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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; objetivos</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Aug 2016 14:12:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>8 atitudes úteis para alcançar objetivos e evitar a procrastinação</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/01/8-atitudes-uteis-para-alcancar-objetivos-e-evitar-a-procrastinacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2015 19:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ânimo]]></category>
		<category><![CDATA[atitudes]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>1. Ter em mente que as tarefas não se esgotam em si Ainda que sejam difíceis, oferecem a oportunidade do aprendizado. 2. Erre, mas erre diferente Permita-se examinar suas ações para detectar encontrar o que pode ser feito de forma&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Ter em mente que as tarefas não se esgotam em si</strong></p>
<p>Ainda que sejam difíceis, oferecem a oportunidade do aprendizado.</p>
<p><strong>2. Erre, mas erre diferente</strong></p>
<p>Permita-se examinar suas ações para detectar encontrar o que pode ser feito de forma diferente.</p>
<p><strong>3. Entenda a persistência como uma escolha</strong></p>
<p>Pessoas que acreditam dominar as adversidades e ter alguma possibilidade de escolha, por mais difícil que seja a situação, são mais propensas a insistir na realização de seus objetivos. Entenda persistência como uma escolha, não como um traço de personalidade com o qual só alguns sortudos são agraciados.</p>
<p><strong>4. Não se torture</strong></p>
<p>Assumir responsabilidade é importante, mas culpar a si mesmo e se sentir com pouco valor pode impedir a descoberta do que mudar da próxima vez.</p>
<p><strong>5. Retrocessos são inevitáveis</strong></p>
<p>Eles podem ser frustrantes, mas fazem parte de qualquer processo, e não significam a comprovação da inabilidade.</p>
<p><strong>6. Refaça seu compromisso</strong></p>
<p>Ainda que já tenha tentado e não tenha conseguido chegar a um objetivo, encare a chance de tentar mais uma vez como algo positivo.</p>
<p><strong>7. Você não precisa dar conta de tudo sozinho</strong></p>
<p>Procure ajuda de um profissional experiente (um treinador, se a ideia for correr, por exemplo) ou mesmo de um psicanalista ou psicólogo.</p>
<p><strong>8. Use a frustração a seu favor</strong></p>
<p>Encare essa sensação como um sinal saudável de preocupação em alcançar os objetivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Revista Mente e Cérebro</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.uol.com.br/</em></p>
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		<title>3 dicas essenciais para você se preparar para uma entrevista</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/3-dicas-essenciais-para-voce-se-preparar-para-uma-entrevista/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 18:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Você mandou seu currículo, foi chamado para a entrevista e finalmente chegou a hora de falar sobre quem é você e contar a sua experiência. Para fazer bonito, confira algumas dicas importantes que separamos: 1 – As vagas têm perfil&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você mandou seu currículo, foi chamado para a entrevista e finalmente chegou a hora de falar sobre quem é você e contar a sua experiência. Para fazer bonito, confira algumas dicas importantes que separamos:</p>
<p><strong>1 – As vagas têm perfil comportamental</strong></p>
<p>Cada vaga exige um tipo de comportamento diferente. O fato de você ser muito extrovertido ou mais contido, por exemplo, vai contar a favor ou contra dependendo da natureza do profissional que estão procurando. Querer se comportar de forma diferente da sua essência, buscando “agradar” o recrutador, soará falso e pode fazer você perder a oportunidade de mostrar quem você é.</p>
<p><strong>2 – Reflita sobre você mesmo</strong></p>
<p>Para dizer quem você é, é preciso saber quem você é. O autoconhecimento vem sendo cada vez mais valorizado pelas empresas e, inclusive, muitas investem em programas que promovem o autoconhecimento da equipe. Faça uma boa reflexão para saber responder e justificar perguntas do tipo “qual é o seu defeito?”, “qual é a sua qualidade?”, “como pode contribuir?”, “o que lhe motiva?”.</p>
