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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; criatividade</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>6 formas de lidar com a crise</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 19:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O que significa crise? Crise, por definição, é um momento crítico em que se apresenta uma situação difícil, perigosa, que exige uma decisão para nos proteger dela (e que, em caso de insucesso, pode prejudicar gravemente nossos objetivos). É uma definição complexa, que merece ser melhor explorada:</p>
<p><strong>1. Crise é causada por algo. Logo, ela pode ser prevista.</strong></p>
<p>Na imensa maioria das vezes, uma crise pode ser prevista. Um bom empreendedor tem que ser antenado. Tem que ficar ligado no que está acontecendo e perceber o humor das pessoas à sua volta, em especial de seus clientes, para tomar decisões de negócio baseadas nestas percepções.</p>
<p>Um bom empreendedor se alimenta de múltiplas fontes de informação e discute suas impressões com outras pessoas. Um bom empreendedor está aberto para o mundo e aprende todos os dias. Mais que isso, permite que o conhecimento novo mude sua forma de agir no mundo.</p>
<p><strong>2. Crise é uma situação. Logo, ela tem começo, meio e fim.</strong></p>
<p>Toda crise tem um ciclo. Tem hora de reduzir, tem hora de investir. Tem hora de enfrentar, tem hora de correr. Quase sempre, quem percebe estes momentos antes dos outros leva vantagem.</p>
<p><strong>3. Crise é difícil e perigosa. Logo, não dá para não fazer nada.</strong></p>
<p>Um dos maiores erros que um empreendedor pode cometer em uma crise é, arrogantemente, achar que “nada mudou” e que a crise não tem impacto sobre o seu negócio. Provavelmente tem. E é importante entender qual é.</p>
<p>Muitas vezes o impacto não é direto, mas vem pela cadeia. É como dirigir na estrada – você tem que estar atento com o que está acontecendo vários carros adiante, se você quer realmente estar seguro. Se você ficar apenas olhando para o para-choque do carro na sua frente, pode ficar muito tarde para reagir…</p>
<p><strong>4. Crise permite uma decisão para sair dela. Logo, tem saída.</strong></p>
<p>Em toda crise há uma decisão que pode ser tomada. Se não há uma decisão, não é crise, é uma tragédia. Não estamos falando de tragédias. Para tragédias, existem seguros – e algum dinheiro embaixo do colchão.</p>
<p><strong>5. Cada um vive a crise de forma diferente. Logo, a saída é diferente.</strong></p>
<p>A forma como a crise afeta cada um é muito diferente. A minha crise é diferente da sua. Logo, elas podem começar e terminar em momentos diferentes, ser perigosas de formas diferentes e o que temos que fazer para sair dela pode ser MUITO diferente.</p>
<blockquote><p>UM DOS MAIORES ERROS QUE UM EMPREENDEDOR PODE COMETER EM UM MOMENTO DE CRISE É “ANDAR COM A MANADA”.</p></blockquote>
<p><strong>6. Crise requer com</strong><strong>petências de crise.</strong></p>
<p>Para ter sucesso na crise e passar por ela de forma saudável, temos que ter algumas competências específicas:</p>
<ul>
<li><strong>Capacidade Analítica</strong> – Temos que ser capazes de entender como a crise nos afeta especificamente. Ter atenção e capacidade analítica para entender quando ela vai começar, quanto tempo ela vai durar, entender se está melhorando ou piorando, etc. Quanto mais formos capazes de antecipar o que vai acontecer, mais cedo poderemos tomar as decisões que nos permitirão sair da crise bem-sucedidos.</li>
<li><strong>Imunidade</strong> – Temos que ser capazes de ficar imunes ao mau humor que toma conta do ambiente. Há uma certa fala turbulenta e assustadora que alimenta e é alimentada pela mídia (é a oportunidade dela na crise!), mas que, no fundo, pode não fazer nenhum sentido para o nosso setor ou o nosso negócio em especial. Quanto mais formos capazes de ficar frios e tranquilos, melhores serão nossas análises e nossas decisões. A crise bate mais forte nos covardes!</li>
<li><strong>Agilidade</strong> – Temos que ser capazes de tomar boas decisões e colocá-las em movimento rápido. A crise tem um tempo. O seu bolso também. Agir no tempo certo é essencial. Agir com inteligência também é essencial.</li>
</ul>
<p>Só tem uma coisa que não funciona de jeito nenhum na crise – continuar fazendo o que você vinha fazendo antes da crise.</p>
<p>Na crise você tem que fazer diferente. Você tem que inovar.</p>
