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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; Inovação</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Como crescer 28% enquanto o concorrente cai 2%: o caso Chipotle</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 18:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Já ouviu a expressão “Pense fora da caixa”, ou mesmo, “Saber ler o ambiente em que está inserido é fundamental”? Nada melhor que um exemplo prático – de quem soube sair da lógica linear e alcançou resultados exponenciais – para&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Já ouviu a expressão “Pense fora da caixa”, ou mesmo, “Saber ler o ambiente em que está inserido é fundamental”? Nada melhor que um exemplo prático – de quem soube sair da lógica linear e alcançou resultados exponenciais – para inspirar você empreendedor.</p>
<p style="text-align: left;">Você conseguiria imaginar um fast food que:<br />
<strong>1.</strong> Não é rápido: a espera é de pelo menos 15 minutos;<br />
<strong>2.</strong> Não é barato: custa 15% mais que a concorrência;<br />
<strong>3.</strong> Não tem variedade: o menu traz apenas 5 itens;<br />
<strong>4.</strong> Não faz ofertas nem anuncia na TV; e<br />
<strong>5.</strong> Não tem sobremesa ou mesmo cafezinho.</p>
<p style="text-align: left;">Ninguém apostaria no sucesso de um lugar assim. Mas a rede de comida mexicana Chipotle confiou no próprio taco. E se deu bem: é o maior fenômeno atual da indústria de restaurantes dos Estados Unidos. E toda essa explicação se resume a uma palavra: Millennials.<br />
Nascidos a partir de 1980, eles são comprovadamente mais conscientes, preocupados com o meio ambiente, questões sociais e, principalmente, com o que estão ingerindo. Nenhuma marca soube entender – e atender – melhor este público do que o Chipotle. Cada “não”acima é baseado em uma inquietação da nova geração:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>1.</strong> Não é rápido: os ingredientes são frescos e preparados na hora. Todas as 1783 lojas não possuem freezer ou microondas.<br />
<strong>2.</strong> Não é barato: a carne vem de produtores que criam os animais de forma natural, sem antibióticos ou hormônios de crescimento.<br />
<strong>3.</strong> Não tem variedade: os itens são adquiridos localmente, de fazendas que não usam agrotóxico ou agridem o meio ambiente.<br />
<strong>4.</strong> Não tem sobremesa e café: a rede prefere se concentrar em poucos produtos e entregá-los com muita qualidade.</p>
<p style="text-align: left;">Pesquisas mostram que os Millennials são ambiciosos, querem lançar movimentos, influenciar pessoas e mudar culturas. Se uma marca conseguir mobilizá-los, é certeza de propaganda garantida e gratuita.<br />
Chipotle tem uma legião de seguidores, digitais e reais, que cuidam de repercutir suas ações e fortalecer sua imagem. Quer um exemplo? Em janeiro, a empresa comunicou que 30% de suas lojas não mais ofereceria Tortilla de porco. Porque flagraram um fornecedor maltratando os bichos, e romperam imediatamente o contrato.<br />
O que normalmente geraria reclamações – a falta de um produto – gerou milhões em mídia espontânea. Uma avalanche de manifestações de apoio e admiração invadiu as redes sociais.<br />
Graças a essa forma inovadora de atuar, Chipotle cresceu 28% em 2013 e 2014, num segmento que enfrenta crescente rejeição. O McDonald’s, por exemplo, no mesmo período encolheu 2%. Chipotle é um claro exemplo de oportunidade disfarçada nas mudanças.</p>
<p style="text-align: left;">E por falar em mudança, sabe qual a principal diferença entre o marketing do Século XX e do XXI? Antes, bastava oferecer sabor, porções generosas e publicidade poderosa. <strong>Atualmente tão importante quanto o que você faz, é o que deixa de fazer. Isso demonstra sua filosofia, princípios e valores. O prato preferido dos novos consumidores. </strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>Por: Publicitário Carlos Domingos</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Fonte: exame.abril.com.br</em></p>
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		<title>6 formas de lidar com a crise</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/09/6-formas-de-lidar-com-a-crise/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 19:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O que significa crise? Crise, por definição, é um momento crítico em que se apresenta uma situação difícil, perigosa, que exige uma decisão para nos proteger dela (e que, em caso de insucesso, pode prejudicar gravemente nossos objetivos). É uma definição complexa, que merece ser melhor explorada:</p>
<p><strong>1. Crise é causada por algo. Logo, ela pode ser prevista.</strong></p>
<p>Na imensa maioria das vezes, uma crise pode ser prevista. Um bom empreendedor tem que ser antenado. Tem que ficar ligado no que está acontecendo e perceber o humor das pessoas à sua volta, em especial de seus clientes, para tomar decisões de negócio baseadas nestas percepções.</p>
<p>Um bom empreendedor se alimenta de múltiplas fontes de informação e discute suas impressões com outras pessoas. Um bom empreendedor está aberto para o mundo e aprende todos os dias. Mais que isso, permite que o conhecimento novo mude sua forma de agir no mundo.</p>
<p><strong>2. Crise é uma situação. Logo, ela tem começo, meio e fim.</strong></p>
<p>Toda crise tem um ciclo. Tem hora de reduzir, tem hora de investir. Tem hora de enfrentar, tem hora de correr. Quase sempre, quem percebe estes momentos antes dos outros leva vantagem.</p>
<p><strong>3. Crise é difícil e perigosa. Logo, não dá para não fazer nada.</strong></p>
<p>Um dos maiores erros que um empreendedor pode cometer em uma crise é, arrogantemente, achar que “nada mudou” e que a crise não tem impacto sobre o seu negócio. Provavelmente tem. E é importante entender qual é.</p>
<p>Muitas vezes o impacto não é direto, mas vem pela cadeia. É como dirigir na estrada – você tem que estar atento com o que está acontecendo vários carros adiante, se você quer realmente estar seguro. Se você ficar apenas olhando para o para-choque do carro na sua frente, pode ficar muito tarde para reagir…</p>
<p><strong>4. Crise permite uma decisão para sair dela. Logo, tem saída.</strong></p>
<p>Em toda crise há uma decisão que pode ser tomada. Se não há uma decisão, não é crise, é uma tragédia. Não estamos falando de tragédias. Para tragédias, existem seguros – e algum dinheiro embaixo do colchão.</p>
<p><strong>5. Cada um vive a crise de forma diferente. Logo, a saída é diferente.</strong></p>
<p>A forma como a crise afeta cada um é muito diferente. A minha crise é diferente da sua. Logo, elas podem começar e terminar em momentos diferentes, ser perigosas de formas diferentes e o que temos que fazer para sair dela pode ser MUITO diferente.</p>
<blockquote><p>UM DOS MAIORES ERROS QUE UM EMPREENDEDOR PODE COMETER EM UM MOMENTO DE CRISE É “ANDAR COM A MANADA”.</p></blockquote>
<p><strong>6. Crise requer com</strong><strong>petências de crise.</strong></p>
<p>Para ter sucesso na crise e passar por ela de forma saudável, temos que ter algumas competências específicas:</p>
<ul>
<li><strong>Capacidade Analítica</strong> – Temos que ser capazes de entender como a crise nos afeta especificamente. Ter atenção e capacidade analítica para entender quando ela vai começar, quanto tempo ela vai durar, entender se está melhorando ou piorando, etc. Quanto mais formos capazes de antecipar o que vai acontecer, mais cedo poderemos tomar as decisões que nos permitirão sair da crise bem-sucedidos.</li>
<li><strong>Imunidade</strong> – Temos que ser capazes de ficar imunes ao mau humor que toma conta do ambiente. Há uma certa fala turbulenta e assustadora que alimenta e é alimentada pela mídia (é a oportunidade dela na crise!), mas que, no fundo, pode não fazer nenhum sentido para o nosso setor ou o nosso negócio em especial. Quanto mais formos capazes de ficar frios e tranquilos, melhores serão nossas análises e nossas decisões. A crise bate mais forte nos covardes!</li>
<li><strong>Agilidade</strong> – Temos que ser capazes de tomar boas decisões e colocá-las em movimento rápido. A crise tem um tempo. O seu bolso também. Agir no tempo certo é essencial. Agir com inteligência também é essencial.</li>
</ul>
<p>Só tem uma coisa que não funciona de jeito nenhum na crise – continuar fazendo o que você vinha fazendo antes da crise.</p>
<p>Na crise você tem que fazer diferente. Você tem que inovar.</p>
<p>Está esperando o que?</p>
<p>Fonte: <em>https://endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Os 7 passos para colocar seu sonho grande de pé</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 13:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As histórias que você lerá  mostram, no entanto, que ter um sonho grande não basta. A capacidade de execução e de botar pra fazer do empreendedor, tirando do papel aquela visão que foi vendida para todos, é tão ou mais importante do que o sonho em si. Se o sonho é o que tira o empreendedor da cama e contagia as pessoas, são os pequenos passos que o transformam em realidade.</p>
<p>1. Arranje alguém para te ajudar</p>
<p>Sozinho você não vai conseguir nada. Para aumentar suas chances, é preciso escolher os parceiros certos e que complementem as suas fraquezas. Divida com os outros para ter mais bases para multiplicação. E não se esqueça que as pessoas valem pelo que fazem e não pelo que conhecem ou como se apresentam.</p>
<p>2. Desenhe um mapa do caminho para chegar lá e divida-o em pedaços</p>
<p>Acho que o melhor é olhar para diferentes horizontes de tempo: o de 10 anos é o sonho grande, uma referência para dar energia para você e seu time; o de 3 anos é o business plan, que serve para ter um caminho; e o de 1 ano é o orçamento, que vai dizer o que você precisa fazer amanhã.</p>
<p>QUANDO ESTIVER CHEGANDO NO SONHO, É HORA DE ARRUMAR OUTRO.</p>
<p>3. Faça as pequenas coisas bem feitas, tenha paixão pela excelência</p>
<p>As grandes empresas são sempre a soma de um milhão de pequenas. Cuidar dos detalhes vai permitir você fazer o grande bem feito. Isso é um hábito que precisa ser cultivado sempre.</p>
<p>4. Ao crescer, nunca deixe seu negócio virar uma empresa grande</p>
<p>A empresa grande é aquela onde não se perde tempo com coisas pequenas ou detalhes, mas o negócio bom e grande é feito de um milhão de detalhes! Depois de um certo tempo as ações de grande impacto vão começar a rarear e você dependerá da soma de muitas pequenas coisas para ter algum impacto. No fim do dia, despesa e investimento são literalmente iguais. Lembre:-se se você não fizer isso e nem der valor, ninguém de sua empresa o fará.</p>
<p>5. Prepare-se para falhar e continuar insistindo</p>
<p>Você vai errar. Por isso, erre rápido, seja original nos erros e aprenda a lição para que os mesmos erros não voltem a acontecer. Conserte logo, e se precisar, mude a estratégia: muitos negócios de sucesso planejavam ser outra coisa ao iniciarem e souberam mudar.</p>
