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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; Carreira</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Qual é o próximo passo?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 23:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Todo o dia a correria nos toma um tempo precioso, e que muitas vezes acarreta no esquecimento da reflexão de quem somos e para onde vamos. Questionar-se &#8220;quem sou eu&#8221; ou &#8220;para onde quero ir&#8221; deveria ser um indagação diária,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o dia a correria nos toma um tempo precioso, e que muitas vezes acarreta no esquecimento da reflexão de quem somos e para onde vamos. Questionar-se &#8220;quem sou eu&#8221; ou &#8220;para onde quero ir&#8221; deveria ser um indagação diária, ou pelo menos, no mínimo semanal na vida de todos os sujeitos, afinal, o autoconhecimento nos proporciona liberdade e abertura para crescimento pessoal e profissional. Escrevendo assim, parece uma tarefa fácil, mas colocar em prática, será que é tão simples assim? E por onde começar?</p>
<p>1) Você precisa entender que o processo de autoconhecimento tem um início, mas não terá um fim.</p>
<p>2) É preciso paciência para identificar seus três principais pontos fracos e seus três principais pontos fortes.</p>
<p>3) Você precisará aprender a aceitar seus pontos fracos, e terá que buscar desenvolvê-los, entendendo que, você não será 100% em tudo.</p>
<p>4) Você precisará potencializar seus pontos fortes, direcionando-os para auxiliá-los em suas ações e decisões.</p>
<p>5) É preciso começar!</p>
<p>Pequenas atitudes possibilitam um melhor conhecimento de quem somos. Entender como surgem nossas emoções, como nosso corpo reage à determinadas situações, possibilitam a administração de características a nosso favor, o que é, um diferencial valioso. Se conhecer, torna o dia a dia mais produtivo e assertivo.</p>
<p>Aliado a isso, não basta apenas o autoconhecimento se não tivermos um propósito. O propósito direciona as ações, as quais, aliadas ao autoconhecimento, potencializam sua concretização. É preciso que criemos uma missão de vida! Ao atingirmos, é necessário que criemos outras, e outras, e outras, e assim se vai seguindo&#8230; Compreender que o crescimento não ocorre apenas de vitórias e que as derrotas também tem o seu valor, também é uma conquista. Tire um tempo para pensar em você, para planejar sua semana, suas atividades, seu crescimento&#8230; Mas melhor que isso: Ponha a mão na massa! Faça com o coração!</p>
<p>A vida é o dia a dia, e o momento de fazermos algo grande é todo o dia! Portanto, se conheça, se desafie, planeje, ouse e conquiste! &#8220;O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos!&#8221;</p>
<p>Deixo como sugestão, o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rvbAmJr5Pzo" target="_blank">link</a> de um vídeo do TEDx Passo Fundo, da professora Márcia Amaral, que fala sobre propósito de vida e autoconhecimento.</p>
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		<title>O que a Geração Y pode fazer em tempos de crise e desemprego</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/04/o-que-a-geracao-y-pode-fazer-em-tempos-de-crise-e-desemprego/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2016 13:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A “Geração Y” enfrenta sua primeira grande crise: o desemprego. Os jovens, que até pouco tempo atrás eram supervalorizados por serem especialistas em várias áreas, estão desempregados por causa da crise. Entre maio de 2014 e maio de 2015 o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A “Geração Y” enfrenta sua primeira grande crise: o desemprego. Os jovens, que até pouco tempo atrás eram supervalorizados por serem especialistas em várias áreas, estão desempregados por causa da crise.</p>
<p>Entre maio de 2014 e maio de 2015 o desemprego subiu de 4,9% para 6,7%, segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de jovens com idades de 18 a 24 anos desempregados passou de 12,3% em maio de 2014 para 16,4% em 2015.</p>
<p>Nessas circunstâncias, A Geração Y precisa adotar uma postura diferente e não acreditar mais que um bom currículo e ideias criativas bastam para conseguir trabalho.</p>
<p>São habilidades que eles não valorizavam antes. Uma pesquisa do HayGroup com 450 profissionais de RH e 450 recém-formados da Índia, China e Estados Unidos, mostrou que 85% dos diretores de recursos humanos disseram que habilidades sociais e emocionais são o verdadeiro diferencial. E 79% afirmaram que os recém-formados que não desenvolverem essas habilidades ficarão fora do mercado de trabalho.</p>
<p>Uma dessas habilidades é a resiliência, pois eles vão demorar pra conseguir emprego com o retorno financeiro que desejam. E não pode ficar abatido. É preciso também ter visão de longo prazo, aceitando cargos menos valorizados, por exemplo, para que com o tempo e ganho de experiência você possa galgar postos mais estratégicos.</p>
<p>Deixar a chamada “síndrome do salvador” de lado, o famoso “eu posso fazer tudo sozinho”, e investir no trabalho em equipe, é outra delas. Saber ouvir e dialogar com seus pares e com outras gerações é extremamente importante. O foco no resultado da equipe é mais importante do que no resultado individual.</p>
<p>É hora de parar de pensar e agir como nos jogos de videogame e computador, onde o grande mérito é passar rápido para a próxima fase. É tempo de viver o presente e valorizar a estabilidade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: inquietaria.99jobs.com</em></p>
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		<title>Você sabe qual é o valor de sua marca pessoal?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/04/voce-sabe-qual-e-o-valor-de-sua-marca-pessoal/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 19:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar o que grandes líderes e empresários possuem em comum? Você já reparou como algumas pessoas passam confiança, credibilidade e como possuem uma comunicação assertiva, disposição para ajudar e para resolver qualquer problema? Todas essas pessoas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar o que grandes líderes e empresários possuem em comum? Você já reparou como algumas pessoas passam confiança, credibilidade e como possuem uma comunicação assertiva, disposição para ajudar e para resolver qualquer problema?</p>
<p>Todas essas pessoas possuem em comum a marca pessoal forte e positiva, que as coloca em destaque. Essas pessoas se tornam altamente atrativas para o mercado.</p>
<p>Para ajudar você, preparei algumas perguntas que lhe auxiliarão a definir ou avaliar o seu posicionamento.</p>
<p><strong>Você sabe quais são os seus talentos?</strong></p>
<p>Segundo Marcus Buckingham, os talentos que você possui são padrões recorrentes. Os talentos são as aptidões e a capacidade natural que te fazem ser uma pessoa única. Por isso, as técnicas que você possui hoje determinam o que você pode fazer, enquanto que seus talentos revelam algo muito mais importante, ou seja, com qual qualidade e com que frequência você faz. Para descobrir quais são os seus talentos, monitore suas reações espontâneas e imediatas diante de situações com as quais você se depara.</p>
<p>Segue, abaixo, uma relação de talentos para lhe ajudar:</p>
<p>Adapitalidade, analitico, ativação, auto-afirmação, carisma, comando, competição, comunicação, conexão, contexto, crença, desenvolvimento, disciplina, empatia, estudioso, excelência, foco, futurista, harmonia, inativo, imparcialidade, inclusão, individualização, input, intelecção, organização, pensamentos estratégicos, positivo, prudência, realização, relacionamento, responsabilidade, restauração, significância.</p>
<p><strong>Agora é a sua vez.</strong> Anote em uma folha 10 talentos que você possui. Depois que escolher os 10 talentos escolha os cincos talentos que no seu modo de ver são os mais fortes. Dentre esses 5 talentos qual é o seu maior talento, segundo a sua percepção?</p>
<p><strong>Quais são as transformações que você pode trazer para a vida das pessoas através dos seus talentos?</strong></p>
<p><strong>O que lhe torna especial, único? </strong></p>
<p><strong>Qual é o seu diferencial no mercado em que atua?</strong></p>
<p><strong>Qual é o seu maior potencial? </strong></p>
<p><strong>J</strong><strong>á se perguntou porque e para que as pessoas lhe procuram?</strong></p>
<p>As respostas fornecidas por você norteiam a essência da sua marca pessoal. As perguntas a princípio podem parecer simples mas são profundas. Tente respondê-las com tempo para dedicar ao seu desenvolvimento pessoal e anote-as em um caderno. Você perceberá o quanto você descobrirá sobre si mesmo.</p>
<p>Marca Pessoal é fundamental para a prática do marketing pessoal. Se você não encontrou ainda algo que o diferencie de seus concorrentes, ou algo que o torne reconhecido no mercado em que atua, ou que deseja atuar, saiba que é possível. Você Precisa analisar suas potencialidades, seus talentos, seus pontos fortes e investir naquilo que o diferencie e que o torne único.</p>
<p><strong>Você quer subir a escada do sucesso?</strong></p>
<p>Você precisa de personal branding que é a gestão dessa marca em todos os aspectos.</p>
<p>Todos temos uma marca pessoal e por isso é necessário compreender a nossa promessa única de valor. Vivemos na época de grandes e constantes mudanças, estamos vivendo na era de tendências globais.</p>
<p>O profissional que se destaca atualmente é o profissional bem informado, que busca se desenvolver continuamente, comunicativo, resiliente e decidido a fazer as escolhas certas, as empresas por outro lado procuram e valorizam profissionais alinhados com esse novo momento e que possam responder a todas as mudanças sem se deixar abater, por isso o desenvolvimento da inteligência emocional é importante.</p>
<p>O gerenciamento da marca pessoal é para todo profissional que quer se destacar no mercado atual, mercado esse que trás atualmente inseguranças, incertezas para alguns e que apenas aqueles que realizam a boa gestão da carreira, do seu desenvolvimento pessoal e profissional, conseguem encontrar lugar de destaque. O mercado quer encontrar talentos, habilidades e competências diferenciadas.</p>
<p>É nesta linha de raciocínio que o personal branding é fundamental, pois ajudar o profissional se diferenciar dos demais, ajuda na construção da melhor versão. Se pensarmos em nós mesmos como uma marca, é possível fazer um trabalho de gestão e administração com eficiência .</p>
<p>O valor está na diferença e saiba que a sua imagem pessoal é apenas uma parte importante desse processo, pois se você quiser de verdade vencer como um profissional e ser uma marca de valor, precisa pensar como uma empresa pensa, você deve pensar em em si mesmo como um produto que está na prateleira e precisa de destaque para ser notado e comprado.</p>
<p>A metodologia Personal Branding, é uma forma de clarificar e comunicar o que nos faz diferentes e especiais, de compreender os nossos atributos únicos e de comunicar claramente a nossa promessa de valor única.</p>
<p>Uma marca pessoal são os valores, as competências, os talentos que possuímos, como os outros nos vêem, como nos percebem. Isso tudo influencia na sua vida pessoal e profissional. <strong>Invista em você, invista na sua marca pessoal.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Andreia Paoliello</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Dedicação e resultado: o segredo para o sucesso profissional</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/dedicacao-e-resultado-o-segredo-para-o-sucesso-profissional/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 19:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise atual deixa muita gente nervosa. Isso porque não há previsão de quando ela vá terminar. As autoridades demonstram uma letargia absurda, e medidas pouco eficazes são tomadas a ritmo de tartaruga. Ou seja, da falta de dinheiro, agora surge, com força, a falta de credibilidade da população, junto com uma descrença de como será o futuro da economia nos próximos cinco anos. Todo mundo está se virando no que pode.</p>
