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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; líder</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>5 características de um bom Líder</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 19:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paula Borelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido a necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante que os líderes das novas gerações tiveram que aprender é a que liderar não é apenas ditar regras e atribuições.</p>
<p>Atualmente os núcleos de trabalho funcionam como equipes e times, e em um time todos os integrantes buscam os resultados – as funções podem ser diferentes, mas os objetivos são os mesmos. Segundo a coach especializada em desenvolvimento humano e organizacional Bibiana Teodori: “Um excelente líder cresce com o time e faz o time crescer com ele”.</p>
<p>Bibiana Teodori também acredita que bons líderes possuem uma linha de comportamento em comum que é fundamental para o sucesso de suas atribuições. Confira na sequência as principais características enfatizadas pela profissional.</p>
<p><strong>Autoconhecimento</strong></p>
<p>A primeira característica importante é a de saber guiar a si. Esta não é uma tarefa fácil e quem consegue fazê-la logo se torna um ponto de referência para os outros, um líder aos olhos de quem não possui essa capacidade.</p>
<p>Faz parte do autoconhecimento também saber gerenciar as próprias emoções, deixar de lado estados emocionais improdutivos, como medo, insegurança, depressão, ansiedade e estresse, no momento em que eles se tornam um obstáculo. Esses estados são emoções com significados específicos, que não podem ter espaço em determinadas situações.</p>
<p><strong>Espírito de equipe</strong></p>
<p>Assumir a responsabilidade de um grupo parece uma tarefa básica de todo e qualquer líder, mas na prática não é bem isso que acontece. Há líderes que são os primeiros a apontar as falhas de sua equipe, no entanto, um líder de sucesso deve achar os caminhos para resolver crises antes de distribuir culpas.</p>
<p><strong>Ter poder de decisão</strong></p>
<p>Outra característica importante de um bom líder é o poder de decisão. A ideia de que somos a soma total das decisões que tomamos na vida é um pensamento que deve ser o guia para uma pessoa envolvida em tomada de decisões, pois só assim é possível ter noção das consequências de uma decisão.</p>
<p>Quando uma pessoa entende a necessidade e a importância de se tomar boas decisões, naturalmente ela otimiza o seu poder de decisão.</p>
<p><strong>Bom relacionamento</strong></p>
<p>Normalmente um líder participa de um conjunto, onde existem outros líderes e outras equipes. A capacidade de criar relações positivas diferencia um líder, pois evidencia a sua capacidade de criar vínculos e atrair para si as pessoas, e a capacidade de nos ouvir o possibilita agir de maneira coerente com princípios compartilhados.</p>
<p><strong>Versatilidade</strong></p>
<p>O líder deve lidar bem com mudanças, entender e buscar oportunidades que forneçam a visão necessária para que seu negócio cresça. A versatilidade é uma ótima competência que motiva, inspira, energiza e cria líderes capazes de ter visão 360° de diversos assuntos que possam comprometer o seu dia a dia.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.catho.com.br/</em></p>
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		<title>Profissão Gestor: Os desafios de quem está à frente de uma equipe</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 19:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na era do conhecimento, estamos dentro de um contexto no qual o capital humano é a força catalisadora do crescimento, unindo a competência à atitude. Mas para que qualquer atividade tome posse desse princípio, dependemos do trabalho coletivo e do comprometimento individual. Para que essa orientação seja acertada, a figura do gestor é fundamental.</p>
<p>Ser gestor é mais do que liderar projetos e pessoas. É também uma missão carregada de importância e significado. Se esse é o seu ofício, vocação e paixão, continue lendo o nosso artigo e descubra os desafios e perspectivas na profissão de gestor. Vem com a gente!</p>
<p>Reconhecer e aproveitar múltiplos talentos<br />
Um dos maiores desafios do gestor é saber reconhecer e aproveitar múltiplos talentos. Diariamente, os líderes se deparam com competências diferentes e estilos distintos de trabalho, no entanto, muitos deles ficam engessados dentro de um padrão e acabam delegando funções sem nem mesmo avaliar os pontos fracos e fortes dos profissionais. Essa postura acaba limitando os colaboradores e deixando inúmeras potencialidades adormecidas. Para fugir dessas situação, o melhor caminho é conhecer os liderados a fundo.</p>
<p><strong>Dar autonomia aos colaboradores</strong><br />
O gestor tende a manifestar uma clara dificuldade no que diz respeito a designar poderes e dar autonomia aos colaboradores. Na verdade, a ideia de que o líder é a figura que centraliza tarefas e resolve tudo ainda está muito enraizada na cultura corporativa.</p>
