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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; comportamento</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>O que a Geração Y pode fazer em tempos de crise e desemprego</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2016 13:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A “Geração Y” enfrenta sua primeira grande crise: o desemprego. Os jovens, que até pouco tempo atrás eram supervalorizados por serem especialistas em várias áreas, estão desempregados por causa da crise. Entre maio de 2014 e maio de 2015 o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A “Geração Y” enfrenta sua primeira grande crise: o desemprego. Os jovens, que até pouco tempo atrás eram supervalorizados por serem especialistas em várias áreas, estão desempregados por causa da crise.</p>
<p>Entre maio de 2014 e maio de 2015 o desemprego subiu de 4,9% para 6,7%, segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de jovens com idades de 18 a 24 anos desempregados passou de 12,3% em maio de 2014 para 16,4% em 2015.</p>
<p>Nessas circunstâncias, A Geração Y precisa adotar uma postura diferente e não acreditar mais que um bom currículo e ideias criativas bastam para conseguir trabalho.</p>
<p>São habilidades que eles não valorizavam antes. Uma pesquisa do HayGroup com 450 profissionais de RH e 450 recém-formados da Índia, China e Estados Unidos, mostrou que 85% dos diretores de recursos humanos disseram que habilidades sociais e emocionais são o verdadeiro diferencial. E 79% afirmaram que os recém-formados que não desenvolverem essas habilidades ficarão fora do mercado de trabalho.</p>
<p>Uma dessas habilidades é a resiliência, pois eles vão demorar pra conseguir emprego com o retorno financeiro que desejam. E não pode ficar abatido. É preciso também ter visão de longo prazo, aceitando cargos menos valorizados, por exemplo, para que com o tempo e ganho de experiência você possa galgar postos mais estratégicos.</p>
<p>Deixar a chamada “síndrome do salvador” de lado, o famoso “eu posso fazer tudo sozinho”, e investir no trabalho em equipe, é outra delas. Saber ouvir e dialogar com seus pares e com outras gerações é extremamente importante. O foco no resultado da equipe é mais importante do que no resultado individual.</p>
<p>É hora de parar de pensar e agir como nos jogos de videogame e computador, onde o grande mérito é passar rápido para a próxima fase. É tempo de viver o presente e valorizar a estabilidade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: inquietaria.99jobs.com</em></p>
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		<title>O poderoso efeito de perceber as coisas boas do trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 14:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Durante um típico dia de trabalho, coisas negativas e positivas inevitavelmente acontecem. Se você é como a maioria, tende a se prender, principalmente, ou exclusivamente, às experiências negativas. É sobre isso que você rumina, conversa com seu amigo enquanto volta&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante um típico dia de trabalho, coisas negativas e positivas inevitavelmente acontecem. Se você é como a maioria, tende a se prender, principalmente, ou exclusivamente, às experiências negativas. É sobre isso que você rumina, conversa com seu amigo enquanto volta para casa ou discute com seu parceiro à noite. De vez em quando é bom conversar sobre as partes negativas – é terapêutico.</p>
<p>Se alguém te dissesse para se concentrar somente nas experiências positivas do seu dia, você poderia se irritar. As pessoas costumam associar a positividade com gestores inexperientes tentando espremer um pouco mais de trabalho dos seus funcionários ou com os pôsteres “Sorria” de um call center.</p>
<p>O que a maioria das pessoas não percebe é que as experiências positivas – até as menores – te fornecem recursos valiosos que podem ser usados para reduzir o estresse, incluindo sintomas físicos como dores de cabeça ou tensões musculares. Elas facilitam ao seu desligamento do trabalho no fim do dia.</p>
<p>Aprendemos, com a nossa pesquisa, que pensar sobre eventos positivos de modo sistemático pode ser saudável. Nós sugerimos que, ao invés de ruminar sobre coisas negativas, tente “saborear” – reviver, apreciar e compartilhar – os eventos positivos do seu dia.</p>
<p>Para muitas pessoas, isso não vem naturalmente. Evolução e sobrevivência forçaram o ser humano a prestar atenção à todas as coisas negativas. Além disso, as pessoas rapidamente se tornam tão acostumadas com as positividades de seus ambientes que dificilmente as percebem. Mas uma simples intervenção pode ajudar a superar essa tendência.</p>
<p>Considere o experimento que conduzimos para estudar o efeito causado pela intervenção três coisas boas no local de trabalho. Essa intervenção tem apresentado melhoras no ânimo das pessoas que estavam suavemente deprimidas, mas queríamos descobrir se isso também aliviaria o estresse dos trabalhadores saudáveis.</p>
<p>Nossa equipe, que incluía Winny Shen da Universidade da Flórida do Sul, Eugene Kim da Georgia Tech e Amanda J. Koch da Human Resources Research Organization, trabalhou com funcionários de clínicas ambulatoriais (enfermeiras, assistentes, recepcionistas, e afins). Pedimos aos participantes que não sabiam sobre o que era nossa pesquisa que entrassem em um site no fim do expediente e completassem um questionário. O questionário pediu que gastassem de 5 a 10 minutos escrevendo sobre eventos grandes ou pequenos, pessoais ou relacionados ao trabalho, que foram “muito bons” naquele dia – e para explicarem os motivos desses eventos terem sido bons.</p>
<p>As respostas variaram de relatos de colegas que trouxeram comidas deliciosas ou mero fato de que era sexta-feira até histórias profundas sobre as interações com os colegas ou pacientes que fizeram as pessoas se sentirem bem consigo mesmas. Por exemplo, uma enfermeira escreveu que “um médico me elogiou hoje”. Por que? “Porque eu soube exatamente o que fazer em uma situação de emergência e ajudei um paciente que estava tendo uma convulsão”.</p>
<p>Após três semanas, os níveis de estresse e as queixas com problemas físicos e mentais reduziram em quantidades pequenas, mas significativas. Além disso, nos dias em que os participantes se concentraram nas coisas boas, eles conseguiram se desligar de pensamentos estressantes relacionados ao trabalho enquanto estavam em casa.</p>
<p>Esta simples prática – escrever sobre três coisas boas que aconteceram – cria uma verdadeira mudança sobre o que as pessoas pensam e podem mudar a forma como eles enxergam suas vidas profissionais. Isso também pode criar um ciclo de feedback que aumento o impacto: nós acreditamos que pessoas que refletem sobre as coisas boas que aconteceram durante o dia, tem maiores chances de compartilhá-las com a família e com os amigos.</p>
<p>Compartilhar eventos positivos com os outros cria conexões e laços entre pessoas, reduzindo o estresse noturno ainda mais. Por fim, isso melhora o sono, o que leva a maior agilidade e melhor humor segundo nossa pesquisa – e isso, por sua vez, leva a um aumento de coisas positivas no dia seguinte.</p>
<p>Outros benefícios desse exercício de fácil implementação e baixo custo inclui aumentos potenciais em criatividade. O pensamento criativo e a inovação são aprimorados pelas emoções positivas, especialmente os sentimentos de contentamento e alegria. Crescimento, desenvolvimento e visão de futuro surgem de emoções positivas.</p>
<p>Reclamar sobre seus chefes e colegas é algo comum e pode ser valioso se isso ajudá-lo a se sentir ouvido e compreendido. Mas, há desvantagens ao expressar negatividade. A pesquisa não esclarece se o ato de se concentrar em eventos negativos traz alívio ao estresse. E, no contexto do local de trabalho, comentários negativos podem se espalhar pela empresa através de contágio social, causando danos maiores.</p>
<p>É improvável que as pessoas parem de falar sobre experiências negativas no trabalho. Isso é algo natural. Mas focar intencionalmente nos eventos positivos pode trazer equilíbrio. Nós não defendemos a ideia de colar posters felizes, mas as empresas podem tomar atitudes que ajudem as pessoas a perceberem e compartilharem experiências positivas. Por exemplo, que tal começar uma reunião com uma revisão do que deu certo recentemente, ao invés de pular imediatamente para o que precisa ser melhorado?</p>
<p>O ponto importante desse exercício, entretanto, é o poder que ele dá a cada um de nós diariamente. Antes de ligar o rádio ou atender um ligação durante seu trajeto para casa, separe um momento para refletir sobre as coisas boas que aconteceram no trabalho.<br />
Fazer isso pode ajudá-lo a tirar proveito do pequeno e natural fluxo contínuo de eventos positivos diários – uma fonte onipresente, mas normalmente esquecida, de força e bem estar.</p>
<p><em>Por: Joyce E. Bono e Theresa M. Glomb no site Harvard Business Review. Traduzido pela equipe do Tutano.</em></p>
<p><em>Fonte: tutano.trampos.co</em></p>
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		<title>Dedicação e resultado: o segredo para o sucesso profissional</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 19:41:23 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora surge, com força, a falta de credibilidade da população, junto com uma descrença de como será o futuro da economia nos próximos cinco anos. Todo mundo está se virando no que pode.</p>