<p>A queda no lucro das empresas acarreta redução de arrecadação e menos investimentos. Preços de aluguéis estão caindo e estamos vendo cada vez mais empresas fechando e imóveis vazios. A crise está aí, e a percepção de muita gente é que antes de melhorar, ainda vai piorar muito.</p>
<p>Não adianta ficar só reclamando de tudo e não agir concretamente para mudar a sua própria realidade. No campo de desenvolvimento pessoal , por exemplo, há aulas/palestras no Youtube (ex.: Endeavor Brasil, TV Educação Financeira, etc.) e excelentes cursos gratuitos (ex.: SENAC, SEBRAE, etc) na internet, que podem ser feitos de sua casa em qualquer horário. Por incrível que pareça quem mais precisa dessas capacitações fica perdendo tempo precioso em redes sociais e não busca aumentar suas competências profissionais com esses cursos, o que pode levar a concretas oportunidades de crescimento.</p>
<p>Penso que algo que muita gente pode (e deve) rever é a falta de compromisso na &#8220;entrega de resultados&#8221;. Não busque apenas cumprir o mínimo, busque a excelência, pois o que está em jogo é o seu futuro. Esse pensamento permeia a vida das pessoas que dedicam-se a projetos e obtém sucesso, financeiro, inclusive. As pessoas que não se esforçam ao que estão fazendo, não controlam, não medem, não buscam ultrapassar metas, acabam sendo deixadas num segundo plano pelas empresas.</p>
<p>É importante que você tenha uma meta e se dedique a isso. Muitas pessoas vão para o trabalho, ficam penduradas em redes sociais, atendem mal os clientes, não são dedicadas na hora de fechar uma venda, são pouco colaborativas, dificultam o ambiente de trabalho e depois reclamam que a vida lhe é injusta. Deixe de se fazer de coitado! Não há como você colher aquilo que não plantou, esperando algo bom, se o trabalho realizado não foi bom.</p>
<p>Reveja seu comportamento e busque &#8220;entregar resultados&#8221; em tudo o que se dedica. Há muita gente procurando emprego e oportunidade de crescimento, mas poucos buscam se esforçar (de verdade) a fim de entregar resultados para quem está pagando a conta. Destaque-se da massa fazendo suas atividades com zelo e eficácia. Quem tem uma vida profissional com entrega de resultados se destaca sempre. Para essas pessoas, as chances de recolocação profissional são sempre maiores e as oportunidades estão sempre se renovando.</p>
<p>Tenha isso como meta na sua vida: entregar resultados! Seja consistente nisso e seu valor será reconhecido e você terá acesso às melhores oportunidades, mesmo em momentos de crise. E lembre-se do ditado popular: &#8220;enquanto uns choram, outros vendem lenços&#8221;. Não deixe que a crise faça você chorar, capacite-se, entregue resultados e adote posturas vencedoras. Seu futuro vai agradecer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Lélio Braga Calhau &#8211; Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast &#8220;Educação Financeira para Todos&#8221;</em></p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<title>Reflexão de Carreira. Como vai a sua?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/reflexao-de-carreira-como-vai-a-sua/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 13:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Diariamente me deparo com profissionais das mais diferentes áreas, seja em busca de recolocação, de ascensão, de maior remuneração, melhores horários, etc, etc e etc&#8230; Mas ainda, o que menos encontro é pessoas REALMENTE entusiasmadas em fazer algo diferente, pessoas&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2016/03/reflexao-de-carreira-como-vai-a-sua/">Reflexão de Carreira. Como vai a sua?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Diariamente me deparo com profissionais das mais diferentes áreas, seja em busca de recolocação, de ascensão, de maior remuneração, melhores horários, etc, etc e etc&#8230; Mas ainda, o que menos encontro é pessoas REALMENTE entusiasmadas em fazer algo diferente, pessoas ansiosas pelas próximas aventuras que a vida tem a oferecer, pessoas com uma energia contagiante que me façam pensar: esse &#8220;é o cara&#8221;&#8230;e muitas surge a questão: Será que estou no sintoma de toda a empresa que espera o profissional perfeito? Ou será que sou mais uma louca por Gestão de Pessoas que ainda acredita que existem muitas dessas pessoas espalhadas por aí, e que talvez nem saibam dessa sua louca paixão?! Como fazer para despertar esse grande sentimento de desejo nesses sujeitos? Então, contratar ou não contratar? Eis a questão! Pegando o exemplo de Brian Acton, 42 anos, formação em Stanford, experiência em empresas como Apple e Yahoo, e recusado em processos seleção do Facebook e Twitter. O que fez com que ele fosse recusado? Não sei. Sei que depois desse &#8220;não&#8221;, ao contrário dos julgados &#8220;normais&#8221; pela sociedade, Brian colocou um sorriso no rosto e decidiu continuar com o mesmo espírito de aventura e entusiasmo que a vida nos proporciona todos os dias; e juntamente com Jan Koum, criou o aplicativo WattsApp, vendido depois de cinco anos por 19 bilhões de dólares para o mesmo Facebook que o recusou no processo seletivo. Tá, e o que isso tem a ver? Duas coisas:</p>
<p><strong>Você Profissional:</strong> Tenha um propósito na sua vida, não simplesmente exista! Queira criar algo diferente, pense diferente, proponha coisas diferentes. Seja entusiasmado, arrisque mais, questione, se aventure, ame, viaje, curta, SORRIA, e trabalhe, trabalhe muito! NÃO DESISTA! Se você ainda não encontrou aquela profissão que te traga satisfação, repense! Reveja onde você está errando, pare de culpar os outros! Não vá atrás de uma simples remuneração. Pode ser clichê falar que a maior recompensa financeira vem aliada ao gosto pelo trabalho, mas é a mais pura verdade! E no momento que você não achar chato ou entediante ter que trabalhar na segunda-feira, preste atenção, esse pode ser o emprego que você tanto esperava. Não tenha medo de mostrar isso para todos, pro seu chefe, pra sua família, pros seus amigos! Com o tempo você vai perceber o quanto você terá evoluído, financeiramente e pessoalmente. Não se acomode, não se satisfaça. Acredite e principalmente, faça algo para mudar!</p>
<p><strong>Você empresário:</strong> Não esqueça que mais que todos os outros recursos, a sua empresa depende de PESSOAS! Saiba que você também precisa investir nelas. Saiba que elas tem seus próprios sonhos! Saiba que eles irão se envolver nos seus projetos, mas não esqueça de você se envolver nos projetos deles! Eles acreditam nos valores da sua empresa, mas é preciso que você também acredite neles, e o pratique com eles! Segundo a Catho, site de empregos líder no Brasil, 89% dos sujeitos empregados estão dispostos a ouvir uma nova proposta de emprego. Por que isso será?! Eles também estão de olho nas suas empresas, no ambiente de trabalho, na imagem no mercado, nos seus valores, benefícios e também, no investimento no profissional e na possibilidade de crescimento. Talvez você tenha um Brian Acton dentro da sua empresa e nem se deu conta disso! Não pense em contratar o profissional &#8220;mais barato&#8221;, pense em contratar o profissonal que vai fazer a diferença na sua empresa! Os melhores candidatos também estão avaliando a sua empresa. Pense nisso! Seja diferente! Valorize o que sua empresa tem de melhor: Seus colaboradores!</p>
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		<title>Qual o seu nível de engajamento com o trabalho?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 17:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já avaliou o quanto você está realmente engajado com a sua carreira, com a empresa que você trabalha e com o seu dia a dia? Você concorda que se você não estiver engajado é impossível ser produtivo e se sentir feliz com as suas tarefas diárias?</p>
<p>Costumo dizer que uma pessoa desengajada torce para chegar sexta-feira e reza para não começar a segunda-feira. Isso tudo porque ela não sente prazer algum em realizar as suas tarefas e está vivendo apenas por viver. Ou seja, a partir do momento que deixamos de lado o engajamento com a empresa e com as atividades cotidianas, a vida fica sem graça. Por isso, é altamente importante você repensar como essa questão pode interferir em sua vida.</p>
<p>O engajamento afeta demais a produtividade, a motivação e as razões pela qual o profissional está trabalhando de verdade. A pessoa que não tem esse comprometimento é desonesta com ela e com a empresa. Aliás, uma pesquisa realizada pela Gallup aponta que apenas 1/3 das pessoas estão altamente engajadas dentro da corporação que trabalham. Os outros dois terços são pessoas ativamente desengajadas. Isso mostra que tem muito mais gente sobrevivendo do que vivendo dentro nas empresas que atuam.</p>
<p>Diante disso, pare e pense qual é o seu papel no ambiente em que você está inserido. Para aqueles que estão desengajados, esse é momento ideal de rever o dia a dia e tentar enxergar meios de fazer diferente. Quem sabe mudar a forma como trabalha, falar com o chefe e pedir um feedback e, porque não, dar um feedback também ao seu líder. Outra saída é pensar em alguma estratégia para realizar um projeto que realmente te empolgue ou buscar formas de realizar algo completamente diferente de tudo o que você já fez até hoje.<br />
No entanto, para o profissional que está altamente desengajado, com problemas de relacionamento com a equipe, que já se sente excluído e não bate mais com a cultura da empresa, é muito mais honesto pedir demissão. Muitas vezes, as pessoas têm medo de fazer diferente por medo de arriscar, pela insegurança de não saber o que vai encontrar lá na frente e decidem viver na mesma situação. Esse é um grande erro, pois só faz com que elas se sintam mais infelizes.</p>
<p>Quem está vivendo uma situação como essa deve parar e se perguntar até quando vai ficar se matando para fazer algo que não representa mais nada em sua vida? Infelizmente, muitas pessoas estão vivendo dessa forma. É preciso ter coragem para acreditar na mudança e fazer com que ela aconteça. Em alguns casos, a mudança pode ser terminar de ler esse artigo e chamar o seu chefe para uma conversa sincera, em que você explicará que não se adapta mais à cultura da empresa e precisa fazer algo diferente. Isso pode fechar uma porta, mas pode ser também uma oportunidade de abrir um portão gigantesco lá na frente.</p>
<p>É importante enxergar que em determinados momentos é possível mudar o nível de engajamento apenas trocando de emprego, por exemplo. Claro que o medo de mudar sempre vai existir, isso é natural de todo ser humano, porém, vale lembrar que a coragem nasce do medo. É preciso ter medo para ter coragem. Pense nisso na hora de avaliar o seu nível de engajamento.</p>
<p><em>Por: Christian Barbosa &#8211; especialista em administração de tempo e produtividade.</em></p>
<p><em>Fonte: revistamelhor.com.br</em></p>
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		<title>6 dicas para impressionar em uma entrevista de estágio</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 18:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira. Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma? Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira.</p>
<p>Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma?</p>
<p>Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o seu currículo vale menos neste tipo de entrevista do que você pensa.</p>
<p>“Em geral, as pessoas no início da carreira estão equiparadas em conhecimento técnico&#8221;, afirma. &#8220;Se você já foi chamado para a entrevista, o que conta agora é como vai mostrar suas qualidades”.</p>
<p>Para Andreas Auerbach, sócio da Box1824 e fundador da Nexo, o currículo é apenas uma porta de entrada para o processo seletivo. “Depois disso, o que vai pesar mais é o interesse do candidato”, considera.</p>
<p>E como saber o que os recrutadores esperam de você num processo seletivo?</p>
<p>Veja a seguir 6 passos para se dar bem numa entrevista de estágio, de acordo com os especialistas ouvidos por EXAME.com:</p>
