunir para o café, e use esses espaços para se apresentar”, recomenda Romaly.</p>
<p>Se ninguém facilitar esse primeiro contato, tome a iniciativa. Segundo ela, o gesto de se apresentar a quem você não conhece demonstra autoconfiança, além de ser simpático.</p>
<p><strong>5. Tome a iniciativa para acompanhar colegas em almoços e happy hours</strong><br />
Além de se apresentar, também é aconselhável que você busque ativamente oportunidades para socializar com os demais. De acordo com Adriana, o novato deve evitar almoçar sozinho, por exemplo.</p>
<p>“Perca a vergonha e se convide para acompanhá-los nos almoços, cafés e até happy hours”, diz a consultora. “Quanto antes você se integrar, melhor”.</p>
<p><strong>6. Não force amizades</strong><br />
Embora o recém-chegado deva buscar contato social no novo ambiente, é bom não exagerar na dose. “Não é para dar uma de ‘amigão’ com pessoas que você mal conhece”, diz Adriana.</p>
<p>O ideal, então, é encontrar um equilíbrio delicado entre simpatia e formalidade. “Intimidade é algo que se constrói, então é melhor manter uma certa distância, que vai se encurtando aos poucos”, acrescenta Romaly.</p>
<p><strong>7. Não se envergonhe das suas dúvidas</strong><br />
Nos primeiros dias, é natural estar um pouco perdido. “Não é demérito nenhum desconhecer o funcionamento das coisas”, afirma Romaly. As perguntas, ao contrário, são muito bem-vindas &#8211; sobretudo porque serão vistas como sinal de interesse e disposição para aprender.</p>
<p>As interrogações, portanto, estão liberadas &#8211; mas desde que sejam sobre trabalho. “Vale mais ser discreto e evitar perguntas sobre assuntos pessoais, como família ou política”, diz a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Claudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>Qual a melhor porta de entrada para você?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/qual-a-melhor-porta-de-entrada-para-voce/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 19:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Programa de Estágio, Programa de Trainee, vaga CLT como Analista Jr, Programa de Jovens Profissionais … São tantas as possibilidades de entrada no mercado de trabalho que, em alguns momentos, fica difícil escolher. Seguem as dúvidas mais comuns que sempre&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Programa de Estágio, Programa de Trainee, vaga CLT como Analista Jr, Programa de Jovens Profissionais … São tantas as possibilidades de entrada no mercado de trabalho que, em alguns momentos, fica difícil escolher. Seguem as dúvidas mais comuns que sempre ouvimos dos jovens que nos procuram para darmos orientação de carreira.</p>
<p><strong>Qual é a diferença entre estagiário e trainee?</strong></p>
<p>O estágio é um vínculo entre a escola e a empresa. O contrato tem um tempo de validade e uma lei específica. Para ser um estagiário a pessoa precisa estar matriculada no ensino médio, faculdade ou universidade. O principal objetivo do estágio é o aprendizado e desenvolvimento profissional. É uma fase de “experimentação”, para aprender e conhecer como é o trabalho em mais de uma área de atuação – o que ajuda a escolher melhor qual tem mais a ver com o seu jeito de ser.</p>
<p>Para ser trainee, o jovem precisa já ter acabado a faculdade. É um funcionário CLT e tem um vínculo direto com a empresa. A diferença dele para os outros funcionários é que durante o programa passará por alguns treinamentos específicos.</p>
<p><strong>Pra quem não tem experiência profissional qual é a melhor porta de entrada?</strong></p>
<p>Oportunidades de estágio e Programas de Trainee geralmente não exigem experiência profissional anterior. Mas se já tiver feito algo como trabalho voluntário, monitoria, organização estudantil, vendas e afins pode ser um diferencial no processo seletivo (desde que tenha agregado algo à sua história).</p>
<p><strong>Um Programa de Trainee ajuda mesmo a assumir um cargo de liderança mais cedo?</strong></p>
