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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; internet</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>10 dicas para realizar concurso público</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 18:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos mais de 10 anos preparando os alunos para os diversos concursos públicos em nosso país, nas disciplinas de Direito Empresarial e Formação Humanística (Sociologia e Filosofia do Direito) venho percebendo posturas acertadas e outras nem tanto na conduta de nossos estudantes que resolvem voltar os seus estudos para a preparação para os mais diversos certames. A ideia da presente matéria é a de compartilhar algumas experiências e se possível, com base em algumas dicas oferecer um caminho mais curto para o êxito.</p>
<p><strong>1) Escolha da Carreira Pública.</strong></p>
<p>O aluno deve escolher a carreira que deseja buscar, e se tomar por consideração o cargo que deseja exercer, terá mais chances de prosseguir motivado, valendo dizer que é necessário fazer mais do que uma escolha genérica que significará mais do que escolher por carreiras policiais ou trabalhistas, mas apontar o cargo específico, como é o caso do candidato que além de escolher estudar para os editais do TRT escolhe prestar o concurso para Analistas, e se por acaso esse candidato der uma “fugidinha” para outro edital que seja o de Técnico do TRT, mas jamais o de investigador de polícia, pois o foco é determinante em concursos públicos.</p>
<p><strong>2) Estudo de Atualidades.</strong></p>
<p>O Candidato deve identificar se o concurso cobra a matéria de atualidades, e se a resposta for positiva, deve separar um momento do dia para consultar um portal de notícias fazendo fichamentos dos fatos notórios de ocorrência nacional e internacional, como as manifestações públicas ou a primavera árabe. O candidato também deve ter em mãos um guia de atualidades dos dois anos anteriores ao edital e criar o hábito de pesquisar um portal de notícias diário.</p>
<p><strong>3) Montagem de Cronograma de Estudos.</strong></p>
<p>Após conhecer o gênero e espécie de concurso público que pretende estudar, é o momento da montagem do cronograma de estudo e a minha sugestão vai para escolher duas disciplinas de estudo a cada dia, sendo que se o candidato separou 2 horas na parte da manhã e 2 horas na parte da noite, fora o conteúdo da aula, em cada período o aluno deve iniciar pela matéria de menor afinidade e seguir para a matéria em que a afinidade é maior, pois no momento de maior cansaço, essa atitude trará motivação e jogará em seu favor, portanto, sempre vale a pena separar as disciplinas de maior afinidade e dividi-las sempre no final do estudo durante toda a semana.</p>
<p><strong>4) Afastar expectativas negativas sobre as disciplinas de estudo.</strong></p>
<p>É importante sempre lembrar que não há disciplina chata ou de que não goste, pois tais estudos trarão a grande benção de desempenhar a carreira escolhida, com muita dignidade, sendo uma mola propulsora para os seus estudos, por isso afaste aquelas expectativas que grudam na mente e programe o seu cérebro de modo positivo, pois isso sem dúvidas trará incomensuráveis benefícios.</p>
<p><strong>5) Controle da Ansiedade.</strong></p>
<p>O controle da ansiedade deve ser uma tarefa diária, a começar por não estudar apenas quando o edital se aproxima, mas mantenha em sua mente, pensamentos no sentido de que estudará com constância até a abertura do edital que se busca, separando momento de lazer, recreação e seguindo uma vida em que as privações não sejam exacerbadas, pois estabelecer uma conduta de estudo com uma vida social e familiar equilibrada, pode ser fator determinante na manutenção da motivação.</p>
<p><strong>6) Internet.</strong></p>
<p>A internet traz muito boas informações em chats, blogs e mídias sociais de concursos e professores, mas é necessário colocar o tempo de pesquisa também no cronograma e tomar muito cuidado para não dispersar, presente aqui mais um capítulo do tão necessário foco.</p>
<p><strong>7) Provas anteriores.</strong></p>
