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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; entrevista</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Aug 2016 14:12:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>6 dicas para impressionar em uma entrevista de estágio</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 18:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira. Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma? Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir um novo emprego é sempre uma tarefa árdua &#8211; ainda mais para quem está no início da carreira.</p>
<p>Como conseguir o estágio tão sonhado sem experiência alguma?</p>
<p>Em primeiro lugar, acalme-se. Segundo Guilherme Ferreira, cofundador da Repense Coaching, o seu currículo vale menos neste tipo de entrevista do que você pensa.</p>
<p>“Em geral, as pessoas no início da carreira estão equiparadas em conhecimento técnico&#8221;, afirma. &#8220;Se você já foi chamado para a entrevista, o que conta agora é como vai mostrar suas qualidades”.</p>
<p>Para Andreas Auerbach, sócio da Box1824 e fundador da Nexo, o currículo é apenas uma porta de entrada para o processo seletivo. “Depois disso, o que vai pesar mais é o interesse do candidato”, considera.</p>
<p>E como saber o que os recrutadores esperam de você num processo seletivo?</p>
<p>Veja a seguir 6 passos para se dar bem numa entrevista de estágio, de acordo com os especialistas ouvidos por EXAME.com:</p>
<p><strong>1. Seja claro ao falar</strong><br />
Mostrar uma boa comunicação é o ponto de partida para qualquer processo seletivo. Segundo Auerbach, a capacidade de argumentar com clareza sugere repertório e poder de influenciar os outros.</p>
<p><strong>2. Tome a iniciativa</strong><br />
A iniciativa está associada à ideia de protagonismo. Portanto, quando um recrutador perguntar quem quer realizar uma tarefa, não pense duas vezes antes de levantar as mãos. “É o que chamamos de hands up”, afirma Ferreira. “As empresas procuram estagiários que querem fazer acontecer”.</p>
<p><strong>3. Conheça a empresa</strong><br />
Mostrar conhecimento sobre a empresa indica que você não “caiu de gaiato” no processo seletivo. “Não conhecer a cultura da companhia é o mesmo que entrar num casamento e perguntar quem é o noivo”, compara Ferreira. É obrigatório mostrar que você conhece o lugar onde quer trabalhar.</p>
<p><strong>4. Cuide da imagem e da linguagem corporal</strong><br />
Uma boa apresentação é fundamental para criar empatia. Isso inclui um traje adequado, além de equilíbrio entre o tom de voz e a linguagem corporal. Segundo Ferreira, o candidato também deve evitar o uso de gírias, manter as mãos fora do bolso e não movimentá-las demais.</p>
<p><strong>5. Trabalhe em equipe</strong><br />
Quando o candidato se mostra um grande colaborador em dinâmicas de grupo, por exemplo, ele ganha a confiança dos recrutadores. “A empresa quer alguém que vista a camisa”, diz Ferreira. Segundo ele, esse também é o principal caminho para uma eventual efetivação mais adiante.</p>
<p><strong>6. Mostre que você aprende rápido</strong><br />
Para Auerbach, a velocidade para incorporar novos conhecimentos é a principal métrica do potencial de um estagiário. Essa competência fica clara em dinâmicas de grupos ou na resolução de casos. “A agilidade para lidar com diferentes temas é crucial em qualquer contexto”, defende.</p>
<p><em>Por: Nicolas Gunkel</em></p>
<p><em>Fonte: exame.com </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>7 passos para arruinar uma entrevista de emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 20:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive. “Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma receita infalível para o fracasso é combinar ignorância com prepotência, na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“Não há nada pior para um recrutador do que um candidato que quer ‘dar pitaco’ sobre o que claramente não entende”, diz ele.</p>
<p>Na verdade, existem formas quase infinitas de garantir o &#8220;não&#8221; na fase presencial de um processo seletivo. Mas alguns erros são mais comuns do que outros. Confira:</p>
<p><strong>1. Chegue atrasado e não peça desculpas</strong><br />
Para começar com o pé esquerdo, nada melhor do que desrespeitar o horário marcado com o recrutador &#8211; e, de quebra, não demonstrar a menor preocupação com isso.</p>
<p>Segundo Ricardo Ribas, gerente-executivo da Page Personnel, pequenos atrasos são relativamente aceitáveis em cidades grandes, mas se tornam imperdoáveis se o candidato não pede desculpas e nem justifica a ocorrência.</p>
<p><strong>2. Comece a conversa falando mal do emprego anterior</strong><br />
Nenhuma atitude é tão comprometedora quanto criticar e desqualificar chefes e colegas do passado, diz Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive.</p>