<p>Isso depende muito do desempenho durante o programa. Para as empresas, um programa de trainee é um alto investimento, então o retorno em resultados é muito cobrado! A proposta de alguns deles é formar líderes, mas não são todos os programas que propõem este “aceleramento de cargo”. Um trainee terá boas oportunidades de aprendizado e exposição com executivos e outras áreas, porém, seu crescimento dependerá de suas entregas.</p>
<p><strong>Estou em uma empresa como efetivo, mas não atuo na área que desejo. Devo procurar um estágio para tentar mudar de área?</strong></p>
<p>A escolha de sair de um emprego e começar um estágio pode envolver diminuição salarial e perda de benefícios, mas pode ser uma grande oportunidade para proporcionar desenvolvimento e aprendizados. É preciso colocar todos os pontos na balança, inclusive o risco de não ser efetivado. Por outro lado, é uma chance de sair de uma estagnação e crescer profissionalmente. É uma forma de entrar em uma área que não conhece, pois não exige experiência anterior.</p>
<p><strong>Programa de Trainee e de Jovens Profissionais é a mesma coisa?</strong></p>
<p>Não. Cada programa tem um objetivo e um escopo diferente. Se você está terminando a faculdade ou é recém-formado, procura crescimento acelerado e muitos desafios, ser trainee é uma boa ideia. Agora, se você já tem alguma experiência e mais clareza do caminho que quer percorrer, ser jovem profissional fortalecerá seu conhecimento na sua área de atuação.</p>
<p>Entre todas as possibilidades, não existe uma que seja melhor, certa ou errada. Cada um deve trilhar o seu próprio caminho. O segredo está em aproveitar ao máximo cada oportunidade de aprendizado e desenvolvimento. E, principalmente, fazer sempre escolhas de acordo com os seus objetivos pessoais e profissionais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Bruna Tokunaga Dias &#8211; Gerente de Orientação Profissional da Cia de Talentos</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.chegamais.ciadetalentos.com.br/</em></p>
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		<title>Já pensou num mundo sem emprego ou salário?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2014 12:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Dois dos maiores pesquisadores do mundo de inteligência artificial afirmam que os cenários futuristas em que as máquinas substituem o trabalho do homem podem sair dos filmes de ficção e virar realidade. O filme Transcendence, estrelado pelo ator Johnny Depp,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dois dos maiores pesquisadores do mundo de inteligência artificial afirmam que os cenários futuristas em que as máquinas substituem o trabalho do homem podem sair dos filmes de ficção e virar realidade.</strong></p>
<p>O filme Transcendence, estrelado pelo ator Johnny Depp, que chegará aos cinemas no Brasil em maio, conta a história de um homem que decide transferir para um supercomputador todo o conteúdo de seu cérebro.</p>
<p>Trata-se de um Matrix ao contrário. No filme de 1999, o protagonista, Thomas Anderson (Keanu Reeves), fazia o download de um conhecimento que estava em uma máquina, como lutar artes marciais, por exemplo. Em Transcendence, o personagem alimenta com sua humanidade uma inteligência artificial capaz de resolver os problemas mais desafiadores.</p>
<p>Meses depois do sucesso de Ela (Her), a indústria do cinema volta a um de seus temas favoritos: a ficção científica em que as máquinas assumem o poder e removem o homem do centro do mundo. Desde que o tema chegou às telas pela primeira vez, em 1927, com Metrópolis, de Fritz Lang, a tecnologia avançou muito e o futurismo vai se tornando uma realidade possível.</p>
<p>Hoje, cientistas trabalham para que um dia a inteligência artificial (IA) faça tudo o que o homem não deseja fazer. Isso tem impacto na carreira das pessoas e merece ser discutido.</p>
<p>Num futuro possível não haverá emprego nem salário. É o que afirmam dois dos maiores especialistas do mundo sobre as próximas evoluções da inteligência artificial. Neil Jacobstein, presidente do departamento de pesquisa sobre inteligência artificial e robótica da Singularity University, a esco­la fundada pelo Google, que funcio­na no campus de pesquisa da Nasa, na Califórnia, tem uma visão otimista.</p>
<p>Para ele, as máquinas de IA vão gerar riquezas que serão distribuídas entre toda a humanidade. As pessoas vão trabalhar por prazer ou altruísmo, sem o objetivo de obter um salário.</p>
