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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; oportunidade</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Por que é tão difícil dar e receber feedback?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 17:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este momento pode ser mais efetivo quando visto como uma oportunidade de se desenvolver, não como crítica.</strong></p>
<p>Sabe o frio na barriga que sentimos quando sabemos que precisamos dar um feedbackdifícil para um subordinado? E o nervosismo antes daquela reunião em que sabemos que vamos receber um feedback? Sim, mas – ainda bem – existem algumas coisas que podemos fazer para facilitar este processo.</p>
<p>Dar feedback é uma das coisas mais importantes que podemos fazer como líderes, porque é por meio dele que podemos ajudar alguém a se desenvolver. Ao mesmo tempo, é uma das tarefas mais difíceis porque, infelizmente, temos o costume de enxergá-lo como uma crítica – e não gostamos de criticar os outros, muito menos de ser criticados.</p>
<p>Para começar, podemos mudar um pouco esta abordagem. Se passarmos a enxergar o feedback como algo construtivo, que fazemos porque queremos bem àquela pessoa e desejamos ajudá-la, fica bem mais fácil. Na verdade, dar feedback é algo que só fazemos quando nos preocupamos com o outro. Caso contrário, deixamos de lado com a ideia de que “não adianta mesmo” ou “não vai fazer diferença”. Este é um dos pontos mais importantes para um bom feedback: que seja bem-intencionado. Além disso, para que seja efetivo, é preciso que seja específico e refira-se a um comportamento observado sobre o qual a pessoa possa fazer algo a respeito, evitando generalizações e julgamentos. Deve ainda ser dado de forma direta. Esqueça aquela técnica do sanduíche – falar algo bom, algo ruim e algo bom no final – isso pode confundir seu interlocutor.</p>
<p>O feedback ideal segue uma regra bem simples: dê o contexto, exemplifique o comportamento observado e explique o impacto que este comportamento teve em você, no time ou na organização. Termine com umasugestão da mudança que gostaria de ver. Por exemplo: “Nas últimas três reuniões você chegou atrasado, fazendo com que nós perdêssemos tempo retomando assuntos e não conseguíssemos finalizar no horário e cobrir toda a agenda. Você poderia chegar na hora a partir de hoje, por favor?” Simples e de fácil entendimento, não é?</p>
<p>Lembre-se, por fim, que receber feedback também é difícil e geralmente ativa nossos mecanismos de defesa. Use a sua empatia para colocar-se no lugar do outro e pensar sobre como ele está recebendo a mensagem. Caso seja você a receber o feedback, procure não discuti-lo ou rebatê-lo de imediato. Se a pessoa está investindo nisso o tempo dela, é porque se preocupa com você e quer ajudá-lo. Escute,entenda a perspectiva do outro e reflita sobre ela. Depois, se for o caso, volte a conversar com a pessoa sobre o assunto. Mas somente depois de refletir. Como dizia um antigo chefe: “Feedback é um ato de amor. Não discuta, registre e reflita sobre o que quer fazer a respeito!”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Márcia Veras é coach executiva e consultora em Gente &amp; Gestão.</em></p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>As redes sociais no processo de recrutamento</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/as-redes-sociais-no-processo-de-recrutamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2014 12:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Se você nunca deu muita atenção para o que posta nas redes sociais — e o que é postado pelas empresas — é bem provável que esteja perdendo boas oportunidades de conquistar a vaga que você sempre quis. Isso porque&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se você nunca deu muita atenção para o que posta nas redes sociais — e o que é postado pelas empresas — é bem provável que esteja perdendo boas oportunidades de conquistar a vaga que você sempre quis.</strong><br />
