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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; futuro</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Os 4 Benefícios da contratação de estagiários</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 13:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estágios]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O estágio é uma oportunidade muito valiosa para estudantes que desejam se inserir no mercado de trabalho e escalar uma carreira de grande sucesso e realizações. Mas além uma bela oportunidade para os estudantes, contratar um estagiário pode ser extremamente&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estágio é uma oportunidade muito valiosa para estudantes que desejam se inserir no mercado de trabalho e escalar uma carreira de grande sucesso e realizações.</strong></p>
<p>Mas além uma bela oportunidade para os estudantes, contratar um estagiário pode ser extremamente vantajoso para as empresas! Confira conosco os 4 benefícios ao se contratar um estagiário.</p>
<p><strong>Âmbito financeiro: isenção de encargos</strong></p>
<p>Antes de falar sobre a questão financeira é necessário pontuar que o estagiário nunca deve ser encarado como uma mão de obra barata. Empresas que tem esse tipo de visão definitivamente não entendem o potencial de se valorizar um futuro profissional que se encontra na função de estagiário.<br />
De qualquer maneira devemos observar que existe uma troca benéfica para ambos os lados (empresa e estudante) quando um contrato de estágio é firmado.<br />
Por um lado, o estudante tem uma oportunidade singular de colocar conhecimentos em prática e iniciar sua carreira com o auxilio de profissionais mais experientes.<br />
Pelo outro, no âmbito financeiro, a empresa conta com menos burocracia e isenção de encargos ao contratar um estagiário. Este é um fator muito atrativo, principalmente para as pequenas e médias empresas que desejam investir em suas equipes em médio ou longo prazo.<br />
Entre as obrigações financeiras da empresa que contrata um estagiário está o fornecimento de uma bolsa mensal, o vale transporte e o <a href="https://www.contratanetseguros.com.br/">seguro de estágio</a> contra acidentes pessoais. Como o contrato de estágio não é regido pela CLT, a empresa fica isenta do pagamento de férias, 13º salário, fundo de garantia, etc.</p>
<p><strong>Preparação de um futuro funcionário</strong></p>
<p>Claro que as vantagens de se contratar um estagiário vão muito além da questão financeira. Esta é uma oportunidade única para empresa ter em sua equipe um profissional de extremo potencial que poderá ser treinado de acordo com a cultura e visão da empresa, o qual poderá se tornar uma peça chave para o negócio depois de formado.<br />
A maioria das empresas nos dias hoje sente na pele a dificuldade de se contratar profissionais que compartilhem da sua visão ao mesmo tempo que conjuguem uma experiência de mercado com bom domínio técnico. Os programas de estágio são acima de tudo uma oportunidade de criar &#8220;em casa&#8221; aquilo que o mercado entrega em escassez.</p>
<p><strong>Criação de um ambiente renovador</strong></p>
<p>A contratação de estagiários pode ser um belo aliado para movimentar a dinâmica de um ambiente de trabalho.<br />
Com suas visões diferenciadas e a energia típica dos jovens, questionamentos e novos pontos de vista podem vir à tona, gerando uma cultura de transformação na empresa.</p>
<p><strong>Visibilidade perante o mercado</strong></p>
<p>Por fim, empresas que investem na contratação de estagiários passam a ser bem vistas pelo mercado no qual atuam. Isso ocorre devido à abertura de oportunidades para a formação prática de futuros profissionais, algo que beneficia a sociedade de modo geral.<br />
Em resumo, a empresa que contrata estagiários ganha credibilidade no mercado e admiração dos seus clientes!</p>
<p><strong>Sua empresa já contrata estagiários? Não se esqueça de deixar o seu comentário, nos vemos no próximo post!</strong></p>
