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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; tempo</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Como valorizar seu tempo para o bem da empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 17:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Produtividade versus perda de tempo, eis a questão – de novo. Os motivos de atrasos e distrações na rotina de trabalho aumentam em velocidade prodigiosa. Para quem está começando um negócio, com dinheiro contado e pouca gente (ou nenhuma) para ajudar, a questão pode se tornar de vida ou morte (da empresa, bem entendido). Por isso, nunca é demais voltar ao assunto e pedir ajuda aos especialistas. Foi o que fez Jane Porter, blogueira do site da revista Entrepreneur . Ela identifica sete armadilhas em que caímos facilmente e sugere como parar com isso.</p>
<p><strong>1. Você se deixa soterrar por tarefas administrativas. </strong>Muita gente não gosta de lidar com trâmites financeiros ou fazer atualização de sites. Normal. O problema é perder horas com isso, boa parte delas inventando desculpas para si mesmo e evitando pôr a mão na massa. Pagar alguém para fazer essas tarefas acaba saindo mais barato.</p>
<div class="saibamais componente_materia">
<p><strong>2. Você deixa pequenos afazeres para depois.</strong> Por que não pagar uma conta ou responder um email assim que chegam? É muito mais eficiente, mas costumamos deixar para depois, achando que há coisa mais urgente para fazer. Cálculo errado.</p>
</div>
<p><strong>3. Você pajeia funcionários. </strong>Alguns subordinados pedem atenção constante, e seus chefes acabam correspondendo por temerem que o trabalho não seja feito a tempo. Pode parecer cruel, mas se esse funcionário não parece pronto para ganhar a autonomia necessária, é melhor dispensá-lo.</p>
<p><strong>4. Você se deixa levar por emergências diárias.</strong> Ficar apagando pequenos incêndios o dia todo consome o tempo que deveria ser dedicado a pensar em estratégias para fazer o negócio progredir. Se não for possível delegar, pelo menos tire um período diário para se dedicar às prioridades.</p>
<p><strong>5. Você lida com as redes sociais caoticamente. </strong>Hoje quase todo mundo fica algum tempo interagindo no Facebook, no Twitter ou coisa parecida. E, no que se refere a produtividade, todo mundo lamenta que gasta tempo demais com isso. O remédio é estabelecer objetivos claros. As redes sociais fazem parte da estratégia de marketing da empresa e devem ser administradas para dar resultados.</p>
<p><strong>6. Você tenta inventar a roda. </strong>Muitas vezes insistimos em tentar reavivar projetos ultrapassados ou que já não deram certo, mas nos recusamos a admitir. Seja franco consigo mesmo, avalie se eles realmente merecem seu tempo e, se for o caso (geralmente é), esqueça.</p>
<p><strong>7. Você é levado pelos clientes a repetir sempre a mesma coisa. </strong>Se isso acontece, pense em criar textos-padrão para serem usadas em emails, consultas de serviços, faturas, pautas de reuniões etc.</p>
<p>Fonte: <em>http://revistapegn.globo.com/</em></p>
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		<title>Otimizar tempo garante a colaboradores crescimento profissional.</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/12/otimizar-tempo-garante-a-colaboradores-crescimento-profissional/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 19:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[concentração]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.</p>
<p>&#8221; O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade devida&#8221;, explica o diretor executivo da Innovia Training &amp; Consulting Ricardo Barbosa.</p>
<p>Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. O diretor da Innovia detalha pontos que potencializam estas dificuldades:</p>
<p><strong>• Ausência de foco &#8211;</strong> O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;<br />
<strong>• Falta de concentração na tarefa em execução &#8211;</strong> o colaborador leva para empresa problemas pessoais, alem de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;<br />
<strong>• Ausência de planejamento &#8211;</strong> Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;<br />
<strong>• Acomodação que gera desmotivação &#8211;</strong> Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;<br />
<strong>• Procrastinação &#8211;</strong> deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;<br />
<strong>• Refém de ferramentas tecnológicas &#8211;</strong> as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).</p>
<p>Por outro lado Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. &#8221; O descanso é fundamental para que se possa ser produtiva. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)&#8221;.</p>
<p>A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. &#8220;Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos&#8221;, alerta o diretor da Innovia.</p>
<p>Veja as principais dicas para que um colaborador otimize seu tempo:<br />
<strong>• Estabelecer prioridades;</strong><br />
<strong>• Disciplinar reuniões;</strong><br />
<strong>• Disciplinar horários para conversas;</strong><br />
<strong>• Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos;</strong><br />
<strong>• Classificar atividades que são importantes e urgentes;</strong><br />
<strong>• Evitar acumular funções que não sejam suas.</strong><br />
<em>Por Ricardo Barbosa &#8211; diretor executivo da Innovia Training &amp; Consulting, além de Engenheiro de Produção formado pela Universidade Paulista &#8211; UNIP, pós-graduado em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini da Universidade de São Paulo – USP, especialista em Project Management pela Fundação Getúlio Vargas – FGV/SP e possui o certificado pelo PMI (Project Management Institute) como PMP (Project Management Professional), Professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst &amp; Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.innovia.com.br/</em></p>