Isso porque aquela história de que as empresas utilizam as redes — especialmente o LinkedIn — para buscar determinados perfis profissionais e também para postar suas vagas não é mais só história. É realidade e faz parte, sim, das atribuições de quem passa a vida buscando e avaliando profissionais.</p>
<p>“As redes sociais certamente ajudam em uma avaliação inicial e em uma busca mais rápida e objetiva de um perfil profissional procurado”, afirma Mariciane Gemin, diretora regional da Asap, consultoria de recrutamento para diversos níveis.</p>
<p>“Nossos consultores utilizam o LinkedIn para buscar informações sobre o histórico profissional dos candidatos. A rede também é interessante para buscarmos profissionais conectados ao candidato e que possam servir como uma referência no processo.”</p>
<p><strong>Exemplo concreto</strong></p>
<p>Essa moda de buscar referência pelas redes sociais, aliás, está transformando bem essa etapa do recrutamento. Até pouco tempo, era comum que a empresa contratante pedisse para o candidato indicar uma ou duas pessoas que pudessem dar “referências sobre ele”. Mas, veja se faz sentido, quando a empresa pede para um candidato sugerir um ex-chefe ou colega, obviamente ele vai indicar alguém que fale muito bem dele. Ou não?</p>
<p>Pois com o uso das redes sociais, a empresa não precisa mais pedir indicações para o candidato. É o caso, por exemplo, da Tecnisa. Como explica Marcello Zappia, diretor de RH, a construtora, que tem um gosto por inovação, utiliza redes sociais há muito tempo. “Começamos com o relacionamento com clientes, mas o RH, claro, pega carona em todas essas tecnologias”, diz ele.</p>
<p>Há anos a empresa posta suas vagas nas redes, mas o processo não se limita a publicar um “anúncio” no seu perfil do LinkedIn. As oportunidades são postadas até nas páginas pessoais de seus funcionários no Facebook. Já pensou? “Postamos todas as vagas, especialmente para os níveis de analista, supervisão, coordenação e gerência inicial”, conta Zappia.</p>
<p>Mas, voltando à questão das referências, já deu para perceber que o trabalho da área de recursos humanos nas redes sociais não é apenas o de postar vagas e buscar candidatos com perfil compatível ao da empresa. “O que mais fazemos é procurar referências”, revela o diretor de RH.</p>
<p>“Mapeando as conexões de um candidato, conseguimos fazer uma busca mais isenta de pessoas que possam falar sobre ele.”</p>
<p>Sim, é isso mesmo. A empresa busca no perfil do profissional pessoas que trabalharam com ele, foram seus pares ou chefes, por exemplo, e entra em contato em busca de mais diversidade de opiniões.</p>
<p><strong>Em contato com o inimigo</strong></p>
<p>Em buscas desse tipo acabam ocorrendo resultados inesperados. O diretor de RH da Tecnisa lembra de um caso interessante. Ao postar uma vaga de gerente de contas no LinkedIn, chegaram a uma pessoa mais sênior do que gostariam — “já tinha cargo de gerência e o ideal seria contratarmos um coordenador que pudesse virar gerente aqui”. Mas o perfil do candidato era ótimo, a experiência que ele tinha também. Então, ao mapear suas conexões, a Tecnica acabou encontrando alguém com características semelhantes às dele, mas não tão sênior, exatamente como a empresa sonhava.</p>
<p>“Contratamos um coordenador do candidato que não tinha sido promovido na antiga empresa e virou gerente aqui.”</p>
<p>A história é apenas um exemplo de como você pode ser encontrado por uma empresa pelas redes sociais, mesmo quando não está procurando nada. Só não vale ficar neurótico querendo esconder suas conexões para não perder a oportunidade para o colega, ok?</p>
<p><strong>Espiadinha profissional</strong></p>
<p>Os especialistas confirmam que também virou rotina nos processos de recrutamento vasculhar nas redes — e aqui, sim, sem exceções ou predileção por uma rede social ou outra — tudo o que puder contar pontos contra ou a favor de um profissional.</p>
<p>“Se eu estiver recrutando um diretor, certamente irei até a página dele no Facebook e no LinkedIn para ver o que ele escreve, quem ele segue, por onde já passou.”</p>