<p>6. Copiar é a maior inovação</p>
<p>Temos uma grande vantagem ao começar um negócio no Brasil. No nosso mercado, podemos copiar melhorando uma iniciativa que já existe em economias mais maduras. Por isso, antes de inovar, veja se não dá para copiar: pesquise outras indústrias e outros países e traga o que você aprender para a sua. Se não tiver jeito, invista em pesquisa e desenvolvimento, mas suas chances serão mais remotas. Tenha orgulho de copiar, melhorando coisas que já existem!</p>
<p>7. Gaste menos que seus concorrentes e trabalhe mais que eles</p>
<p>A paixão pela excelência o levará a ser o mais produtivo da sua indústria, mas cuidado! Não se compare com sua concorrência, ou no máximo você será só um pouquinho melhor do que eles.</p>
<p>E, por último: lidere por seus exemplos e não por suas palavras. O seu legado como empreendedor está nas coisas que você fizer todos os dias para transformar seu sonho grande em um negócio que emprega pessoas, paga impostos e contribua para o desenvolvimento do país.</p>
<p>Fonte: <em>www.endeavor.org.br/</em></p>
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		<title>6 hobbies que podem te tornar um empreendedor mais inteligente</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 20:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para se tornar uma pessoa mais inteligente, normalmente devemos aprender coisas novas na escola e no trabalho. No entanto, é possível ampliar seus horizontes fazendo o que se gosta. Segundo Christina Baldassare, especialista em empreendedorismo americano, alguns hobbies são bastante&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para se tornar uma pessoa mais <strong>inteligente</strong>, normalmente devemos aprender coisas novas na escola e no trabalho. No entanto, é possível ampliar seus horizontes fazendo o que se gosta.</p>
<div class="saibamais componente_materia">Segundo Christina Baldassare, especialista em <strong>empreendedorismo</strong> americano, alguns hobbies são bastante úteis para te tornar mais inteligente. Confira algumas das habilidades que, de acordo com a ciência, podem ajudar. A reportagem foi publicada originalmente na &#8220;Entrepreneur&#8221;.</div>
<p><strong>1. Tocar um instrumento musical</strong><br />
Segundo estudos de neurologia, a prática musical leva ao aperfeiçoamento do corpo caloso, uma estrutura que conecta os dois hemisférios do nosso cérebro. Um corpo caloso mais forte permite a transferência mais rápida de informações entre cada parte do cérebro, o que faz com que quem pratique música tenha mais criatividade e coordenações analítica e motora, bem como habilidades acima da média em matemática.</p>
<p><strong>2. Ler</strong><br />
O simples hábito de ler faz com que você seja menos estressado e tenha facilidade em resolver problemas, identificar padrões, aperfeiçoar processos na empresa e interpretar as sensações de outras pessoas. Além disso, você amplia seu vocabulário de palavras e tem mais chances de se expressar melhor, de acordo com Christina.</p>
<p><strong>3. Aprender uma nova língua</strong><br />
Ao se dedicar a um novo idioma, você, basicamente, exercita a sua memória e associa palavras do português a sinônimos na língua que você está estudando. Ter uma boa memória e saber fazer associações são habilidades que também podem ser úteis no escritório. Pessoas que falam vários idiomas são melhores na resolução de problemas do que pessoas que não dominam outra língua.</p>
<p><strong>4. Acumular conhecimento sobre alguma coisa</strong><br />
Também de acordo com a ciência, o acúmulo de conhecimento faz bem para a memória. Tal acúmulo pode ser de qualquer tema. Não é necessário nem saber muito sobre algo importante para os negócios. Se você gostar de pássaros, exemplifica Christina, aprenda muito sobre eles. Ela afirma que, por mais que você se dedique ao acúmulo de um único assunto, sua memória melhorará como um todo, em todos os aspectos da sua vida.</p>
<div class="saibamais componente_materia"><strong>5. &#8220;Malhar&#8221; seu cérebro</strong><br />
Christina afirma que atividades que estimulem o raciocínio, como palavras cruzadas, charadas e jogos de estratégia, estimulam a<strong> neuroplasticidade</strong> do cérebro. Essa capacidade permite que, literalmente, seu cérebro possa reorganizar e remodelar suas conexões e se adaptar a novidades em sua vida. Como sempre precisamos aprender coisas novas e enfrentar mudanças, é bom deixar o cérebro preparado.</div>
<p><strong>6. Meditar</strong><br />
Em 1992, o atual <strong>Dalai Lama </strong>convidou o cientista americano Richard Davidson para registrar sua atividade cerebral e a de monges que o seguem após sessões de meditação. A conclusão de Davidson é que os avaliados, ao meditar por muito tempo (algo como dezenas de milhares de horas, segundo ele) em busca de um objetivo, como ser mais tranquilo, conseguiram alterar a estrutura de seus cérebros. Ou seja, fechar os olhos e pensar nas mudanças que deseja para si também pode aumentar a sua neuroplasticidade, de acordo com Christina.</p>
<p>Fonte: <em>http://revistapegn.globo.com/</em></p>
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		<title>6 dicas para ativar sua criatividade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/6-dicas-para-ativar-sua-criatividade/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 18:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Uma das qualidades mais desejadas na atualidade, a criatividade acabou ganhando ares de mistério como se fosse um dom para poucos gênios, mas é simples, muito simples. Ela é a capacidade de criar, de trazer algo novo ao mundo: novas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das qualidades mais desejadas na atualidade, a criatividade acabou ganhando ares de mistério como se fosse um dom para poucos gênios, mas é simples, muito simples.</p>
<p>Ela é a capacidade de criar, de trazer algo novo ao mundo: novas formas, soluções, inspirações, cores, novos caminhos e jeitos de ver. Pode estar presente em grandes trabalhos ou num modo diferente que você organiza as coisas, numa grande descoberta ou nas pequenas mudanças que conseguimos inventar.</p>
<p>A criatividade é elemento essencial para a vida, não só para quem trabalha diretamente com o exercício criativo, mas também para gerar novas ideias, colocar nossos planos em ação, lidar melhor com os desafios. É ou não é?Então, aqui vão algumas dicas para alimentar a sua criatividade no dia-a-dia:</p>
<h4>1. Saia do lugar comum</h4>
<p>O que a criatividade mais ama? Realizar o incomum! Para criar algo novo, é preciso sair da zona de conforto. Permita-se conhecer novos lugares, novas pessoas, outros olhares. Beba em outras fontes: visite blogs que tratem de assuntos diferentes do que você costuma ler, participe de eventos culturais, tente outras formas de fazer as mesmas coisas.</p>
<p>Experimente!</p>
<h4>2. Relaxe a mente</h4>
<p>Tem horas em que ficar martelando na mesma ideia nos rouba mesmo a inspiração para criar. Faça pausas e seu cérebro agradecerá! Tome um chá, folheie uma revista, converse. Deixe a mente respirar um pouco, depois você vai retornar com muito mais energia.</p>
<h4>3. O bom e velho caderninho</h4>
<p>Tenha um caderninho sempre à mão e registre o que quer que passe pela sua cabeça. Trechos de poemas, uma música, o título de um livro, um lembrete. Mais adiante, esse caderno pode ser um tesouro de referências para você consultar quando der um branco.</p>
<h4>4. Não copie, inspire-se</h4>
<p>Não tem coisa mais frustrante para a criatividade do que você sair copiando o que já foi feito por aí. Tudo bem, num mundo com tanta variedade e tanta informação é difícil “inventar a roda” todos os dias, porém… Copiar, além de desrespeitar a obra alheia, abafa o seu processo criativo. Inspirar-se? Sim. Para construir algo novo a partir disso. Topa o desafio?</p>
<h4>5. Crie por meios diversos</h4>
<p>Coloque a criatividade para trabalhar em mais campos de sua vida e em atividades diferentes daquilo que já é rotineiro para você. Escreva, dance, pinte, cozinhe, cante, enfim.</p>
<p>Envolva sua vida num clima de exercício criativo, assim você não vai enferrujar!</p>
<h4>6. Olhar de criança</h4>
<p>Sabe aquela curiosidade das crianças? Observe desconhecidos, pergunte mais, imagine como seria se você fizesse de outro jeito. Com esse olhar é que a gente abre espaço para o novo entrar.</p>
<p>Comece a exercitar agora mesmo e mantenha a luz da criatividade acesa! Não deixe para depois, comece hoje. Prontidão é um dos principais combustíveis para a energia criativa.E você, que dicas tem para dar?</p>
<p>Fonte: <em>julianagarcia.com.br</em></p>
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		<title>Como desenvolver novos hábitos e se tornar um referencial</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 17:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Desenvolver novos hábitos pode parecer mais complicado do que realmente é. Para tanto, é preciso fazer uma análise do nosso ponto de partida – o que somos para o que desejamos ser – uma meta e, finalmente, como vamos realizar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolver novos hábitos pode parecer mais complicado do que realmente é. Para tanto, é preciso fazer uma análise do nosso ponto de partida – o que somos para o que desejamos ser – uma meta e, finalmente, como vamos realizar este projeto.</p>
<p>Em primeiro lugar, acredito que ter sucesso na carreira é ser persistente. Porém, com o mundo no qual vivemos é cada vez mais veloz, as transformações precisam ocorrer antes e não depois do acontecido.</p>
<p>O que quero dizer: é preciso se preparar para mudar, e nem todos querem esta mudança. E, por que não queremos? Porque mudar não é fácil, o hábito nos protege ao mesmo tempo em que impede que façamos algo diferente do que já fazemos. E é aqui que está o perigo, se permanecermos fazendo a mesma coisa, o tempo todo, vai vir alguém mais jovem, mais audacioso e mais competente, e nos passará a perna. Vamos ficar para trás.</p>
<p>Querem um exemplo? Já viram uma criancinha de um ou dois anos com iPad ou iPhone? É incrível, eles sabem manejar a ferramenta, se distraem e ficam absolutamente envolvidos com as visões que ali aparecem.</p>
<p>Já viram um casal jovem indo jantar? Entra no restaurante e o rapaz nem sabe que deveria puxar a cadeira para sua namorada, colega, amiga ou amante sentar, coisa que o garçom faz e, em questão de segundos, estão ambos nos seus celulares. E aí eu pergunto – sai para fazer o quê? Falar no WhatsApp com alguém que está do outro lado da mesa? Enfim&#8230;</p>
<p>O que quero dizer é que se ficarmos muito tempo no mesmo lugar, sem desenvolvimento e crescimento, alguém vai nos ultrapassar. É difícil sair da zona de conforto e é exatamente esta comodidade que é um perigo para nós. Quanto sentirem que já sabem todos os padrões, já conhecem tudo e são capazes de atender à demanda, fiquem preocupados – está na hora de mudar!</p>