<p><strong>3 – Nada de mentirinhas</strong></p>
<p>Algumas pessoas acabam projetando na entrevista experiências e características que não são exatamente as suas, buscando impressionar o recrutador. Saiba que mais cedo ou mais tarde isso será testado e você entrará na maior saia justa. Procure sempre ser contratado pelo que você é. Se aquela vaga não for para o seu perfil, não desista, continue focado no seu objetivo.</p>
<p>Além das dicas anteriores, fique atento a alguns cuidados básicos, como não se atrasar, utilizar roupas adequadas, não utilizar gírias e preocupar-se com a aparência e higiene pessoal.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Etalent</em><br />
<em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>Como saber o que procurar em um candidato?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/09/como-saber-o-que-procurar-em-um-candidato/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 18:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[condição de mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Como um diálogo de Alice no pais das maravilhas pode ajudar o empreendedor a procurar pessoas novas para sua empresa. &#8211; Poderia me dizer, por favor, que caminho devo seguir para ir embora daqui? – perguntou a menina ao gato&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como um diálogo de Alice no pais das maravilhas pode ajudar o empreendedor a procurar pessoas novas para sua empresa.</strong><br />
<em>&#8211; Poderia me dizer, por favor, que caminho devo seguir para ir embora daqui?</em> – perguntou a menina ao gato de Cheschire no clássico Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.</p>
<p>&#8211; <em>Isso depende muito de para onde queres ir</em> – respondeu o gato.</p>
<p>&#8211; <em>Para mim, acho que tanto faz&#8230;</em> – disse Alice.</p>
<p>&#8211; <em>Nesse caso, pouco importa o caminho que irá seguir</em> – replicou o gato.</p>
<p>Esse diálogo, que serve de estudo em muitos cursos de administração, ilustra uma questão que afeta diariamente processos de contratação nas organizações: a falta de um objetivo claro.</p>
<p>Muitos gestores ainda tratam a definição do “job description” como uma função operacional de recursos humanos. Listam rapidamente as características e habilidades do profissional a ser buscado e logo partem para tocar uma tarefa mais urgente. Isso quando não delegam a tarefa.</p>
<p>Esse ato de definir o “perfil ideal” para o candidato a uma vaga, porém, é muito mais profundo e complexo do que se imagina. Afinal, fazendo um paralelo com a brilhante conversa entre os personagens de Carroll, você só encontrará o profissional certo se souber exatamente o que procura. O custo de se fazer uma contratação errada é enorme para os cofres da organização – além de representar um grande tempo desperdiçado. O desenho da função não pode ser terceirizável &#8211; o exercício de escrever dá ao gestor insights importantes para quando for efetivamente liderar esse profissional.</p>
<p>A especificação de posição precisa ser um guia que dirige o gestor, e esse guia tem de ajuda-lo a ter clareza das competências que serão necessárias para esse indivíduo atingir os objetivos esperados. O movimento tem que ser ensaiado com muito cuidado. Primeiramente, é fundamental conhecer a fundo a cultura e a estrutura da organização. Depois, eu diria que o gestor precisa definir duas coisas antes de iniciar a procura por candidatos:</p>
<p><strong>1. Qual é o mandato?</strong></p>
<p>O mandato é a frase que resume a principal razão dessa contratação e qual o principal resultado esperado do executivo: é fazer a abertura de capital da companhia? É colocar ordem nos controles internos? É promover uma reestruturação? É fazer a empresa dobrar os indicadores de crescimento anuais? Ou, se for um diretor de RH, o mandato é colocar a empresa na lista das melhores para se trabalhar ou implantar novos programas de desenvolvimento?</p>
<p>O mandato está ligado a uma condição de mercado frente a concorrentes, um desejo explícito na estratégia acordada com os acionistas ou dono para os próximos três anos e que foge das tarefas cotidianas.</p>
<p>Quanto à posição, especificamente, ela é nova na organização ou já existia? Se for nova, vale refletir por que motivo ela está sendo criada: se o gestor está buscando mais braço, inovação ou está à procura de alguma competência específica de organização e liderança que ainda não tenha.</p>
