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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; qualificação</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Por que investir em treinamentos?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 19:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje em dia, muito se tem ouvido falar em Educação Corporativa também conhecida como T&amp;D (Treinamento e Desenvolvimento), que vem ganhando grande importância como sendo um recurso para a obtenção de vantagens competitivas entre as empresas do século XXI.</strong></p>
<p>A palavra Educação vem do latim “educare”, que significa “educar, instruir” e Corporação ou Corporativo, o qual podemos dizer que é um grupo de pessoas que agem como se fossem um só corpo, uma só pessoa, buscando um mesmo resultado.</p>
<p>A Educação Corporativa consiste em um projeto de formação que é desenvolvido pelas empresas, o qual tem o objetivo de institucionalizar uma cultura de aprendizagem contínua.</p>
<p>Segundo Luiz Ernesto Migliora, diretor executivo de cursos corporativos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a explicação para este assunto ser tão repercussivo “está no fato de que existe uma enorme necessidade de capacitação das pessoas, que não são adequadamente qualificadas desde a educação básica e chegam ao mercado de trabalho despreparadas”. Desta forma, as organizações chamam para si essa responsabilidade.</p>
<p>Outro ponto para o expressivo aumento da importância deste assunto é o surgimento de novas tecnologias com uma velocidade extraordinária o que exige do trabalhador, tanto do setor administrativo como produtivo, uma postura de aprendizado continuo.</p>
<p>“As empresas [&#8230;] ao invés de esperarem que as escolas tornem seus currículos mais relevantes para a realidade empresarial, resolveram percorrer o caminho inverso e trouxeram a escola para dentro da empresa” (Meister, 1999, pag. 23).</p>
<p>Com isso, as estratégias pedagógicas podem ocorrer por meio da educação presencial, à distância ou semipresencial. Na modalidade presencial, sua empresa pode tanto oferecer os treinamentos “abertos”, fora da empresa onde eles terão acesso a situações diversas, troca de experiências com outros alunos, etc, como também treinamentos “In Company”, onde a empresa contratada irá fazer um trabalho de acordo com a necessidade e realidade de sua empresa.</p>
<p>Já a modalidade à distância proporciona um aprendizado através de um ambiente virtual, o que proporciona maior flexibilidade do treinamento, uma vez que o aluno tem mais liberdade para escolher o local e a hora para aprender, além da redução de custos, como deslocamento, hospedagem, alimentação, entre outras.</p>
<p>Na semipresencial, é a união em um programa, por exemplo, da modalidade presencial com a modalidade à distância.</p>
<p>Mas a Educação Corporativa não deve focar somente no “oferecer” os recursos para o aprendizado de seu colaborador, pois “muitas pessoas abandonam os treinamentos ou não veem sentido em participar deles porque não sabem ao certo o que será ensinado e se o conteúdo será mais relevante do que continuar suas atividades de rotina”, argumenta José Claudio Securato, presidente da Saint Paul.</p>
<p>Segundo Securato, o caminho para a mudança é desenvolver um relacionamento mais estreito antes mesmo do treinamento propriamente dito. Começando a contar para este profissional o que ele vai aprender, mostrar alguns materiais para que ele possa se “familiarizar” com o assunto e para que todos cheguem à sala com o mesmo conhecimento. Assim você evita um “desnível” de conhecimentos na turma e mantém o foco, não se preocupando em resolver ou explicar sobre determinados pontos, às vezes, básicos por falta de conhecimento de alguns participantes, além de ninguém se sentir inferior perante os demais, rompendo barreiras e preconceitos.</p>
<p>Alfredo Castro, sócio-diretor da MOT – Treinamentos e Desenvolvimento Gerencial, a partir de algumas perspectivas de 2014, aposta que as temáticas ligadas à liderança, atendimento ao cliente e vendas tendem a ser o foco dos investimentos das empresas em educação corporativa no ano de 2015. Isso porque os líderes e os profissionais que têm relacionamentos com os clientes são os que mais podem contribuir para melhorar resultados.</p>
<p>Secutato, diz que “O Brasil passa por um processo de profissionalização e alta empregabilidade. As pessoas mais qualificadas estão empregadas. Trazer essas pessoas para a empresa custa mais caro do que preparar o público interno”. De acordo com ele o melhor a se fazer é desenvolver as pessoas que estão dentro de sua empresa. “Além de sair mais barato, é um instrumento de retenção e melhora o ambiente de trabalho. Faz o colaborador se sentir prestigiado e o estimula a ser mais produtivo”, complementa.</p>