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		<title>Novas tecnologias definem o futuro do RH.</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/10/novas-tecnologias-definem-o-futuro-do-rh/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 18:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>As novas tecnologias digitais permitirão maior integração e flexibilidade, possibilitando aos colaboradores mais participação e capacidade para criar suas próprias experiências de trabalho. A conclusão é de Sandra Gioffi, líder da área de T&#38;OP – Talent &#38; Organization Performance da&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As novas tecnologias digitais permitirão maior integração e flexibilidade, possibilitando aos colaboradores mais participação e capacidade para criar suas próprias experiências de trabalho. A conclusão é de Sandra Gioffi, líder da área de T&amp;OP – Talent &amp; Organization Performance da Accenture, uma empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing. Seu parecer se baseia em pesquisa recente da Accenture, que mostra também uma mudança definitiva do conceito de <a href="http://www.contemporanearh.com.br/noticias/as-redes-sociais-no-processo-de-recrutamento">RH</a> como é conhecido na atualidade.</p>
<p>Sandra destaca, dentre essas mudanças que transformarão os <strong>Recursos Humanos</strong>, a descentralização da gestão de talentos “que deverá ser incorporada na estrutura e no dia a dia dos negócios, o que irá mudar definitivamente o conceito de RH que conhecemos atualmente”. O estudo aponta que os novos talentos da equipe podem gerenciar mais sua carreira, o que inclui a possibilidade de uso de games em muitos estágios do processo de gestão de RH (<a href="http://www.contemporanearh.com.br/noticias/analista-de-rh-afirma-temos-de-sair-do-feijao-com-arroz">recrutamento</a>, treinamento, busca por talentos e gerenciamento de performance).</p>
<p>“O ambiente digital tende a modificar radicalmente a área de RH nos próximos 10 anos e redefinirá o futuro dessa atividade, a qual deverá ter seus processos específicos diluídos, passando a atuar de forma mais integrada com outras áreas, como a de TI, por exemplo”, prossegue a análise de Sandra.</p>
<p><strong>Disruptura, uma nova palavra nos dicionários</strong></p>
<p>Essa constante inovação transformadora no ambiente de trabalho traz uma nova palavra nos dicionários tradicionais: a disruptura digital, um termo que teve origem a partir do best-seller “Digital Disruptive”, do pesquisador James McQuivey, da Forrester Research. Segundo ele, esse impacto tecnológico, da era dos dispositivos, proporciona transformações disruptivas, com as quais o profissional se torna mais independente na gestão de sua carreira.</p>
<p>Na previsão da Accenture, cinco tendências irão transformar a área de Recursos Humanos:</p>
<p>1) Dados e integração serão soberanos;</p>
<p>2) O digital dará poder e capacidade de gerenciamento às pessoas;</p>
<p>3) Aplicativos para gerenciar perfis encontrarão espaço nas empresas;</p>
<p>4) Digital irá permitir a gestão personalizada de talentos;</p>
<p>5) Cloud computing irá permitir maior flexibilidade e agilidade de gestão.</p>
<p>Para o negócio, segundo a consultoria, os impactos principais da disruptura digital transformarão a gestão de talentos em uma atividade diária para cada empregado e cada gerente. Além disso, a informação e a tomada de decisões migrarão para os colaboradores. A consequência é que os processos de gestão de pessoas irão resultar em melhores serviços para o negócio e as práticas para talentos irão desempenhar um papel mais importante nas capacidades estratégicas das empresas.</p>
<p>Diante dessa transformação nos negócios, os pesquisadores do Accenture Institute of High Performance redefiniram da seguinte forma a nova área de RH:<br />
<strong>1)</strong> Estrutura e dimensão serão redefinidas. Os profissionais de RH deixarão de executar algumas de suas funções atuais, passando a atuar mais próximos de outras áreas.</p>
<p><strong>2)</strong> A atividade principal será transformada. O RH deverá incorporar outras habilidades, como marketing, ampliando sua presença em diferentes áreas da empresa e reduzindo sua atuação específica como conhecemos hoje (parte delas, transferida para os próprios empregados, com apoio de ferramentas como games, por exemplo). “Com isso, terá capacidades para analisar dados de colaboradores e desenvolver ofertas e ações customizadas aos talentos, além de educar os colaboradores com relação aos processos envolvendo recursos humanos e talentos.”</p>