<p>A queda no lucro das empresas acarreta redução de arrecadação e menos investimentos. Preços de aluguéis estão caindo e estamos vendo cada vez mais empresas fechando e imóveis vazios. A crise está aí, e a percepção de muita gente é que antes de melhorar, ainda vai piorar muito.</p>
<p>Não adianta ficar só reclamando de tudo e não agir concretamente para mudar a sua própria realidade. No campo de desenvolvimento pessoal , por exemplo, há aulas/palestras no Youtube (ex.: Endeavor Brasil, TV Educação Financeira, etc.) e excelentes cursos gratuitos (ex.: SENAC, SEBRAE, etc) na internet, que podem ser feitos de sua casa em qualquer horário. Por incrível que pareça quem mais precisa dessas capacitações fica perdendo tempo precioso em redes sociais e não busca aumentar suas competências profissionais com esses cursos, o que pode levar a concretas oportunidades de crescimento.</p>
<p>Penso que algo que muita gente pode (e deve) rever é a falta de compromisso na &#8220;entrega de resultados&#8221;. Não busque apenas cumprir o mínimo, busque a excelência, pois o que está em jogo é o seu futuro. Esse pensamento permeia a vida das pessoas que dedicam-se a projetos e obtém sucesso, financeiro, inclusive. As pessoas que não se esforçam ao que estão fazendo, não controlam, não medem, não buscam ultrapassar metas, acabam sendo deixadas num segundo plano pelas empresas.</p>
<p>É importante que você tenha uma meta e se dedique a isso. Muitas pessoas vão para o trabalho, ficam penduradas em redes sociais, atendem mal os clientes, não são dedicadas na hora de fechar uma venda, são pouco colaborativas, dificultam o ambiente de trabalho e depois reclamam que a vida lhe é injusta. Deixe de se fazer de coitado! Não há como você colher aquilo que não plantou, esperando algo bom, se o trabalho realizado não foi bom.</p>
<p>Reveja seu comportamento e busque &#8220;entregar resultados&#8221; em tudo o que se dedica. Há muita gente procurando emprego e oportunidade de crescimento, mas poucos buscam se esforçar (de verdade) a fim de entregar resultados para quem está pagando a conta. Destaque-se da massa fazendo suas atividades com zelo e eficácia. Quem tem uma vida profissional com entrega de resultados se destaca sempre. Para essas pessoas, as chances de recolocação profissional são sempre maiores e as oportunidades estão sempre se renovando.</p>
<p>Tenha isso como meta na sua vida: entregar resultados! Seja consistente nisso e seu valor será reconhecido e você terá acesso às melhores oportunidades, mesmo em momentos de crise. E lembre-se do ditado popular: &#8220;enquanto uns choram, outros vendem lenços&#8221;. Não deixe que a crise faça você chorar, capacite-se, entregue resultados e adote posturas vencedoras. Seu futuro vai agradecer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Lélio Braga Calhau &#8211; Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast &#8220;Educação Financeira para Todos&#8221;</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>9 dicas simples de comunicação no ambiente de trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 19:55:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O profissional pode ser um gênio em sua área, extremamente competente e preparado, cheio de ideias e capaz de executar as mais complexas tarefas ou projetos. Mas se não souber se comunicar, tanto entender o que é pedido como transmitir tudo o que sabe, planeja ou fez, de nada adiantarão seus esforços, habilidades e competências.</p>
<p>A inabilidade de comunicação no ambiente de trabalho fará com que este profissional não seja reconhecido e, mais que isso, não conseguirá desempenhar corretamente suas atividades, tornando-se improdutivo.</p>
<p>No caso do líder, a comunicação no ambiente de trabalho se torna ainda mais importante. É impossível liderar sem se comunicar no ambiente corporativo da forma correta.</p>
<p>E chega a ser irônico, nos dias de hoje, com tantas ferramentas de comunicação e tecnologias de compartilhamento da informação, que as pessoas tenham dificuldade de se comunicarem no ambiente de trabalho. Isso acontece exatamente pelo vício em usar essas facilidades digitais como “muletas” que muitas vezes são usadas para postergar respostas e evitar o contato pessoal.</p>
<p>Para agilizar o processo de comunicação que é tão importante, a Agendor disponibilizou 9 dicas para você melhorar a comunicação com seus colegas, gestores, superiores ou equipe.</p>
<p><strong>Como se comunicar no local de trabalho:</strong><br />
<strong>1.</strong> <strong>Lembre-se: não é o que você diz que importa, mas o que o outro “ouve”</strong><br />
Isto é, o que ele entende. Tente buscar um feedback sobre o que o outro entendeu, com uma pergunta de fechamento que resuma sua mensagem.</p>
<p><strong>2. Escolha o canal correto</strong><br />
Será que um e-mail é a melhor maneira de discutir determinado assunto? Já pensou em usar menos o e-mail e, às vezes, falar pessoalmente com as pessoas? Se achar necessário “documentar” o que foi acordado, envie um e-mail começando com estas palavras: “Conforme nossa conversa de hoje, decidimos que…”.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>Uma imagem vale mais que mil palavras</strong><br />
Muitas pessoas confiam excessivamente no poder de persuasão de seu discurso. Sempre que tiver que fazer uma apresentação para um grupo, use um editor do tipo Power Point e não se restrinja a textos, use imagens que ilustrem suas boas ideias.</p>
<p><strong>4.</strong> <strong>Não fale desnecessariamente</strong><br />
Muitas pessoas acham que tem que se destacar em reuniões falando algo, qualquer coisa que seja, e acabam pagando aquele mico… Se o quer for dizer não vai acrescentar nada, fique calado. Só as boas ideias destacam realmente as pessoas.</p>
<p><strong>5.</strong> <strong>Não se cale desnecessariamente</strong><br />
Da mesma forma, se acha que vai acrescentar algo relevante à discussão, exponha suas ideias com clareza e assertividade.</p>
<p><strong>6.</strong> <strong>Para cada perfil, um tipo de discurso</strong><br />
Conforme for conhecendo melhor os membros de sua equipe, colegas e superior, perceba que tipo de discurso os convence melhor. Existem pessoas que precisam ver imagens, outras necessitam de dados comprovados e gráficos, há aqueles que se encantam e emocionam. Ajuste suas mensagens: fale “aquilo” que os outros querem ouvir.</p>
<p><strong>7.</strong> <strong>Nunca interrompa quem está falando</strong><br />
Ouça atentamente e aproveite para entender melhor as opiniões do outro. Se não concorda com o que ele fala, espere terminar e inicie sua resposta de maneira quase neutra, algo como: “Compreendo seu ponto de vista, mas acredito que neste caso….”. Não parta para o confronto direto, seja diplomático.</p>
<p><strong>8.</strong> <strong>Pratique a escuta ativa</strong><br />
Observe atentamente o que o outro fala, seus gestos, expressões faciais e entrelinhas. Muitas vezes ouvimos, mas não compreendemos claramente a mensagem.</p>
<p><strong>9.</strong> <strong>Evite reuniões intermináveis</strong><br />
Quem organiza a reunião deve definir claramente o tema, quem vai participar e, principalmente, quando começa e termina. Geralmente reuniões com mais de uma hora não levam a nada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Gustavo Paulillo</em></p>
<p><em>Fonte: Agendor Blog</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Liderando a geração Y</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 17:57:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sabia no que estava me metendo antes de passar cinco anos na linha de frente descobrindo o que faz com que a geração Y se engaje. A pesquisa que eu li antes de me tornar diretora do MBA do IMD, em 2009, não me preparou para liderar os membros da geração do milênio, aqueles nascidos entre o início dos anos 1980 e início dos anos 2000.</p>
<p>Nós todos já lemos muito sobre essa geração: eles estão acostumados a ser elogiados o tempo todo desde muito jovens; não estão prontos para os feed­backs negativos do mundo real; buscam gratificação instantânea; não têm lealdade&#8230; E a lista continua. Embora algumas dessas características sejam verdades, isso pode ser dito sobre as gerações anteriores também. O estereó­tipo dessa geração é uma versão digital do que jovens de 20 e poucos anos têm sido desde a Revolução Industrial.</p>
<p>Como lidar profissionalmente com essa geração tem sido um desafio para muitos gestores, por isso resolvi compartilhar essas seis coisas que aprendi e que os líderes de hoje precisam saber para realmente aproveitar o poder da geração do milênio.</p>
<p><strong>Eles aprendem por meio da experiência</strong></p>
<p>Nós não os chamamos de geração PlayStation à toa. Eles cresceram jogando videogame sem usar instruções e aprenderam a passar para as próximas fases morrendo várias vezes. Isso pode se refletir em suas carreiras profissionais também; jogam-se em novas experiências, sem muito planejamento e aprendem falhando. Por isso esperam que um líder desempenhe o papel que as paredes invisíveis fazem em um jogo. Os gestores devem estar conscientes disso, apontando os limites daquela ação e ajudando a identificar as potenciais armadilhas, tanto antes quanto depois.</p>
