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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; crescimento</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Feedback: entenda o impacto positivo e negativo para a retenção de talentos!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 18:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Gestores cobram o tempo todo, mais dedicação, melhor desempenho, atitudes de alta performance, e muitas outras coisas, mas se esquecem de um ponto fundamental para que isso seja possível: Feedback! Feedback pontual, específico e individual. Primeiramente, os gestores precisam conhecer&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Gestores cobram o tempo todo, mais dedicação, melhor desempenho, atitudes de alta performance, e muitas outras coisas, mas se esquecem de um ponto fundamental para que isso seja possível: Feedback! Feedback pontual, específico e individual.</p>
<p style="text-align: left;">Primeiramente, os gestores precisam conhecer o seu colaborador, saber o que os motiva e as áreas que eles buscam desenvolvimento e crescimento. Será que aquele profissional de vendas, realmente se enquadra no perfil Comercial?</p>
<p style="text-align: left;">Uma das sugestões para iniciar um processo formal de desenvolvimento é instaurar processos de Avaliação de Desempenho, podendo ser ela 180º, a qual envolve gestor-colaborador, ou ainda, 360º, que envolve gestor-colaborador-pares, porém, aconselha-se a implementação após um período de conhecimento do processo de Avaliação 180º por todos da empresa. A avaliação 360º pode ser motivo de conflitos se não realizada da maneira correta.</p>
<p style="text-align: left;">Profissionais de alto desempenho precisam de feedback detalhado sobre seus pontos fortes e os aspectos que precisam desenvolver. Isso tende a fazer com que os mantenham engajados no processo, pois terão claro o que precisam desenvolver e quais aspectos podem potencializar. A avaliação de desempenho possibilita essa abertura inicial, porém, é preciso alguns cuidados:</p>
<p style="text-align: left;">Para o gestor, tome cuidado para não ser crítico e negativo. Tenha o foco em auxiliar no desenvolvimento, e atingir mais eficiência.</p>
<p style="text-align: left;">Inicie o processo destacando os aspectos positivos do colaborador, demonstrando quão importante ele é para o andamento do processo. Dê um feedback detalhado dos prós e contras das atividades realizadas, incluindo exemplos específicos de ações que o colaborador pode fazer para aumentar o desempenho. Por exemplo: se ele realizou uma tarefa de forma excelente, dentro dos padrões solicitados, mas entregou com 1 dia de atraso, o elogie pelo ótimo trabalho, porém, lembre-o que no próximo trabalho, espera a mesma excelência dentro do prazo estabelecido.</p>
<p style="text-align: left;">Profissionais que não recebem feedback podem ficar desmotivados e perder a sinergia com o propósito da empresa, afinal, como ele vai saber se está seguindo a linha certa ou não? Pessoas precisam se sentir co-responsáveis por cada tarefa entregue, aliando a valorização ao que foi feito. A forma como se dá o feedback também é importante para se ter a atitude que se espera do colaborador.</p>
<p style="text-align: left;">Para o colaborador, pequenas atitudes comportamentais podem fazer a diferença para o bom desempenho:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Mantenha o Otimismo: Frente às dificuldades, busque ver o lado bom do que está acontecendo. A palavra chave é APRENDIZADO.</li>
<li style="text-align: left;">Administre bem o seu tempo: Meça o tempo que você tem acessado a internet. Este tempo tem sido produtivo?</li>
<li style="text-align: left;">Faça mais: Busque atividades além da sua. Envolva-se em novos projetos, dê sugestões também.</li>
<li style="text-align: left;">Tenha atitude de dono: Tenha atitudes para fazer o negócio crescer como se ele fosse seu, pois consequentemente, você estará crescendo junto com ele.</li>
<li style="text-align: left;">Entenda o feedback ruim: Qualquer feedback, mesmo que ruim, não está sendo a toa. É a imagem que você está passando ao outro.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Uma equipe engajada, e que se conhece, traz resultados surpreendentes para a organização. Experimente!</p>
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		<title>Dedicação e resultado: o segredo para o sucesso profissional</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/dedicacao-e-resultado-o-segredo-para-o-sucesso-profissional/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 19:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora surge, com força, a falta de credibilidade da população, junto com uma descrença de como será o futuro da economia nos próximos cinco anos. Todo mundo está se virando no que pode.</p>
<p>A queda no lucro das empresas acarreta redução de arrecadação e menos investimentos. Preços de aluguéis estão caindo e estamos vendo cada vez mais empresas fechando e imóveis vazios. A crise está aí, e a percepção de muita gente é que antes de melhorar, ainda vai piorar muito.</p>
<p>Não adianta ficar só reclamando de tudo e não agir concretamente para mudar a sua própria realidade. No campo de desenvolvimento pessoal , por exemplo, há aulas/palestras no Youtube (ex.: Endeavor Brasil, TV Educação Financeira, etc.) e excelentes cursos gratuitos (ex.: SENAC, SEBRAE, etc) na internet, que podem ser feitos de sua casa em qualquer horário. Por incrível que pareça quem mais precisa dessas capacitações fica perdendo tempo precioso em redes sociais e não busca aumentar suas competências profissionais com esses cursos, o que pode levar a concretas oportunidades de crescimento.</p>
<p>Penso que algo que muita gente pode (e deve) rever é a falta de compromisso na &#8220;entrega de resultados&#8221;. Não busque apenas cumprir o mínimo, busque a excelência, pois o que está em jogo é o seu futuro. Esse pensamento permeia a vida das pessoas que dedicam-se a projetos e obtém sucesso, financeiro, inclusive. As pessoas que não se esforçam ao que estão fazendo, não controlam, não medem, não buscam ultrapassar metas, acabam sendo deixadas num segundo plano pelas empresas.</p>
<p>É importante que você tenha uma meta e se dedique a isso. Muitas pessoas vão para o trabalho, ficam penduradas em redes sociais, atendem mal os clientes, não são dedicadas na hora de fechar uma venda, são pouco colaborativas, dificultam o ambiente de trabalho e depois reclamam que a vida lhe é injusta. Deixe de se fazer de coitado! Não há como você colher aquilo que não plantou, esperando algo bom, se o trabalho realizado não foi bom.</p>
<p>Reveja seu comportamento e busque &#8220;entregar resultados&#8221; em tudo o que se dedica. Há muita gente procurando emprego e oportunidade de crescimento, mas poucos buscam se esforçar (de verdade) a fim de entregar resultados para quem está pagando a conta. Destaque-se da massa fazendo suas atividades com zelo e eficácia. Quem tem uma vida profissional com entrega de resultados se destaca sempre. Para essas pessoas, as chances de recolocação profissional são sempre maiores e as oportunidades estão sempre se renovando.</p>