<p>“O trabalho será motivado pela satisfação pessoal e pelo bem-estar social”, diz Neil. Já Stuart Armstrong, pesquisador do Future of Hu­manity Institute, na Universida­de de Oxford, na Inglaterra, não descarta um cenário em que as máquinas ex­terminem o trabalho e o homem saia no prejuí­zo. “Se as máquinas acharem que não há valor em nos manter ao redor, provavelmente não nos manterão”, diz Stuart.</p>
<p>Quando a revolução robótica vai ocorrer? Uma mudança radical pode demorar, ambos concordam, mas algumas profecias podem se cumprir já nos próximos anos.</p>
<p><strong>1. Fim dos empregos</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Desde a primeira Revolução Industrial, as máquinas vêm substituindo a mão de obra humana. Primeiro, fazendo o trabalho braçal e, com o tempo, o mental.</p>
<p>A inteligência artificial será capaz de dizimar quase metade dos empregos nos Estados Unidos nos próximos anos, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford.</p>
<p>“As IAs vão desempregar trabalhadores de baixa qualificação em uma quantidade muito maior do que a de novos empregos criados com a tecnologia”, afirma Neil, da Singularity. Quem tiver níveis educacionais mais altos tende a continuar no mercado.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: Os empregos na forma como conhecemos vão sumir quando aparecerem as primeiras inteligências artificiais verdadeiras. “A maneira como a sociedade vai se reorganizar depende de como as IAs vão ser criadas, controladas, e de quais mudanças políticas vão acontecer no momento”, diz Stuart, da Oxford.</p>
<p>Cenário otimista: A finalidade do trabalho vai deixar de ser o salário, mas isso não significa que não haverá novos empregos. O homem vai apenas explorar seu potencial de outras formas. “Não vamos nos desesperar pela subsistência, a riqueza gerada pelas IAs vai melhorar a qualidade de vida”, afirma Neil.</p>
<p><strong>2. Distribuição da riqueza</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Toda mudança de modelos econômicos traz uma crise até que a sociedade se adapte. A inteligência artificial pode provocar uma revolução. Em países como o Brasil, com desigualdade social e mão de obra de baixa qualificação, muita gente corre o risco de ter sua vaga ocupada por uma máquina. O cenário, porém, pode estimular a busca de mais justiça social.</p>
<p>“Vamos precisar ser mais generosos uns com os outros, já passamos pela experiência do egoísmo, que trouxe violência, e não queremos que isso se repita”, diz Neil.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: No cenário pessimista, a IA elimina empregos e a humanidade não encontra um sistema de produção de riqueza alternativo à renda do trabalho. Nesse caso, haverá desemprego em massa e concentração da riqueza nas mãos dos donos e dos poucos que se mantiverem empregados.</p>
<p>Cenário otimista: Livres da preocupação com a subsistência, todas as pessoas poderão trabalhar com o que realmente gostam e acreditam. Também poderão ser recompensadas em troca de serviços à comunidade. As máquinas vão trabalhar para que sejamos mais realizados no trabalho.</p>
<p><strong>3. Homem obsoleto</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Os computadores atuais já superam os homens em diversas situações que requerem decisão. “Costumamos passar para as máquinas nosso princípio de aprendizado: por meio de tentativas de erro e acerto, ou pelas experiências dos outros”, diz Celso Poderoso, economista e especialista em sistemas de informação da Fiap, faculdade de tecnologia paulista. O papel do homem no trabalho vai ser mais estratégico.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: “Se as IAs se tornarem tão poderosas quanto imaginamos, vão poder tomar decisões e controlar o destino da humanidade”, diz Stuart. Devemos programá-las para que a autonomia humana seja mantida e não nos tornemos obsoletos.</p>
<p>Cenário otimista: “As máquinas serão capazes de compreender emoções e sentimentos”, diz Neil. Quando isso acontecer, vamos estabelecer uma relação de proximidade com as máquinas. Se elas ficarem mais inteligentes, nós também ficaremos.</p>