<p>“A mensagem que fica para a empresa contratante é que o candidato pode fazer isso com qualquer empregador, inclusive com ela própria”, afirma.</p>
<p><strong>3. Mostre desconhecimento sobre a sua própria trajetória</strong><br />
Segundo Ribas, ter um discurso impreciso e contradizer informações apresentadas no seu currículo são sinais claros de despreparo para qualquer recrutador.</p>
<p>Se o candidato é vago ou incoerente durante a entrevista, duas hipóteses são consideradas: ou ele não domina a sua própria história profissional, ou está mentindo.</p>
<p><strong>4. Descreva-se como um super-herói</strong><br />
Souto diz que muitas pessoas tentam vender uma ideia de que todos os seus resultados foram maravilhosos &#8211; e tudo graças a elas.</p>
<p>Além de soar arrogante, essa atitude mostra que o candidato desconhece ou subestima a importância do trabalho em equipe. “É justamente o que as empresas não querem mais atualmente”, afirma ele.</p>
<p><strong>5. Apresente uma pretensão salarial totalmente aleatória</strong><br />
Nem todos os recrutadores perguntam qual é a remuneração pretendida pelo candidato. Mas, se esse for o caso, lançar um valor qualquer à mesa é uma péssima ideia.</p>
<p>Isso porque candidato precisa mostrar o raciocínio que o levou a pedir um determinado salário, diz Souto. Se não é assim, soa como uma aposta.</p>
<p><strong>6. Ao final, não pergunte nada (ou pergunte algo desnecessário)</strong><br />
Para Ribas, profissionais que não questionam em nada na entrevista transmitem falta de curiosidade pela empresa e até desinteresse pela vaga.</p>
<p>Também é problemático encher o entrevistador de perguntas sobre assuntos irrelevantes. “Não é o momento para querer saber sobre a marca do carro a que a equipe comercial terá acesso, por exemplo”, diz ele.</p>
<p><strong>7. Nos dias seguintes, pressione o recrutador por um retorno</strong><br />
A má impressão causada por um candidato pode continuar mesmo semanas depois da entrevista. Basta ligar e mandar e-mails insistentemente para o recrutador cobrando por uma resposta, diz Ribas.</p>
<p>Além de transmitir ansiedade e insegurança, a postura por si só é irritante. “É melhor perguntar ao recrutador qual é o prazo para a conclusão do processo seletivo e esperar pacientemente até a data”, aconselha o especialista.</p>
<p>Fonte:<em> http://exame.abril.com.br/</em></p>
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		<title>7 atitudes para evitar em uma entrevista de emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 17:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1- Nunca chegue atrasado!</strong></p>
<p>O atraso tem um impacto grande no candidato (mais do que no entrevistador) uma vez que durante a entrevista você ficará pedindo desculpas e pensando que já está reprovado pelo ocorrido, o que possivelmente afetará sua performance. Assim, tente sair com antecedência para chegar ao local da entrevista uns 20 minutos antes do horário agendado. Esse planejamento é importante porque, dessa forma, você terá tempo para se acalmar, observar o ambiente a sua volta (como é a empresa e as pessoas que trabalham nela), tomar uma água, pesquisar um pouco mais sobre a empresa etc.</p>
<p><strong>2- O meu defeito? Eu sou perfeccionista!</strong></p>
<p>A internet é uma ótima maneira de encontrar informações sobre todos os temas, mas é necessário entender o que do conteúdo serve para você. É muito comum os candidatos chegarem com respostas prontas à entrevista (como a da chamada acima). Fuja desses modismos e se concentre em falar sobre você de maneira original.</p>
<p><strong>3- Você pode ser divertido, não comediante.</strong></p>
<p>Uma entrevista não é um interrogatório. É um momento em que candidato e empresa estão se conhecendo melhor. Dessa forma, como em um primeiro encontro, você pode sorrir, contar algo engraçado (dentro do contexto da entrevista), mas tenha cuidado para não ultrapassar a linha e tornar sua entrevista um momento stand up comedy.</p>
<p><strong>4- Meu produto favorito?</strong></p>
<p>Nunca, nunca, nunca chegue a uma entrevista sem conhecer o que a empresa faz! O que ela produz, o que ela vende são informações que você precisa ter no momento da entrevista. Vasculhe o site da empresa, procure notícias na internet, converse com pessoas que trabalham/trabalharam na empresa etc.</p>
<p><strong>5- Cuidado para não falar demais.</strong></p>
<p>Ao passar por uma entrevista, o entrevistador desejará conhecer a sua história melhor. Todos nós temos milhões de histórias para contar, mas nesse momento especificamente, escolha as que melhor te descrevem e procure falar de uma maneira que traga conteúdo e que ao mesmo tempo seja objetiva. Geralmente, uma entrevista tem no máximo 1 hora, e nesse tempo o entrevistador deverá estar seguro que tirou todas as dúvidas sobre o seu perfil.</p>
<p><strong>6- Por que eu saí do último emprego? Não curti!</strong></p>