<p>Agora, você já sabe os benefícios que a Educação Corporativa pode trazer para sua organização, não tenha medo e invista no desenvolvimento de quem está com você 8 horas por dia, por pelo menos cinco dias da semana!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Priscila Sulzbach.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.grokkeronline.com/</em></p>
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		<title>Mídias sociais: o que o mercado quer</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2014 13:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Sonha em trabalhar na área? Saiba o que os especialistas estão dizendo Muita gente sonha em trabalhar com mídias sociais, mas nem todo mundo sabe, na prática, quem é o profissional que esse mercado procura. Para entender essa demanda, ouvimos&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sonha em trabalhar na área? Saiba o que os especialistas estão dizendo</strong><br />
Muita gente sonha em trabalhar com mídias sociais, mas nem todo mundo sabe, na prática, quem é o profissional que esse mercado procura. Para entender essa demanda, ouvimos Gabriel Borges, sócio da Ampfy, agência especializada no assunto, e Renata Renault, community manager da VAGAS.com. Confira o que eles dizem:</p>
<p>Em uma agência especializada em redes sociais, como a Ampfy, existem diversas funções. As principais são elaboração de estratégia de presença da marca na redes sociais, idealização de conteúdo, redação de conteúdo, direção de arte de conteúdo, interação com o consumidor e monitoramento e análise de performance das iniciativas.</p>
<p>Profissionais que trabalham nessa área normalmente são formados em jornalismo, relações públicas, marketing ou publicidade. “O trabalho normalmente é dividido entre conteúdo e planejamento”, diz Renata. “Quem trabalha com conteúdo normalmente é o jornalista, quem cuida do planejamento pode vir de publicidade ou marketing, por exemplo.”</p>
<p>Embora o trabalho possa ser “dividido” entre conteúdo e planejamento, o mercado busca profissionais completos – bom texto com pensamento estratégico. Para completar, são desejáveis conhecimentos de edição de imagem e mensuração de resultados.</p>
<p>Quando um profissional se candidata a uma vaga desse tipo, é comum que a empresa cheque mais atentamente o seu perfil nas redes. “Observamos a fluência da pessoa com os meios e a capacidade de articulação nos seus posts”, diz Borges.</p>
<p>Ou seja, um pré-requisito para essa função é ser heavy user de todas as redes que estão na moda e também das que estão surgindo agora e ninguém sabe dizer ainda se vão pegar ou não.</p>
<p>Conhecimento de inglês também é um grande diferencial, já que a maioria das novidades vem de fora e o profissional precisa estar antenado para descobrir as tendências antes dos concorrentes.</p>
<p>Outro requisito é ser organizado e bem planejado. “Não é uma área em que você acorda e pensa ‘hoje vou fazer isso’”, alerta Renata (foto ao lado). “É preciso criar rotinas de postagens, campanhas com processos, métodos e objetivos e, claro, acompanhar e mensurar todos os resultados”, explica.</p>
<p>O profissional de mídias sociais também deve estar apto a lidar com crises. “Ele está na linha de frente, lidando com o público, disposto a ouvir a todos para assim poder se posicionar da melhor maneira possível”, diz Renata.</p>
<p>Outro diferencial interessante é o conhecimento em sociologia e antropologia. “Como ele lida com o público, quanto mais ele entender o comportamento das pessoas, mais efetivo será o seu trabalho”, afirma a community manager.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernanda Botoni</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Idiomas: The book is on the table, ops, no seu telefone</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2014 13:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Domínio de idiomas abre as portas para as melhores oportunidades Não é preciso dizer para os candidatos a grandes empregos que o domínio de um idioma estrangeiro é um diferencial que abre as portas para as melhores oportunidades. Além das&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Domínio de idiomas abre as portas para as melhores oportunidades</strong></p>
<p>Não é preciso dizer para os candidatos a grandes empregos que o domínio de um idioma estrangeiro é um diferencial que abre as portas para as melhores oportunidades. Além das escolas tradicionais de ensino de línguas, intercâmbios no exterior e cursos online pela web, os aplicativos de smartphones e tablets se tornaram grandes auxiliares tanto para quem deseja iniciar como também aperfeiçoar-se. Vejam nossas impressões sobre o funcionamento de três aplicativos populares do sistema iOS (iPhones e iPads):</p>