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		<title>8 passos para transformar uma demissão em boa notícia</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/8-passos-para-transformar-uma-demissao-em-boa-noticia/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 18:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido. “A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido.</p>
<p>“A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar a procurar outro trabalho”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, diretor da 4hunter.</p>
<p>Se o processo de demissão foi obscuro ou envolto em conflitos profissionais, esta fase de desesperança tende a ser mais longa, segundo Ferreira.</p>
<p>No entanto, se não dá para mudar a atitude do (ex) chefe ou do porta-voz do fim do contrato de trabalho, é possível controlar a sua reação e os próximos passos a partir deste momento.</p>
<p>São eles que serão cruciais para que a demissão se transforme em uma boa notícia para sua carreira e que a frase &#8220;foi a melhor coisa que poderia ter acontecido&#8221; vire rotina em seu discurso.</p>
<p>Afinal, nada melhor do que responder à situação com um novo emprego mais adequado aos seus objetivos de carreira. Confira, então, o plano de ação sugerido por especialistas para dar esta virada na sua vida profissional.</p>
<p><strong>1º passo &#8211; Reflita</strong></p>
<p>“De cabeça quente, ninguém toma uma decisão razoável”, diz o diretor da 4hunter. Por isso, use estes primeiros dias após a notícia para refletir sobre o que levou a situação a este ponto. Não aja ainda, reflita.</p>
<p>Em alguns casos, uma demissão pode sinalizar que você não estava no caminho certo de carreira. “Toda mudança tem riscos, mas traz também desenvolvimento e crescimento”, diz Felipe Brunieri, headhunter da Talenses.</p>
<p>Ele recomenda que o profissional estruture mentalmente o que aconteceu e liste quais aspectos que precisam ser desenvolvidos.“Em processos seletivos, isso será perguntado é melhor que o profissional saiba explicar o que ocorreu”, diz Brunieri.</p>
<p><strong>2º passo &#8211; Use o tempo a seu favor</strong></p>
<p>A reflexão pode indicar alguns pontos que devem ser desenvolvidos. É certo que, estando empregado, o tempo era mais curto.</p>
<p>Por isso, que tal usar o relógio a seu favor e buscar o aprimoramento profissional que julgar adequado? Se a situação financeira (ainda) for confortável, invista em você.</p>
<p>Mas cuidado, não saia se inscrevendo em qualquer curso que encontrar. Seja estratégico. “Inscrever-se em 10 cursos para falar que não está desatualizado, em minha opinião, é placebo”, diz Ferreira.</p>
<p>Melhor, diz ele, é fazer opções por locais com potencial para expandir a rede de contatos. “Para nem levar caderno, só cartão de visita”, brinca o especialista.</p>
<p>Tenha agenda livre para as eventuais entrevistas que surgirem e também para poder se dedicar a pesquisar empresas para as quais gostaria de trabalhar.</p>
<p><strong>3º passo &#8211; Faça networking</strong></p>
<p>Da sua rede de contatos é que podem surgir boas oportunidades profissionais. Retome relacionamentos e deixe o mercado a par da sua disponibilidade.</p>
<p>“A parte boa de estar desempregado é que as pessoas vão saber disso e algumas estarão dispostas a ajudar, o que facilita o acesso a oportunidades que não apareceriam caso ele ainda estivesse empregado”, diz Brunieri. Aposte nonetworking.</p>
<p><strong>4º passo &#8211; Atualize seu currículo</strong></p>
<p>Atualize as informações do seu currículo. Objetivo, conciso e sólido em conteúdo. É assim que deve ser o documento que vai abrir as portas para as entrevistas de emprego.</p>
<p>Em linhas gerais ele deve conter seus dados, sua formação, empresas pelas quais passou, cargos e projetos. “Não é escrever 7 páginas”, diz Ferreira. Dependendo do momento de carreira, é possível optar por diferentes modelos de currículo.</p>
<p><strong>5º passo &#8211; Analise o mercado</strong></p>
<p>Antes de começar a enviar o currículo, faça uma análise do funcionamento do seu mercado. As contratações ocorrem por meio de indicação? Existem consultorias de recrutamento que atuam na sua área?</p>
<p>“Cuidado para não tratar o seu currículo como lixo. Não adianta mandá-lo para 700 pessoas aleatoriamente e depois não entender porque nada acontece”, diz Ferreira.</p>
<p><strong>6º passo &#8211; Pergunte antes de enviar o currículo</strong></p>
<p>Escolha algumas pessoas mais próximas e pergunte se pode enviar o seu currículo para elas. Podem ser pessoas com as quais já trabalhou ou mesmo clientes com quem você tem um bom relacionamento, segundo Ferreira.</p>
<p><strong>7º passo &#8211; Entre em contato com headhunters e consultorias</strong></p>
<p>Se existem consultorias focadas na sua área de atuação, cadastre seu currículo, mas tente ir além. Verifique se há alguma oportunidade profissional em que o seu perfil se encaixe e mande uma mensagem para o headhunter para saber qual o caminho sugerido para se candidatar à vaga.</p>
<p>Mas Brunieri faz um alerta: &#8221; não se inscreva para toda e qualquer oportunidade anunciada&#8221;. Segundo ele, quem faz isso dá claros sinais de desespero e as chances de não ser levado a sério pelos recrutadores são grandes.</p>
<p><strong>8º passo &#8211; Tome cuidado com a ansiedade</strong></p>
<p>O risco maior para quem está desempregado é aceitar a primeira oportunidade profissional que aparece, só para deixar no passado o desemprego. “O problema de quem quer se recolocar rápido demais é fazer um movimento errado”, diz Brunieri.</p>
<p>Por isso antes de aceitar uma proposta, analise o escopo de trabalho, colete informações de pessoas que trabalharam na empresa e embase sua decisão nestes e em outros aspectos que julgar importantes, como salário e qualidade de vida.<br />
<em>Por Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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