<p>Está esperando o que?</p>
<p>Fonte: <em>https://endeavor.org.br</em></p>
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		<title>6 dicas para ativar sua criatividade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/6-dicas-para-ativar-sua-criatividade/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 18:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma das qualidades mais desejadas na atualidade, a criatividade acabou ganhando ares de mistério como se fosse um dom para poucos gênios, mas é simples, muito simples. Ela é a capacidade de criar, de trazer algo novo ao mundo: novas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das qualidades mais desejadas na atualidade, a criatividade acabou ganhando ares de mistério como se fosse um dom para poucos gênios, mas é simples, muito simples.</p>
<p>Ela é a capacidade de criar, de trazer algo novo ao mundo: novas formas, soluções, inspirações, cores, novos caminhos e jeitos de ver. Pode estar presente em grandes trabalhos ou num modo diferente que você organiza as coisas, numa grande descoberta ou nas pequenas mudanças que conseguimos inventar.</p>
<p>A criatividade é elemento essencial para a vida, não só para quem trabalha diretamente com o exercício criativo, mas também para gerar novas ideias, colocar nossos planos em ação, lidar melhor com os desafios. É ou não é?Então, aqui vão algumas dicas para alimentar a sua criatividade no dia-a-dia:</p>
<h4>1. Saia do lugar comum</h4>
<p>O que a criatividade mais ama? Realizar o incomum! Para criar algo novo, é preciso sair da zona de conforto. Permita-se conhecer novos lugares, novas pessoas, outros olhares. Beba em outras fontes: visite blogs que tratem de assuntos diferentes do que você costuma ler, participe de eventos culturais, tente outras formas de fazer as mesmas coisas.</p>
<p>Experimente!</p>
<h4>2. Relaxe a mente</h4>
<p>Tem horas em que ficar martelando na mesma ideia nos rouba mesmo a inspiração para criar. Faça pausas e seu cérebro agradecerá! Tome um chá, folheie uma revista, converse. Deixe a mente respirar um pouco, depois você vai retornar com muito mais energia.</p>
<h4>3. O bom e velho caderninho</h4>
<p>Tenha um caderninho sempre à mão e registre o que quer que passe pela sua cabeça. Trechos de poemas, uma música, o título de um livro, um lembrete. Mais adiante, esse caderno pode ser um tesouro de referências para você consultar quando der um branco.</p>
<h4>4. Não copie, inspire-se</h4>
<p>Não tem coisa mais frustrante para a criatividade do que você sair copiando o que já foi feito por aí. Tudo bem, num mundo com tanta variedade e tanta informação é difícil “inventar a roda” todos os dias, porém… Copiar, além de desrespeitar a obra alheia, abafa o seu processo criativo. Inspirar-se? Sim. Para construir algo novo a partir disso. Topa o desafio?</p>
<h4>5. Crie por meios diversos</h4>
<p>Coloque a criatividade para trabalhar em mais campos de sua vida e em atividades diferentes daquilo que já é rotineiro para você. Escreva, dance, pinte, cozinhe, cante, enfim.</p>
<p>Envolva sua vida num clima de exercício criativo, assim você não vai enferrujar!</p>
<h4>6. Olhar de criança</h4>
<p>Sabe aquela curiosidade das crianças? Observe desconhecidos, pergunte mais, imagine como seria se você fizesse de outro jeito. Com esse olhar é que a gente abre espaço para o novo entrar.</p>
<p>Comece a exercitar agora mesmo e mantenha a luz da criatividade acesa! Não deixe para depois, comece hoje. Prontidão é um dos principais combustíveis para a energia criativa.E você, que dicas tem para dar?</p>
<p>Fonte: <em>julianagarcia.com.br</em></p>
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		<title>Inclusão gera melhores resultados</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2015 18:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Empresas que investem em diversidade apresentam melhores indicadores em inovação e criatividade. Um bom negócio para elas e para o país Em seu livro mais recente, O futuro chegou, o sociólogo italiano Domenico De Masi nos brinda com mais lições&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empresas que investem em diversidade apresentam melhores indicadores em inovação e criatividade. Um bom negócio para elas e para o país</strong></p>