<p>É para reverter esse quadro que existe o Empowerment, um modelo de gestão necessário, porém ainda muito deficiente nas organizações brasileiras. Se os líderes soubessem o quanto o empoderamento faz o trabalho avançar, certamente eles não relutariam em deixar os funcionários andarem com as próprias pernas, mesmo que sejam acompanhados e auxiliados pelo gestor.</p>
<p><strong>Melhorar os relacionamentos</strong><br />
Talvez não haja nada mais difícil em um cargo de gestão do que conviver e se relacionar com pessoas diferentes. São pensamentos que divergem, temperamentos que destoam, gostos incomuns e ideias opostas ocupando um mesmo espaço. Quando falta capacidade de relacionamento interpessoal, esses ingredientes são uma combinação explosiva. É por essas e outras, que apesar das diferenças, o gestor deve promover a interação do grupo, instigar a descoberta de objetivos em comum, desenvolver um trabalho sinérgico e promover um clima amistoso de trabalho.</p>
<p>Pessoalmente, o líder também deve trabalhar essa questão. Ele precisa ser aberto a opiniões alheias, acessível para o diálogo, além de se despir de preconceitos e pautar a sua gestão na ética e no respeito.</p>
<p><strong>Desenvolver uma boa comunicação</strong><br />
Se comunicar com clareza e eficiência é um desafio e tanto, até porque, boa parte dos problemas gerenciais e conflitos organizacionais é decorrente de falhas nessa área. Distorções na comunicação geram confusões, fofocas e constrangimentos, bem como, comprometem o resultado final do trabalho.</p>
<p>Para desenvolver uma boa comunicação, o líder deve ser adepto da prática de feedbacks, precisa ter uma postura aberta ao diálogo, deve ser claro e objetivo nas reuniões e sempre que possível, deve formalizar as instruções por escrito. Outra medida importante é ser discreto e evitar falar sobre colegas para terceiros.</p>
<p><strong>Acompanhar as mudanças do mercado</strong><br />
O mercado é muito dinâmico, o que representa um enorme desafio para o gestor. É por isso que ele deve buscar capacitação contínua, se atualizar acerca das mudanças no segmento de sua empresa e se reciclar como profissional. Um gestor nunca deve se acomodar e na sua agenda sempre deve ter espaço para cursos, treinamentos e workshops. Isso agrega valor não só ao currículo, mas ao negócio como um todo, bem como à equipe que você lidera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Equipe Veler</em></p>
<p><em>Fonte: http://veler.com.br/</em></p>
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		<title>E você, líder empreendedor, já enfrentou o desafio de reter talentos?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/06/e-voce-lider-empreendedor-ja-enfrentou-o-desafio-de-reter-talentos/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2014 18:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Descubra quais processos de gestão de pessoas precisam continuar, começar ou deixar de acontecer na sua empresa para que você consiga reter os talentos que você selecionou. ATRAIR É SÓ O COMEÇO&#8230; DESAFIO MESMO É CONSEGUIR RETÊ-LOS! – Como liderar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra quais processos de gestão de pessoas precisam continuar, começar ou deixar de acontecer na sua empresa para que você consiga reter os talentos que você selecionou.</p>
<p><strong>ATRAIR É SÓ O COMEÇO&#8230; DESAFIO MESMO É CONSEGUIR RETÊ-LOS!</strong> – Como liderar num mundo “VUCA” e vencer a guerra por talentos.</p>
<p>Nas minhas conversas com empreendedores de todos os segmentos e tamanhos um tema é sempre recorrente: a dificuldade em identificar e atrair as pessoas certas para o negócio!</p>
<p>É verdade que atrair talentos esta cada vez mais difícil para qualquer empresa, a concorrência é grande&#8230; Basta analisarmos as últimas estatísticas a respeito do mercado de Trainees no Brasil. São algumas centenas de empresas disputando talentos, salários iniciais bem atrativos e a promessa de assumir uma posição de liderança em 18 ou 24 meses!</p>
<p>Mas como concorrer neste mercado? Como atrair o tão sonhado perfil orientado a resultados, o profissional com “senso de dono”, ou o “PSD” – <em>Poor, Smart, Deep Desire to Get Rich</em> como Jorge Paulo Lemann batizou o perfil de seus talentos?</p>
<p>Imagino que alguns já pensaram na resposta:</p>
<p>“<em>Buscando profissionais que já venham de uma cultura de meritocracia reconhecida, que trabalhem com foco em metas e estejam acostumados a salário baixo e bônus gordo</em>”.</p>
<p>“<em>Desenhando um modelo de remuneração variável agressivo, que atraia o profissional de alta performance, disposto a tomar riscos e que permita a empresa ser competitiva em termos salariais sem onerar a folha de pagament</em>o”.</p>
<p>A resposta pode ser simples, mas o caminho a percorrer para se chegar lá nem tanto&#8230;</p>
<p>Não é raro o caso de empreendedores que se desdobram para estruturar uma proposta salarial atrativa, contratam o profissional que tanto sonham e alguns meses depois concluem que por mais perfeito que o plano pudesse parecer, não esta dando certo&#8230;</p>
<p>Triste constatação: o profissional de alta performance não performa como esperado.</p>