<p><strong>1. Seja claro ao falar</strong><br />
Mostrar uma boa comunicação é o ponto de partida para qualquer processo seletivo. Segundo Auerbach, a capacidade de argumentar com clareza sugere repertório e poder de influenciar os outros.</p>
<p><strong>2. Tome a iniciativa</strong><br />
A iniciativa está associada à ideia de protagonismo. Portanto, quando um recrutador perguntar quem quer realizar uma tarefa, não pense duas vezes antes de levantar as mãos. “É o que chamamos de hands up”, afirma Ferreira. “As empresas procuram estagiários que querem fazer acontecer”.</p>
<p><strong>3. Conheça a empresa</strong><br />
Mostrar conhecimento sobre a empresa indica que você não “caiu de gaiato” no processo seletivo. “Não conhecer a cultura da companhia é o mesmo que entrar num casamento e perguntar quem é o noivo”, compara Ferreira. É obrigatório mostrar que você conhece o lugar onde quer trabalhar.</p>
<p><strong>4. Cuide da imagem e da linguagem corporal</strong><br />
Uma boa apresentação é fundamental para criar empatia. Isso inclui um traje adequado, além de equilíbrio entre o tom de voz e a linguagem corporal. Segundo Ferreira, o candidato também deve evitar o uso de gírias, manter as mãos fora do bolso e não movimentá-las demais.</p>
<p><strong>5. Trabalhe em equipe</strong><br />
Quando o candidato se mostra um grande colaborador em dinâmicas de grupo, por exemplo, ele ganha a confiança dos recrutadores. “A empresa quer alguém que vista a camisa”, diz Ferreira. Segundo ele, esse também é o principal caminho para uma eventual efetivação mais adiante.</p>
<p><strong>6. Mostre que você aprende rápido</strong><br />
Para Auerbach, a velocidade para incorporar novos conhecimentos é a principal métrica do potencial de um estagiário. Essa competência fica clara em dinâmicas de grupos ou na resolução de casos. “A agilidade para lidar com diferentes temas é crucial em qualquer contexto”, defende.</p>
<p><em>Por: Nicolas Gunkel</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>6 formas de lidar com a crise</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 19:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O que significa crise? Crise, por definição, é um momento crítico em que se apresenta uma situação difícil, perigosa, que exige uma decisão para nos proteger dela (e que, em caso de insucesso, pode prejudicar gravemente nossos objetivos). É uma definição complexa, que merece ser melhor explorada:</p>
<p><strong>1. Crise é causada por algo. Logo, ela pode ser prevista.</strong></p>
<p>Na imensa maioria das vezes, uma crise pode ser prevista. Um bom empreendedor tem que ser antenado. Tem que ficar ligado no que está acontecendo e perceber o humor das pessoas à sua volta, em especial de seus clientes, para tomar decisões de negócio baseadas nestas percepções.</p>
<p>Um bom empreendedor se alimenta de múltiplas fontes de informação e discute suas impressões com outras pessoas. Um bom empreendedor está aberto para o mundo e aprende todos os dias. Mais que isso, permite que o conhecimento novo mude sua forma de agir no mundo.</p>
<p><strong>2. Crise é uma situação. Logo, ela tem começo, meio e fim.</strong></p>
<p>Toda crise tem um ciclo. Tem hora de reduzir, tem hora de investir. Tem hora de enfrentar, tem hora de correr. Quase sempre, quem percebe estes momentos antes dos outros leva vantagem.</p>
<p><strong>3. Crise é difícil e perigosa. Logo, não dá para não fazer nada.</strong></p>
<p>Um dos maiores erros que um empreendedor pode cometer em uma crise é, arrogantemente, achar que “nada mudou” e que a crise não tem impacto sobre o seu negócio. Provavelmente tem. E é importante entender qual é.</p>
<p>Muitas vezes o impacto não é direto, mas vem pela cadeia. É como dirigir na estrada – você tem que estar atento com o que está acontecendo vários carros adiante, se você quer realmente estar seguro. Se você ficar apenas olhando para o para-choque do carro na sua frente, pode ficar muito tarde para reagir…</p>
<p><strong>4. Crise permite uma decisão para sair dela. Logo, tem saída.</strong></p>
<p>Em toda crise há uma decisão que pode ser tomada. Se não há uma decisão, não é crise, é uma tragédia. Não estamos falando de tragédias. Para tragédias, existem seguros – e algum dinheiro embaixo do colchão.</p>
<p><strong>5. Cada um vive a crise de forma diferente. Logo, a saída é diferente.</strong></p>
<p>A forma como a crise afeta cada um é muito diferente. A minha crise é diferente da sua. Logo, elas podem começar e terminar em momentos diferentes, ser perigosas de formas diferentes e o que temos que fazer para sair dela pode ser MUITO diferente.</p>
<blockquote><p>UM DOS MAIORES ERROS QUE UM EMPREENDEDOR PODE COMETER EM UM MOMENTO DE CRISE É “ANDAR COM A MANADA”.</p></blockquote>
<p><strong>6. Crise requer com</strong><strong>petências de crise.</strong></p>
<p>Para ter sucesso na crise e passar por ela de forma saudável, temos que ter algumas competências específicas:</p>
<ul>
<li><strong>Capacidade Analítica</strong> – Temos que ser capazes de entender como a crise nos afeta especificamente. Ter atenção e capacidade analítica para entender quando ela vai começar, quanto tempo ela vai durar, entender se está melhorando ou piorando, etc. Quanto mais formos capazes de antecipar o que vai acontecer, mais cedo poderemos tomar as decisões que nos permitirão sair da crise bem-sucedidos.</li>
<li><strong>Imunidade</strong> – Temos que ser capazes de ficar imunes ao mau humor que toma conta do ambiente. Há uma certa fala turbulenta e assustadora que alimenta e é alimentada pela mídia (é a oportunidade dela na crise!), mas que, no fundo, pode não fazer nenhum sentido para o nosso setor ou o nosso negócio em especial. Quanto mais formos capazes de ficar frios e tranquilos, melhores serão nossas análises e nossas decisões. A crise bate mais forte nos covardes!</li>
<li><strong>Agilidade</strong> – Temos que ser capazes de tomar boas decisões e colocá-las em movimento rápido. A crise tem um tempo. O seu bolso também. Agir no tempo certo é essencial. Agir com inteligência também é essencial.</li>
</ul>
<p>Só tem uma coisa que não funciona de jeito nenhum na crise – continuar fazendo o que você vinha fazendo antes da crise.</p>
<p>Na crise você tem que fazer diferente. Você tem que inovar.</p>
<p>Está esperando o que?</p>
<p>Fonte: <em>https://endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Os 7 passos para colocar seu sonho grande de pé</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 13:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>As histórias que você lerá  mostram, no entanto, que ter um sonho grande não basta. A capacidade de execução e de botar pra fazer do empreendedor, tirando do papel aquela visão que foi vendida para todos, é tão ou mais&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As histórias que você lerá  mostram, no entanto, que ter um sonho grande não basta. A capacidade de execução e de botar pra fazer do empreendedor, tirando do papel aquela visão que foi vendida para todos, é tão ou mais importante do que o sonho em si. Se o sonho é o que tira o empreendedor da cama e contagia as pessoas, são os pequenos passos que o transformam em realidade.</p>
<p>1. Arranje alguém para te ajudar</p>
<p>Sozinho você não vai conseguir nada. Para aumentar suas chances, é preciso escolher os parceiros certos e que complementem as suas fraquezas. Divida com os outros para ter mais bases para multiplicação. E não se esqueça que as pessoas valem pelo que fazem e não pelo que conhecem ou como se apresentam.</p>
<p>2. Desenhe um mapa do caminho para chegar lá e divida-o em pedaços</p>
<p>Acho que o melhor é olhar para diferentes horizontes de tempo: o de 10 anos é o sonho grande, uma referência para dar energia para você e seu time; o de 3 anos é o business plan, que serve para ter um caminho; e o de 1 ano é o orçamento, que vai dizer o que você precisa fazer amanhã.</p>
<p>QUANDO ESTIVER CHEGANDO NO SONHO, É HORA DE ARRUMAR OUTRO.</p>
<p>3. Faça as pequenas coisas bem feitas, tenha paixão pela excelência</p>
<p>As grandes empresas são sempre a soma de um milhão de pequenas. Cuidar dos detalhes vai permitir você fazer o grande bem feito. Isso é um hábito que precisa ser cultivado sempre.</p>
<p>4. Ao crescer, nunca deixe seu negócio virar uma empresa grande</p>
<p>A empresa grande é aquela onde não se perde tempo com coisas pequenas ou detalhes, mas o negócio bom e grande é feito de um milhão de detalhes! Depois de um certo tempo as ações de grande impacto vão começar a rarear e você dependerá da soma de muitas pequenas coisas para ter algum impacto. No fim do dia, despesa e investimento são literalmente iguais. Lembre:-se se você não fizer isso e nem der valor, ninguém de sua empresa o fará.</p>
<p>5. Prepare-se para falhar e continuar insistindo</p>
<p>Você vai errar. Por isso, erre rápido, seja original nos erros e aprenda a lição para que os mesmos erros não voltem a acontecer. Conserte logo, e se precisar, mude a estratégia: muitos negócios de sucesso planejavam ser outra coisa ao iniciarem e souberam mudar.</p>
<p>6. Copiar é a maior inovação</p>
<p>Temos uma grande vantagem ao começar um negócio no Brasil. No nosso mercado, podemos copiar melhorando uma iniciativa que já existe em economias mais maduras. Por isso, antes de inovar, veja se não dá para copiar: pesquise outras indústrias e outros países e traga o que você aprender para a sua. Se não tiver jeito, invista em pesquisa e desenvolvimento, mas suas chances serão mais remotas. Tenha orgulho de copiar, melhorando coisas que já existem!</p>
<p>7. Gaste menos que seus concorrentes e trabalhe mais que eles</p>
<p>A paixão pela excelência o levará a ser o mais produtivo da sua indústria, mas cuidado! Não se compare com sua concorrência, ou no máximo você será só um pouquinho melhor do que eles.</p>
<p>E, por último: lidere por seus exemplos e não por suas palavras. O seu legado como empreendedor está nas coisas que você fizer todos os dias para transformar seu sonho grande em um negócio que emprega pessoas, paga impostos e contribua para o desenvolvimento do país.</p>
<p>Fonte: <em>www.endeavor.org.br/</em></p>
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		<title>6 hobbies que podem te tornar um empreendedor mais inteligente</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 20:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para se tornar uma pessoa mais inteligente, normalmente devemos aprender coisas novas na escola e no trabalho. No entanto, é possível ampliar seus horizontes fazendo o que se gosta. Segundo Christina Baldassare, especialista em empreendedorismo americano, alguns hobbies são bastante&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para se tornar uma pessoa mais <strong>inteligente</strong>, normalmente devemos aprender coisas novas na escola e no trabalho. No entanto, é possível ampliar seus horizontes fazendo o que se gosta.</p>
<div class="saibamais componente_materia">Segundo Christina Baldassare, especialista em <strong>empreendedorismo</strong> americano, alguns hobbies são bastante úteis para te tornar mais inteligente. Confira algumas das habilidades que, de acordo com a ciência, podem ajudar. A reportagem foi publicada originalmente na &#8220;Entrepreneur&#8221;.</div>
<p><strong>1. Tocar um instrumento musical</strong><br />
Segundo estudos de neurologia, a prática musical leva ao aperfeiçoamento do corpo caloso, uma estrutura que conecta os dois hemisférios do nosso cérebro. Um corpo caloso mais forte permite a transferência mais rápida de informações entre cada parte do cérebro, o que faz com que quem pratique música tenha mais criatividade e coordenações analítica e motora, bem como habilidades acima da média em matemática.</p>
<p><strong>2. Ler</strong><br />
O simples hábito de ler faz com que você seja menos estressado e tenha facilidade em resolver problemas, identificar padrões, aperfeiçoar processos na empresa e interpretar as sensações de outras pessoas. Além disso, você amplia seu vocabulário de palavras e tem mais chances de se expressar melhor, de acordo com Christina.</p>
