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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; perfil profissional</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Perfis versus Salários</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2014 19:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[perfil profissional]]></category>
		<category><![CDATA[remuneração]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>As características que compõe a personalidade dos indivíduos não servem apenas para nortear preferências, comportamentos ou profissões a seguir. É possível definir também o potencial de uma pessoa para a ascensão profissional e até mesmo o salário que pode receber.&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As características que compõe a personalidade dos indivíduos não servem apenas para nortear preferências, comportamentos ou profissões a seguir. É possível definir também o potencial de uma pessoa para a ascensão profissional e até mesmo o salário que pode receber.</p>
<p>O Ph.D em psicologia pela Universidade de Harvard, William Moulton Marston, definiu entre os anos 20 e 30 que todo ser humano é constituído por quatro fatores comportamentais: Dominância (indivíduos diretos e assertivos), Influência (indivíduos comunicativos e extrovertidos), Estabilidade (indivíduos organizados e estruturados) e Conformidade (indivíduos analistas e metódicos). A partir desta definição, a ETALENT desenvolveu a pesquisa “Talento Brasileiro”, que mapeou as características comportamentais dos brasileiros. Dentre os perfis analisados no país, os que aparecem com maior ascensão profissional e maiores salários são os dominantes.</p>
<p>Estas pessoas com perfil direto e agressivo são maioria nos níveis de alta gestão e ocupam mais frequentemente os cargos de diretoria e gerência. Grande parte dos Dominantes apresenta salários acima de 12,4 mil reais por mês. Por outro lado, com o fator Estabilidade acontece exatamente o oposto. As pessoas com este perfil encontram-se com maior frequência nos níveis mais baixos da hierarquia organizacional, ocupando cargos técnicos e de níveis auxiliar e operacional.</p>
<p>Enquanto as pessoas com alta Dominância gostam de poder, de coisas materiais e se arriscam muito mais, as pessoas com alta Estabilidade tendem a valorizar mais a família, a segurança, os relacionamentos e dificilmente se arriscam. Por este motivo, determinados indivíduos, por mais qualificados que sejam, não conseguem se adaptar a determinados cargos ou funções, mesmo que o salário seja alto.</p>
<p>O desconhecimento dos aspectos comportamentais por parte das organizações e também pelas pessoas cria uma situação muito comum, na maioria das empresas, na qual aqueles que possuem um bom histórico de respostas técnicas são chamados para ocupar posições de gestão para as quais não estão preparados e não possuem o perfil comportamental indicado. Nove em cada dez empresas conhecem o ditado: Perdemos um excelente técnico e ganhamos um péssimo gestor.</p>
<p>Dependendo da função a ser ocupada, a desmotivação e a não compatibilidade ao perfil profissional do indivíduo podem influenciar negativamente no faturamento da empresa. Por este motivo, é fundamental que os setores de recursos humanos estejam atentos às características comportamentais dos candidatos e não somente às competências técnicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Jorge Matos, presidente da ETALENT</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>Não dá pra forçar a barra em marketing pessoal</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Oct 2013 17:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O marketing pessoal pode ser útil, se benfeito, para divulgar realizações profissionais e ficar bem com o chefe — mas o uso exagerado e incorreto prejudica a carreira. Quando chegava à metade de seu primeiro mandato, no fim de 2010,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O marketing pessoal pode ser útil, se benfeito, para divulgar realizações profissionais e ficar bem com o chefe — mas o uso exagerado e incorreto prejudica a carreira.</strong></p>
<p>Quando chegava à metade de seu primeiro mandato, no fim de 2010, o presidente americano Barack Obama confessou ao jornal americano The New York Times que um pecado de seu governo era achar que bastava fazer a coisa certa para haver reconhecimento por isso.<br />