<p>Neste momento as mais variadas razões (ou seriam desculpas?) surgem: O profissional não se adaptou a dinâmica do negócio&#8230; Não esta acostumado em empresa pequena, sem estrutura, sem recursos&#8230; Não tem flexibilidade&#8230; É muito “trator”, quer fazer do seu jeito&#8230; Não conseguiu conquistar o time, etc&#8230;</p>
<p>Sem querer ser simplista, meu diagnóstico é de que a principal causa de insucesso nestes processos de Recrutamento e Seleção é que poucos são os líderes empreendedores que pensam, planejam e executam a Gestão Estratégica de Pessoas.</p>
<p>Fazer a Gestão Estratégica de Pessoas significa implantar na sua empresa processos e políticas INTERDEPENDENTES, desenhados com base na estratégia e na cultura que se quer construir, endereçando as distintas etapas do “ciclo de vida” das pessoas em uma organização. Veja a figura abaixo.</p>
<p><a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/c0d1aa6dec420c370fbca45e1ade56e10a574e7fa45ac6a9fa7b3095fe5e7982_g5f4o_big.jpg"><img class="  wp-image-199 aligncenter" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/c0d1aa6dec420c370fbca45e1ade56e10a574e7fa45ac6a9fa7b3095fe5e7982_g5f4o_big-274x300.jpg" alt="c0d1aa6dec420c370fbca45e1ade56e10a574e7fa45ac6a9fa7b3095fe5e7982_g5f4o_big" width="341" height="373" /></a></p>
<p>Ao vivenciarmos os processos inseridos em cada etapa do ciclo acima e a interdependência entre eles, constatamos que o sucesso ou o fracasso de uma etapa pode residir na falta (ou inadequação) de outro. Portanto, é importante termos em mente que imediatamente após a ATRAÇÃO, a RETENÇÃO passa a ser o desafio!</p>
<p>Para obter sucesso e conseguir não só atrair, mas principalmente reter na sua empresa este profissional com “senso de dono”, que realmente acredita numa cultura de meritocracia, o líder empreendedor enfrentará alguns desafios. Será necessário se ajustar a uma nova forma de liderar pessoas, adquirir novos comportamentos, implantar e/ou adaptar processos de gestão, entre eles:</p>
<p><strong>Dar autonomia e aceitar o novo</strong>&#8211; explique, oriente, mas dê liberdade para o outro escolher o caminho. Esteja aberto para um novo formato de relatório, de reunião, de relacionamento. Lembre-se, cada um tem um jeito de fazer as coisas.</p>
<p><strong>Admitir erros</strong> &#8211; errar faz parte do processo de aprendizagem, de evolução e de amadurecimento do novo profissional na sua empresa. Para realmente tirar proveito destas experiências estimule a implantação de rituais que permitam a análise/reflexão das “lições aprendidas”.</p>
<p><strong>Definir metas e objetivos claros e factíveis</strong>– foco, foco, foco. Quem tem objetivos demais, não tem nenhum. Invista tempo no planejamento, na definição e na priorização de metas.</p>
<p><strong>Avaliar o desempenho (da empresa e do indivíduo)</strong> – implante “ritos de gestão” que facilitem o acompanhamento periódico e estruturado dos resultados, criando assim uma disciplina de metas na organização. Mas antes disto, não esqueça que é fundamental a existência de sistemas de informações que permitam o levantamento da situação atual, o estabelecimento de desafios/metas e o acompanhamento da evolução destes indicadores.</p>
<p><strong>Praticar o feedback constante e orientar (dar coaching)</strong> – sempre que os resultados ou os comportamentos do novo profissional não estiverem dentro do esperado, não refletirem os Valores e a Cultura que você quer construir ou preservar, chame-o para uma conversa, explique o impacto e as consequências deste comportamento. Cada empresa tem seu “DNA”, tem seus “códigos” (muitas vezes não verbalizados), portanto é fundamental investirmos tempo na integração e na orientação de quem esta chegando.</p>
<p><strong>Ter uma Estratégia de Remuneração Variável</strong>&#8211; implante programas de participação nos resultados que reconheçam a contribuição individual diferenciada (performance superior), que tenham regras claras e sejam transparentes quanto a quem serão os elegíveis – aplicável a todos os elegíveis, e não somente a alguns poucos privilegiados. Afinal, se este é um elemento de motivação para o profissional que acaba de ser contratado, ele certamente vai querer usá-lo para motivar seu time também!</p>
<p>E você líder empreendedor, já enfrentou o desafio de reter talentos? Esta disposto a fazer diferente? Considerando os comportamentos e processos descritos acima, quais deles você irá CONTINUAR a fazer, COMEÇAR a fazer e DEIXAR de fazer?</p>
<p>Bob Johansen, autor de “Leaders Make the Future – The new Leadership Skills for an Uncertain World”, fala sobre as dificuldades de se liderar num mundo cada vez mais “VUCA” – a sigla em inglês para Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo. Gerenciar pessoas e negócios neste ambiente requer dos líderes uma série de novas competências, e dentre estas uma surge como fundamental: Agilidade de Aprendizado &#8211; a capacidade de <strong>DESAPRENDER, ADAPTAR E APRENDER</strong> a cada dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Ana Bampié mentora e consultora em Gente &amp; Gestão.</em></p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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