<p><strong>3)</strong> Os profissionais de RH serão capacitados para avaliar e gerenciar aplicativos externos e para construir interfaces entre eles, os dados que gerarem e os sistemas próprios da organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernando Porto</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Já pensou num mundo sem emprego ou salário?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/ja-pensou-num-mundo-sem-emprego-ou-salario/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2014 12:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Dois dos maiores pesquisadores do mundo de inteligência artificial afirmam que os cenários futuristas em que as máquinas substituem o trabalho do homem podem sair dos filmes de ficção e virar realidade. O filme Transcendence, estrelado pelo ator Johnny Depp,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dois dos maiores pesquisadores do mundo de inteligência artificial afirmam que os cenários futuristas em que as máquinas substituem o trabalho do homem podem sair dos filmes de ficção e virar realidade.</strong></p>
<p>O filme Transcendence, estrelado pelo ator Johnny Depp, que chegará aos cinemas no Brasil em maio, conta a história de um homem que decide transferir para um supercomputador todo o conteúdo de seu cérebro.</p>
<p>Trata-se de um Matrix ao contrário. No filme de 1999, o protagonista, Thomas Anderson (Keanu Reeves), fazia o download de um conhecimento que estava em uma máquina, como lutar artes marciais, por exemplo. Em Transcendence, o personagem alimenta com sua humanidade uma inteligência artificial capaz de resolver os problemas mais desafiadores.</p>
<p>Meses depois do sucesso de Ela (Her), a indústria do cinema volta a um de seus temas favoritos: a ficção científica em que as máquinas assumem o poder e removem o homem do centro do mundo. Desde que o tema chegou às telas pela primeira vez, em 1927, com Metrópolis, de Fritz Lang, a tecnologia avançou muito e o futurismo vai se tornando uma realidade possível.</p>
<p>Hoje, cientistas trabalham para que um dia a inteligência artificial (IA) faça tudo o que o homem não deseja fazer. Isso tem impacto na carreira das pessoas e merece ser discutido.</p>
<p>Num futuro possível não haverá emprego nem salário. É o que afirmam dois dos maiores especialistas do mundo sobre as próximas evoluções da inteligência artificial. Neil Jacobstein, presidente do departamento de pesquisa sobre inteligência artificial e robótica da Singularity University, a esco­la fundada pelo Google, que funcio­na no campus de pesquisa da Nasa, na Califórnia, tem uma visão otimista.</p>
<p>Para ele, as máquinas de IA vão gerar riquezas que serão distribuídas entre toda a humanidade. As pessoas vão trabalhar por prazer ou altruísmo, sem o objetivo de obter um salário.</p>
<p>“O trabalho será motivado pela satisfação pessoal e pelo bem-estar social”, diz Neil. Já Stuart Armstrong, pesquisador do Future of Hu­manity Institute, na Universida­de de Oxford, na Inglaterra, não descarta um cenário em que as máquinas ex­terminem o trabalho e o homem saia no prejuí­zo. “Se as máquinas acharem que não há valor em nos manter ao redor, provavelmente não nos manterão”, diz Stuart.</p>
<p>Quando a revolução robótica vai ocorrer? Uma mudança radical pode demorar, ambos concordam, mas algumas profecias podem se cumprir já nos próximos anos.</p>
<p><strong>1. Fim dos empregos</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Desde a primeira Revolução Industrial, as máquinas vêm substituindo a mão de obra humana. Primeiro, fazendo o trabalho braçal e, com o tempo, o mental.</p>
<p>A inteligência artificial será capaz de dizimar quase metade dos empregos nos Estados Unidos nos próximos anos, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford.</p>
<p>“As IAs vão desempregar trabalhadores de baixa qualificação em uma quantidade muito maior do que a de novos empregos criados com a tecnologia”, afirma Neil, da Singularity. Quem tiver níveis educacionais mais altos tende a continuar no mercado.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: Os empregos na forma como conhecemos vão sumir quando aparecerem as primeiras inteligências artificiais verdadeiras. “A maneira como a sociedade vai se reorganizar depende de como as IAs vão ser criadas, controladas, e de quais mudanças políticas vão acontecer no momento”, diz Stuart, da Oxford.</p>