<p>Em seu livro mais recente, <strong>O futuro chegou</strong>, o sociólogo italiano Domenico De Masi nos brinda com mais lições de cidadania e otimismo. Sua perspectiva positiva está em, ao constatar a desorientação da sociedade moderna, demonstrar que soluções possíveis estão entre nós. Precisamos aprender com os ótimos exemplos que estão no mundo todo; o mais difícil, claro, é fazer acontecer. De Masi apresenta quinze modelos de vida, desde o humanismo espiritual indiano, passando pelo refinamento do guerreiro japonês, pelo povo de Deus hebraico, chineses, católicos, capitalistas, muçulmanos, até finalmente encerrar as mais de 700 páginas de sua vibrante obra com – pasmem – o modelo brasileiro. E é este surpreendente capítulo que dá título à obra, fazendo uma referência à frase que sempre ouvia décadas atrás em suas primeiras viagens ao Brasil, o “país do futuro”.</p>
<p><strong>Somar e não excluir</strong><br />
Pois bem, o futuro chegou, uma vez que uma interpretação de todas essas análises poderia ser a palavra “inclusão”. Conforme De Masi preconiza, não podemos deixar de nos considerar cristãos, iluministas, comunistas e pós-industriais, o que significa que precisamos, para sair desta desorientação atual, somar e não excluir. A ótima notícia para os brasileiros é, que, apesar de todos os nossos gigantescos problemas, temos aqui condições culturais baseadas na miscigenação, ou seja, uma vocação natural para a inclusão.</p>
<p>Brilhante lição que podemos transpor para o ambiente empresarial. Dentro de uma organização qualquer, em qualquer parte do mundo, encontraremos um estrato da sociedade na qual esta empresa está inserida. Como característica que não é exclusividade de nenhum povo ou credo, discriminações de todo tipo, seja de gênero, opção sexual, etnia, idade, deficiência física, tornam mais fácil segregar e juntar os iguais do que aprender com as diferenças. Não é incomum gestores de poderosas organizações contratarem cada vez mais pessoas parecidas com eles mesmos e que talvez saibam um pouco menos, para que o poder seja garantido. Esta é uma receita infalível para a mediocridade no curto prazo e o desaparecimento da organização no médio prazo.</p>
<p>Uma grande responsabilidade recai sobre os líderes nas empresas, que precisam, portanto, criar um ambiente saudável de cooperação e inclusão. Mas como se faz isso? O Great Place to Work pesquisa anualmente mais de seis mil empresas que empregam mais de doze milhões de funcionários espalhados por 53 países. A pesquisa nos dá uma dica muito simples: experimente perguntar às pessoas o que elas acham do ambiente de trabalho. As respostas nos mostrarão o caminho das pedras. Outro dado relevante da pesquisa indica que, entre as Melhores Empresas para Trabalhar, afirmativas tais como “as pessoas aqui são bem tratadas independentemente de sua cor ou raça, sexo ou opção sexual” atingem excelentes índices de concordância, superiores a 96%. Portanto, são empresas que possuem códigos de conduta e práticas cotidianas que estimulam a inclusão.</p>
<p><strong>Sentimento de confiança</strong><br />
Perguntados sobre o que faz dessas empresas lugares tão especiais para trabalhar, os colaboradores não hesitam em declarar que elas geram forte sentimento de confiança: acreditam em seus líderes, se sentem respeitados, enxergam justiça nos procedimentos da empresa, sentem orgulho do que fazem e vivenciam um espírito de equipe e cooperação. A ótima notícia é que qualquer empresa, independentemente de seu ramo de atividade, porte ou condição financeira no momento, pode trabalhar nestas cinco dimensões e transformar-se em excelentes ambientes corporativos: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem. Outra boa notícia é que, provavelmente movido pelo seu espírito de miscigenação, o Brasil é o país que tem o maior número de empresas participantes nessa pesquisa mundial.</p>
<p>E vejam que impressionante: essas empresas acreditam que <strong>a diversidade é chave para a inovação e a criatividade</strong>, para a solução de problemas de forma mais abrangente e para o aprendizado constante com os erros. Não por acaso, tais empresas apresentam indicadores de negócios muito superiores aos de suas concorrentes de mercado: têm menor rotatividade e naturalmente retêm seus talentos, apresentam menores índices de absenteísmo e afastamentos médicos, são empresas mais produtivas e mais rentáveis. Ou seja, inclusão faz bem para todos e traz melhores resultados de negócio. As excelentes empresas para trabalhar agem para garantir a integração e com isso dão mais uma contribuição para construir uma sociedade melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Ruy Shiozawa</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.revistamelhor.com.br/</em></p>