“Você não pode negligenciar o marketing e as relações públicas nesse cargo”, disse Obama, que no dia 6 de novembro disputou a reeleição (até o fechamento desta edição, a eleição não tinha sido definida).</p>
<p>Se até o presidente dos Estados Unidos trabalha sua marca, é sinal de que falar sobre as realizações é mesmo quase tão importante quanto fazer bem o trabalho. O grande problema do marketing pessoal feito pelo profissional comum (sem ajuda dos melhores assessores da Casa Branca) é o risco de errar na mão.</p>
<p>Nos corredores das empresas é fácil encontrar quem exagere nas qualidades ao falar de si mesmo na hora errada ou para a pessoa errada. Existem maneiras adequadas e eficientes de falar de suas qualidades e realizações. “Marketing pessoal trata mais de demonstrar habilidades do que de apontá-las”, diz a americana Dorie Clark, que escreve sobre o assunto para publicações como Forbes e Harvard Business Review.</p>
<p>Dorie está concluindo o livro Reinventing You: Define Your Brand, Imagine Your Future (Em uma tradução livre, “Reinventando-se: defina sua marca, imagine seu futuro”), que deve chegar às livrarias americanas ano que vem.</p>
<p>O ponto de partida para um marketing pessoal decente é fazer duas perguntas: 1) Quais são seus pontos fortes?; e 2) Como você é visto por seus colegas de trabalho? No livro que está preparando, Dorie lista os cinco passos para repensar sua marca pessoal — e o interessante é que ela transforma a elaboração de uma estratégia de marca pessoal em um exercício de reflexão sobre a carreira.</p>
<p>Depois de entender como você é visto profissionalmente, é possível seguir as próximas etapas: 3) Como você gostaria de ser visto?; 4) Ressalte seus diferenciais, fazendo uma nova apresentação de si; e, por fim, 5) Prove quais são suas qualidades. “Parte do sucesso da carreira está em fazer bem o trabalho, e parte do trabalho benfeito é mostrar aos outros seu valor”, diz Dorie.</p>
<p>Essa abordagem tem a vantagem de eliminar o discurso vazio, um dos maiores equívocos que as pessoas cometem quando anunciam suas qualidades. “Não temos credibilidade para falar de nós mesmos”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo. Melhor, nesse caso, comprovar as ações com fatos e informações.</p>
<p>Outro erro é escolher o momento errado para falar de si. “O profissional não pode querer se vender o tempo todo”, diz Anderson Hernandes, especialista em marketing profissional, de São Paulo.</p>
<p>O certo é concentrar-se nas horas em que o assunto é o seu trabalho. A irmã dessa gafe é destinar sua propaganda para a pessoa errada. “É preciso fazer uma leitura das pessoas que precisam de seu conhecimento”, diz Claudia Monari, da Career Center, consultoria de carreira, de São Paulo.<br />
Renato Panessa, de 30 anos, diretor de alianças da Globalweb, empresa de serviços de TI, de São Paulo, já cometeu erros tentando se aproximar de clientes, como enviar garrafa de vinho a pessoas que não bebem álcool ou ir de terno e gravata em uma reunião à beira-mar. Depois de muito errar, passou a ser mais cuidadoso. “Quando entendo e identifico as preferências das pessoas, a conversa flui e fica mais agradável”, diz Renato.</p>
<p>Estar atento ao que possa interessar a seu ouvinte e adequar o discurso é fundamental. A tarefa é encontrar naquilo que você faz alguma coisa que possa ajudar seu interlocutor. “Busque pontos em comum e a partir daí comece a construir sua história”, diz Alexandre Conti, de 27 anos, coordenador de projetos da Alta Geotecnia Ambiental, do Rio de Janeiro, que gosta de aproveitar eventos para se apresentar a novas pessoas.</p>
<p>Acima de tudo, é preciso ter um bom trabalho para mostrar e uma história para contar — não existe marketing que sustente uma carreira vazia. Uma frase, que costuma ser atribuída ao publicitário Nizan Guanaes, dono do Grupo ABC, diz que conteúdo sem marketing é burrice e marketing sem conteúdo é picaretagem. Adote-a como regra na próxima vez que for falar de você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Você S/A</em></p>
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		<title>3 passos para a contratação!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/3-passos-para-a-contratacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 20:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista online]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Por mais contraditório que pareça, o segredo para uma seleção mais rápida está em percorrer cuidadosamente cada etapa do processo. O início do ano é um momento em que muitas empresas estão concentradas em selecionar e recrutar novas pessoas, ao&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por mais contraditório que pareça, o segredo para uma seleção mais rápida está em percorrer cuidadosamente cada etapa do processo.</strong><br />