<p>Cenário otimista: A finalidade do trabalho vai deixar de ser o salário, mas isso não significa que não haverá novos empregos. O homem vai apenas explorar seu potencial de outras formas. “Não vamos nos desesperar pela subsistência, a riqueza gerada pelas IAs vai melhorar a qualidade de vida”, afirma Neil.</p>
<p><strong>2. Distribuição da riqueza</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Toda mudança de modelos econômicos traz uma crise até que a sociedade se adapte. A inteligência artificial pode provocar uma revolução. Em países como o Brasil, com desigualdade social e mão de obra de baixa qualificação, muita gente corre o risco de ter sua vaga ocupada por uma máquina. O cenário, porém, pode estimular a busca de mais justiça social.</p>
<p>“Vamos precisar ser mais generosos uns com os outros, já passamos pela experiência do egoísmo, que trouxe violência, e não queremos que isso se repita”, diz Neil.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: No cenário pessimista, a IA elimina empregos e a humanidade não encontra um sistema de produção de riqueza alternativo à renda do trabalho. Nesse caso, haverá desemprego em massa e concentração da riqueza nas mãos dos donos e dos poucos que se mantiverem empregados.</p>
<p>Cenário otimista: Livres da preocupação com a subsistência, todas as pessoas poderão trabalhar com o que realmente gostam e acreditam. Também poderão ser recompensadas em troca de serviços à comunidade. As máquinas vão trabalhar para que sejamos mais realizados no trabalho.</p>
<p><strong>3. Homem obsoleto</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Os computadores atuais já superam os homens em diversas situações que requerem decisão. “Costumamos passar para as máquinas nosso princípio de aprendizado: por meio de tentativas de erro e acerto, ou pelas experiências dos outros”, diz Celso Poderoso, economista e especialista em sistemas de informação da Fiap, faculdade de tecnologia paulista. O papel do homem no trabalho vai ser mais estratégico.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: “Se as IAs se tornarem tão poderosas quanto imaginamos, vão poder tomar decisões e controlar o destino da humanidade”, diz Stuart. Devemos programá-las para que a autonomia humana seja mantida e não nos tornemos obsoletos.</p>
<p>Cenário otimista: “As máquinas serão capazes de compreender emoções e sentimentos”, diz Neil. Quando isso acontecer, vamos estabelecer uma relação de proximidade com as máquinas. Se elas ficarem mais inteligentes, nós também ficaremos.</p>
<p><strong>4. Ameaças</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Devemos ter medo de que essas máquinas se tornem extraordinariamente competentes? A resposta para isso depende de como elas vão ser usadas e se os valores envolvidos serão similares aos nossos. Se a IA tiver uma decolagem mais lenta, vai contar com a interferência de outros fatores sociais. As IAs são programas de computador que vão fazer o que nós, em algum nível, instruirmos.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: Se a IA desenvolver autoconsciência, não poderemos parar seu desenvolvimento. E ela não necessariamente vai se importar com os seres humanos. Cabe aos primeiros programadores determinar e analisar os riscos de criar uma IA.</p>
<p>Cenário otimista: “Se tudo der certo, vai dar muito certo”, afirma Stuart. Inteligências artificiais poderosas vão organizar a sociedade e trazer muitas coisas positivas, como cura de doenças e produção em larga escala de alimentos e energia.<br />
<strong>5. Chefe robô</strong></p>
<p>Futuro próximo</p>
<p>Um experimento da Universidade de Manitoba, no Canadá, mostrou que robôs já têm autoridade para pressionar funcionários. “É pouco provável que o robô seja o chefe, mas provavelmente ele vai ajudá-lo a tomar as melhores decisões”, afirma Celso, da Fiap.</p>
<p>Futuro distante</p>
<p>Cenário pessimista: A máquina consegue focar somente o problema da empresa, coisa que o ser humano, que tem vida pessoal, não consegue. “As IAs vão ser mais capazes de tomar decisões corretas”, diz Stuart.</p>