<p>Zappia conta que já houve, sim, casos em que um candidato foi desclassificado na fase final da seleção, exatamente nessa etapa da “espiadinha” online.</p>
<p>“Fomos checar o perfil do finalista e vimos várias fotos constrangedoras de momentos muito íntimos. Isso não pega bem, são regras mínimas de etiqueta que devem ser cumpridas.”</p>
<p>Portanto, nunca é demais falar: tome cuidado com o uso que você faz de todas essas maravilhas tecnológicas. Enquanto você está apenas se divertindo e tentando impressionar os amigos, um recrutador profissional pode estar de olho no seu perfil para saber se você é adequado àquela vaga com a qual você sonha há anos. Cuidar da sua reputação online é tão necessário quanto construir um excelente currículo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: www.vagas.com.br</em></p>
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		<title>Veja como fazer um currículo online</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2013 19:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O Brasil vive um de seus melhores momentos econômicos e isso se reflete na grande geração de empregos. Mas a verdade é que alguns profissionais ainda têm dificuldades de se inserir ou de se recolocar no mercado. Na hora de&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vive um de seus melhores momentos econômicos e isso se reflete na grande geração de empregos. Mas a verdade é que alguns profissionais ainda têm dificuldades de se inserir ou de se recolocar no mercado. Na hora de se candidatar a uma vaga, o profissional precisa ter um currículo eficiente – com dados precisos – e uma boa reputação on-line.<br />
Uma grande aliada na busca pelo emprego, não resta dúvida, é a internet, pois hoje a maioria das empresas expõe seus postos na web. No entanto, a concorrência é grande, então… É preciso oferecer bom conteúdo no currículo para fazer a diferença.</p>
<p>Gerente de RH da VAGAS Tecnologia, Alessandra Tomelin, alerta que, diferentemente do impresso, o currículo on-line deve conter o máximo de informações possíveis sobre o candidato, pois o recrutador fará a análise através de um software. E é a partir dessas informações que os recrutadores poderão saber quem se adequa mais ao perfil oferecido:</p>
<p>&#8211; Cada empresa tem um sistema capaz da “ranquear” os candidatos pelo perfil desejado para aquela oportunidade. Assim, todos os cursos, experiências profissionais, voluntariado e viagens, entre outras informações, podem fazer a diferença no momento em que são aplicados esses critérios.</p>
<p>Os candidatos não se preocupam, segundo ela, com o objetivo profissional. Diferentemente do currículo impresso, na versão on-line é importante incluir todos os cargos similares ou relacionados. Isso porque, explica Alessandra, as companhias buscam candidatos por nomes diferentes que, muitas vezes dizem respeito à mesma função e, dessa forma, as chances de aparecer nessas buscas aumentam. Por exemplo: se você é uma secretária de diretoria bilíngue, coloque também secretária executiva bilíngue, secretária executiva, secretária bilíngue, secretária de diretoria e similares.</p>
<p>A segunda dica é manter seus dados atualizados, já que muitas empresas pesquisam candidatos sem mesmo anunciar a vaga. Ter na web um currículo que contenha dados profissionais, informações de carreira, experiências de trabalho, habilidades e cursos aumenta as chances do candidato. Os dados atualizados farão também com que o currículo apareça na frente dos demais nos resultados das pesquisas.</p>
<p>O cuidado essencial, na opinião de Alessandra, é que as informações estejam corretas e sejam verdadeiras, pois incluir informações falsas é algo inaceitável. Além disso, não pode haver erros de português.</p>
<p>&#8211; Escrever errado ou digitar com pressa pode resultar em erros e demonstrar falta de interesse ou cuidado com os materiais que produz. Lembre-se: seu currículo é seu cartão de visitas e a primeira apresentação ao recrutador de quem você é, completa Alessandra.</p>
<p>Seguem abaixo outras dicas para seu currículo sobressair na web:</p>