<p>Essa é uma pergunta comum em uma entrevista, na qual o entrevistador tenta mapear os motivadores do candidato. Cuidado com as gírias e com a redução da sua experiência a um “não curti”, “não gostei”, “não me valorizavam”. Todos esses pontos podem ser verdadeiros, mas tente trazer em um outro formato: que vivência foi aquela, quais foram os desafios e quais os motivadores da sua saída.</p>
<p><strong>7- Não espere um feedback instantâneo!</strong></p>
<p>Por mais curiosidade que você tenha, o entrevistador, via de regra, não conseguirá te dar um feedback assim que acabar a entrevista. Isso porque, muitas vezes, passará por um consenso com outro colega, terá comparação de entrevistas etc. Apenas pergunte como e quando você terá a resposta, agradeça e se coloque à disposição caso o entrevistador tenha mais alguma dúvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Bárbara Galvão</em><br />
<em>Consultora de Processos Seletivos da Cia de Talentos</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.chegamais.ciadetalentos.com.br/</em></p>
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		<title>Pérolas dos Processos Seletivos – O que não fazer!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/03/perolas-dos-processos-seletivos-o-que-nao-fazer/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 20:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A Analista de Recursos Humanos, Alessandra Ravaiani, que esteve presente em várias publicações do nosso Blog, contribuindo para que você tenha melhor desempenho nos processos seletivos, veio marcar presença mais uma vez. Com experiência de muitos anos em Recursos Humanos,&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Analista de Recursos Humanos, Alessandra Ravaiani, que esteve presente em várias publicações do nosso Blog, contribuindo para que você tenha melhor desempenho nos processos seletivos, veio marcar presença mais uma vez.</strong></p>
<p>Com experiência de muitos anos em Recursos Humanos, imaginamos que a profissional teria muitos casos interessantes para compartilhar conosco sobre os processos seletivos. Hoje, vocês irão acompanhar casos engraçados vivenciados em entrevistas e análises de currículos.</p>
<p>Esperamos que os principais erros levantados aqui possam ajudar vocês, futuros candidatos, a não cometerem enganos ou erros parecidos.</p>
<p>Dicas por Alessandra Ravaiani: o que NÃO fazer!<br />
Vamos começar pelos <strong>CURRÍCULOS</strong>!</p>
<p>O currículo é o primeiro contato com a empresa e por isso é essencial que ele transmita boa impressão sobre o candidato, e uma boa impressão não é transmitida se você, candidato, colocar FOTOS de baladas, festas ou poses sensuais no currículo.</p>
<p>Não poderia mostrar esses exemplos aqui, para não expor as pessoas, mas se faça o seguinte questionamento: <em>qual a imagem que eu quero passar para o recrutador?</em> Com toda certeza esse tipo de foto não passará a imagem desejada.</p>
<p><strong>ERROS DE PORTUGUÊS</strong>, esses também estão presentes e transmitem total falta de cuidado. Já recebi um currículo inteiro sem nenhum acento ou vírgulas. Alguns candidatos escrevem no corpo do e-mail um pequeno texto, no formato de apresentação, em que encontramos muitos erros também. Veja alguns exemplos:</p>
<p><em>ola bom dia meu nome michael gostria de deixar com voces o meu curriculo</em></p>
<p>Não há letra maiúscula no início da frase e faltam os acentos e as vírgulas! Fora os erros de digitação, como “gostria” em vez de “gostaria”.</p>
<p>Erros básicos de <strong>FALTA DE ATENÇÃO</strong> também são frequentes:</p>
<p><em>Objetivo: Pretendo estagiar em uma repartição pública e adquirir novos conhecimentos a fim de contribuir para o enriquecimento de minha vida profissional e contribuir também para o bom funcionamento da repartição.</em></p>
<p>O problema, neste último exemplo, é que se tratava de uma empresa privada e não de uma repartição pública!</p>
<p>Há outros casos, em que o candidato citava no currículo o nome da empresa que o interessava, porém acabou enviando para outra empresa. O que demonstra para o recrutador, desatenção, por isso é essencial conferir o e-mail e seu currículo antes de enviá-lo.</p>
<p>O caso, abaixo, também é um bom exemplo. Sempre sugerimos que os candidatos coloquem seu “<strong>OBJETIVO PROFISSIONAL</strong>” no currículo. No exemplo abaixo, o candidato escreveu seu objetivo, porém não o profissional, vejam só:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/objetivo2.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter wp-image-485 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/objetivo2.jpg" alt="objetivo2" width="633" height="103" /></a></p>
<p>Outros casos que chamam atenção, são as famosas <strong>METÁFORAS OU FRASES DE EFEITO</strong>. Mas em um contexto de seleção, não costuma funcionar.</p>
<p><em>&#8220;Estou procurando um lugar que precise de muitas reformas e consertos, mas que tenha fundações sólidas. Estou disposto a demolir paredes, construir pontes e acender fogueiras.&#8221;</em></p>