<p><strong>3. Aprender uma nova língua</strong><br />
Ao se dedicar a um novo idioma, você, basicamente, exercita a sua memória e associa palavras do português a sinônimos na língua que você está estudando. Ter uma boa memória e saber fazer associações são habilidades que também podem ser úteis no escritório. Pessoas que falam vários idiomas são melhores na resolução de problemas do que pessoas que não dominam outra língua.</p>
<p><strong>4. Acumular conhecimento sobre alguma coisa</strong><br />
Também de acordo com a ciência, o acúmulo de conhecimento faz bem para a memória. Tal acúmulo pode ser de qualquer tema. Não é necessário nem saber muito sobre algo importante para os negócios. Se você gostar de pássaros, exemplifica Christina, aprenda muito sobre eles. Ela afirma que, por mais que você se dedique ao acúmulo de um único assunto, sua memória melhorará como um todo, em todos os aspectos da sua vida.</p>
<div class="saibamais componente_materia"><strong>5. &#8220;Malhar&#8221; seu cérebro</strong><br />
Christina afirma que atividades que estimulem o raciocínio, como palavras cruzadas, charadas e jogos de estratégia, estimulam a<strong> neuroplasticidade</strong> do cérebro. Essa capacidade permite que, literalmente, seu cérebro possa reorganizar e remodelar suas conexões e se adaptar a novidades em sua vida. Como sempre precisamos aprender coisas novas e enfrentar mudanças, é bom deixar o cérebro preparado.</div>
<p><strong>6. Meditar</strong><br />
Em 1992, o atual <strong>Dalai Lama </strong>convidou o cientista americano Richard Davidson para registrar sua atividade cerebral e a de monges que o seguem após sessões de meditação. A conclusão de Davidson é que os avaliados, ao meditar por muito tempo (algo como dezenas de milhares de horas, segundo ele) em busca de um objetivo, como ser mais tranquilo, conseguiram alterar a estrutura de seus cérebros. Ou seja, fechar os olhos e pensar nas mudanças que deseja para si também pode aumentar a sua neuroplasticidade, de acordo com Christina.</p>
<p>Fonte: <em>http://revistapegn.globo.com/</em></p>
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		<title>Como valorizar seu tempo para o bem da empresa</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/como-valorizar-seu-tempo-para-o-bem-da-empresa/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 17:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Produtividade versus perda de tempo, eis a questão – de novo. Os motivos de atrasos e distrações na rotina de trabalho aumentam em velocidade prodigiosa. Para quem está começando um negócio, com dinheiro contado e pouca gente (ou nenhuma) para&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Produtividade versus perda de tempo, eis a questão – de novo. Os motivos de atrasos e distrações na rotina de trabalho aumentam em velocidade prodigiosa. Para quem está começando um negócio, com dinheiro contado e pouca gente (ou nenhuma) para ajudar, a questão pode se tornar de vida ou morte (da empresa, bem entendido). Por isso, nunca é demais voltar ao assunto e pedir ajuda aos especialistas. Foi o que fez Jane Porter, blogueira do site da revista Entrepreneur . Ela identifica sete armadilhas em que caímos facilmente e sugere como parar com isso.</p>
<p><strong>1. Você se deixa soterrar por tarefas administrativas. </strong>Muita gente não gosta de lidar com trâmites financeiros ou fazer atualização de sites. Normal. O problema é perder horas com isso, boa parte delas inventando desculpas para si mesmo e evitando pôr a mão na massa. Pagar alguém para fazer essas tarefas acaba saindo mais barato.</p>
<div class="saibamais componente_materia">
<p><strong>2. Você deixa pequenos afazeres para depois.</strong> Por que não pagar uma conta ou responder um email assim que chegam? É muito mais eficiente, mas costumamos deixar para depois, achando que há coisa mais urgente para fazer. Cálculo errado.</p>
</div>
<p><strong>3. Você pajeia funcionários. </strong>Alguns subordinados pedem atenção constante, e seus chefes acabam correspondendo por temerem que o trabalho não seja feito a tempo. Pode parecer cruel, mas se esse funcionário não parece pronto para ganhar a autonomia necessária, é melhor dispensá-lo.</p>
<p><strong>4. Você se deixa levar por emergências diárias.</strong> Ficar apagando pequenos incêndios o dia todo consome o tempo que deveria ser dedicado a pensar em estratégias para fazer o negócio progredir. Se não for possível delegar, pelo menos tire um período diário para se dedicar às prioridades.</p>
<p><strong>5. Você lida com as redes sociais caoticamente. </strong>Hoje quase todo mundo fica algum tempo interagindo no Facebook, no Twitter ou coisa parecida. E, no que se refere a produtividade, todo mundo lamenta que gasta tempo demais com isso. O remédio é estabelecer objetivos claros. As redes sociais fazem parte da estratégia de marketing da empresa e devem ser administradas para dar resultados.</p>
<p><strong>6. Você tenta inventar a roda. </strong>Muitas vezes insistimos em tentar reavivar projetos ultrapassados ou que já não deram certo, mas nos recusamos a admitir. Seja franco consigo mesmo, avalie se eles realmente merecem seu tempo e, se for o caso (geralmente é), esqueça.</p>
<p><strong>7. Você é levado pelos clientes a repetir sempre a mesma coisa. </strong>Se isso acontece, pense em criar textos-padrão para serem usadas em emails, consultas de serviços, faturas, pautas de reuniões etc.</p>
<p>Fonte: <em>http://revistapegn.globo.com/</em></p>
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		<title>6 dicas para ativar sua criatividade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/6-dicas-para-ativar-sua-criatividade/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 18:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[#criação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma das qualidades mais desejadas na atualidade, a criatividade acabou ganhando ares de mistério como se fosse um dom para poucos gênios, mas é simples, muito simples. Ela é a capacidade de criar, de trazer algo novo ao mundo: novas&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das qualidades mais desejadas na atualidade, a criatividade acabou ganhando ares de mistério como se fosse um dom para poucos gênios, mas é simples, muito simples.</p>
<p>Ela é a capacidade de criar, de trazer algo novo ao mundo: novas formas, soluções, inspirações, cores, novos caminhos e jeitos de ver. Pode estar presente em grandes trabalhos ou num modo diferente que você organiza as coisas, numa grande descoberta ou nas pequenas mudanças que conseguimos inventar.</p>
<p>A criatividade é elemento essencial para a vida, não só para quem trabalha diretamente com o exercício criativo, mas também para gerar novas ideias, colocar nossos planos em ação, lidar melhor com os desafios. É ou não é?Então, aqui vão algumas dicas para alimentar a sua criatividade no dia-a-dia:</p>
<h4>1. Saia do lugar comum</h4>
<p>O que a criatividade mais ama? Realizar o incomum! Para criar algo novo, é preciso sair da zona de conforto. Permita-se conhecer novos lugares, novas pessoas, outros olhares. Beba em outras fontes: visite blogs que tratem de assuntos diferentes do que você costuma ler, participe de eventos culturais, tente outras formas de fazer as mesmas coisas.</p>
<p>Experimente!</p>
<h4>2. Relaxe a mente</h4>
<p>Tem horas em que ficar martelando na mesma ideia nos rouba mesmo a inspiração para criar. Faça pausas e seu cérebro agradecerá! Tome um chá, folheie uma revista, converse. Deixe a mente respirar um pouco, depois você vai retornar com muito mais energia.</p>
<h4>3. O bom e velho caderninho</h4>
<p>Tenha um caderninho sempre à mão e registre o que quer que passe pela sua cabeça. Trechos de poemas, uma música, o título de um livro, um lembrete. Mais adiante, esse caderno pode ser um tesouro de referências para você consultar quando der um branco.</p>
<h4>4. Não copie, inspire-se</h4>
<p>Não tem coisa mais frustrante para a criatividade do que você sair copiando o que já foi feito por aí. Tudo bem, num mundo com tanta variedade e tanta informação é difícil “inventar a roda” todos os dias, porém… Copiar, além de desrespeitar a obra alheia, abafa o seu processo criativo. Inspirar-se? Sim. Para construir algo novo a partir disso. Topa o desafio?</p>
<h4>5. Crie por meios diversos</h4>
<p>Coloque a criatividade para trabalhar em mais campos de sua vida e em atividades diferentes daquilo que já é rotineiro para você. Escreva, dance, pinte, cozinhe, cante, enfim.</p>
<p>Envolva sua vida num clima de exercício criativo, assim você não vai enferrujar!</p>
<h4>6. Olhar de criança</h4>
<p>Sabe aquela curiosidade das crianças? Observe desconhecidos, pergunte mais, imagine como seria se você fizesse de outro jeito. Com esse olhar é que a gente abre espaço para o novo entrar.</p>
<p>Comece a exercitar agora mesmo e mantenha a luz da criatividade acesa! Não deixe para depois, comece hoje. Prontidão é um dos principais combustíveis para a energia criativa.E você, que dicas tem para dar?</p>
<p>Fonte: <em>julianagarcia.com.br</em></p>
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		<title>26 carreiras (quase) à prova de crise no Brasil</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/08/26-carreiras-quase-a-prova-de-crise-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 12:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Demanda em alta mesmo com crise Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 300;"><strong>Demanda em alta mesmo com crise</strong></h4>
<p>Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Aumento do desemprego e desaceleração dos rendimentos reais marcam este caminho, segundo o texto do instituto.</p>
<p>No entanto, algumas áreas e carreiras estão sofrendo menos os efeitos da retração da economia. Na visão de Marcelo Braga, sócio da consultoria Search, tecnologia, mercado financeiro, farmacêutico e o agronegócio são os segmentos menos afetados pela crise atual.</p>
<p>Em relação às atividades profissionais, posições ligadas à redução de custos, ganho de qualidade eficiência em estruturas, processos e procedimentos são mais valorizadas em cenários menos positivos para a economia.</p>
<p>EXAME.com entrevistou 11 especialistas de diferentes consultorias de recrutamento para saber mais sobre as profissões carreiras que seguem em alta e, até agora, têm se mostrado (quase) à prova de mau tempo na economia. Veja, nas fotos, quais são as carreiras e quais motivos mantêm a demanda por profissionais mesmo em época de crise:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg"><img class="aligncenter wp-image-680 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg" alt="size_810_16_9_Moedas" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Controller ou gerente de controladoria</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É o profissional “número 2” na hierarquia do departamento financeiro da empresa, sendo responsável pela projeção, coordenação e controle das atividades nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. É ele quem traz os indicadores de eficiência financeira e sua atividade norteia a redução de custos e ganho de escala nas operações.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, o controller responde a três grandes imperativos em tempos de crise: ganho de escala, redução de custos e melhoria na produtividade. Daí sua valorização num momento em que as coisas não vão bem para a economia. “É quem dá a diretriz para tomada de muitas decisões estratégicas&#8221;, afirma Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO.</p>
