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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; mercado de trabalho</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Aug 2016 14:12:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>26 carreiras (quase) à prova de crise no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 12:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Demanda em alta mesmo com crise Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 300;"><strong>Demanda em alta mesmo com crise</strong></h4>
<p>Nenhum setor está imune à crise e o mercado de trabalho, que já dava sinais de perda de dinamismo desde o fim de 2014, “intensificou a trajetória de arrefecimento”, segundo análise recente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Aumento do desemprego e desaceleração dos rendimentos reais marcam este caminho, segundo o texto do instituto.</p>
<p>No entanto, algumas áreas e carreiras estão sofrendo menos os efeitos da retração da economia. Na visão de Marcelo Braga, sócio da consultoria Search, tecnologia, mercado financeiro, farmacêutico e o agronegócio são os segmentos menos afetados pela crise atual.</p>
<p>Em relação às atividades profissionais, posições ligadas à redução de custos, ganho de qualidade eficiência em estruturas, processos e procedimentos são mais valorizadas em cenários menos positivos para a economia.</p>
<p>EXAME.com entrevistou 11 especialistas de diferentes consultorias de recrutamento para saber mais sobre as profissões carreiras que seguem em alta e, até agora, têm se mostrado (quase) à prova de mau tempo na economia. Veja, nas fotos, quais são as carreiras e quais motivos mantêm a demanda por profissionais mesmo em época de crise:</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg"><img class="aligncenter wp-image-680 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_Moedas.jpg" alt="size_810_16_9_Moedas" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Controller ou gerente de controladoria</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É o profissional “número 2” na hierarquia do departamento financeiro da empresa, sendo responsável pela projeção, coordenação e controle das atividades nas áreas de planejamento, controladoria e finanças. É ele quem traz os indicadores de eficiência financeira e sua atividade norteia a redução de custos e ganho de escala nas operações.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, o controller responde a três grandes imperativos em tempos de crise: ganho de escala, redução de custos e melhoria na produtividade. Daí sua valorização num momento em que as coisas não vão bem para a economia. “É quem dá a diretriz para tomada de muitas decisões estratégicas&#8221;, afirma Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO.</p>
<p>Continua sendo solicitado, principalmente, por empresas do setor da indústria (automotivo, bens de consumo e varejo) e de serviços que tenham a capacidade de se adaptar ao novo cenário. Na agenda do CFO, hoje, o controle de custos está no topo da lista, pelo qual este profissional agrega muito valor, segundo a percepção da equipe da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg"><img class="alignnone wp-image-681 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_investigacao-lupa.jpg" alt="size_810_16_9_investigacao-lupa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de auditoria e controles internos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Identifica os riscos do negócio e propõe alternativas para minimizá-los. Além disso, dá suporte à governança corporativa da empresa e promove a adaptação às normas internas e às regulamentações existentes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Miwa, sócio da Hound, obter eficiência nos processos internos faz com que a empresa maximize a relação entre custo e benefício de seu funcionamento. “Isso faz muita diferença principalmente quando o momento de mercado não é de crescimento e sim de retração, escândalos de corrupção e de crédito mais escasso e caro”, explica ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg"><img class="alignnone wp-image-682 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_termometro.jpg" alt="size_810_16_9_termometro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de risco</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Está envolvido nos processos financeiros, vendas e geração de receita.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “É um profissional que atua diretamente no coração de qualquer negócio”, diz Anna Melo, gerente da Randstad Professionals. É natural, portanto, que ele garanta sua relevância num contexto econômico em que os custos e as receitas precisam ser acompanhados com uma lupa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg"><img class="alignnone wp-image-683 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_nota-real" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de planejamento tributário</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na gestão fiscal e no planejamento tributário, evitando riscos e gastos desnecessários.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O Brasil conta com uma matriz tributária muito complexa, diz Rodrigo Miwa, sócio da consultoria Hound, o que torna o profissional da área uma peça valiosa para as empresas. Isso porque, segundo ele, estratégias para a redução da carga de impostos e estudos de viabilidade fiscal de novos projetos são essenciais em tempos de crise.</p>