<p>Tenha isso como meta na sua vida: entregar resultados! Seja consistente nisso e seu valor será reconhecido e você terá acesso às melhores oportunidades, mesmo em momentos de crise. E lembre-se do ditado popular: &#8220;enquanto uns choram, outros vendem lenços&#8221;. Não deixe que a crise faça você chorar, capacite-se, entregue resultados e adote posturas vencedoras. Seu futuro vai agradecer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Lélio Braga Calhau &#8211; Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast &#8220;Educação Financeira para Todos&#8221;</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Como fazer escolhas difíceis?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/como-tomar-decisoes-dificeis-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 17:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Quando você acha que duas coisas são muito boas para você, torna-se difícil decidir e escolher apenas uma delas. Qual carreira seguir? Devo me separar? Devo me casar? Onde devo viver? Grandes decisões como essas podem ser dolorosamente difíceis. mas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você acha que duas coisas são muito boas para você, torna-se difícil decidir e escolher apenas uma delas.</p>
<p>Qual carreira seguir? Devo me separar? Devo me casar? Onde devo viver? Grandes decisões como essas podem ser dolorosamente difíceis. mas isso é porque nós pensamos sobre elas da forma errada, diz a filósofa Ruth Chang.</p>
<p>Ela oferece um poderoso quadro para moldar quem realmente somos. Confira!</p>
<p><em>Fonte: ted.com</em></p>
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		<title>26 carreiras (quase) à prova de crise no Brasil</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 12:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Demanda em alta mesmo com crise Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 300;"><strong>Demanda em alta mesmo com crise</strong></h4>
<p>Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Aumento do desemprego e desaceleração dos rendimentos reais marcam este caminho, segundo o texto do instituto.</p>
<p>No entanto, algumas áreas e carreiras estão sofrendo menos os efeitos da retração da economia. Na visão de Marcelo Braga, sócio da consultoria Search, tecnologia, mercado financeiro, farmacêutico e o agronegócio são os segmentos menos afetados pela crise atual.</p>
<p>Em relação às atividades profissionais, posições ligadas à redução de custos, ganho de qualidade eficiência em estruturas, processos e procedimentos são mais valorizadas em cenários menos positivos para a economia.</p>
<p>EXAME.com entrevistou 11 especialistas de diferentes consultorias de recrutamento para saber mais sobre as profissões carreiras que seguem em alta e, até agora, têm se mostrado (quase) à prova de mau tempo na economia. Veja, nas fotos, quais são as carreiras e quais motivos mantêm a demanda por profissionais mesmo em época de crise:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg"><img class="aligncenter wp-image-680 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg" alt="size_810_16_9_Moedas" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Controller ou gerente de controladoria</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É o profissional “número 2” na hierarquia do departamento financeiro da empresa, sendo responsável pela projeção, coordenação e controle das atividades nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. É ele quem traz os indicadores de eficiência financeira e sua atividade norteia a redução de custos e ganho de escala nas operações.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, o controller responde a três grandes imperativos em tempos de crise: ganho de escala, redução de custos e melhoria na produtividade. Daí sua valorização num momento em que as coisas não vão bem para a economia. “É quem dá a diretriz para tomada de muitas decisões estratégicas&#8221;, afirma Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO.</p>
<p>Continua sendo solicitado, principalmente, por empresas do setor da indústria (automotivo, bens de consumo e varejo) e de serviços que tenham a capacidade de se adaptar ao novo cenário. Na agenda do CFO, hoje, o controle de custos está no topo da lista, pelo qual este profissional agrega muito valor, segundo a percepção da equipe da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg"><img class="alignnone wp-image-681 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg" alt="size_810_16_9_investigacao-lupa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de auditoria e controles internos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Identifica os riscos do negócio e propõe alternativas para minimizá-los. Além disso, dá suporte à governança corporativa da empresa e promove a adaptação às normas internas e às regulamentações existentes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Miwa, sócio da Hound, obter eficiência nos processos internos faz com que a empresa maximize a relação entre custo e benefício de seu funcionamento. “Isso faz muita diferença principalmente quando o momento de mercado não é de crescimento e sim de retração, escândalos de corrupção e de crédito mais escasso e caro”, explica ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg"><img class="alignnone wp-image-682 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg" alt="size_810_16_9_termometro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de risco</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Está envolvido nos processos financeiros, vendas e geração de receita.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “É um profissional que atua diretamente no coração de qualquer negócio”, diz Anna Melo, gerente da Randstad Professionals. É natural, portanto, que ele garanta sua relevância num contexto econômico em que os custos e as receitas precisam ser acompanhados com uma lupa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg"><img class="alignnone wp-image-683 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de planejamento tributário</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na gestão fiscal e no planejamento tributário, evitando riscos e gastos desnecessários.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O Brasil conta com uma matriz tributária muito complexa, diz Rodrigo Miwa, sócio da consultoria Hound, o que torna o profissional da área uma peça valiosa para as empresas. Isso porque, segundo ele, estratégias para a redução da carga de impostos e estudos de viabilidade fiscal de novos projetos são essenciais em tempos de crise.</p>
<p>A consultoria Michael Page observa demanda maior por este tipo de profissional no setor de varejo. Já a diretora Natasha Patel, da Hays, destaca que há também forte necessidade por planejamento de tributos indiretos na indústria com perfil de comunicação e domínio de idiomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg"><img class="alignnone wp-image-684 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg" alt="size_810_16_9_check-list" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de compliance</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Garante que as transações e processos da empresa sejam transparentes e aconteçam em acordo com a lei e com as normas internas da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, a relevância do gerente de compliance independe do contexto econômico. “Ele responde a um contexto político que exige adequação máxima às novas legislações e regulamentações”, diz ela.</p>