<p><strong>Suas vidas não são lineares</strong></p>
<p>O mundo sempre foi complexo e volátil para essa geração. Eles testemunharam a crise financeira asiática, a mudança climática, o 11 de Setembro e a guerra contra o terror, a crise financeira de 2008, antes mesmo que fossem profissionais estabelecidos. Essa geração nunca viu o mundo como um lugar seguro e coerente. Eles terão trajetórias de carreiras não lineares e sabem disso. Muitos deles vão transitar entre o emprego tradicional e o empreendedorismo. Durante grande parte de suas vidas, eles leram na internet focando um minuto em um assunto e em algo completamente diferente no próximo, enquanto as gerações anteriores aprenderam de uma forma mais linear, lendo livros do início ao fim. Para os líderes, isso significa que a geração Y está preparada para a complexidade.</p>
<p><strong>Eles são leais, mas aos princípios e não às pessoas</strong></p>
<p>É aqui que um pouco da sabedoria sobre a geração do milênio entra. Eles apreciam o desenvolvimento pessoal e adoram novas oportunidades, mas eles não vão seguir a sua liderança só porque você é o chefe. Em vez de tentar forçar o desenvolvimento de lealdade para com a sua liderança ou sua organização, o gestor deve se concentrar mais em desenvolver e comunicar os princípios e propósitos por trás da organização, não importa se é uma empresa, ONG ou um órgão do governo. Essa geração precisa saber que eles estão trabalhando para tornar o mundo um lugar melhor. Eles acreditam que não há sucesso sem sustentabilidade para os indivíduos, organizações, sociedade e meio ambiente. Se você pode convencê-los de uma forma autêntica de que o que você está fazendo é baseado em princípios, eles vão te seguir.</p>
<p><strong>Hipóteses a respeito da privacidade, limites e papéis são fluidos e permeáveis</strong></p>
<p>Isso pode ser bom e ruim. Nós todos já ouvimos as histórias horríveis de jovens adultos que sofrem as consequências do que eles postam nas mídias sociais, como o amigo de um amigo que foi demitido por falar mal do chefe no Facebook. Mas isso pode ser trabalhado também de forma positiva. Não submeter-se a estruturas hierárquicas antiquadas permite que a geração do milênio pense criativamente e encontre oportunidades de negócios onde outros talvez não imaginassem que havia.</p>
<p>Enquanto os líderes devem estar atentos para consequências não intencionais, eles também devem incentivar a criatividade dos funcionários mais jovens para que eles pensem além da maneira estabelecida de fazer as coisas.</p>
<p><strong>O poder é descentralizado e o controle requer permissão</strong></p>
<p>Em outras palavras, a geração Y não tolera chefes ruins e não vai escutar a autoridade se não concordarem. Isso pode parecer um desafio, mas, em longo prazo, quanto mais cedo as pessoas pararem de aceitar uma liderança fraca, os gestores terão de melhorar e todos serão beneficiados. A lição aqui é: não seja um líder preguiçoso. Certifique-se de que seus colaboradores jovens entendam por que sua organização e equipe estão fazendo o que estão fazendo. Não basta dizer “faça porque eu mandei”. Além disso, não negligencie o desenvolvimento da liderança; é necessário investimento contínuo em suas capacidades para que possa motivar os colaboradores dessa geração.</p>
<p><strong>Eles não são bons no trabalho chato, mas necessário</strong></p>
<p>A geração Y não gosta de se concentrar em tarefas chatas que levam à maestria e constroem caráter, se essas tarefas não têm clara vantagem. A fim de desenvolver conhecimentos e sabedoria em qualquer indústria, as pessoas têm de investir em trabalho pesado sem glamour para conhecer o seu setor completamente. Gerentes seniores de hoje devem fazer um esforço extra para mostrar a essa geração por que o trabalho duro é importante. Os líderes precisam ter certeza de que talentos jovens entendem que ter uma profunda compreensão dos diferentes aspectos de uma indústria irá ajudá-los a ocupar cargos mais altos no futuro.</p>
<p>Empresas e organizações de um modo geral têm sido competentes para atrair a geração do milênio por um tempo, mas tem sido um desafio maior fazê-los transitar para níveis mais elevados de responsabilidade. Se os gerentes seniores seguirem esses conselhos, eles podem tocar em pontos fortes da geração e ajudá-los a se tornar a próxima geração de líderes.</p>
<p><em>Por: Martha Maznevski, professora de Comportamento Organizacional e Gestão Internacional do IMD</em></p>
<p><em>Fonte: revistamelhor.com.br</em></p>
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		<title>Por falta de feedback, empresas perdem melhores funcionários</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 15:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Muitas empresas perdem bons profissionais por conta de um problema bem simples: a falta de feedback. É isso o que aponta o médico e consultor Eugenio Mussak no livro &#8220;Com gente é diferente – inspirações para quem precisa fazer gestão&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas perdem bons profissionais por conta de um problema bem simples: a falta de feedback. É isso o que aponta o médico e consultor Eugenio Mussak no livro &#8220;Com gente é diferente – inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas&#8221;, lançado no fim do ano passado.</p>
<p>Para explicar a importância da ferramenta, o especialista cita duas situações extremas e opostas.</p>
<p>Na primeira, o gerente de departamento de uma companhia precisa demitir um funcionário que está na casa há um ano e ainda não demonstrou as competências esperadas. Ao comunicar o desligamento, o profissional diz ao chefe que sempre fez a mesma coisa e nunca foi alertado de que deveria agir diferente.</p>
<p>Na segunda, o gestor pede a um excelente colaborador que está se demitindo para que reconsidere permanecer no emprego. O que ele ouve é: &#8220;recebi uma proposta melhor e achei que não faria falta por aqui, pois nunca senti que meu trabalho fosse valorizado&#8221;.</p>
<p>Em ambos os exemplos, a organização perdeu a oportunidade de desenvolver e motivar os funcionários por falta de um retorno adequado sobre o desempenho de cada um deles.</p>
<p>&#8220;Em qualquer situação, no trabalho ou nas relações pessoais, dar feedback é uma manifestação de respeito e afeto. E é, antes de tudo, uma demonstração de inteligência interpessoal&#8221;, escreveu o autor.</p>
<p>Ele explica como a ferramenta funciona a partir de sua definição. Feedback, em inglês, quer dizer retroalimentar. &#8220;Ou seja, alimentar de volta, devolver a uma fonte qualquer, que emite estímulo, parte do resultado desse estímulo. Isso serve para manter o sistema em funcionamento&#8221;, esclarece.</p>
<p>No caso, o sistema é a empresa. Para que ela opere corretamente, seus integrantes precisam ser orientados sobre o que devem fazer e, depois, obter retorno para entender se estão agindo da maneira esperada – e caso não estejam, mudar de atitude.</p>
<p>&#8220;Todos nós precisamos de autoconfiança e autoestima. A primeira para sermos produtivos, a segunda para sermos felizes. Entretanto, essas qualidades psicológicas não obtemos sozinhos. Precisamos do feedback de nossos pais, professores, amigos, chefes&#8221;, escreveu.</p>
<p><em>Por: Luísa Melo</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 17:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se sentir feliz com as suas tarefas diárias?</p>
<p>Costumo dizer que uma pessoa desengajada torce para chegar sexta-feira e reza para não começar a segunda-feira. Isso tudo porque ela não sente prazer algum em realizar as suas tarefas e está vivendo apenas por viver. Ou seja, a partir do momento que deixamos de lado o engajamento com a empresa e com as atividades cotidianas, a vida fica sem graça. Por isso, é altamente importante você repensar como essa questão pode interferir em sua vida.</p>
<p>O engajamento afeta demais a produtividade, a motivação e as razões pela qual o profissional está trabalhando de verdade. A pessoa que não tem esse comprometimento é desonesta com ela e com a empresa. Aliás, uma pesquisa realizada pela Gallup aponta que apenas 1/3 das pessoas estão altamente engajadas dentro da corporação que trabalham. Os outros dois terços são pessoas ativamente desengajadas. Isso mostra que tem muito mais gente sobrevivendo do que vivendo dentro nas empresas que atuam.</p>
<p>Diante disso, pare e pense qual é o seu papel no ambiente em que você está inserido. Para aqueles que estão desengajados, esse é momento ideal de rever o dia a dia e tentar enxergar meios de fazer diferente. Quem sabe mudar a forma como trabalha, falar com o chefe e pedir um feedback e, porque não, dar um feedback também ao seu líder. Outra saída é pensar em alguma estratégia para realizar um projeto que realmente te empolgue ou buscar formas de realizar algo completamente diferente de tudo o que você já fez até hoje.<br />
No entanto, para o profissional que está altamente desengajado, com problemas de relacionamento com a equipe, que já se sente excluído e não bate mais com a cultura da empresa, é muito mais honesto pedir demissão. Muitas vezes, as pessoas têm medo de fazer diferente por medo de arriscar, pela insegurança de não saber o que vai encontrar lá na frente e decidem viver na mesma situação. Esse é um grande erro, pois só faz com que elas se sintam mais infelizes.</p>