<p>A consultoria Michael Page observa demanda maior por este tipo de profissional no setor de varejo. Já a diretora Natasha Patel, da Hays, destaca que há também forte necessidade por planejamento de tributos indiretos na indústria com perfil de comunicação e domínio de idiomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg"><img class="alignnone wp-image-684 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_check-list.jpg" alt="size_810_16_9_check-list" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de compliance</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Garante que as transações e processos da empresa sejam transparentes e aconteçam em acordo com a lei e com as normas internas da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Anna Melo, gerente da Randstad Professionals, a relevância do gerente de compliance independe do contexto econômico. “Ele responde a um contexto político que exige adequação máxima às novas legislações e regulamentações”, diz ela.</p>
<p>“Desde 2014 temos visto mais demanda por estes profissionais”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Setor financeiro e indústrias farmacêuticas e de biotecnologia são áreas mais promissoras para profissionais de compliance, segundo Natasha.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg"><img class="alignnone wp-image-685 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography.jpg" alt="size_810_16_9_size_810_16_9_13._m-imagephotography" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional da área de compras e suprimentos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Organiza a compra e faz negociações com fornecedores de todos os materiais, diretos e indiretos, usados pela empresa. Além disso, pode se envolver na discussão de grandes contratos de prestação de serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, diz que o profissional da área é capaz de renegociar contratos antigos, buscar novos fornecedores, reavaliar prioridades e necessidade de aquisição ou não de determinados itens. Com isso, acaba se tornando uma figura-chave para a redução de despesas nas empresas.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg"><img class="alignnone wp-image-686 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_477163337-web.jpg" alt="size_810_16_9_477163337-web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gestor de projetos e processos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Reavalia processos internos e faz a gestão de novos projetos, para garantir cumprimento de prazos e budgets estabelecidos. Pode atuar como consultor externo ou numa área interna das empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO, as empresas têm buscado profissionais que as ajudem a reorganizar procedimentos e gerir melhor qualquer projeto, como o lançamento de um novo produto ou a mudança de um sistema integrado. O objetivo é claro: economizar o máximo possível de tempo e dinheiro.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg"><img class="alignnone wp-image-687 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_moedas-1.jpg" alt="size_810_16_9_moedas (1)" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Head ou gerente de tesouraria</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Gerencia as operações financeiras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O acesso ao crédito tem mudado desde o ano passado, o que está sendo desafiador para as empresas, principalmente nacionais. Por este motivo, tem crescido o número de demandas por profissionais de tesouraria com experiência em reestruturação de dívida (alongamento), bom relacionamento bancário e capacidade de estruturar operações financeiras de captação alternativas e menos custosas, segundo informações da consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg"><img class="alignnone wp-image-688 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_calculadora.jpg" alt="size_810_16_9_calculadora" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Analista ou supervisor de custos</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Promove ou gerencia a otimização de processos internos e a redução de custos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> A área de finanças faz toda a diferença em tempos de cinto apertado. “Um profissional que corta gastos é alguém de quem nenhum empregador vai abrir mão neste momento”, diz Marcela Esteves, gerente de divisão da Robert Half.