<p><strong>Duolingo, da Game Center</strong><br />
Considerado um dos aplicativos gratuitos de maior sucesso do mundo pelos especialistas. E não é exagero. O Duolingo não é só uma maneira divertida de aprender inglês e espanhol mas é muito viciante porque o ensino segue a metodologia de um jogo, onde se acumulam pontos para avançar em novos estágios. Mesmo quem já tem um bom conhecimento de inglês vai se sentir desafiado com as lições diárias, que têm perguntas rápidas, testes com imagens e pronúncia com áudio.</p>
<p>Não há uma correção direta ao aluno, mas quando a pronúncia de uma frase está incorreta, o programa não compreende e pede repetição. A única paciência é ter de digitar as frases no pequeno teclado touch do iPhone – certamente é mais prático na tela maior do iPad. Mas é muito eficiente tanto no método de ouvir e escrever como nos jogos de palavras embaralhadas para a construção de frases corretas. Após instalar o app, há um cadastro bem simples. No seu e-mail pessoal, você recebe lições de incentivo no dia em que não praticou.</p>
<p>duolingo 1O app foi testado em modo avião (sem Wi-Fi) e continuou funcionando sem problemas, o que pode lhe garantir horas de prática até nas viagens. No entanto, o aplicativo não permite trocar de curso de inglês para espanhol sem um acesso de rede. No teste, foi detectado alguns bugs, como um artigo incorreto para completar uma palavra feminina em espanhol, um sinônimo não aceito (todavia para however) e uma falta de sequência de uma tela de resposta. Mas nada que compromete a eficiência do programa. Segundo a empresa, quando se chega num determinado nível, o usuário pode traduzir textos para a comunidade Duolingo e compartilhar o que aprendeu.</p>
<p><strong>EF My Words</strong><br />
Essa aplicativo gratuito é da escola de inglês online EnglishTown. O foco maior do app são os exercícios de vocabulário, com uma metodologia que fornece exercícios rápidos em cinco passos: apresentação, compreensão oral, revisão, visualização e pronúncia. Mas não é muito dinâmico e motivador – pelo menos nos três níveis iniciantes, composto por oito unidades cada. Você vê a palavra em inglês, ouve a pronúncia do áudio e, se sabe a tradução, vira o cartão para conferir. Caso queira, pode acessar um dicionário que descreve a coisa em inglês.</p>
<p>A segunda parte é para ouvir a palavra no áudio e ligar com a palavra certa. A terceira etapa consiste em traduzir a palavra do português para o inglês. Na última etapa da lição, o usuário escuta a palavra, grava sua pronúncia e compara as duas, mas não há qualquer recurso que a avalie o desempenho. Além de ser um método bem lento para avançar nas lições – uma palavra por vez, como já diz o nome – o EF My Words só libera gratuitamente os três níveis de iniciante e depois passa a cobrar US$ 0,99 por unidade de cada nível de aprendizado (oito por etapa). Ou seja, a brincadeira vai ficando cara a cada avanço.</p>
<p><strong>Voxy</strong><br />
Esse aplicativo, desenvolvido pela empresa do mesmo nome, oferece uma proposta bem interessante para se aprender inglês, já que oferece aulas personalizadas de acordo com o nível de inglês e objetivos &#8211; viagem, trabalho ou testes de TOEFL. Lembra um pouco o método da antiga revista Speak Up, só que com mais ferramentas tecnológicas – oferecendo lições por meio de notícias, músicas e conversações para o usuário ler e ouvir a pronúncia das palavras. Você acompanha um artigo de jornal no assunto que quer ter o domínio – tecnologia, por exemplo. Depois, ele faz perguntas e dá alternativas para ver seu nível de entendimento do texto.</p>
<p>A última versão do app permite ainda utilizar a playlist das músicas do iTunes do usuário para treinar o vocabulário – isto é, se você tiver músicas da App Store armazenadas ou terá de comprá-las para uso na prática. O método é muito bom, aumenta rapidamente seu vocabulário, mas oferece apenas três lições gratuitas – o suficiente para aguçar a vontade do usuário. Depois, exige um investimento: US$ 29,99 por mês ou US$ 359,88 por ano. Nesse caso, é praticamente uma escola online, com tutores particulares 24 horas por dias e conversa online em grupo com outros alunos.</p>
<p>Portanto, é bom comparar preços com outras escolas para ver se compensa esse custo. Do contrário, se a opção é não gastar, o Duolingo se mostrou o melhor dos três apps testados – um verdadeiro professor mobile.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Fernando Porto</em><br />
<em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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