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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; RH</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>7 lições para motivar e manter talentos no seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 16:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio: 1. Definir claramente os papéis e responsabilidades: Em uma startup todos acabam fazendo&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Matias Recchia lista sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio:</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;">
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">1. Definir claramente os papéis e responsabilidades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Em uma startup todos acabam fazendo de tudo, mas é preciso deixar claro que o &#8220;proprietário&#8221; é a chave. Ele cria transparência possível, para que todos saibam quem é responsável por cada iniciativa.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">2. Ouça tudo o que você puder:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Escute o que os membros da sua equipe têm a falar. Tire um tempo para saber suas opiniões sobre a empresa, o produto ou serviço em questão, como eles se sentem sobre seus trabalhos e o que está acontecendo em suas vidas pessoais. Muitas vezes, não temos que fazer nada de diferente; o fato de passar o tempo escutando faz a diferença.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">3. Comunique claramente as prioridades:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Como líder de uma empresa, provavelmente você terá que lidar com 20 coisas ao mesmo tempo. Entretanto, as prioridades devem estar muito bem definidas, sendo necessário comunicá-las e transmití-las através da organização. Tente não ter mais do que três grandes iniciativas de uma vez só. Se você precisar mudar de direção, comunique de forma proativa a mudança que deve ser feita e a razão de fazê-la.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">4. Encontre as desavenças e ataque-as de forma proativa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Uma pessoa que não está bem, pode contagiar o restante. Não permita que uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas que não estão felizes, contaminem o restante da empresa. Não tenha medo de deixar ir embora membros da equipe que são bons em nível de execução, mas não colaboram com um bom ambiente de trabalho.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">5. Deixe claro quais são as expectativas de cada função e a cultura que busca promover na empresa:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">há empresas onde a maioria das pessoas trabalham remotamente e funcionam perfeitamente, e há empresas que parecem um acampamento de férias onde todos os funcionários fazem o seu trabalho com êxito. Escolha qual cultura que você deseja criar e selecione as ferramentas para reforçar o caminho que você escolheu.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">6. Dedique um tempo para entender os tipos de personalidades que existem na sua equipe e explique a sua:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Alguns são hiperativos, outros calmos, alguns extrovertidos, outros introvertidos, alguns são organizados, outros sofrem de déficit de atenção. Entender as personalidades de cada um ajuda a saber como interagir melhor e evitar erros de interpretação. Uma boa ferramenta utilizada por várias organizações para determinar personalidades dinâmicas e melhorar trabalho em grupo é o Indicador Myers-Briggs .</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">7. Certifique-se de que membros da sua equipe se sintam valorizados:</span></strong><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> </span></span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Não existe uma fórmula mágica motivadora. E se há uma coisa que eu posso dizer é que a coisa mais importante em reter talentos é fazer com que as pessoas se sintam valorizadas. Há muitas maneiras de fazer isso, seja com reconhecimento público, recompensas monetárias ou apenas tomar o tempo para ter conversas frente a frente. Como em outros aspectos da vida, todos nós gostamos de nos sentir respeitados e relevantes.</span></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Por:</span><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> Matias Recchia</span></em><span class="apple-converted-space"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;"> &#8211; </span></span><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">CEO e cofundador da IguanaFix. Tem MBA pela Harvard Business School e também atuou como CEO da Vostu</span></em></p>
<p style="line-height: 15.75pt; background: white; margin: 0cm 0cm 18.0pt 0cm;"><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333;">Fonte: administradores.com.br</span></em></p>
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		<title>5 passos para que empresas, gestores e profissionais se inspirem</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na teoria o que mais pode ser visto são companhias que têm entre os seus valores as pessoas em primeiro lugar, gestores que buscam técnicas para motivar suas equipes e pessoas que procuram mostrar produtividade, compromisso e engajamento em suas carreiras.</p>
<p>Na prática, muitas vezes. o que se observa é um outro cenário, inúmeros profissionais se queixam das segundas-feiras, da falta de abertura de seus gestores e da carência de propósito em suas atividades profissionais; chefias centralizadoras preocupadas com a crise e com as metas não se abrem para o diálogo; e organizações com anseios de entregarem o resultado esperado a qualquer custo, seja em tempos prósperos ou difíceis, também se fecham.</p>
<p>O que é preciso ter em mente é que os recursos humanos são sim um valor agregado aos negócios, pois seu concorrente pode vir a ter o mesmo produto ou oferecer o mesmo serviço, porém jamais contando com o mesmo profissional que a sua empresa possui. E, segundo, uma frase que soa clichê, mas faz todo o sentido sempre: “inspiração vem dos outros, motivação vem de dentro de nós”. Ou seja, por mais boa vontade que uma companhia ou um gestor possam ter, eles não conseguirão motivar uma equipe, o que está ao alcance da própria organização e de um líder é auto motivar-se e inspirar seus liderados a se motivarem. Como?</p>