<p>Quem está vivendo uma situação como essa deve parar e se perguntar até quando vai ficar se matando para fazer algo que não representa mais nada em sua vida? Infelizmente, muitas pessoas estão vivendo dessa forma. É preciso ter coragem para acreditar na mudança e fazer com que ela aconteça. Em alguns casos, a mudança pode ser terminar de ler esse artigo e chamar o seu chefe para uma conversa sincera, em que você explicará que não se adapta mais à cultura da empresa e precisa fazer algo diferente. Isso pode fechar uma porta, mas pode ser também uma oportunidade de abrir um portão gigantesco lá na frente.</p>
<p>É importante enxergar que em determinados momentos é possível mudar o nível de engajamento apenas trocando de emprego, por exemplo. Claro que o medo de mudar sempre vai existir, isso é natural de todo ser humano, porém, vale lembrar que a coragem nasce do medo. É preciso ter medo para ter coragem. Pense nisso na hora de avaliar o seu nível de engajamento.</p>
<p><em>Por: Christian Barbosa &#8211; especialista em administração de tempo e produtividade.</em></p>
<p><em>Fonte: revistamelhor.com.br</em></p>
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		<title>Como fazer escolhas difíceis?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/11/como-tomar-decisoes-dificeis-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 17:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Quando você acha que duas coisas são muito boas para você, torna-se difícil decidir e escolher apenas uma delas. Qual carreira seguir? Devo me separar? Devo me casar? Onde devo viver? Grandes decisões como essas podem ser dolorosamente difíceis. mas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você acha que duas coisas são muito boas para você, torna-se difícil decidir e escolher apenas uma delas.</p>
<p>Qual carreira seguir? Devo me separar? Devo me casar? Onde devo viver? Grandes decisões como essas podem ser dolorosamente difíceis. mas isso é porque nós pensamos sobre elas da forma errada, diz a filósofa Ruth Chang.</p>
<p>Ela oferece um poderoso quadro para moldar quem realmente somos. Confira!</p>
<p><em>Fonte: ted.com</em></p>
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		<title>7 lições para motivar e manter talentos no seu negócio</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/7-licoes-para-motivar-e-manter-talentos-no-seu-negocio/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 16:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio: 1. Definir claramente os papéis e responsabilidades: Em uma startup todos acabam fazendo&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio:</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;">
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">1. Definir claramente os papéis e responsabilidades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Em uma startup todos acabam fazendo de tudo, mas é preciso deixar claro que o &#8220;proprietário&#8221; é a chave. Ele cria transparência possível, para que todos saibam quem é responsável por cada iniciativa.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">2. Ouça tudo o que você puder:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Escute o que os membros da sua equipe têm a falar. Tire um tempo para saber suas opiniões sobre a empresa, o produto ou serviço em questão, como eles se sentem sobre seus trabalhos e o que está acontecendo em suas vidas pessoais. Muitas vezes, não temos que fazer nada de diferente; o fato de passar o tempo escutando faz a diferença.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">3. Comunique claramente as prioridades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Como líder de uma empresa, provavelmente você terá que lidar com 20 coisas ao mesmo tempo. Entretanto, as prioridades devem estar muito bem definidas, sendo necessário comunicá-las e transmití-las através da organização. Tente não ter mais do que três grandes iniciativas de uma vez só. Se você precisar mudar de direção, comunique de forma proativa a mudança que deve ser feita e a razão de fazê-la.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">4. Encontre as desavenças e ataque-as de forma proativa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Uma pessoa que não está bem, pode contagiar o restante. Não permita que uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas que não estão felizes, contaminem o restante da empresa. Não tenha medo de deixar ir embora membros da equipe que são bons em nível de execução, mas não colaboram com um bom ambiente de trabalho.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">5. Deixe claro quais são as expectativas de cada função e a cultura que busca promover na empresa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">há empresas onde a maioria das pessoas trabalham remotamente e funcionam perfeitamente, e há empresas que parecem um acampamento de férias onde todos os funcionários fazem o seu trabalho com êxito. Escolha qual cultura que você deseja criar e selecione as ferramentas para reforçar o caminho que você escolheu.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">6. Dedique um tempo para entender os tipos de personalidades que existem na sua equipe e explique a sua:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Alguns são hiperativos, outros calmos, alguns extrovertidos, outros introvertidos, alguns são organizados, outros sofrem de déficit de atenção. Entender as personalidades de cada um ajuda a saber como interagir melhor e evitar erros de interpretação. Uma boa ferramenta utilizada por várias organizações para determinar personalidades dinâmicas e melhorar trabalho em grupo é o Indicador Myers-Briggs .</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">7. Certifique-se de que membros da sua equipe se sintam valorizados:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Não existe uma fórmula mágica motivadora. E se há uma coisa que eu posso dizer é que a coisa mais importante em reter talentos é fazer com que as pessoas se sintam valorizadas. Há muitas maneiras de fazer isso, seja com reconhecimento público, recompensas monetárias ou apenas tomar o tempo para ter conversas frente a frente. Como em outros aspectos da vida, todos nós gostamos de nos sentir respeitados e relevantes.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Por:</span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> Matias Recchia</span></em><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> &#8211; </span></span><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">CEO e cofundador da IguanaFix. Tem MBA pela Harvard Business School e também atuou como CEO da Vostu</span></em></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Fonte: administradores.com.br</span></em></p>
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		<title>10 atitudes proibidas no trabalho em equipe</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/10/10-atitudes-proibidas-no-trabalho-em-equipe/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 18:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional. É que a capacidade de trabalhar bem em&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.</p>
<p>É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego.</p>
<p>“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.</p>
<p>Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira:</p>
<p><strong>1.</strong>  <strong>Ser inflexível e não transparente na comunicação</strong></p>
<p>“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.</p>
<p>“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.</p>
<p>A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.</p>
<p><strong>2.</strong>  <strong>Não alinhar o objetivo</strong></p>
<p>Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.</p>
<p>Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.</p>
<p><strong>3.</strong>  <strong>Comprometimento zero</strong></p>
<p>Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.</p>
<p><strong>4.</strong>  <strong>Falta de planejamento e de respeito a prazos</strong></p>
<p>Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.</p>
<p><strong>5.</strong>  <strong>Criticar um participante na ausência dele</strong></p>
<p>Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.</p>
<p><strong>6.</strong>  <strong>Desvalorizar o trabalho do outro</strong></p>
<p>Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.</p>
<p><strong>7.</strong>  <strong>Não assumir erros</strong></p>
<p>Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio e péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.</p>
<p><strong>8.</strong>  <strong>Ignorar as regras estabelecidas pela equipe</strong></p>
<p>Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry.<br />
A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, diz Meiry.</p>
<p><strong>9.</strong>  <strong>Desequilíbrio emocional</strong></p>
<p>Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry. Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.</p>
<p><strong>10.</strong>  <strong>Não aceitar as diferenças</strong></p>
<p>Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.</p>
<p>É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: exame.abril.com.br</em></p>
