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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; realização</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>11 frases para motivar quem está desanimado com a carreira</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>De bem com o trabalho!! Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir. Fonte: www.exame.com.br</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De bem com o trabalho!!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Cansado, preocupado ou irritado com o trabalho? Selecionamos frases de figuras como J.K. Rowling e Steve Jobs que podem dar um sopro de otimismo no seu cotidiano profissional. Confira a seguir.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png"><img class="aligncenter wp-image-343 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/01.png" alt="01" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png"><img class="aligncenter wp-image-344 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/02.png" alt="02" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png"><img class="aligncenter wp-image-345 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/03.png" alt="03" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png"><img class="aligncenter wp-image-346 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/04.png" alt="04" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png"><img class="aligncenter wp-image-347 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/05.png" alt="05" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png"><img class="aligncenter wp-image-348 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/06.png" alt="06" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png"><img class="aligncenter wp-image-349 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/07.png" alt="07" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png"><img class="aligncenter wp-image-350 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/08.png" alt="08" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png"><img class="aligncenter wp-image-351 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/09.png" alt="09" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png"><img class="aligncenter wp-image-352 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/10.png" alt="10" width="810" height="455" /></a> <a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png"><img class="aligncenter wp-image-353 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/11.png" alt="11" width="810" height="455" /></a></p>
<p><em>Fonte: www.exame.com.br</em></p>
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		<title>Em busca de nossas melhores segundas-feiras!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/10/em-busca-de-nossas-melhores-segundas-feiras/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 18:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma sensação gostosa e rara é chegar na segunda-feira e ir fazer o que eu gosto, com as pessoas que gosto, em um lugar que tenha os mesmos valores que eu – e ainda sou paga para viver assim.</strong></p>
<p>Alguém deve estar lendo este primeiro parágrafo e pensando: “Essa mulher está louca, esta realidade não existe, e se existe é para poucos”. Conheço pessoas que vivem isso, garanto que não é 100% do tempo, mas estão sempre em busca de um bem estar e de uma sensação realização.</p>
<p>Uma coisa todos devem concordar: sentir o prazer de concluir um trabalho legal, de ser reconhecido por um projeto concluído, ou de ter colaborado com uma conquista, é uma emoção inesquecível. E ainda falam que as emoções no trabalho só atrapalham! Claro que isso não é verdade, estamos sempre buscando emoções ligadas a realização, felicidade, prazer, conquistas e crescimento, mas sabemos bem que, muitas vezes, somos confrontados com a apatia ou tédio, medo e raiva, muitas outras emoções ligadas a momentos frustrantes que passamos em nosso cotidiano, e que isso também faz parte.</p>
<p>Fui procurar o verdadeiro significado da uma emoção que nada mais é do que a reação de nosso corpo em relação a uma determinada situação. Se este é o significado da palavra emoção, como existem pessoas que dizem que não podemos ou não devemos, levar as emoções para o mundo do trabalho? Na verdade, isso é impossível! Talvez, a pergunta mais certa seria: como lidamos com as emoções que sentimos em um ambiente de trabalho?</p>