<p>São muitas as formas de inspirar profissionais a se engajarem, a primeira e a principal delas é que empresas, gestores e colaboradores precisam se unir por um objetivo comum, isto é, a junção de mentes e atitudes em prol de um mesmo fim é uma forma excelente para responder eficazmente aos estímulos negativos do ambiente, causados por crises, turbulências ou oscilações.</p>
<p>Por isso, as dicas abaixo são de grande utilidade tanto para companhias, como para gestores e profissionais:</p>
<p><strong>Incentive a cultura do conhecimento </strong>Uma empresa consegue estimular esse tipo de cultura investindo em treinamentos e cursos que, em muitos casos, podem ser realizados internamente ou entre departamentos. Um líder pode impulsionar sua equipe adotando o papel do mentor que transmite o conhecimento que tem, indica livros, filmes e cursos que aprimorem as competências técnicas e interpessoais. E cada profissional pode assumir uma postura altruísta de auxiliar seus pares na busca de um maior <em>know how</em> e para si mesmo.</p>
<p><strong>Fomente o diálogo </strong>A cultura do conhecimento leva a um caminho natural de um maior diálogo entre equipes, entre a instituição e seus gestores, entre os gestores e entre líder e liderados o que gera um ambiente mais sadio e produtivo. O interessante em se fomentar a ação do diálogo é de que ele venha acompanhado de transparência. É importante que: se mostre um quadro geral da companhia; se contextualize a situação real e qual o papel de cada um; aponte-se o que será feito para que os resultados sejam alcançados e, por fim, que cada um possa ouvir e falar.</p>
<p><strong>Mantenha um clima organizacional agradável </strong>O ambiente tanto físico como psicológico contribui para uma maior motivação de todos. Manter o espaço sempre limpo e organizado, buscar quebrar o gelo e não se deixar contaminar pelo mau-humor ou negativismo alheios auxiliam a manter o clima ameno. Por mais que a companhia não tenha um perfil informal, um ambiente de cordialidade e com intervalos de descontração tornam qualquer atividade mais prazerosa.</p>
<p><strong>Estimule a participação </strong>Instigar que os profissionais deem ideias, sejam eles líderes ou liderados, é uma maneira de motivar as pessoas. Mesmo que nem todas possam ser aplicadas e, seja explicado o porquê, compartilhar informações sempre torna o clima mais leve e motivador. Se possível, as melhores ideias podem receber algum tipo de incentivo ou recompensa que não necessariamente precisa ser monetária, pode ser uma folga ou alguma experiência (como visitar um outro escritório, a fábrica, um projeto social que a companhia apoie).</p>
<p><strong>Elogie em público, corrija em particular </strong>Fazer críticas construtivas e elogiar quando há um bom desempenho, por mais que seja delicado e haja a correria do dia a dia, é preciso que se encontre a melhor hora e o local para se fazer. Esta dica pode parecer exclusiva para líderes, mas para uma equipe que assume a cultura do conhecimento e perfil colaborativo, serve entre pares e de liderado para líder também. O fundamental é manter o respeito, a credibilidade e sempre se basear em fatos concretos. Falsos elogios podem soar muito pior do que sinceras correções.</p>
<p>Enfim, as ações que podem ser feitas para que se conquiste e, principalmente, se mantenha funcionários engajados, uma companhia com ambiente agregador e desafiante, gestores e equipes em busca de produtividade, motivação e compromisso são inúmeras. Que todos consigam enxergar a empresa como uma excelente oportunidade para aprender e ensinar, criando um ambiente de contínua evolução e incansável na busca pela excelência em todos os níveis.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.administradores.com.br/</em></p>
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		<title>Estabeleça boas práticas e alcance resultados positivos</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2015/07/estabeleca-boas-praticas-e-alcance-resultados-positivos/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 13:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>As pessoas não são o ativo mais importante de uma organização. O ativo mais importante de uma organização são as pessoas boas, comprometidas, capacitadas e éticas. Foi a partir deste século que as organizações passaram a se preocupar com questões&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas não são o ativo mais importante de uma organização. O ativo mais importante de uma organização são as pessoas boas, comprometidas, capacitadas e éticas. Foi a partir deste século que as organizações passaram a se preocupar com questões como capacitação, clima organizacional e valorização dos profissionais, tendo em vista agregar, no ambiente de trabalho, pessoas comprometidas com os rumos da empresa, bem como satisfeitas e felizes com o seu trabalho e no seu trabalho.</p>
<p>Uma pesquisa recente realizada pela FNQ e pelo SEBRAE com 1.163 empresários de micro e pequenas empresas mostrou que a gestão de pessoas é, sim, uma preocupação dos dirigentes: 73% dos pesquisados disseram reconhecer seus colaboradores pelas contribuições que realizam para inovação e 72% afirmaram investir na capacitação dos colaboradores. Em uma lista composta por oito itens, correspondentes aos Critérios de Excelência da Gestão, o Critério Pessoas recebeu o segundo maior investimento por parte das empresas analisadas, atrás apenas do Critério Clientes.</p>
<p>Hoje, as pessoas são consideradas elementos fundamentais para gerir e fortalecer as relações necessárias para a condução de qualquer negócio. É comprovado que as organizações que possuem práticas que visam o desenvolvimento humano conseguem aumento da motivação da força de trabalho e, consequentemente, melhores resultados financeiros e operacionais.</p>
<p>Uma empresa que possui boas práticas de gestão de pessoas define corretamente as funções e as responsabilidades do colaborador, seleciona-o e capacita-o para o exercício das funções e analisa os riscos e perigos do trabalho, bem como os fatores que afetam o bem-estar e a satisfação de cada um deles.</p>
<p>Para obter resultados nessa área, basta que a empresa adote alguns requisitos e passe a avaliar sua efetividade constantemente. Apresento, aqui, algumas dicas baseadas no Critério Pessoas do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG):</p>