<p>Entendi que o candidato está muito disposto para o trabalho, pronto para enfrentar desafios. Mas não bastava dizer isso em um linguajar cotidiano? Abaixo, mais um muito parecido:</p>
<p><em>&#8220;Toda manhã na África, um antilope acorda e levanta. Ele sabe que deve correr mais rápido que o leão ou será morto.</em></p>
<p><em>Todo dia na África, um leão acorda e levanta. Ele sabe que deve correr mais rápido que o antilope mais lento ou ele ficará faminto.</em></p>
<p><em>E não, não importa se você é antilope ou leão – amanheceu, comece a correr.</em></p>
<p><em>(Provérbio Africano)&#8221;</em></p>
<p>&#8220;<em>Aquele que Sabe, Aquele que Faz… Aquele que Pensa no que Faz</em>&#8221;</p>
<p>Tomara que ele demonstre isso em atos no momento da entrevista. Não basta dizer.</p>
<p>Por fim, a melhor de todos os tempos! E que dispensa comentários:</p>
<p>&#8220;<em>Amigo que é Amigo não separa briga, chega junto na voadora</em>.&#8221;</p>
<p>Como profissional de Recursos Humanos, eu realmente me pergunto, <strong>o que o candidato pensou ao enviar essa frase</strong>?</p>
<p><strong>REDES SOCIAIS</strong> também rendem casos interessantes. Certa vez, estávamos contratando um intercambista e fomos olhar seu Facebook. Em seu álbum, tinha diversas fotos com ele segurando armas de fogo, de diversos tipos, apontando para a câmera. Não tivemos coragem de contratá-lo. Vocês teriam?</p>
<p>Prosseguindo, gostaria de contar alguns <strong>CASOS DE ENTREVISTAS</strong>. Tentei me lembrar das melhores perguntas e respostas, de diferentes candidatos.</p>
<p>Entrevistador: <em>Por que você se candidatou à essa vaga, o que o chamou atenção?</em><br />
Candidato: <em>Ah, cansei de ficar em casa dormindo à tarde toda, sem fazer nada.</em><br />
(Aqui entre nós, a gente nunca nunca espera que esse seja o motivo pelo interesse em sua vaga…)</p>
<p>Entrevistador: <em>O que pretende para sua carreira? Você tem um planejamento profissional?</em><br />
Candidato: <em>Sim! (já fiquei animada!), pretendo entrar, ficar 6 meses na empresa e depois ter experiência em uma outra empresa.</em><br />
(Como assim???? O candidato quer entrar já pensando em sair??)</p>
<p>Entrevistador: <em>O que você entendeu da vaga que estamos propondo?</em><br />
Candidato: <em>Qual é a vaga mesmo? Porque eu estou participando de muitas seleções e me esqueci…</em></p>
<p>Entrevistador: <em>O que as pessoas acham de você?</em><br />
Candidato: <em>Ah, muitos me dizem que eu sou chato, ríspido, tenho um jeito meio arrogante e que sou difícil de lidar…</em><br />
(Bom, não posso negar que foi nota 10 em sinceridade, mas alguém aí quer trabalhar do lado dessa pessoa? Saber reconhecer os defeitos é algo muito valorizado pelos profissionais de RH, mas você não precisa expor todos os seus defeitos de uma única vez.)</p>
<p>Resumindo todos esses episódios e casos, o importante é <strong>refletir</strong> sobre a imagem que você quer passar para a empresa em que quer trabalhar. Reflita sobre você, conheça bem a vaga e a empresa e abuse do bom senso, sempre! Ele nunca é demais.</p>
<p>Ah, e qualquer semelhança aqui, é mera coincidência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://blog.contratanet.com.br/</em></p>
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		<title>3 dicas essenciais para você se preparar para uma entrevista</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/3-dicas-essenciais-para-voce-se-preparar-para-uma-entrevista/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 18:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você mandou seu currículo, foi chamado para a entrevista e finalmente chegou a hora de falar sobre quem é você e contar a sua experiência. Para fazer bonito, confira algumas dicas importantes que separamos: 1 – As vagas têm perfil&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você mandou seu currículo, foi chamado para a entrevista e finalmente chegou a hora de falar sobre quem é você e contar a sua experiência. Para fazer bonito, confira algumas dicas importantes que separamos:</p>
<p><strong>1 – As vagas têm perfil comportamental</strong></p>
<p>Cada vaga exige um tipo de comportamento diferente. O fato de você ser muito extrovertido ou mais contido, por exemplo, vai contar a favor ou contra dependendo da natureza do profissional que estão procurando. Querer se comportar de forma diferente da sua essência, buscando “agradar” o recrutador, soará falso e pode fazer você perder a oportunidade de mostrar quem você é.</p>
<p><strong>2 – Reflita sobre você mesmo</strong></p>
<p>Para dizer quem você é, é preciso saber quem você é. O autoconhecimento vem sendo cada vez mais valorizado pelas empresas e, inclusive, muitas investem em programas que promovem o autoconhecimento da equipe. Faça uma boa reflexão para saber responder e justificar perguntas do tipo “qual é o seu defeito?”, “qual é a sua qualidade?”, “como pode contribuir?”, “o que lhe motiva?”.</p>