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg"><img class="alignnone wp-image-689 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_aperto-de-maos.jpg" alt="size_810_16_9_aperto-de-maos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de vendas e novos negócios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Expõe a empresa e seus produtos ao mercado e gera receita com o fechamento de novos negócios, já que faz a prospecção de novos clientes.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> “Como está na linha de frente, esse profissional é bem-vindo em qualquer momento”, diz Paulo Dias, diretor de recrutamento da consultoria STATO. Num momento de crise, mais ainda. Afinal, um bom “vendedor” consegue alavancar os negócios da empresa a ponto de mantê-la viva mesmo num cenário instável.</p>
<p>A consultoria Michael Page tem recebido mais demandas por gerentes nesta área. Em momentos de crise, principalmente na indústria, além do conhecimento técnico, o perfil comportamental é crucial e decisivo em contratações &#8211; pró atividade, perfil consultivo, motivador e liderança são algumas das características mais demandadas, segundo a Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg"><img class="alignnone wp-image-690 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_bússola.jpg" alt="size_810_16_9_bússola" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de gestão da mudança ou “turn around”</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável por trazer mudanças impactantes em áreas estratégicas, como RH ou finanças. Mais do que uma área, explica Paulo Dias, diretor da STATO, trata-se de uma especialização de alguns profissionais.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Dias, a crise econômica muitas vezes força a necessidade de mudar a cultura, o perfil dos funcionários ou até modelo de negócio de uma empresa. Um profissional capaz de fazer essa manobra “salvadora” é muito procurado pelos empregadores.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg"><img class="alignnone wp-image-691 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_medicp.jpg" alt="size_810_16_9_medicp" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de saúde preventiva e terapêutica (médico, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo)</h4>
<p><strong>O que fazem? </strong>São responsáveis pela promoção da saúde humana em suas diversas especialidades.</p>
<p><strong>Por que sobrevivem à crise? </strong>De acordo com Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, tanto a área de saúde preventiva quanto a terapêutica continuam em alta. Ela menciona estatísticas recentes, segundo as quais a população do Brasil está envelhecendo. “Enquanto cada vez mais pessoas adoecem e demandam cuidados especiais, faltam médicos”, diz ela.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg"><img class="alignnone wp-image-692 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_fibra-luminosa.jpg" alt="size_810_16_9_fibra-luminosa" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de P&amp;D (Pesquisa e Desenvolvimento)</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Investiga tecnologias de inovação aplicadas a produtos e serviços.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Segundo Rodrigo Maranini, gerente da Talenses, a preocupação das empresas com a escassez de insumos na crise faz com que elas busquem soluções tecnológicas. “Profissionais capacitados a atendê-las nesse sentido estão sendo muito procurados”, diz ele.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg"><img class="alignnone wp-image-693 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_seguranca-trabalho.jpg" alt="size_810_16_9_seguranca-trabalho" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Coordenador ou gerente de qualidade/SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Planeja, executa e delega ações para cumprir exigências ambientais, prevenir acidentes e garantir a saúde dos funcionários de uma empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>A preocupação das empresas com a área de SSMA aumentou consideravelmente nos últimos anos, diz Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Além de cumprir a lei, elas também precisam cuidar disso para não prejudicar sua reputação e, consequentemente, o seu lucro”, explica. A valorização do profissional da área também tem a ver com a sua escassez: segundo Maranini, ainda há poucas pessoas com formação específica na área e com um bom nível de inglês. A consultoria Michael Page também nota um aquecimento da demanda por esta posição nas companhias.