<p>Mas, as pessoas não gostam de mudar, ficar na mesmice traz um alento à alma – sabemos onde está o ponto A, onde fica o ponto B e como chegar lá. Chamamos isso de “ter adquirido experiência”. Mas, o mesmo tempo em que a experiência nós dá tranquilidade para fazermos as escolhas, ela nos traz o perigo da mesmice.</p>
<p>Por outro lado, não é muito fácil analisar os fatos sem fazer um juízo (experiência) e não prejulgar. Olhar para frente quer dizer aprender a ver o mundo com outro olhar, é descobrir soluções inovadoras e que sejam úteis e reconhecidas pelo mundo a nossa volta.</p>
<p>Então, qual é a sua fonte para ter motivação? Crescimento profissional, galgar outro posto, ganhar mais e melhor? Não importa qual deles seja, o que é importante: qual a fonte para sua motivação. Quer crescer para ultrapassar alguém ou para se sentir mais competente? Quer ganhar mais para que os outros vejam ou quer proporcionar para si e sua família uma vida mais confortável, uma maneira de conseguir maior aprendizado, fazer uma pós um MBA etc.</p>
<p>Além do dito acima, sugiro que tenham sempre um sonho – uma visão, um olhar para o futuro. Não basta ter só um propósito, é preciso acreditar nele e fazer todos os esforços para que um sonho se torne realidade.</p>
<p>Sabem como fazer isto? Qual a diferença entre um sonho e uma meta?</p>
<p>Um sonho é algo que sentimos que gostaríamos de ter, ser ou fazer. Não é algo factível, real. Uma meta é pontual: como, quando, onde.</p>
<p>E como transformar um sonho numa meta? Colocando no papel e dando uma data, transforme um sonho num projeto que pode ser alcançado desde que seja posto em prática, com objetivos, datas e tarefas que serão necessárias para alcançá-lo.</p>
<p>Escolhas audaciosas vão nos levar ao lugar que merecemos e para fazê-las é preciso ter determinação, força de vontade e ter consciência do que vem a ser o nosso propósito – empreender.</p>
<p>Ter ideias transformadoras pode fazer com que conquistemos o coração e o reconhecimento no nosso mundo, no nosso ambiente de trabalho, no coração da família. É preciso inovar, ter persistência, consistência e, finalmente, criar um cliente fiel, isto é, alguém a quem possamos srpreender, ir além.</p>
<p>Se tornar empreendedor da própria carreira não é somente um prêmio, mas, sim, uma realização pessoal e profissional. Costuma dar certo quando há persistência, foco e objetividade.</p>
<p>Boa sorte no seu projeto, você é capaz de realizá-lo, desde que queira.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>Geração Y nas empresas: mitos e verdades</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/geracao-y-nas-empresas-mitos-e-verdades/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 19:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens estão cada vez mais presentes nas grandes organizações, buscando espaço no mercado com um novo olhar e muita vontade de aprender. E tem mais: as diferenças entre a nova geração e os superiores imediatos não é tão grande como muitos pensam. É o que afirma a pesquisa Myths, Exaggerations and Uncomfortable Truths, feita pela IBM em fevereiro deste ano. Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg &#8211; empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente,assessment e coaching -, afirma que os novos e antigos profissionais podem ser tratados de formas similares em inúmeras situações. Afinal, diferente do que é comum ouvir, as gerações têm muitos pontos similares. Por exemplo, profissionais de todas as gerações tem em comum o fato de grande parte não entender completamente as estratégias de negócios da empresa em que trabalham.</p>
<p>Confira os mitos e verdades sobre a geração Y, de acordo com Aldan:</p>
<h4>1 – Os objetivos da geração Y são diferentes das X (35 &#8211; 49 anos) e dosbabyboomers (50 &#8211; 60 anos)</h4>
<p>MITO. Embora distantes em idade e experiência, quando se trata de ajudar e fazer a diferença na empresa, os resultados são bem similares. Estima-se que 25% dos jovens desejam causar impactos positivos nas organizações e 21% (geração X) e 23% (baby boomers) afirmam o mesmo. As três gerações também tem como objetivo alcançar a segurança financeira, com um resultado de cerca de 17% em cada uma das categorias de profissionais que participaram da pesquisa.</p>
<h4>2 – A geração Y não se sente confortável para tomar decisões sem auxílio.</h4>
<p>VERDADE. Cerca de 56% dos jovens preferem tomar decisões quando existem opiniões de uma variedade de pessoas. No entanto, esse fator também acontece com a geração X, em maior intensidade com 64%. Apenas os babyboomers se sentem mais confortáveis em decidir sem um consenso de grupo ou com opiniões variadas.</p>
<h4>3 &#8211; A Geração Y deseja um líder que a reconheça constantemente pelo seu trabalho</h4>
<p>MITO. Reconhecer as conquistas e bom trabalho não é o atributo de um líder perfeito mais citado pela geração Y. A qualidade mais citada pelos jovens que um líder perfeito deve ter é ser ético e justo.</p>
<h4><strong>4– Jovens são viciados em internet e preferem fazer tudo online.</strong></h4>
<p>MITO. A geração Y ainda acredita que a melhor forma de obter novas habilidades de maneira clara é a presencial. O cara a cara é citado por 39% dos jovens como o melhor meio para participar de conferências, reuniões e eventos, bem como 36% têm interesse em aprender ao lado de colegas mais experientes.</p>
<h4>5 – O principal motivo de jovens mudarem de emprego é para trabalhar com algo que realmente gostam.</h4>
<p>MITO. A maior parte dos jovens, aproximadamente 42%, tendem a mudar de emprego para um lugar onde eles ganhem mais e tenham um ambiente mais criativo e inovador.Entretanto, 47% da geração X e 42% dos baby boomers afirmam que fariam o mesmo.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>5 Ferramentas que irão ajudar no seu negócio</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 20:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para pequenos e médios empreendimentos, podemos encontrar uma variedade de ferramentas que poderão auxiliar no seu trabalho, desta forma, destacamos as mais utilizadas online e gratuitamente para ajudar você na sua carreira. Hootsuite (marketing/gestão de mídias sociais) Além do Facebook,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para pequenos e médios empreendimentos, podemos encontrar uma variedade de ferramentas que poderão auxiliar no seu trabalho, desta forma, destacamos as mais utilizadas online e gratuitamente para ajudar você na sua carreira.</p>
<h4>Hootsuite (marketing/gestão de mídias sociais)</h4>
<p>Além do Facebook, é interessante marcar presença em outras redes sociais, dependendo do seu tipo de público. Empresas de moda, por exemplo, utilizam bastante Instagram e Pinterest. Dar conta de vários canais ao mesmo tempo pode ser complicado. Por isso, o Hootsuite aparece como uma verdadeira mão na roda. A ferramenta permite que você gerencie todas as contas de redes sociais em um só lugar. É possível com ela, por exemplo, programar um mesmo conteúdo para diferentes canais, responder mensagens de clientes enviadas por meio de todas elas, acompanhar a repercussão de publicações etc.</p>
<h4>Evernote</h4>
<p>Ferramenta utilizada para gerenciar informações, funciona como uma espécie de agenda. Ela permite armazenar dados, textos, imagens, anexar arquivos, listas de tarefas, áudios etc. Tudo isso pode ser compartilhado com equipes remotamente e os conteúdo podem ser acessados por qualquer dispositivo conectado à internet.</p>
<h4>Skype</h4>
<p>Sistema que hoje pertence à Microsoft, o Skype já é bastante popular, tanto entre clientes pessoa jurídica quanto pessoas físicas. Ele permite a realização de chamadas gratuitas, tanto por desktops quanto por celulares. Basta apenas que os dois usuários estejam conectados à internet. A ferramenta também permite, mesmo na versão gratuita, a realização de conferências. Comprando créditos ou assinando um plano, é possível ligar também para telefones convencionais (celulares e fixos).</p>
<h4>Facebook (Marketing)</h4>
<p>Maior rede social do mundo, é hoje também a ferramenta de marketing digital mais popular do planeta. Sabendo desenvolver uma boa estratégia para chegar ao seu público, pode ser uma ótima maneira de fortalecer sua marcar e mesmo fechar vendas. No Facebook, você pode formar público através de uma fanpage, convidar pessoas para atividades específicas através dos eventos, oferecer produtos diretamente na rede, por meio das ferramentas de vendas que ela oferece, entre outras coisas. É possível também criar anúncios pagos, com segmentações bastante precisas.</p>
<h4>QuickBooks ZeroPaper (Finanças)</h4>
<p>Ferramenta que oferece gestão de fluxo de caixa grátis, relatórios com um só clique e integração com dados da conta bancária do usuário. É simples de usar e mantém os dados do usuário em ambiente seguro e disponíveis 24 horas por dia. O sistema é ideal para profissionais autônomos, MEIs e microempresas e pode ser facilmente acessado pelo computador ou smartphone, através do aplicativo disponível para iOS e Android.</p>
<p>Fonte: <em>www.administradores.com.br</em></p>
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		<title>5 passos para que empresas, gestores e profissionais se inspirem</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas carreiras.</p>
<p>Na prática, muitas vezes. o que se observa é um outro cenário, inúmeros profissionais se queixam das segundas-feiras, da falta de abertura de seus gestores e da carência de propósito em suas atividades profissionais; chefias centralizadoras preocupadas com a crise e com as metas não se abrem para o diálogo; e organizações com anseios de entregarem o resultado esperado a qualquer custo, seja em tempos prósperos ou difíceis, também se fecham.</p>
<p>O que é preciso ter em mente é que os recursos humanos são sim um valor agregado aos negócios, pois seu concorrente pode vir a ter o mesmo produto ou oferecer o mesmo serviço, porém jamais contando com o mesmo profissional que a sua empresa possui. E, segundo, uma frase que soa clichê, mas faz todo o sentido sempre: “inspiração vem dos outros, motivação vem de dentro de nós”. Ou seja, por mais boa vontade que uma companhia ou um gestor possam ter, eles não conseguirão motivar uma equipe, o que está ao alcance da própria organização e de um líder é auto motivar-se e inspirar seus liderados a se motivarem. Como?</p>
<p>São muitas as formas de inspirar profissionais a se engajarem, a primeira e a principal delas é que empresas, gestores e colaboradores precisam se unir por um objetivo comum, isto é, a junção de mentes e atitudes em prol de um mesmo fim é uma forma excelente para responder eficazmente aos estímulos negativos do ambiente, causados por crises, turbulências ou oscilações.</p>
<p>Por isso, as dicas abaixo são de grande utilidade tanto para companhias, como para gestores e profissionais:</p>