<p>Continua sendo solicitado, principalmente, por empresas do setor da indústria (automotivo, bens de consumo e varejo) e de serviços que tenham a capacidade de se adaptar ao novo cenário. Na agenda do CFO, hoje, o controle de custos está no topo da lista, pelo qual este profissional agrega muito valor, segundo a percepção da equipe da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg"><img class="alignnone wp-image-681 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg" alt="size_810_16_9_investigacao-lupa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de auditoria e controles internos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Identifica os riscos do negócio e propõe alternativas para minimizá-los. Além disso, dá suporte à governança corporativa da empresa e promove a adaptação às normas internas e às regulamentações existentes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Miwa, sócio da Hound, obter eficiência nos processos internos faz com que a empresa maximize a relação entre custo e benefício de seu funcionamento. “Isso faz muita diferença principalmente quando o momento de mercado não é de crescimento e sim de retração, escândalos de corrupção e de crédito mais escasso e caro”, explica ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg"><img class="alignnone wp-image-682 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg" alt="size_810_16_9_termometro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de risco</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Está envolvido nos processos financeiros, vendas e geração de receita.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “É um profissional que atua diretamente no coração de qualquer negócio”, diz Anna Melo, gerente da Randstad Professionals. É natural, portanto, que ele garanta sua relevância num contexto econômico em que os custos e as receitas precisam ser acompanhados com uma lupa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg"><img class="alignnone wp-image-683 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de planejamento tributário</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na gestão fiscal e no planejamento tributário, evitando riscos e gastos desnecessários.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O Brasil conta com uma matriz tributária muito complexa, diz Rodrigo Miwa, sócio da consultoria Hound, o que torna o profissional da área uma peça valiosa para as empresas. Isso porque, segundo ele, estratégias para a redução da carga de impostos e estudos de viabilidade fiscal de novos projetos são essenciais em tempos de crise.</p>
<p>A consultoria Michael Page observa demanda maior por este tipo de profissional no setor de varejo. Já a diretora Natasha Patel, da Hays, destaca que há também forte necessidade por planejamento de tributos indiretos na indústria com perfil de comunicação e domínio de idiomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg"><img class="alignnone wp-image-684 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg" alt="size_810_16_9_check-list" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de compliance</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Garante que as transações e processos da empresa sejam transparentes e aconteçam em acordo com a lei e com as normas internas da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, a relevância do gerente de compliance independe do contexto econômico. “Ele responde a um contexto político que exige adequação máxima às novas legislações e regulamentações”, diz ela.</p>
<p>“Desde 2014 temos visto mais demanda por estes profissionais”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Setor financeiro e indústrias farmacêuticas e de biotecnologia são áreas mais promissoras para profissionais de compliance, segundo Natasha.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg"><img class="alignnone wp-image-685 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional da área de compras e suprimentos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Organiza a compra e faz negociações com fornecedores de todos os materiais, diretos e indiretos, usados pela empresa. Além disso, pode se envolver na discussão de grandes contratos de prestação de serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, diz que o profissional da área é capaz de renegociar contratos antigos, buscar novos fornecedores, reavaliar prioridades e necessidade de aquisição ou não de determinados itens. Com isso, acaba se tornando uma figura-chave para a redução de despesas nas empresas.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg"><img class="alignnone wp-image-686 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg" alt="size_810_16_9_477163337-web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gestor de projetos e processos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Reavalia processos internos e faz a gestão de novos projetos, para garantir cumprimento de prazos e budgets estabelecidos. Pode atuar como consultor externo ou numa área interna das empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, as empresas têm buscado profissionais que as ajudem a reorganizar procedimentos e gerir melhor qualquer projeto, como o lançamento de um novo produto ou a mudança de um sistema integrado. O objetivo é claro: economizar o máximo possível de tempo e dinheiro.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg"><img class="alignnone wp-image-687 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg" alt="size_810_16_9_moedas (1)" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Head ou gerente de tesouraria</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Gerencia as operações financeiras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O acesso ao crédito tem mudado desde o ano passado, o que está sendo desafiador para as empresas, principalmente nacionais. Por este motivo, tem crescido o número de demandas por profissionais de tesouraria com experiência em reestruturação de dívida (alongamento), bom relacionamento bancário e capacidade de estruturar operações financeiras de captação alternativas e menos custosas, segundo informações da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg"><img class="alignnone wp-image-688 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg" alt="size_810_16_9_calculadora" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Analista ou supervisor de custos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Promove ou gerencia a otimização de processos internos e a redução de custos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> A área de finanças faz toda a diferença em tempos de cinto apertado. “Um profissional que corta gastos é alguém de quem nenhum empregador vai abrir mão neste momento”, diz Marcela Esteves, gerente de divisão da Robert Half.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg"><img class="alignnone wp-image-689 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg" alt="size_810_16_9_aperto-de-maos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de vendas e novos negócios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Expõe a empresa e seus produtos ao mercado e gera receita com o fechamento de novos negócios, já que faz a prospecção de novos clientes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “Como está na linha de frente, esse profissional é bem-vindo em qualquer momento”, diz Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO. Num momento de crise, mais ainda. Afinal, um bom “vendedor” consegue alavancar os negócios da empresa a ponto de mantê-la viva mesmo num cenário instável.</p>
<p>A consultoria Michael Page tem recebido mais demandas por gerentes nesta área. Em momentos de crise, principalmente na indústria, além do conhecimento técnico, o perfil comportamental é crucial e decisivo em contratações &#8211; pró atividade, perfil consultivo, motivador e liderança são algumas das características mais demandadas, segundo a Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg"><img class="alignnone wp-image-690 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg" alt="size_810_16_9_bússola" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de gestão da mudança ou “turn around”</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável por trazer mudanças impactantes em áreas estratégicas, como RH ou finanças. Mais do que uma área, explica Paulo Dias, diretor da STATO, trata-se de uma especialização de alguns profissionais.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Dias, a crise econômica muitas vezes força a necessidade de mudar a cultura, o perfil dos funcionários ou até modelo de negócio de uma empresa. Um profissional capaz de fazer essa manobra “salvadora” é muito procurado pelos empregadores.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg"><img class="alignnone wp-image-691 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg" alt="size_810_16_9_medicp" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de saúde preventiva e terapêutica (médico, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo)</h4>
<p><strong>O que fazem? </strong>São responsáveis pela promoção da saúde humana em suas diversas especialidades.</p>
<p><strong>Por que sobrevivem à crise? </strong>De acordo com Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, tanto a área de saúde preventiva quanto a terapêutica continuam em alta. Ela menciona estatísticas recentes, segundo as quais a população do Brasil está envelhecendo. “Enquanto cada vez mais pessoas adoecem e demandam cuidados especiais, faltam médicos”, diz ela.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg"><img class="alignnone wp-image-692 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg" alt="size_810_16_9_fibra-luminosa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de P&amp;D (Pesquisa e Desenvolvimento)</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Investiga tecnologias de inovação aplicadas a produtos e serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Maranini, gerente da Talenses, a preocupação das empresas com a escassez de insumos na crise faz com que elas busquem soluções tecnológicas. “Profissionais capacitados a atendê-las nesse sentido estão sendo muito procurados”, diz ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg"><img class="alignnone wp-image-693 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg" alt="size_810_16_9_seguranca-trabalho" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Coordenador ou gerente de qualidade/SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Planeja, executa e delega ações para cumprir exigências ambientais, prevenir acidentes e garantir a saúde dos funcionários de uma empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>A preocupação das empresas com a área de SSMA aumentou consideravelmente nos últimos anos, diz Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Além de cumprir a lei, elas também precisam cuidar disso para não prejudicar sua reputação e, consequentemente, o seu lucro”, explica. A valorização do profissional da área também tem a ver com a sua escassez: segundo Maranini, ainda há poucas pessoas com formação específica na área e com um bom nível de inglês. A consultoria Michael Page também nota um aquecimento da demanda por esta posição nas companhias.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg"><img class="alignnone wp-image-694 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg" alt="size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente ou diretor de S&amp;OP (Planejamento de vendas e operações)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Elimina os gargalos da produção, planeja a estratégia de vendas e faz a interface com o planejamento logístico da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Na crise, a área se torna estratégica para reduzir custos. “Quando falta alinhamento entre logística e comercial, o estoque se degrada ou é depreciado, o que traz muitos prejuízos”, explica Rodrigo Maranini, gerente da Talenses.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg"><img class="alignnone wp-image-695 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg" alt="size_810_16_9_exportacoes-porto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de shipping ou exportação</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Orienta as diversas fases do processo de exportação, como a burocracia alfandegária, a logística e o relacionamento com as empresas de transporte.