O início do ano é um momento em que muitas empresas estão concentradas em selecionar e recrutar novas pessoas, ao mesmo tempo em que precisam entregar os primeiros resultados das metas estabelecidas no planejamento. Isso pode culminar em um processo malsucedido, que invariavelmente resulta em contratações equivocadas, demissões precoces e perda de tempo.</p>
<p>Pensando nisso, conversamos com Paulo Mendes, sócio-fundador da 2GET, empresa especializada em recrutamento de executivos, diretores e outras posições de liderança, sobre as etapas fundamentais de seleção e contratação, a fim de assegurar um processo mais eficiente em qualquer empresa, para qualquer vaga.</p>
<p><strong>Estruturando um processo</strong></p>
<p>Antes de qualquer coisa, passe um pente fino na vaga que está aberta. “É necessário definir o que você precisa. Nenhum processo de recrutamento é bem feito sem essa definição clara: qual é o perfil, as competências e as necessidades da empresa”, explica o empreendedor.</p>
<p>Depois, Paulo recomenda partir para um trabalho de definição dos setores a serem mapeados, perfis profissionais que tenham aderência ao que você busca. Feito isso, a etapa seguinte é geralmente a entrevista, com alerta para os filtros que devem ser feitos pelos analisadores.</p>
<p>“Esse filtro deve selecionar os finalistas – não mais que três – que realmente devem ser entrevistados e validados por todas as áreas que manterão relacionamento com eles no futuro. Uma vez aprovado o candidato ideal, é necessária uma checagem de referências completas do profissional, além de uma avaliação comportamental e psicológica, para minimizar erros possíveis.”</p>
<p><strong>Não pule nenhuma etapa</strong></p>
<p>Por mais que a sua empresa esteja com pressa para preencher determinada vaga, Paulo garante que atravessar etapas não é nem um pouco recomendável. “O segredo é contratar lentamente e, caso necessário, demitir rápido quem não consegue performar ou não se identifica com a cultura da empresa”, diz. “O processo pode ser rápido e bem sucedido, desde que não pule etapas.”</p>
<p><strong>Cultura é o que importa</strong></p>
<p>O principal aspecto a ser considerado no recrutamento não é o currículo, as competências ou experiências profissionais. Para o empreendedor da 2GET, a cultura e o perfil do candidato valem mais do que qualquer outra coisa.</p>
<p>“Não adianta ter pessoas muito boas tecnicamente se elas não respiram a cultura da empresa, não têm o seu DNA”, garante o especialista. Outro fator importante é alinhar as competências entre os analisadores, visto que não adianta contratar alguém com um ótimo currículo, mas que não tenha uma vaga e uma função bem definidas.</p>
<p>“Defina muito bem as competências técnicas e comportamentais exigidas antes de buscar o profissional. Já vimos empresas onde, ao perguntarmos para três diretores, em momentos separados, o que buscam em um profissional, recebemos respostas completamente diferentes. <strong>Ou seja: se as próprias lideranças não sabem o que buscar, o trabalho de contratação fica muito mais complicado”, finaliza.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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		<title>As consequências da mentira no currículo</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/03/as-consequencias-da-mentira-no-curriculo/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 13:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[candidato]]></category>
		<category><![CDATA[currículo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Na ânsia de corresponder ao perfil exigido para preencher uma vaga, alguns candidatos acrescentam, omitem ou exageram sobre suas habilidades técnicas e comportamentais. Essas inverdades costumam ser desmascaradas pelos recrutadores, mas causam má impressão e geralmente resultam na desclassificação do&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na ânsia de corresponder ao perfil exigido para preencher uma vaga, alguns candidatos acrescentam, omitem ou exageram sobre suas habilidades técnicas e comportamentais. Essas inverdades costumam ser desmascaradas pelos recrutadores, mas causam má impressão e geralmente resultam na desclassificação do processo seletivo. Fora o fato de perder a oportunidade de trabalho ou de promoção, o profissional que tenta enganar o selecionador pode sofrer um desgaste na sua imagem frente ao mercado de trabalho, adverte Henrique Maia Veloso, administrador de empresas com ênfase em recursos humanos e autor do livro Estresse Ocupacional.</p>