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		<title>Faça uma limonada</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/02/faca-uma-limonada/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 19:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[pensamento positivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Tonon]]></category>
		<category><![CDATA[reorganização emocional]]></category>
		<category><![CDATA[soluções]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ou limpe a prataria, tempere o peixe, cure a gripe. Cada um tem seu jeito de enfrentar as adversidades e seguir em frente ainda mais forte. Basta achar a receita que tem mais a ver com você. Em fevereiro de&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ou limpe a prataria, tempere o peixe, cure a gripe. Cada um tem seu jeito de enfrentar as adversidades e seguir em frente ainda mais forte. Basta achar a receita que tem mais a ver com você.</strong></p>
<p>Em fevereiro de 2000, Adriana tinha acabado de voltar de uma viagem de férias pela Bahia, mas não se sentia descansada. Assim que voltou para São Paulo, Adriana estava quieta, distante, desligada&#8230; Seu comportamento passou a preocupar a família, e em uma consulta médica foi sugerido que ela estivesse em depressão. O psiquiatra que a atendeu estranhou: a depressão não costuma progredir com tamanha velocidade. Além disso, Adriana apresentava outros sintomas: tinha a visão turva, passou a movimentar o braço de maneira mais mecânica, se esquecia de coisas simples como as regras de um jogo de baralho. Dias depois, ela se sentiu tão mal que a família a levou ao hospital. Ao descer do carro, Adriana teve de ser levada de maca, tamanha sua incapacidade de movimento. Depois de um exame de ressonância magnética, o diagnóstico: ela estava tendo um derrame.</p>
<p>O que se seguiu a essa notícia é todo o furacão que é capaz de devastar a estabilidade física e emocional de uma pessoa que passa por um Acidente Vascular Cerebral (AVC), levando no redemoinho a família, os amigos e quem mais estiver por perto. Adriana Fóz tinha apenas 32 anos, era psicopedagoga e tinha uma saúde plena. Mas, depois de uma cirurgia de remoção de um coágulo, um mês de internação no hospital e muita reabilitação, voltou para casa muito diferente de como saiu naquela tarde de fevereiro. E para se reconectar com a Adriana que costumava ser, precisou empreender uma nova jornada: teve de reaprender a escovar os dentes, resgatar expressões linguísticas esquecidas, andar e se locomover como fazia antes. Começar quase do zero na conquista de muitas de suas capacidades físicas, como se tivesse apertado um reset no lado esquerdo do cérebro.</p>
<p>Assim como Adriana, todos nós enfrentamos os nossos furacões. E precisamos levantar a casa, consertar os móveis e organizar tudo o que ficou devastado depois que eles vão embora. Seja uma separação, uma morte na família, uma doença, uma frustração profissional, a vida segue em frente, e precisamos enfrentar o cenário destruído que sobrou. Nem todo mundo lida com os problemas da mesma maneira. Filhos que perdem a mãe encontram formas muito peculiares de superar o luto. O fim de uma relação pode abalar profundamente a vida de uma pessoa; enquanto outra, na mesma situação, pode sofrer aqui e ali, mas logo estar de volta ao barco, já disposta a conhecer um novo amor. Como diz a nossa capa, a vida não vai lhe poupar limões. Pode ser um clichê, tudo bem, a gente sabe, mas os clichês são clichês porque estão cheios de verdades. E essa é uma delas. O que temos de aprender é como tirar o melhor proveito deles, seja limpando aquela prataria do passado que ficou escura e turva, curando um resfriado que não quer ir embora ou espremendo uma limonada para simplesmente retomar o fôlego e seguir em frente. Você que vai precisar se decidir quando três ou quatro limões forem colocados, assim, de surpresa, na sua mão. E não deixá-los cair, como o cara da foto da página anterior, já é uma forma de se manter bem no jogo.</p>
<p><strong>Reorganização emocional</strong></p>