<p><strong>Incentive a cultura do conhecimento </strong>Uma empresa consegue estimular esse tipo de cultura investindo em treinamentos e cursos que, em muitos casos, podem ser realizados internamente ou entre departamentos. Um líder pode impulsionar sua equipe adotando o papel do mentor que transmite o conhecimento que tem, indica livros, filmes e cursos que aprimorem as competências técnicas e interpessoais. E cada profissional pode assumir uma postura altruísta de auxiliar seus pares na busca de um maior <em>know how</em> e para si mesmo.</p>
<p><strong>Fomente o diálogo </strong>A cultura do conhecimento leva a um caminho natural de um maior diálogo entre equipes, entre a instituição e seus gestores, entre os gestores e entre líder e liderados o que gera um ambiente mais sadio e produtivo. O interessante em se fomentar a ação do diálogo é de que ele venha acompanhado de transparência. É importante que: se mostre um quadro geral da companhia; se contextualize a situação real e qual o papel de cada um; aponte-se o que será feito para que os resultados sejam alcançados e, por fim, que cada um possa ouvir e falar.</p>
<p><strong>Mantenha um clima organizacional agradável </strong>O ambiente tanto físico como psicológico contribui para uma maior motivação de todos. Manter o espaço sempre limpo e organizado, buscar quebrar o gelo e não se deixar contaminar pelo mau-humor ou negativismo alheios auxiliam a manter o clima ameno. Por mais que a companhia não tenha um perfil informal, um ambiente de cordialidade e com intervalos de descontração tornam qualquer atividade mais prazerosa.</p>
<p><strong>Estimule a participação </strong>Instigar que os profissionais deem ideias, sejam eles líderes ou liderados, é uma maneira de motivar as pessoas. Mesmo que nem todas possam ser aplicadas e, seja explicado o porquê, compartilhar informações sempre torna o clima mais leve e motivador. Se possível, as melhores ideias podem receber algum tipo de incentivo ou recompensa que não necessariamente precisa ser monetária, pode ser uma folga ou alguma experiência (como visitar um outro escritório, a fábrica, um projeto social que a companhia apoie).</p>
<p><strong>Elogie em público, corrija em particular </strong>Fazer críticas construtivas e elogiar quando há um bom desempenho, por mais que seja delicado e haja a correria do dia a dia, é preciso que se encontre a melhor hora e o local para se fazer. Esta dica pode parecer exclusiva para líderes, mas para uma equipe que assume a cultura do conhecimento e perfil colaborativo, serve entre pares e de liderado para líder também. O fundamental é manter o respeito, a credibilidade e sempre se basear em fatos concretos. Falsos elogios podem soar muito pior do que sinceras correções.</p>
<p>Enfim, as ações que podem ser feitas para que se conquiste e, principalmente, se mantenha funcionários engajados, uma companhia com ambiente agregador e desafiante, gestores e equipes em busca de produtividade, motivação e compromisso são inúmeras. Que todos consigam enxergar a empresa como uma excelente oportunidade para aprender e ensinar, criando um ambiente de contínua evolução e incansável na busca pela excelência em todos os níveis.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>5 características de um bom Líder</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 19:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante que os líderes das novas gerações tiveram que aprender é a que liderar não é apenas ditar regras e atribuições.</p>
<p>Atualmente os núcleos de trabalho funcionam como equipes e times, e em um time todos os integrantes buscam os resultados – as funções podem ser diferentes, mas os objetivos são os mesmos. Segundo a coach especializada em desenvolvimento humano e organizacional Bibiana Teodori: “Um excelente líder cresce com o time e faz o time crescer com ele”.</p>
<p>Bibiana Teodori também acredita que bons líderes possuem uma linha de comportamento em comum que é fundamental para o sucesso de suas atribuições. Confira na sequência as principais características enfatizadas pela profissional.</p>
<p><strong>Autoconhecimento</strong></p>
<p>A primeira característica importante é a de saber guiar a si. Esta não é uma tarefa fácil e quem consegue fazê-la logo se torna um ponto de referência para os outros, um líder aos olhos de quem não possui essa capacidade.</p>
<p>Faz parte do autoconhecimento também saber gerenciar as próprias emoções, deixar de lado estados emocionais improdutivos, como medo, insegurança, depressão, ansiedade e estresse, no momento em que eles se tornam um obstáculo. Esses estados são emoções com significados específicos, que não podem ter espaço em determinadas situações.</p>
<p><strong>Espírito de equipe</strong></p>
<p>Assumir a responsabilidade de um grupo parece uma tarefa básica de todo e qualquer líder, mas na prática não é bem isso que acontece. Há líderes que são os primeiros a apontar as falhas de sua equipe, no entanto, um líder de sucesso deve achar os caminhos para resolver crises antes de distribuir culpas.</p>
<p><strong>Ter poder de decisão</strong></p>
<p>Outra característica importante de um bom líder é o poder de decisão. A ideia de que somos a soma total das decisões que tomamos na vida é um pensamento que deve ser o guia para uma pessoa envolvida em tomada de decisões, pois só assim é possível ter noção das consequências de uma decisão.</p>
<p>Quando uma pessoa entende a necessidade e a importância de se tomar boas decisões, naturalmente ela otimiza o seu poder de decisão.</p>
<p><strong>Bom relacionamento</strong></p>
<p>Normalmente um líder participa de um conjunto, onde existem outros líderes e outras equipes. A capacidade de criar relações positivas diferencia um líder, pois evidencia a sua capacidade de criar vínculos e atrair para si as pessoas, e a capacidade de nos ouvir o possibilita agir de maneira coerente com princípios compartilhados.</p>
<p><strong>Versatilidade</strong></p>
<p>O líder deve lidar bem com mudanças, entender e buscar oportunidades que forneçam a visão necessária para que seu negócio cresça. A versatilidade é uma ótima competência que motiva, inspira, energiza e cria líderes capazes de ter visão 360° de diversos assuntos que possam comprometer o seu dia a dia.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.catho.com.br/</em></p>
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		<title>Estabeleça boas práticas e alcance resultados positivos</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/estabeleca-boas-praticas-e-alcance-resultados-positivos/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 13:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas não são o ativo mais importante de uma organização. O ativo mais importante de uma organização são as pessoas boas, comprometidas, capacitadas e éticas. Foi a partir deste século que as organizações passaram a se preocupar com questões como capacitação, clima organizacional e valorização dos profissionais, tendo em vista agregar, no ambiente de trabalho, pessoas comprometidas com os rumos da empresa, bem como satisfeitas e felizes com o seu trabalho e no seu trabalho.</p>
<p>Uma pesquisa recente realizada pela FNQ e pelo SEBRAE com 1.163 empresários de micro e pequenas empresas mostrou que a gestão de pessoas é, sim, uma preocupação dos dirigentes: 73% dos pesquisados disseram reconhecer seus colaboradores pelas contribuições que realizam para inovação e 72% afirmaram investir na capacitação dos colaboradores. Em uma lista composta por oito itens, correspondentes aos Critérios de Excelência da Gestão, o Critério Pessoas recebeu o segundo maior investimento por parte das empresas analisadas, atrás apenas do Critério Clientes.</p>
<p>Hoje, as pessoas são consideradas elementos fundamentais para gerir e fortalecer as relações necessárias para a condução de qualquer negócio. É comprovado que as organizações que possuem práticas que visam o desenvolvimento humano conseguem aumento da motivação da força de trabalho e, consequentemente, melhores resultados financeiros e operacionais.</p>
<p>Uma empresa que possui boas práticas de gestão de pessoas define corretamente as funções e as responsabilidades do colaborador, seleciona-o e capacita-o para o exercício das funções e analisa os riscos e perigos do trabalho, bem como os fatores que afetam o bem-estar e a satisfação de cada um deles.</p>
<p>Para obter resultados nessa área, basta que a empresa adote alguns requisitos e passe a avaliar sua efetividade constantemente. Apresento, aqui, algumas dicas baseadas no Critério Pessoas do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG):</p>
<p>&#8211; aponte claramente as funções e responsabilidades dos colaboradores, pontuando a participação de cada um e promovendo a sinergia do trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; procure estabelecer e implantar um plano de cargos e salários e um programa de metas para o colaborador, com base no plano estratégico da empresa e nas competências de cada pessoa. Assim, é possível definir qual a participação de cada um nas estratégias gerais da empresa;</p>
<p>&#8211; destaque e incentive a autonomia dos seus colaboradores. Essa atitude auxilia na melhoria da motivação, no cumprimento de metas e nos resultados;</p>
<p>&#8211; promova feedbacks constantes, sistematize os processos de avaliação e implemente ações de melhoria;</p>
<p>&#8211; invista nas habilidades e nos conhecimentos dos colaboradores. Entender as suas competências auxilia no desenvolvimento de suas atividades diárias como forma de garantir a eficiência e o bom trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; promova programas de capacitação com base em um plano de carreiras e nas metas estipuladas pela organização. Incentive a busca pela constante capacitação e reciclagem do colaborador;</p>
<p>&#8211; considere as oportunidades para desenvolvimento de membros da equipe atual, promovendo a inserção de novas pessoas para o exercício das funções. Mas se for preciso contratar, tente levar em conta as necessidades para o cargo e para a maioria das funções previamente definidas;</p>
<p>&#8211; procure identificar, por meio de pesquisa de clima organizacional, os fatores que afetam o bem-estar, a motivação e a satisfação dos colaboradores. O completo entendimento do seu quadro de colaboradores é fundamental para que sejam desenvolvidos programas com foco na qualidade de vida e na cidadania, que estejam de acordo com as necessidades do colaborador e com as estratégias da empresa. As atividades, posteriormente desenvolvidas, auxiliam no aumento da produtividade, criando forças na busca por resultados;</p>
<p>&#8211; comunique-se com clareza para garantir ao grupo total assimilação dos valores e princípios da organização. É importante ouvir o que cada um tem a dizer. Procure estabelecer uma relação de confiança entre a liderança e o grupo e implante canais de comunicação entre a empresa e os colaboradores, sempre com base em relações de confiança e ética. A comunicação interna das estratégias, das metas e dos seus indicadores e planos de ação é vital para o engajamento das pessoas na causa comum;</p>