<p>Se tratar-se de uma posição existente, a substituição não deve ser mecânica. É importante refletir sobre o que é feito hoje com excelência nesta função e quais são as lacunas que precisam ser preenchidas. Uma boa dica é descrever com três a cinco responsabilidades porque esta função existe.</p>
<p>2. Quais são as responsabilidades permanentes?</p>
<p>As responsabilidades devem ser definidas com verbos de ação que sejam mensuráveis e devem estar ligadas ao plano anual da empresa. O que este novo contratado terá de fazer? O que faz parte da função e o que não é feito por ninguém atualmente? vendas? Inovação? Controle financeiro? Marketing? RH? Com a chegada desse profissional, ele irá assumir alguma nova responsabilidade? E quais serão os grupos dos quais ele irá participar e dividir as responsabilidades?</p>
<p>A substituição de alguém geralmente é tratada como um processo muito simples. Toma-se como modelo alguém que está sentado em uma cadeira e a definição é uma cópia daquele que está sentado. Mas esse é um erro. A oportunidade de olhar o que mudou na dinâmica da área, da empresa ou da necessidade futura vai redefinir o que a organização precisa. Muitas vezes, se a liderança parar e pensar no que será necessário daqui a três anos, verá que o que ela buscava no passado e pode não ser mais o que eu ela precisará no futuro.</p>
<p>Minha recomendação é: pense em qual é o profissional que você vai precisar daqui a três anos para ocupar determinada função. É este indivíduo que precisa estar com você agora e vai te ajudar a alcançar seus objetivos no futuro.</p>
<p>Comparo que o raciocínio tem que ser preciso e cuidadoso como o dos japoneses. Não podemos ter pressa para sair correndo procurar. Desta forma você até poderá encontrar rapidamente alguém para ocupar o cargo, mas pode não ser realmente quem você precisa. Não há dinheiro que pague esse minuto de planejamento ou de revisão.<br />
<em>Fonte: http://www.endeavor.org.br/artigos/gente-gestao/recrutamento/como-saber-o-que-procurar-em-um-candidato</em></p>
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		<title>Influência ou manipulação? Eis a questão</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/07/influencia-ou-manipulacao-eis-a-questao/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2014 13:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Influenciar pessoas é importante, mas quem manipula fica marcado A palavra influência tem origem no latim Influentia de Influere, cujo prefixo in significa “movimento para dentro, em especial de algo líquido”, e a palavra fluere significa correr, deslizar, provir, fluir.&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Influenciar pessoas é importante, mas quem manipula fica marcado</strong></p>
<p>A palavra influência tem origem no latim Influentia de Influere, cujo prefixo in significa “movimento para dentro, em especial de algo líquido”, e a palavra fluere significa correr, deslizar, provir, fluir. No latim medieval Influentia servia para designar como os astros, derramando fluidos etéreos, afetavam o comportamento das pessoas.</p>
<p>Atualmente, os dicionários trazem os seguintes significados: poder ou ação que alguém exerce sobre outra pessoa ou sobre certos fatos ou negócios. Também quer dizer prestígio, autoridade moral. Desta forma, não há dúvidas de que influência está intimamente relacionada com a necessidade de obter resultados através de pessoas. A questão é que a palavra influência tem sido usada, nos últimos anos, com uma conotação negativa devido à forma como as pessoas a confundem com manipulação.</p>
<p>Manipulação, no contexto a que estou me referindo, quer dizer condicionamento, influência só que em proveito próprio. Também pode significar adulteração ou falsificação. Aí é que está o grande detalhe e a diferença entre as duas palavras: manipula quem trama, visando apenas a seus próprios interesses.</p>
<p>A semântica nos ajuda a entender o que está por trás das nuances de comportamentos e atitudes, porque influenciar pessoas é uma competência muito importante no mundo corporativo, mas quem manipula fica marcado. Independente da área de atuação, qualquer função compreende negociações e relacionamentos, nos quais é essencial saber comunicar bem o que você quer e precisa, colocar o seu ponto de vista, impactar e mobilizar equipes e pessoas. Todo profissional que usar a influência poderá ter as melhores oportunidades e, consequentemente, ser bem-sucedido. Em cargos de liderança, essa competência é crucial.</p>
