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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; tecnologia</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Novas tecnologias definem o futuro do RH.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 18:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As novas tecnologias digitais permitirão maior integração e flexibilidade, possibilitando aos colaboradores mais participação e capacidade para criar suas próprias experiências de trabalho. A conclusão é de Sandra Gioffi, líder da área de T&amp;OP – Talent &amp; Organization Performance da Accenture, uma empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing. Seu parecer se baseia em pesquisa recente da Accenture, que mostra também uma mudança definitiva do conceito de <a href="http://www.contemporanearh.com.br/noticias/as-redes-sociais-no-processo-de-recrutamento">RH</a> como é conhecido na atualidade.</p>
<p>Sandra destaca, dentre essas mudanças que transformarão os <strong>Recursos Humanos</strong>, a descentralização da gestão de talentos “que deverá ser incorporada na estrutura e no dia a dia dos negócios, o que irá mudar definitivamente o conceito de RH que conhecemos atualmente”. O estudo aponta que os novos talentos da equipe podem gerenciar mais sua carreira, o que inclui a possibilidade de uso de games em muitos estágios do processo de gestão de RH (<a href="http://www.contemporanearh.com.br/noticias/analista-de-rh-afirma-temos-de-sair-do-feijao-com-arroz">recrutamento</a>, treinamento, busca por talentos e gerenciamento de performance).</p>
<p>“O ambiente digital tende a modificar radicalmente a área de RH nos próximos 10 anos e redefinirá o futuro dessa atividade, a qual deverá ter seus processos específicos diluídos, passando a atuar de forma mais integrada com outras áreas, como a de TI, por exemplo”, prossegue a análise de Sandra.</p>
<p><strong>Disruptura, uma nova palavra nos dicionários</strong></p>
<p>Essa constante inovação transformadora no ambiente de trabalho traz uma nova palavra nos dicionários tradicionais: a disruptura digital, um termo que teve origem a partir do best-seller “Digital Disruptive”, do pesquisador James McQuivey, da Forrester Research. Segundo ele, esse impacto tecnológico, da era dos dispositivos, proporciona transformações disruptivas, com as quais o profissional se torna mais independente na gestão de sua carreira.</p>
<p>Na previsão da Accenture, cinco tendências irão transformar a área de Recursos Humanos:</p>
<p>1) Dados e integração serão soberanos;</p>
<p>2) O digital dará poder e capacidade de gerenciamento às pessoas;</p>
<p>3) Aplicativos para gerenciar perfis encontrarão espaço nas empresas;</p>
<p>4) Digital irá permitir a gestão personalizada de talentos;</p>
<p>5) Cloud computing irá permitir maior flexibilidade e agilidade de gestão.</p>
<p>Para o negócio, segundo a consultoria, os impactos principais da disruptura digital transformarão a gestão de talentos em uma atividade diária para cada empregado e cada gerente. Além disso, a informação e a tomada de decisões migrarão para os colaboradores. A consequência é que os processos de gestão de pessoas irão resultar em melhores serviços para o negócio e as práticas para talentos irão desempenhar um papel mais importante nas capacidades estratégicas das empresas.</p>
<p>Diante dessa transformação nos negócios, os pesquisadores do Accenture Institute of High Performance redefiniram da seguinte forma a nova área de RH:<br />
<strong>1)</strong> Estrutura e dimensão serão redefinidas. Os profissionais de RH deixarão de executar algumas de suas funções atuais, passando a atuar mais próximos de outras áreas.</p>
<p><strong>2)</strong> A atividade principal será transformada. O RH deverá incorporar outras habilidades, como marketing, ampliando sua presença em diferentes áreas da empresa e reduzindo sua atuação específica como conhecemos hoje (parte delas, transferida para os próprios empregados, com apoio de ferramentas como games, por exemplo). “Com isso, terá capacidades para analisar dados de colaboradores e desenvolver ofertas e ações customizadas aos talentos, além de educar os colaboradores com relação aos processos envolvendo recursos humanos e talentos.”</p>
<p><strong>3)</strong> Os profissionais de RH serão capacitados para avaliar e gerenciar aplicativos externos e para construir interfaces entre eles, os dados que gerarem e os sistemas próprios da organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernando Porto</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Tecnologia: 9 regras que preservam sua imagem</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2014 12:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Pode atender ligação do marido durante a reunião com o chefe? E se for da escola do filho? E responder e-mail de cliente? A tecnologia é, sim, uma maravilha, mas a sensação de urgência e disponibilidade que ela causa acaba deixando muita gente confusa, sem saber o que é razoável e o que é totalmente inadequado fazer em determinados momentos. Se você costuma se sentir assim, veja estas recomendações da consultora de imagem Renata Mello para evitar constrangimentos.</p>