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		<title>7 passos para arruinar uma entrevista de emprego</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/7-passos-para-arruinar-uma-entrevista-de-emprego/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 20:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive. “Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não entende”, diz ele.</p>
<p>Na verdade, existem formas quase infinitas de garantir o &#8220;não&#8221; na fase presencial de um processo seletivo. Mas alguns erros são mais comuns do que outros. Confira:</p>
<p><strong>1. Chegue atrasado e não peça desculpas</strong><br />
Para começar com o pé esquerdo, nada melhor do que desrespeitar o horário marcado com o recrutador &#8211; e, de quebra, não demonstrar a menor preocupação com isso.</p>
<p>Segundo Ricardo Ribas, gerente-executivo da Page Personnel, pequenos atrasos são relativamente aceitáveis em cidades grandes, mas se tornam imperdoáveis se o candidato não pede desculpas e nem justifica a ocorrência.</p>
<p><strong>2. Comece a conversa falando mal do emprego anterior</strong><br />
Nenhuma atitude é tão comprometedora quanto criticar e desqualificar chefes e colegas do passado, diz Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“A mensagem que fica para a empresa contratante é que o candidato pode fazer isso com qualquer empregador, inclusive com ela própria”, afirma.</p>
<p><strong>3. Mostre desconhecimento sobre a sua própria trajetória</strong><br />
Segundo Ribas, ter um discurso impreciso e contradizer informações apresentadas no seu currículo são sinais claros de despreparo para qualquer recrutador.</p>
<p>Se o candidato é vago ou incoerente durante a entrevista, duas hipóteses são consideradas: ou ele não domina a sua própria história profissional, ou está mentindo.</p>
<p><strong>4. Descreva-se como um super-herói</strong><br />
Souto diz que muitas pessoas tentam vender uma ideia de que todos os seus resultados foram maravilhosos &#8211; e tudo graças a elas.</p>
<p>Além de soar arrogante, essa atitude mostra que o candidato desconhece ou subestima a importância do trabalho em equipe. “É justamente o que as empresas não querem mais atualmente”, afirma ele.</p>
<p><strong>5. Apresente uma pretensão salarial totalmente aleatória</strong><br />
Nem todos os recrutadores perguntam qual é a remuneração pretendida pelo candidato. Mas, se esse for o caso, lançar um valor qualquer à mesa é uma péssima ideia.</p>
<p>Isso porque candidato precisa mostrar o raciocínio que o levou a pedir um determinado salário, diz Souto. Se não é assim, soa como uma aposta.</p>
<p><strong>6. Ao final, não pergunte nada (ou pergunte algo desnecessário)</strong><br />
Para Ribas, profissionais que não questionam em nada na entrevista transmitem falta de curiosidade pela empresa e até desinteresse pela vaga.</p>
<p>Também é problemático encher o entrevistador de perguntas sobre assuntos irrelevantes. “Não é o momento para querer saber sobre a marca do carro a que a equipe comercial terá acesso, por exemplo”, diz ele.</p>
<p><strong>7. Nos dias seguintes, pressione o recrutador por um retorno</strong><br />
A má impressão causada por um candidato pode continuar mesmo semanas depois da entrevista. Basta ligar e mandar e-mails insistentemente para o recrutador cobrando por uma resposta, diz Ribas.</p>
<p>Além de transmitir ansiedade e insegurança, a postura por si só é irritante. “É melhor perguntar ao recrutador qual é o prazo para a conclusão do processo seletivo e esperar pacientemente até a data”, aconselha o especialista.</p>
<p>Fonte:<em> http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>7 atitudes para evitar em uma entrevista de emprego</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/04/7-atitudes-para-evitar-em-uma-entrevista-de-emprego/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 17:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[candidato]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>1- Nunca chegue atrasado! O atraso tem um impacto grande no candidato (mais do que no entrevistador) uma vez que durante a entrevista você ficará pedindo desculpas e pensando que já está reprovado pelo ocorrido, o que possivelmente afetará sua&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1- Nunca chegue atrasado!</strong></p>
<p>O atraso tem um impacto grande no candidato (mais do que no entrevistador) uma vez que durante a entrevista você ficará pedindo desculpas e pensando que já está reprovado pelo ocorrido, o que possivelmente afetará sua performance. Assim, tente sair com antecedência para chegar ao local da entrevista uns 20 minutos antes do horário agendado. Esse planejamento é importante porque, dessa forma, você terá tempo para se acalmar, observar o ambiente a sua volta (como é a empresa e as pessoas que trabalham nela), tomar uma água, pesquisar um pouco mais sobre a empresa etc.</p>
<p><strong>2- O meu defeito? Eu sou perfeccionista!</strong></p>
<p>A internet é uma ótima maneira de encontrar informações sobre todos os temas, mas é necessário entender o que do conteúdo serve para você. É muito comum os candidatos chegarem com respostas prontas à entrevista (como a da chamada acima). Fuja desses modismos e se concentre em falar sobre você de maneira original.</p>
<p><strong>3- Você pode ser divertido, não comediante.</strong></p>
<p>Uma entrevista não é um interrogatório. É um momento em que candidato e empresa estão se conhecendo melhor. Dessa forma, como em um primeiro encontro, você pode sorrir, contar algo engraçado (dentro do contexto da entrevista), mas tenha cuidado para não ultrapassar a linha e tornar sua entrevista um momento stand up comedy.</p>
<p><strong>4- Meu produto favorito?</strong></p>
<p>Nunca, nunca, nunca chegue a uma entrevista sem conhecer o que a empresa faz! O que ela produz, o que ela vende são informações que você precisa ter no momento da entrevista. Vasculhe o site da empresa, procure notícias na internet, converse com pessoas que trabalham/trabalharam na empresa etc.</p>
<p><strong>5- Cuidado para não falar demais.</strong></p>
<p>Ao passar por uma entrevista, o entrevistador desejará conhecer a sua história melhor. Todos nós temos milhões de histórias para contar, mas nesse momento especificamente, escolha as que melhor te descrevem e procure falar de uma maneira que traga conteúdo e que ao mesmo tempo seja objetiva. Geralmente, uma entrevista tem no máximo 1 hora, e nesse tempo o entrevistador deverá estar seguro que tirou todas as dúvidas sobre o seu perfil.</p>
<p><strong>6- Por que eu saí do último emprego? Não curti!</strong></p>
<p>Essa é uma pergunta comum em uma entrevista, na qual o entrevistador tenta mapear os motivadores do candidato. Cuidado com as gírias e com a redução da sua experiência a um “não curti”, “não gostei”, “não me valorizavam”. Todos esses pontos podem ser verdadeiros, mas tente trazer em um outro formato: que vivência foi aquela, quais foram os desafios e quais os motivadores da sua saída.</p>
<p><strong>7- Não espere um feedback instantâneo!</strong></p>
<p>Por mais curiosidade que você tenha, o entrevistador, via de regra, não conseguirá te dar um feedback assim que acabar a entrevista. Isso porque, muitas vezes, passará por um consenso com outro colega, terá comparação de entrevistas etc. Apenas pergunte como e quando você terá a resposta, agradeça e se coloque à disposição caso o entrevistador tenha mais alguma dúvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Bárbara Galvão</em><br />
<em>Consultora de Processos Seletivos da Cia de Talentos</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.chegamais.ciadetalentos.com.br/</em></p>
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		</item>
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		<title>Pérolas dos Processos Seletivos – O que não fazer!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/03/perolas-dos-processos-seletivos-o-que-nao-fazer/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 20:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[currículo]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[gafes]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Analista de Recursos Humanos, Alessandra Ravaiani, que esteve presente em várias publicações do nosso Blog, contribuindo para que você tenha melhor desempenho nos processos seletivos, veio marcar presença mais uma vez. Com experiência de muitos anos em Recursos Humanos,&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Analista de Recursos Humanos, Alessandra Ravaiani, que esteve presente em várias publicações do nosso Blog, contribuindo para que você tenha melhor desempenho nos processos seletivos, veio marcar presença mais uma vez.</strong></p>
<p>Com experiência de muitos anos em Recursos Humanos, imaginamos que a profissional teria muitos casos interessantes para compartilhar conosco sobre os processos seletivos. Hoje, vocês irão acompanhar casos engraçados vivenciados em entrevistas e análises de currículos.</p>
<p>Esperamos que os principais erros levantados aqui possam ajudar vocês, futuros candidatos, a não cometerem enganos ou erros parecidos.</p>
<p>Dicas por Alessandra Ravaiani: o que NÃO fazer!<br />
Vamos começar pelos <strong>CURRÍCULOS</strong>!</p>