<p>Para entender melhor como usar a influência positivamente, listo abaixo o que é preciso ter:</p>
<p><strong>Objetivos Precisos</strong><br />
Primeiramente, temos de saber, claramente, o nosso propósito, o que queremos ou precisamos que seja feito para depois apresentá-lo às pessoas. Uma vez envolvidas neste propósito, elas contribuirão na definição do melhor caminho para atingi-lo. As pessoas só seguirão aqueles que têm certeza do caminho e, principalmente, do lugar onde querem chegar. A pessoa, em especial um líder, que afirma algo hoje e muda de opinião amanhã perde a credibilidade e a confiança da sua equipe.</p>
<p><strong>Equilíbrio Emocional</strong><br />
Importante que você se conheça muito bem e tenha autocontrole durante negociações, discussões e conflitos, porque a falta de controle das emoções negativas pode colocar tudo a perder. Alguns exemplos de descontrole emocional: irritar-se com opiniões diferentes das suas, jogar indiretas, fazer chantagem emocional. Se você faz um ou mais desses exemplos, você tende a manipular e não a influenciar.</p>
<p><strong>Planejamento</strong><br />
Na hora de mostrar suas ideias, fazer um pedido, negociar, dar uma notícia muito difícil para sua equipe ou cliente, é fundamental pesquisar fatos e argumentos, fazer um roteiro, definir qual abordagem usará, pensar em um plano B. Só que tudo isso demanda dedicação e tempo. Porém, muitas pessoas trabalham mais justamente por não terem se programado antes.</p>
<p><strong>Identificação</strong><br />
Não é surpresa que sentimos mais facilidade em concordar com solicitações e orientações feitas por pessoas com as quais nos identificamos. Quando os outros sentem que têm coisas em comum com você, existe uma tendência natural de gostarem de você. O mesmo acontece quando você demonstra atenção e respeito verdadeiros para com essas pessoas.</p>
<p>Enfim, a maneira como você se relaciona com as pessoas que estão ao seu redor pode ser decisiva para a reação que terão às suas opiniões, decisões etc. As pessoas ficam muito incomodadas e tendem a sabotar, mesmo que inconscientemente, projetos, orientações e opiniões de alguém que as ignorou ou desprezou.</p>
<p>Quando se afasta da realidade e, principalmente, de quem você é, você passa a manipular as pessoas, pois fica evidente que está usando técnicas para obter vantagens e benefícios para si próprio. Resumindo: importe-se, verdadeiramente, com as pessoas, agradeça e elogie sempre quando for merecido, nunca fale mal de pessoas sem que estas estejam presentes na conversa.</p>
<p><strong>Reciprocidade</strong><br />
É prática muito comum as pessoas retribuírem favores recebidos. Se você ajuda as pessoas, elas o ajudarão, quando você precisar. Quando somos pessoas cooperativas, criamos laços e a ajuda vem natural e espontaneamente. O fato é que as pessoas devolvem o tipo de tratamento que elas recebem.</p>
<p>Por fim, quando alguém vier agradecê-lo, não minimize. Não diga: Não foi nada. O ideal é dizer: Isso é trabalho em equipe ou Hoje você precisou de ajuda, amanhã poderá ser que eu precise.</p>
<p><strong>Senso de Pertencimento</strong><br />
As pessoas estarão mais propensas a concordar com a sua solicitação, se você provar a elas que outras pessoas, com perfil e interesses semelhantes, também têm relação com o que está pedindo ou negociando. Ao saber e ver que mais pessoas participam daquilo, as pessoas que você quer influenciar se sentirão propensas a participar das mesmas ações. Quando se veem como parte de um grupo maior, com uma identidade comum, as pessoas aderem mais facilmente. Esse é o poder do coletivo, do grupo.</p>
<p><strong>Compromisso</strong><br />
Quando você estiver negociando ou mobilizando pessoas para mudanças, o segredo é pedir que afirmem, preferencialmente por escrito e diante do grupo, seus compromissos, ações e comportamentos, inclusive você. Quando o compromisso é escrito, as ações acordadas tornam-se mais conscientes. Se assumirem publicamente um compromisso de forma voluntária, todos terão de honrá-lo.</p>
<p><strong>Autoridade</strong><br />