<p><strong>3 – Nada de mentirinhas</strong></p>
<p>Algumas pessoas acabam projetando na entrevista experiências e características que não são exatamente as suas, buscando impressionar o recrutador. Saiba que mais cedo ou mais tarde isso será testado e você entrará na maior saia justa. Procure sempre ser contratado pelo que você é. Se aquela vaga não for para o seu perfil, não desista, continue focado no seu objetivo.</p>
<p>Além das dicas anteriores, fique atento a alguns cuidados básicos, como não se atrasar, utilizar roupas adequadas, não utilizar gírias e preocupar-se com a aparência e higiene pessoal.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Etalent</em><br />
<em>Fonte: http://www.etalent.com.br/</em></p>
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		<title>Testes: o que os recrutadores querem de você.</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2014 12:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[recrutamento]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Se você está procurando emprego já deve ter passado por alguns “testes” durante o processo de seleção. Não, não estamos falando de pegadinhas e nem nada do tipo. Falamos “testes” porque é assim que eles são chamados, mas estamos falando,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está procurando emprego já deve ter passado por alguns “testes” durante o processo de seleção. Não, não estamos falando de pegadinhas e nem nada do tipo. Falamos “testes” porque é assim que eles são chamados, mas estamos falando, na verdade, de “instrumentos de diagnósticos” que são, normalmente, um questionário online em que você passa de 20 a 30 minutos apontando as alternativas de sua preferência. Lembrou? Então veja a seguir alguns pontos que possivelmente você não saiba sobre esses questionários e comece a entender por que cada vez mais empresas estão fazendo uso deles no processo seletivo e também no desenvolvimento dos seus profissionais.</p>
<p><strong>1 –</strong> Apesar de serem aparentemente simples, esses questionários podem traçar um mapa das duas características comportamentais. Simplificadamente, isso significa que ele pode predizer de alguma forma como você agiria em determinadas situações, em que funções e ambientes se sentiria mais à vontade etc.</p>
<p><strong>2 –</strong> No caso do recrutamento, normalmente as empresas querem avaliar o seu perfil para comparar com o “perfil ideal” que elas sonharam para a vaga que você quer conquistar. No caso de desenvolvimento, elas também trazem autoconhecimento para os profissionais, como afirma Juliana Nascimento, consultora da DMRH.</p>
<p><strong>3 –</strong> Embora para os leigos todos os questionários possam parecer a mesma coisa, para os especialistas no assunto cada um tem função e características específicas.</p>
<p><strong>4 –</strong> Se cada vez que você tem de responder um “teste” desse tipo fica com a a impressão de que ele foi mal feito porque é extremamente repetitivo, você está sendo ingênuo. A repetição é muito bem elaborada para pegar contradições e, claro, tentativas de você parecer o que não é para tentar mostrar que tem o perfil ideal para a vaga (que, cá entre nós, muitas vezes nem sabemos qual é).</p>
<p><strong>5 –</strong> Já ficou meio implícito no item acima, mas não custa reforçar que o teste é muito bem elaborado para detectar fraudes. Portanto, preste atenção nas questões (para garantir a boa interpretação) e responda com sinceridade e não tentando “acertar” a resposta. Os especialistas garantem que, em avaliações desse tipo, não existe certo e errado.</p>
<p><strong>6 –</strong> Ah, sim, por favor, quando estiver falando com o recrutador não chame esse tipo de avaliação de “teste”. Normalmente, os especialistas detestam essa palavra exatamente porque ela supõe que existam os tais “certo” e “errado” e que, no final, seja atribuída uma “nota” ao respondente. Melhor, então, chamar de “questionário” ou “ferramenta”.</p>
<p><strong>7 –</strong> Abaixo você pode conhecer alguns dos instrumentos de diagnóstico que as empresas utilizam. Isso vale apenas para você entender um pouco as diferenças e saber o que pode estar sendo avaliado da próxima vez que for submetido a um deles. No entanto, mesmo que, no momento da avaliação, você descubra que está respondendo a uma das ferramentas descritas aí embaixo, continua valendo a regra número 5, ok? Não tente ser mais espertinho que o questionário e os especialistas que vão avaliar os resultados. Isso mesmo: eles são especialistas nisso e certamente não vão se enganar por pouco.</p>
<p><strong>Birkman</strong></p>
<p>É uma avaliação multidimensional que integra dados comportamentais, motivacionais e ocupacionais. Bem, em linguagem leiga, isso quer dizer que ela avalia como você se comportaria em situações normais e sob pressão e identifica quais seriam suas áreas de interesse. Normalmente é utilizada em seleção, contratação, desenvolvimento e retenção de pessoas.</p>