<p>&#8211; utilize práticas de remuneração, reconhecimento e incentivo para estimular a organização no sentido de alcançar metas. Elas são importantes propulsores da motivação dos colaboradores. Os ajustes salariais, alinhados ao plano de carreira, servem como prova do reconhecimento dos funcionários, estimulando-os a apresentar contribuições significativas à organização permanentemente.</p>
<p>Fonte: <em>http://fnq.org.br/</em></p>
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		<title>A importância do Coaching nas organizações</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/a-importancia-do-coaching-nas-organizacoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 16:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Atualmente as empresas estão buscando desenvolver seus colaboradores através de diversas maneiras, a fim de que possam agregar conhecimento, fazendo com que busquem formas de aperfeiçoamento. Verifica-se que existem algumas práticas que facilitam e, ao mesmo tempo, são aplicadas nesse&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente as empresas estão buscando desenvolver seus colaboradores através de diversas maneiras, a fim de que possam agregar conhecimento, fazendo com que busquem formas de aperfeiçoamento. Verifica-se que existem algumas práticas que facilitam e, ao mesmo tempo, são aplicadas nesse processo de aprendizagem e capacitação e, nesse contexto percebe-se a prática e o papel do coaching dentro da organização.</p>
<p>O coaching é um conjunto de técnicas e ferramentas focado em conhecimentos amplos em gestão e produtividade, conduzido por um profissional especializado, que identificará vários pontos que poderão ser direcionados a um desempenho mais efetivo, através de sua análise sistemática, fornecendo ao gestor ferramentas eficazes de aprimoramento.</p>
<p>Pode ser considerado um treinador que assessora o cliente, levando-o a refletir, chegar a conclusões, definir ações e, principalmente, agir em direção a seus objetivos, metas e desejos. A essência do coaching está em fornecer suporte para uma pessoa mudar da maneira que deseja, assim como auxiliar a seguir a direção desejada. O coach não precisa ser um especialista na área de atuação de seu cliente. O coaching cria consciência, potencializa a escolha e leva à mudança.</p>
<p>Um profissional de Coaching deve ter conhecimentos em comportamento humano, mudança, negócios e principalmente em seu nicho de atuação. Em reuniões que são sessões sejam elas, semanais, quinzenais ou mensais o coach aplica técnicas, ferramentas e um questionamento poderoso para mobilizar seu cliente(coachee) a entrar em ação para atingir suas metas e acelerar os resultados em sua vida.</p>
<p>Essas técnicas são bastante utilizadas em ambientes organizacionais, principalmente em países da América do Norte, da Europa e da Ásia. A utilização dessa prática caracteriza-se na interação voltada à facilitação da aprendizagem, ao desenvolvimento de habilidades e a disseminação do conhecimento, permitindo a otimização dos resultados.</p>
<p>Por esta razão o <strong>curso de coaching</strong> tem sido bastante procurado por profissionais de RH, estes que tem como escopo gerir pessoas, tarefa, essa, que não é nada fácil. Desta forma, vislumbrando a importância desses profissionais e os desafios encontrados por eles, os <strong>processos de coaching</strong> tornam-se eficazes na execução de suas tarefas. As ferramentas, técnicas e metodologias que potencializam e auxiliam na assessoria dos colaboradores e a percepção do comportamento de cada um é, apenas, o início do trabalho de desenvolvimento humano de um <em>coach</em>. O papel do <em>coach</em> dentro da organização caracteriza-se como a de um facilitador do aprendizado, aquele que possibilitará o desenvolvimento e aperfeiçoamento das competências e habilidades do colaborador.</p>
<p>O Coaching ampara os líderes, fomentando a capacidade de análise e condução dos processos da organização como também desenvolve suas habilidades para se relacionar bem com seus subordinados de maneira a conquistar seu grupo de trabalho, apesar de estar a trabalhar em constante pressão para atingimento de metas e objetivos da organização. E é com essas habilidades em equilíbrio que a aplicabilidade das <strong>ferramentas de coaching</strong> está cada vez mais requisitada no mercado, pois as empresas sabem que capacitar melhor seus profissionais trará uma maior visibilidade e retorno financeiro.</p>
<p>Desta forma, podemos perceber que o papel dos líderes nas organizações tem sofrido mudanças ao longo dos tempos, a fim de acompanhar os desafios do mundo corporativo. Destarte, o <strong>líder coach</strong> tem galgado espaço, pois ele apoia a sua equipe, em busca do atingimento dos resultados propostos, através da sua capacidade de questionar as crenças e padrões de comportamento individuais, de forma a maximizar os recursos de cada um e desmistificar algumas crenças que possam diminuir as resistências e aumentar a capacidade de produção do seu colaborador.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.vectorcontactcenter.com.br/</em></p>
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		<title>5 ferramentas para criar seu modelo de negócio</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/06/5-ferramentas-para-criar-seu-modelo-de-negocio/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 14:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Precisa de ajuda para montar seu modelo de negócio? Dê uma olhada nessas dicas! O modelo de negócio que você escolhe para a sua empresa determina sua estrutura de capital no futuro. Nesses anos de experiência como empreendedor, descobri que&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Precisa de ajuda para montar seu modelo de negócio? Dê uma olhada nessas dicas!</p>
<p>O modelo de negócio que você escolhe para a sua empresa determina sua estrutura de capital no futuro. Nesses anos de experiência como empreendedor, descobri que isso não só é importante, como direciona os negócios de um jeito que pode ser impossível voltar atrás.<br />
Por exemplo, quando eu era da Aorta, empresa de rápido crescimento na área mobile, nosso modelo de negócio era de prestação de serviço. Com isso, o número de funcionários e passivos da empresa aumentava de acordo com o número de clientes. Já no Runrun.it, eu e meus sócios escolhemos o típico modelo das <em>startups</em> de tecnologia: de crescimento em escala, ou seja, a empresa pode ter milhares de clientes (como tem), mas não tem necessidade de ter centenas de funcionários. Obviamente, temos que garantir a qualidade de nossos serviços e suporte, mas não precisamos crescer na mesma velocidade do número de clientes.<br />
Para te ajudar a encontrar a melhor maneira de montar seu modelo de negócio, explico aqui um pouco sobre o Canvas, a metodologia mais usada ultimamente por empresas inovadoras.</p>
<p><strong>Canvas</strong><br />
Trata-se de um modelo de planejamento estratégico, que pode ser usado tanto para quem já tem uma empresa e precisa reestruturá-la, quanto para quem está começando do zero. Você deve responder às nove perguntas abaixo e montar um mapa, como se fosse um quadro com post-its. As hipóteses devem ser testadas sempre pela empresa e alteradas, caso seja necessário.<br />
<em>Proposta de valor:</em> o que você oferece e é único no mercado?<br />
<em>Potenciais segmentos-alvo:</em> quem é o cliente final?<br />
<em>Atividade principal:</em> o que exatamente você realiza, e que irá consistir no produto ou serviço ofertado para entregar a Proposta de Valor?<br />
<em>Parcerias estratégicas:</em> que empresas (terceiros) ajudarão a compor melhor essa oferta?<br />
<em>Fontes de receita:</em> como você cobra por sua proposta de valor?<br />
<em>Estrutura de custos:</em> quais são os custos para o negócio rodar?<br />
<em>Principais recursos:</em> qual a infraestrutura, recursos ou serviços de base?<br />
<em>Canais de comunicação e distribuição:</em> como o produto ou serviço chega até o cliente?<br />
<em>Relacionamento com o cliente:</em> como a empresa e marca se comunicam com ele?</p>
<p><strong>Ferramentas Canvas:</strong><br />
<strong>1.</strong> O Strategyzer é um aplicativo na nuvem que custa U$ 299,99 por ano por projeto<br />
<strong>2.</strong> O Business Model Toolbox é uma ferramenta para iPad do software acima &#8211; U$ 29,99<br />
<strong>3.</strong> O LaunchPad é uma plataforma que serve como um hub para equipes validarem suas hipóteses sobre seus produtos/serviços através de testes.<br />
<strong>4.</strong> O Canvanizer é indicado para registrar insights de brainstorms, acompanhar a evolução das ideias e checar se elas estão, de fato, sendo aplicadas ao negócio.<br />
<strong>5.</strong> O Business Model Designer é um ferramenta gratuita e colaborativa, com inúmeros modelos já prontos, de empresas de todas as áreas.</p>
<p>E aí, você tem alguma boa ideia para colocar em um modelo de negócio? Então mãos à obra!</p>
<p>Escrito por: <span class="author-name"><a title="Posts de Antonio Carlos Soares" href="https://endeavor.org.br/autor/antonio-carlos-soares/" rel="author">Antonio Carlos Soares</a></span> &#8211; <span class="author-company">Runrun.it &#8211; </span><span class="author-role">Co-fundador.</span></p>
<p><em>Fonte: www.endeavor.org.br</em></p>
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		<title>3 formas de organizar sua equipe para vender mais</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/03/3-formas-de-organizar-sua-equipe-para-vender-mais/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 16:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios de todo gestor comercial é organizar sua equipe de forma que seus resultados sejam cada vez maiores. O problema é que em um setor tão dinâmico, onde também é necessária uma boa dose de desenvoltura por&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios de todo gestor comercial é organizar sua equipe de forma que seus resultados sejam cada vez maiores. O problema é que em um setor tão dinâmico, onde também é necessária uma boa dose de desenvoltura por parte dos profissionais, nem sempre é simples alcançar os tão esperados resultados.<br />
Mesmo não sendo uma tarefa fácil, um trabalho como esse não deve ser deixado de lado, afinal os resultados da empresa dependem disso! Por este motivo, acompanhe conosco 3 maneiras de organizar sua equipe para vender mais:</p>
<p><strong>1 &#8211; No momento da seleção procure focar em perfis variados</strong><br />
Ao iniciar um processo de seleção de candidatos para uma equipe comercial, busque diversificar os perfis que possivelmente irão compor a equipe. Planeje isto desde a etapa de análise do <a href="http://blog.contratanet.com.br/curriculo/" target="_blank">currículo</a> dos candidatos, focando em experiências e qualificações distintas.<br />