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Rodrigo Maranini, da Talenses, a alta do dólar beneficiou diversos segmentos, como o de exportação de borracha e de grãos. Além da valorização da área, faltam profissionais da área com pensamento estratégico e domínio de inglês.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg"><img class="alignnone wp-image-696 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg" alt="size_810_16_9_labirinto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de projetos em logística</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela melhoria do fluxo em várias etapas da cadeia produtiva de uma empresa. Também pode implantar sistemas de informação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O mercado de logística mudou muito com a evolução do consumo, de acordo com Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Hoje as pessoas compram de forma mais global, remota e complexa”, explica ele. Por isso, novos projetos para a entrega de mercadorias precisam ser redesenhados constantemente, para aumentar a produtividade e evitar prejuízos &#8211; ainda mais em tempos de instabilidade econômica.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg"><img class="alignnone wp-image-697 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg" alt="size_810_16_9_recursos-humanos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional generalista de recursos humanos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Atua em projetos de desenvolvimento organizacional e também em ações de treinamento e desenvolvimento ou de recrutamento e seleção.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Justamente porque é capaz de atuar em mais de uma área do departamento de recursos humanos. “Não basta ser especialista, as empresas buscam profissionais que também abracem outros subsistemas na área de recursos humanos”, diz Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p>De acordo com Carlos Nosé, sócio da Asap, os profissionais de recursos humanos estão mais valorizados porque ajudam a identificar onde pode haver ganho de qualidade de mão de obra. “Eles ajudam a diretoria a mexer na estrutura, fazendo movimentos de substituição de profissionais caros que não estão tendo bom desempenho na função”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg"><img class="alignnone wp-image-698 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em folha de pagamento (para multinacionais)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na área de remuneração dentro do departamento de recursos humanos, gerenciando a folha de pagamentos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Os departamentos de folha de pagamento de empresas multinacionais têm espaço para estes especialistas. “Muitas empresas transferem este serviço a terceiros, mas há aquelas que preferem manter a estrutura de folha de pagamento interna por conta da confidencialidade dos valores de salário”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Mas é preciso falar inglês ou espanhol, dependendo do local da matriz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg"><img class="alignnone wp-image-699 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em política de benefícios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Seu foco é conseguir que a empresa forneça os melhores benefícios aos funcionários, a custos menores, por isso faz a interação entre a companhia e as fornecedoras de vale-alimentação, seguradoras de saúde, entre outras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> É valorizado porque pode reduzir custos e, ainda assim, melhorar a política de benefícios da empresa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg"><img class="alignnone wp-image-700 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg" alt="size_810_16_9_contrato" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Subscritor de seguros</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável pela interação entre a empresa e as companhias seguradoras, com foco na gestão de risco.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O objetivo das empresas é minimizar riscos de perdas e prejuízos em caso de alguma eventualidade, segundo Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg"><img class="alignnone wp-image-701 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg" alt="size_810_16_9_computador-e-caneca" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Desenvolvedor de software</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Desenvolve aplicativos e programas com o objetivo de trazer mais eficiência em processos e procedimentos da empresa. Tecnologias como Dot.Net, PL-SQL e Java são as especialidades mais procuradas, de acordo com a consultoria Conquest One.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Mesmo com a indústria retraída, há setores mais “saudáveis” no momento que compensam o fraco desempenho industrial. “Construção, farmacêutico e tecnologia são setores que estão bem e contratando, o que equilibra a balança do mercado de TI”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg"><img class="alignnone wp-image-702 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg" alt="size_810_16_9_energia-eolica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Engenheiro de energia renovável</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Demanda em alta para profissionais de nível executivo, que atuam na gestão de projetos de geração de energia renovável.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Faltam profissionais experientes no setor. “Temos recebido até pessoas que vem de outro país, porque há falta de mão de obra no Brasil neste setor que é relativamente novo”, diz Carlos Guilherme Nosé, sócio da Asap.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg"><img class="alignnone wp-image-703 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg" alt="size_810_16_9_homem-grafico" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de inteligência de mercado</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua no departamento de marketing trazendo informações estratégicas de mercado e buscando entender necessidades de clientes e potenciais clientes.</p>
<p>Por que sobrevive à crise? Sua atuação é fundamental para gerar mais valor para a marca e para o produto.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg"><img class="aligncenter wp-image-704 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg" alt="size_810_16_9_e-commerce" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente geral de e-commerce para varejo</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela gestão da área de e-commerce com foco em P&amp;L (lucros e prejuízos) assegurando a rentabilidade da operação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O varejo online está crescendo no Brasil e seu grande desafio é a rentabilidade. No ano passado, a alta nas operações de comércio eletrônico foi da ordem de 25%, segundo informa a consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg"><img class="alignnone wp-image-705 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg" alt="size_810_16_9_grafico-dinheiro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de processos/ melhoria contínua</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Tem foco na redução de procedimentos e custos na operação para trazer mais eficiência aos processos.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Redução de custos e mais eficiência são ações muito valorizadas pelas companhias em momentos de crise, segundo a consultoria Michael Page.</p>
<p><em>Por: Camila Pati e Cláudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
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		<title>Como desenvolver novos hábitos e se tornar um referencial</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 17:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Desenvolver novos hábitos pode parecer mais complicado do que realmente é. Para tanto, é preciso fazer uma análise do nosso ponto de partida – o que somos para o que desejamos ser – uma meta e, finalmente, como vamos realizar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolver novos hábitos pode parecer mais complicado do que realmente é. Para tanto, é preciso fazer uma análise do nosso ponto de partida – o que somos para o que desejamos ser – uma meta e, finalmente, como vamos realizar este projeto.</p>
<p>Em primeiro lugar, acredito que ter sucesso na carreira é ser persistente. Porém, com o mundo no qual vivemos é cada vez mais veloz, as transformações precisam ocorrer antes e não depois do acontecido.</p>
<p>O que quero dizer: é preciso se preparar para mudar, e nem todos querem esta mudança. E, por que não queremos? Porque mudar não é fácil, o hábito nos protege ao mesmo tempo em que impede que façamos algo diferente do que já fazemos. E é aqui que está o perigo, se permanecermos fazendo a mesma coisa, o tempo todo, vai vir alguém mais jovem, mais audacioso e mais competente, e nos passará a perna. Vamos ficar para trás.</p>
<p>Querem um exemplo? Já viram uma criancinha de um ou dois anos com iPad ou iPhone? É incrível, eles sabem manejar a ferramenta, se distraem e ficam absolutamente envolvidos com as visões que ali aparecem.</p>
<p>Já viram um casal jovem indo jantar? Entra no restaurante e o rapaz nem sabe que deveria puxar a cadeira para sua namorada, colega, amiga ou amante sentar, coisa que o garçom faz e, em questão de segundos, estão ambos nos seus celulares. E aí eu pergunto – sai para fazer o quê? Falar no WhatsApp com alguém que está do outro lado da mesa? Enfim&#8230;</p>
<p>O que quero dizer é que se ficarmos muito tempo no mesmo lugar, sem desenvolvimento e crescimento, alguém vai nos ultrapassar. É difícil sair da zona de conforto e é exatamente esta comodidade que é um perigo para nós. Quanto sentirem que já sabem todos os padrões, já conhecem tudo e são capazes de atender à demanda, fiquem preocupados – está na hora de mudar!</p>
<p>Mas, as pessoas não gostam de mudar, ficar na mesmice traz um alento à alma – sabemos onde está o ponto A, onde fica o ponto B e como chegar lá. Chamamos isso de “ter adquirido experiência”. Mas, o mesmo tempo em que a experiência nós dá tranquilidade para fazermos as escolhas, ela nos traz o perigo da mesmice.</p>
<p>Por outro lado, não é muito fácil analisar os fatos sem fazer um juízo (experiência) e não prejulgar. Olhar para frente quer dizer aprender a ver o mundo com outro olhar, é descobrir soluções inovadoras e que sejam úteis e reconhecidas pelo mundo a nossa volta.</p>
<p>Então, qual é a sua fonte para ter motivação? Crescimento profissional, galgar outro posto, ganhar mais e melhor? Não importa qual deles seja, o que é importante: qual a fonte para sua motivação. Quer crescer para ultrapassar alguém ou para se sentir mais competente? Quer ganhar mais para que os outros vejam ou quer proporcionar para si e sua família uma vida mais confortável, uma maneira de conseguir maior aprendizado, fazer uma pós um MBA etc.</p>
<p>Além do dito acima, sugiro que tenham sempre um sonho – uma visão, um olhar para o futuro. Não basta ter só um propósito, é preciso acreditar nele e fazer todos os esforços para que um sonho se torne realidade.</p>
<p>Sabem como fazer isto? Qual a diferença entre um sonho e uma meta?</p>
<p>Um sonho é algo que sentimos que gostaríamos de ter, ser ou fazer. Não é algo factível, real. Uma meta é pontual: como, quando, onde.</p>
<p>E como transformar um sonho numa meta? Colocando no papel e dando uma data, transforme um sonho num projeto que pode ser alcançado desde que seja posto em prática, com objetivos, datas e tarefas que serão necessárias para alcançá-lo.</p>
<p>Escolhas audaciosas vão nos levar ao lugar que merecemos e para fazê-las é preciso ter determinação, força de vontade e ter consciência do que vem a ser o nosso propósito – empreender.</p>
<p>Ter ideias transformadoras pode fazer com que conquistemos o coração e o reconhecimento no nosso mundo, no nosso ambiente de trabalho, no coração da família. É preciso inovar, ter persistência, consistência e, finalmente, criar um cliente fiel, isto é, alguém a quem possamos srpreender, ir além.</p>
