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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; resultado</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Como saber o que procurar em um candidato?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 18:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[condição de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[excelência]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Como um diálogo de Alice no pais das maravilhas pode ajudar o empreendedor a procurar pessoas novas para sua empresa. &#8211; Poderia me dizer, por favor, que caminho devo seguir para ir embora daqui? – perguntou a menina ao gato&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como um diálogo de Alice no pais das maravilhas pode ajudar o empreendedor a procurar pessoas novas para sua empresa.</strong><br />
<em>&#8211; Poderia me dizer, por favor, que caminho devo seguir para ir embora daqui?</em> – perguntou a menina ao gato de Cheschire no clássico Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.</p>
<p>&#8211; <em>Isso depende muito de para onde queres ir</em> – respondeu o gato.</p>
<p>&#8211; <em>Para mim, acho que tanto faz&#8230;</em> – disse Alice.</p>
<p>&#8211; <em>Nesse caso, pouco importa o caminho que irá seguir</em> – replicou o gato.</p>
<p>Esse diálogo, que serve de estudo em muitos cursos de administração, ilustra uma questão que afeta diariamente processos de contratação nas organizações: a falta de um objetivo claro.</p>
<p>Muitos gestores ainda tratam a definição do “job description” como uma função operacional de recursos humanos. Listam rapidamente as características e habilidades do profissional a ser buscado e logo partem para tocar uma tarefa mais urgente. Isso quando não delegam a tarefa.</p>
<p>Esse ato de definir o “perfil ideal” para o candidato a uma vaga, porém, é muito mais profundo e complexo do que se imagina. Afinal, fazendo um paralelo com a brilhante conversa entre os personagens de Carroll, você só encontrará o profissional certo se souber exatamente o que procura. O custo de se fazer uma contratação errada é enorme para os cofres da organização – além de representar um grande tempo desperdiçado. O desenho da função não pode ser terceirizável &#8211; o exercício de escrever dá ao gestor insights importantes para quando for efetivamente liderar esse profissional.</p>
<p>A especificação de posição precisa ser um guia que dirige o gestor, e esse guia tem de ajuda-lo a ter clareza das competências que serão necessárias para esse indivíduo atingir os objetivos esperados. O movimento tem que ser ensaiado com muito cuidado. Primeiramente, é fundamental conhecer a fundo a cultura e a estrutura da organização. Depois, eu diria que o gestor precisa definir duas coisas antes de iniciar a procura por candidatos:</p>
<p><strong>1. Qual é o mandato?</strong></p>
<p>O mandato é a frase que resume a principal razão dessa contratação e qual o principal resultado esperado do executivo: é fazer a abertura de capital da companhia? É colocar ordem nos controles internos? É promover uma reestruturação? É fazer a empresa dobrar os indicadores de crescimento anuais? Ou, se for um diretor de RH, o mandato é colocar a empresa na lista das melhores para se trabalhar ou implantar novos programas de desenvolvimento?</p>
<p>O mandato está ligado a uma condição de mercado frente a concorrentes, um desejo explícito na estratégia acordada com os acionistas ou dono para os próximos três anos e que foge das tarefas cotidianas.</p>
<p>Quanto à posição, especificamente, ela é nova na organização ou já existia? Se for nova, vale refletir por que motivo ela está sendo criada: se o gestor está buscando mais braço, inovação ou está à procura de alguma competência específica de organização e liderança que ainda não tenha.</p>
<p>Se tratar-se de uma posição existente, a substituição não deve ser mecânica. É importante refletir sobre o que é feito hoje com excelência nesta função e quais são as lacunas que precisam ser preenchidas. Uma boa dica é descrever com três a cinco responsabilidades porque esta função existe.</p>
<p>2. Quais são as responsabilidades permanentes?</p>
<p>As responsabilidades devem ser definidas com verbos de ação que sejam mensuráveis e devem estar ligadas ao plano anual da empresa. O que este novo contratado terá de fazer? O que faz parte da função e o que não é feito por ninguém atualmente? vendas? Inovação? Controle financeiro? Marketing? RH? Com a chegada desse profissional, ele irá assumir alguma nova responsabilidade? E quais serão os grupos dos quais ele irá participar e dividir as responsabilidades?</p>
<p>A substituição de alguém geralmente é tratada como um processo muito simples. Toma-se como modelo alguém que está sentado em uma cadeira e a definição é uma cópia daquele que está sentado. Mas esse é um erro. A oportunidade de olhar o que mudou na dinâmica da área, da empresa ou da necessidade futura vai redefinir o que a organização precisa. Muitas vezes, se a liderança parar e pensar no que será necessário daqui a três anos, verá que o que ela buscava no passado e pode não ser mais o que eu ela precisará no futuro.</p>
<p>Minha recomendação é: pense em qual é o profissional que você vai precisar daqui a três anos para ocupar determinada função. É este indivíduo que precisa estar com você agora e vai te ajudar a alcançar seus objetivos no futuro.</p>
<p>Comparo que o raciocínio tem que ser preciso e cuidadoso como o dos japoneses. Não podemos ter pressa para sair correndo procurar. Desta forma você até poderá encontrar rapidamente alguém para ocupar o cargo, mas pode não ser realmente quem você precisa. Não há dinheiro que pague esse minuto de planejamento ou de revisão.<br />