<p>Claro que quando sentimos muita raiva, não podemos sair batendo nas pessoas, ou quando estamos muito felizes e alegres, não podemos ficar cantando alto no escritório, afinal, o problema não é a emoção que sentimos, mas sim, nestes dois exemplos, da educação que recebemos.</p>
<p>Gosto de pensar na ideia de termos em nossas cabeças um balde de energia composto por várias emoções positivas, que aumentam cada vez que um evento positivo ocorre e assim vamos aumentando a quantidade de energia deste balde. Sei bem que na vida profissional, na prática, não é assim que ocorre, pois há sempre uma situação que nos gera a perda desta energia revigorante, e até podemos enumerar algumas situações que drenam as nossas energias:</p>
<p><strong>•</strong> Fazer o que não gosta</p>
<p><strong>•</strong> Fazer diariamente aquilo que exige o seu pior</p>
<p><strong>•</strong> Um chefe mau educado</p>
<p><strong>•</strong> Sentar ao lado de uma pessoa que só reclama</p>
<p><strong>•</strong> Não se sentir reconhecido pelo trabalho realizado</p>
<p><strong>•</strong> Ser mal tratado</p>
<p>Aqui fica a pergunta, se o balde está em nossa cabeça e se somos donos dela, qual a razão de nos deixarmos estas situações roubarem as nossas energias positivas? Hoje não existe mais escravidão e as oportunidades de trabalho estão cada vez maiores. Cabe a cada um de nós irmos à busca das melhores segundas-feiras de nossas vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
<p><em>Por: Paula Oliveira é coaching, psicóloga, tia com 20 anos de experiência em desenvolvimento organizacional e seleção. Bem humorada, brava e inconformada…. Apaixonada por viagens e por acompanhar a evolução das pessoas e das empresas.</em></p>
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		<title>Quanto custa ser bom?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu sou bom”, ou “Há profissionais bons também, não generaliza”, ou ainda “Sou um bom profissional, só que não me dão uma oportunidade”&#8230; Então nestes três casos, vamos lá&#8230;</p>
<p>Será mesmo que somos bons o suficiente? Falo de mim, de ti, do outro&#8230; cada vez mais as pessoas esperam por um retorno que o outro tem que dar, que o outro faça alguma coisa e muitas vezes acabam deixando as oportunidades passar&#8230; Será falta de sorte? Azar? Olho gordo? Se não foi assim, não era pra ser&#8230; Será que não podíamos pensar que fomos nós que não fizemos nada para as coisas mudarem, ou então, se fizemos e não deu certo, talvez não tenhamos feito o suficiente ou tenhamos desistido muito cedo? Talvez em certos momentos até pensássemos desta forma, mas é menos doloroso e menos culposo pensarmos que foi qualquer uma das justificativas anteriores à última, e então, nos agarramos a ela. Algumas vezes até sofremos com isso, mas logo passa e esquecemos, como se nada tivesse acontecido. Aí não mudamos e ficamos esperando a tal felicidade e a tal oportunidade&#8230;</p>
<p>O mundo está cheio de oportunidades, e temos que agarrá-las com todas as forças, mas fico instigada com a falta de perspectiva que algumas pessoas têm, inicialmente com sua indecisão quanto à questão profissional, muitas vezes dizendo que “qualquer coisa serve”&#8230; Poxa vida, como assim qualquer coisa?! Põe uma meta, traça os objetivos e faz alguma coisa, não fica esperando que alguém venha te oferecer um emprego ou então que te dê uma “ajudinha” porque você está precisando. Somos nós que temos que decidir o que queremos e buscar isso. Novamente ficamos esperando para que as coisas aconteçam, e então, “não temos uma oportunidade”&#8230; Melhor: Não criamos ela!</p>
<p>Existem aquelas pessoas que vão a busca de seus objetivos, que batalham, tem seus sonhos, acreditam neles e fazem eles acontecer. É aquelas pessoas que olhamos encantadas e nos perguntamos: “Como fazem isso?” Ou ainda: &#8220;Esse cara é foda!&#8221; É assim que devemos ser, porque se o outro é, tem ou faz, porque nós não podemos ser, ter ou fazer? Talvez porque ele é um sujeito sortudo! Todos temos um potencial, mas precisamos acreditar nele e querer algo, por isso o “qualquer coisa” não serve, não pode servir! Quando trabalharmos naquilo que queremos, naquilo que gostamos, vamos nos tornar bons, realmente bons, e aí sim entraremos nas duas primeiras frases, porque vamos ter certeza disso, porque acreditamos nisso e estamos satisfeitos com isso. Pessoas assim irradiam alegria, percebe-se no seu olhar e nas suas ações. São aquelas pessoas que não param e que estão em busca de crescimento e de maiores realizações. Traduzindo: São as pessoas realmente felizes e realizadas profissionalmente.</p>