<p>Cuidado com a linguagem: É fundamental chamar a atenção do selecionador logo no primeiro momento, para que assim ele continue analisando seus dados profissionais. Para isso, tome alguns cuidados, como deixar seus objetivos profissionais condizentes com suas experiências, verificar se tudo está bem escrito, de forma direta e sem erros de português, entre outros fatores. Nunca minta, pois isso poderá ser rapidamente descoberto durante a entrevista.<br />
Saiba aproveitar o alcance das redes sociais: Elas podem ser utilizadas como um complemento no processo de recolocação profissional. Você certamente terá um alcance maior ao postar seu currículo em redes de relacionamentos, microblogs ou qualquer outra plataforma on-line.<br />
Prepare-se para a entrevista virtual: Essa é uma das ferramentas mais aproveitadas pelas companhias que utilizam o recrutamento e seleção on-line. É uma entrevista prévia em que o selecionador consegue fazer uma avaliação geral do candidato, avaliando os quesitos básicos necessários e ajudando a adiantar as próximas etapas do processo seletivo. Por isso, é importante se preparar para este momento, tomando os devidos cuidados, como não abreviar palavras e pesquisar a área de mercado da empresa. Lembre-se que uma entrevista virtual é tão importante quanto uma entrevista presencial.<br />
<em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Um novo modelo de gestão de pessoas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 18:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio. O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especializada em digitalização de documentos, a Acesso Digital inova a cada dia na forma como trata a sua equipe. Inspire-se a fazer o mesmo no seu negócio.</strong></p>
<p>O que você faria se ganhasse um intercâmbio para os Estados Unidos, com tudo pago pelo seu chefe? Ou se, no fim do ano, todos seus colegas de trabalho ficassem ansiosos para uma viagem coletiva à Disney? Para as empresas mais tradicionais, esse tipo de coisa parece fora de cogitação. Mas, na Acesso Digital, especializada em digitalização e organização de documentos, esses programas fazem parte do DNA do negócio: fundada pelo Empreendedor Endeavor Diego Martins, a empresa é reconhecida por ser um dos melhores lugares para se trabalhar no setor de tecnologia.</p>
<p>“A gente quer que as pessoas sejam felizes aqui”, conta Diego. Desde 2011, ele criou uma cultura que gira em torno de inúmeros programas de engajamento de funcionários. Hoje, a Acesso Digital é a segunda melhor empresa de tecnologia para se trabalhar no Brasil, atrás apenas do Google – uma grande inspiração para Diego – e à frente da Microsoft.</p>
<p>O sucesso no ambiente de trabalho rendeu certa fama e inspirou outras organizações. “Nós nunca tivemos isso como objetivo. Quando a gente conseguiu ser reconhecido, até mais do que empresas americanas, sentimos o maior orgulho possível. Um orgulho inesperado até”, acrescenta. Neste caso, para ele, não existe concorrência: Diego quer mais é que seu modelo seja copiado por cada vez mais empresas.</p>
<p>“Começamos a ser reconhecidos e várias passaram a se inspirar com a Acesso. Era engraçado que algumas pessoas tinham vergonha de dizer que estavam nos copiando. Ano passado, após uma palestra sobre gestão de pessoas, um pessoal veio falar comigo depois da apresentação, todo sem jeito, contando que copiaram um dos programas que levam os funcionários à Disney. Perguntaram se eu não ficava bravo por isso. Mas é claro que não!”, garante.</p>
<p>O propósito de Diego não é apenas uma forma de deixar o trabalho mais leve, mas também uma maneira de motivar sua equipe, uma estratégia para conquistar seus objetivos. “A essência de tudo é transformar a vida desses indivíduos. E, com toda certeza, essas pessoas entregam muito mais, com muito mais vontade do que fariam se estivesse em outra situação, em outro ambiente.”</p>