<p><strong>4. Ameaças</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Devemos ter medo de que essas máquinas se tornem extraordinariamente competentes? A resposta para isso depende de como elas vão ser usadas e se os valores envolvidos serão similares aos nossos. Se a IA tiver uma decolagem mais lenta, vai contar com a interferência de outros fatores sociais. As IAs são programas de computador que vão fazer o que nós, em algum nível, instruirmos.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: Se a IA desenvolver autoconsciência, não poderemos parar seu desenvolvimento. E ela não necessariamente vai se importar com os seres humanos. Cabe aos primeiros programadores determinar e analisar os riscos de criar uma IA.</p>
<p>Cenário otimista: “Se tudo der certo, vai dar muito certo”, afirma Stuart. Inteligências artificiais poderosas vão organizar a sociedade e trazer muitas coisas positivas, como cura de doenças e produção em larga escala de alimentos e energia.<br />
<strong>5. Chefe robô</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Um experimento da Universidade de Manitoba, no Canadá, mostrou que robôs já têm autoridade para pressionar funcionários. “É pouco provável que o robô seja o chefe, mas provavelmente ele vai ajudá-lo a tomar as melhores decisões”, afirma Celso, da Fiap.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: A máquina consegue focar somente o problema da empresa, coisa que o ser humano, que tem vida pessoal, não consegue. “As IAs vão ser mais capazes de tomar decisões corretas”, diz Stuart.</p>
<p>Cenário otimista: Há um conceito de trabalho que prevê coope­ração entre humanos e robôs. Às vezes, o robô dizendo às pessoas o que fazer, às vezes o contrário. “Vamos julgar as IAs por seus pensamentos”, diz Neil.</p>
<p><strong>Evolução das profissões</strong></p>
<p>Todos os empregos mudam com o tempo, até os mais tradicionais. Há 100 anos, um poeta usava uma pena para escrever. Há 50, uma máquina de escrever. Hoje, um aparelho digital qualquer processa textos. Virtualmente, todos os aspectos da vida podem se transformar e se desenvolver com a inteligência artificial.</p>
<p>“Quase todos os empregos ocupados por pessoas que você conhece não existiam 50 anos atrás”, diz Stuart. “A ideia de que um indivíduo é definido pelo emprego que tem é historicamente recente.” Nas áreas de gestão, criatividade e sociabilidade, as possibilidades de trabalho continuam sendo incontáveis.</p>
<p>As ocupações mais repetitivas, que não demandam decisão, estão ameaçadas de extinção — atendentes de telemarketing, vendedores, técnicos em geral, escritores de relatórios, balconistas, operadores de logística e motoristas são exemplos. As tecnologias aparecem para deixar a vida do ser humano mais simples.</p>
<p>Mas devemos lembrar que os fragmentos de IA de que dispomos hoje ainda estão longe de afastar do mercado de trabalho a inteligência humana, emocional, adaptável e crítica. Essa IA que sente e se emociona vai demorar muitas décadas para chegar. Portanto, quando se trata de profissões qualificadas, enquanto predominar o modelo de trabalho assalariado, não precisaremos orientar nossas decisões de carreira pelo medo de perder o emprego para uma inteligência artificial.<br />
<em>Fonte: exame.com.br</em></p>
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		<title>11 erros fatais na hora de procurar emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2014 13:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A busca por um emprego, hoje, ganhou contornos diferentes de quando seus pais iam até um estabelecimento, entregavam um currículo em papel impresso ou preenchiam uma ficha. Bem diferentes. Sabe-se de casos de pessoas que, parar conseguir uma boa vaga,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por um emprego, hoje, ganhou contornos diferentes de quando seus pais iam até um estabelecimento, entregavam um currículo em papel impresso ou preenchiam uma ficha. Bem diferentes. Sabe-se de casos de pessoas que, parar conseguir uma boa vaga, fizeram um perfil de Facebook exclusivo para os pretensos empregadores ou criaram uma conta no Instagram dedicada a mostrar boas coisas sobre si para futuros chefes.</p>