<p>“Desde 2014 temos visto mais demanda por estes profissionais”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Setor financeiro e indústrias farmacêuticas e de biotecnologia são áreas mais promissoras para profissionais de compliance, segundo Natasha.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg"><img class="alignnone wp-image-685 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional da área de compras e suprimentos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Organiza a compra e faz negociações com fornecedores de todos os materiais, diretos e indiretos, usados pela empresa. Além disso, pode se envolver na discussão de grandes contratos de prestação de serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, diz que o profissional da área é capaz de renegociar contratos antigos, buscar novos fornecedores, reavaliar prioridades e necessidade de aquisição ou não de determinados itens. Com isso, acaba se tornando uma figura-chave para a redução de despesas nas empresas.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg"><img class="alignnone wp-image-686 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg" alt="size_810_16_9_477163337-web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gestor de projetos e processos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Reavalia processos internos e faz a gestão de novos projetos, para garantir cumprimento de prazos e budgets estabelecidos. Pode atuar como consultor externo ou numa área interna das empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, as empresas têm buscado profissionais que as ajudem a reorganizar procedimentos e gerir melhor qualquer projeto, como o lançamento de um novo produto ou a mudança de um sistema integrado. O objetivo é claro: economizar o máximo possível de tempo e dinheiro.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg"><img class="alignnone wp-image-687 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg" alt="size_810_16_9_moedas (1)" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Head ou gerente de tesouraria</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Gerencia as operações financeiras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O acesso ao crédito tem mudado desde o ano passado, o que está sendo desafiador para as empresas, principalmente nacionais. Por este motivo, tem crescido o número de demandas por profissionais de tesouraria com experiência em reestruturação de dívida (alongamento), bom relacionamento bancário e capacidade de estruturar operações financeiras de captação alternativas e menos custosas, segundo informações da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg"><img class="alignnone wp-image-688 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg" alt="size_810_16_9_calculadora" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Analista ou supervisor de custos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Promove ou gerencia a otimização de processos internos e a redução de custos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> A área de finanças faz toda a diferença em tempos de cinto apertado. “Um profissional que corta gastos é alguém de quem nenhum empregador vai abrir mão neste momento”, diz Marcela Esteves, gerente de divisão da Robert Half.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg"><img class="alignnone wp-image-689 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg" alt="size_810_16_9_aperto-de-maos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de vendas e novos negócios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Expõe a empresa e seus produtos ao mercado e gera receita com o fechamento de novos negócios, já que faz a prospecção de novos clientes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “Como está na linha de frente, esse profissional é bem-vindo em qualquer momento”, diz Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO. Num momento de crise, mais ainda. Afinal, um bom “vendedor” consegue alavancar os negócios da empresa a ponto de mantê-la viva mesmo num cenário instável.</p>
<p>A consultoria Michael Page tem recebido mais demandas por gerentes nesta área. Em momentos de crise, principalmente na indústria, além do conhecimento técnico, o perfil comportamental é crucial e decisivo em contratações &#8211; pró atividade, perfil consultivo, motivador e liderança são algumas das características mais demandadas, segundo a Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg"><img class="alignnone wp-image-690 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg" alt="size_810_16_9_bússola" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de gestão da mudança ou “turn around”</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável por trazer mudanças impactantes em áreas estratégicas, como RH ou finanças. Mais do que uma área, explica Paulo Dias, diretor da STATO, trata-se de uma especialização de alguns profissionais.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Dias, a crise econômica muitas vezes força a necessidade de mudar a cultura, o perfil dos funcionários ou até modelo de negócio de uma empresa. Um profissional capaz de fazer essa manobra “salvadora” é muito procurado pelos empregadores.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg"><img class="alignnone wp-image-691 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg" alt="size_810_16_9_medicp" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de saúde preventiva e terapêutica (médico, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo)</h4>
<p><strong>O que fazem? </strong>São responsáveis pela promoção da saúde humana em suas diversas especialidades.</p>
<p><strong>Por que sobrevivem à crise? </strong>De acordo com Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, tanto a área de saúde preventiva quanto a terapêutica continuam em alta. Ela menciona estatísticas recentes, segundo as quais a população do Brasil está envelhecendo. “Enquanto cada vez mais pessoas adoecem e demandam cuidados especiais, faltam médicos”, diz ela.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg"><img class="alignnone wp-image-692 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg" alt="size_810_16_9_fibra-luminosa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de P&amp;D (Pesquisa e Desenvolvimento)</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Investiga tecnologias de inovação aplicadas a produtos e serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Maranini, gerente da Talenses, a preocupação das empresas com a escassez de insumos na crise faz com que elas busquem soluções tecnológicas. “Profissionais capacitados a atendê-las nesse sentido estão sendo muito procurados”, diz ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg"><img class="alignnone wp-image-693 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg" alt="size_810_16_9_seguranca-trabalho" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Coordenador ou gerente de qualidade/SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Planeja, executa e delega ações para cumprir exigências ambientais, prevenir acidentes e garantir a saúde dos funcionários de uma empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>A preocupação das empresas com a área de SSMA aumentou consideravelmente nos últimos anos, diz Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Além de cumprir a lei, elas também precisam cuidar disso para não prejudicar sua reputação e, consequentemente, o seu lucro”, explica. A valorização do profissional da área também tem a ver com a sua escassez: segundo Maranini, ainda há poucas pessoas com formação específica na área e com um bom nível de inglês. A consultoria Michael Page também nota um aquecimento da demanda por esta posição nas companhias.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg"><img class="alignnone wp-image-694 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg" alt="size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente ou diretor de S&amp;OP (Planejamento de vendas e operações)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Elimina os gargalos da produção, planeja a estratégia de vendas e faz a interface com o planejamento logístico da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Na crise, a área se torna estratégica para reduzir custos. “Quando falta alinhamento entre logística e comercial, o estoque se degrada ou é depreciado, o que traz muitos prejuízos”, explica Rodrigo Maranini, gerente da Talenses.