<p>O currículo é o primeiro contato com a empresa e por isso é essencial que ele transmita boa impressão sobre o candidato, e uma boa impressão não é transmitida se você, candidato, colocar FOTOS de baladas, festas ou poses sensuais no currículo.</p>
<p>Não poderia mostrar esses exemplos aqui, para não expor as pessoas, mas se faça o seguinte questionamento: <em>qual a imagem que eu quero passar para o recrutador?</em> Com toda certeza esse tipo de foto não passará a imagem desejada.</p>
<p><strong>ERROS DE PORTUGUÊS</strong>, esses também estão presentes e transmitem total falta de cuidado. Já recebi um currículo inteiro sem nenhum acento ou vírgulas. Alguns candidatos escrevem no corpo do e-mail um pequeno texto, no formato de apresentação, em que encontramos muitos erros também. Veja alguns exemplos:</p>
<p><em>ola bom dia meu nome michael gostria de deixar com voces o meu curriculo</em></p>
<p>Não há letra maiúscula no início da frase e faltam os acentos e as vírgulas! Fora os erros de digitação, como “gostria” em vez de “gostaria”.</p>
<p>Erros básicos de <strong>FALTA DE ATENÇÃO</strong> também são frequentes:</p>
<p><em>Objetivo: Pretendo estagiar em uma repartição pública e adquirir novos conhecimentos a fim de contribuir para o enriquecimento de minha vida profissional e contribuir também para o bom funcionamento da repartição.</em></p>
<p>O problema, neste último exemplo, é que se tratava de uma empresa privada e não de uma repartição pública!</p>
<p>Há outros casos, em que o candidato citava no currículo o nome da empresa que o interessava, porém acabou enviando para outra empresa. O que demonstra para o recrutador, desatenção, por isso é essencial conferir o e-mail e seu currículo antes de enviá-lo.</p>
<p>O caso, abaixo, também é um bom exemplo. Sempre sugerimos que os candidatos coloquem seu “<strong>OBJETIVO PROFISSIONAL</strong>” no currículo. No exemplo abaixo, o candidato escreveu seu objetivo, porém não o profissional, vejam só:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/objetivo2.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter wp-image-485 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/objetivo2.jpg" alt="objetivo2" width="633" height="103" /></a></p>
<p>Outros casos que chamam atenção, são as famosas <strong>METÁFORAS OU FRASES DE EFEITO</strong>. Mas em um contexto de seleção, não costuma funcionar.</p>
<p><em>&#8220;Estou procurando um lugar que precise de muitas reformas e consertos, mas que tenha fundações sólidas. Estou disposto a demolir paredes, construir pontes e acender fogueiras.&#8221;</em></p>
<p>Entendi que o candidato está muito disposto para o trabalho, pronto para enfrentar desafios. Mas não bastava dizer isso em um linguajar cotidiano? Abaixo, mais um muito parecido:</p>
<p><em>&#8220;Toda manhã na África, um antilope acorda e levanta. Ele sabe que deve correr mais rápido que o leão ou será morto.</em></p>
<p><em>Todo dia na África, um leão acorda e levanta. Ele sabe que deve correr mais rápido que o antilope mais lento ou ele ficará faminto.</em></p>
<p><em>E não, não importa se você é antilope ou leão – amanheceu, comece a correr.</em></p>
<p><em>(Provérbio Africano)&#8221;</em></p>
<p>&#8220;<em>Aquele que Sabe, Aquele que Faz… Aquele que Pensa no que Faz</em>&#8221;</p>
<p>Tomara que ele demonstre isso em atos no momento da entrevista. Não basta dizer.</p>
<p>Por fim, a melhor de todos os tempos! E que dispensa comentários:</p>
<p>&#8220;<em>Amigo que é Amigo não separa briga, chega junto na voadora</em>.&#8221;</p>
<p>Como profissional de Recursos Humanos, eu realmente me pergunto, <strong>o que o candidato pensou ao enviar essa frase</strong>?</p>
<p><strong>REDES SOCIAIS</strong> também rendem casos interessantes. Certa vez, estávamos contratando um intercambista e fomos olhar seu Facebook. Em seu álbum, tinha diversas fotos com ele segurando armas de fogo, de diversos tipos, apontando para a câmera. Não tivemos coragem de contratá-lo. Vocês teriam?</p>
<p>Prosseguindo, gostaria de contar alguns <strong>CASOS DE ENTREVISTAS</strong>. Tentei me lembrar das melhores perguntas e respostas, de diferentes candidatos.</p>
<p>Entrevistador: <em>Por que você se candidatou à essa vaga, o que o chamou atenção?</em><br />
Candidato: <em>Ah, cansei de ficar em casa dormindo à tarde toda, sem fazer nada.</em><br />
(Aqui entre nós, a gente nunca nunca espera que esse seja o motivo pelo interesse em sua vaga…)</p>
<p>Entrevistador: <em>O que pretende para sua carreira? Você tem um planejamento profissional?</em><br />
Candidato: <em>Sim! (já fiquei animada!), pretendo entrar, ficar 6 meses na empresa e depois ter experiência em uma outra empresa.</em><br />
(Como assim???? O candidato quer entrar já pensando em sair??)</p>
<p>Entrevistador: <em>O que você entendeu da vaga que estamos propondo?</em><br />
Candidato: <em>Qual é a vaga mesmo? Porque eu estou participando de muitas seleções e me esqueci…</em></p>
<p>Entrevistador: <em>O que as pessoas acham de você?</em><br />
Candidato: <em>Ah, muitos me dizem que eu sou chato, ríspido, tenho um jeito meio arrogante e que sou difícil de lidar…</em><br />
(Bom, não posso negar que foi nota 10 em sinceridade, mas alguém aí quer trabalhar do lado dessa pessoa? Saber reconhecer os defeitos é algo muito valorizado pelos profissionais de RH, mas você não precisa expor todos os seus defeitos de uma única vez.)</p>
<p>Resumindo todos esses episódios e casos, o importante é <strong>refletir</strong> sobre a imagem que você quer passar para a empresa em que quer trabalhar. Reflita sobre você, conheça bem a vaga e a empresa e abuse do bom senso, sempre! Ele nunca é demais.</p>
<p>Ah, e qualquer semelhança aqui, é mera coincidência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://blog.contratanet.com.br/</em></p>
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		<title>Perfis versus Salários</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/12/perfis-versus-salarios/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2014 19:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>As características que compõe a personalidade dos indivíduos não servem apenas para nortear preferências, comportamentos ou profissões a seguir. É possível definir também o potencial de uma pessoa para a ascensão profissional e até mesmo o salário que pode receber.&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As características que compõe a personalidade dos indivíduos não servem apenas para nortear preferências, comportamentos ou profissões a seguir. É possível definir também o potencial de uma pessoa para a ascensão profissional e até mesmo o salário que pode receber.</p>
<p>O Ph.D em psicologia pela Universidade de Harvard, William Moulton Marston, definiu entre os anos 20 e 30 que todo ser humano é constituído por quatro fatores comportamentais: Dominância (indivíduos diretos e assertivos), Influência (indivíduos comunicativos e extrovertidos), Estabilidade (indivíduos organizados e estruturados) e Conformidade (indivíduos analistas e metódicos). A partir desta definição, a ETALENT desenvolveu a pesquisa “Talento Brasileiro”, que mapeou as características comportamentais dos brasileiros. Dentre os perfis analisados no país, os que aparecem com maior ascensão profissional e maiores salários são os dominantes.</p>
<p>Estas pessoas com perfil direto e agressivo são maioria nos níveis de alta gestão e ocupam mais frequentemente os cargos de diretoria e gerência. Grande parte dos Dominantes apresenta salários acima de 12,4 mil reais por mês. Por outro lado, com o fator Estabilidade acontece exatamente o oposto. As pessoas com este perfil encontram-se com maior frequência nos níveis mais baixos da hierarquia organizacional, ocupando cargos técnicos e de níveis auxiliar e operacional.</p>
<p>Enquanto as pessoas com alta Dominância gostam de poder, de coisas materiais e se arriscam muito mais, as pessoas com alta Estabilidade tendem a valorizar mais a família, a segurança, os relacionamentos e dificilmente se arriscam. Por este motivo, determinados indivíduos, por mais qualificados que sejam, não conseguem se adaptar a determinados cargos ou funções, mesmo que o salário seja alto.</p>
<p>O desconhecimento dos aspectos comportamentais por parte das organizações e também pelas pessoas cria uma situação muito comum, na maioria das empresas, na qual aqueles que possuem um bom histórico de respostas técnicas são chamados para ocupar posições de gestão para as quais não estão preparados e não possuem o perfil comportamental indicado. Nove em cada dez empresas conhecem o ditado: Perdemos um excelente técnico e ganhamos um péssimo gestor.</p>
<p>Dependendo da função a ser ocupada, a desmotivação e a não compatibilidade ao perfil profissional do indivíduo podem influenciar negativamente no faturamento da empresa. Por este motivo, é fundamental que os setores de recursos humanos estejam atentos às características comportamentais dos candidatos e não somente às competências técnicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Jorge Matos, presidente da ETALENT</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>3 dicas essenciais para você se preparar para uma entrevista</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/3-dicas-essenciais-para-voce-se-preparar-para-uma-entrevista/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 18:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você mandou seu currículo, foi chamado para a entrevista e finalmente chegou a hora de falar sobre quem é você e contar a sua experiência. Para fazer bonito, confira algumas dicas importantes que separamos: 1 – As vagas têm perfil&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você mandou seu currículo, foi chamado para a entrevista e finalmente chegou a hora de falar sobre quem é você e contar a sua experiência. Para fazer bonito, confira algumas dicas importantes que separamos:</p>