<p><strong>Facet5</strong></p>
<p>É um inventário de personalidade que mapeia cinco principais fatores: afetividade, determinação, energia, controle e emocionalidade. A partir daí, ele aponta os pontos fortes e riscos de cada perfil e traz inputs relacionados a competências, liderança e preferências de trabalho. É utilizado normalmente em seleção, coaching, desenvolvimento e construção de times.</p>
<p><strong>Hogan</strong></p>
<p>Ele oferece relatórios que para ajudar o profissional a entender as bases do seu comportamento e criar um plano de desenvolvimento. Normalmente é aplicado para desenvolvimento individual e de times, seleção e recrutamento.</p>
<p><strong>Motivation Questionnaire (MQ)</strong></p>
<p>Como o nome já sugere, este questionário vale para identificar os grandes impulsionadores e direcionadores do comportamento de uma pessoa para entender o que pode motivá-la. É utilizado em várias situações como assesment, coaching, mentoring, gestão da mudança, team building, reestruturação e também seleção.</p>
<p><strong>Myers-Briggs Type Indicator (MBTi)</strong></p>
<p>É um dos instrumentos mais utilizados para identificar “tipos psicológicos” com base nos estudos de um dos papas da psicanálise – Carl Jung. A avaliação indica aspectos da personalidade e preferências pessoais e destaca pontos fortes e áreas de potencial desenvolvimento pessoal e profissional. Normalmente não é utilizado no recrutamento, mas para autoconhecimento, desenvolvimento individual, formação e desenvolvimento de equipes e aperfeiçoamento da comunicação.</p>
<p><strong>Occupational Personality Questionnaire (OPQ32)</strong></p>
<p>Avalia 32 dimensões da personalidade e aponta o comportamento típico ou preferido das pessoas no mundo do trabalho e como isso impacta em sua performance profissional. É usado em seleção, assessment, levantamento de necessidades de treinamento, nível de alinhamento com a cultura organizacional, desenvolvimento de competências específicas, gestão da mudança etc.</p>
<p><strong>Personal Profile Analysis (PPA)</strong></p>
<p>Fornece um parecer de como as pessoas preferem se comportar no trabalho e as características que demonstram nesse ambiente. Também é utilizado para seleção, desenvolvimento individual e de equipes e autoconhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: www.vagas.com.br</em></p>
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		<title>Cinco razões para permanecer ou abandonar o Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2014 18:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Internautas participam de enquete de Zero Hora e dão motivos para amar e odiar a rede Com 1,19 bilhão de usuários ativos no mundo e um crescimento de 18% ao ano, o Facebook está longe de ser uma unanimidade. Razões&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Internautas participam de enquete de Zero Hora e dão motivos para amar e odiar a rede</strong><br />
Com 1,19 bilhão de usuários ativos no mundo e um crescimento de 18% ao ano, o Facebook está longe de ser uma unanimidade. Razões não faltam para amar ou odiar a mais famosa rede social. Zero Hora fez uma enquete entre os leitores para descobrir as motivações dos internautas para permanecer interagindo com os amigos reais e virtuais, ou abandonar de vez as postagens e as curtidas na página de relacionamento.</p>
<p><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/mural/voce-ama-ou-odeia-o-facebook-166329.html">Opine: por que você ama e/ou por que você odeia o Facebook?</a></p>
<p>No último ano foi registrada uma migração de usuários para outros aplicativos, e países como Estados Unidos, Grã-Bretanha e França têm hoje menos pessoas conectadas à rede do que em 2012. Mas o crescimento ainda atinge países como Índia, México e Brasil. Veja a opinião dos leitores sobre os principais pontos positivos e negativos da rede social.</p>
<p><strong>CINCO RAZÕES PARA FICAR NO Facebook</strong></p>
<p><strong>1. Acesso à informação</strong></p>
<p>Um levantamento da Pew Research International, entidade sem fins lucrativos que analisa o impacto da internet nas famílias, comunidades e governos, mostrou que quase a metade dos usuários do Facebook acessa notícias pelo aplicativo. E aqueles que consomem informação permanecem mais tempo conectados do que os que usam apenas para publicar posts e fotos ou fazer atualizações pessoais. A pesquisa também mostrou que cerca de um terço dos novos usuários segue ou curte páginas de empresas de comunicação ou de jornalistas.</p>
<p><strong>2. Contato com familiares distantes</strong></p>