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg"><img class="alignnone wp-image-695 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg" alt="size_810_16_9_exportacoes-porto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de shipping ou exportação</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Orienta as diversas fases do processo de exportação, como a burocracia alfandegária, a logística e o relacionamento com as empresas de transporte.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Rodrigo Maranini, da Talenses, a alta do dólar beneficiou diversos segmentos, como o de exportação de borracha e de grãos. Além da valorização da área, faltam profissionais da área com pensamento estratégico e domínio de inglês.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg"><img class="alignnone wp-image-696 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg" alt="size_810_16_9_labirinto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de projetos em logística</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela melhoria do fluxo em várias etapas da cadeia produtiva de uma empresa. Também pode implantar sistemas de informação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O mercado de logística mudou muito com a evolução do consumo, de acordo com Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Hoje as pessoas compram de forma mais global, remota e complexa”, explica ele. Por isso, novos projetos para a entrega de mercadorias precisam ser redesenhados constantemente, para aumentar a produtividade e evitar prejuízos &#8211; ainda mais em tempos de instabilidade econômica.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg"><img class="alignnone wp-image-697 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg" alt="size_810_16_9_recursos-humanos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional generalista de recursos humanos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Atua em projetos de desenvolvimento organizacional e também em ações de treinamento e desenvolvimento ou de recrutamento e seleção.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Justamente porque é capaz de atuar em mais de uma área do departamento de recursos humanos. “Não basta ser especialista, as empresas buscam profissionais que também abracem outros subsistemas na área de recursos humanos”, diz Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p>De acordo com Carlos Nosé, sócio da Asap, os profissionais de recursos humanos estão mais valorizados porque ajudam a identificar onde pode haver ganho de qualidade de mão de obra. “Eles ajudam a diretoria a mexer na estrutura, fazendo movimentos de substituição de profissionais caros que não estão tendo bom desempenho na função”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg"><img class="alignnone wp-image-698 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em folha de pagamento (para multinacionais)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na área de remuneração dentro do departamento de recursos humanos, gerenciando a folha de pagamentos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Os departamentos de folha de pagamento de empresas multinacionais têm espaço para estes especialistas. “Muitas empresas transferem este serviço a terceiros, mas há aquelas que preferem manter a estrutura de folha de pagamento interna por conta da confidencialidade dos valores de salário”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Mas é preciso falar inglês ou espanhol, dependendo do local da matriz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg"><img class="alignnone wp-image-699 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em política de benefícios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Seu foco é conseguir que a empresa forneça os melhores benefícios aos funcionários, a custos menores, por isso faz a interação entre a companhia e as fornecedoras de vale-alimentação, seguradoras de saúde, entre outras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> É valorizado porque pode reduzir custos e, ainda assim, melhorar a política de benefícios da empresa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg"><img class="alignnone wp-image-700 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg" alt="size_810_16_9_contrato" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Subscritor de seguros</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável pela interação entre a empresa e as companhias seguradoras, com foco na gestão de risco.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O objetivo das empresas é minimizar riscos de perdas e prejuízos em caso de alguma eventualidade, segundo Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg"><img class="alignnone wp-image-701 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg" alt="size_810_16_9_computador-e-caneca" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Desenvolvedor de software</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Desenvolve aplicativos e programas com o objetivo de trazer mais eficiência em processos e procedimentos da empresa. Tecnologias como Dot.Net, PL-SQL e Java são as especialidades mais procuradas, de acordo com a consultoria Conquest One.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Mesmo com a indústria retraída, há setores mais “saudáveis” no momento que compensam o fraco desempenho industrial. “Construção, farmacêutico e tecnologia são setores que estão bem e contratando, o que equilibra a balança do mercado de TI”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg"><img class="alignnone wp-image-702 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg" alt="size_810_16_9_energia-eolica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Engenheiro de energia renovável</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Demanda em alta para profissionais de nível executivo, que atuam na gestão de projetos de geração de energia renovável.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Faltam profissionais experientes no setor. “Temos recebido até pessoas que vem de outro país, porque há falta de mão de obra no Brasil neste setor que é relativamente novo”, diz Carlos Guilherme Nosé, sócio da Asap.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg"><img class="alignnone wp-image-703 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg" alt="size_810_16_9_homem-grafico" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de inteligência de mercado</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua no departamento de marketing trazendo informações estratégicas de mercado e buscando entender necessidades de clientes e potenciais clientes.</p>
<p>Por que sobrevive à crise? Sua atuação é fundamental para gerar mais valor para a marca e para o produto.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg"><img class="aligncenter wp-image-704 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg" alt="size_810_16_9_e-commerce" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente geral de e-commerce para varejo</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela gestão da área de e-commerce com foco em P&amp;L (lucros e prejuízos) assegurando a rentabilidade da operação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O varejo online está crescendo no Brasil e seu grande desafio é a rentabilidade. No ano passado, a alta nas operações de comércio eletrônico foi da ordem de 25%, segundo informa a consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg"><img class="alignnone wp-image-705 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg" alt="size_810_16_9_grafico-dinheiro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de processos/ melhoria contínua</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Tem foco na redução de procedimentos e custos na operação para trazer mais eficiência aos processos.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Redução de custos e mais eficiência são ações muito valorizadas pelas companhias em momentos de crise, segundo a consultoria Michael Page.</p>