<p>&#8211; aponte claramente as funções e responsabilidades dos colaboradores, pontuando a participação de cada um e promovendo a sinergia do trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; procure estabelecer e implantar um plano de cargos e salários e um programa de metas para o colaborador, com base no plano estratégico da empresa e nas competências de cada pessoa. Assim, é possível definir qual a participação de cada um nas estratégias gerais da empresa;</p>
<p>&#8211; destaque e incentive a autonomia dos seus colaboradores. Essa atitude auxilia na melhoria da motivação, no cumprimento de metas e nos resultados;</p>
<p>&#8211; promova feedbacks constantes, sistematize os processos de avaliação e implemente ações de melhoria;</p>
<p>&#8211; invista nas habilidades e nos conhecimentos dos colaboradores. Entender as suas competências auxilia no desenvolvimento de suas atividades diárias como forma de garantir a eficiência e o bom trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; promova programas de capacitação com base em um plano de carreiras e nas metas estipuladas pela organização. Incentive a busca pela constante capacitação e reciclagem do colaborador;</p>
<p>&#8211; considere as oportunidades para desenvolvimento de membros da equipe atual, promovendo a inserção de novas pessoas para o exercício das funções. Mas se for preciso contratar, tente levar em conta as necessidades para o cargo e para a maioria das funções previamente definidas;</p>
<p>&#8211; procure identificar, por meio de pesquisa de clima organizacional, os fatores que afetam o bem-estar, a motivação e a satisfação dos colaboradores. O completo entendimento do seu quadro de colaboradores é fundamental para que sejam desenvolvidos programas com foco na qualidade de vida e na cidadania, que estejam de acordo com as necessidades do colaborador e com as estratégias da empresa. As atividades, posteriormente desenvolvidas, auxiliam no aumento da produtividade, criando forças na busca por resultados;</p>
<p>&#8211; comunique-se com clareza para garantir ao grupo total assimilação dos valores e princípios da organização. É importante ouvir o que cada um tem a dizer. Procure estabelecer uma relação de confiança entre a liderança e o grupo e implante canais de comunicação entre a empresa e os colaboradores, sempre com base em relações de confiança e ética. A comunicação interna das estratégias, das metas e dos seus indicadores e planos de ação é vital para o engajamento das pessoas na causa comum;</p>
<p>&#8211; utilize práticas de remuneração, reconhecimento e incentivo para estimular a organização no sentido de alcançar metas. Elas são importantes propulsores da motivação dos colaboradores. Os ajustes salariais, alinhados ao plano de carreira, servem como prova do reconhecimento dos funcionários, estimulando-os a apresentar contribuições significativas à organização permanentemente.</p>
<p>Fonte: <em>http://fnq.org.br/</em></p>
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		<title>Tendências em Gestão de Pessoas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 20:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[capacidades]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>As organizações enfrentam a cada dia mais desafios relacionados à gestão de pessoas e, nos próximos anos, questões envolvendo este tema poderão determinar a capacidade das empresas de atingir os seus objetivos de negócio. Neste mundo, onde o que precisa&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As organizações enfrentam a cada dia mais desafios relacionados à gestão de pessoas e, nos próximos anos, questões envolvendo este tema poderão determinar a capacidade das empresas de atingir os seus objetivos de negócio.</strong></p>
<p>Neste mundo, onde o que precisa ser feito depende de indivíduos, que necessitam articular-se e atuar de modo a obter resultados diferenciados a cada momento e fazer sempre mais com menos, a função de RH tem se mostrado, cada vez mais, uma área com grande impacto no negócio.</p>
<p>Para agregar valor, RH precisa focar no tratamento de desafios estratégicos relacionados a gestão de pessoas, tais como o crescimento sustentado do negócio, o desenvolvimento de novas competências organizacionais, a escassez de mão-de-obra qualificada, a mudança constante, a gestão do conhecimento, a identificação e gestão de riscos e conformidade.</p>
<p>Só que a este cenário se contrapõe a própria função de RH.</p>
<p>Como assegurar a agregação de valor no caminho que a empresa seguirá, quando muito do trabalho de RH ainda está na operacionalização do dia-a-dia?</p>
<p>Aí está o desafio para nós, profissionais da área. Novas capacidades, soluções e serviços são requeridos, mas as pesquisas sobre os caminhos de RH mostram que ainda há espaço para uma atuação verdadeiramente estratégica.</p>
<p>A área de RH precisa de foco na eficiência de suas atividades e processos, visto não ser possível esperar que haja reconhecimento de uma função cuja entrega básica apresenta alto índice de não-conformidades ou mesmo erros.</p>
<p>Então, o que fazer para assegurar o equilíbrio entre a atuação estratégica e o desempenho de funções essenciais, mas transacionais?</p>
<p>Acredito que há cinco dimensões específicas que devem ser repensadas:</p>
<p><strong>1) Comunicação na área:</strong> embora RH pregue que a comunicação é ferramenta essencial para o engajamento dos empregados e a entrega sustentada, há internamente e na maior parte das vezes, pouco cuidado com a necessidade de comunicação clara e constante.</p>
<p>A clareza sobre o papel e responsabilidades de RH mostra à equipe do próprio RH a trilha, e não necessariamente o trilho, o que dificulta a construção de uma clara imagem de futuro.</p>
<p>Explicitar as iniciativas da área para os próximos anos também dão sentido à jornada, ajudando a equipe a escolher entre diversas demandas e priorizar o que fazer.</p>
<p><strong>2) Modelo de atuação:</strong> RH sempre precisará equilibrar questões operacionais, de controle e assessoria. Não há como evitar o transacional. Somos uma área intensiva em processos, que precisa funcionar tal qual qualquer empresa de prestação de serviço, atuando com foco na satisfação de seu cliente, em nosso caso os empregados e gestores.</p>
<p>Esta atividade transacional traz como conseqüência uma necessidade de controle, que não pode ser subestimada.</p>
