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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; talentos</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Empowerment: o que é e como aplicá-lo na sua empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 19:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[empoderar]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos. Quando se fala em gestão organizacional, uma prática bastante recorrente é o Empowerment. Também conhecido como Empoderamento, o Empowerment&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos.</strong><br />
Quando se fala em gestão organizacional, uma prática bastante recorrente é o Empowerment. Também conhecido como Empoderamento, o Empowerment se apresenta como um revolucionário modelo de gestão de pessoas, pautado na motivação genuína e na autonomia dos indivíduos.</p>
<p>Em poucas palavras, esse termo se resume ao fortalecimento do poder decisório dos profissionais, de modo que resultados excepcionais sejam alcançados na empresa. Quer saber mais sobre Empoderamento e como sua aplicação é capaz de mudar os rumos do seu negócio? Então continue conosco!</p>
<p><strong>PARA COMEÇO DE CONVERSA: O QUE É EMPOWERMENT?</strong><br />
Nas organizações, o significado de Empowerment diz respeito a liberar habilidades, energia e conhecimento, assumindo a responsabilidade pelo trabalho e agindo com mais autoridade e autonomia após ter sido designado para isso. A partir do Empoderamento, os colaboradores passam a se relacionar de maneira diferente com as suas atribuições e a demonstrar mais compromisso na execução das tarefas.</p>
<p><strong>ALÉM DA SIMPLES DELEGAÇÃO DE TAREFAS</strong><br />
O Empowerment não deve ser confundido com a mera delegação de tarefas, tampouco ser baseado no estilo tradicional de gerenciamento ODS (Organizar, Delegar e Supervisionar). Empoderar vai além, pois atinge a esfera do comprometimento e responsabilização. Nesse conceito, é preciso que os profissionais se sintam parte do negócio, membros diretamente responsáveis pelo sucesso da empresa.</p>
<p><strong>O PODER DE CADA UM OU O PODER DA COLETIVIDADE?</strong><br />
O Empoderamento acontece individualmente, mas ganha dimensões mais profundas na coletividade. Em outras palavras, ele deve ser compartilhado e construído por meio da cooperação e engajamento do todo. Só assim essa prática encontra seu real sentido.</p>
<p>Na essência e na prática, o Empowerment envolve a descentralização de poderes na escala organizacional, conferindo autoridade e autonomia para funcionários situados em diferentes níveis hierárquicos. Cumpre ressaltar que mesmo realizando funções distintas, os colaboradores devem caminhar com um só propósito e em uma única direção: o sucesso geral da empresa.</p>
<p><strong>O EMPOWERMENT COMO CATALISADOR DE TALENTOS</strong><br />
Toda e qualquer organização que quer se destacar em seu nicho deve ser composta por profissionais com múltiplos talentos. O Empowerment é uma excelente estratégia para fazer com que esses talentos sejam despertados, reconhecidos e valorizados. É um verdadeiro processo de catálise, no qual o potencial criativo é combinado ao capital intelectual a fim de acelerar transformações significativas na empresa.</p>
<p><strong>EMPOWERMENT NÃO É EXCLUSIVIDADE DOS LÍDERES</strong><br />
Quando se fala em Empowerment, é praticamente impossível não associar essa prática à cultura organizacional e liderança. No entanto, essa abordagem de trabalho está longe de ser uma exclusividade dos líderes. O ideal é que o Empoderamento seja praticado por representantes de diferentes níveis hierárquicos. Quanto mais pessoas adotarem essa estratégia, melhor!</p>
<p>Por outro lado, as tarefas e responsabilidades não devem ser distribuídas aleatoriamente, especialmente se a equipe não estiver preparada. A implementação do Empoderamento é um processo gradual, que envolve diferentes fatores e não se dá da noite para o dia. Tenha paciência, caso contrário os resultados podem não ser os esperados.</p>