<p>Quem não achou aquele amigo dos tempos de escola ou retomou o contato com um primo distante? Os usuários da rede social tendem a se comunicar pelo Facebook com quem eles já convivem no dia a dia, e geralmente a interação com pessoas que moram longe ocorre por curtidas na foto ou comentários recém-postados. Apesar de não gerar uma relação de maior profundidade, a sensação é de que os contatos do Facebook acompanham a nossa vida, mesmo que de longe. E para quem se surpreende quando descobre amigos em comum e pensa em como o mundo é pequeno: somos 7 bilhões de pessoas no mundo, mas o número de conexões entre amigos dentro do Facebook chega a espantosos 150 bilhões.</p>
<p><strong>3. Viagens virtuais</strong></p>
<p>Há recursos mais completos disponíveis na internet para conhecer diferentes locais, como o Google Street View, mas geralmente se restringem a pontos mais populosos ou mais famosos. Por isso, as comunidades virtuais de cidades, museus e outros atrativos turísticos são excelentes pontos de partida para aprender mais sobre esses lugares e dá aquela sensação de poder visitar esses espaços, mesmo que à distância.</p>
<p>Jaqueline Ramires Saraiva: &#8220;Posso viajar sem sair de casa olhando as postagem dos estados e cidades que não conheço!&#8221;</p>
<p><strong>4. Interação</strong></p>
<p>A cada 60 segundos, 510 comentários são postados, 293 mil status são atualizados e 136 mil fotos são incluídas. O pico de atividades ocorre entre 13h e 15h, durante a semana. Por ser uma ferramenta multiplataforma que engloba gente do mundo todo, é muito comum haver usuários que se conhecem apenas virtualmente. São pessoas que geralmente têm afinidades e participam de grupos de discussão ou compartilham os mesmos gostos por música, livros ou algum artista e acabam se cruzando entre um post e outro.</p>
<p><strong>5. Divulgação de trabalhos e produtos</strong></p>
<p>A rede social se tornou uma importante ferramenta de divulgação para o pequeno e médio empresário. De acordo com Jairo Mandelbaum, diretor de operações da Onda Local, empresa especializada em marketing para mídias online, as recentes atualizações do Facebook têm oferecido um foco maior para os negócios locais, e permitem anúncios segmentados por interesses, sexo ou idade. Mas ele ressalta que é preciso manter contato com o usuário e sempre responder a dúvidas e reclamações, com informações atualizadas e fluxo constante de posts para mostrar que você está interagindo com seus clientes. Os posts patrocinados também têm presença marcante na rede: só entre junho de 2012 e maio de 2013, foram 7,5 milhões deles. Segundo Mandelbaum, essa invasão de anúncios veio para ficar.</p>
<p>Patrícia Xavier Ferreira: &#8220;Com o Face temos uma amplitude de divulgação, com um custo praticamente zero, já que praticamente só gasto com o valor da internet e o retorno é altamente satisfatório.&#8221;</p>
<p><strong>CINCO RAZÕES PARA DEIXAR O Facebook</strong></p>
<p><strong>1. Dependência da rede social</strong></p>
<p>Cerca de 727 milhões de pessoas acessam o Facebook com uma frequência diária — quantidade 25% maior em relação a 2012 — e o tempo médio de visita é entre 18 e 20 minutos. A rede social pode, sim, viciar. De acordo com a psicóloga Aline Restano, do Grupo de Estudos em Adições Tecnológicas (Geat), cada comentário em fotos publicadas e cada curtida em postagens dos usuários geram pequenas sensações de prazer. Por isso, é comum que as pessoas acessem o sistema várias vezes ao dia.</p>
<p>— O Facebook é uma ferramenta muito ampla, oferece muitas fontes de prazer numa única rede social. A tendência é voltar e buscar esse prazer — diz Aline.</p>
<p><strong>2. Ostentação</strong></p>
<p>Nas redes sociais, todo mundo mostra o seu lado mais feliz e bonito, uma espécie de distorção de si mesmo. Para quem está bem emocionalmente e vê as fotos bacanas dos amigos e as conquistas que eles divulgam, isso não é um problema tão grande. Pode até dar aquela pontinha de inveja, mas nada além disso. Mas a psicóloga Aline Restano alerta que, se a pessoa está deprimida ou se sente desacreditada, ela tende a achar que aquilo é uma realidade distante para ela, o que pode gerar um sofrimento grande.</p>
<p>Juliano Castro: &#8220;Ao rolar as inofensivas páginas contemplando a beleza, a riqueza ou a popularidade alheia, o pensamento de inferioridade surge. Mas o que é Facebook senão seu usuários? Para combater os malefícios dele, a indicação é o bom senso e a utilização do filtro na escolha dos &#8216;amigos&#8217;.&#8221;</p>
<p><strong>3. Falta de privacidade</strong></p>
<p>Quando você aceita os termos de uso, está concordando com um contrato que impõe uma cessão de direitos. É como se os dados e as fotos que você publica passassem a ser de propriedade do Facebook, como explica José Carlos de Araújo Almeida Filho, professor da Universidade Federal Fluminense e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico. No acesso via smartphone, a invasão é ainda maior, já que é possível ter acesso as seus dados do aparelho, como localização e contatos.</p>