Manter uma equipe heterogênea incentivará a troca de experiência entre aqueles que compõem a equipe, tornando-a mais flexível frente aos desafios apresentados pelo mercado. Além disso, esta é uma excelente estratégia para evitar eventuais brigas de ego, que ocorrem frequentemente entre profissionais com o perfil similar em setores onde existe um alto grau de competição no âmbito interno da equipe.</p>
<p><strong>2 &#8211; Padronize seus processos de vendas</strong><br />
Um dos grandes erros ao se estruturar um setor comercial é não definir claramente padrões para os processos de vendas. Obviamente não é o caso de se controlar toda e qualquer ação a ser executada pelo funcionário, porém certo nível de controle facilitará uma análise mais crítica sobre o desempenho da área.<br />
Por exemplo, definir em conjunto com a equipe os melhores argumentos na hora da negociação ou a forma como as reuniões são conduzidas com os clientes, são ações fundamentais para atingir um nível excelência com sua equipe de vendas!</p>
<p><strong>3 &#8211; Organize sua equipe por segmento</strong><br />
Sua empresa atua em um nicho muito específico ou possui clientes que se diferenciam em alguns aspectos? Se a sua realidade corresponde ao segundo caso, é interessante estudar a possibilidade de organizar sua equipe por segmento.</p>
<p>Em um ambiente tão complexo como a área de vendas, é interessante que existam profissionais especializados em determinados tipos de mercado. E mais importante que isso é que estes profissionais estejam em plena sinergia para que, em uma escala constante, possam gerar conhecimento sobre o mercado, que se reflete em valor agregado ao negócio da sua própria empresa.</p>
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		<item>
		<title>Como encantar seu cliente</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/como-encantar-seu-cliente/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 18:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Certa vez, escutei de um potencial cliente: “Conseguirá vender para mim quem souber identificar o que eu quero, como quero e quando quero, encantando-me com produtos e serviços que vão além de minhas expectativas”. A Home Depot, de origem norte-americana,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Certa vez, escutei de um potencial cliente: “Conseguirá vender para mim quem souber identificar o que eu quero, como quero e quando quero, encantando-me com produtos e serviços que vão além de minhas expectativas”.</strong></p>
<p>A Home Depot, de origem norte-americana, é uma das maiores redes mundiais de materiais para construções, famosa pela qualidade do atendimento. É praticamente um ícone no mundo de negócios nos Estados Unidos. Um evento ocorrido em uma de suas lojas foi objeto de estudo na Harvard Busines School (HBS). Um jovem foi a uma das lojas para comprar um simples item, que custava US$ 2,50. Ao chegar ao caixa, percebeu que estava sem a carteira, depositou o item no balcão e ia saindo, quando a moça do caixa lhe perguntou por que não iria levá-lo. Ele explicou e ela lhe disse: “Eu já o vi aqui antes e acredito que você voltará. Leve esse item, eu o pago e quando você retornar você me reembolsa. Não faz sentido vir até aqui para não levar um item nesse valor”. O jovem assim o fez e no dia seguinte retornou com seu pai. Este procurou o gerente da loja e solicitou a presença da moça, elogiando-a; informou que era dono de uma construtora e que a partir daquele dia somente compraria naquela loja, desde que os preços fossem compatíveis com o mercado. A Home Depot posui o DNA de uma empresa vendedora!<br />
Empresa vendedora é, portanto, aquela na qual todos os seus colaboradores têm como objetivo incrementar vendas, com melhores resultados, encantando o cliente. Ele começa a se encantar quando o valor por ele percebido pelo bem adquirido é maior do que o valor entregue. Isso somente se consegue através de atitudes voltadas à busca incessante pela excelência. Com um enorme senso de urgência nas ações de todas as áreas da empresa, e com processos eficazes e ágeis em todos os aspectos que envolvem o cliente, da pré-venda ao pós venda.<br />
Produtos e serviços são cada vez mais semelhantes em tecnologia e preço. A atenção e o serviço prestado ao cliente passam a ser diferenciais cada vez mais valorizados. A empresa vendedora entende que o poder de barganha passou do fornecedor para seus clientes; e se esmera por estar ouvindo o mercado continuadamente, não só para suprir as necessidades de seus clientes, mas para surpreendê-los com sua forma proativa de atuar e de satisfazê-los, ao longo de todo o relacionamento.<br />
Empresa vendedora é também aquela que consegue transformar seus clientes em seus promotores (vendedores). Um cliente “vende” seu fornecedor se estiver encantado com seu atendimento em termos de produtos e serviços. Se o fornecedor apenas cumpriu com sua obrigação, será somente mais um na lista do cliente. Quando você compra um carro, não vai falar que ele “tem motor e o transporta de um lugar a outro”. Você vai falar que tem um lindo e funcional painel, um motor de alto desempenho, conforto interno e, principalmente se o atendimento que você teve da concessionária ou do fabricante o encanta. Como também falará se estiver arrependido de tê-lo comprado, por qualquer motivo.<br />
Um cliente de grande porte merece uma atenção especial, mas não podemos negligenciar os outros. Eles podem não ser atendidos diretamente pela equipe da empresa, e sim por distribuidores ou revendedores, mas o fornecedor tem de estar atento sobre a forma como esses pequenos clientes estão sendo atendidos. Muitos são também formadores de opinião e um dia poderão ser grandes.<br />
A cultura de empresa vendedora emana das atitudes de seu líder, irradiando-se por toda a organização. O sucesso de vendas de uma empresa está intimamente ligado a sua imagem junto a seus clientes e ao mercado: seu líder é responsável pela criação e disseminação dessa imagem e seus executivos têm de incorporar esse princípio e serem os canais de sua disseminação e consolidação em toda a organização. Os colaboradores têm de ter a consciência de que o sucesso depende de todos e de cada um em particular, dos executivos de primeiro nível até a telefonista; sua postura perante os clientes é fundamental na composição dos fatores de satisfação desses clientes.<br />
<em>*Jose Luiz Bichuetti é sócio da consultoria ValuePoint, autor do livro “Gestão de Pessoas não é lá com o RH!”.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.hbrbr.com.br/</em></p>
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		<title>Gestão de metas: Como implementar a metodologia OKR?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 18:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas. Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas.</strong></p>
<p>Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude a aplicá-la em sua organização. Faremos isso através de um texto de até 800 palavras, utilizando uma linguagem informal e direta ao ponto, trazendo exemplos para ilustrar o que queremos transmitir. Simples assim.</p>
<p>Acredite ou não, acabamos de definir um OKR. Incrível, não? Eles devem ser sempre assim, simples o suficiente para que você os entenda e se sinta entusiasmado a alcançá-los. Agora que temos nosso objetivo estabelecido, vamos ao que interessa. Quais são os passos para a implementação de um sistema eficaz de OKRs?</p>
<p><strong>1. Entender que OKRs são parte da cultura da Empresa.</strong></p>
<p>Uma cultura de OKR se estabelece quando há um interesse real de uma empresa em estabelecer um processo estruturado para o alcance das metas. Imaginamos que ao ler a palavra &#8220;cultura&#8221;, alguns pensamentos negativos do tipo &#8220;minha empresa não está preparada para isso&#8221; ou &#8220;não sei por onde começar&#8221; possam ter vindo à sua mente. Não se preocupe se isso aconteceu, o Google também passou pela mesma situação no início. Inclusive, essa metodologia foi implementada quando o Google ainda não era o &#8220;Google&#8221;. Apenas um grupo de profissionais no primeiro ano de nascimento da empresa, mostrando que é possível sim que qualquer empreendimento possa estruturar seus OKRs, independente de seu tamanho.</p>
<p><strong>2. Entender que OKRs ajudam a classificar o que é prioridade.</strong></p>
<p>OKRs nada mais são do que um conjunto de objetivos inter-relacionados que, alcançados de forma individual ou coletiva, vão contribuir para os objetivos macro de uma organização. Dessa forma, eles são vitais para que o profissional entenda o seu escopo de trabalho e saiba onde direcionar seus esforços e onde não gastar energia. Podemos afirmar sem medo de errar que uma gestão objetiva de OKRs eleva a produtividade e reduz de forma grandiosa o tão temido stress no ambiente de trabalho. Além disso, ao produzir mais, a auto estima do funcionário aumenta, reduzindo problemas relacionados à saúde e falta de motivação. Ou seja, todos ganham.</p>
<p><strong>3. Entender que OKRs são mensuráveis e devem ser simples.</strong></p>
<p>Parece óbvio, mas não é. OKRs devem ser bem objetivos e existe uma regra de ouro para criá-los: (a) todos devem, obrigatoriamente, conter números. (b) todos devem ser mutualmente acordados entre gestor e profissional. (c) cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados chave para cada objetivo macro. (d) ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos bottom up, ou seja, pelo próprio profissional que trabalhará neles (falaremos disso no próximo item).</p>
<p><strong>4. Entender que OKRs seguem duas vias: Top Down e Bottom up.</strong></p>
<p>Isso é muito importante e gostaríamos de enfatizar. O modelo tradicional de formação de objetivos é feito exclusivamente de cima pra baixo, muitas vezes acordados em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Nós trabalhamos com uma proposta diferente: 40% são OKRs definidos por nossos Vice Presidentes e Diretores, que nos passam a direção, enquanto 60% são OKRs definidos por cada indivíduo na empresa, que define como será o caminho. Para exemplificar, seria como o presidente de um clube de futebol definisse em seu OKR a meta de &#8220;ser campeão brasileiro de futebol da série A&#8221;, e o técnico desse clube, ao receber 40% desse OKR (a direção é ser campeão), define os 60% faltantes que devem ser feitos para isso acontecer: &#8220;importar táticas consagradas da Europa, contratar jogadores de peso, etc.&#8221;. Como você pode ver, o presidente não deve pensar em detalhes de como o clube será campeão, mas ele deve garantir que há alguém pensando no que deve ser feito para que isso aconteça. O mesmo raciocínio serve para qualquer organização. Além disso, se você planeja elevar o engajamento dos profissionais de sua organização, experimente envolvê-los no processo de elaboração de objetivos e se surpreenda com os resultados.</p>