Refere-se à tendência de as pessoas persuadirem as outras com conhecimento e credibilidade sobre um tema. É algo natural, posto que elas se curvam a especialistas. Por isso, mostre, sem ser arrogante, o quanto você conhece sobre aquele assunto. Deixe claro que você sabe sobre o que está falando.</p>
<p>É essencial ter em mente que, por mais apaixonante que ela seja, a sua visão sobre o mundo não é uma verdade absoluta – muito menos a única maneira de ver as coisas. Por isso, esteja aberto para ouvir outros pontos de vista e aceitá-los. Sim, nas negociações, nos relacionamentos e na vida corporativa, de uma maneira geral, ceder é parte essencial do sucesso profissional.</p>
<p>Não são ações muito complexas, mas todas elas juntas são muito poderosas. Finalizando, deixo minha reflexão: o quanto você pratica no seu dia a dia para exercer influência positiva? O quanto você demonstra ter autoridade natural, tendo ou não um cargo de liderança?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Lígia Crispino &#8211; Sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto, autora do livro de poemas Fora da Linha e coautora do Guia Corporativo: Como Elaborar Política de Idiomas.</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Quanto custa ser bom?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/quanto-custa-ser-bom/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/quanto-custa-ser-bom/">Quanto custa ser bom?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu sou bom”, ou “Há profissionais bons também, não generaliza”, ou ainda “Sou um bom profissional, só que não me dão uma oportunidade”&#8230; Então nestes três casos, vamos lá&#8230;</p>
<p>Será mesmo que somos bons o suficiente? Falo de mim, de ti, do outro&#8230; cada vez mais as pessoas esperam por um retorno que o outro tem que dar, que o outro faça alguma coisa e muitas vezes acabam deixando as oportunidades passar&#8230; Será falta de sorte? Azar? Olho gordo? Se não foi assim, não era pra ser&#8230; Será que não podíamos pensar que fomos nós que não fizemos nada para as coisas mudarem, ou então, se fizemos e não deu certo, talvez não tenhamos feito o suficiente ou tenhamos desistido muito cedo? Talvez em certos momentos até pensássemos desta forma, mas é menos doloroso e menos culposo pensarmos que foi qualquer uma das justificativas anteriores à última, e então, nos agarramos a ela. Algumas vezes até sofremos com isso, mas logo passa e esquecemos, como se nada tivesse acontecido. Aí não mudamos e ficamos esperando a tal felicidade e a tal oportunidade&#8230;</p>
<p>O mundo está cheio de oportunidades, e temos que agarrá-las com todas as forças, mas fico instigada com a falta de perspectiva que algumas pessoas têm, inicialmente com sua indecisão quanto à questão profissional, muitas vezes dizendo que “qualquer coisa serve”&#8230; Poxa vida, como assim qualquer coisa?! Põe uma meta, traça os objetivos e faz alguma coisa, não fica esperando que alguém venha te oferecer um emprego ou então que te dê uma “ajudinha” porque você está precisando. Somos nós que temos que decidir o que queremos e buscar isso. Novamente ficamos esperando para que as coisas aconteçam, e então, “não temos uma oportunidade”&#8230; Melhor: Não criamos ela!</p>
<p>Existem aquelas pessoas que vão a busca de seus objetivos, que batalham, tem seus sonhos, acreditam neles e fazem eles acontecer. É aquelas pessoas que olhamos encantadas e nos perguntamos: “Como fazem isso?” Ou ainda: &#8220;Esse cara é foda!&#8221; É assim que devemos ser, porque se o outro é, tem ou faz, porque nós não podemos ser, ter ou fazer? Talvez porque ele é um sujeito sortudo! Todos temos um potencial, mas precisamos acreditar nele e querer algo, por isso o “qualquer coisa” não serve, não pode servir! Quando trabalharmos naquilo que queremos, naquilo que gostamos, vamos nos tornar bons, realmente bons, e aí sim entraremos nas duas primeiras frases, porque vamos ter certeza disso, porque acreditamos nisso e estamos satisfeitos com isso. Pessoas assim irradiam alegria, percebe-se no seu olhar e nas suas ações. São aquelas pessoas que não param e que estão em busca de crescimento e de maiores realizações. Traduzindo: São as pessoas realmente felizes e realizadas profissionalmente.</p>
<p>Então, quanto queremos ser bons? Em que frase quero me encaixar? Quanto custa? Não basta querer, não basta falar, tem que fazer!</p>
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