<p><strong>QUAIS VANTAGENS O EMPOWERMENT AGREGA AO SEU NEGÓCIO?</strong><br />
O Empowerment apresenta uma série de benefícios que contribuem bastante para o crescimento organizacional e sucesso nos negócios. Confira a seguir boas razões para mudar o modelo de gestão da sua empresa:</p>
<p>Foco no cliente;</p>
<p>Simplificação dos processos;</p>
<p>Equipe motivada e com autoestima elevada;</p>
<p>Redução de custos;</p>
<p>Direção alinhada aos objetivos, metas e estratégias;</p>
<p>Decisões mais rápidas;</p>
<p>Revelação de talentos;</p>
<p>Aumento da produtividade;</p>
<p>Agilidade na implementação de ações;</p>
<p>Sinergia entre os membros, gerando um ótimo ambiente organizacional.</p>
<p><strong>COMO APLICAR O EMPOWERMENT NAS EMPRESAS?</strong><br />
O potencial dos colaboradores deve ser bem aproveitado pelas organizações. A atribuição de responsabilidade e delegação de poderes viabiliza essa condição, sem deixar de lado a definição de metas e objetivos ou o estabelecimento de regulamentos e normas. É importante lembrar que Empowerment não está limitado a instituir líderes e nem a simplesmente constituir novas equipes. Empoderar é compreender a equipe já formada como força absoluta para pensar, agir e transformar (positivamente) o negócio, auxiliando os superiores na gestão ‘compartilhada’ da empresa. Veja a seguir os passos para tornar o Empoderamento uma realidade na sua organização:</p>
<p>Identificar o estágio e as causas da dependência organizacional;</p>
<p>Criar estratégias para provocar mudanças no estilo de gestão, transformando profissionais ‘dependentes’ em profissionais empreendedores;</p>
<p>Fazer com que todos entendam a importância da autonomia, responsabilidade e autoridade nos processos organizacionais;</p>
<p>Estabelecer prazos e metas, pois isso ajuda na formação de times autogerenciáveis;</p>
<p>Investir em educação corporativa (cursos, treinamentos e palestras) com foco no Empowerment;</p>
<p>Atribuir responsabilidades de acordo com os talentos, competências e habilidades de cada profissional;</p>
<p>Acompanhar e avaliar os resultados.</p>
<p>Empoderar é acreditar, influenciar e dar poder para realizar e transformar. Isso se reflete não só no trabalho, mas na vida de quem é empoderado. Diante disso, é fundamental que o Empowerment faça parte da cultura organizacional das empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Equipe Veler</em><br />
<em>Fonte: http://veler.com.br/</em></p>
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		<title>E você, líder empreendedor, já enfrentou o desafio de reter talentos?</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2014 18:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[líder]]></category>
		<category><![CDATA[talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Descubra quais processos de gestão de pessoas precisam continuar, começar ou deixar de acontecer na sua empresa para que você consiga reter os talentos que você selecionou. ATRAIR É SÓ O COMEÇO&#8230; DESAFIO MESMO É CONSEGUIR RETÊ-LOS! – Como liderar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra quais processos de gestão de pessoas precisam continuar, começar ou deixar de acontecer na sua empresa para que você consiga reter os talentos que você selecionou.</p>
<p><strong>ATRAIR É SÓ O COMEÇO&#8230; DESAFIO MESMO É CONSEGUIR RETÊ-LOS!</strong> – Como liderar num mundo “VUCA” e vencer a guerra por talentos.</p>
<p>Nas minhas conversas com empreendedores de todos os segmentos e tamanhos um tema é sempre recorrente: a dificuldade em identificar e atrair as pessoas certas para o negócio!</p>
<p>É verdade que atrair talentos esta cada vez mais difícil para qualquer empresa, a concorrência é grande&#8230; Basta analisarmos as últimas estatísticas a respeito do mercado de Trainees no Brasil. São algumas centenas de empresas disputando talentos, salários iniciais bem atrativos e a promessa de assumir uma posição de liderança em 18 ou 24 meses!</p>
