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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; pessoas</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Estabeleça boas práticas e alcance resultados positivos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 13:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas não são o ativo mais importante de uma organização. O ativo mais importante de uma organização são as pessoas boas, comprometidas, capacitadas e éticas. Foi a partir deste século que as organizações passaram a se preocupar com questões como capacitação, clima organizacional e valorização dos profissionais, tendo em vista agregar, no ambiente de trabalho, pessoas comprometidas com os rumos da empresa, bem como satisfeitas e felizes com o seu trabalho e no seu trabalho.</p>
<p>Uma pesquisa recente realizada pela FNQ e pelo SEBRAE com 1.163 empresários de micro e pequenas empresas mostrou que a gestão de pessoas é, sim, uma preocupação dos dirigentes: 73% dos pesquisados disseram reconhecer seus colaboradores pelas contribuições que realizam para inovação e 72% afirmaram investir na capacitação dos colaboradores. Em uma lista composta por oito itens, correspondentes aos Critérios de Excelência da Gestão, o Critério Pessoas recebeu o segundo maior investimento por parte das empresas analisadas, atrás apenas do Critério Clientes.</p>
<p>Hoje, as pessoas são consideradas elementos fundamentais para gerir e fortalecer as relações necessárias para a condução de qualquer negócio. É comprovado que as organizações que possuem práticas que visam o desenvolvimento humano conseguem aumento da motivação da força de trabalho e, consequentemente, melhores resultados financeiros e operacionais.</p>
<p>Uma empresa que possui boas práticas de gestão de pessoas define corretamente as funções e as responsabilidades do colaborador, seleciona-o e capacita-o para o exercício das funções e analisa os riscos e perigos do trabalho, bem como os fatores que afetam o bem-estar e a satisfação de cada um deles.</p>
<p>Para obter resultados nessa área, basta que a empresa adote alguns requisitos e passe a avaliar sua efetividade constantemente. Apresento, aqui, algumas dicas baseadas no Critério Pessoas do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG):</p>
<p>&#8211; aponte claramente as funções e responsabilidades dos colaboradores, pontuando a participação de cada um e promovendo a sinergia do trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; procure estabelecer e implantar um plano de cargos e salários e um programa de metas para o colaborador, com base no plano estratégico da empresa e nas competências de cada pessoa. Assim, é possível definir qual a participação de cada um nas estratégias gerais da empresa;</p>
<p>&#8211; destaque e incentive a autonomia dos seus colaboradores. Essa atitude auxilia na melhoria da motivação, no cumprimento de metas e nos resultados;</p>
<p>&#8211; promova feedbacks constantes, sistematize os processos de avaliação e implemente ações de melhoria;</p>
<p>&#8211; invista nas habilidades e nos conhecimentos dos colaboradores. Entender as suas competências auxilia no desenvolvimento de suas atividades diárias como forma de garantir a eficiência e o bom trabalho em equipe;</p>
<p>&#8211; promova programas de capacitação com base em um plano de carreiras e nas metas estipuladas pela organização. Incentive a busca pela constante capacitação e reciclagem do colaborador;</p>
<p>&#8211; considere as oportunidades para desenvolvimento de membros da equipe atual, promovendo a inserção de novas pessoas para o exercício das funções. Mas se for preciso contratar, tente levar em conta as necessidades para o cargo e para a maioria das funções previamente definidas;</p>
<p>&#8211; procure identificar, por meio de pesquisa de clima organizacional, os fatores que afetam o bem-estar, a motivação e a satisfação dos colaboradores. O completo entendimento do seu quadro de colaboradores é fundamental para que sejam desenvolvidos programas com foco na qualidade de vida e na cidadania, que estejam de acordo com as necessidades do colaborador e com as estratégias da empresa. As atividades, posteriormente desenvolvidas, auxiliam no aumento da produtividade, criando forças na busca por resultados;</p>