<p>Então, quanto queremos ser bons? Em que frase quero me encaixar? Quanto custa? Não basta querer, não basta falar, tem que fazer!</p>
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		<title>Coisas que a gente NÃO acha sobre fazer o que ama</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/04/coisas-que-a-gente-nao-acha-sobre-fazer-o-que-ama/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 13:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Achamos que as pessoas vão ser muito mais felizes escolhendo algo que gostam ao invés de algo “com muito prestígio” ou “muito estável”. Não temos absolutamente nada contra querer os itens citados, mas temos nossas dúvidas sobre o futuro de quem escolhe uma profissão pautado apenas por isso. Assim como a gente, muitas pessoas e empresas também espalham essa corrente, ou estilo de vida, ou como quiserem chamar. E aí surgiram uma série de dúvidas, inquietações e “coisas que você precisa fazer para fazer o que ama” que a gente discorda totalmente; e por isso esse texto. Dessa vez, ao invés de falar sobre “faça o que ama” vamos falar sobre…</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Coisas que a gente não acha sobre fazer o que ama!</strong></p>
<p><img class=" size-medium wp-image-158 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM-300x2.png" alt="Screen-Shot-2014-02-07-at-4.32.46-PM" width="300" height="2" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que precisa de um cargo conceituado, em uma empresa grande, descolada e internacional.</strong></p>
<p>O “fazer o que ama” tem a ver com o valor que você dá para uma coisa; no quanto você vê sentido nela e fica satisfeito em fazer. E isso está há anos luz desses conceitos de “precisa ser dotô”, “precisa ser gerente”, “precisa morar no exterior”.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que você precisa de um computador caro e um escritório descolado.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Computadores são muito legais, principalmente no conceito da nossa geração “Y” (ai como é chato esse rótulo) , escritórios como o Google e o Facebook também; mas nada disso vai fazer sentido se você não gostar do que está fazendo. Por exemplo, alguém que gosta muito de ilustrações, vai ser muito mais feliz trabalhando em um computador qualquer e podendo criar a vontade, do que tendo um ~ de última geração ~ e utilizando só vetores para trabalhos fixos. Não é o “com o que” é o “o que” fazer que muda tudo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você precisa largar tudo, esquecer que existe dinheiro e se voluntariar em alguma coisa.</strong></p>
<p>Não, mas gente, claro que não! Todo mundo precisa conquistar a sua independência financeira, realizar pequenos “sonhos de consumo” e pagar as contas. Se você esquecer que existe dinheiro, pode até ficar feliz e realizado pelo alívio de estar no que gosta, mas aí você cria outro problema que não tinha antes, que é “ser sustentado” por alguém. Soltamos um <a href="http://blog.99jobs.com/transicao-bem-planejada/">artigo</a> no blog (para um público mais maduro no mercado, ok) onde um planejamento financeiro para “mudar definitivamente” de área leva em média três anos! Claro que você não precisa levar todo esse tempo; mas também não precisa jogar tudo para o alto. Ache o máximo de coisas que você gosta onde você está, use o $$ que você ganha para fazer cursos na área que quer, o seu tempo livre para estudar, praticar ou voluntariar-se em algum lugar durante um final de semana. Faça a “coisa que você gosta” ir tomando espaço na sua vida; em algum momento a transição vai ser mais estável e orgânica.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você fizer o que ama vai ser lindo, maravilhoso, só dias ensolarados e pássaros cantando.