<p><em>Por: Camila Pati e Cláudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Verdade ou não? Estereótipos da Geração Y são postos à prova</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 13:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[característica]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[geração]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Em cinco ou seis anos, a Geração Y será maioria no mercado de trabalho”, lembra Petter Nylander, presidente da Universum. Por isso, as atenções da empresa que ele conduz estão voltadas aos hábitos, anseios e desejos destes jovens. Para a&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Em cinco ou seis anos, a Geração Y será maioria no mercado de trabalho”, lembra Petter Nylander, presidente da Universum.</p>
<p>Por isso, as atenções da empresa que ele conduz estão voltadas aos hábitos, anseios e desejos destes jovens. Para a Universum, compreendê-los é entender o futuro do trabalho e da inovação. Assim, a empresa, em parceria com o INSEAD Emerging Markets Institute (EMI) e a HEAD Foundation, colocou à prova 5 estereótipos propagados sobre o perfil da Geração Y.</p>
<p>Para chegar ao resultado, foram coletadas em 42 países respostas de 16 mil jovens (nascidos entre 1984 e 1996) a perguntas que iam ao encontro do que diz a literatura disponível sobre eles e de onde surgiram alguns estereótipos:</p>
<p><strong>1. Eles querem cargos de liderança e crescimento rápido de carreira:</strong></p>
<p>Verdadeiro. Para 70% dos jovens entrevistados, chegar ao cargo de gerente &#8211; ou assumir um papel de liderança na carreira &#8211; é importante. As oportunidades de influência dentro da organização e a atuação estratégica são o que mais atraem os jovens latino-americanos para as posições de liderança, segundo a pesquisa. Já os jovens da Europa Central e do Leste consideram mais atrativos os altos salários recebidos pelos chefes, assim como os asiáticos.</p>
<p><strong>2. A Geração Y se esquiva de “trabalho duro”</strong></p>
<p>Nem verdadeiro, nem falso. É que o que a Geração Y entende por trabalho desafiador de liderança não está necessariamente relacionado a longas jornadas e carga excessiva de trabalho. Apenas 10% dos jovens identificaram trabalho desafiador com constantes horas extras, segundo a pesquisa. Para 39%, a inovação é característica principal de uma atividade que tenha desafios. Outros 39% consideram que aprender coisas novas todos os dias é parte de um trabalho desafiador. Mas, 64% concordam que estar disposto ao desafio de ser líder é também estar preparado para stress e mais horas de trabalho.</p>
<p><strong>3. Equilíbrio entre vida pessoal e profissional é mais importante do que dinheiro e status</strong></p>
<p>Verdadeiro. Apenas 17% dos entrevistados ao redor do mundo não desistiriam de um trabalho bem remunerado para ganhar mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Os jovens da Europa Central e do Leste são os que menos se identificam com esta máxima. Apenas 25% dos entrevistados nesta região trocariam um salário alto por mais qualidade de vida. Já na América Latina, apenas 19% não concordam que o equilíbrio entre vida pessoal e carreira seja mais importante do que um salário alto e status.</p>
<p><strong>4. Os jovens consideram que o governo sempre pode ter uma forte (e positiva) influência na sociedade</strong></p>
<p>Falso. A pesquisa indica que, para os jovens, não necessariamente o governo influencia a sociedade atual. Na América Latina, por exemplo, a influência dos indivíduos é a mais potente, segundo mais de 40% dos entrevistados. As empresas privadas, por outro lado, são as mais influentes, segundo mais de 30% dos jovens desta região. Pouco mais de 20% acreditam que é o governo que tem maior poder de influência. A máxima provou ser verdadeira para os jovens asiáticos e africanos. Para mais da metade dos entrevistados da Ásia, é do governo o maior poder de influência na sociedade. Na África, o governo tem mais influência, segundo pouco menos de 40% dos jovens. Mas os indivíduos vêm logo atrás na pesquisa, por uma diferença de votos de menos de 5 pontos percentuais.</p>
<p><strong>5. A Geração Y envolve parentes e amigos em suas decisões de carreira</strong></p>
<p>Falso. Apenas 26% dos entrevistados ao redor do mundo confirmaram contar com ajuda na hora de tomar deciões. Outros 39% negaram e os 35% restantes mantiveram-se neutros. Eles preferem tomar suas próprias decisões, sem a influência dos outros, conclui a equipe da Unversum. De acordo com a pesquisa, na Europa Central, 61% dos jovens disseram não envolver família e amigos em questões profissionais. Entre os entrevistados da América Latina, 46% também preferem não pedir ajuda de amigos e parentes na hora de tomar decisões de carreira. Apenas 22% dos latino-americanos disseram que envolvem parentes e amigos em suas escolhas profissionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<item>
		<title>Empowerment: o que é e como aplicá-lo na sua empresa</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/empowerment-o-que-e-e-como-aplica-lo-na-sua-empresa/</link>
		<comments>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/empowerment-o-que-e-e-como-aplica-lo-na-sua-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 19:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos. Quando se fala em gestão organizacional, uma prática bastante recorrente é o Empowerment. Também conhecido como Empoderamento, o Empowerment&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos.</strong><br />
Quando se fala em gestão organizacional, uma prática bastante recorrente é o Empowerment. Também conhecido como Empoderamento, o Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos.</p>
<p>Em poucas palavras, esse termo se resume ao fortalecimento do poder decisório dos profissionais, de modo que resultados excepcionais sejam alcançados na empresa. Quer saber mais sobre Empoderamento e como sua aplicação é capaz de mudar os rumos do seu negócio? Então continue conosco!</p>
<p><strong>PARA COMEÇO DE CONVERSA: O QUE É EMPOWERMENT?</strong><br />
Nas organizações, o significado de Empowerment diz respeito a liberar habilidades, energia e conhecimento, assumindo a responsabilidade pelo trabalho e agindo com mais autoridade e autonomia após ter sido designado para isso. A partir do Empoderamento, os colaboradores passam a se relacionar de maneira diferente com as suas atribuições e a demonstrar mais compromisso na execução das tarefas.</p>
<p><strong>ALÉM DA SIMPLES DELEGAÇÃO DE TAREFAS</strong><br />
O Empowerment não deve ser confundido com a mera delegação de tarefas, tampouco ser baseado no estilo tradicional de gerenciamento ODS (Organizar, Delegar e Supervisionar). Empoderar vai além, pois atinge a esfera do comprometimento e responsabilização. Nesse conceito, é preciso que os profissionais se sintam parte do negócio, membros diretamente responsáveis pelo sucesso da empresa.</p>