<p>&#8211; comunique-se com clareza para garantir ao grupo total assimilação dos valores e princípios da organização. É importante ouvir o que cada um tem a dizer. Procure estabelecer uma relação de confiança entre a liderança e o grupo e implante canais de comunicação entre a empresa e os colaboradores, sempre com base em relações de confiança e ética. A comunicação interna das estratégias, das metas e dos seus indicadores e planos de ação é vital para o engajamento das pessoas na causa comum;</p>
<p>&#8211; utilize práticas de remuneração, reconhecimento e incentivo para estimular a organização no sentido de alcançar metas. Elas são importantes propulsores da motivação dos colaboradores. Os ajustes salariais, alinhados ao plano de carreira, servem como prova do reconhecimento dos funcionários, estimulando-os a apresentar contribuições significativas à organização permanentemente.</p>
<p>Fonte: <em>http://fnq.org.br/</em></p>
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		<title>O Custo da Infelicidade</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/o-custo-da-infelicidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 13:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
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		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade. &#160; A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Pessoas&#8221;, &#8220;família&#8221; e &#8220;tempo&#8221; são as palavras de ordem para os funcionários das 100 melhores empresas para se trabalhar. Dinheiro é secundário quando o assunto é felicidade.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A discussão sobre felicidade no trabalho que venho propondo talvez pareça soft demais. Não é. Bastam uns poucos dados sobre a epidemia de infelicidade que assola organizações do mundo todo para demonstrar que o assunto é economicamente relevante.</p>
<p>O Gallup calculou o custo da crise de desengajamento americana em US$ 300 bilhões anuais, referentes à perda de produtividade. Empregados altamente engajados perdem, em média 7,6 dias por ano em “presenteísmo” (presentes de corpo no trabalho, mas não de alma). Seus colegas desengajados perdem quase o dobro: 14,1 dias por ano.</p>
<p>No Brasil, US$ 42 bilhões anuais são perdidos por baixo engajamento. A julgar por uma pesquisa da Towers Watson em 16 países, divulgada em julho de 2012, até que não estamos tão mal. Internacionalmente, 65% dos trabalhadores estão desengajados. No Brasil, são “apenas” 30%.</p>
<p>Muita gente está infeliz porque trabalha “no escuro”. Segundo a pesquisa da Towers Watson, no Brasil, 46% dos funcionários dizem não conhecer as metas das empresas onde trabalham. E 44% dizem que não sabem o que precisam fazer para ajudar a companhia a atingir seus resultados.</p>
<p>Outro fator de infelicidade é o descasamento entre valores pessoais e corporativos. Uma pesquisa da Bain &amp; Company com 750 profissionais de seis países revelou que 15% dos executivos já aceitaram redução no salário para trabalhar em empresas que adotam práticas sustentáveis.</p>
<p>Há, ainda, o desconforto com jornadas de trabalho e demandas 24X7. No grupo das principais economias do planeta, os executivos brasileiros são os mais insatisfeitos com o equilíbrio entre vida familiar e dedicação profissional.</p>
<p>Demonstrado o prejuízo e as causas, cabe sustentar que ser feliz, como organização, é estratégico.</p>
<p>Raj Sisodia, um consultor indiano radicado nos EUA, comparou a valorização das ações de dois grupos de companhias americanas entre 1996 e 2011. As “empresas conscientes”, compromissadas igualmente com todos os seus stakeholders (funcionários incluídos), acumularam 1.646%. As 500 companhias mais negociadas na Bolsa de Nova York valorizaram 157% no mesmo período.</p>
<p>As tais empresas conscientes têm vantagens como menos processos trabalhistas e menos gastos com marketing. Para elas, “a alma é a propaganda do negócio”, como diz o consultor César Sousa.</p>
<p>Nas 100 melhores empresas para trabalhar, as palavras que os funcionários mais relacionam a suas companhias são “pessoas”, “família” e “tempo”. “Pagamento” ocupa apenas a 81ª posição.</p>
<p>Ainda acha que felicidade é um assunto soft?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Endeavor Brasil</em></p>
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