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg"><img class="alignnone wp-image-694 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica.jpg" alt="size_810_16_9_homem-mede-grafico-com-fita-metrica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente ou diretor de S&amp;OP (Planejamento de vendas e operações)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Elimina os gargalos da produção, planeja a estratégia de vendas e faz a interface com o planejamento logístico da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Na crise, a área se torna estratégica para reduzir custos. “Quando falta alinhamento entre logística e comercial, o estoque se degrada ou é depreciado, o que traz muitos prejuízos”, explica Rodrigo Maranini, gerente da Talenses.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg"><img class="alignnone wp-image-695 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_exportacoes-porto.jpg" alt="size_810_16_9_exportacoes-porto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de shipping ou exportação</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Orienta as diversas fases do processo de exportação, como a burocracia alfandegária, a logística e o relacionamento com as empresas de transporte.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Segundo Rodrigo Maranini, da Talenses, a alta do dólar beneficiou diversos segmentos, como o de exportação de borracha e de grãos. Além da valorização da área, faltam profissionais da área com pensamento estratégico e domínio de inglês.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg"><img class="alignnone wp-image-696 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_labirinto.jpg" alt="size_810_16_9_labirinto" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Consultor de projetos em logística</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela melhoria do fluxo em várias etapas da cadeia produtiva de uma empresa. Também pode implantar sistemas de informação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O mercado de logística mudou muito com a evolução do consumo, de acordo com Rodrigo Maranini, gerente da Talenses. “Hoje as pessoas compram de forma mais global, remota e complexa”, explica ele. Por isso, novos projetos para a entrega de mercadorias precisam ser redesenhados constantemente, para aumentar a produtividade e evitar prejuízos &#8211; ainda mais em tempos de instabilidade econômica.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg"><img class="alignnone wp-image-697 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_recursos-humanos.jpg" alt="size_810_16_9_recursos-humanos" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional generalista de recursos humanos</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Atua em projetos de desenvolvimento organizacional e também em ações de treinamento e desenvolvimento ou de recrutamento e seleção.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Justamente porque é capaz de atuar em mais de uma área do departamento de recursos humanos. “Não basta ser especialista, as empresas buscam profissionais que também abracem outros subsistemas na área de recursos humanos”, diz Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p>De acordo com Carlos Nosé, sócio da Asap, os profissionais de recursos humanos estão mais valorizados porque ajudam a identificar onde pode haver ganho de qualidade de mão de obra. “Eles ajudam a diretoria a mexer na estrutura, fazendo movimentos de substituição de profissionais caros que não estão tendo bom desempenho na função”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg"><img class="alignnone wp-image-698 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-460910225" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em folha de pagamento (para multinacionais)</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua na área de remuneração dentro do departamento de recursos humanos, gerenciando a folha de pagamentos da empresa.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Os departamentos de folha de pagamento de empresas multinacionais têm espaço para estes especialistas. “Muitas empresas transferem este serviço a terceiros, mas há aquelas que preferem manter a estrutura de folha de pagamento interna por conta da confidencialidade dos valores de salário”, diz Natasha Patel, diretora da Hays. Mas é preciso falar inglês ou espanhol, dependendo do local da matriz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg"><img class="alignnone wp-image-699 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web.jpg" alt="size_810_16_9_ThinkstockPhotos-178707077_web" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Profissional de RH com foco em política de benefícios</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Seu foco é conseguir que a empresa forneça os melhores benefícios aos funcionários, a custos menores, por isso faz a interação entre a companhia e as fornecedoras de vale-alimentação, seguradoras de saúde, entre outras.