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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; organização</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Otimizar tempo garante a colaboradores crescimento profissional.</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 19:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[concentração]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.</p>
<p>&#8221; O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade devida&#8221;, explica o diretor executivo da Innovia Training &amp; Consulting Ricardo Barbosa.</p>
<p>Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. O diretor da Innovia detalha pontos que potencializam estas dificuldades:</p>
<p><strong>• Ausência de foco &#8211;</strong> O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;<br />
<strong>• Falta de concentração na tarefa em execução &#8211;</strong> o colaborador leva para empresa problemas pessoais, alem de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;<br />
<strong>• Ausência de planejamento &#8211;</strong> Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;<br />
<strong>• Acomodação que gera desmotivação &#8211;</strong> Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;<br />
<strong>• Procrastinação &#8211;</strong> deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;<br />
<strong>• Refém de ferramentas tecnológicas &#8211;</strong> as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).</p>
<p>Por outro lado Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. &#8221; O descanso é fundamental para que se possa ser produtiva. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)&#8221;.</p>
<p>A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. &#8220;Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos&#8221;, alerta o diretor da Innovia.</p>
<p>Veja as principais dicas para que um colaborador otimize seu tempo:<br />
<strong>• Estabelecer prioridades;</strong><br />
<strong>• Disciplinar reuniões;</strong><br />
<strong>• Disciplinar horários para conversas;</strong><br />
<strong>• Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos;</strong><br />
<strong>• Classificar atividades que são importantes e urgentes;</strong><br />
<strong>• Evitar acumular funções que não sejam suas.</strong><br />
<em>Por Ricardo Barbosa &#8211; diretor executivo da Innovia Training &amp; Consulting, além de Engenheiro de Produção formado pela Universidade Paulista &#8211; UNIP, pós-graduado em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini da Universidade de São Paulo – USP, especialista em Project Management pela Fundação Getúlio Vargas – FGV/SP e possui o certificado pelo PMI (Project Management Institute) como PMP (Project Management Professional), Professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst &amp; Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.innovia.com.br/</em></p>
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		<title>Gestão de metas: Como implementar a metodologia OKR?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/11/gestao-de-metas-como-implementar-a-metodologia-okr/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 18:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[OKR]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas. Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas.</strong></p>
<p>Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude a aplicá-la em sua organização. Faremos isso através de um texto de até 800 palavras, utilizando uma linguagem informal e direta ao ponto, trazendo exemplos para ilustrar o que queremos transmitir. Simples assim.</p>
<p>Acredite ou não, acabamos de definir um OKR. Incrível, não? Eles devem ser sempre assim, simples o suficiente para que você os entenda e se sinta entusiasmado a alcançá-los. Agora que temos nosso objetivo estabelecido, vamos ao que interessa. Quais são os passos para a implementação de um sistema eficaz de OKRs?</p>
<p><strong>1. Entender que OKRs são parte da cultura da Empresa.</strong></p>
<p>Uma cultura de OKR se estabelece quando há um interesse real de uma empresa em estabelecer um processo estruturado para o alcance das metas. Imaginamos que ao ler a palavra &#8220;cultura&#8221;, alguns pensamentos negativos do tipo &#8220;minha empresa não está preparada para isso&#8221; ou &#8220;não sei por onde começar&#8221; possam ter vindo à sua mente. Não se preocupe se isso aconteceu, o Google também passou pela mesma situação no início. Inclusive, essa metodologia foi implementada quando o Google ainda não era o &#8220;Google&#8221;. Apenas um grupo de profissionais no primeiro ano de nascimento da empresa, mostrando que é possível sim que qualquer empreendimento possa estruturar seus OKRs, independente de seu tamanho.</p>
<p><strong>2. Entender que OKRs ajudam a classificar o que é prioridade.</strong></p>
<p>OKRs nada mais são do que um conjunto de objetivos inter-relacionados que, alcançados de forma individual ou coletiva, vão contribuir para os objetivos macro de uma organização. Dessa forma, eles são vitais para que o profissional entenda o seu escopo de trabalho e saiba onde direcionar seus esforços e onde não gastar energia. Podemos afirmar sem medo de errar que uma gestão objetiva de OKRs eleva a produtividade e reduz de forma grandiosa o tão temido stress no ambiente de trabalho. Além disso, ao produzir mais, a auto estima do funcionário aumenta, reduzindo problemas relacionados à saúde e falta de motivação. Ou seja, todos ganham.</p>
<p><strong>3. Entender que OKRs são mensuráveis e devem ser simples.</strong></p>
<p>Parece óbvio, mas não é. OKRs devem ser bem objetivos e existe uma regra de ouro para criá-los: (a) todos devem, obrigatoriamente, conter números. (b) todos devem ser mutualmente acordados entre gestor e profissional. (c) cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados chave para cada objetivo macro. (d) ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos bottom up, ou seja, pelo próprio profissional que trabalhará neles (falaremos disso no próximo item).</p>
<p><strong>4. Entender que OKRs seguem duas vias: Top Down e Bottom up.</strong></p>
<p>Isso é muito importante e gostaríamos de enfatizar. O modelo tradicional de formação de objetivos é feito exclusivamente de cima pra baixo, muitas vezes acordados em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Nós trabalhamos com uma proposta diferente: 40% são OKRs definidos por nossos Vice Presidentes e Diretores, que nos passam a direção, enquanto 60% são OKRs definidos por cada indivíduo na empresa, que define como será o caminho. Para exemplificar, seria como o presidente de um clube de futebol definisse em seu OKR a meta de &#8220;ser campeão brasileiro de futebol da série A&#8221;, e o técnico desse clube, ao receber 40% desse OKR (a direção é ser campeão), define os 60% faltantes que devem ser feitos para isso acontecer: &#8220;importar táticas consagradas da Europa, contratar jogadores de peso, etc.&#8221;. Como você pode ver, o presidente não deve pensar em detalhes de como o clube será campeão, mas ele deve garantir que há alguém pensando no que deve ser feito para que isso aconteça. O mesmo raciocínio serve para qualquer organização. Além disso, se você planeja elevar o engajamento dos profissionais de sua organização, experimente envolvê-los no processo de elaboração de objetivos e se surpreenda com os resultados.</p>
<p><strong>5. Entender que OKRs são públicos para toda a empresa e promovem o engajamento de todos.</strong></p>
<p>A ideia de gerenciar OKRs não públicos soa tão ineficaz quanto ler um livro no escuro. Manter a cultura de OKRs viva é uma tarefa de todos, e internamente todos os Googlers (termo utilizado a quem trabalha no Google) registram seus OKRs trimestrais em nossa intranet, tornando-os acessíveis a qualquer interessado. Ao fazer isso cria-se um sentimento de engajamento ao perceber que todos os objetivos estão relacionados tanto verticalmente quanto horizontalmente, dando-nos a percepção de que caminhamos todos no sentido certo, como um grande time.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Mônica Santos é Diretora de recursos humanos do Google na América Latina.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.endeavor.org.br/</em></p>
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