<p><strong>O PODER DE CADA UM OU O PODER DA COLETIVIDADE?</strong><br />
O Empoderamento acontece individualmente, mas ganha dimensões mais profundas na coletividade. Em outras palavras, ele deve ser compartilhado e construído por meio da cooperação e engajamento do todo. Só assim essa prática encontra seu real sentido.</p>
<p>Na essência e na prática, o Empowerment envolve a descentralização de poderes na escala organizacional, conferindo autoridade e autonomia para funcionários situados em diferentes níveis hierárquicos. Cumpre ressaltar que mesmo realizando funções distintas, os colaboradores devem caminhar com um só propósito e em uma única direção: o sucesso geral da empresa.</p>
<p><strong>O EMPOWERMENT COMO CATALISADOR DE TALENTOS</strong><br />
Toda e qualquer organização que quer se destacar em seu nicho deve ser composta por profissionais com múltiplos talentos. O Empowerment é uma excelente estratégia para fazer com que esses talentos sejam despertados, reconhecidos e valorizados. É um verdadeiro processo de catálise, no qual o potencial criativo é combinado ao capital intelectual a fim de acelerar transformações significativas na empresa.</p>
<p><strong>EMPOWERMENT NÃO É EXCLUSIVIDADE DOS LÍDERES</strong><br />
Quando se fala em Empowerment, é praticamente impossível não associar essa prática à cultura organizacional e liderança. No entanto, essa abordagem de trabalho está longe de ser uma exclusividade dos líderes. O ideal é que o Empoderamento seja praticado por representantes de diferentes níveis hierárquicos. Quanto mais pessoas adotarem essa estratégia, melhor!</p>
<p>Por outro lado, as tarefas e responsabilidades não devem ser distribuídas aleatoriamente, especialmente se a equipe não estiver preparada. A implementação do Empoderamento é um processo gradual, que envolve diferentes fatores e não se dá da noite para o dia. Tenha paciência, caso contrário os resultados podem não ser os esperados.</p>
<p><strong>QUAIS VANTAGENS O EMPOWERMENT AGREGA AO SEU NEGÓCIO?</strong><br />
O Empowerment apresenta uma série de benefícios que contribuem bastante para o crescimento organizacional e sucesso nos negócios. Confira a seguir boas razões para mudar o modelo de gestão da sua empresa:</p>
<p>Foco no cliente;</p>
<p>Simplificação dos processos;</p>
<p>Equipe motivada e com autoestima elevada;</p>
<p>Redução de custos;</p>
<p>Direção alinhada aos objetivos, metas e estratégias;</p>
<p>Decisões mais rápidas;</p>
<p>Revelação de talentos;</p>
<p>Aumento da produtividade;</p>
<p>Agilidade na implementação de ações;</p>
<p>Sinergia entre os membros, gerando um ótimo ambiente organizacional.</p>
<p><strong>COMO APLICAR O EMPOWERMENT NAS EMPRESAS?</strong><br />
O potencial dos colaboradores deve ser bem aproveitado pelas organizações. A atribuição de responsabilidade e delegação de poderes viabiliza essa condição, sem deixar de lado a definição de metas e objetivos ou o estabelecimento de regulamentos e normas. É importante lembrar que Empowerment não está limitado a instituir líderes e nem a simplesmente constituir novas equipes. Empoderar é compreender a equipe já formada como força absoluta para pensar, agir e transformar (positivamente) o negócio, auxiliando os superiores na gestão ‘compartilhada’ da empresa. Veja a seguir os passos para tornar o Empoderamento uma realidade na sua organização:</p>
<p>Identificar o estágio e as causas da dependência organizacional;</p>
<p>Criar estratégias para provocar mudanças no estilo de gestão, transformando profissionais ‘dependentes’ em profissionais empreendedores;</p>
<p>Fazer com que todos entendam a importância da autonomia, responsabilidade e autoridade nos processos organizacionais;</p>
<p>Estabelecer prazos e metas, pois isso ajuda na formação de times autogerenciáveis;</p>
<p>Investir em educação corporativa (cursos, treinamentos e palestras) com foco no Empowerment;</p>
<p>Atribuir responsabilidades de acordo com os talentos, competências e habilidades de cada profissional;</p>
<p>Acompanhar e avaliar os resultados.</p>
<p>Empoderar é acreditar, influenciar e dar poder para realizar e transformar. Isso se reflete não só no trabalho, mas na vida de quem é empoderado. Diante disso, é fundamental que o Empowerment faça parte da cultura organizacional das empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Equipe Veler</em><br />
<em>Fonte: http://veler.com.br/</em></p>
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		<title>Em busca de nossas melhores segundas-feiras!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/10/em-busca-de-nossas-melhores-segundas-feiras/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 18:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma sensação gostosa e rara é chegar na segunda-feira e ir fazer o que eu gosto, com as pessoas que gosto, em um lugar que tenha os mesmos valores que eu – e ainda sou paga para viver assim. Alguém&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma sensação gostosa e rara é chegar na segunda-feira e ir fazer o que eu gosto, com as pessoas que gosto, em um lugar que tenha os mesmos valores que eu – e ainda sou paga para viver assim.</strong></p>
<p>Alguém deve estar lendo este primeiro parágrafo e pensando: “Essa mulher está louca, esta realidade não existe, e se existe é para poucos”. Conheço pessoas que vivem isso, garanto que não é 100% do tempo, mas estão sempre em busca de um bem estar e de uma sensação realização.</p>
<p>Uma coisa todos devem concordar: sentir o prazer de concluir um trabalho legal, de ser reconhecido por um projeto concluído, ou de ter colaborado com uma conquista, é uma emoção inesquecível. E ainda falam que as emoções no trabalho só atrapalham! Claro que isso não é verdade, estamos sempre buscando emoções ligadas a realização, felicidade, prazer, conquistas e crescimento, mas sabemos bem que, muitas vezes, somos confrontados com a apatia ou tédio, medo e raiva, muitas outras emoções ligadas a momentos frustrantes que passamos em nosso cotidiano, e que isso também faz parte.</p>
<p>Fui procurar o verdadeiro significado da uma emoção que nada mais é do que a reação de nosso corpo em relação a uma determinada situação. Se este é o significado da palavra emoção, como existem pessoas que dizem que não podemos ou não devemos, levar as emoções para o mundo do trabalho? Na verdade, isso é impossível! Talvez, a pergunta mais certa seria: como lidamos com as emoções que sentimos em um ambiente de trabalho?</p>
<p>Claro que quando sentimos muita raiva, não podemos sair batendo nas pessoas, ou quando estamos muito felizes e alegres, não podemos ficar cantando alto no escritório, afinal, o problema não é a emoção que sentimos, mas sim, nestes dois exemplos, da educação que recebemos.</p>
<p>Gosto de pensar na ideia de termos em nossas cabeças um balde de energia composto por várias emoções positivas, que aumentam cada vez que um evento positivo ocorre e assim vamos aumentando a quantidade de energia deste balde. Sei bem que na vida profissional, na prática, não é assim que ocorre, pois há sempre uma situação que nos gera a perda desta energia revigorante, e até podemos enumerar algumas situações que drenam as nossas energias:</p>
<p><strong>•</strong> Fazer o que não gosta</p>
<p><strong>•</strong> Fazer diariamente aquilo que exige o seu pior</p>
<p><strong>•</strong> Um chefe mau educado</p>
<p><strong>•</strong> Sentar ao lado de uma pessoa que só reclama</p>
<p><strong>•</strong> Não se sentir reconhecido pelo trabalho realizado</p>
<p><strong>•</strong> Ser mal tratado</p>