<p>O estudo por provas anteriores é de extrema importância para fazer um “mapeamento” de quais são as matérias mais importantes a se estudar, pois são essas as que devem ser estudadas em primeiro plano, visando uma preparação mais intensa para a hipótese de o edital se preparar, sempre no sentido de trazer o melhor desempenho possível, sendo também válido lembrar que quanto mais próximo do topo, menor o aumento de desempenho entre uma prova e outra, lembrando finalmente que existem diferenças sobre a complexidade da prova e uma diminuição na pontuação entre um edital e outro não deve ser suficiente para atrapalhar os seus objetivos. Essa distinção também se apresenta com a mudança das diversas bancas que podem aplicar a sua prova.</p>
<p><strong>8) Aulas.</strong></p>
<p>As aulas são sempre muito importantes, mas não deposite todas as suas fichas, tempo e preparo em sala de aula, sendo sempre interessante mesclar o estudo de sala de aula com o estudo dos livros e anotação produzida em sala de aula, sendo sempre válido fazer anotações acerca não somente do conteúdo, mas das dicas dos professores no que concerne a estrutura da prova, edital, banca e logicamente da modulação de importância das diversas matérias a se estudar, sendo certo que o seu professor sempre tem muito a contribuir nesse projeto, mas lembre bem, esse projeto não é seu e embora seja importante escolher boas aulas, o mais importante sempre estará em sua preparação.</p>
<p><strong>9) Material de estudos.</strong></p>
<p>A internet pode lhe auxiliar acerca de quais materiais deve adquirir e a cada momento em que estiver diante de livros, pense que apenas valerá a pena fazer a aquisição se ela puder se encaixar na sua agenda e cronograma semanal de estudos, pois não podemos substituir os estudos pela compra de livros, que empilhados apenas aumentarão o custo de sua preparação sem que isso seja diretamente um fator de auxílio em sua incessante busca.</p>
<p><strong>10) Coragem para manter a disciplina.</strong></p>
<p>Aqui prefiro a palavra coragem, pois os disciplinados são aqueles que mantiverem a coragem de estudar não para passar, mas até passar, por longa data se for necessário, que são exatamente aqueles que colocaram em suas mentes que pouco importará a possibilidade de não se conseguir no tempo que a sua mente, família ou renda determinaram, que vão seguir aconteça o que acontecer, e para falar nesse tipo de disciplina, é necessário muita coragem e na vida o que sabemos é que se você não buscar terá a negativa e isso já faz parte de sua vida, que talvez mereça agora uma afirmação diária da firmeza e coragem de prosseguir e se precisar de uma algo mais, feche os olhos e reflita para ouvir uma voz interna dizer: <strong>TENTE MAIS UM POUCO!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Alessandro Sanchez</em></p>
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		<title>Comunicação: cuidado com a reputação profissional</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2014 12:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em 2014 e o segundo meio de comunicação mais usado no mundo corporativo continua sendo o telefone fixo. Ele só perde para o e-mail, número 1 absoluto desde o advento da Internet. A previsão é que, daqui cerca de três anos, haja uma queda no uso do telefone fixo e nas reuniões presenciais.</p>
<p>Segundo um estudo global, realizado no ano passado com 1.023 profissionais, intitulado The Rise of Linguarati e conduzido por Michael Hulme, do Social Futures Observatory, o futuro da comunicação entre as empresas está nas videoconferências e nas redes sociais.</p>
<p>Mesmo que esses números não representem exatamente a realidade do mercado brasileiro, o fato é que o mundo está mudando a forma de se comunicar. São vários os fatores que contribuem para este movimento: o grande impacto dos custos que envolvem a telefonia fixa e as reuniões presenciais para as empresas, a agilidade e alcance da comunicação digital entre outros.</p>
<p>O viés dessa variedade digital do mundo moderno é que, como estamos todos conectados, há que se ter uma grande preocupação com a nossa imagem e reputação profissional. Estamos expostos, colocamos para o mundo nossa capacidade de expressão, ou seja, nossas qualidades e limitações linguísticas para quem quiser pesquisar. Além disso, também divulgamos nossas crenças e valores.</p>
<p>Com as redes sociais e as mensagens, as nuances de comunicação passaram a ficar muito mais complexas. Está difícil transitar entre os níveis de formalidade, principalmente na comunicação escrita. A questão é que a capacidade linguística dos profissionais impacta também a reputação das empresas para as quais trabalham, pois eles representam as marcas através de todos esses canais.</p>