<p>— Uma atitude como essa pode significar a perda de oportunidades e fechar mais de uma porta. As empresas se comunicam entre si para checar informações e até encaminhar pessoal — adverte Veloso.</p>
<p>O que diz a lei: A mentira no currículo pode ter duas implicações legais, explica o juiz Eduardo Duarte Elyseu, da 1ª Vara do Trabalho de Porto Alegre. No âmbito da relação trabalhista, caracteriza a hipótese da dispensa por justa causa — quando se comprova o ato de má-fé contra o patrimônio do empregador, de fraude com o intuito de obter um proveito próprio.</p>
<p>— É uma falta grave, que quebra a confiança necessária para a manutenção do vínculo de emprego. Além disso, o profissional que mentiu prejudica também os outros candidatos que disputavam essa vaga, no caso em que a inverdade atestada ser requisito para o exercício da função — explica o juiz.</p>
<p>Principais mentiras</p>
<p>Formação acadêmica — Incluir cursos que não foram concluídos ou sequer realizados. Há casos até de diplomas falsos, por isso algumas empresas exigem os certificados.</p>
<p>Idioma estrangeiro — Quando o candidato tem conhecimento básico e diz ser avançado, por exemplo. É uma das mais comuns e mais fáceis de serem desmascaradas. Muitas empresas fazem perguntas no idioma em que o candidato alega ter fluência.</p>
<p>Experiência — O candidato diz ter atuado em uma área que não conhece.</p>
<p>Acréscimo de atribuições no cargo anterior — Dizer que fez parte de projetos nos quais não se envolveu e incluir funções que jamais foram desempenhadas. Há também candidatos que dizem ter desenvolvido sozinhos um projeto que, na verdade, foi realizado em grupo.</p>
<p>Supervalorização de cargos e funções — Para demonstrar experiência ou pleitear salário mais alto, o candidato troca o &#8220;estagiário&#8221; por &#8220;assistente&#8221; no currículo, por exemplo.</p>
<p>Salário anterior — Alguns alegam que o salário anterior era mais alto — para tentar aumentar a renda — e outros dizem ter sido mais baixo — por medo de o futuro empregador não cobrir a oferta.</p>
<p>Maior tempo de permanência na antiga empresa — Por receio de causar a impressão de ser o tipo de profissional que não para nas empresas, o candidato mente que permaneceu por mais tempo.</p>
<p>Curso de informática — Dizer que domina determinadas ferramentas quando detém apenas conhecimento básico.</p>
<p>Garantia de mobilidade e flexibilidade — Dizer que tem disponibilidade para viajar ou mudar de cidade, por exemplo.</p>
<p>Endereço — Alguns candidatos avaliam que a proximidade com a empresa facilitará a contratação, ou sentem vergonha de morar em bairros mais humildes.</p>
<p>Estado civil — Para determinados cargos que exigem maior mobilidade, o profissional solteiro pode ter preferência. Em outros casos, os casados podem ter preferência por, teoricamente, terem tendência de assumir um compromisso maior com o trabalho.</p>
<p>Idade — Determinadas funções pressupõem que profissionais mais velhos ou mais jovens sejam mais adequados ao cargo.</p>
<p>Motivo de desligamento — Por medo de causar má impressão, alguns profissionais escondem que foram demitidos do emprego anterior.</p>
<p>Datas de entrada e saída de empregos — Para não parecer que estão há muito tempo desempregado, alguns candidatos esticam o tempo de permanência no trabalho anterior.</p>
<p>Trabalho voluntário — Sabendo que as empresas valorizam o voluntariado, há quem invente ter se envolvido em projetos sociais.</p>
<p>Experiência no Exterior — Com o mercado de trabalho cada vez mais globalizado, alguns candidatos dizem ter feito um intercâmbio ou trabalhado em empresas fora do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fontes: Leandro Vieira, diretor-executivo da Administradores.com, Henrique Maia Veloso, administrador de empresas com ênfase em Recursos Humanos, Cesar Rego, gerente regional sul da Hays Recruiting Experts Worldwide e Eduardo Duarte Elyseu, juiz da 1ª Vara do Trabalho de Porto Alegre.</em></p>
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