<p>Se tornar empreendedor da própria carreira não é somente um prêmio, mas, sim, uma realização pessoal e profissional. Costuma dar certo quando há persistência, foco e objetividade.</p>
<p>Boa sorte no seu projeto, você é capaz de realizá-lo, desde que queira.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>Geração Y nas empresas: mitos e verdades</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 19:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Os jovens estão cada vez mais presentes nas grandes organizações, buscando espaço no mercado com um novo olhar e muita vontade de aprender. E tem mais: as diferenças entre a nova geração e os superiores imediatos não é tão grande&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens estão cada vez mais presentes nas grandes organizações, buscando espaço no mercado com um novo olhar e muita vontade de aprender. E tem mais: as diferenças entre a nova geração e os superiores imediatos não é tão grande como muitos pensam. É o que afirma a pesquisa Myths, Exaggerations and Uncomfortable Truths, feita pela IBM em fevereiro deste ano. Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg &#8211; empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente,assessment e coaching -, afirma que os novos e antigos profissionais podem ser tratados de formas similares em inúmeras situações. Afinal, diferente do que é comum ouvir, as gerações têm muitos pontos similares. Por exemplo, profissionais de todas as gerações tem em comum o fato de grande parte não entender completamente as estratégias de negócios da empresa em que trabalham.</p>
<p>Confira os mitos e verdades sobre a geração Y, de acordo com Aldan:</p>
<h4>1 – Os objetivos da geração Y são diferentes das X (35 &#8211; 49 anos) e dosbabyboomers (50 &#8211; 60 anos)</h4>
<p>MITO. Embora distantes em idade e experiência, quando se trata de ajudar e fazer a diferença na empresa, os resultados são bem similares. Estima-se que 25% dos jovens desejam causar impactos positivos nas organizações e 21% (geração X) e 23% (baby boomers) afirmam o mesmo. As três gerações também tem como objetivo alcançar a segurança financeira, com um resultado de cerca de 17% em cada uma das categorias de profissionais que participaram da pesquisa.</p>
<h4>2 – A geração Y não se sente confortável para tomar decisões sem auxílio.</h4>
<p>VERDADE. Cerca de 56% dos jovens preferem tomar decisões quando existem opiniões de uma variedade de pessoas. No entanto, esse fator também acontece com a geração X, em maior intensidade com 64%. Apenas os babyboomers se sentem mais confortáveis em decidir sem um consenso de grupo ou com opiniões variadas.</p>
<h4>3 &#8211; A Geração Y deseja um líder que a reconheça constantemente pelo seu trabalho</h4>
<p>MITO. Reconhecer as conquistas e bom trabalho não é o atributo de um líder perfeito mais citado pela geração Y. A qualidade mais citada pelos jovens que um líder perfeito deve ter é ser ético e justo.</p>
<h4><strong>4– Jovens são viciados em internet e preferem fazer tudo online.</strong></h4>
<p>MITO. A geração Y ainda acredita que a melhor forma de obter novas habilidades de maneira clara é a presencial. O cara a cara é citado por 39% dos jovens como o melhor meio para participar de conferências, reuniões e eventos, bem como 36% têm interesse em aprender ao lado de colegas mais experientes.</p>
<h4>5 – O principal motivo de jovens mudarem de emprego é para trabalhar com algo que realmente gostam.</h4>
<p>MITO. A maior parte dos jovens, aproximadamente 42%, tendem a mudar de emprego para um lugar onde eles ganhem mais e tenham um ambiente mais criativo e inovador.Entretanto, 47% da geração X e 42% dos baby boomers afirmam que fariam o mesmo.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>7 passos para arruinar uma entrevista de emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 20:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive. “Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não entende”, diz ele.</p>
<p>Na verdade, existem formas quase infinitas de garantir o &#8220;não&#8221; na fase presencial de um processo seletivo. Mas alguns erros são mais comuns do que outros. Confira:</p>
<p><strong>1. Chegue atrasado e não peça desculpas</strong><br />
Para começar com o pé esquerdo, nada melhor do que desrespeitar o horário marcado com o recrutador &#8211; e, de quebra, não demonstrar a menor preocupação com isso.</p>
<p>Segundo Ricardo Ribas, gerente-executivo da Page Personnel, pequenos atrasos são relativamente aceitáveis em cidades grandes, mas se tornam imperdoáveis se o candidato não pede desculpas e nem justifica a ocorrência.</p>
<p><strong>2. Comece a conversa falando mal do emprego anterior</strong><br />
Nenhuma atitude é tão comprometedora quanto criticar e desqualificar chefes e colegas do passado, diz Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“A mensagem que fica para a empresa contratante é que o candidato pode fazer isso com qualquer empregador, inclusive com ela própria”, afirma.</p>
<p><strong>3. Mostre desconhecimento sobre a sua própria trajetória</strong><br />
Segundo Ribas, ter um discurso impreciso e contradizer informações apresentadas no seu currículo são sinais claros de despreparo para qualquer recrutador.</p>
<p>Se o candidato é vago ou incoerente durante a entrevista, duas hipóteses são consideradas: ou ele não domina a sua própria história profissional, ou está mentindo.</p>
<p><strong>4. Descreva-se como um super-herói</strong><br />
Souto diz que muitas pessoas tentam vender uma ideia de que todos os seus resultados foram maravilhosos &#8211; e tudo graças a elas.</p>
<p>Além de soar arrogante, essa atitude mostra que o candidato desconhece ou subestima a importância do trabalho em equipe. “É justamente o que as empresas não querem mais atualmente”, afirma ele.</p>
<p><strong>5. Apresente uma pretensão salarial totalmente aleatória</strong><br />
Nem todos os recrutadores perguntam qual é a remuneração pretendida pelo candidato. Mas, se esse for o caso, lançar um valor qualquer à mesa é uma péssima ideia.</p>
<p>Isso porque candidato precisa mostrar o raciocínio que o levou a pedir um determinado salário, diz Souto. Se não é assim, soa como uma aposta.</p>
<p><strong>6. Ao final, não pergunte nada (ou pergunte algo desnecessário)</strong><br />
Para Ribas, profissionais que não questionam em nada na entrevista transmitem falta de curiosidade pela empresa e até desinteresse pela vaga.</p>
<p>Também é problemático encher o entrevistador de perguntas sobre assuntos irrelevantes. “Não é o momento para querer saber sobre a marca do carro a que a equipe comercial terá acesso, por exemplo”, diz ele.</p>
<p><strong>7. Nos dias seguintes, pressione o recrutador por um retorno</strong><br />
A má impressão causada por um candidato pode continuar mesmo semanas depois da entrevista. Basta ligar e mandar e-mails insistentemente para o recrutador cobrando por uma resposta, diz Ribas.</p>
<p>Além de transmitir ansiedade e insegurança, a postura por si só é irritante. “É melhor perguntar ao recrutador qual é o prazo para a conclusão do processo seletivo e esperar pacientemente até a data”, aconselha o especialista.</p>
<p>Fonte:<em> http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>5 Ferramentas que irão ajudar no seu negócio</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 20:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para pequenos e médios empreendimentos, podemos encontrar uma variedade de ferramentas que poderão auxiliar no seu trabalho, desta forma, destacamos as mais utilizadas online e gratuitamente para ajudar você na sua carreira. Hootsuite (marketing/gestão de mídias sociais) Além do Facebook,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para pequenos e médios empreendimentos, podemos encontrar uma variedade de ferramentas que poderão auxiliar no seu trabalho, desta forma, destacamos as mais utilizadas online e gratuitamente para ajudar você na sua carreira.</p>
<h4>Hootsuite (marketing/gestão de mídias sociais)</h4>
<p>Além do Facebook, é interessante marcar presença em outras redes sociais, dependendo do seu tipo de público. Empresas de moda, por exemplo, utilizam bastante Instagram e Pinterest. Dar conta de vários canais ao mesmo tempo pode ser complicado. Por isso, o Hootsuite aparece como uma verdadeira mão na roda. A ferramenta permite que você gerencie todas as contas de redes sociais em um só lugar. É possível com ela, por exemplo, programar um mesmo conteúdo para diferentes canais, responder mensagens de clientes enviadas por meio de todas elas, acompanhar a repercussão de publicações etc.</p>
<h4>Evernote</h4>
<p>Ferramenta utilizada para gerenciar informações, funciona como uma espécie de agenda. Ela permite armazenar dados, textos, imagens, anexar arquivos, listas de tarefas, áudios etc. Tudo isso pode ser compartilhado com equipes remotamente e os conteúdo podem ser acessados por qualquer dispositivo conectado à internet.</p>
<h4>Skype</h4>
<p>Sistema que hoje pertence à Microsoft, o Skype já é bastante popular, tanto entre clientes pessoa jurídica quanto pessoas físicas. Ele permite a realização de chamadas gratuitas, tanto por desktops quanto por celulares. Basta apenas que os dois usuários estejam conectados à internet. A ferramenta também permite, mesmo na versão gratuita, a realização de conferências. Comprando créditos ou assinando um plano, é possível ligar também para telefones convencionais (celulares e fixos).</p>
<h4>Facebook (Marketing)</h4>
<p>Maior rede social do mundo, é hoje também a ferramenta de marketing digital mais popular do planeta. Sabendo desenvolver uma boa estratégia para chegar ao seu público, pode ser uma ótima maneira de fortalecer sua marcar e mesmo fechar vendas. No Facebook, você pode formar público através de uma fanpage, convidar pessoas para atividades específicas através dos eventos, oferecer produtos diretamente na rede, por meio das ferramentas de vendas que ela oferece, entre outras coisas. É possível também criar anúncios pagos, com segmentações bastante precisas.</p>
<h4>QuickBooks ZeroPaper (Finanças)</h4>
<p>Ferramenta que oferece gestão de fluxo de caixa grátis, relatórios com um só clique e integração com dados da conta bancária do usuário. É simples de usar e mantém os dados do usuário em ambiente seguro e disponíveis 24 horas por dia. O sistema é ideal para profissionais autônomos, MEIs e microempresas e pode ser facilmente acessado pelo computador ou smartphone, através do aplicativo disponível para iOS e Android.</p>
<p>Fonte: <em>www.administradores.com.br</em></p>
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		<title>5 passos para que empresas, gestores e profissionais se inspirem</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas carreiras.</p>
<p>Na prática, muitas vezes. o que se observa é um outro cenário, inúmeros profissionais se queixam das segundas-feiras, da falta de abertura de seus gestores e da carência de propósito em suas atividades profissionais; chefias centralizadoras preocupadas com a crise e com as metas não se abrem para o diálogo; e organizações com anseios de entregarem o resultado esperado a qualquer custo, seja em tempos prósperos ou difíceis, também se fecham.</p>
<p>O que é preciso ter em mente é que os recursos humanos são sim um valor agregado aos negócios, pois seu concorrente pode vir a ter o mesmo produto ou oferecer o mesmo serviço, porém jamais contando com o mesmo profissional que a sua empresa possui. E, segundo, uma frase que soa clichê, mas faz todo o sentido sempre: “inspiração vem dos outros, motivação vem de dentro de nós”. Ou seja, por mais boa vontade que uma companhia ou um gestor possam ter, eles não conseguirão motivar uma equipe, o que está ao alcance da própria organização e de um líder é auto motivar-se e inspirar seus liderados a se motivarem. Como?</p>
<p>São muitas as formas de inspirar profissionais a se engajarem, a primeira e a principal delas é que empresas, gestores e colaboradores precisam se unir por um objetivo comum, isto é, a junção de mentes e atitudes em prol de um mesmo fim é uma forma excelente para responder eficazmente aos estímulos negativos do ambiente, causados por crises, turbulências ou oscilações.</p>
