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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; contratação</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Não dá pra forçar a barra em marketing pessoal</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Oct 2013 17:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O marketing pessoal pode ser útil, se benfeito, para divulgar realizações profissionais e ficar bem com o chefe — mas o uso exagerado e incorreto prejudica a carreira. Quando chegava à metade de seu primeiro mandato, no fim de 2010,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O marketing pessoal pode ser útil, se benfeito, para divulgar realizações profissionais e ficar bem com o chefe — mas o uso exagerado e incorreto prejudica a carreira.</strong></p>
<p>Quando chegava à metade de seu primeiro mandato, no fim de 2010, o presidente americano Barack Obama confessou ao jornal americano The New York Times que um pecado de seu governo era achar que bastava fazer a coisa certa para haver reconhecimento por isso.<br />
“Você não pode negligenciar o marketing e as relações públicas nesse cargo”, disse Obama, que no dia 6 de novembro disputou a reeleição (até o fechamento desta edição, a eleição não tinha sido definida).</p>
<p>Se até o presidente dos Estados Unidos trabalha sua marca, é sinal de que falar sobre as realizações é mesmo quase tão importante quanto fazer bem o trabalho. O grande problema do marketing pessoal feito pelo profissional comum (sem ajuda dos melhores assessores da Casa Branca) é o risco de errar na mão.</p>
<p>Nos corredores das empresas é fácil encontrar quem exagere nas qualidades ao falar de si mesmo na hora errada ou para a pessoa errada. Existem maneiras adequadas e eficientes de falar de suas qualidades e realizações. “Marketing pessoal trata mais de demonstrar habilidades do que de apontá-las”, diz a americana Dorie Clark, que escreve sobre o assunto para publicações como Forbes e Harvard Business Review.</p>
<p>Dorie está concluindo o livro Reinventing You: Define Your Brand, Imagine Your Future (Em uma tradução livre, “Reinventando-se: defina sua marca, imagine seu futuro”), que deve chegar às livrarias americanas ano que vem.</p>
<p>O ponto de partida para um marketing pessoal decente é fazer duas perguntas: 1) Quais são seus pontos fortes?; e 2) Como você é visto por seus colegas de trabalho? No livro que está preparando, Dorie lista os cinco passos para repensar sua marca pessoal — e o interessante é que ela transforma a elaboração de uma estratégia de marca pessoal em um exercício de reflexão sobre a carreira.</p>
<p>Depois de entender como você é visto profissionalmente, é possível seguir as próximas etapas: 3) Como você gostaria de ser visto?; 4) Ressalte seus diferenciais, fazendo uma nova apresentação de si; e, por fim, 5) Prove quais são suas qualidades. “Parte do sucesso da carreira está em fazer bem o trabalho, e parte do trabalho benfeito é mostrar aos outros seu valor”, diz Dorie.</p>
<p>Essa abordagem tem a vantagem de eliminar o discurso vazio, um dos maiores equívocos que as pessoas cometem quando anunciam suas qualidades. “Não temos credibilidade para falar de nós mesmos”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo. Melhor, nesse caso, comprovar as ações com fatos e informações.</p>
<p>Outro erro é escolher o momento errado para falar de si. “O profissional não pode querer se vender o tempo todo”, diz Anderson Hernandes, especialista em marketing profissional, de São Paulo.</p>
<p>O certo é concentrar-se nas horas em que o assunto é o seu trabalho. A irmã dessa gafe é destinar sua propaganda para a pessoa errada. “É preciso fazer uma leitura das pessoas que precisam de seu conhecimento”, diz Claudia Monari, da Career Center, consultoria de carreira, de São Paulo.<br />
Renato Panessa, de 30 anos, diretor de alianças da Globalweb, empresa de serviços de TI, de São Paulo, já cometeu erros tentando se aproximar de clientes, como enviar garrafa de vinho a pessoas que não bebem álcool ou ir de terno e gravata em uma reunião à beira-mar. Depois de muito errar, passou a ser mais cuidadoso. “Quando entendo e identifico as preferências das pessoas, a conversa flui e fica mais agradável”, diz Renato.</p>
<p>Estar atento ao que possa interessar a seu ouvinte e adequar o discurso é fundamental. A tarefa é encontrar naquilo que você faz alguma coisa que possa ajudar seu interlocutor. “Busque pontos em comum e a partir daí comece a construir sua história”, diz Alexandre Conti, de 27 anos, coordenador de projetos da Alta Geotecnia Ambiental, do Rio de Janeiro, que gosta de aproveitar eventos para se apresentar a novas pessoas.</p>
<p>Acima de tudo, é preciso ter um bom trabalho para mostrar e uma história para contar — não existe marketing que sustente uma carreira vazia. Uma frase, que costuma ser atribuída ao publicitário Nizan Guanaes, dono do Grupo ABC, diz que conteúdo sem marketing é burrice e marketing sem conteúdo é picaretagem. Adote-a como regra na próxima vez que for falar de você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Você S/A</em></p>
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		<title>Os efeitos de um falho sistema de recrutamento ou seleção</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 17:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Volume de negócios</strong></p>