<p>Portanto, se você não se preocupa com o que escreve, posta, comenta, curte e compartilha; ou se você acha que tudo fica apenas entre amigos, pare e pense: uma vez divulgada e repassada, dificilmente a informação será deletada. Sua reputação está a um clique!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Lígia Velozo Crispino &#8211; Sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto, autora do livro de poemas Fora da Linha e coautora do Guia Corporativo: Como Elaborar Política de Idiomas.</em></p>
<p><em>Fonte: www.vagas.com.br</em></p>
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		<title>Cinco razões para permanecer ou abandonar o Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2014 18:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Internautas participam de enquete de Zero Hora e dão motivos para amar e odiar a rede Com 1,19 bilhão de usuários ativos no mundo e um crescimento de 18% ao ano, o Facebook está longe de ser uma unanimidade. Razões&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Internautas participam de enquete de Zero Hora e dão motivos para amar e odiar a rede</strong><br />
Com 1,19 bilhão de usuários ativos no mundo e um crescimento de 18% ao ano, o Facebook está longe de ser uma unanimidade. Razões não faltam para amar ou odiar a mais famosa rede social. Zero Hora fez uma enquete entre os leitores para descobrir as motivações dos internautas para permanecer interagindo com os amigos reais e virtuais, ou abandonar de vez as postagens e as curtidas na página de relacionamento.</p>
<p><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/mural/voce-ama-ou-odeia-o-facebook-166329.html">Opine: por que você ama e/ou por que você odeia o Facebook?</a></p>
<p>No último ano foi registrada uma migração de usuários para outros aplicativos, e países como Estados Unidos, Grã-Bretanha e França têm hoje menos pessoas conectadas à rede do que em 2012. Mas o crescimento ainda atinge países como Índia, México e Brasil. Veja a opinião dos leitores sobre os principais pontos positivos e negativos da rede social.</p>
<p><strong>CINCO RAZÕES PARA FICAR NO Facebook</strong></p>
<p><strong>1. Acesso à informação</strong></p>
<p>Um levantamento da Pew Research International, entidade sem fins lucrativos que analisa o impacto da internet nas famílias, comunidades e governos, mostrou que quase a metade dos usuários do Facebook acessa notícias pelo aplicativo. E aqueles que consomem informação permanecem mais tempo conectados do que os que usam apenas para publicar posts e fotos ou fazer atualizações pessoais. A pesquisa também mostrou que cerca de um terço dos novos usuários segue ou curte páginas de empresas de comunicação ou de jornalistas.</p>
<p><strong>2. Contato com familiares distantes</strong></p>
<p>Quem não achou aquele amigo dos tempos de escola ou retomou o contato com um primo distante? Os usuários da rede social tendem a se comunicar pelo Facebook com quem eles já convivem no dia a dia, e geralmente a interação com pessoas que moram longe ocorre por curtidas na foto ou comentários recém-postados. Apesar de não gerar uma relação de maior profundidade, a sensação é de que os contatos do Facebook acompanham a nossa vida, mesmo que de longe. E para quem se surpreende quando descobre amigos em comum e pensa em como o mundo é pequeno: somos 7 bilhões de pessoas no mundo, mas o número de conexões entre amigos dentro do Facebook chega a espantosos 150 bilhões.</p>
<p><strong>3. Viagens virtuais</strong></p>
<p>Há recursos mais completos disponíveis na internet para conhecer diferentes locais, como o Google Street View, mas geralmente se restringem a pontos mais populosos ou mais famosos. Por isso, as comunidades virtuais de cidades, museus e outros atrativos turísticos são excelentes pontos de partida para aprender mais sobre esses lugares e dá aquela sensação de poder visitar esses espaços, mesmo que à distância.</p>
<p>Jaqueline Ramires Saraiva: &#8220;Posso viajar sem sair de casa olhando as postagem dos estados e cidades que não conheço!&#8221;</p>
<p><strong>4. Interação</strong></p>