<p>Por isso, as dicas abaixo são de grande utilidade tanto para companhias, como para gestores e profissionais:</p>
<p><strong>Incentive a cultura do conhecimento </strong>Uma empresa consegue estimular esse tipo de cultura investindo em treinamentos e cursos que, em muitos casos, podem ser realizados internamente ou entre departamentos. Um líder pode impulsionar sua equipe adotando o papel do mentor que transmite o conhecimento que tem, indica livros, filmes e cursos que aprimorem as competências técnicas e interpessoais. E cada profissional pode assumir uma postura altruísta de auxiliar seus pares na busca de um maior <em>know how</em> e para si mesmo.</p>
<p><strong>Fomente o diálogo </strong>A cultura do conhecimento leva a um caminho natural de um maior diálogo entre equipes, entre a instituição e seus gestores, entre os gestores e entre líder e liderados o que gera um ambiente mais sadio e produtivo. O interessante em se fomentar a ação do diálogo é de que ele venha acompanhado de transparência. É importante que: se mostre um quadro geral da companhia; se contextualize a situação real e qual o papel de cada um; aponte-se o que será feito para que os resultados sejam alcançados e, por fim, que cada um possa ouvir e falar.</p>
<p><strong>Mantenha um clima organizacional agradável </strong>O ambiente tanto físico como psicológico contribui para uma maior motivação de todos. Manter o espaço sempre limpo e organizado, buscar quebrar o gelo e não se deixar contaminar pelo mau-humor ou negativismo alheios auxiliam a manter o clima ameno. Por mais que a companhia não tenha um perfil informal, um ambiente de cordialidade e com intervalos de descontração tornam qualquer atividade mais prazerosa.</p>
<p><strong>Estimule a participação </strong>Instigar que os profissionais deem ideias, sejam eles líderes ou liderados, é uma maneira de motivar as pessoas. Mesmo que nem todas possam ser aplicadas e, seja explicado o porquê, compartilhar informações sempre torna o clima mais leve e motivador. Se possível, as melhores ideias podem receber algum tipo de incentivo ou recompensa que não necessariamente precisa ser monetária, pode ser uma folga ou alguma experiência (como visitar um outro escritório, a fábrica, um projeto social que a companhia apoie).</p>
<p><strong>Elogie em público, corrija em particular </strong>Fazer críticas construtivas e elogiar quando há um bom desempenho, por mais que seja delicado e haja a correria do dia a dia, é preciso que se encontre a melhor hora e o local para se fazer. Esta dica pode parecer exclusiva para líderes, mas para uma equipe que assume a cultura do conhecimento e perfil colaborativo, serve entre pares e de liderado para líder também. O fundamental é manter o respeito, a credibilidade e sempre se basear em fatos concretos. Falsos elogios podem soar muito pior do que sinceras correções.</p>
<p>Enfim, as ações que podem ser feitas para que se conquiste e, principalmente, se mantenha funcionários engajados, uma companhia com ambiente agregador e desafiante, gestores e equipes em busca de produtividade, motivação e compromisso são inúmeras. Que todos consigam enxergar a empresa como uma excelente oportunidade para aprender e ensinar, criando um ambiente de contínua evolução e incansável na busca pela excelência em todos os níveis.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>5 características de um bom Líder</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/5-caracteristicas-de-um-bom-lider/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 19:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante que os líderes das novas gerações tiveram que aprender é a que liderar não é apenas ditar regras e atribuições.</p>
<p>Atualmente os núcleos de trabalho funcionam como equipes e times, e em um time todos os integrantes buscam os resultados – as funções podem ser diferentes, mas os objetivos são os mesmos. Segundo a coach especializada em desenvolvimento humano e organizacional Bibiana Teodori: “Um excelente líder cresce com o time e faz o time crescer com ele”.</p>
<p>Bibiana Teodori também acredita que bons líderes possuem uma linha de comportamento em comum que é fundamental para o sucesso de suas atribuições. Confira na sequência as principais características enfatizadas pela profissional.</p>
<p><strong>Autoconhecimento</strong></p>
<p>A primeira característica importante é a de saber guiar a si. Esta não é uma tarefa fácil e quem consegue fazê-la logo se torna um ponto de referência para os outros, um líder aos olhos de quem não possui essa capacidade.</p>
<p>Faz parte do autoconhecimento também saber gerenciar as próprias emoções, deixar de lado estados emocionais improdutivos, como medo, insegurança, depressão, ansiedade e estresse, no momento em que eles se tornam um obstáculo. Esses estados são emoções com significados específicos, que não podem ter espaço em determinadas situações.</p>
<p><strong>Espírito de equipe</strong></p>
<p>Assumir a responsabilidade de um grupo parece uma tarefa básica de todo e qualquer líder, mas na prática não é bem isso que acontece. Há líderes que são os primeiros a apontar as falhas de sua equipe, no entanto, um líder de sucesso deve achar os caminhos para resolver crises antes de distribuir culpas.</p>
<p><strong>Ter poder de decisão</strong></p>
<p>Outra característica importante de um bom líder é o poder de decisão. A ideia de que somos a soma total das decisões que tomamos na vida é um pensamento que deve ser o guia para uma pessoa envolvida em tomada de decisões, pois só assim é possível ter noção das consequências de uma decisão.</p>
<p>Quando uma pessoa entende a necessidade e a importância de se tomar boas decisões, naturalmente ela otimiza o seu poder de decisão.</p>
<p><strong>Bom relacionamento</strong></p>
<p>Normalmente um líder participa de um conjunto, onde existem outros líderes e outras equipes. A capacidade de criar relações positivas diferencia um líder, pois evidencia a sua capacidade de criar vínculos e atrair para si as pessoas, e a capacidade de nos ouvir o possibilita agir de maneira coerente com princípios compartilhados.</p>
<p><strong>Versatilidade</strong></p>
<p>O líder deve lidar bem com mudanças, entender e buscar oportunidades que forneçam a visão necessária para que seu negócio cresça. A versatilidade é uma ótima competência que motiva, inspira, energiza e cria líderes capazes de ter visão 360° de diversos assuntos que possam comprometer o seu dia a dia.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.catho.com.br/</em></p>
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		<title>Estabeleça boas práticas e alcance resultados positivos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 13:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>As pessoas não são o ativo mais importante de uma organização. O ativo mais importante de uma organização são as pessoas boas, comprometidas, capacitadas e éticas. Foi a partir deste século que as organizações passaram a se preocupar com questões&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas não são o ativo mais importante de uma organização. O ativo mais importante de uma organização são as pessoas boas, comprometidas, capacitadas e éticas. Foi a partir deste século que as organizações passaram a se preocupar com questões como capacitação, clima organizacional e valorização dos profissionais, tendo em vista agregar, no ambiente de trabalho, pessoas comprometidas com os rumos da empresa, bem como satisfeitas e felizes com o seu trabalho e no seu trabalho.</p>
<p>Uma pesquisa recente realizada pela FNQ e pelo SEBRAE com 1.163 empresários de micro e pequenas empresas mostrou que a gestão de pessoas é, sim, uma preocupação dos dirigentes: 73% dos pesquisados disseram reconhecer seus colaboradores pelas contribuições que realizam para inovação e 72% afirmaram investir na capacitação dos colaboradores. Em uma lista composta por oito itens, correspondentes aos Critérios de Excelência da Gestão, o Critério Pessoas recebeu o segundo maior investimento por parte das empresas analisadas, atrás apenas do Critério Clientes.</p>
<p>Hoje, as pessoas são consideradas elementos fundamentais para gerir e fortalecer as relações necessárias para a condução de qualquer negócio. É comprovado que as organizações que possuem práticas que visam o desenvolvimento humano conseguem aumento da motivação da força de trabalho e, consequentemente, melhores resultados financeiros e operacionais.</p>
<p>Uma empresa que possui boas práticas de gestão de pessoas define corretamente as funções e as responsabilidades do colaborador, seleciona-o e capacita-o para o exercício das funções e analisa os riscos e perigos do trabalho, bem como os fatores que afetam o bem-estar e a satisfação de cada um deles.</p>
<p>Para obter resultados nessa área, basta que a empresa adote alguns requisitos e passe a avaliar sua efetividade constantemente. Apresento, aqui, algumas dicas baseadas no Critério Pessoas do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG):</p>
<p>&#8211; aponte claramente as funções e responsabilidades dos colaboradores, pontuando a participação de cada um e promovendo a sinergia do trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; procure estabelecer e implantar um plano de cargos e salários e um programa de metas para o colaborador, com base no plano estratégico da empresa e nas competências de cada pessoa. Assim, é possível definir qual a participação de cada um nas estratégias gerais da empresa;</p>
<p>&#8211; destaque e incentive a autonomia dos seus colaboradores. Essa atitude auxilia na melhoria da motivação, no cumprimento de metas e nos resultados;</p>
<p>&#8211; promova feedbacks constantes, sistematize os processos de avaliação e implemente ações de melhoria;</p>
<p>&#8211; invista nas habilidades e nos conhecimentos dos colaboradores. Entender as suas competências auxilia no desenvolvimento de suas atividades diárias como forma de garantir a eficiência e o bom trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; promova programas de capacitação com base em um plano de carreiras e nas metas estipuladas pela organização. Incentive a busca pela constante capacitação e reciclagem do colaborador;</p>
<p>&#8211; considere as oportunidades para desenvolvimento de membros da equipe atual, promovendo a inserção de novas pessoas para o exercício das funções. Mas se for preciso contratar, tente levar em conta as necessidades para o cargo e para a maioria das funções previamente definidas;</p>
<p>&#8211; procure identificar, por meio de pesquisa de clima organizacional, os fatores que afetam o bem-estar, a motivação e a satisfação dos colaboradores. O completo entendimento do seu quadro de colaboradores é fundamental para que sejam desenvolvidos programas com foco na qualidade de vida e na cidadania, que estejam de acordo com as necessidades do colaborador e com as estratégias da empresa. As atividades, posteriormente desenvolvidas, auxiliam no aumento da produtividade, criando forças na busca por resultados;</p>
<p>&#8211; comunique-se com clareza para garantir ao grupo total assimilação dos valores e princípios da organização. É importante ouvir o que cada um tem a dizer. Procure estabelecer uma relação de confiança entre a liderança e o grupo e implante canais de comunicação entre a empresa e os colaboradores, sempre com base em relações de confiança e ética. A comunicação interna das estratégias, das metas e dos seus indicadores e planos de ação é vital para o engajamento das pessoas na causa comum;</p>
<p>&#8211; utilize práticas de remuneração, reconhecimento e incentivo para estimular a organização no sentido de alcançar metas. Elas são importantes propulsores da motivação dos colaboradores. Os ajustes salariais, alinhados ao plano de carreira, servem como prova do reconhecimento dos funcionários, estimulando-os a apresentar contribuições significativas à organização permanentemente.</p>
<p>Fonte: <em>http://fnq.org.br/</em></p>
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