<p>E você aí imaginando por que não conquista a vaga dos sonhos, né? Pois é, tem mais gente bastante aplicada nesse objetivo. E talvez você esteja, ainda, cometendo alguns “erros modernos”, coisas que o novo mercado de trabalho exige e sobre as quais você ainda não se deu conta. Quer uma lista? Lá vão 10 pontos (mais uma dica) muito importantes para se ligar quanto às entrevistas de emprego. As dicas são baseadas em um artigo recente do especialista Paul Keijzer, do site Monster.com.</p>
<p><strong>1. Candidatar-se aleatoriamente para empregos</strong><br />
Não importa quão desesperado você está. Você simplesmente não pode se candidatar para cada trabalho existente e que ofereça uma chance – porque, acredite, nem todos são boas chances. Encontre um emprego que não somente se encaixa em sua carreira, mas também uma função e uma empresa nas quais você acha que se encaixaria bem.</p>
<p><strong>2. Ter um currículo “pau-pra-toda-obra”</strong><br />
É o que muita gente costuma fazer – um currículo que pode ser atirado para qualquer lado. Mas lembre-se, você não está se candidatando aleatoriamente a empregos, né? Então você deve adequar seu currículo às necessidades de seus empregadores potenciais sendo específico, acrescentando ou retirando o que considere mais apropriado a cada um.</p>
<p><strong>3. Ignorar sua vida online</strong><br />
Não tem tempo pra isso? Errado. Você não só precisa manter uma presença online, mas precisa atualizá-la constantemente. Você é um perito na sua área? Ótimo – mas de nada vale isso se você não se mostrar para mais gente ou não fazer valer suas ideias e opiniões.</p>
<p><strong>4. Ignorar o networking</strong><br />
Fazer networking é provavelmente uma das maneiras mais eficazes de achar seu emprego dos sonhos – e também uma das mais difíceis. É que você precisará estar muito (muito mesmo) em contato com outras pessoas (e de modo focado, efetivo) para mostrar exata e profundamente o que você quer do futuro e de seus empregadores. Dá trabalho, mas compensa.</p>
<p><strong>5. Não conhecer bem a empresa onde se candidata</strong><br />
Esse ponto provavelmente é mencionado em cada uma das listas que falam sobre erros durante a procura de emprego – mas é real, a maioria das pessoas simplesmente não pesquisa em detalhes o lugar onde se candidata. E hoje não é suficiente apenas visitar o site “por alto”. Você deve se juntar à empresa nas redes sociais, por exemplo, e ler muitas notícias sobre ela.</p>
<p><strong>6. Adequar-se aos novos tempos</strong><br />
Acha que todo esse negócio de rede social não é relevante porque você tem experiência de 25 anos? Desculpe desapontá-lo. Não importa se você está começando a carreira ou é superexperiente… você tem que acompanhar os tempos. Tem que estar por dentro de eventos atuais, novas tecnologias, as últimas conferências, qualquer coisa. Você tem que saber o que está acontecendo agora e estar envolvido.</p>
<p><strong>7. Olhar seu celular durante a entrevista</strong><br />
Mesmo se for para checar as horas, não faça isso! Sob nenhuma circunstância você deve ser pego olhando seu smartphone (ou o seu relógio). Se estiver envolvido com algum tipo de emergência, informe o entrevistador antes de começar. Sua atenção deve estar 200% na entrevista.</p>
<p><strong>8. Chegar cedo demais para a entrevista</strong><br />
De novo: mesmo naquela onda do desespero, não chegue muito antes para a entrevista. Claro, não chegue atrasado também, de modo algum! A quantidade respeitável de tempo para chegar é 10 minutos antes da hora marcada. Isso é suficiente para mostrar profissionalismo.</p>
<p><strong>9. Ser muito sério/Ser muito engraçadinho</strong><br />
Moderação é a chave para a vida e mais ainda para entrevistas. Você provavelmente vai estar em uma longa fila de entrevistados, então lembre-se de não ser chato a ponto de cansar os entrevistadores e não tentar ser muito divertido – até tornar-se desagradável. O melhor conselho é “seja você mesmo”. Mas veja se não é preciso aí adequar sua personalidade para um tom acima ou um tom abaixo para conseguir o emprego.</p>
<p><strong>10. Levar uma comidinha ou cafezinho para a entrevista</strong><br />