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> É valorizado porque pode reduzir custos e, ainda assim, melhorar a política de benefícios da empresa.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg"><img class="alignnone wp-image-700 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_contrato.jpg" alt="size_810_16_9_contrato" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Subscritor de seguros</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>É responsável pela interação entre a empresa e as companhias seguradoras, com foco na gestão de risco.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> O objetivo das empresas é minimizar riscos de perdas e prejuízos em caso de alguma eventualidade, segundo Natasha Patel, diretora da Hays.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg"><img class="alignnone wp-image-701 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_computador-e-caneca.jpg" alt="size_810_16_9_computador-e-caneca" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Desenvolvedor de software</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Desenvolve aplicativos e programas com o objetivo de trazer mais eficiência em processos e procedimentos da empresa. Tecnologias como Dot.Net, PL-SQL e Java são as especialidades mais procuradas, de acordo com a consultoria Conquest One.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise?</strong> Mesmo com a indústria retraída, há setores mais “saudáveis” no momento que compensam o fraco desempenho industrial. “Construção, farmacêutico e tecnologia são setores que estão bem e contratando, o que equilibra a balança do mercado de TI”, diz.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg"><img class="alignnone wp-image-702 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_energia-eolica.jpg" alt="size_810_16_9_energia-eolica" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Engenheiro de energia renovável</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Demanda em alta para profissionais de nível executivo, que atuam na gestão de projetos de geração de energia renovável.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Faltam profissionais experientes no setor. “Temos recebido até pessoas que vem de outro país, porque há falta de mão de obra no Brasil neste setor que é relativamente novo”, diz Carlos Guilherme Nosé, sócio da Asap.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg"><img class="alignnone wp-image-703 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_homem-grafico.jpg" alt="size_810_16_9_homem-grafico" width="810" height="456" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de inteligência de mercado</h4>
<p><strong>O que faz? </strong>Atua no departamento de marketing trazendo informações estratégicas de mercado e buscando entender necessidades de clientes e potenciais clientes.</p>
<p>Por que sobrevive à crise? Sua atuação é fundamental para gerar mais valor para a marca e para o produto.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg"><img class="aligncenter wp-image-704 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_e-commerce.jpg" alt="size_810_16_9_e-commerce" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente geral de e-commerce para varejo</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> É responsável pela gestão da área de e-commerce com foco em P&amp;L (lucros e prejuízos) assegurando a rentabilidade da operação.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>O varejo online está crescendo no Brasil e seu grande desafio é a rentabilidade. No ano passado, a alta nas operações de comércio eletrônico foi da ordem de 25%, segundo informa a consultoria Michael Page.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg"><img class="alignnone wp-image-705 size-full" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/size_810_16_9_grafico-dinheiro.jpg" alt="size_810_16_9_grafico-dinheiro" width="810" height="455" /></a></p>
<h4 class="embedded-media-title">Gerente de processos/ melhoria contínua</h4>
<p><strong>O que faz?</strong> Tem foco na redução de procedimentos e custos na operação para trazer mais eficiência aos processos.</p>
<p><strong>Por que sobrevive à crise? </strong>Redução de custos e mais eficiência são ações muito valorizadas pelas companhias em momentos de crise, segundo a consultoria Michael Page.</p>
<p><em>Por: Camila Pati e Cláudia Gasparini.</em></p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