<p>Aqui fica a pergunta, se o balde está em nossa cabeça e se somos donos dela, qual a razão de nos deixarmos estas situações roubarem as nossas energias positivas? Hoje não existe mais escravidão e as oportunidades de trabalho estão cada vez maiores. Cabe a cada um de nós irmos à busca das melhores segundas-feiras de nossas vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
<p><em>Por: Paula Oliveira é coaching, psicóloga, tia com 20 anos de experiência em desenvolvimento organizacional e seleção. Bem humorada, brava e inconformada…. Apaixonada por viagens e por acompanhar a evolução das pessoas e das empresas.</em></p>
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		<title>Não deixe um problema detonar sua produtividade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/nao-deixe-um-problema-detonar-sua-produtividade/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 18:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Dicas para botar a mente nos trilhos, mesmo em momentos de sofrimento Problemas todo mundo tem. Às vezes, no entanto, eles crescem mais do que podemos suportar e acabam com nossa concentração e produtividade no trabalho. Se isso acontecer, você&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dicas para botar a mente nos trilhos, mesmo em momentos de sofrimento</strong><br />
Problemas todo mundo tem. Às vezes, no entanto, eles crescem mais do que podemos suportar e acabam com nossa concentração e produtividade no trabalho. Se isso acontecer, você sabe o que precisa fazer? A psicóloga Nina Taboada dá seis dicas para botar a mente nos trilhos, mesmo em momentos de sofrimento. Confira.</p>
<p><strong>1 –</strong> O primeiro ponto para chegar a uma solução parece muito óbvio, mas é esquecido pela maioria das pessoas, segundo Nina. “É preciso começar definindo qual é o seu problema, o que está causando o sofrimento”, diz ela. Pode parecer esquisito, mas, na maioria das vezes, nós não sabemos o que está acontecendo de fato. Sabemos, sim, que alguma coisa incomoda, mas não sabemos dar nome a ela. “Quando o problema é uma doença grave em família ou uma separação, por exemplo, essa definição é mais clara”, afirma Nina. “Por outro lado, quando estamos irritados com alguma coisa, descontando o mau humor nos colegas sem saber exatamente o porquê, esse primeiro passo, de saber o que exatamente está incomodando, é mais difícil.”</p>
<p><strong>2 –</strong> Definido o problema, o segundo passo é avaliar o que pode ser feito. “Tente separar as preocupações produtivas das improdutivas”, recomenda ela. Sabe quando seu filho está doente e você tem de ir trabalhar enquanto ele fica com uma babá ou com a avó, por exemplo? Uma preocupação produtiva, por exemplo, é se a pessoa que ficará com ele vai conseguir chegar à sua casa. Improdutivas são preocupações do tipo “Será que ele vai ter febre?”, “Será que alguém de casa vai precisar falar comigo justamente na hora da reunião?”, “Será que ele vai sentir minha falta?”. Como explica Nina, são preocupações que ficamos ruminando, que têm uma probabilidade muito baixa de acontecer e não têm de fato uma solução.</p>
<p><strong>3 –</strong> A terceira dica é transformar as preocupações em ação. “Pergunte-se o que você pode fazer para resolver a preocupação naquela hora”, diz Nina. No exemplo de preocupação produtiva acima, você pode entrar em contato para saber se a pessoa está conseguindo chegar apesar do trânsito ou da greve de metrô, por exemplo. Quando a preocupação é improdutiva, no entanto, não há o que possa ser feito. “Antes que esses fantasmas tomem conta da sua cabeça, o melhor pode ser ligar para casa, perguntar como estão as coisas e mudar o foco, sem ficar uma hora e meia fantasiando sobre isso.”</p>
<p><strong>4 –</strong> Outra recomendação interessante da psicóloga é organizar a sua rotina de trabalho com uma “to do list“. “Coloque na lista o que você precisa fazer naquele dia”, diz ela. Por exemplo, chegar e ver emails, almoçar com o cliente, ir para a reunião com o chefe, terminar o relatório e ler o contrato. “Quando a gente está em sofrimento, a organização ajuda a manter o foco no que é prioridade em cada momento”, diz ela. Isso porque, claro, se você chegar ao escritório sem um objetivo definido vai ser muito mais fácil deixar que os pensamentos negativos tomem conta de você.</p>
<p><strong>5 –</strong> Estabelecer um tempo para pensar no seu sofrimento também é uma dica bacana. “Combine com você que haverá um momento para dar atenção ao problema que está incomodando”, diz Nina. Defina, por exemplo, que você vai parar para pensar no que está incomodando no final do dia. “É como dizer ‘eu vou dar atenção, cérebro, fica tranquilo, só não dá para ser agora’”, diz Nina. E ela explica que essa atitude é mais eficiente do que simplesmente tentar controlar os pensamentos. “Se eu disser ‘Não pensa no elefante, não pensa no elefante, não pensa no elefante’, o elefante já vai estar na sua cabeça”, diz ela. Ou seja, se você tentar evitar o pensamento o tempo todo, sem reservar esse tempo para ele, como Nina sugeriu, é bem possível que você passe mais tempo ainda com ele ou, o que é pior, que ele apareça em uma hora bem inadequada e com muito mais força.</p>
<p><strong>6 –</strong> A última dica é para quem já tentou realizar as cinco primeiras e não teve resultado. “Se o sofrimento está crescendo e você não consegue mais manter sua vida social, sua produtividade, é hora de pedir ajuda”, diz ela. Essa ajuda pode ser de um psicólogo, um psiquiatra, um amigo, alguém em quem você confia. “Possivelmente você precise de um auxílio para entender porque está sofrendo tanto”, diz ela. “A gente não sofre com o que acontece com a gente, mas com o que a gente pensa sobre o que acontece com a gente.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		</item>
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		<title>Quanto custa ser bom?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/quanto-custa-ser-bom/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu sou bom”, ou “Há profissionais bons também, não generaliza”, ou ainda “Sou um bom profissional, só que não me dão uma oportunidade”&#8230; Então nestes três casos, vamos lá&#8230;</p>
<p>Será mesmo que somos bons o suficiente? Falo de mim, de ti, do outro&#8230; cada vez mais as pessoas esperam por um retorno que o outro tem que dar, que o outro faça alguma coisa e muitas vezes acabam deixando as oportunidades passar&#8230; Será falta de sorte? Azar? Olho gordo? Se não foi assim, não era pra ser&#8230; Será que não podíamos pensar que fomos nós que não fizemos nada para as coisas mudarem, ou então, se fizemos e não deu certo, talvez não tenhamos feito o suficiente ou tenhamos desistido muito cedo? Talvez em certos momentos até pensássemos desta forma, mas é menos doloroso e menos culposo pensarmos que foi qualquer uma das justificativas anteriores à última, e então, nos agarramos a ela. Algumas vezes até sofremos com isso, mas logo passa e esquecemos, como se nada tivesse acontecido. Aí não mudamos e ficamos esperando a tal felicidade e a tal oportunidade&#8230;</p>
<p>O mundo está cheio de oportunidades, e temos que agarrá-las com todas as forças, mas fico instigada com a falta de perspectiva que algumas pessoas têm, inicialmente com sua indecisão quanto à questão profissional, muitas vezes dizendo que “qualquer coisa serve”&#8230; Poxa vida, como assim qualquer coisa?! Põe uma meta, traça os objetivos e faz alguma coisa, não fica esperando que alguém venha te oferecer um emprego ou então que te dê uma “ajudinha” porque você está precisando. Somos nós que temos que decidir o que queremos e buscar isso. Novamente ficamos esperando para que as coisas aconteçam, e então, “não temos uma oportunidade”&#8230; Melhor: Não criamos ela!</p>