<p>Após seu acidente, Adriana começou a estudar mais sobre neurociência para entender melhor seus próprios processos de recuperação. Um dos temas que ela passou a se dedicar com maior devoção era a plasticidade neural, ou a capacidade de desenvolvimento, recuperação e reorganização que nossos neurônios possuem &#8211; e que todos nós temos. Por conta das experiências da pessoa, o cérebro consegue reformular suas conexões em função das necessidades e dos fatores do meio ambiente. Assim como um GPS, é como se o cérebro, que conhece um caminho para realizar uma atividade (enviar estímulo para que o braço se mova, por exemplo), tivesse que &#8220;recalcular a rota&#8221; toda vez que encontrasse um obstáculo, uma dificuldade. &#8220;O que sabemos é que nosso cérebro e nosso corpo são aparelhados para a plasticidade, são construídos para enfrentar desafios e se adaptar&#8221;, afirma David Shenk, autor do livro O Gênio em Todos Nós. Fã de plantas e de jardinagem, Adriana não conseguia se lembrar do nome de suas árvores preferidas, como o ipê. Por isso, ia com seu enfermeiro aos parques e lia o nome científico das plantas que via, como forma de incentivar seu cérebro a aprender novas informações. &#8220;Diante de um ipê amarelo, eu sabia que conhecia aquela árvore, mas o nome dela não me vinha à mente. Comecei a mandar novas informações para o meu cérebro, como se abrisse uma nova pasta, para que ele pudesse, lá dentro, achar o caminho daquele outro arquivo que estava lá, mas que eu não conseguia acessar. Foi o atalho para eu encontrar minhas memórias antigas e superar o problema que o acidente tinha me imposto&#8221;, conta ela.</p>
<p>Outra saída vislumbrada por ela, para recuperar os movimentos, foi se inscrever em uma aula de samba, para poder aprender melhor como &#8220;soltar&#8221; o quadril e não ter de andar em passos mecânicos como o acidente lhe impôs. &#8220;O fato de eu ter sido sempre bastante esportista me ajudou muito, porque eu tinha registrado vários mapas mentais de movimentos no meu cérebro&#8221;, explica. Mas ela começou a perceber que, mais que reconstruir as sinapses e conexões de seu cérebro, ela tinha de encontrar novas formas de se conectar às suas emoções. Dançar, por exemplo, mais do que permitir levar ao seu cérebro novas informações de movimento, também a fazia sentir prazer. E isso a ajudava a continuar a dança mesmo quando seus movimentos físicos pareciam não aguentar. &#8220;A partir da minha prática, eu fui percebendo, graças a estudos de neurociência que li durante todo o período, que nem tudo se resumia à plasticidade do meu cérebro, que tinham outros fatores por trás daquilo&#8221;, conta.</p>
<p>Foi assim que Adriana cunhou o que ela chama de &#8220;plasticidade emocional&#8221;, ou seja, a nossa capacidade de se reorganizar emocionalmente para enfrentar os desafios. Diante de uma adversidade, passamos a buscar contato com emoções que nem sempre conhecíamos bem, mas que podem nos ajudar a enfrentá-la. &#8220;Tudo começa com uma simples crença de que cada pessoa tem um potencial imenso e que cabe a nós reunir todos os recursos ao nosso alcance para explorá-lo&#8221;, pondera Shenk.</p>
<p>O autor defende que não há nenhuma característica que seja 100% nata. Os seres humanos, tal como seus cérebros, conseguem se adaptar a qualquer situação, seja ela boa ou ruim. Aliás, Shenk acredita que a nossa adaptabilidade é tão grande porque temos dentro de nós a caixa de ferramentas completa para resolver qualquer tipo de conserto que precisamos para nos aperfeiçoarmos. O que nem sempre é fácil é identificar qual instrumento pode ser usado &#8211; e como usá-lo. Adriana, que sempre foi uma pessoa mais introvertida, fez aula de clown para aprender a rir das coisas, encontrar o humor nas situações &#8211; inclusive naquelas que ela mesma vivia, derrubando água por não ter firmeza na mão, esquecendo palavras, etc. &#8220;O humor me ajudou a rir de mim mesma e a deixar as coisas mais leves&#8221;, diz. Buscar o oposto das nossas emoções nos ajuda a nos flexibilizar, ampliar o nosso repertório emocional, uma característica indispensável da superação. Porque o jogo de cintura &#8211; que Adriana aprendeu nas aulas de samba &#8211; é a chave para encontrarmos novas formas de resolver os problemas.</p>
<p><strong>Soluções criativas</strong></p>
