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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; copa do mundo</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>7 lições da derrota da Seleção para a sua empresa</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2014 13:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Há várias semelhanças entre o que acontece no campo e a vida dos empreendedores. Saiba o que fazer para não ter um &#8220;apagão&#8221; O dia 8 de julho de 2014 vai ficar marcado pela maior derrota sofrida pela Seleção em&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há várias semelhanças entre o que acontece no campo e a vida dos empreendedores. Saiba o que fazer para não ter um &#8220;apagão&#8221;</strong><br />
O dia 8 de julho de 2014 vai ficar marcado pela maior derrota sofrida pela Seleção em mais de um século de glórias. Nessa data, uma pequena delegação alemã massacrou 200 milhões de pessoas. Foram sete golpes certeiros.</p>
<p>É difícil explicar o inexplicável, mas é possível enumerar uma série de falhas, cometidas pela nossa linha de frente, vestida de canarinho, e pelo senhor de bigode que a comandava.</p>
<p>Se a derrota deve servir como um exemplo para os jogadores, também pode ser útil para que os empreendedores prestem atenção em alguns processos de suas empresas. Obviamente, nossa vida é mais que uma partida de futebol, mas há várias semelhanças entre o que acontece no campo e a batalha diária de cada empreendedor.</p>
<p>Listamos algumas lições, baseadas em falhas do Brasil na Copa do Mundo, que pode servir para a sua empresa. Confira:</p>
<p><strong>1) Saiba recrutar</strong><br />
Em um jogo, se os titulares não jogam bem, a alternativa é fazer uma substituição. No caso da Seleção, o atacante titular teve um desempenho ruim, mas não havia ninguém à altura no banco de reservas. O mesmo ocorreu com várias peças do time – &#8220;se não tem tu, vai tu mesmo&#8221; resume bem. Além disso, alguns jogadores de qualidade ficaram de fora da Copa e poderiam ter garantido um destino diferente ao time.</p>
<p>Para o empreendedor, uma a lição: fique atento ao contratar alguém, ou selecionar pessoas para uma tarefa importante. Tenha o máximo de certeza possível de que seus colaboradores podem fazer o que foi pedido a eles.</p>
<p><strong>2) &#8220;Jogar em casa&#8221; não é o suficiente</strong><br />
Logo após a Copa das Confederações, no ano passado, Felipão declarou, sem medo das consequências, que o Brasil conquistaria o hexa. Segundo ele, a qualidade do time, aliada à força da torcida, levariam o time ao título mundial. Chegou a hora da verdade e a torcida estava lá, cantando o hino e incentivando a Seleção. Só que a qualidade do time caiu vertiginosamente. Como torcida não faz milagre, não foi possível vencer os alemães.</p>
<p>Nas empresas, é importante saber que não importa o otimismo ou qualquer fator que eleve o moral. Se o time não estiver funcionando bem, tudo pode dar errado.</p>
<p><strong>3) Não seja uma pilha de nervos</strong><br />
Na partida contra o Chile, quando a classificação brasileira foi decidida apenas nos pênaltis, a pressão sentida pelos jogadores ficou escancarada. Tinha gente chorando, deitando no chão e pedindo milagres. No mundo corporativo, o estresse está sempre presente. Na Copa, Felipão até conseguiu controlar os nervos do time. Em uma empresa, entretanto, o chefe pode ser a principal fonte de nervosismo. Por isso, fique atento e tente não pressionar seus funcionários.</p>
<p><strong>4) Não seja um líder &#8220;Thiago Silva&#8221;</strong><br />
Se o chefe estressado é ruim, imagine um líder mais instável que seus funcionários? O capitão do Brasil, Thiago Silva, foi escolhido como o homem que levantaria a Copa do Mundo por ser um líder. No entanto, contra o Chile, quando mais se precisou do zagueiro, Silva ficou em um canto, afastado de seus companheiros, chorando. O chefe de uma equipe deve ter uma postura diametralmente oposta. É preciso estar lá, pronto para ajudar sua equipe nos piores momentos possíveis.</p>
<p><strong>5) Tenha um substituto para o seu &#8220;Neymar&#8221;</strong><br />
Na Seleção, indiscutivelmente, Neymar era o jogador mais talentoso e deu conta do recado quando necessário. Ao ser tirado da Copa pelo colombiano Zúñiga, não havia ninguém à altura para substituí-lo. Na partida contra a Alemanha, essa &#8220;neymardependência&#8221; ficou aparente.</p>
<p>O &#8220;Neymar&#8221; de um pequeno negócio normalmente é o próprio empreendedor. Outras vezes, líderes descentralizadores têm um funcionário que destoa dos demais, com um desempenho melhor que seus colegas. Nos dois casos, a dica é distribuir melhor as responsabilidades. Se você não confia em sua equipe, talvez seja melhor voltar à primeira lição – contrate as pessoas certas.</p>
<p><strong>6) É preciso ter foco</strong><br />
Na preparação para as Copas de 2006 e 2010, o comportamento da Seleção foi bastante diferente: na primeira, tudo era uma farra. Na outra, Dunga &#8220;fechou as portas&#8221; da concentração, em um clima meio militar. Neste ano, Scolari preferiu um meio-termo. Mesmo mais comedidos que o grupo de 2006, os jogadores que tentaram o hexa dedicaram bastante tempo a campanhas publicitárias, o que pode ter tirado o foco do que realmente importava.</p>
<p><strong>7) &#8220;Treinar&#8221; é essencial</strong><br />
O Brasil, dentre os oito times que chegaram às quartas de final, foi a seleção que treinou menos. Entre a vitória sobre o Chile e a partida contra a Colômbia, o time titular passou três dias sem tocar em uma bola. Por outro lado, a Alemanha só descansou por um dia. Felipão justificou a folga dizendo que a maior parte do elenco estava em fim de temporada e sobrecarregada após jogar por quase um ano sem férias.</p>