<p>Existem aquelas pessoas que vão a busca de seus objetivos, que batalham, tem seus sonhos, acreditam neles e fazem eles acontecer. É aquelas pessoas que olhamos encantadas e nos perguntamos: “Como fazem isso?” Ou ainda: &#8220;Esse cara é foda!&#8221; É assim que devemos ser, porque se o outro é, tem ou faz, porque nós não podemos ser, ter ou fazer? Talvez porque ele é um sujeito sortudo! Todos temos um potencial, mas precisamos acreditar nele e querer algo, por isso o “qualquer coisa” não serve, não pode servir! Quando trabalharmos naquilo que queremos, naquilo que gostamos, vamos nos tornar bons, realmente bons, e aí sim entraremos nas duas primeiras frases, porque vamos ter certeza disso, porque acreditamos nisso e estamos satisfeitos com isso. Pessoas assim irradiam alegria, percebe-se no seu olhar e nas suas ações. São aquelas pessoas que não param e que estão em busca de crescimento e de maiores realizações. Traduzindo: São as pessoas realmente felizes e realizadas profissionalmente.</p>
<p>Então, quanto queremos ser bons? Em que frase quero me encaixar? Quanto custa? Não basta querer, não basta falar, tem que fazer!</p>
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		<title>Crescendo com um time bem treinado</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/06/crescendo-com-um-time-bem-treinado/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 17:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Tudo começa com a identificação daqueles que vão transmitir melhor a cultura e as práticas da empresa. Mas como dar continuidade a esse processo na fase de rápido crescimento? Para termos uma equipe de alta performance, sobretudo na fase em&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tudo começa com a identificação daqueles que vão transmitir melhor a cultura e as práticas da empresa. Mas como dar continuidade a esse processo na fase de rápido crescimento?</strong><br />
Para termos uma equipe de alta performance, sobretudo na fase em que a empresa está crescendo de modo acelerado, além de selecionar bem, temos que ter o apoio maciço dos nossos melhores funcionários para que sejam os nossos treinadores internos. Em outras palavras, os “coaches” que nos ajudarão a multiplicar as melhores práticas e atitudes dentro da organização, criando um ambiente de aprendizagem coletiva.</p>
<p>Para tanto, temos que identificá-los, conscientizá-los da importância estratégica do seu papel, criar condições para que possam treinar os demais, repassando seus conhecimentos e sua experiência, reconhecê-los e valorizá-los por estas ações.</p>
<p>Esta estratégia é a mais simples, a mais eficaz e a mais econômica, e vem sendo adotada por muitas empresas de sucesso.</p>
<p><strong>Como funciona?</strong> Suponhamos que você tenha um recém admitido na sua empresa. Você poderia escolher o melhor funcionário daquele setor, pedir sua ajuda para treinar o novato, explicar como a contribuição seria importante e combinar o esquema geral: primeiro a atuação seria tipo “projeto sombra” (quando o treinador faz e o outro observa), em seguida seria o esquema “professor de auto-escola” (quando o novato faz e o treinador acompanha, monitora e dá feedbacks) e finalmente a fase final (quando o treinador dá autonomia e só entra quando o treinando solicita). Claro que é fundamental, também, não esquecer de fazer o “marketing” do treinador para o novo funcionário (frisar a competência dele e o quanto poderá ensiná-lo naquele período). Neste processo você treina duas pessoas ao mesmo tempo (o novato ao adquirir conhecimentos, skills e habilidades e o treinador, ao aprimorar sua liderança).</p>
<p>Além de escolher as pessoas certas para treinar o time, é importante também que saibamos que 70% dos treinamentos devem ser “on the job” (as pessoas aprendem fazendo!), 20% devem ser cursos e palestras (presenciais ou virtuais) e 10% devem contemplar outras ações (esportes, viagens, leituras, trabalhos voluntários, etc).</p>
<p>E o que é treinamento “on the job”? É o treinamento prático no dia a dia. Engloba fazer junto, substituir em férias, ser designado para projetos, participar em reuniões, estagiar em outras áreas ou unidades, visitar fornecedores ou clientes, dar treinamentos internos, etc.</p>
<p>Para os cursos e palestras, podemos convidar os funcionários (eles podem repassar o conteúdo de um curso externo que tenham feito) ou convidados externos.</p>
<p>Crie uma “sessão pipoca” em sua empresa para discutir filmes e vídeos, seguidos de discussão, perguntas e insights. Vocês podem utilizar vídeos de empresas especializadas, do Youtube, do TED Talks ou da própria videoteca da Endeavor (tem centenas de palestras interessantíssimas sobre Estratégia, Gente, Marketing, Motivação, etc).</p>
<p>E, finalmente, não se esqueça de frisar constantemente a importância de cada pessoa do time ser o agente central do seu próprio autodesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Quando uma área de Recursos Humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento do meu negócio?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 13:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás e nem tão atrás assim, a atual área de RH (Recursos Humanos) de uma empresa era mais conhecida pela sigla DP (Departamento Pessoal). E o próprio nome já diz bastante sobre a origem e a história que a área de recursos humanos carrega: um departamento que cuidava dos documentos pessoais dos funcionários, ou seja, algo bem burocrático e operacional. E quando pensamos nisso, logo vem a imagem amarelada daqueles arquivos cinza cheios de documentos confidenciais e aquela funcionária que ninguém sabia exatamente o que ela fazia, até surgir um problema com o plano de saúde ou ser mandado embora. Pois bem, nasce daí a dificuldade de algumas empresas ao enxergar valor na área de RH porque ainda a encaram com olhos de departamento pessoal, como área de suporte e não como uma área que constrói estratégias.</p>
<p>E se engana quem pensa que só as pequenas e médias empresas podem ter dificuldade em valorizar o potencial estratégico de uma área de recursos humanos; existem grandes empresas que mudaram a nomenclatura de seu antigo setor de DP, mas que na verdade, ainda não conseguiram transformá-la em uma divisão que inclui as pessoas como foco estratégico de suas ações e negócios. A área de recursos humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento de uma empresa quando as pessoas contratadas para trabalhar diretamente com o negócio se vêem gastando mais horas fazendo ações de RH do que com as ações do negócio propriamente ditas. É nesse momento que fica claro que é preciso estruturar uma área de RH responsável pelo planejamento e execução das ações relacionadas aos colaboradores.</p>
<p>Atualmente, uma das contratações mais difíceisl de ser feita é a do profissional de recursos humanos, porque para atuar na área de recursos humanos de uma empresa não basta saber e querer se relacionar bem com as pessoas, é preciso também que esse colaborador tenha visão do negócio, conheça as melhores práticas de RH do mercado e saiba que seu papel é essencial na construção e implementação das estratégias da empresa que atua. Portanto, uma área de RH composta por bons profissionais passa a ser fundamental para o crescimento do negócio quando existe a necessidade de otimizar e multiplicar o desempenho das pessoas, seja através de seleção, treinamento, planos de desenvolvimento e sucessão, estudo de cargos e salários, apoio às áreas de negócio na estruturação de equipes, entre tantos outros focos que fazem da área de recursos humanos um importante negócio para o seu negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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