<p>Nesse sentido, a criatividade é vital. Sem ela, deixamos de vislumbrar outros caminhos (ou outras conexões, para mantermos nas metáforas cerebrais) e nos paralisamos. &#8220;O potencial para a criatividade está embutido na arquitetura do nosso cérebro&#8221;, escreve Shenk. E das nossas emoções, me permito completar. A adversidade, inclusive, é o adubo necessário para que a criatividade possa florescer. Do contrário, dificilmente nos obrigaríamos a pensar em maneiras novas de fazer alguma coisa. O que seria da poética de Chico Buarque sem as censuras da ditadura, ou da musicalidade do Bolero, de Ravel, não fosse sua limitação neurológica pela afasia progressiva (que induz a comportamentos repetitivos) de seu compositor? Quando o chef americano Grant Achatz, dos restaurantes Alinea e Next (ambos em Chicago) e um dos mais conceituados do mundo, descobriu um câncer na língua, pensou que iria morrer ou ter de deixar de cozinhar. O médico consultado recomendou que ele usurpasse a língua, perdendo a capacidade de falar ou de sentir os sabores. Achatz relutou e resolveu enfrentar o tratamento: sessões intensas de quimioterapia e de radioterapia o fizeram perder o paladar por cerca de um ano. Para um chef, não poder sentir o gosto da comida que prepara é o pior dos pesadelos.</p>
<p>Mas ele não abandonou a cozinha. Continuou criando pratos e receitas seguindo sua intuição e com a liberdade de não ter de pensar no gosto que aquilo teria &#8211; essa tarefa foi transferida a membros de sua equipe, que depois atestavam se faltava algum tempero ou se estava mesmo comestível. Mas a alta temporária de paladar o fez um chef melhor, ele costuma dizer. À medida que seu paladar foi sendo restabelecido, o primeiro e único sabor que ele conseguia sentir era o doce, como acontece com os bebês. &#8220;Uma colher de sal na minha boca não tinha gosto algum, o que era estranho. Mas ao mesmo tempo, fui provando ingredientes, frutas e vegetais e descobrindo as nuances de doce que eles tinham, e como isso podia ser usado em várias receitas&#8221;, disse ele à New Yorker. Aos poucos, o amargo, o salgado e o azedo foram voltando à sua percepção gustativa. &#8220;Tive o prazer de redescobrir os sabores, e me apaixonar por eles de novo&#8221;. Que outro chef de cozinha teve a mesma chance de passar por uma reeducação de paladar em plena ascensão na carreira?</p>
<p><strong>Pensar positivo</strong></p>
<p>Achatz podia ter se resignado à doença, entrado numa depressão. Mas preferiu aproveitar a experiência e tirar dela um proveito positivo. Destrinchar todos os possíveis sabores do limão que a vida lhe deu, e não só o amargo. Essa conotação mais otimista é o preceito principal da psicologia positiva, que prega uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas. &#8220;Ela surgiu exatamente da necessidade de colocar o foco da psicologia no aspecto funcional do ser humano, para além da doença&#8221;, afirma Lilian Graziano, psicóloga e diretora do Instituto de Psicologia Positiva e Comportamento.</p>
<p>Se as outras correntes focam justamente nos traumas, nos transtornos e nos distúrbios de seus pacientes, a psicologia positiva foca na felicidade &#8211; e ela não é feita de fotos de gatinhos, arco-íris nem adesivos de smiles colados no vidro do carro. A abordagem dessa psicologia é em estudar de que forma o conceito de felicidade muda no decorrer do tempo e quais estratégias podem aumentar a felicidade das pessoas. &#8220;As pessoas estão mais focadas no hoje, na urgência de serem felizes agora. E precisamos criar ferramentas para ajudá-las nessa tarefa&#8221;, escreve a psicóloga e professora de psicologia da Universidade da Califórnia, Sonja Lyubomirsky, no recém-lançado The Myths of Happiness (Os mitos da felicidade, sem edição no Brasil).</p>
<p>A psicologia positiva surge elencando forças pessoais que são baseadas em virtudes consideradas universais, e que todos possuímos &#8211; em maior ou menor grau. O trabalho dos especialistas é ajudar as pessoas a acessarem essas forças e, assim, poder resolver seus problemas cotidianos ou enfrentar uma adversidade mais séria. &#8220;Ao tirar o foco da dificuldade, já conseguimos alterar nossa visão atributiva das coisas, colocando foco nas nossas qualidades, vendo os desafios como oportunidades&#8221;, afirma Sonja. Para a psicóloga Lilian Graziano, sempre há aprendizados e oportunidades. Saber reconhecê-los como tal e tentar tirar deles um proveito é o que nos permite evoluir. &#8220;É comum ficarmos cegos para as oportunidades que surgem dos percalços, assim como é fácil, também, esquecermos que, afora o problema em questão, também somos capazes de ter alegria e qualidades em outros setores da vida&#8221;, diz. Tal como um software, sua versão XP é melhor que a versão 2011 justamente porque houve correções dos processos que não estavam funcionando. Se não fosse a página dar pau, o sistema não rodar ou os hackers mostrarem que havia falhas que podiam corromper o funcionamento do programa, dificilmente as evoluções teriam sido contempladas. E sem elas, você não estaria lendo essa matéria, caro leitor. Graças ao salvamento automático do Word (sim, eu sou um jornalista à moda antiga), pude resgatar tudo o que tinha escrito. E ainda ter tempo para reler e corrigir umas coisinhas. Santa falta de energia!</p>