<p>Cenário otimista: Há um conceito de trabalho que prevê coope­ração entre humanos e robôs. Às vezes, o robô dizendo às pessoas o que fazer, às vezes o contrário. “Vamos julgar as IAs por seus pensamentos”, diz Neil.</p>
<p><strong>Evolução das profissões</strong></p>
<p>Todos os empregos mudam com o tempo, até os mais tradicionais. Há 100 anos, um poeta usava uma pena para escrever. Há 50, uma máquina de escrever. Hoje, um aparelho digital qualquer processa textos. Virtualmente, todos os aspectos da vida podem se transformar e se desenvolver com a inteligência artificial.</p>
<p>“Quase todos os empregos ocupados por pessoas que você conhece não existiam 50 anos atrás”, diz Stuart. “A ideia de que um indivíduo é definido pelo emprego que tem é historicamente recente.” Nas áreas de gestão, criatividade e sociabilidade, as possibilidades de trabalho continuam sendo incontáveis.</p>
<p>As ocupações mais repetitivas, que não demandam decisão, estão ameaçadas de extinção — atendentes de telemarketing, vendedores, técnicos em geral, escritores de relatórios, balconistas, operadores de logística e motoristas são exemplos. As tecnologias aparecem para deixar a vida do ser humano mais simples.</p>
<p>Mas devemos lembrar que os fragmentos de IA de que dispomos hoje ainda estão longe de afastar do mercado de trabalho a inteligência humana, emocional, adaptável e crítica. Essa IA que sente e se emociona vai demorar muitas décadas para chegar. Portanto, quando se trata de profissões qualificadas, enquanto predominar o modelo de trabalho assalariado, não precisaremos orientar nossas decisões de carreira pelo medo de perder o emprego para uma inteligência artificial.<br />
<em>Fonte: exame.com.br</em></p>
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		<title>Pronatec está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Mar 2013 19:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat –&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat – o chamado Bolsa Formação. As inscrições foram abertas no dia 18 de fevereiro e não tem prazo para acabar. O processo é contínuo e as inscrições podem ser feitas pelo <a href="http://pronatec.mec.gov.br/">portal</a> do Pronatec.</p>
<p>De acordo com o ministério da Educação (MEC), em um primeiro momento terão prioridade os trabalhadores cadastrados no Sistema Nacional de Emprego ou nos centros de referência de assistência social. Podem se inscrever trabalhadores, inclusive agricultores familiares, silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores; povos indígenas; comunidades quilombolas; adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas; desempregados; pessoas com deficiência; pessoas que recebem benefícios dos programas federais de transferência de renda ou que estejam cadastradas no CadÚnico; praças do Exército e da Aeronáutica com baixa do serviço militar ou atiradores; estudantes matriculados no ensino médio em escolas públicas, inclusive na Educação de Jovens e Adultos (EJA).<br />
Caso não encontre a opção desejada, o candidato pode indicar até três cursos de seu interesse para ser avisado quando surgirem novas vagas.</p>
<p>O Pronatec foi criado pelo governo federal em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica e oferece dois tipos de curso: o técnico, para quem está matriculado no ensino médio, com duração de um ano, e o curso de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, com duração mínima de dois meses.</p>
<p>A meta global do Pronatec para 2013 é a geração de mais de 2,3 milhões de vagas, boa parte na modalidade de Bolsa Formação – vagas gratuitas para cursos de rápida duração em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat. Até o final deste ano deve-se chegar a 900 mil vagas ofertadas pelo Bolsa Formação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>5 previsões para as pequenas empresas do futuro</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/02/5-previsoes-para-as-pequenas-empresas-do-futuro/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 12:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialistas de várias áreas fazem suas apostas sobre os novos negócios brasileiros</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São Paulo – Quase metade dos brasileiros sonha em abrir o próprio negócio, segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM), divulgada recentemente. O estudo mostrou ainda que 70% dos empreendedores abrem um negócio por oportunidade.</p>