<p><strong>1 –</strong> O celular do colega está tocando insistentemente. Pode atender? “Não”, diz Renata, categoricamente. A dúvida é comum, ela afirma, principalmente quando a pessoa vê que quem está chamando é alguém que ela conhece. “Ela pensa que, como é o marido da colega, que ela conhece, pode atender e dizer que ela saiu para o almoço”, explica. A atitude aparentemente simpática, no entanto, é desaconselhável. Primeiramente porque celular é um aparelho pessoal, que não deve ser atendido por outra pessoa, a menos que o dono peça formalmente.</p>
<p><strong>2 –</strong> Deixar o celular tocar alto. É meio óbvio, mas muita gente acaba desrespeitando essa regra básica de convivência corporativa. O volume do toque do seu aparelho tem de ser baixo, de preferência para só você ouvir, sem incomodar os colegas. O ideal mesmo é deixar o aparelho em vibracall. Se estiver esperando uma ligação urgente, mantenha-o por perto, simplesmente, e não em alto e bom som.</p>
<p><strong>3 –</strong> Outra regra relacionada a barulho é a utilização do viva-voz, tanto no celular quanto no fixo. “Muita gente utiliza esse recurso, por exemplo, para fazer ligações e esperar até que alguém responda do outro lado”, diz Renata. Pode não parecer, mas o barulho incomoda e tira a concentração.</p>
<p><strong>4 –</strong> Atender ligações durante uma reunião também não é coisa muito recomendável. A menos, claro, que seja caso de urgência ou que você esteja esperando uma resposta ou uma informação para alguma atividade profissional. “Se for o caso, antes da reunião, avise que talvez tenha de se ausentar um pouco para atender a uma chamada”, recomenda Renata. Fora casos desse tipo, tente evitar sempre que possível. A mesma regra vale para um almoço com o chefe ou com clientes. “É preciso fazer uma peneira para saber o que é urgente e o que não é e, de qualquer modo, tentar ser breve na chamada.”</p>
<p><strong>5 –</strong> As redes sociais também acabam gerando saias justíssimas no trabalho. Com elas, todo cuidado é pouco. Para começar, a dica de Renata é não sair adicionando todo mundo do trabalho ao Facebook ou Instagram. “No LinkedIn tudo bem, porque é mesmo uma rede profissional”, diz ela.</p>
<p><strong>6 –</strong> Nas reuniões, por favor, tome cuidado com o que você faz. Evite entrar nas redes. Se for inevitável (sim, há reuniões muito longas, em que muito se discute e nada se resolve), tente não curtir nada e, principalmente, não postar qualquer comentário, sobre a reunião ou qualquer outra coisa que esteja na sua mente. Lembre-se de que alguém sempre estará vendo o que você faz. “Curtir qualquer coisa no horário da reunião deixa claro que você não estava prestando atenção”, diz Renata. Mais perigoso ainda, claro, é fazer um comentário sobre o quanto se perde tempo em encontros desse tipo ou sobre algum ponto que está sendo discutido. Isso, além de pegar mal, pode trazer efeitos mais sérios, como uma advertência.</p>
<p><strong>7 –</strong> Outro ponto lembrado por Renata, também relacionado ao uso das redes sociais, é ter o cuidado de não ficar postando ou curtindo ou comentando qualquer coisa em momentos em que você deveria estar “indisponível”. “Por exemplo, se você recusou o convite para um almoço ou uma reunião e disse que tinha outro compromisso, não se esqueça disso nas redes ou poderá cair em contradição”, alerta.</p>
<p><strong>8 –</strong> Comentários que demonstrem sua insatisfação com o trabalho também devem ser evitados, mesmo que sejam feitos em tom de brincadeira. “Por exemplo, um colega vai tirar férias e você posta que ele é um sortudo”, diz Renata. Pode ate ser brincadeira, mas, se alguém mal intencionado ler pode entender que você não está feliz ali…</p>
<p><strong>9 –</strong> Ouvir música no trabalho pode fazer você render muito, mas também deve ser feito com moderação. O ideal é deixar o volume baixo o suficiente para perceber se alguém falar com você ou chamar o seu nome. Também não é bom negócio passar o dia todo com os fones no ouvido. Isso pode parecer um aviso antipático de “não perturbe”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Escrito por: Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: www.vagas.com.br</em></p>
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