<p>Para que todo o tempo disponível não seja consumido por esta parte da responsabilidade de RH, é preciso estabelecer processos que garantam a eficiência e a credibilidade, com o menor custo possível.</p>
<p>Muitas empresas, para assegurar o foco nestas várias dimensões, têm revisto sua organização, estruturando-se através de:</p>
<ul>
<li>Áreas especialistas, que atuam no desenvolvimento de políticas, procedimentos e programas que atendam às necessidades do negócio;</li>
<li>Consultoria Interna ou Business Partners, focados na identificação, proposta e implementação de soluções junto aos clientes internos suportando o desenvolvimento e implantação das estratégias do negócio;</li>
<li>Áreas de serviço, para o atendimento ao empregado nos aspectos relacionados à sua vida funcional, operacionalização de políticas, procedimentos, programas e processamento de folha de pagamento.</li>
</ul>
<p><strong>3) Infra-estrutura:</strong> a padronização de processos e utilização de tecnologia são essenciais para ajudar RH em sua transformação. Auto-serviço e serviços compartilhados, quando a empresa tem escala para tanto, devem ser os pilares do modelo de entrega de serviços de RH.</p>
<p>As transações e operações administrativas suportadas pela utilização de tecnologia em larga escala, melhoram a entrega destes serviços, a satisfação do cliente e aumentam o acesso a informações, reduzindo a necessidade de suporte presencial das equipes de RH e liberando tempo para uma nova forma de atuação.</p>
<p><strong>4) Capacidades:</strong> a equipe de RH deve ter clareza sobre as competências e habilidades necessárias para o exercício de seu papel. Uma estratégia clara para contratação e desenvolvimento dos profissionais da área com base nas competências requeridas deve ser implantada para que o novo modelo de atuação seja operacionalizado e as questões estratégicas do negócio plenamente atendidas.</p>
<p><strong>5) Indicadores:</strong> embora valorizados são de difícil definição, pois devem buscar os resultados entregues e não as atividades desempenhadas. Indicadores claramente focados na entrega servem para mensurar se os objetivos propostos estão sendo alcançados e redirecionar a forma de atuação da área a partir dos insights obtidos com seu monitoramento ao longo do tempo.</p>
<p>Além dos indicadores propriamente ditos, acordos de nível de serviços (SLAs em inglês) ajudam a função de RH a aperfeiçoar a qualidade de suas atividades, aprimorar o nível de controle e reduzir custos, com efeito direto nos negócios. Alguns itens, não mais que dez, ligados diretamente a cada processo, definem quantitativa e qualitativamente o esperado, alinhando expectativas e facilitando a identificação das origens dos problemas.</p>
<p><strong>Uma vez estabelecida esta base, como definir o que a função de RH deve fazer para agregar valor?</strong></p>
<p>Como define Dave Ulrich em seu livro The value proposition, o valor é definido e reconhecido mais por quem recebe do que por quem oferece, o que significa que a entrega de RH em um projeto ou simples relação precisa ser reconhecida pelo cliente interno como valiosa conforme seu julgamento e expectativa.</p>
<p>Para ser valorizado e reconhecido é preciso que RH defina sua própria proposta de valor para oferta aos parceiros do negócio, cuja premissa é a entrega segundo a ótica de cada parceiro, e não baseada em uma fórmula com foco interno e do tipo one fits all.</p>
<p>Desta forma, os programas que RH faz não devem ser aqueles que a equipe quer oferecer, mas os que seus parceiros internos e/ou externos efetivamente necessitam e reconhecem como valiosos devido aos resultados gerados para viabilizar os seus próprios objetivos.</p>
<p>Por tudo isto, sem esquecer que sempre seremos uma função intensiva em termos de processos e transações, é necessário focar fora da própria função de RH, encontrando caminhos para melhorar o desempenho do negócio e aperfeiçoar suas vantagens competitivas.</p>
<p>Somente mais próximo aos clientes, tanto internos quanto externos, entendendo suas demandas, RH será capaz de apresentar soluções para o negócio, e não simplesmente um programa, palestra, treinamento ou a entrega de atividades transacionais.</p>
<p><strong>E aí estará o valor gerado para a empresa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Artigo de: Celia Dutra &#8211; Superintendente de Recursos Humanos da Comgás – Cia de Gás de São Paulo</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.ecrconsultoria.com.br/</em></p>
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		<title>Gestão de pessoas não é com o RH!</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 13:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Presidentes e gestores têm papel fundamental na atração, retenção e na administração de pessoas; a área de RH é estratégica e atua como parceiro de negócios. “Passe lá no RH!” Não são poucas as vezes que os colaboradores de uma&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Presidentes e gestores têm papel fundamental na atração, retenção e na administração de pessoas; a área de RH é estratégica e atua como parceiro de negócios.</strong></p>
<p><em>“Passe lá no RH!”</em> Não são poucas as vezes que os colaboradores de uma empresa recebem esta orientação. Não são poucos os chefes que não sabem como tratar um tema que envolve seus subordinados, ou não têm coragem de fazê-lo, e empurram a responsabilidade lateralmente para seus colegas da área de RH. Promover ou comunicar um aumento de salário é com o chefe mesmo; resolver conflitos, comunicar uma demissão, selecionar pessoas, identificar necessidades de treinamento é “lá com o RH”. É impressionante ver quantas áreas de RH aceitam equivocadamente essa abdicação de responsabilidade dos gestores!</p>
<p>Em pleno século 21, ainda existem empresas cujos executivos não sabem quem são os reais responsáveis pela gestão de seu capital humano, além de tratá-lo como custo e não como ativo. Os responsáveis pela gestão de pessoas numa organização são os gestores, e não a área de RH. E, ao contrário do que possa parecer pelo título, não digo que a área tem atribuições menos importantes do que cuidar das pessoas. Ao contrário: defendo-a como maior do que isso, uma área estratégica que deve ser parceira de negócios dentro da organização.</p>