<p>Para os especialistas, este é um indicador de que as pequenas empresas brasileiras vivem um novo momento. As condições para a criação de negócios bem sucedidos são reforçadas com uma condição econômica melhor e mais propícia ao empreendedorismo. É neste cenário que surgem cada dia mais startups e pequenos negócios.</p>
<p>Com a ajuda de professores e consultores de diversas áreas, Exame.com ouviu a opinião de cada um sobre como será as principais tendências para a pequena empresa brasileira do futuro.</p>
<p><strong>1. Investimentos em inovação</strong></p>
<p>O investimento em inovação fará parte do planejamento das pequenas e médias empresas. “Hoje, as empresas americanas e alemãs estão em um patamar mais avançado, pois se preocupam com processos e produtos inovadores”, explica Dariane Castanheira, professora e consultora do Programa de Capacitação de Empresas em Desenvolvimento (PROCED/FIA).</p>
<p>Ela acredita que estes negócios continuarão sendo o motor da economia brasileira, contribuindo para o PIB do país. Investir em capacitação empresarial, melhorando a rentabilidade do negócio e planejando mais, vai ajudar a focar em inovação cada vez mais.</p>
<p><strong>2. Clientes mais exigentes</strong></p>
<p>Os níveis de exigência dos próprios clientes e consumidores farão com que o mercado das pequenas e médias empresas evolua ciclicamente e constantemente. “Imagino que estejamos caminhando, embora lenta e tardiamente, para que na próxima década haja um processo de amadurecimento e profissionalização das PMEs”, afirma Maximiliano Tozzini Bavaresco, consultor da SONNE Branding.</p>
<p>Para ele, o acesso à informação e ao conhecimento por parte dos empreendedores que estão adquirindo cultura tanto acadêmica quanto empresarial e o acesso a mercados fornecedores e compradores internacionais que demandam das pequenas os mesmos padrões de controle e garantias das multinacionais são alguns fatores que impulsionarão a evolução dos negócios. “Se o empreendedor não evoluir, a organização não evoluirá”, diz Bavaresco.</p>
<p>Além disso, ele acredita em um ambiente cada vez mais inóspito para o improviso, a informalidade e a falta de planejamento e estruturação.</p>
<p><strong>3. Mais foco no negócio</strong></p>
<p>No futuro, as pequenas e médias empresas se ocuparão mais com seu core business e provavelmente a grande maioria não terá áreas contábil e administrativa, afirma Edison Kalaf, professor de inovação e empreendedorismo da Business School São Paulo (BSP). O professor explica que esse movimento já existe atualmente, mas o custo da terceirização de alguns serviços ainda é alto. Ele prevê que os empreendimentos terão mais acesso à tecnologia e contarão com uma mão de obra mais qualificada também.</p>
<p><strong>4. Planejamento na veia</strong></p>
<p>Inovação, gestão e planejamento serão as palavras da vez, segundo Bruno Caetano, diretor do Sebrae/SP. “A pequena empresa do futuro está absolutamente conectada com a inovação e será acostumada a fazer planejamento com ciclos mais curtos”, diz.</p>
<p>O planejamento passa a ganhar mais espaço no dia a dia do empresário, com métricas e ferramentas que ajudam a medir o desempenho do negócio. “Ele vai ter comando da gestão, saber o grau de inovação, o que está acontecendo, onde melhorar e onde buscar ajuda, e cada vez mais conectado à internet, que vai ajudar a conquistar mercados maiores”, explica.</p>
<p><strong>5. Mais colaboradores, menos funcionários</strong></p>
<p>A mudança principal, para Marcio Santos Filho, associado da Inseed Investimentos, está nas relações entre empregador e empregados. “O conceito de funcionário não vai mais existir. Vai passar a ser colaborador. Empregado vem, trabalha e vai embora. O colaborador tem um ‘que’ de dono. É tendência os colaboradores se sentirem cada vez mais donos”, diz. Além disso, a mobilidade deve evoluir para cada vez mais gente trabalhar de casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Revista Exame</em></p>
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