<p>Se a escolha foi questionável no futebol, postura semelhante é inadmissível nos negócios. Você desistiria de praticar uma apresentação, ou repassar o conteúdo de um pitch, por &#8220;estar sobrecarregado&#8221;? Por isso, pratique. O esforço pode levar a sua empresa ao sucesso.<br />
<em>Fonte: http://revistapegn.globo.com/</em></p>
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		<title>Cenário pós-Copa do Mundo divide opiniões</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2014 13:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que o caminho da economia brasileira dependia do resultado na seleção na Copa do Mundo. Tanto que, embora o campeonato seja realizado este ano em terra tupiniquim, dificilmente uma vitória ou derrota do time terá algum impacto na economia em geral e no mercado de trabalho, especificamente. A melhora econômica dos últimos anos colocou o Brasil na confortável situação de quase pleno emprego. O cenário pós-Copa do Mundo, no entanto, divide opiniões.</p>
<p>Para o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, regional Rio de Janeiro (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, apesar da tristeza que deve atingir o País caso a Seleção não vença a Copa, isso não deve ter efeito sobre a geração de empregos. “O País vem apresentando uma excelente taxa de geração de empregos já faz alguns anos, mesmo em momentos nem sempre positivos do futebol brasileiro. Provavelmente os empregos mais ameaçados em caso de decepção na Copa são os da comissão técnica”, brinca o executivo (foto abaixo).</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6fa1cc590560d0d007c09387fe95045e51d_l1d2i_big.jpg"><img class=" size-medium wp-image-180 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6fa1cc590560d0d007c09387fe95045e51d_l1d2i_big-300x180.jpg" alt="36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6fa1cc590560d0d007c09387fe95045e51d_l1d2i_big" width="300" height="180" /></a></p>
<p><strong>3,6 milhões de turistas</strong></p>
<p>Segmentos como transporte, turismo, hotelaria, educação em idiomas, gastronomia, gestão de serviços, comércio, engenharia e gestão de qualidade foram os mais procurados por serem os alicerces dos grandes eventos. Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que a Copa do Mundo deve gerar 47,9 mil vagas de trabalho apenas no setor de turismo nos 12 Estados que receberão jogos da competição. Segundo o economista da CNC Fabio Bentes, a estimativa tem como base o fluxo de 3,6 milhões de turistas que deverão circular pelo País durante o Mundial.</p>
<p>Ele ressalta que o número é 60% superior à geração de postos de trabalho nos 12 Estados no mesmo período do ano passado. Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Curitiba geraram juntos 29,5 mil postos de trabalho em 2013. Ele ressalva, entretanto, que grande parte dessas vagas deverá ser temporária, ele reconhece.</p>
<p>Ainda assim, o presidente da ABRH-Rio diz que não haverá prejuízo aos setores que se beneficiarão com a Copa do Mundo. “O que vai ocorrer é uma diminuição da ofertas de vagas para esse setor e a dispensa programada de pessoas que foram contratadas com perspectiva temporária ou que não atenderam as expectativas das organizações. Do mesmo modo, também poderá ocorrer a manutenção dos funcionários que supriram as expectativas da contratação e obtiveram destaque”, explica Sardinha.</p>
<p><strong>“Enxugamento das contratações”</strong></p>
<p>Menos otimista está Vanessa Silva Scheer, consultora especializada em gestão de recursos humanos e diretora executiva do Grupo Smax. Para ela, pouquíssima gente deve ser absorvida depois da Copa porque o setor de turismo não está indo tão bem neste ano. “É natural que depois da Copa haja um enxugamento dessas contratações porque a maioria é de trabalho temporário mesmo”, afirma.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6faba182436ef75660fb9eb833c9c1d97d2_c8o9g_big.jpg"><img class=" size-medium wp-image-181 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6faba182436ef75660fb9eb833c9c1d97d2_c8o9g_big-300x180.jpg" alt="36928dbb04cf57b3c38f60602ec5b6faba182436ef75660fb9eb833c9c1d97d2_c8o9g_big" width="300" height="180" /></a></p>
<p>Ela reconhece, entretanto, que as cidades que receberão jogos da Copa do Mundo têm a oportunidade de mostrar suas atrações e assim, receber mais turistas futuramente. Dessa forma, os empregos poderão ser mantidos. “O Brasil pode se tornar realmente um novo destino de férias para os estrangeiros, tudo depende de como serão recepcionados”, diz. “Isso também vale para as empresas dos setores de serviços, como bares e restaurantes.”</p>
<p>“Com a proximidade do evento esportivo essas capitais terão um aumento considerável de demanda e, se mantiverem como objetivo atender bem o cliente, essa vantagem competitiva talvez continue após a Copa. Bom para a empresa, melhor para o funcionário que estiver qualificado, que também poderá colher frutos”, analisa Vanessa.</p>
<p>“Natal antecipado”</p>
<p>Os entrevistados concordam que o evento esportivo funciona como uma espécie de Natal antecipado, já que as contratações de temporários é uma forma das empresas aumentarem o efetivo para conseguir suprir a demanda. “O emprego temporário é uma ótima oportunidade de inclusão no mercado de trabalho. Para as empresas, por exemplo, é um teste de experiência e para os profissionais, chance de efetivação. E, se não for imediatamente, os profissionais que se destacarem na função para qual foram contratados durante a Copa do Mundo, têm grandes chances de serem lembrados pelo contratante em vagas posteriores”, afirma o presidente da ABRH-Rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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