<p>Gente é o ativo mais importante nas organizações: é o propulsor que as move e lhes dá vida. As barreiras que inibem a formação e manutenção de equipes de alto desempenho, porém, são várias: a) líderes que não encaram seu capital humano como ativo, influenciando a cultura da empresa e a atitude de seus gestores; b) despreparo dos executivos para gerir seu pessoal, não raro servindo de mau exemplo a seus subordinados; c) posicionamento não estratégico e falta de valorização das áreas de recursos humanos nas empresas; d) não tratamento desse tema como matéria relevante nos cursos superiores.</p>
<p>Os aspectos que envolvem a gestão de pessoas têm de ser tratados como parte de uma política de valorização desse ativo, na qual gestores e RH são vasos comunicantes, trabalhando em conjunto, cada um desempenhando seu papel de forma adequada.</p>
<p>Neste artigo, abordo aspectos que os executivos experimentam para compor suas equipes, motivá-las, mantê-las e possibilitar que realizem seus sonhos de crescimento intelectual e profissional. Minha visão é prática, baseada em experiências vividas e fatos reais, sem teorias ou filosofias. Qualquer que seja o tamanho ou a nacionalidade da organização, os temas levantados a seguir são amplamente aplicáveis.</p>
<p><strong>O motor das empresas<img class=" wp-image-394 size-full alignright" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/p_68.jpg" alt="p_68" width="625" height="327" /></strong></p>
<p>A inteligência artificial evolui, robôs desempenham o papel de pessoas, fábricas se automatizam, mas nada substitui o verdadeiro motor que dá vida às empresas: gente! É necessário ter em cada posição, de liderança ou de chão de fábrica, indivíduos com o perfil adequado a cada uma delas; é preciso capacitá-los e motivá-los para exercer suas atividades com empenho e alto desempenho, individualmente ou em equipes. Funções diferentes requerem perfis específicos. Indivíduos de diferentes gerações podem necessitar de motivações igualmente diversas; integrar baby boomers, Xs e Ys é um dos desafios a serem vencidos pelos gestores.</p>
<p>Gerir gente eficazmente é saber definir as necessidades de pessoal, saber atrair, contratar, reter, motivar, avaliar desempenho, desenvolver, remunerar, reconhecer empenho (diferente de desempenho) e, até, saber demitir. É reconhecer que gente é o propulsor que move as empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Barreiras na gestão</strong></p>
<p>Fala-se muito em escassez de talentos. Talentos existem; temos de saber como identificá-los e desenvolvê-los. Em minha vida profissional, me deparei várias vezes com organizações cujos gestores diziam que precisavam de pessoas com novos perfis para fazer frente aos novos desafios; algumas vezes, as pessoas estavam dentro da organização, escondidas atrás da incompetência de seus gestores. Temos, sim, ambientes inibidores da dinâmica organizacional e redutores da capacidade de atração e desenvolvimento de gente. Para ter profissionais motivados, produtivos e fidelizados, é necessário ter uma cultura organizacional que valorize as pessoas.</p>
<p>Se o CEO adotar atitude proativa com respeito à gestão de pessoal, caberá à área de RH ser a consciência crítica instalada dentro da organização, com coragem e iniciativa para colocar o assunto na agenda dos executivos. E caberá aos executivos serem os verdadeiros gestores de gente. Se o CEO não tiver essa atitude, o dirigente de uma área de recursos humanos pode insistir em mudar o status quo de baixo para cima, mas vai frustrar-se com o tempo; o melhor nesses casos seria buscar alternativa no mercado de trabalho — em outra organização. Sem o envolvimento e a atitude correta do CEO, nada feito.</p>
<p>Muitas universidades formam líderes sem ensi­ná-los a gerir pessoas. No currículo de grande número de escolas de administração há vários semestres de matérias relacionadas à gestão financeira, vendas e tantas outras, mas apenas um dedicado à gestão de gente; os demais cursos raramente fazem menção à gestão de pessoas. As escolas de psicologia, de onde sai grande número de profissionais que trabalharão em áreas de RH, limitam-se a aspectos psicológicos.</p>
<p><strong>O líder búfalo</strong></p>
<p>O CEO é o responsável pela criação da cultura empresarial; ele é o modelo para todos os colaboradores. Em muitas empresas esse modelo ainda é o do líder búfalo. Numa manada, os búfalos são absolutamente leais ao seu líder. Se o líder cai num precipício, a manada vai atrás. Em outras empresas o modelo de liderança é o do ganso: eles voam em V, revezando-se na liderança. Assim, cada ganso fica responsável por levar o bando a partes de seu destino, trocando de papel quando necessário, atuando como líder, seguidor ou escoteiro.</p>
<p>Gestores são todos aqueles a quem se subordinam uma ou mais pessoas; sua responsabilidade é alcançar os objetivos estratégicos e operacionais para eles estabelecidos, e só é possível fazê-lo com gente motivada. Gestor tem de gostar de pessoas e ter talento para lidar com elas. Mas quantos gestores se dão realmente conta dessa realidade e conseguem desempenhar eficazmente o importante papel que têm na formação de equipes e no desenvolvimento de pessoas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img class=" wp-image-395 size-full alignleft" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/p_69.jpg" alt="p_69" width="657" height="246" />O RH na mesa de decisões</strong></p>
<p>A área de RH é aquilo que o líder da empresa quer que seja. Se ele não a considera estratégica, o desenvolvimento e a implantação de um plano consistente de RH ficam comprometidos. CEOs necessitam elevar a gestão de RH ao mesmo nível de profissionalismo, competência, integridade, hierarquia e remuneração que as demais áreas da empresa. Por sua vez, a área de RH tem de assumir atitudes proativas, seja no planejamento e execução da estratégia de recursos humanos, seja na busca de ferramentas mais eficazes de gestão de pessoal e na sua interação com os gestores. Líderes de RH têm de ter a senioridade, a experiência, as qualificações e a postura exigidas de outros líderes de áreas igualmente estratégicas na organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gestores de RH têm de ter objetivos desafiantes como qualquer outro executivo. E ser igualmente recompensados pelo seu cumprimento. Afinal, compete a eles dar todo o apoio para atrair, contratar e reter o capital humano necessário para cumprir as metas da companhia.</p>