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<p>Rafael Tonon é jornalista e amante da boa gastronomia. Já foi editor de Vida Simples e continua a escrever por aqui sempre que pode.</p>
<p><em>Fonte: abril.com</em></p>
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		<title>Música no trabalho: aliada ou inimiga?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2013 18:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>A música está presente na nossa vida mais do que qualquer outra representação artística, muitas vezes assumindo papel de destaque em momentos marcantes de nossas vidas. Não é exagero dizer que a música está presente na nossa vida tanto quanto oxigênio, comida e um filminho com pipoca no final de semana. Ela não apenas existe, ela é essencial. Não à toa, a música é uma das maiores fontes de prazer das pessoas do mundo todo, e é quase impossível encontrar alguém que não goste de pelo menos um estilo.</p>
<p>Quando falamos em música no ambiente de trabalho, as discussões começam (para não falar em gêneros e bandas porque aí o clima fica pesado). Há quem acha que atrapalha, há quem acha que ajuda e há quem fica no meio do caminho. Eu já trabalhei com fones de ouvidos, com música ambiente, no completo silêncio e no completo caos, ouvindo música clássica ou “tuntz-tuntz”, sozinho ou em um departamento lotado. Não um dia ou uma semana, mas durante anos trabalhei à base de música.</p>
<p>Como sou apaixonado por música, sempre fiquei intrigado sobre o assunto música no trabalho, o que me fez demorar quase dois anos para escrever este artigo testando o que mais funcionava para mim e lendo, sempre que encontrava, algum texto sobre o assunto. Um dos que mais me chamou atenção abordava a música durante a prática de exercícios. Se você vai à academia regularmente, sabe o quanto a música é capaz de estimular. Academia sem música é algo difícil de imaginar, iPods viraram itens essenciais de corrida e coreografias de aulas são montadas a partir da trilha sonora. O que você provavelmente não sabe é que as batidas das músicas são capazes de ampliar o seu limiar respiratório, que é basicamente a forma como o seu corpo aproveita o oxigênio. Isso quer dizer que ouvir Lil Wayne ou Armin Van Buuren no volume máximo faz você correr mais e se sentir menos cansado, como se tivesse ingerido um suplemento estimulante.</p>
<p>Isso me fez pensar que se a música (mais especificamente a velocidade da batida e a sincronia dos movimentos) é capaz de alterar o funcionamento do corpo, então ela deve ter alguma influência na nossa produtividade e criatividade no trabalho. Mas o seu impacto no trabalho é um tanto tênue.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA A CRIATIVIDADE</strong></p>
<p>Neurocientistas têm estudado os efeitos dos sons no cérebro com o objetivo de entender melhor a audição e como a música afeta o cérebro e, por consequência, a criatividade. Uma busca no Google sobre “música” e “criatividade” e você descobrirá coletâneas como “Creativity &amp; Inspiration” ou “Music Therapy to Enhance Intellect And Creativity” com músicas que prometem melhorar a concentração e estimular a criatividade. Funciona? Até onde eu sei, nenhum estudo conseguiu realmente provar que sim. Mas certamente ajuda.</p>
<p>Tentei trabalhar meia-hora escutando batidas binaurais, um tipo de som que através da diferença de frequência sonora entre um ouvido e outro altera a percepção do que realmente está tocando e estimula o cérebro. É uma viagem! Talvez seja bom para meditar, mas definitivamente não para trabalhar. Embora eu goste muito mais da ideia de trabalhar ouvindo Daft Punk, ele também não ajuda. Acredito que o estilo ideal dependa muito do tipo de trabalho que faz, se você é designer, escutar rock pode ser bem estimulante. Mas se você trabalha com redação ou atividades que exijam raciocínio ou descobertas de insights, os vocais irão lhe distrair. É quase unânime entre especialistas e profissionais que músicas cantadas mais atrapalham do que ajudam. É melhor você se familiarizar com estilos como dubstep, deep-house, acid jazz e downtempo (a famosa música de elevador).</p>