<p>Mas como concorrer neste mercado? Como atrair o tão sonhado perfil orientado a resultados, o profissional com “senso de dono”, ou o “PSD” – <em>Poor, Smart, Deep Desire to Get Rich</em> como Jorge Paulo Lemann batizou o perfil de seus talentos?</p>
<p>Imagino que alguns já pensaram na resposta:</p>
<p>“<em>Buscando profissionais que já venham de uma cultura de meritocracia reconhecida, que trabalhem com foco em metas e estejam acostumados a salário baixo e bônus gordo</em>”.</p>
<p>“<em>Desenhando um modelo de remuneração variável agressivo, que atraia o profissional de alta performance, disposto a tomar riscos e que permita a empresa ser competitiva em termos salariais sem onerar a folha de pagament</em>o”.</p>
<p>A resposta pode ser simples, mas o caminho a percorrer para se chegar lá nem tanto&#8230;</p>
<p>Não é raro o caso de empreendedores que se desdobram para estruturar uma proposta salarial atrativa, contratam o profissional que tanto sonham e alguns meses depois concluem que por mais perfeito que o plano pudesse parecer, não esta dando certo&#8230;</p>
<p>Triste constatação: o profissional de alta performance não performa como esperado.</p>
<p>Neste momento as mais variadas razões (ou seriam desculpas?) surgem: O profissional não se adaptou a dinâmica do negócio&#8230; Não esta acostumado em empresa pequena, sem estrutura, sem recursos&#8230; Não tem flexibilidade&#8230; É muito “trator”, quer fazer do seu jeito&#8230; Não conseguiu conquistar o time, etc&#8230;</p>
<p>Sem querer ser simplista, meu diagnóstico é de que a principal causa de insucesso nestes processos de Recrutamento e Seleção é que poucos são os líderes empreendedores que pensam, planejam e executam a Gestão Estratégica de Pessoas.</p>
<p>Fazer a Gestão Estratégica de Pessoas significa implantar na sua empresa processos e políticas INTERDEPENDENTES, desenhados com base na estratégia e na cultura que se quer construir, endereçando as distintas etapas do “ciclo de vida” das pessoas em uma organização. Veja a figura abaixo.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/c0d1aa6dec420c370fbca45e1ade56e10a574e7fa45ac6a9fa7b3095fe5e7982_g5f4o_big.jpg"><img class="  wp-image-199 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/c0d1aa6dec420c370fbca45e1ade56e10a574e7fa45ac6a9fa7b3095fe5e7982_g5f4o_big-274x300.jpg" alt="c0d1aa6dec420c370fbca45e1ade56e10a574e7fa45ac6a9fa7b3095fe5e7982_g5f4o_big" width="341" height="373" /></a></p>
<p>Ao vivenciarmos os processos inseridos em cada etapa do ciclo acima e a interdependência entre eles, constatamos que o sucesso ou o fracasso de uma etapa pode residir na falta (ou inadequação) de outro. Portanto, é importante termos em mente que imediatamente após a ATRAÇÃO, a RETENÇÃO passa a ser o desafio!</p>
<p>Para obter sucesso e conseguir não só atrair, mas principalmente reter na sua empresa este profissional com “senso de dono”, que realmente acredita numa cultura de meritocracia, o líder empreendedor enfrentará alguns desafios. Será necessário se ajustar a uma nova forma de liderar pessoas, adquirir novos comportamentos, implantar e/ou adaptar processos de gestão, entre eles:</p>
<p><strong>Dar autonomia e aceitar o novo</strong>&#8211; explique, oriente, mas dê liberdade para o outro escolher o caminho. Esteja aberto para um novo formato de relatório, de reunião, de relacionamento. Lembre-se, cada um tem um jeito de fazer as coisas.</p>
<p><strong>Admitir erros</strong> &#8211; errar faz parte do processo de aprendizagem, de evolução e de amadurecimento do novo profissional na sua empresa. Para realmente tirar proveito destas experiências estimule a implantação de rituais que permitam a análise/reflexão das “lições aprendidas”.</p>
<p><strong>Definir metas e objetivos claros e factíveis</strong>– foco, foco, foco. Quem tem objetivos demais, não tem nenhum. Invista tempo no planejamento, na definição e na priorização de metas.</p>