Parece brincadeira, mas há um monte de gente que leva seu café ou chá para uma reunião (ou mesmo um lanchinho de casa). Não faça isso. Nem aceite se for oferecido. Primeiro porque é estranho falar e comer/beber. Depois, porque você vai estar abrindo os portões para acidentes com derramamento de líquidos, vai estar em uma posição esquisita para segurar a coisa toda e pode fazer barulhos sorvendo a xícara ou mastigando. Alimente-se antes ou depois da entrevista. Em casa, de preferência (quando ainda há roupa limpa disponível, se precisar).</p>
<p>E uma última dica:</p>
<p><strong>11. Não se limite a procurar emprego</strong><br />
O “trabalho de caçar trabalho” não é fácil, especialmente hoje em dia. Essa atividade tem potencial para consumir a vida de qualquer um – mas não deixe isso acontecer. Inclusive porque, durante a entrevista, é possível que te perguntem sobre seus interesses, e se você responder “eu não tenho tempo para interesses porque estou procurando emprego”… Bom, você vai se afundar com essa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>9 dicas que melhoram qualquer segunda-feira</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2014 13:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Quem sofre para sair da cama e engatar a primeira marcha na segunda-feira levanta a mão. É seu caso? Se for, é seu, meu e, com certeza, também de muita gente boa espalhada por aí. Dificilmente deve haver algum dia&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem sofre para sair da cama e engatar a primeira marcha na segunda-feira levanta a mão. É seu caso? Se for, é seu, meu e, com certeza, também de muita gente boa espalhada por aí. Dificilmente deve haver algum dia da semana tão detestado – e temido – quando esse, mas, com bastante boa vontade, podemos tomar algumas medidas para fazer com que esse dia seja menos sofrido e também nos faça sofrer menos…</p>
<p>Para ajudar nessa empreitada, consultamos Adriana Gomes, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM-SP. Veja a seguir as suas recomendações:</p>
<p><strong>1 –</strong> A segunda-feira normalmente parece conturbada porque muita gente deixa acumular tarefas e não se organiza para sair na sexta-feira com a consciência tranquila. Portanto, a dica número um é a de usar o último dia útil da semana para organizar a que vai começar, pelo menos limpando a caixa de entrada dos e-mails e arrumando os compromissos e eventos da agenda.</p>
<p><strong>2 –</strong> Não adie tarefas chatas ou complicadas que você pode resolver nesta quinta ou sexta-feira para a semana seguinte. Se fizer isso, além de já começar a semana com o humor meio estragado, ainda corre o risco de ficar lembrando da chatice durante o final de semana.</p>
<p><strong>3 –</strong> Evite, sempre que possível, marcar reuniões ou compromissos tensos para a manhã da segunda-feira. “Ter uma reunião logo cedo, antes até de saber o que está acontecendo no mundo, é uma boa forma de começar a semana bem triste”, diz Adriana. O melhor e começar com mais calma até entrar no ritmo e não ser obrigado a fazer isso no tranco.</p>
<p><strong>4 –</strong> Aproveite o final de semana para atividades de lazer. “O horário de não trabalho também tem de ser respeitado.” Ou seja, mesmo que você se sinta tentado a trabalhar “só um pouquinho” para adiantar alguma coisa, dar “só uma olhadinha nos emails” ou terminar aquele relatório porque “em casa consegue se concentrar melhor”, contenha-se ou possivelmente vai voltar ao trabalho com a sensação de ter emendado uma semana na outra.</p>
<p><strong>5 –</strong> Se você percebe que perde muito o ritmo durante o final de semana, pode tentar criar uma agenda (de lazer, por favor) para o sábado e o domingo. “Você pode tentar acordar no mesmo horário de sempre, ir para a academia, depois marcar um almoço e por aí vai”, diz a corrdenadora. “Assim não quebra totalmente seu ritmo e consegue voltar à rotina de trabalho mais naturalmente.”</p>
<p><strong>6 –</strong> Ah, sim, por favor, isso não significa que você deva encher completamente a agenda do sábado e do domingo. Use a recomendação número cinco com moderação porque – importante lembrar – você também precisa descansar.</p>