<p>Gestores de RH não podem assumir superpoderes, atuar como eminências pardas, considerar-se especialistas em tudo e começar a ditar a seus colegas de outras áreas o que têm e o que não têm de fazer. Não podem tampouco comportar-se de forma burocrática, assumindo o papel de organizar ações de socialização ou de monitoração da observância das regras e regulamentos de administração de pessoal.</p>
<p>Uma área moderna de recursos humanos deve atuar de forma holística, abrangendo múltiplas responsabilidades, começando impreterivelmente pelos aspectos estratégicos da gestão de gente.</p>
<p>O plano estratégico de recursos humanos deve cobrir os aspectos-chave referentes à disponibilização de pessoal para que a estratégia corporativa seja implantada com sucesso. Deve ser prático, simples e objetivo. E sem filosofia. Seu foco são os recursos humanos da organização e não a área de recursos humanos. Não tem, portanto, de começar com a burocrática definição da missão e da visão da área de RH; no final, terá uma seção dedicada ao plano de ação da área de RH.</p>
<p>Deve guardar uma estreita interdependência e subordinação com o plano estratégico da empresa, que orientará a formulação do plano de pessoal. O RH, como parceiro de negócios das diversas áreas da empresa, tem de participar ativamente no desenvolvimento do plano estratégico empresarial.</p>
<p>A área de RH deve liderar a elaboração desse plano de recursos humanos, com participação intensa dos gestores. Se seu líder não tiver a senioridade e a competência adequadas, a área de RH não terá o respeito necessário para conduzir com sucesso esse processo. Quem implanta o plano estratégico de RH são os gestores; a área de RH provê a eles as ferramentas, o know how e o apoio para que desempenhem com eficácia seu papel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Da atração à retenção<img class=" wp-image-396 size-full alignright" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/p_70.jpg" alt="p_70" width="659" height="283" /></strong></p>
<p>A arte de atrair reside em convencer o candidato de que seu perfil atende às necessidades da posição, que ele se realizará nela e que a empresa é um excelente lugar para que ele trabalhe. A arte de reter inclui um conjunto de políticas e práticas de gestão de pessoal, que envolvem o comportamento dos gestores e a atuação da área de RH.</p>
<p>Políticas bem estruturadas e gestores capacitados garantem a essência do sucesso da retenção de pessoal. Ter boas políticas somente não basta; se os gestores não souberem como motivar e reter pessoas, elas permanecerão na empresa só até encontrarem alternativa melhor.</p>
<p>São mais bem-sucedidas as empresas que estabelecem um processo integrado desde a atração até a retenção, primando por estabelecer suas necessidades, contratar as pessoas mais adequadas para cada posição, desenvolvê-las e mantê-las. Todo esse processo deve ter participação intensa dos gestores, integrados com a área de RH.</p>
<p><strong>Desenvolvendo pessoas</strong></p>
<p>Desenvolvimento de pessoal não é a condução de programas de treinamento medidos em número de horas de aulas. É a garantia da sustentabilidade da empresa através da gestão do conhecimento e transferência de experiências, dentro e fora dela. As pessoas têm de querer aprender; têm de ser humildes para reconhecer suas limitações e buscar os ensinamentos necessários para completar seus conhecimentos, habilidades e competências; e também reconhecer que podem passar a outros seus conhecimentos sem que estejam ameaçados de reduzir seu espaço na empresa.</p>
<p>Os programas de treinamento e desenvolvimento têm de ser estruturados, tendo em mente a estratégia da empresa e as necessidades de pessoal, quer a empresa tenha um plano estratégico de recursos humanos ou não. E têm de ser elaborados e conduzidos em conjunto entre a área de RH e os gestores; afinal, quem tem de conhecer as competências, as qualificações e as necessidades de desenvolvimento das pessoas que trabalham em uma área são seus gestores.</p>
<p>Demitir não é “lá com o RH”<img class="alignright wp-image-397 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/p_71.jpg" alt="p_71" width="140" height="1045" /></p>
<p>Em 2010, escutei a piada (ou drama?) seguinte num congresso de recursos humanos:</p>
<p>O jovem chefe estava nervoso. Teria de demitir um funcionário, o que nunca havia feito antes e tampouco havia recebido treinamento para tal situação em sua vida profissional ou em bancos universitários. Passou a noite em claro e, pela manhã, foi para o escritório com olheiras. Chegando lá, chamou seu subordinado:</p>
<p>— Fulano, sinto informar a você que a partir de hoje não serei mais seu chefe.</p>
<p>— Mas, o que houve, chefe, o que aconteceu? Por quê? Para onde você vai?</p>
<p>— Bem&#8230; não sou eu quem vai&#8230; é você!</p>
<p>Habilidade na hora de demitir é fator crítico, pois tem influência direta no moral do pessoal, dependendo de como o processo é conduzido.</p>
<p>Muitas vezes, as áreas de RH são acionadas para demitir funcionários, em processos decisórios mal conduzidos, dos quais o gestor se esquiva e a área de RH lamentavelmente assume. Infelizmente, é bastante comum um colaborador receber uma carta ou um aviso para “passar lá no RH”. A área de RH tem um papel importante nesse processo, mas ela não demite pessoal de outras áreas. Demitir não “é lá com o RH”; é responsabilidade de cada gestor no que diz respeito a seus subordinados. Ele tem de ter a coragem de encarar seus subordinados e não se esconder atrás do RH.</p>
<p>O RH estabelece as políticas e os procedimentos a serem observados pelos gestores e assegura que sejam seguidos, atua como seu conselheiro e garante que as pessoas sejam tratadas com dignidade. Mas não deve aceitar solicitações de gestores, qualquer que seja seu nível, para comunicar o desligamento a funcionários desses gestores. É recomendável incluir módulos sobre comportamentos de gestores em processos de demissão nos programas de treinamento da empresa.</p>
<p>Tratando gente como gente</p>
<p>Criar e manter um clima motivador é saber tratar gente como gente. Somente se conseguem resultados duradouros se for possível contar com gente motivada e engajada, comprometida com o que tem de fazer; as pessoas se sentem realizadas quando exercem atividades que lhes apaixonam.</p>