<p><strong>1 – As vagas têm perfil comportamental</strong></p>
<p>Cada vaga exige um tipo de comportamento diferente. O fato de você ser muito extrovertido ou mais contido, por exemplo, vai contar a favor ou contra dependendo da natureza do profissional que estão procurando. Querer se comportar de forma diferente da sua essência, buscando “agradar” o recrutador, soará falso e pode fazer você perder a oportunidade de mostrar quem você é.</p>
<p><strong>2 – Reflita sobre você mesmo</strong></p>
<p>Para dizer quem você é, é preciso saber quem você é. O autoconhecimento vem sendo cada vez mais valorizado pelas empresas e, inclusive, muitas investem em programas que promovem o autoconhecimento da equipe. Faça uma boa reflexão para saber responder e justificar perguntas do tipo “qual é o seu defeito?”, “qual é a sua qualidade?”, “como pode contribuir?”, “o que lhe motiva?”.</p>
<p><strong>3 – Nada de mentirinhas</strong></p>
<p>Algumas pessoas acabam projetando na entrevista experiências e características que não são exatamente as suas, buscando impressionar o recrutador. Saiba que mais cedo ou mais tarde isso será testado e você entrará na maior saia justa. Procure sempre ser contratado pelo que você é. Se aquela vaga não for para o seu perfil, não desista, continue focado no seu objetivo.</p>
<p>Além das dicas anteriores, fique atento a alguns cuidados básicos, como não se atrasar, utilizar roupas adequadas, não utilizar gírias e preocupar-se com a aparência e higiene pessoal.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Etalent</em><br />
<em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>5 passos para conquistar o cargo desejado</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/5-passos-para-conquistar-o-cargo-desejado/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 20:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Provavelmente, se você chegou até aqui é por que almeja alcançar um determinado cargo ao longo de sua carreira. E com certeza não está sozinho nessa. Desde a nossa formação acadêmica, temos alguma empresa dos sonhos e um posto de&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente, se você chegou até aqui é por que almeja alcançar um determinado cargo ao longo de sua carreira. E com certeza não está sozinho nessa.</p>
<p>Desde a nossa formação acadêmica, temos alguma empresa dos sonhos e um posto de trabalho que gostaríamos de ocupar dentro dessa organização. Alguns preferem seguir o caminho do empreendedorismo. E ser empreendedor também é um cargo a ser conquistado, por que não?</p>
<p>Mas seja trabalhando para uma empresa que o inspire ou até criando o próprio negócio, esse processo que costumamos chamar de “chegar lá” exige alguns elementos fundamentais.</p>
<p>Os profissionais de sucesso desenvolvem ao longo de sua trajetória alguns passos importantíssimos que, por sua vez, resultam em Atitudes de Alta Performance. Quem tem esse tipo de atitude consegue “chegar lá”.</p>
<p>Saiba agora quais são os cinco passos mais importantes :</p>
<p><strong>1- Autoconhecimento:</strong> saiba quem você é, o que gosta de fazer profissionalmente e as coisas que lhe inspiram. Perguntas como “gosto do que faço?” e “como me vejo daqui a cinco anos?” são um ótimo ponto de partida.</p>
<p><strong>2- Conhecimento:</strong> além de se conhecer, é importante que você entenda a importância de continuar estudando e se atualizando, mesmo depois de se formar em uma graduação. Um profissional que conhece a própria área, as tendências e as inovações do mercado, tem mais chance de disputar uma vaga.</p>
<p><strong>3- Habilidades:</strong> descubra quais são as habilidades essenciais para executar as tarefas do cargo desejado. Cada cargo ou profissão tem habilidades fundamentais para ser feito com êxito. Como exemplo temos a didática, para professores, e a resistência física, para um atleta de elite.</p>
<p><strong>4- Comportamentos:</strong> além de conhecimentos e habilidades, cada cargo exige um determinado perfil comportamental. Compreender qual é o seu perfil e desenvolver os fatores necessários para o cargo desejados são de grande importância para se sair bem no processo de seleção.</p>
<p><strong>5- Autodesenvolvimento:</strong> os quatro passos anteriores devem ser dados junto com um Plano de Desenvolvimento Comportamental.</p>
<p>Conhecer o que você tem de melhor e o que precisa ser aprimorado vai ser essencial ao traçar suas metas para chegar ao cargo dos sonhos. Só não deixe para amanhã, viu?</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>7 atitudes para começar com o pé direito num novo emprego</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 20:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido. Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Crachá novo, vida nova. É natural sentir um frio na barriga nos primeiros dias de um emprego em que você acabou de ser admitido.</strong></p>
<p>Para Adriana Gomes, psicóloga e consultora de carreira, “aterrissar” tranquilamente num novo ambiente de trabalho não é uma manobra simples. “É como o início das aulas numa escola nova: você precisa se adaptar a múltiplos cenários ao mesmo tempo”, explica.</p>
<p>Mas, se a ansiedade e o medo do desconhecido são inevitáveis, é bom se esforçar para garantir um bom começo. “Não é mentira que as primeiras impressões são as que ficam”, diz Romaly de Carvalho, professora de etiqueta no trabalho da FGV (Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p>Segundo ela, a fase inicial de um emprego é o período em que o profissional é observado mais de perto. Por isso, vale redobrar a atenção para atitudes que possam contribuir para o seu marketing pessoal.<br />
A seguir, veja algumas atitudes recomendadas para quem está atravessando as emoções do começo de uma nova aventura profissional:</p>
<p><strong>1. Fale pouco, escute muito</strong><br />
Ninguém espera que, nos seus primeiros dias de empresa, você já saia tagarelando pelos corredores. É melhor se conter e, principalmente, fazer uma observação silenciosa das outras pessoas.</p>
<p>Como seus colegas se relacionam? Quais são os seus assuntos? Quais são as relações de poder mais visíveis? “Você precisa se informar sobre o seu novo ambiente”, diz Adriana. “E não existe forma melhor de fazer isso do que escutar, escutar e escutar”.</p>
<p><strong>2. Economize nos “pitacos”</strong><br />
Você pode até já ter comentários sobre o que deve ser feito, mas normalmente é melhor guardá-los para si. “É arriscado se expor sem conhecer tão bem o seu novo trabalho”, alerta Adriana.</p>
<p>Se já houver reuniões para as quais você foi convidado, o melhor é agir como ouvinte. “Deixe as suas opiniões e avaliações mais veementes para o futuro”, aconselha.</p>
<p><strong>3. Descubra quais são os rostos das figuras mais importantes</strong><br />
Para Romaly, o novato deve fazer um trabalho de “detetive” para se preparar. “Descubra quem são as figuras-chave da empresa, como o presidente e os principais diretores”, recomenda ela. “Se ninguém puder apontar quem é quem para você, vale até pesquisar fotos na internet”.</p>
<p>Não é bisbilhotice, garante Romaly. “Saber como eles são fisicamente evita constrangimentos ou posturas inadequadas se você encontrá-los no elevador ou pelos corredores da empresa, por exemplo”, explica.</p>
<p><strong>4. Não tenha vergonha de se apresentar</strong><br />
Nos primeiros dias, é importante que você busque se fazer conhecer pelos seus novos colegas. “Descubra quando e onde as pessoas costumam se reunir para o café, e use esses espaços para se apresentar”, recomenda Romaly.</p>
<p>Se ninguém facilitar esse primeiro contato, tome a iniciativa. Segundo ela, o gesto de se apresentar a quem você não conhece demonstra autoconfiança, além de ser simpático.</p>
<p><strong>5. Tome a iniciativa para acompanhar colegas em almoços e happy hours</strong><br />
Além de se apresentar, também é aconselhável que você busque ativamente oportunidades para socializar com os demais. De acordo com Adriana, o novato deve evitar almoçar sozinho, por exemplo.</p>
<p>“Perca a vergonha e se convide para acompanhá-los nos almoços, cafés e até happy hours”, diz a consultora. “Quanto antes você se integrar, melhor”.</p>
<p><strong>6. Não force amizades</strong><br />
Embora o recém-chegado deva buscar contato social no novo ambiente, é bom não exagerar na dose. “Não é para dar uma de ‘amigão’ com pessoas que você mal conhece”, diz Adriana.</p>
<p>O ideal, então, é encontrar um equilíbrio delicado entre simpatia e formalidade. “Intimidade é algo que se constrói, então é melhor manter uma certa distância, que vai se encurtando aos poucos”, acrescenta Romaly.</p>
<p><strong>7. Não se envergonhe das suas dúvidas</strong><br />