<p>— Temos problemas de violação de privacidade, apreensão de dados e de informações. Depositamos uma confiança muito grande na internet, mas por trás dessa máquina tem sempre um homem manipulando tudo. Estamos confortáveis e ao mesmo tempo reféns da tecnologia.</p>
<p><strong>4. Perfis falsos</strong></p>
<p>A cada segundo, cinco novos perfis são criados. A estimativa é que de existam cerca de 83 milhões de &#8220;falsos personagens&#8221; na rede. Os usos vão desde atitudes mais &#8220;inofensivas&#8221;, como bisbilhotar a página de algum pretendente sem deixar rastros, até casos graves, de criminosos que acessam a rede para obter informações de usuários, ou de pedófilos que usam perfis falsos para atrair vítimas. Em setembro, um homem de 29 anos foi preso no interior de São Paulo por criar dois perfis falsos e uma agência fictícia para atrair meninas e adolescentes que queriam ser modelos.</p>
<p><strong>5. Superexposição</strong></p>
<p>Pessoas impulsivas e com sintomas de ansiedade tendem a se expor mais no Facebook. A publicação de um comentário gera uma sensação de alívio, como se alguém estivesse sempre presente naquele momento para escutar o que você está dizendo. Isso pode gerar um problema quando a pessoa tem variações de humor e se arrepende do que postou: apesar de poder apagar o texto da sua timeline, ele não é excluído simultaneamente do feed de notícias dos seus amigos.</p>
<p>Amanda Alves Ramos Motta: &#8220;Infelizmente para algumas pessoas o Facebook se tornou um diário. Tudo o que fizerem no dia vão detalhar no Facebook. As pessoas esquecem que tem uma vida lá fora.&#8221;</p>
<p><strong>ENTREVISTA</strong></p>
<p>Howard Rheingold Professor da Univerdade de Stanford</p>
<p>&#8220;Cada vez mais as pessoas acreditam que o mundo online é apenas o Facebook&#8221;</p>
<p>Uma das referências mundiais em estudos sobre redes sociais e comunidades virtuais, o professor da Universidade de Stanford (EUA) Howard Rheingold começou ainda nos anos 1980 suas investigações sobre as revoluções sociais causadas pela internet. Um dos seus livros mais conhecidos é A Comunidade Virtual, de 1993. Seu mais novo lançamento é Netsmart, que discorre sobre o uso inteligente e produtivo das mídias sociais. Em entrevista por telefone, o escritor fala por que não conseguimos nos desligar do Facebook.</p>
<p><strong>Zero Hora</strong> — Ainda não sabemos usar as redes sociais de maneira inteligente e prazerosa?</p>
<p><strong>Howard Rheingold</strong>— É algo novo e complexo. Eles estão constantemente mudando suas políticas de privacidade. É preciso entender as configurações bastante complexas de privacidade para ter algum controle sobre a suas informações. O que me preocupa é que o Facebook tem o objetivo de SER a web. Isso não é bom.</p>
<p><strong>ZH</strong> — Mas as próprias pessoas não estariam se expondo demais?</p>
<p><strong>Rheingold</strong> — Cada vez mais as pessoas acreditam que o mundo online é apenas o Facebook. Quando se publica um conteúdo, ele pode ser restreado e encontrado por outros, e as pessoas não estão cientes disso. O Facebok não está se responsabilizando pela educação das pessoas.</p>
<p><strong>ZH</strong> — Há pesquisas que apontam que os mais jovens estão se interessando por outras redes sociais. Eles não querem encontrar os pais na internet?</p>
<p><strong>Rheingold</strong> — A presença dos pais no Facebook é determinante. Você age de uma maneira na frente dos seus amigos, e de modo diferente com os seus pais. As pessoas possuem contextos sociais diferentes. Hoje, esse contexto colapsou: seus pais e seus amigos veem as mesmas coisas na internet. Mas há o fator novidade: se o Facebook é algo que os pais usam e está aí há algum tempo, as novidades parecem mais atraentes.</p>
<p><strong>Zero Hora</strong>— E por que não conseguimos sair do Facebook?</p>
<p><strong>Rheingold</strong>— É muito atraente ver o que seus amigos estão fazendo e assistir vídeos fofos de gatos. As pessoas ainda não sabem controlar a atenção. Ter essse controle não é impossível, pode ser aprendido, mas não é ensinado. Eu acredito que é algo que deveria ser ensinado nas escolas.</p>
<p><strong>A timeline da rede social</strong></p>
<p>Fevereiro de 2004 — O Facebook é criado por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin, na época estudantes em Harvard.</p>
<p>Setembro de 2006 — A acesso é liberado a todos os internautas, e qualquer pessoa pode se cadastrar.</p>
<p>Fevereiro de 2009 — No aniversário de cinco anos, é lançado o botão &#8220;curtir&#8221;.</p>
<p>Setembro de 2011 — Na comemoração do sétimo aniversário, é lançada a timeline.</p>
<p>Maio de 2012 — É lançada a oferta inicial de ações do Facebook na bolsa de valores, a um preço de US$ 38, o que rendeu 16 bilhões de dólares à companhia. Na época, a rede social foi avaliada em US$ 104 bilhões.</p>
<p>Outubro de 2012 — O Facebook atinge a marca de 1 bilhão de usuários</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/</em></p>
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