<p><strong>5. Entender que OKRs são públicos para toda a empresa e promovem o engajamento de todos.</strong></p>
<p>A ideia de gerenciar OKRs não públicos soa tão ineficaz quanto ler um livro no escuro. Manter a cultura de OKRs viva é uma tarefa de todos, e internamente todos os Googlers (termo utilizado a quem trabalha no Google) registram seus OKRs trimestrais em nossa intranet, tornando-os acessíveis a qualquer interessado. Ao fazer isso cria-se um sentimento de engajamento ao perceber que todos os objetivos estão relacionados tanto verticalmente quanto horizontalmente, dando-nos a percepção de que caminhamos todos no sentido certo, como um grande time.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Mônica Santos é Diretora de recursos humanos do Google na América Latina.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.endeavor.org.br/</em></p>
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		<title>Empowerment: o que é e como aplicá-lo na sua empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 19:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos. Quando se fala em gestão organizacional, uma prática bastante recorrente é o Empowerment. Também conhecido como Empoderamento, o Empowerment&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos.</strong><br />
Quando se fala em gestão organizacional, uma prática bastante recorrente é o Empowerment. Também conhecido como Empoderamento, o Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos.</p>
<p>Em poucas palavras, esse termo se resume ao fortalecimento do poder decisório dos profissionais, de modo que resultados excepcionais sejam alcançados na empresa. Quer saber mais sobre Empoderamento e como sua aplicação é capaz de mudar os rumos do seu negócio? Então continue conosco!</p>
<p><strong>PARA COMEÇO DE CONVERSA: O QUE É EMPOWERMENT?</strong><br />
Nas organizações, o significado de Empowerment diz respeito a liberar habilidades, energia e conhecimento, assumindo a responsabilidade pelo trabalho e agindo com mais autoridade e autonomia após ter sido designado para isso. A partir do Empoderamento, os colaboradores passam a se relacionar de maneira diferente com as suas atribuições e a demonstrar mais compromisso na execução das tarefas.</p>
<p><strong>ALÉM DA SIMPLES DELEGAÇÃO DE TAREFAS</strong><br />
O Empowerment não deve ser confundido com a mera delegação de tarefas, tampouco ser baseado no estilo tradicional de gerenciamento ODS (Organizar, Delegar e Supervisionar). Empoderar vai além, pois atinge a esfera do comprometimento e responsabilização. Nesse conceito, é preciso que os profissionais se sintam parte do negócio, membros diretamente responsáveis pelo sucesso da empresa.</p>
<p><strong>O PODER DE CADA UM OU O PODER DA COLETIVIDADE?</strong><br />
O Empoderamento acontece individualmente, mas ganha dimensões mais profundas na coletividade. Em outras palavras, ele deve ser compartilhado e construído por meio da cooperação e engajamento do todo. Só assim essa prática encontra seu real sentido.</p>
<p>Na essência e na prática, o Empowerment envolve a descentralização de poderes na escala organizacional, conferindo autoridade e autonomia para funcionários situados em diferentes níveis hierárquicos. Cumpre ressaltar que mesmo realizando funções distintas, os colaboradores devem caminhar com um só propósito e em uma única direção: o sucesso geral da empresa.</p>
<p><strong>O EMPOWERMENT COMO CATALISADOR DE TALENTOS</strong><br />
Toda e qualquer organização que quer se destacar em seu nicho deve ser composta por profissionais com múltiplos talentos. O Empowerment é uma excelente estratégia para fazer com que esses talentos sejam despertados, reconhecidos e valorizados. É um verdadeiro processo de catálise, no qual o potencial criativo é combinado ao capital intelectual a fim de acelerar transformações significativas na empresa.</p>
<p><strong>EMPOWERMENT NÃO É EXCLUSIVIDADE DOS LÍDERES</strong><br />
Quando se fala em Empowerment, é praticamente impossível não associar essa prática à cultura organizacional e liderança. No entanto, essa abordagem de trabalho está longe de ser uma exclusividade dos líderes. O ideal é que o Empoderamento seja praticado por representantes de diferentes níveis hierárquicos. Quanto mais pessoas adotarem essa estratégia, melhor!</p>
<p>Por outro lado, as tarefas e responsabilidades não devem ser distribuídas aleatoriamente, especialmente se a equipe não estiver preparada. A implementação do Empoderamento é um processo gradual, que envolve diferentes fatores e não se dá da noite para o dia. Tenha paciência, caso contrário os resultados podem não ser os esperados.</p>
<p><strong>QUAIS VANTAGENS O EMPOWERMENT AGREGA AO SEU NEGÓCIO?</strong><br />
O Empowerment apresenta uma série de benefícios que contribuem bastante para o crescimento organizacional e sucesso nos negócios. Confira a seguir boas razões para mudar o modelo de gestão da sua empresa:</p>
<p>Foco no cliente;</p>
<p>Simplificação dos processos;</p>
<p>Equipe motivada e com autoestima elevada;</p>
<p>Redução de custos;</p>
<p>Direção alinhada aos objetivos, metas e estratégias;</p>
<p>Decisões mais rápidas;</p>
<p>Revelação de talentos;</p>
<p>Aumento da produtividade;</p>
<p>Agilidade na implementação de ações;</p>
<p>Sinergia entre os membros, gerando um ótimo ambiente organizacional.</p>
<p><strong>COMO APLICAR O EMPOWERMENT NAS EMPRESAS?</strong><br />
O potencial dos colaboradores deve ser bem aproveitado pelas organizações. A atribuição de responsabilidade e delegação de poderes viabiliza essa condição, sem deixar de lado a definição de metas e objetivos ou o estabelecimento de regulamentos e normas. É importante lembrar que Empowerment não está limitado a instituir líderes e nem a simplesmente constituir novas equipes. Empoderar é compreender a equipe já formada como força absoluta para pensar, agir e transformar (positivamente) o negócio, auxiliando os superiores na gestão ‘compartilhada’ da empresa. Veja a seguir os passos para tornar o Empoderamento uma realidade na sua organização:</p>
<p>Identificar o estágio e as causas da dependência organizacional;</p>
<p>Criar estratégias para provocar mudanças no estilo de gestão, transformando profissionais ‘dependentes’ em profissionais empreendedores;</p>
<p>Fazer com que todos entendam a importância da autonomia, responsabilidade e autoridade nos processos organizacionais;</p>
<p>Estabelecer prazos e metas, pois isso ajuda na formação de times autogerenciáveis;</p>
<p>Investir em educação corporativa (cursos, treinamentos e palestras) com foco no Empowerment;</p>
<p>Atribuir responsabilidades de acordo com os talentos, competências e habilidades de cada profissional;</p>
<p>Acompanhar e avaliar os resultados.</p>
<p>Empoderar é acreditar, influenciar e dar poder para realizar e transformar. Isso se reflete não só no trabalho, mas na vida de quem é empoderado. Diante disso, é fundamental que o Empowerment faça parte da cultura organizacional das empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Equipe Veler</em><br />
<em>Fonte: http://veler.com.br/</em></p>
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		<title>7 livros que todo executivo deveria ler</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[executivo]]></category>
		<category><![CDATA[indicações]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Sobreviver no mundo corporativo nem sempre é fácil &#8211; mas os livros podem ser bons companheiros nessa empreitada. Com a ajuda da especialista em coaching Marie-Josette Brauer, listamos 7 títulos que todo executivo precisa ter na sua cabeceira. De táticas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Sobreviver no mundo corporativo nem sempre é fácil &#8211; mas os livros podem ser bons companheiros nessa empreitada. Com a ajuda da especialista em coaching Marie-Josette Brauer, listamos 7 títulos que todo executivo precisa ter na sua cabeceira.</p>
<p>De táticas de networking à lições do poker para a vida profissional, as obras a seguir podem fazer a diferença para a sua carreira. Boa leitura!<br />
<strong>&#8220;Dando cartas nos negócios&#8221;</strong><br />
<a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/dando-as-cartas-no-negócio.png"><img class=" size-medium wp-image-334 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/dando-as-cartas-no-negócio-300x169.png" alt="dando as cartas no negócio" width="300" height="169" /></a></p>
<p>O leitor é apresentado às semelhanças entre o ambiente profissional e um jogo de poker. &#8220;Todas as competências necessárias para jogar bem são idênticas às exigidas para sobreviver no mundo corporativo&#8221;, afirma Brauer.</p>
<p>&#8220;Dando Cartas nos Negócios&#8221;, de Leo Bello (Editora Best Seller)<br />
<strong>&#8220;Antifrágil&#8221;</strong></p>
<p><strong><img class=" size-medium wp-image-333 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/antifrágil-300x169.png" alt="antifrágil" width="300" height="169" /></strong></p>
<p>O conceito de “antifrágil&#8221; é uma qualidade que se refere a tudo aquilo que se modifica com o tempo, das receitas culinárias à tecnologia. O livro sustenta a tese de que povos, empresas e carreiras só evoluem a partir da incerteza e do caos.</p>
<p>&#8220;Antifrágil&#8221;, de Nassim Nicholas Taleb (Editora Best Business)<br />
<strong>&#8220;De olhos bem abertos&#8221;</strong></p>
<p><strong><img class=" size-medium wp-image-335 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/de-olhos-bem-abertos-300x169.png" alt="de olhos bem abertos" width="300" height="169" /></strong></p>
<p>Você acredita em tudo que ouve? Este livro demonstra a importância de tomar decisões com autonomia, sem confiar automaticamente no que pregam os “experts”.</p>
<p>De olhos bem abertos, de Noreena Hertz (Editora Fontanar)<br />
<strong>&#8220;Essa ideia é tão boa que parece que foi sua&#8221;</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-336 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/essa-ideia-é-tão-boa-que-parece-que-foi-sua-300x169.png" alt="essa ideia é tão boa que parece que foi sua" width="300" height="169" /></p>
<p>Considerado o pai do networking moderno, o autor revela formas de se comunicar melhor com os colegas de trabalho, entender o que está nas entrelinhas e travar relações profissionais duradouras.</p>
<p>&#8220;Essa ideia é tão boa que parece que foi sua&#8221; – Ivan Misner e outros (Editora Universo dos Livros)<br />
<strong>&#8220;O poder do hábito&#8221;</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-339 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/o-poder-do-hábito-300x169.png" alt="o poder do hábito" width="300" height="169" /></p>
<p>Somos escravos de nossos hábitos? O livre arbítrio é uma ilusão? Como se libertar? O autor expõe os mecanismos psicológicos do hábito e mostra como transformá-lo com sucesso na vida e no trabalho.</p>
<p>&#8220;O poder do hábito&#8221;, de Charles Duhigg (Editora Objetiva)<br />