<p><strong>7 –</strong> Antes de sair de casa, na segunda-feira, ou antes de sentar à mesa para o trabalho, reserve um tempo para tomar um bom café da manhã, com calma. “Vale a pena até acordar um pouco mais cedo para isso porque essa sensação boa, de se alimentar bem e sem tanta pressa, pode deixar tudo mais leve durante o dia”, diz ela.</p>
<p><strong>8 –</strong> Observe se a segunda-feira anda pesada porque você volta mais cansado fisicamente do final de semana ou se é mesmo um cansaço mental ou alguma questão de estresse acumulado. “É natural voltar fisicamente prejudicado já que nesses dias você tira o corpo de cima da cadeira e faz outro tipo de atividade”, explica. “A volta para o trabalho tem de ser como aquele dia em que você vai andar de bicicleta e depois ficar com o corpo dolorido – uma dorzinha boa de quem aproveitou o passeio.”</p>
<p><strong>9 –</strong> Agora, se você perceber que o que está incomodando não é o cansaço físico, a mais importante dica para melhorar sua segunda-feira é fazer o que você gosta, com pessoas com que você se sente bem. “Se todo início de semana for um martírio, se você tem a síndrome do domingo à noite, possivelmente esteja com a luz amarela acesa”, diz ela. Se isso estiver ocorrendo de fato, o jeito é encarar o problema e sair em busca de uma solução, até procurando um outro emprego, se for o caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/9-dicas-que-melhoram-qualquer-segunda-feira/">9 dicas que melhoram qualquer segunda-feira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
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		<title>Como fazer com que o emprego que você não gosta fique mais agradável.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 18:34:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas. Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas.</p>
<p>Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas se tornem difíceis de se levar adiante, a opção é pedir demissão, mas esta é sempre uma decisão difícil — até porque, encontrar algo melhor no mercado de trabalho competitivo em que vivemos pode ser um grande desafio. Se você está vivendo uma situação parecida, mas não pretende desistir de seu emprego, confira dez atitudes que podem ajudá-lo a dar novo ânimo à carreira, segundo artigo de Nisa Chitakasem, co-autora do livro “How to get the job you want” (”Como conquistar o emprego que você deseja”, em tradução livre), publicado pela Forbes:<br />
<strong>Negocie mudanças em sua rotina de trabalho</strong> — Converse com seu chefe sobre alterar a sua carga de trabalho ou o tipo de trabalho que você faz atualmente. Se você está sobrecarregado e se sentindo oprimido, ou completamente sem novos desafios, o seu chefe vai entender que, nesta situação, você nunca vai ser tão produtivo como poderia ser. Só o fato de ser capaz de ter esta conversa já é um grande passo para moldar algo novo. Seu objetivo é chegar a uma solução que não só vai ser boa para você, mas também para seu chefe, sua equipe e sua empresa.</p>
<p><strong>Tente trabalhar com pessoas diferentes</strong> — Mesmo que você não tenha necessariamente uma relação ruim com seus colegas de trabalho, se envolver com pessoas diferentes pode ajudá-lo a mudar a visão que tem de seu trabalho e dos aspectos que você odeia. Em projetos futuros, peça para ser agrupado com pessoas com as quais não costuma trabalhar ou interagir dentro da empresa. Mais informalmente, você pode pedir opiniões dessas pessoas a várias ideias ou incluí-las em suas sessões de brainstorming. Outra possibilidade é saber se a sua organização mantém consultores externos que possam fazer parte de sua equipe em algum projeto. Misture-se, interaja com outras pessoas, até obter uma nova visão das coisas.</p>
<p><strong>Busque uma maior sinergia</strong> — Se você já sabe com quem gostaria de trabalhar e com quem funciona bem, busque mais oportunidades para colaborar com eles. Internamente, isso poderia significar pedir permissão para, num projeto futuro, trabalhar com alguém que sabe que tem uma boa química. Externamente, pode haver fornecedores individuais e clientes com quem você tem particularmente uma boa afinidade. Cultive essas relações, fortaleça esses laços e tenha um papel ativo em seu desenvolvimento dentro e fora da empresa.</p>
