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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; sobrecarga</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Quando o trabalho faz adoecer</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 12:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos. Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam.&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.</strong></p>
<p>Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.<br />
Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.<br />
O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se ao longo da evolução humana o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.<br />
Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da Isma-Brasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gláucia Leal</em></p>
<p><em>http://www2.uol.com.br/</em></p>
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		<title>Depressão no Trabalho.</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 17:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[sobrecarga]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Grande parte das pessoas que sofrem de depressão não percebe que estão doentes e precisam de tratamento. A doença é carregada de estigmas e preconceitos, o que dificulta o acompanhamento clínico do caso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS),&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Grande parte das pessoas que sofrem de depressão não percebe que estão doentes e precisam de tratamento. A doença é carregada de estigmas e preconceitos, o que dificulta o acompanhamento clínico do caso.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Embora seja uma doença comum a muitos indivíduos, os sintomas são distintos de pessoa para pessoa. As características depressivas mais comuns são tristeza, desânimo, mudança repentina de humor e falta de produtividade no trabalho.</p>
<p>Dentre as causas de depressão pelas quais muita gente passa &#8211; e que todos os indicadores insistem em mostrar serem crescentes – está o fato de as pessoas se sentirem obrigadas a exercer atividades contrárias à sua natureza e pressionadas a obter desempenhos melhores a cada dia.</p>
<p>De acordo com os estudos do Ph.D em psicologia pela Universidade de Harvard, William Moulton Marston, todo ser humano é constituído por quatro fatores comportamentais: Dominância (indivíduos diretos e assertivos), Influência (indivíduos comunicativos e extrovertidos), Estabilidade (indivíduos organizados e estruturados) e Conformidade (indivíduos analistas e metódicos). Cada fator comportamental possui características e talentos indicados para determinadas atividades.</p>
<p>Entretanto, as pessoas frequentemente são convidadas a fazer atividades inversas a seus talentos. É como se fosse dito a elas: pegue o que você tem de melhor e jogue no lixo, pois vamos lhe exigir o que menos gosta. Essa situação demonstra o que é colocar a pessoa certa no lugar errado. Partimos do princípio que os profissionais são sempre pessoas certas, mas que podem estar em locais adequados ou inadequados a elas.</p>
<p>Uma solução para diminuir as causas de depressão, pelo menos no que diz respeito à inadequação comportamental no trabalho, é definir claramente a arquitetura comportamental dos cargos e buscar profissionais sintonizados com a atividade.</p>
<p>Atualmente, as pessoas vivem mais e o trabalho na vida moderna ocupa praticamente três quartos da vida dos indivíduos. Ou investimos mais na qualidade de vida dos trabalhadores, ajudando-os a se cuidarem, ou a eles adoecerão e a conta será alta para todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Jorge Matos, presidente da ETALENT.</em></p>
<p><em>Fonte: etalent.com.br</em></p>
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