<strong>&#8220;Flash Boys&#8221;</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-338 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/flash-boys-300x169.png" alt="flash boys" width="300" height="169" /></p>
<p>O best-seller conta a história verídica de um operador de Wall Street. O livro acompanha suas descobertas no surpreendente mercado financeiro, e expõe algumas complicações éticas da sua profissão. &#8220;É um livro que se lê de um fôlego só, não dá para largar&#8221;, comenta Brauer.</p>
<p>&#8220;Flash Boys&#8221;, de Michael Lewis (Editora Intrínseca)<br />
<strong>&#8220;Faça acontecer&#8221;</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-337 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/faça-acontecer-300x169.png" alt="faça acontecer" width="300" height="169" /></p>
<p>O livro da famosa executiva do Facebook traz uma visão do mundo corporativo sob a perspectiva feminina. &#8220;Não pode faltar na estante de nenhuma mulher que pretende fazer carreira em grandes organizações&#8221;, comenta Brauer.</p>
<p>&#8220;Faça acontecer&#8221;, de Sheryl Sandberg (Companhia das Letras)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: exame.com.br</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Novas tecnologias definem o futuro do RH.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 18:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>As novas tecnologias digitais permitirão maior integração e flexibilidade, possibilitando aos colaboradores mais participação e capacidade para criar suas próprias experiências de trabalho. A conclusão é de Sandra Gioffi, líder da área de T&#38;OP – Talent &#38; Organization Performance da&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As novas tecnologias digitais permitirão maior integração e flexibilidade, possibilitando aos colaboradores mais participação e capacidade para criar suas próprias experiências de trabalho. A conclusão é de Sandra Gioffi, líder da área de T&amp;OP – Talent &amp; Organization Performance da Accenture, uma empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing. Seu parecer se baseia em pesquisa recente da Accenture, que mostra também uma mudança definitiva do conceito de <a href="http://www.contemporanearh.com.br/noticias/as-redes-sociais-no-processo-de-recrutamento">RH</a> como é conhecido na atualidade.</p>
<p>Sandra destaca, dentre essas mudanças que transformarão os <strong>Recursos Humanos</strong>, a descentralização da gestão de talentos “que deverá ser incorporada na estrutura e no dia a dia dos negócios, o que irá mudar definitivamente o conceito de RH que conhecemos atualmente”. O estudo aponta que os novos talentos da equipe podem gerenciar mais sua carreira, o que inclui a possibilidade de uso de games em muitos estágios do processo de gestão de RH (<a href="http://www.contemporanearh.com.br/noticias/analista-de-rh-afirma-temos-de-sair-do-feijao-com-arroz">recrutamento</a>, treinamento, busca por talentos e gerenciamento de performance).</p>
<p>“O ambiente digital tende a modificar radicalmente a área de RH nos próximos 10 anos e redefinirá o futuro dessa atividade, a qual deverá ter seus processos específicos diluídos, passando a atuar de forma mais integrada com outras áreas, como a de TI, por exemplo”, prossegue a análise de Sandra.</p>
<p><strong>Disruptura, uma nova palavra nos dicionários</strong></p>
<p>Essa constante inovação transformadora no ambiente de trabalho traz uma nova palavra nos dicionários tradicionais: a disruptura digital, um termo que teve origem a partir do best-seller “Digital Disruptive”, do pesquisador James McQuivey, da Forrester Research. Segundo ele, esse impacto tecnológico, da era dos dispositivos, proporciona transformações disruptivas, com as quais o profissional se torna mais independente na gestão de sua carreira.</p>
<p>Na previsão da Accenture, cinco tendências irão transformar a área de Recursos Humanos:</p>
<p>1) Dados e integração serão soberanos;</p>
<p>2) O digital dará poder e capacidade de gerenciamento às pessoas;</p>
<p>3) Aplicativos para gerenciar perfis encontrarão espaço nas empresas;</p>
<p>4) Digital irá permitir a gestão personalizada de talentos;</p>
<p>5) Cloud computing irá permitir maior flexibilidade e agilidade de gestão.</p>
<p>Para o negócio, segundo a consultoria, os impactos principais da disruptura digital transformarão a gestão de talentos em uma atividade diária para cada empregado e cada gerente. Além disso, a informação e a tomada de decisões migrarão para os colaboradores. A consequência é que os processos de gestão de pessoas irão resultar em melhores serviços para o negócio e as práticas para talentos irão desempenhar um papel mais importante nas capacidades estratégicas das empresas.</p>
<p>Diante dessa transformação nos negócios, os pesquisadores do Accenture Institute of High Performance redefiniram da seguinte forma a nova área de RH:<br />
<strong>1)</strong> Estrutura e dimensão serão redefinidas. Os profissionais de RH deixarão de executar algumas de suas funções atuais, passando a atuar mais próximos de outras áreas.</p>
<p><strong>2)</strong> A atividade principal será transformada. O RH deverá incorporar outras habilidades, como marketing, ampliando sua presença em diferentes áreas da empresa e reduzindo sua atuação específica como conhecemos hoje (parte delas, transferida para os próprios empregados, com apoio de ferramentas como games, por exemplo). “Com isso, terá capacidades para analisar dados de colaboradores e desenvolver ofertas e ações customizadas aos talentos, além de educar os colaboradores com relação aos processos envolvendo recursos humanos e talentos.”</p>
<p><strong>3)</strong> Os profissionais de RH serão capacitados para avaliar e gerenciar aplicativos externos e para construir interfaces entre eles, os dados que gerarem e os sistemas próprios da organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernando Porto</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>6 ferramentas para planejamento e gestão de vendas</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/08/6-ferramentas-para-planejamento-e-gestao-de-vendas/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2014 13:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Conheça 6 ferramentas para gerenciar o “bom problema” de aumentar a quantidade de clientes sem perder a qualidade do serviço, do relacionamento e novas vendas. Todo empreendedor, no começo do negócio, consegue gerenciar a venda de seu produto ou serviço&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conheça 6 ferramentas para gerenciar o “bom problema” de aumentar a quantidade de clientes sem perder a qualidade do serviço, do relacionamento e novas vendas.</strong></p>
<p>Todo empreendedor, no começo do negócio, consegue gerenciar a venda de seu produto ou serviço de uma forma quase que manual &#8211; bem como o relacionamento com o cliente e potencial cliente. No entanto, ele deseja aumentar seu alcance. A clientela cresce e, finalmente, ele passa a ter um bom problema: como planejar e gerir tantas informações &#8211; e, o mais importante, não deixar de realizar vendas importantes para seu desenvolvimento? Antigamente, sistemas de gestão de vendas eram caros e complexos. Hoje existem softwares online muito mais baratos e bem intuitivos para fazer este trabalho. Confira seis deles abaixo:</p>
<p><strong>1. <a href="https://www.pipedrive.com/">Pipedrive</a></strong></p>
<p>Criado na Estônia e adorado pelas startups do Vale do Silício, mas com site e suporte também em português. O Pipedrive gerencia o seu pipeline de vendas através de uma interface simples e intuitiva.</p>
<p>Preço: US$ 9 por usuário/mês.</p>
<p><strong>2. <a href="http://www.agendor.com.br/">Agendor</a></strong></p>
<p>Software nativo brasileiro, que oferece ferramentas para um controle comercial de equipes de venda. Com relatórios gerenciais detalhados e ótima usabilidade.</p>
<p>Preço: gratuito para 2 usuários.</p>
<p><strong>3. <a href="http://www.salesforce.com/">Salesforce</a></strong></p>
<p>Líder de mercado, o Salesforce foi a primeira solução na nuvem para gestão de vendas e hoje conta com mais de 100 mil empresas clientes. Com o tempo, se tornou uma ferramenta incrivelmente completa mas, infelizmente, um pouco complexa! Com site e atendimento em português.</p>
<p>Preço: US$ 25 pela solução de vendas e marketing básicos para até 5 usuários/mês.</p>
<p><strong>4. <a href="http://www.sugarcrm.com/">SugarCRM</a></strong></p>
<p>A plataforma SugarCRM oferece automação em marketing, vendas e suporte. É uma solução elegante e abrangente, mas só é viável para empresas de médio e grande porte.</p>
<p>Preço: US$ 35 por usuário/mês cobrados anualmente (mínimo de US$ 4.200/ano).</p>
<p><strong>5. <a href="http://www.zoho.com/crm/">Zoho</a></strong></p>
<p>Fundada na Índia há quase 20 anos, a empresa ganhou o mundo com uma série de softwares bons e relativamente baratos. Traz uma visão completa do ciclo de venda e pipeline. Vale experimentar.</p>
<p>Preço: grátis para 3 usuários do software de CRM.</p>
<p><strong>6. <a href="http://www.relateiq.com/">RelateIq</a></strong></p>
<p>Promete trazer inteligência a gestão de relacionamentos, “lendo” informações desestruturadas nos seus e-mails e interações em redes sociais. A proposta é muito bacana e encanta investidores. Não por acaso, a Salesforce acabou de comprar a empresa!</p>
<p>Preço: US$ 49 por usuário/mês cobrados anualmente.</p>
<p>Mas, nem só de CRM vive a área de vendas, certo?</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Então aqui seguem mais algumas dicas de ferramentas complementares superinteressantes. E grátis!</p>
<p><a href="http://www.getsignals.com/"><strong>Signals by Hubspot</strong></a></p>
<p>Ele faz tracking dos seus e-mails e avisa sempre que alguém abrir um e-mail que você enviou. Ideal para ligar pro cliente bem na hora que ele está lendo a sua proposta!!!</p>
<p>Grátis para até 200 notificações por mês.</p>
<p><a href="http://rapportive.com/"><strong>Rapportive</strong></a></p>
<p>É um plug-in do Gmail que mostra na barra lateral o perfil do contato já com acesso a suas redes sociais etc. Fica fácil entender com quem você está falando e o contexto geral dessa pessoa.</p>
<p>Grátis.</p>
<p><a href="http://www.boomeranggmail.com/"><strong>Boomerang</strong></a></p>
<p>Outro plug-in do Gmail, mas esse para agendar o envio de e-mails. Nas versões pagas ele faz também tracking de abertura e até integração com CRM.</p>
<p>Grátis para agendamento.</p>
<p><a href="https://newsle.com/"><strong>Newsle</strong></a></p>
<p>Precisa de um motivo pra entrar em contato com alguém? O Newsle te avisa sempre que algum contato seu do LinkedIn, Facebook ou Gmail estiver na mídia. Funciona!</p>
<p>Grátis.</p>
<p>Antonio Carlos Soares é co-fundador do Runrun.it e trabalha há mais de 20 anos na gestão de empresas de alto crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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