<p>Engana-se quem acha que criatividade precisa de silêncio, uma análise de cinco experimentos chegou à conclusão de que o barulho moderado aumenta o desempenho em tarefas criativas, prejudicando o pensamento abstrato (que leva à criatividade) e dificultando o processamento de informações. Resumindo, o ambiente mais fértil para a criatividade é um local sem excessos, já parecido com o que muitas empresas possuem — nem barulhento que você não consiga se concentrar nem silencioso do tipo que causa desconforto. Se você não trabalha em um lugar assim, talvez seja melhor colocar os fones com uma música tranquila sem vocal.</p>
<p>O escritor Tim Ferriss tem uma ótima e bem variada playlist que vai de Justin Timberlake à música tema do Highlander. O meu estilo é diferente (palinha aqui), mais calmo e alternativo como artistas como Thievery Corporation, Simian Mobile Disco e Ludovico Einaudi. Gosto é gosto, mas a dica principal aqui não é evitar suas músicas favoritas, ou deixará de ser trabalho para ser diversão.</p>
<p><strong>MÚSICA PARA PRODUTIVIDADE E MOTIVAÇÃO</strong></p>
<p>É importante frisar que música no trabalho é bem-vinda desde que não afete o desempenho ou a interação social. Chefes devem analisar o uso da música no ambiente, o volume, o tipo de música e a opinião de todos. E todo mundo deve fazer uma autoanálise a respeito do uso dos fones de ouvido. Embora eles ajudem na concentração – principalmente se você trabalha em um ambiente muito barulhento –, eles prejudicam a interação com o ambiente, com os colegas do trabalho e diminuem o comprometimento do funcionário com a empresa. O assunto é tão sério que estudos tem sido feito a respeito do impacto desse comportamento dentro das empresas. Por esse motivo, eu praticamente aboli o uso de fones enquanto trabalho. Mas cada um tem um jeito de produzir e as empresas devem estar cientes disso e tomar as devidas ações se perceberem que isso está prejudicando a empresa.</p>
<p>Uma coisa é colocar David Guetta ao final do expediente de sexta-feira, outra coisa é ouvir o dia todo. Música no trabalho é ótima para motivar a equipe, torna as pessoas mais empáticas e deixa as pessoas mais felizes, mas ela atrapalha as atividades cognitivas. Então, se você tem que pensar muito, David Guetta não irá ajudar. Já em atividades repetitivas ou manuais, música ajuda a aumentar o estado de alerta e a eficiência, especialmente se tocada esporadicamente e não contínua (por exemplo colocar na cozinha do escritório por exemplo onde as pessoas vão regularmente).</p>
<p><strong>4 DICAS RÁPIDAS PARA USAR MÚSICA A SEU FAVOR</strong></p>
<p>A autora do livro “Conquer CyberOverload” escreveu 4 dicas que ajudam a balizar o uso da música no ambiente de trabalho:</p>
<p>Tarefas repetitivas que exigem concentração, mas não muito processamento cognitivo: músicas alegres aumentarão os níveis de atenção e energia.</p>
<p>Tarefas que necessitem alto processamento cognitivo ou criatividade: música antes ou nos intervalos.</p>
<p>Tarefas monótonas com grande volume de informação: músicas instrumentais podem melhorar o desempenho.</p>
<p>Tarefas complexas ou que envolvam resolução de problemas ou muito pensamento cognitivo: evite música com letra, especialmente pop. Procure deixar a música para o fim do dia ou intervalo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Há muita discussão sobre esse assunto, alguns estudos e muito empirismo sugerem que ouvir nossas músicas favoritas no trabalho não é uma boa ideia, mas não há motivos para radicalização. O importante é fazer o que você acha que funciona para o seu estilo de trabalho. Jazz, rock, samba, eletrônica, teste o que funciona para você, lembre-se que tudo que você faz no escritório deve contribuir para melhorar seu desempenho. Evite exageros, tome cuidado para a música não o afastar dos colegas de trabalho ou deixarem você muito eufórico. Uma boa dica é perguntar para alguém que você confia no trabalho, se você não está exagerando. Fora isso, aperte o play e seja feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: pequenoguru.com.br</em></p>
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