<p>Para obter motivação da equipe, é preciso que o presidente demonstre valorizar as pessoas. Aos gestores, por sua vez, cabe saber lidar com emoções; reconhecer empenho e dedicação, e não apenas reconhecer desempenho; envolver equipes na formulação dos planos estratégicos da área; manter comunicação aberta e transparente; disponibilizar ambiente propício e ferramentas necessárias ao trabalho; saber lidar com crises, mantendo as equipes coesas e sem desenvolver insegurança; gerenciar conflitos.</p>
<p>Gente tem de ser tratada com respeito profissional e cuidado pessoal. A área de RH deve apoiar e desenvolver sugestões e ações que levem a melhorar o clima organizacional.</p>
<p>Ter atenção e ser valorizado é uma das maiores recompensas intangíveis que podemos receber; por isso um chefe deve dar atenção aos subordinados, reconhecer seu empenho e dedicação a todo o momento, e não somente na revisão anual de avaliação. Dar apoio continuado a seus subordinados, sem ser paternalista.</p>
<p>Gestão de conflitos raramente está incluída nos currículos escolares ou treinamentos. A forma como são administrados influencia o ambiente de trabalho. Saber lidar com conflitos é relevante para a manutenção do clima motivacional; o gestor deve analisar de forma lógica a situação e buscar a solução sem causar rupturas no ambiente de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><em>José Luiz Bichuetti (jose.bichuetti@valuepoint.com.br) é consultor, sócio da Valuepoint. Foi CEO de empresas nacionais e multinacionais, diretor-geral da Arthur D. Little no Brasil e na Argentina e principal da Booz &amp; Co. Viveu e trabalhou em países da América Latina, da Europa e no Japão. É membro do Global Board da Harvard Business School Alumni Association. É instrutor nos cursos de formação de conselheiros de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. É engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, tem MBA pela University of Hartford e cursou o OPM-Owners/Presidents Management Program da Harvard Business School.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.hbrbr.com.br/</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>3 passos para a contratação!</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/04/3-passos-para-a-contratacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 20:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista online]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[perfil profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Por mais contraditório que pareça, o segredo para uma seleção mais rápida está em percorrer cuidadosamente cada etapa do processo. O início do ano é um momento em que muitas empresas estão concentradas em selecionar e recrutar novas pessoas, ao&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por mais contraditório que pareça, o segredo para uma seleção mais rápida está em percorrer cuidadosamente cada etapa do processo.</strong><br />
O início do ano é um momento em que muitas empresas estão concentradas em selecionar e recrutar novas pessoas, ao mesmo tempo em que precisam entregar os primeiros resultados das metas estabelecidas no planejamento. Isso pode culminar em um processo malsucedido, que invariavelmente resulta em contratações equivocadas, demissões precoces e perda de tempo.</p>
<p>Pensando nisso, conversamos com Paulo Mendes, sócio-fundador da 2GET, empresa especializada em recrutamento de executivos, diretores e outras posições de liderança, sobre as etapas fundamentais de seleção e contratação, a fim de assegurar um processo mais eficiente em qualquer empresa, para qualquer vaga.</p>
<p><strong>Estruturando um processo</strong></p>
<p>Antes de qualquer coisa, passe um pente fino na vaga que está aberta. “É necessário definir o que você precisa. Nenhum processo de recrutamento é bem feito sem essa definição clara: qual é o perfil, as competências e as necessidades da empresa”, explica o empreendedor.</p>
<p>Depois, Paulo recomenda partir para um trabalho de definição dos setores a serem mapeados, perfis profissionais que tenham aderência ao que você busca. Feito isso, a etapa seguinte é geralmente a entrevista, com alerta para os filtros que devem ser feitos pelos analisadores.</p>
<p>“Esse filtro deve selecionar os finalistas – não mais que três – que realmente devem ser entrevistados e validados por todas as áreas que manterão relacionamento com eles no futuro. Uma vez aprovado o candidato ideal, é necessária uma checagem de referências completas do profissional, além de uma avaliação comportamental e psicológica, para minimizar erros possíveis.”</p>
<p><strong>Não pule nenhuma etapa</strong></p>
<p>Por mais que a sua empresa esteja com pressa para preencher determinada vaga, Paulo garante que atravessar etapas não é nem um pouco recomendável. “O segredo é contratar lentamente e, caso necessário, demitir rápido quem não consegue performar ou não se identifica com a cultura da empresa”, diz. “O processo pode ser rápido e bem sucedido, desde que não pule etapas.”</p>
<p><strong>Cultura é o que importa</strong></p>
<p>O principal aspecto a ser considerado no recrutamento não é o currículo, as competências ou experiências profissionais. Para o empreendedor da 2GET, a cultura e o perfil do candidato valem mais do que qualquer outra coisa.</p>
<p>“Não adianta ter pessoas muito boas tecnicamente se elas não respiram a cultura da empresa, não têm o seu DNA”, garante o especialista. Outro fator importante é alinhar as competências entre os analisadores, visto que não adianta contratar alguém com um ótimo currículo, mas que não tenha uma vaga e uma função bem definidas.</p>