Nos primeiros dias, é natural estar um pouco perdido. “Não é demérito nenhum desconhecer o funcionamento das coisas”, afirma Romaly. As perguntas, ao contrário, são muito bem-vindas &#8211; sobretudo porque serão vistas como sinal de interesse e disposição para aprender.</p>
<p>As interrogações, portanto, estão liberadas &#8211; mas desde que sejam sobre trabalho. “Vale mais ser discreto e evitar perguntas sobre assuntos pessoais, como família ou política”, diz a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Claudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>Uma dose de etiqueta profissional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 19:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[etiqueta profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Existe um conjunto de comportamentos e códigos de conduta explícitos ou implícitos que são ou não valorizados em certas realidades, ambientes e empresas. Este conjunto adequado à determinada realidade é a cultura organizacional de uma empresa. Mas existe uma relação&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um conjunto de comportamentos e códigos de conduta explícitos ou implícitos que são ou não valorizados em certas realidades, ambientes e empresas. Este conjunto adequado à determinada realidade é a cultura organizacional de uma empresa. Mas existe uma relação de comportamentos valorizados e bem vistos em qualquer ambiente de trabalho. São pequenas atitudes que estão ligadas à Etiqueta Profissional. Vamos falar de algumas posturas básicas:</p>
<p>&#8211; <strong>Vista-se adequadamente</strong>: no ambiente de trabalho o que está em jogo é a sua competência e a forma de se vestir deve estar adequada ao perfil, segmento e padrão da empresa. O seu guarda roupa precisa combinar com o seu crachá. Vale fazer aquela limpeza do que não serve mais ao contexto profissional e despedir-se das roupas de “estudante” e de ir para a faculdade;</p>
<p>&#8211; <strong>Utilize os recursos da organização com moderação</strong>. Pra ser mais específica: utilize os recursos da organização como se fossem seus. Os mesmos cuidados com os objetos da sua casa são os cuidados com os objetos da empresa. Fique atento ao tempo que passa no telefone, na internet, nas redes sociais. Pense como gasta e utiliza o que te oferecem;</p>
<p>&#8211; <strong>Procure o momento certo para conversar com as pessoas</strong>. Cuidado com interrupções e preste atenção no impacto que produz no ambiente: falar alto demais, levantar demais, qualquer gesto demais pode incomodar os seus colegas, sobretudo em ambientes abertos. E não se engane: no trabalho você é avaliado o tempo todo e a sua imagem profissional é formada a partir de como os outros te enxergam;</p>
<p>&#8211; <strong>Nas viagens que por ventura você fizer em nome da empresa não se esqueça nem por um minuto que você está lá representando a empresa</strong>. Por mais que seja um hotel maravilhoso você está lá a trabalho e não de férias. Cuidado com a vestimenta e com o seu comportamento;</p>
<p>&#8211; <strong>Nomes de clientes, pessoas e informações devem ser preservados</strong>. Confidencialidade é fundamental para estabelecer vínculos de confiança. Aprenda a segurar a língua e procure reconhecer para quem e com quem irá compartilhar o que sabe e as suas percepções. Como diz o ditado: “Em boca fechada não entra mosquito.” Além disso, cuidado em elevadores, restaurantes e lugares públicos. Você nunca sabe quem pode estar ao seu lado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Bruna Tokunaga Dias &#8211; Gerente de Orientação Profissional da Cia de Talentos</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.chegamais.ciadetalentos.com.br/</em></p>
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		<title>11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>De bem com o trabalho!! Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir. Fonte: www.exame.com.br</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De bem com o trabalho!!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png"><img class="aligncenter wp-image-343 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png" alt="01" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png"><img class="aligncenter wp-image-344 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png" alt="02" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png"><img class="aligncenter wp-image-345 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png" alt="03" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png"><img class="aligncenter wp-image-346 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png" alt="04" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png"><img class="aligncenter wp-image-347 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png" alt="05" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png"><img class="aligncenter wp-image-348 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png" alt="06" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png"><img class="aligncenter wp-image-349 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png" alt="07" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png"><img class="aligncenter wp-image-350 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png" alt="08" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png"><img class="aligncenter wp-image-351 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png" alt="09" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png"><img class="aligncenter wp-image-352 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png" alt="10" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png"><img class="aligncenter wp-image-353 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png" alt="11" width="810" height="455" /></a></p>
<p><em>Fonte: www.exame.com.br</em></p>
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		<title>O que vem depois do feedback?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 17:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismos]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Reconheça os mecanismos de defesa mais comuns das pessoas para apoiar o seu processo de desenvolvimento. Nas últimas colunas, falamos sobre a avaliação 360º e práticas de feedback. Agora, para encerrar a série, gostaríamos de abordar o que vem depois,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Reconheça os mecanismos de defesa mais comuns das pessoas para apoiar o seu processo de desenvolvimento.</strong></p>
<p>Nas últimas colunas, falamos sobre a avaliação 360º e práticas de feedback. Agora, para encerrar a série, gostaríamos de abordar o que vem depois, a começar pelos mecanismos de defesa, para que possamos investir em nosso autodesenvolvimento e apoiar os outros em seu processo evolutivo.</p>
<p>Como coaches, ao entregar o relatório de avaliações 360º, por exemplo, é comum ouvirmos reações como &#8220;eles devem ter se confundido quando processaram os dados”, “eu sou assim apenas no trabalho, mas não na vida pessoal” ou “esse resultado é o que eu esperava, mas não sou assim”. Isto porque, ao escutar algo que as faça refletir sobre o próprio comportamento, tirando-as da zona de conforto, as pessoas tendem a erguer barreiras utilizando uma série de mecanismos de defesa. Os mais comuns são a negação (eu não sou assim, as pessoas que responderam não me conhecem o suficiente, etc.) e a racionalização (eu fiz isso, mas é porque&#8230; o meu chefe pediu, é assim que as coisas funcionam aqui, etc.). Outros exemplos são o uso do humor (ironia), a agressividade (atirar no mensageiro) ou a passividade, em que a pessoa se mostra apática.<br />
O importante para os líderes é reconhecer estes mecanismos de defesa para poder contorná-los e assim assegurar que seja dado o passo em direção ao desenvolvimento. Para lidar com eles, ouça com atenção e compaixão, sempre! Procure entender o ponto de atrito e transmitir a mensagem de formas alternativas. No caso da negação, vale quebrar a mensagem em partes menores, ajudando a pessoa a processá-la e assim enxergar o quadro por uma perspectiva diferente. Na racionalização, caso você tenha argumentação lógica imbatível, esta pode ser uma opção (use com cuidado, o feitiço pode virar contra o feiticeiro!).</p>
<p>O processo de desenvolvimento se inicia quando, após a compreensão da questão, a pessoa se engaja emocionalmente com a mudança. Este engajamento pede profunda reflexão, passando pela análise da relação custo x benefício da mudança proposta. Apenas então a pessoa será capaz de criar um objetivo claro de desenvolvimento que permita traçar um plano de ação e colocá-lo em prática.</p>
<p>A prática do novo comportamento é que consolida a mudança, pois a ação consistente é requisito para que a transformação ocorra – sozinhas, a identificação da necessidade e a vontade de mudar não são suficientes. A propósito, observar uma pessoa nesta etapa do processo pode ser até curioso, já que o processo de desenvolvimento é dinâmico e tem movimento pendular. A cada tentativa, a pessoa pode ir de um extremo a outro, até encontrar seu ponto de equilíbrio sustentável. Neste momento, os novos comportamentos passam a ser intrínsecos à sua atuação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Márcia Veras é coach executiva e consultora em Gente &amp; Gestão.</em></p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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