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Socorro! Nem a Poliana (aquela que conseguia ver coisas boas em tudo) ia conseguir viver o “faça o que você ama” sem um stress de vez em quando. Como qualquer coisa na vida (qualquer uma MESMO, relacionamentos, amizades, fases) vai ter lado ruim. Primeiro, porque não tem como fazer só o que você gosta o tempo todo; até o diretor mais importante da empresa mais legal, gasta um tempão do dia dele lidando com contratos (nada contra quem gosta de contratos), a questão é, existem coisas não tão legais que precisam ser feitas, mesmo em uma área que você adora. Segundo, que você é uma PESSOA, e lida com outras, direta ou indiretamente. Independentemente do que você faz, não acorda todos os dias do mesmo jeito. Vão ter quartas-feiras com chuva em que você simplesmente vai querer ficar embaixo das cobertas e não lidar com absolutamente nada relacionado ao seu trabalho, e isso é perfeitamente normal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando você encontrar o que ama, vai amar para sempre.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Sabe a sua primeira paixão eterna do colegial? Durou para sempre? Então. Sabe o curso de artes marciais que parecia incrível e que no final das contas você foi em duas aulas? Ou o curso que era o seu sonho de consumo e você largou de mão no primeiro semestre? Ou aquele projeto de blog que você alimentou por um ano e cansou? É mais ou menos isso. O seu “fazer o que ama” pode fazer muito sentido pra você no momento, mas depois não faz mais tanto. Bom, talvez você tenha casado com seu namoro de colegial, ou seja faixa preta ou esteja fazendo doutorado na mesmísssima área daquele curso, também pode ser assim!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Amor é para pessoas, não para trabalho”.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Gente, por favor, se tem uma coisa que merece ser banalizada (no melhor sentido possível) nesse mundo, é o amor. Amor é para pessoas sim, para trabalho também e para qualquer coisa que mereça, é pra vida sabe?</p>
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		<title>Como fazer com que o emprego que você não gosta fique mais agradável.</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/12/como-fazer-com-que-o-emprego-que-voce-nao-gosta-fique-mais-agradavel/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 18:34:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas. Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista americana mostra que mudanças na rotina de trabalho podem lhe trazer uma nova visão das coisas.</p>
<p>Mesmo as pessoas que são felizes no trabalho passam por períodos em que sentem ódio por seus empregos. Claro que, caso as coisas se tornem difíceis de se levar adiante, a opção é pedir demissão, mas esta é sempre uma decisão difícil — até porque, encontrar algo melhor no mercado de trabalho competitivo em que vivemos pode ser um grande desafio. Se você está vivendo uma situação parecida, mas não pretende desistir de seu emprego, confira dez atitudes que podem ajudá-lo a dar novo ânimo à carreira, segundo artigo de Nisa Chitakasem, co-autora do livro “How to get the job you want” (”Como conquistar o emprego que você deseja”, em tradução livre), publicado pela Forbes:<br />
<strong>Negocie mudanças em sua rotina de trabalho</strong> — Converse com seu chefe sobre alterar a sua carga de trabalho ou o tipo de trabalho que você faz atualmente. Se você está sobrecarregado e se sentindo oprimido, ou completamente sem novos desafios, o seu chefe vai entender que, nesta situação, você nunca vai ser tão produtivo como poderia ser. Só o fato de ser capaz de ter esta conversa já é um grande passo para moldar algo novo. Seu objetivo é chegar a uma solução que não só vai ser boa para você, mas também para seu chefe, sua equipe e sua empresa.</p>
<p><strong>Tente trabalhar com pessoas diferentes</strong> — Mesmo que você não tenha necessariamente uma relação ruim com seus colegas de trabalho, se envolver com pessoas diferentes pode ajudá-lo a mudar a visão que tem de seu trabalho e dos aspectos que você odeia. Em projetos futuros, peça para ser agrupado com pessoas com as quais não costuma trabalhar ou interagir dentro da empresa. Mais informalmente, você pode pedir opiniões dessas pessoas a várias ideias ou incluí-las em suas sessões de brainstorming. Outra possibilidade é saber se a sua organização mantém consultores externos que possam fazer parte de sua equipe em algum projeto. Misture-se, interaja com outras pessoas, até obter uma nova visão das coisas.</p>