<p><strong>Tente uma transferência para uma equipe ou departamento diferente</strong> — Se não há nada que possa melhorar onde você está, pense em uma mudança de lado. Veja se o seu chefe está aberto à ideia de sua transferência para uma área de negócio diferente. Pense de forma inteligente sobre como você pode ser útil na realização deste projeto, ao invés de sentar e esperar para ser transferido de setor. Pesquise antes de submeter o seu pedido ao chefe: veja quais áreas da organização se encaixam com seus pontos fortes ou que novas equipes estejam surgindo e você tem interesse em se engajar. Busque oportunidades onde você possa ser valorizado.</p>
<p><strong>Encontre um confidente</strong> — Independentemente de saber se você vai ficar em sua equipe atual ou mudar, haverá momentos em que você só quer desabafar. Apesar de o seu chefe ser a pessoa certa para falar sobre uma série de questões, este não é o tipo de pessoa que estamos falando aqui. Um confidente pode ser um colega, um mentor ou um amigo próximo de outro departamento. Mas escolha com cuidado: ele deve ser alguém em quem você pode confiar e ter uma conversa particular, e que aquilo que foi conversado não vai parar na ‘rádio-corredor’.</p>
<p><strong>Aproveite ao máximo o seu tempo livre</strong> — Muitos de nós reclamamos do grande número de horas que passamos no trabalho e que não temos tempo de fazer mais nada. Para melhorar o humor e se sentir menos estressado com o trabalho, reserve um tempo para estar com as pessoas que você gosta, seja familiares ou amigos, certifique-se de que está dormindo o suficiente e planeje um tempo de qualidade para si mesmo. Programe atividades que revigoram e o deixem energizado. Encontrar um tempo para relaxar e descontrair vai ajudá-lo a se dedicar melhor e aproveitar o trabalho.</p>
<p><strong>Não negligencie sua dieta ou sua atividade física</strong> — Uma dieta pobre nos deixa mais lento e irritável, agravando todos os sentimentos negativos que possa ter com relação ao trabalho. Ao comer bem e fazer exercícios regularmente, aumentamos os nossos níveis de energia e estado de alerta e, consequentemente, melhoramos nosso humor. Você pode se surpreender com o quanto essas mudanças podem contribuir para uma atitude mais positiva com relação ao seu trabalho.</p>
<p><strong>Redefina seu horário de trabalho</strong> — Se você não está satisfeito por que seu horário de trabalho o impede de levar seus filhos na escola ou no médico, ou de acompanhar seus pais idosos em uma consulta médica, por exemplo, não se acomode. Converse com seu chefe sobre a possibilidade de mudar de horário. Se seus filhos estudam no período da manhã, você pode pedir para entrar e sair um pouco mais tarde. Um número crescente de empresas são passíveis a horários de trabalho flexíveis.</p>
<p><strong>Adapte o seu entorno</strong> — Se ficamos menos oito horas por dia, cinco dias por semana, olhando para as mesmas quatro paredes vazias e a mesma mesa, não é de se admirar que nos sentimos numa prisão e que nosso trabalho seja considerado uma sentença de prisão perpétua. Personalize o seu espaço de trabalho com fotos de amigos e familiares, alguns enfeites ou um vaso de flores — mas nada de exageros. Lembre-se que você está num ambiente corporativo e não em casa. Se a cadeira é desconfortável ou a altura errada, traga uma almofada ou procure saber como ajustar o assento adequado ao seu tamanho.</p>
<p><strong>Seja mais organizado</strong> — Poucas coisas são mais desmoralizantes no trabalho do que uma caixa de entrada na tela do computador cheia de e-mails não lidos e não ordenados, ou uma mesa abarrotada de papéis que você nem sequer olhou. Separe um tempo para classificar seus e-mails e cópias em pastas diferentes para que você tenha uma ideia mais clara de onde as coisas estão. Além disso, busque aplicativos em seu tablet ou smartphone para ver qual deles pode ajudá-lo a ser mais organizado daqui para frente.</p>
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<p><em>Fonte: http://oglobo.globo.com</em></p>
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