<p>A Acesso Digital é uma empresa Endeavor desde 2011 e, desde então, tem mirado cada vez mais alto no mercado de TI brasileiro, sem se esquecer de um de seus principais diferenciais. “O nosso sonho grande é conseguir ser muito grande no mercado de tecnologia a ponto de faturar um bilhão e estar entre as melhores de TI, é claro. Mas, acima de tudo, queremos provar que dá pra fazer de forma diferente. Apostamos muito na forma como lidar com pessoas e estamos chegando lá assim.”</p>
<p><strong>Conheça alguns dos programas de engajamento da Acesso Digital:</strong></p>
<p><strong>1001 Ideias</strong>: Um banco de ideias que premia as melhores. Alguns temas como fidelização de clientes, melhorias nos processos e redução de custos em processos são lançados para provocar a criatividade dos funcionários. Para contribuir, eles preenchem um formulário descrevendo a ideia em detalhes – custos e resultados esperados. O autor da melhor sugestão, escolhido pelos diretores, ganha R$ 1.001.</p>
<p><strong>Ser Aventureiro</strong>: Programa voltado para quem gosta de esportes radicais. A cada dois meses, cinco funcionários são sorteados no Encontro de Equipe para participar de uma das três atividades propostas (salto de paraquedas, rafting, passeio de balão, entre outros). O evento ocorre no período de trabalho e todas as despesas são pagas pela Acesso Digital.</p>
<p><strong>Ser Global</strong>: A cada seis meses, três profissionais são escolhidos para estudar inglês, e têm chance de fazer um intercâmbio de um mês em Boston, nos Estados Unidos. O processo de seleção é a partir de redações avaliadas pelos líderes, que não têm ciência de seus autores durante a correção. Para conseguir o intercâmbio pago pela Acesso Digital, o funcionário precisa frequentar as aulas e atingir uma pontuação mínima no exame final do curso.</p>
<p><strong>Clube do Bolinha e da Luluzinha</strong>: O primeiro é o happy hour dos homens da empresa, geralmente um churrasco com futebol. No Clube da Luluzinha, a mesma proposta é voltada para as mulheres: aulas de dança, patinação no gelo ou jantare<br />
<em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Pronatec está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Mar 2013 19:48:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat –&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat – o chamado Bolsa Formação. As inscrições foram abertas no dia 18 de fevereiro e não tem prazo para acabar. O processo é contínuo e as inscrições podem ser feitas pelo <a href="http://pronatec.mec.gov.br/">portal</a> do Pronatec.</p>
<p>De acordo com o ministério da Educação (MEC), em um primeiro momento terão prioridade os trabalhadores cadastrados no Sistema Nacional de Emprego ou nos centros de referência de assistência social. Podem se inscrever trabalhadores, inclusive agricultores familiares, silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores; povos indígenas; comunidades quilombolas; adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas; desempregados; pessoas com deficiência; pessoas que recebem benefícios dos programas federais de transferência de renda ou que estejam cadastradas no CadÚnico; praças do Exército e da Aeronáutica com baixa do serviço militar ou atiradores; estudantes matriculados no ensino médio em escolas públicas, inclusive na Educação de Jovens e Adultos (EJA).<br />
Caso não encontre a opção desejada, o candidato pode indicar até três cursos de seu interesse para ser avisado quando surgirem novas vagas.</p>
<p>O Pronatec foi criado pelo governo federal em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica e oferece dois tipos de curso: o técnico, para quem está matriculado no ensino médio, com duração de um ano, e o curso de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, com duração mínima de dois meses.</p>
<p>A meta global do Pronatec para 2013 é a geração de mais de 2,3 milhões de vagas, boa parte na modalidade de Bolsa Formação – vagas gratuitas para cursos de rápida duração em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat. Até o final deste ano deve-se chegar a 900 mil vagas ofertadas pelo Bolsa Formação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: administradores.com.br</em></p>
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