<p><strong>Avaliar o desempenho (da empresa e do indivíduo)</strong> – implante “ritos de gestão” que facilitem o acompanhamento periódico e estruturado dos resultados, criando assim uma disciplina de metas na organização. Mas antes disto, não esqueça que é fundamental a existência de sistemas de informações que permitam o levantamento da situação atual, o estabelecimento de desafios/metas e o acompanhamento da evolução destes indicadores.</p>
<p><strong>Praticar o feedback constante e orientar (dar coaching)</strong> – sempre que os resultados ou os comportamentos do novo profissional não estiverem dentro do esperado, não refletirem os Valores e a Cultura que você quer construir ou preservar, chame-o para uma conversa, explique o impacto e as consequências deste comportamento. Cada empresa tem seu “DNA”, tem seus “códigos” (muitas vezes não verbalizados), portanto é fundamental investirmos tempo na integração e na orientação de quem esta chegando.</p>
<p><strong>Ter uma Estratégia de Remuneração Variável</strong>&#8211; implante programas de participação nos resultados que reconheçam a contribuição individual diferenciada (performance superior), que tenham regras claras e sejam transparentes quanto a quem serão os elegíveis – aplicável a todos os elegíveis, e não somente a alguns poucos privilegiados. Afinal, se este é um elemento de motivação para o profissional que acaba de ser contratado, ele certamente vai querer usá-lo para motivar seu time também!</p>
<p>E você líder empreendedor, já enfrentou o desafio de reter talentos? Esta disposto a fazer diferente? Considerando os comportamentos e processos descritos acima, quais deles você irá CONTINUAR a fazer, COMEÇAR a fazer e DEIXAR de fazer?</p>
<p>Bob Johansen, autor de “Leaders Make the Future – The new Leadership Skills for an Uncertain World”, fala sobre as dificuldades de se liderar num mundo cada vez mais “VUCA” – a sigla em inglês para Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo. Gerenciar pessoas e negócios neste ambiente requer dos líderes uma série de novas competências, e dentre estas uma surge como fundamental: Agilidade de Aprendizado &#8211; a capacidade de <strong>DESAPRENDER, ADAPTAR E APRENDER</strong> a cada dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Ana Bampié mentora e consultora em Gente &amp; Gestão.</em></p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Como atrair os melhores talentos para sua empresa</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/10/como-atrair-os-melhores-talentos-para-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2013 17:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[potencial]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O valor do conhecimento e dos “talentos” para as organizações e como fazer isso gerar resultados são o assunto desta entrevista com a especialista Sandra Betti. “O capital humano de uma empresa está intrinsecamente ligado aos seus talentos, aos profissionais&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O valor do conhecimento e dos “talentos” para as organizações e como fazer isso gerar resultados são o assunto desta entrevista com a especialista Sandra Betti.</p>
<p>“O capital humano de uma empresa está intrinsecamente ligado aos seus talentos, aos profissionais que se destacam por terem alto potencial e alto desempenho”, destaca a especialista em assessment center, identificação de talentos, desenvolvimento gerencial e team building, Sandra Betti. Para ela, esse tipo de profissional é capaz de transformar o ambiente de trabalho e gerar resultados concretos. E atraí-lo é possível mesmo para as pequenas organizações, desde que saibam proporcionar autonomia, reconhecimento e propósito. Confira a seguir.</p>
<p><strong>Endeavor</strong>: Qual é a relação entre o aprendizado individual e o capital intelectual de uma empresa?<br />