<p><strong>Busque uma maior sinergia</strong> — Se você já sabe com quem gostaria de trabalhar e com quem funciona bem, busque mais oportunidades para colaborar com eles. Internamente, isso poderia significar pedir permissão para, num projeto futuro, trabalhar com alguém que sabe que tem uma boa química. Externamente, pode haver fornecedores individuais e clientes com quem você tem particularmente uma boa afinidade. Cultive essas relações, fortaleça esses laços e tenha um papel ativo em seu desenvolvimento dentro e fora da empresa.</p>
<p><strong>Tente uma transferência para uma equipe ou departamento diferente</strong> — Se não há nada que possa melhorar onde você está, pense em uma mudança de lado. Veja se o seu chefe está aberto à ideia de sua transferência para uma área de negócio diferente. Pense de forma inteligente sobre como você pode ser útil na realização deste projeto, ao invés de sentar e esperar para ser transferido de setor. Pesquise antes de submeter o seu pedido ao chefe: veja quais áreas da organização se encaixam com seus pontos fortes ou que novas equipes estejam surgindo e você tem interesse em se engajar. Busque oportunidades onde você possa ser valorizado.</p>
<p><strong>Encontre um confidente</strong> — Independentemente de saber se você vai ficar em sua equipe atual ou mudar, haverá momentos em que você só quer desabafar. Apesar de o seu chefe ser a pessoa certa para falar sobre uma série de questões, este não é o tipo de pessoa que estamos falando aqui. Um confidente pode ser um colega, um mentor ou um amigo próximo de outro departamento. Mas escolha com cuidado: ele deve ser alguém em quem você pode confiar e ter uma conversa particular, e que aquilo que foi conversado não vai parar na ‘rádio-corredor’.</p>
<p><strong>Aproveite ao máximo o seu tempo livre</strong> — Muitos de nós reclamamos do grande número de horas que passamos no trabalho e que não temos tempo de fazer mais nada. Para melhorar o humor e se sentir menos estressado com o trabalho, reserve um tempo para estar com as pessoas que você gosta, seja familiares ou amigos, certifique-se de que está dormindo o suficiente e planeje um tempo de qualidade para si mesmo. Programe atividades que revigoram e o deixem energizado. Encontrar um tempo para relaxar e descontrair vai ajudá-lo a se dedicar melhor e aproveitar o trabalho.</p>
<p><strong>Não negligencie sua dieta ou sua atividade física</strong> — Uma dieta pobre nos deixa mais lento e irritável, agravando todos os sentimentos negativos que possa ter com relação ao trabalho. Ao comer bem e fazer exercícios regularmente, aumentamos os nossos níveis de energia e estado de alerta e, consequentemente, melhoramos nosso humor. Você pode se surpreender com o quanto essas mudanças podem contribuir para uma atitude mais positiva com relação ao seu trabalho.</p>
<p><strong>Redefina seu horário de trabalho</strong> — Se você não está satisfeito por que seu horário de trabalho o impede de levar seus filhos na escola ou no médico, ou de acompanhar seus pais idosos em uma consulta médica, por exemplo, não se acomode. Converse com seu chefe sobre a possibilidade de mudar de horário. Se seus filhos estudam no período da manhã, você pode pedir para entrar e sair um pouco mais tarde. Um número crescente de empresas são passíveis a horários de trabalho flexíveis.</p>
<p><strong>Adapte o seu entorno</strong> — Se ficamos menos oito horas por dia, cinco dias por semana, olhando para as mesmas quatro paredes vazias e a mesma mesa, não é de se admirar que nos sentimos numa prisão e que nosso trabalho seja considerado uma sentença de prisão perpétua. Personalize o seu espaço de trabalho com fotos de amigos e familiares, alguns enfeites ou um vaso de flores — mas nada de exageros. Lembre-se que você está num ambiente corporativo e não em casa. Se a cadeira é desconfortável ou a altura errada, traga uma almofada ou procure saber como ajustar o assento adequado ao seu tamanho.</p>
<p><strong>Seja mais organizado</strong> — Poucas coisas são mais desmoralizantes no trabalho do que uma caixa de entrada na tela do computador cheia de e-mails não lidos e não ordenados, ou uma mesa abarrotada de papéis que você nem sequer olhou. Separe um tempo para classificar seus e-mails e cópias em pastas diferentes para que você tenha uma ideia mais clara de onde as coisas estão. Além disso, busque aplicativos em seu tablet ou smartphone para ver qual deles pode ajudá-lo a ser mais organizado daqui para frente.</p>
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<p><em>Fonte: http://oglobo.globo.com</em></p>
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