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		<title>9 dicas para valorizar seu passe no mercado</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/9-dicas-para-valorizar-seu-passe-no-mercado/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 18:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Entender as expectativas e as necessidades das empresas é fundamental Você trabalha arduamente, mas ainda não alcançou nem o cargo e nem a remuneração que sonha e que acredita merecer. Se for esse o caso, possivelmente você não esteja sabendo&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entender as expectativas e as necessidades das empresas é fundamental</strong></p>
<p>Você trabalha arduamente, mas ainda não alcançou nem o cargo e nem a remuneração que sonha e que acredita merecer. Se for esse o caso, possivelmente você não esteja sabendo como valorizar o seu passe no mercado de trabalho. Fazer isso nem sempre é simples e depende muito de você entender as expectativas e as necessidades das empresas e alinhar tudo isso às suas expectativas e necessidades profissionais. Quer ver como? Confira as dicas de Luana Maluf, diretora da Asap Recruiters, empresa de recrutamento para cargos de gerência.</p>
<p><strong>1 – Estruture seu plano de carreira.</strong> Esse é o primeiro passo que todo profissional precisa dar se quer de fato ver sua carreira evoluir e seu passe se valorizar. Traçar um plano de carreira é fundamental para você direcionar suas ações com base nos seus objetivos de médio e longo prazo. Do contrário, você corre o risco, por exemplo, de fazer vários cursos e obter diversas certificações que não vão impulsionar em nada a sua trajetória. “Cursos e certificações devem complementar sua expertise”, diz Luana. “Um MBA, por exemplo, pode não ser tão assertivo caso não esteja alinhado com a expectativa do mercado.”</p>
<p><strong>2 – Fale inglês fluentemente.</strong> Esse é o ponto inicial para valorizar seu passe no mercado. “Hoje em dia, o domínio do idioma inglês é básico em qualquer setor e posição do mercado, tanto em empresas multinacionais quanto em nacionais”, diz Luana.</p>
<p><strong>3 – Invista em um MBA, se for o caso.</strong> Se o mercado exige um curso desse tipo para profissionais que ocupam o lugar que você quer ocupar, você precisa, sim, ir atrás disso. A dica, então, é procurar um curso que esteja alinhado à sua área de atuação. Além disso, claro, é importante que a instituição de ensino tenha credibilidade. “Universidades de ponta têm preferência no mercado”, alerta ela.</p>
<p><strong>4 – Experiência vale ouro.</strong> Segundo Luana, a experiência profissional é mais importante que a formação acadêmica, especialmente para aqueles que não estão no início da carreira. “As empresas entendem que o profissional que acumulou mais bagagem tem maior assertividade e, por isso, maior valor de mercado”, explica. Por isso, é importante que você saiba fazer uma leitura de sua carreira para apresentar suas maiores e mais relevantes características e conquistas. “Muitas pessoas ainda não sabem resumir de maneira positiva sua trajetória e perdem pontos com isso.”</p>
<p><strong>5 – Networking é indispensável.</strong> Você pode até não gostar de fazer contatos e manter relacionamentos profissionalmente, mas vai precisar se dedicar a essa tarefa se quiser de fato ser mais valorizado no mercado. As pessoas que você conhece e que acreditam no seu potencial são aquelas que normalmente podem indicá-lo para os cargos e as empresas em que você sonha trabalhar.</p>
<p><strong>6 – Antenas ligadas.</strong> Muitos profissionais não evoluem na carreira simplesmente porque não têm o costume de acompanhar as tendências do mercado. “Falta a eles uma visão macro do seu próprio segmento”, diz Luana. A recomendação é ficar antenado sobre as demandas em alta, investimentos em determinados setores, regiões mais aquecidas etc.</p>
<p><strong>7 – Acertando o foco nas redes sociais.</strong> Sim, as redes sociais são importantes, mas não são decisivas em processos seletivos. “É importante que você tenha e saiba administrar seus perfis, mas com o intuito de acompanhamento de mercado e visando o networking.” Sim, novamente ele: o indispensável networking.</p>
<p><strong>8 – Óbvio e fundamental.</strong> Por mais que pareça simples e óbvio, nem todos os profissionais sabem formatar de maneira adequada seu currículo. Um escorregão aqui ou ali e pronto – ele pode ser deixado de lado em processos seletivos. “É importante que você saiba ser claro e objetivo, destacando principalmente os projetos realizados e os resultados obtidos em experiências passadas”, afirma Luana.</p>