<strong>Sandra Betti</strong>: Existe uma estreita relação entre o capital humano das organizações e o aprendizado dos indivíduos. O capital humano de uma empresa está intrinsecamente ligado aos seus talentos, aos profissionais que se destacam por terem alto potencial e alto desempenho. Aqueles que demonstram elevada capacidade de aprendizagem, de resolução de problemas, de adaptação, de tomada de decisões, de compreensão e de adaptação. Pessoas capazes de transformar positivamente os ambientes, com sua competência, comprometimento e atitudes positivas, gerando equipes de alta performance.</p>
<p><strong>E</strong>: Como fazer bom uso desses conhecimentos?</p>
<p><strong>S.B.</strong>: O mais importante no aprendizado não é a mera aquisição dos conhecimentos, é a aplicação efetiva e a transformação em resultados. É fundamental também nos lembrarmos que no aprendizado 70% das ações devem ser o mais práticas e vivenciais que for possível. Por exemplo, se você quiser aprender a nadar, não será tão sábio apenas ficar lendo como nadar. Temos que &#8220;entrar na piscina&#8221;, certo? E isto vale para competências como liderar times, falar inglês ou trabalhar com planilhas eletrônicas. E devemos procurar coaches (que podem ser gestores, pares ou até funcionários) internamente, dispostos a nos transmitir conhecimentos e experiências e estarmos prontos a assimilar estes conteúdos com avidez, flexibilidade, humildade e abertura.</p>
<p><strong>E</strong>: A empresa tem condições de criar oportunidades para incentivar essa atitude?</p>
<p><strong>S.B.</strong>: É importante que a empresa fomente e estimule as pessoas talentosas a otimizarem o seu potencial e a devotarem sua energia, criatividade e motivação ao trabalho. Para tanto, é importante que elas percebam propósito, que tenham autonomia e que se sintam proficientes no que fazem. As organizações devem procurar alocá-las em projetos estimulantes, interessantes, desafiadores e inovadores. Devem dar reconhecimento profissional e organizacional por suas conquistas, bem como crescentes níveis de responsabilidades e possibilidades concretas de aprendizagem. Devem ter uma administração orientada para o futuro, ter respeito à dignidade humana, valores elevados, aceitar e valorizar as diferenças e diversidades, valorizar a cultura e o saber, reforçar ideias inovadoras e dar espaço e autonomia. E nunca (mas nunca mesmo!) ter uma cultura organizacional rígida e conservadora, estruturas burocráticas e punitivas, apego excessivo às normas, resistência a mudanças, gestores centralizadores, autocráticos e acomodados, comunicação difícil ou truncada, falta de diálogo, ambiente físico inadequado, insalubre ou estressante, cultura gerencial retrógrada, indefinição de objetivos, falta de monitoramento de resultados, desalinhamento das ações e dos objetivos, lideranças fracas e falta de empowerment. Todos estes fatores podem transformar príncipes e princesas em sapos&#8230;</p>
<p><strong>E</strong>: Como alocar essas pessoas?</p>
<p><strong>S.B.</strong>: As pessoas deveriam ser alocadas onde pudessem dar sua melhor contribuição. Onde pudessem &#8220;jogar&#8221; o seu melhor. E vários fatores são importantes: os talentos naturais destes profissionais, seus skills e conhecimentos, seus interesses, expectativas e aspirações. Quanto mais conhecermos as pessoas das nossas equipes, quanto mais próximos e conectados estivermos com elas, mais fácil será fazer este matching e estas negociações, para que tenhamos um esquema ganha-ganha onde todos saiam satisfeitos e realizados.</p>
<p><strong>E</strong>: Como isso se traduz em vantagem competitiva para a empresa?</p>
<p><strong>S.B.</strong>: Quanto mais talentos a empresa tiver em seus quadros, maior a probabilidade dela ter resultados expressivos e consequentemente se destacar com relação à concorrência, obtendo vantagens competitivas substanciais. Gente talentosa atrai gente talentosa, que traz resultados e faz o ciclo virtuoso se manter!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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