<em>Fonte: http://www.endeavor.org.br/artigos/gente-gestao/recrutamento/como-saber-o-que-procurar-em-um-candidato</em></p>
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		<title>O que é resultado para você?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/03/o-que-e-resultado-para-voce/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 19:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Henry Ford dizia que um negócio que não produz nada mais do que dinheiro é um negócio pobre. É difícil acreditar que o pai de um dos símbolos do capitalismo realmente se importasse com algo que não fosse lucro, e&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Henry Ford dizia que um negócio que não produz nada mais do que dinheiro é um negócio pobre. É difícil acreditar que o pai de um dos símbolos do capitalismo realmente se importasse com algo que não fosse lucro, e mais difícil ainda que a maioria dos empresários e executivos não compartilhem da visão quase 100 anos depois.<br />
Lucro é a mais antiga medida de avaliação de resultados desde que o homem teve a ideia de negociar algo. Ele é exato, relativamente fácil de calcular e dá pouca margem para contestações. É uma mera questão de terminar com mais dinheiro do que quando se começou — como no pôquer. O lucro é o objetivo universal dos negócios; nenhum CEO precisa dizer aos colaboradores que a empresa precisa lucrar, porque todo mundo sabe que, sem isso, não há jogo. Até organizações sem fins lucrativos precisam operar no azul para impactarem cada vez mais pessoas.</p>
<p>Resultado é mais subjetivo. Resultados costumam estar atrelados aos objetivos de cada um. Assim como não existe um ponto de chegada sem um ponto de partida, é impossível chegar a bons resultados sem saber por onde começar. Você já parou para pensar o que é resultado para você? (Cuidado para não deixarem os outros responder por você.)</p>
<p>Há menos de 1 mês, o Sebrae lançou um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gstUulVKD88">vídeo</a> com essa pergunta e achei fascinante o modo como fizeram. Em nenhum momento eles mencionaram lucro, vendas ou qualquer outro jargão clichê dos negócios. Simples e direto, o vídeo me fez pensar que muitas empresas falham em separar lucro de resultado e os acabam interpretando como sinônimos. Resultados promovem crescimento e eu garanto que há uma porção de coisas no seu negócio ou na sua vida que gera crescimento, além do dinheiro. Para uma pizzaria, resultado é o tocar do telefone; para uma livraria, o tilintar de um sino quando a porta se abre; para uma loja de roupa, a cliente nova que retorna.</p>
<p>Se alguém desconhecesse as palavras “resultado” e “sucesso”, tenho certeza que você não teria dificuldade para explicar seus significados a alguém. Provavelmente, você diria que resultado é a consequência de algo, como o nome já diz, que resulta; é o efeito gerado por alguma ação anterior. O Joãozinho estudou, por isso conseguiu bom resultado final e passou de ano. A equipe comercial da empresa bateu as metas, o que permitiu a empresa fechar o ano com crescimento de 23%. Trabalhe e você colherá os frutos, isso é resultado.</p>
<p>Mas se você procurar o significado de sucesso, é a mesma coisa. É o que sucede algo, um bom resultado. No entanto, costumamos chamar de sucesso algo grandioso, um resultado espetacular. Sucesso é a empresa ganhar algum prêmio; conquistar o emprego em uma multinacional, ser aceito em uma universidade na Europa. Se for qualquer coisa menos do que isso, é apenas um bom resultado. A mensagem do Sebrae provoca ao dizer que quem define o que é resultado para você, é você!Então vamos lá, defina certo.</p>
<p>Você não precisa frequentar nenhuma escola de negócios para saber que lucro, metas e crescimento importam. Isso é óbvio. O que fará a diferença na sua vida é o que está além disso, aonde mais você quer chegar e que diferença quer fazer? Quando você define o lucro como principal resultado, não há mágica, não há paixão, e o negócio não tem consistência. Abílio Diniz deixa isso claro quando diz: “Tenha o lucro em primeiro lugar, mas tenha alguma coisa a mais que o lucro, que dê orgulho.”</p>
<p>O compromisso com a natureza da Natura, a dedicação com o bem-estar de todos (clientes, funcionários e fornecedores) da Starbucks, o compromisso com a satisfação do cliente da Amazon, a obsessão por inovação do Google e por aí vai. Todas essas empresas lucram muito, mas todas elas fazem algo além da “tríade cliente-meta-lucro”. Por favor, não caia na besteira de achar que elas só fazem isso porque são gigantes. De fato, é o contrário. Elas se tornaram grandes por reconhecer que o valor de uma empresa não está somente no balanço anual ou na taxa de retorno aos acionistas. Há algo mais em jogo.</p>
<p>Nunca se abriu nem se fechou tantas empresas como nos dias de hoje. Nem se viu tanto desrespeito e descaso com o consumidor. Uma visão míope e distorcida (ou mal interpretada) dos conceitos de administração transmitidos em escolas de negócios pelo mundo; elas focam demais nos processos e esquecem das pessoas e da sua alta capacidade de gerar valor para o negócio. É verdade que um bom negócio mal administrado dura pouco, mas há muitos profissionais competentes no mercado capazes de lidar com números, sistemas e processos diversos. Com visão e sensibilidade é outra história.</p>
<p>Todo mundo quer ser competente, entregar bons resultados, ter uma carreira de sucesso ou ver sua empresa faturando o primeiro milhão. Chegar às melhores decisões é um jogo de perguntas e respostas de infinitas possibilidades. Fazer a pergunta certa é um grande passo para a resposta mais adequada. E qual a pergunta certa? A resposta é outra pergunta: o que é resultado para você?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: pequenoguru.com.br</em></p>
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