<p><strong>9 – Auto-avaliação.</strong> Se você decidiu seguir esses passos e quer, claro, saber como está evoluindo, uma boa forma de fazer isso é analisar como você está sendo visto dentro da empresa. Seus superiores têm planos de carreira voltados a reter o seu talento? Seu perfil está alinhado com a política da empresa? “Outro ponto importante é buscar saber se seu nome é tido como referência dentro do setor em que atua porque isso demonstra que seu trabalho é visto como exemplar no mercado.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: Fernanda Bottoni</em></p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Quanto custa ser bom?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/05/quanto-custa-ser-bom/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhando a alguns anos na área de recrutamento e seleção de pessoal fico preocupada com o futuro do mercado de trabalho, ou melhor, com a falta de bons profissionais para o mercado. Sei que muitos vão dizer: “Ah, mas eu sou bom”, ou “Há profissionais bons também, não generaliza”, ou ainda “Sou um bom profissional, só que não me dão uma oportunidade”&#8230; Então nestes três casos, vamos lá&#8230;</p>
<p>Será mesmo que somos bons o suficiente? Falo de mim, de ti, do outro&#8230; cada vez mais as pessoas esperam por um retorno que o outro tem que dar, que o outro faça alguma coisa e muitas vezes acabam deixando as oportunidades passar&#8230; Será falta de sorte? Azar? Olho gordo? Se não foi assim, não era pra ser&#8230; Será que não podíamos pensar que fomos nós que não fizemos nada para as coisas mudarem, ou então, se fizemos e não deu certo, talvez não tenhamos feito o suficiente ou tenhamos desistido muito cedo? Talvez em certos momentos até pensássemos desta forma, mas é menos doloroso e menos culposo pensarmos que foi qualquer uma das justificativas anteriores à última, e então, nos agarramos a ela. Algumas vezes até sofremos com isso, mas logo passa e esquecemos, como se nada tivesse acontecido. Aí não mudamos e ficamos esperando a tal felicidade e a tal oportunidade&#8230;</p>
<p>O mundo está cheio de oportunidades, e temos que agarrá-las com todas as forças, mas fico instigada com a falta de perspectiva que algumas pessoas têm, inicialmente com sua indecisão quanto à questão profissional, muitas vezes dizendo que “qualquer coisa serve”&#8230; Poxa vida, como assim qualquer coisa?! Põe uma meta, traça os objetivos e faz alguma coisa, não fica esperando que alguém venha te oferecer um emprego ou então que te dê uma “ajudinha” porque você está precisando. Somos nós que temos que decidir o que queremos e buscar isso. Novamente ficamos esperando para que as coisas aconteçam, e então, “não temos uma oportunidade”&#8230; Melhor: Não criamos ela!</p>
<p>Existem aquelas pessoas que vão a busca de seus objetivos, que batalham, tem seus sonhos, acreditam neles e fazem eles acontecer. É aquelas pessoas que olhamos encantadas e nos perguntamos: “Como fazem isso?” Ou ainda: &#8220;Esse cara é foda!&#8221; É assim que devemos ser, porque se o outro é, tem ou faz, porque nós não podemos ser, ter ou fazer? Talvez porque ele é um sujeito sortudo! Todos temos um potencial, mas precisamos acreditar nele e querer algo, por isso o “qualquer coisa” não serve, não pode servir! Quando trabalharmos naquilo que queremos, naquilo que gostamos, vamos nos tornar bons, realmente bons, e aí sim entraremos nas duas primeiras frases, porque vamos ter certeza disso, porque acreditamos nisso e estamos satisfeitos com isso. Pessoas assim irradiam alegria, percebe-se no seu olhar e nas suas ações. São aquelas pessoas que não param e que estão em busca de crescimento e de maiores realizações. Traduzindo: São as pessoas realmente felizes e realizadas profissionalmente.</p>
<p>Então, quanto queremos ser bons? Em que frase quero me encaixar? Quanto custa? Não basta querer, não basta falar, tem que fazer!</p>
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		<title>11 erros fatais na hora de procurar emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2014 13:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A busca por um emprego, hoje, ganhou contornos diferentes de quando seus pais iam até um estabelecimento, entregavam um currículo em papel impresso ou preenchiam uma ficha. Bem diferentes. Sabe-se de casos de pessoas que, parar conseguir uma boa vaga,&#46;&#46;&#46;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por um emprego, hoje, ganhou contornos diferentes de quando seus pais iam até um estabelecimento, entregavam um currículo em papel impresso ou preenchiam uma ficha. Bem diferentes. Sabe-se de casos de pessoas que, parar conseguir uma boa vaga, fizeram um perfil de Facebook exclusivo para os pretensos empregadores ou criaram uma conta no Instagram dedicada a mostrar boas coisas sobre si para futuros chefes.</p>
<p>E você aí imaginando por que não conquista a vaga dos sonhos, né? Pois é, tem mais gente bastante aplicada nesse objetivo. E talvez você esteja, ainda, cometendo alguns “erros modernos”, coisas que o novo mercado de trabalho exige e sobre as quais você ainda não se deu conta. Quer uma lista? Lá vão 10 pontos (mais uma dica) muito importantes para se ligar quanto às entrevistas de emprego. As dicas são baseadas em um artigo recente do especialista Paul Keijzer, do site Monster.com.</p>