<p>“Defina muito bem as competências técnicas e comportamentais exigidas antes de buscar o profissional. Já vimos empresas onde, ao perguntarmos para três diretores, em momentos separados, o que buscam em um profissional, recebemos respostas completamente diferentes. <strong>Ou seja: se as próprias lideranças não sabem o que buscar, o trabalho de contratação fica muito mais complicado”, finaliza.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Quando uma área de Recursos Humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento do meu negócio?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/02/quando-uma-area-de-recursos-humanos-passa-a-ser-um-ponto-fundamental-para-o-crescimento-do-meu-negocio/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 13:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás e nem tão atrás assim, a atual área de RH (Recursos Humanos) de uma empresa era mais conhecida pela sigla DP (Departamento Pessoal). E o próprio nome já diz bastante sobre a origem e a história&#46;&#46;&#46;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/02/quando-uma-area-de-recursos-humanos-passa-a-ser-um-ponto-fundamental-para-o-crescimento-do-meu-negocio/">Quando uma área de Recursos Humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento do meu negócio?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás e nem tão atrás assim, a atual área de RH (Recursos Humanos) de uma empresa era mais conhecida pela sigla DP (Departamento Pessoal). E o próprio nome já diz bastante sobre a origem e a história que a área de recursos humanos carrega: um departamento que cuidava dos documentos pessoais dos funcionários, ou seja, algo bem burocrático e operacional. E quando pensamos nisso, logo vem a imagem amarelada daqueles arquivos cinza cheios de documentos confidenciais e aquela funcionária que ninguém sabia exatamente o que ela fazia, até surgir um problema com o plano de saúde ou ser mandado embora. Pois bem, nasce daí a dificuldade de algumas empresas ao enxergar valor na área de RH porque ainda a encaram com olhos de departamento pessoal, como área de suporte e não como uma área que constrói estratégias.</p>
<p>E se engana quem pensa que só as pequenas e médias empresas podem ter dificuldade em valorizar o potencial estratégico de uma área de recursos humanos; existem grandes empresas que mudaram a nomenclatura de seu antigo setor de DP, mas que na verdade, ainda não conseguiram transformá-la em uma divisão que inclui as pessoas como foco estratégico de suas ações e negócios. A área de recursos humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento de uma empresa quando as pessoas contratadas para trabalhar diretamente com o negócio se vêem gastando mais horas fazendo ações de RH do que com as ações do negócio propriamente ditas. É nesse momento que fica claro que é preciso estruturar uma área de RH responsável pelo planejamento e execução das ações relacionadas aos colaboradores.</p>
<p>Atualmente, uma das contratações mais difíceisl de ser feita é a do profissional de recursos humanos, porque para atuar na área de recursos humanos de uma empresa não basta saber e querer se relacionar bem com as pessoas, é preciso também que esse colaborador tenha visão do negócio, conheça as melhores práticas de RH do mercado e saiba que seu papel é essencial na construção e implementação das estratégias da empresa que atua. Portanto, uma área de RH composta por bons profissionais passa a ser fundamental para o crescimento do negócio quando existe a necessidade de otimizar e multiplicar o desempenho das pessoas, seja através de seleção, treinamento, planos de desenvolvimento e sucessão, estudo de cargos e salários, apoio às áreas de negócio na estruturação de equipes, entre tantos outros focos que fazem da área de recursos humanos um importante negócio para o seu negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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		<title>Departamento de Pessoal ou RH?</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 12:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[departamento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando uma área de Recursos Humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento do meu negócio? Há algum tempo atrás e nem tão atrás assim, a atual área de RH (Recursos Humanos) de uma empresa era mais conhecida&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando uma área de Recursos Humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento do meu negócio?</strong></p>
<p>Há algum tempo atrás e nem tão atrás assim, a atual área de RH (Recursos Humanos) de uma empresa era mais conhecida pela sigla DP (Departamento Pessoal). E o próprio nome já diz bastante sobre a origem e a história que a área de recursos humanos carrega: um departamento que cuidava dos documentos pessoais dos funcionários, ou seja, algo bem burocrático e operacional. E quando pensamos nisso, logo vem a imagem amarelada daqueles arquivos cinza cheios de documentos confidenciais e aquela funcionária que ninguém sabia exatamente o que ela fazia, até surgir um problema com o plano de saúde ou ser mandado embora. Pois bem, nasce daí a dificuldade de algumas empresas ao enxergar valor na área de RH porque ainda a encaram com olhos de departamento pessoal, como área de suporte e não como uma área que constrói estratégias.</p>
<p>E se engana quem pensa que só as pequenas e médias empresas podem ter dificuldade em valorizar o potencial estratégico de uma área de recursos humanos; existem grandes empresas que mudaram a nomenclatura de seu antigo setor de DP, mas que na verdade, ainda não conseguiram transformá-la em uma divisão que inclui as pessoas como foco estratégico de suas ações e negócios. A área de recursos humanos passa a ser um ponto fundamental para o crescimento de uma empresa quando as pessoas contratadas para trabalhar diretamente com o negócio se vêem gastando mais horas fazendo ações de RH do que com as ações do negócio propriamente ditas. É nesse momento que fica claro que é preciso estruturar uma área de RH responsável pelo planejamento e execução das ações relacionadas aos colaboradores.</p>
<p>Atualmente, uma das contratações mais difíceisl de ser feita é a do profissional de recursos humanos, porque para atuar na área de recursos humanos de uma empresa não basta saber e querer se relacionar bem com as pessoas, é preciso também que esse colaborador tenha visão do negócio, conheça as melhores práticas de RH do mercado e saiba que seu papel é essencial na construção e implementação das estratégias da empresa que atua. Portanto, uma área de RH composta por bons profissionais passa a ser fundamental para o crescimento do negócio quando existe a necessidade de otimizar e multiplicar o desempenho das pessoas, seja através de seleção, treinamento, planos de desenvolvimento e sucessão, estudo de cargos e salários, apoio às áreas de negócio na estruturação de equipes, entre tantos outros focos que fazem da área de recursos humanos um importante negócio para o seu negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Sofia Esteves.</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/02/departamento-de-pessoal-ou-rh/">Departamento de Pessoal ou RH?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
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