<p>Quando a pessoa errada para o cargo é contratada, isso tipicamente resulta em ter que preencher o cargo novamente. Tempo, dinheiro e energia são perdidos durante esse tempo de inatividade, assim como um recrutamento adicional e custos de treinamento. Ter um cargo em aberto prejudica a empresa de muitas maneiras, incluindo a perda de produtividade, a frustração de continuar treinando outras pessoas e incapacidade de progredir com as iniciativas da empresa. Contratações ruins podem também culminar com a saída da empresa de outros bons trabalhadores, criando um problema maior ainda.</p>
<p><strong>Dinheiro</strong><br />
Custa entre 50% a 175% o salário anual de um cargo para a recontratação, de acordo com a Corporate Advisory Board of Washington, D.C. Esses custos incluem taxas de empregados, taxas de formação do trabalhador (especialmente se o treinamento é realizado fora do local) e o pagamento de salário do empregado &#8220;errado&#8221; antes do serviço terminar oficialmente. Se essa pessoa for um vendedor ou um gerente, a empresa pode perder rendimento por vendas não feitas ou clientes perdidos. Se for um negócio pequeno ou inicial, contratar a pessoa errado pode levar a baixo a empresa inteira.</p>
<p><strong>Moral</strong><br />
Uma contratação errada devido a um ineficaz recrutamento e processo de seleção pode prejudicar a moral e a produtividade de bons empregados. Se o funcionário estiver em um cargo superior, bons funcionários podem reconsiderar sua posse. Se for de um cargo inferior, então os funcionários terão que eliminar sua folga e se sentirem sobrecarregados e subvalorizados. Além disso, más contratações geralmente geram atitudes negativas no local de trabalho.</p>
<p><strong>Confiança</strong><br />
Bons funcionários podem perder confiança em sua equipe de gestão pelo fato de terem decisões ruins de contratações. Gerentes podem perder confiança em suas próprias habilidades se não conseguem treinar ou motivar o empregado mal contratado ou se eles estiverem envolvidos na contratação. Gerentes e donos de pequenos negócios também podem brigar com o funcionário demitido e lidar com sentimentos de culpa e estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: ehow.com.br</em></p>
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		<title>Brasil é o segundo em más contratações; custo para empresas chega a US$ 77 mil</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 16:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
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		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Maioria dos empregadores de 10 economias &#8211; incluindo o Brasil &#8211; não sabe escolher os profissionais certos para a sua empresa. Alguma vez você já aceitou um emprego que não era seu ideal ou já começou em um trabalho planejando&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Maioria dos empregadores de 10 economias &#8211; incluindo o Brasil &#8211; não sabe escolher os profissionais certos para a sua empresa.</strong><br />
Alguma vez você já aceitou um emprego que não era seu ideal ou já começou em um trabalho planejando sair assim que achar outra oportunidade melhor? Se sim, saiba que você não está sozinho. Um estudo do site CareerBuilder revela que a maioria dos empregadores de 10 economias &#8211; incluindo o Brasil &#8211; não sabe escolher os profissionais certos para sua empresa.</p>
<p>&#8220;Tomar uma decisão errada sobre uma contratação pode gerar várias consequências negativas em uma organização&#8221;, diz o CEO da CareerBuilder, Matt Ferguson. &#8220;Quando você soma relações tensas entre funcionários, potenciais questões legais e recursos para treinar e contratar candidatos que saem da empresa em pouco tempo, o custo pode ser considerável&#8221;.</p>
<p>No ranking entre as piores contratações, o Brasil aparece na segunda posição. Entre os empregadores do País, 87% afirmaram que enfrentam problemas com más contratações. O índice só fica abaixo da Rússia, onde 88% das empresas já contrataram profissionais inadequados para o emprego. Na lista, ainda aparecem a China, a Índia, Estados Unidos, Itália e Reino Unido.</p>
<p><strong>O custo da má contratação</strong><br />
A pesquisa também buscou saber o custo exato da má contratação. De acordo com 27% dos empregadores norte-americanos, uma única má contratação custou mais de US$ 50 mil. Na Europa, essas contratações forma mais caras na Alemanha, onde 29% disseram que os custos chegam a US$ 65 mil, e no reino Unido, 27% das empresas disseram que as más contratações custam mais que US$ 77 mil. Na China e na Índia, os custos são de, aproximadamente, US$ 48,5 mil e US$ 37 mil respectivamente.</p>
<p><strong>Além do financeiro</strong></p>
<p>Além de impactar financeiramente uma empresa, a má contratação também demanda tempo e afeta a produtividade e a moral dos funcionários. No Brasil, 40% dos empregadores disseram que a má contratação impacta na perda da produtividade, 23% na moral dos funcionários, 21% na relação com os clientes e tempo e custo para recrutar e treinar outro funcionário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: infomoney.com.br</em></p>
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