<p><strong>1. Candidatar-se aleatoriamente para empregos</strong><br />
Não importa quão desesperado você está. Você simplesmente não pode se candidatar para cada trabalho existente e que ofereça uma chance – porque, acredite, nem todos são boas chances. Encontre um emprego que não somente se encaixa em sua carreira, mas também uma função e uma empresa nas quais você acha que se encaixaria bem.</p>
<p><strong>2. Ter um currículo “pau-pra-toda-obra”</strong><br />
É o que muita gente costuma fazer – um currículo que pode ser atirado para qualquer lado. Mas lembre-se, você não está se candidatando aleatoriamente a empregos, né? Então você deve adequar seu currículo às necessidades de seus empregadores potenciais sendo específico, acrescentando ou retirando o que considere mais apropriado a cada um.</p>
<p><strong>3. Ignorar sua vida online</strong><br />
Não tem tempo pra isso? Errado. Você não só precisa manter uma presença online, mas precisa atualizá-la constantemente. Você é um perito na sua área? Ótimo – mas de nada vale isso se você não se mostrar para mais gente ou não fazer valer suas ideias e opiniões.</p>
<p><strong>4. Ignorar o networking</strong><br />
Fazer networking é provavelmente uma das maneiras mais eficazes de achar seu emprego dos sonhos – e também uma das mais difíceis. É que você precisará estar muito (muito mesmo) em contato com outras pessoas (e de modo focado, efetivo) para mostrar exata e profundamente o que você quer do futuro e de seus empregadores. Dá trabalho, mas compensa.</p>
<p><strong>5. Não conhecer bem a empresa onde se candidata</strong><br />
Esse ponto provavelmente é mencionado em cada uma das listas que falam sobre erros durante a procura de emprego – mas é real, a maioria das pessoas simplesmente não pesquisa em detalhes o lugar onde se candidata. E hoje não é suficiente apenas visitar o site “por alto”. Você deve se juntar à empresa nas redes sociais, por exemplo, e ler muitas notícias sobre ela.</p>
<p><strong>6. Adequar-se aos novos tempos</strong><br />
Acha que todo esse negócio de rede social não é relevante porque você tem experiência de 25 anos? Desculpe desapontá-lo. Não importa se você está começando a carreira ou é superexperiente… você tem que acompanhar os tempos. Tem que estar por dentro de eventos atuais, novas tecnologias, as últimas conferências, qualquer coisa. Você tem que saber o que está acontecendo agora e estar envolvido.</p>
<p><strong>7. Olhar seu celular durante a entrevista</strong><br />
Mesmo se for para checar as horas, não faça isso! Sob nenhuma circunstância você deve ser pego olhando seu smartphone (ou o seu relógio). Se estiver envolvido com algum tipo de emergência, informe o entrevistador antes de começar. Sua atenção deve estar 200% na entrevista.</p>
<p><strong>8. Chegar cedo demais para a entrevista</strong><br />
De novo: mesmo naquela onda do desespero, não chegue muito antes para a entrevista. Claro, não chegue atrasado também, de modo algum! A quantidade respeitável de tempo para chegar é 10 minutos antes da hora marcada. Isso é suficiente para mostrar profissionalismo.</p>
<p><strong>9. Ser muito sério/Ser muito engraçadinho</strong><br />
Moderação é a chave para a vida e mais ainda para entrevistas. Você provavelmente vai estar em uma longa fila de entrevistados, então lembre-se de não ser chato a ponto de cansar os entrevistadores e não tentar ser muito divertido – até tornar-se desagradável. O melhor conselho é “seja você mesmo”. Mas veja se não é preciso aí adequar sua personalidade para um tom acima ou um tom abaixo para conseguir o emprego.</p>
<p><strong>10. Levar uma comidinha ou cafezinho para a entrevista</strong><br />
Parece brincadeira, mas há um monte de gente que leva seu café ou chá para uma reunião (ou mesmo um lanchinho de casa). Não faça isso. Nem aceite se for oferecido. Primeiro porque é estranho falar e comer/beber. Depois, porque você vai estar abrindo os portões para acidentes com derramamento de líquidos, vai estar em uma posição esquisita para segurar a coisa toda e pode fazer barulhos sorvendo a xícara ou mastigando. Alimente-se antes ou depois da entrevista. Em casa, de preferência (quando ainda há roupa limpa disponível, se precisar).</p>
<p>E uma última dica:</p>
<p><strong>11. Não se limite a procurar emprego</strong><br />
O “trabalho de caçar trabalho” não é fácil, especialmente hoje em dia. Essa atividade tem potencial para consumir a vida de qualquer um – mas não deixe isso acontecer. Inclusive porque, durante a entrevista, é possível que te perguntem sobre seus interesses, e se você responder “eu não tenho tempo para interesses porque estou procurando emprego”… Bom, você vai se afundar com essa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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