<p>A cada 60 segundos, 510 comentários são postados, 293 mil status são atualizados e 136 mil fotos são incluídas. O pico de atividades ocorre entre 13h e 15h, durante a semana. Por ser uma ferramenta multiplataforma que engloba gente do mundo todo, é muito comum haver usuários que se conhecem apenas virtualmente. São pessoas que geralmente têm afinidades e participam de grupos de discussão ou compartilham os mesmos gostos por música, livros ou algum artista e acabam se cruzando entre um post e outro.</p>
<p><strong>5. Divulgação de trabalhos e produtos</strong></p>
<p>A rede social se tornou uma importante ferramenta de divulgação para o pequeno e médio empresário. De acordo com Jairo Mandelbaum, diretor de operações da Onda Local, empresa especializada em marketing para mídias online, as recentes atualizações do Facebook têm oferecido um foco maior para os negócios locais, e permitem anúncios segmentados por interesses, sexo ou idade. Mas ele ressalta que é preciso manter contato com o usuário e sempre responder a dúvidas e reclamações, com informações atualizadas e fluxo constante de posts para mostrar que você está interagindo com seus clientes. Os posts patrocinados também têm presença marcante na rede: só entre junho de 2012 e maio de 2013, foram 7,5 milhões deles. Segundo Mandelbaum, essa invasão de anúncios veio para ficar.</p>
<p>Patrícia Xavier Ferreira: &#8220;Com o Face temos uma amplitude de divulgação, com um custo praticamente zero, já que praticamente só gasto com o valor da internet e o retorno é altamente satisfatório.&#8221;</p>
<p><strong>CINCO RAZÕES PARA DEIXAR O Facebook</strong></p>
<p><strong>1. Dependência da rede social</strong></p>
<p>Cerca de 727 milhões de pessoas acessam o Facebook com uma frequência diária — quantidade 25% maior em relação a 2012 — e o tempo médio de visita é entre 18 e 20 minutos. A rede social pode, sim, viciar. De acordo com a psicóloga Aline Restano, do Grupo de Estudos em Adições Tecnológicas (Geat), cada comentário em fotos publicadas e cada curtida em postagens dos usuários geram pequenas sensações de prazer. Por isso, é comum que as pessoas acessem o sistema várias vezes ao dia.</p>
<p>— O Facebook é uma ferramenta muito ampla, oferece muitas fontes de prazer numa única rede social. A tendência é voltar e buscar esse prazer — diz Aline.</p>
<p><strong>2. Ostentação</strong></p>
<p>Nas redes sociais, todo mundo mostra o seu lado mais feliz e bonito, uma espécie de distorção de si mesmo. Para quem está bem emocionalmente e vê as fotos bacanas dos amigos e as conquistas que eles divulgam, isso não é um problema tão grande. Pode até dar aquela pontinha de inveja, mas nada além disso. Mas a psicóloga Aline Restano alerta que, se a pessoa está deprimida ou se sente desacreditada, ela tende a achar que aquilo é uma realidade distante para ela, o que pode gerar um sofrimento grande.</p>
<p>Juliano Castro: &#8220;Ao rolar as inofensivas páginas contemplando a beleza, a riqueza ou a popularidade alheia, o pensamento de inferioridade surge. Mas o que é Facebook senão seu usuários? Para combater os malefícios dele, a indicação é o bom senso e a utilização do filtro na escolha dos &#8216;amigos&#8217;.&#8221;</p>
<p><strong>3. Falta de privacidade</strong></p>
<p>Quando você aceita os termos de uso, está concordando com um contrato que impõe uma cessão de direitos. É como se os dados e as fotos que você publica passassem a ser de propriedade do Facebook, como explica José Carlos de Araújo Almeida Filho, professor da Universidade Federal Fluminense e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico. No acesso via smartphone, a invasão é ainda maior, já que é possível ter acesso as seus dados do aparelho, como localização e contatos.</p>
<p>— Temos problemas de violação de privacidade, apreensão de dados e de informações. Depositamos uma confiança muito grande na internet, mas por trás dessa máquina tem sempre um homem manipulando tudo. Estamos confortáveis e ao mesmo tempo reféns da tecnologia.</p>
<p><strong>4. Perfis falsos</strong></p>
<p>A cada segundo, cinco novos perfis são criados. A estimativa é que de existam cerca de 83 milhões de &#8220;falsos personagens&#8221; na rede. Os usos vão desde atitudes mais &#8220;inofensivas&#8221;, como bisbilhotar a página de algum pretendente sem deixar rastros, até casos graves, de criminosos que acessam a rede para obter informações de usuários, ou de pedófilos que usam perfis falsos para atrair vítimas. Em setembro, um homem de 29 anos foi preso no interior de São Paulo por criar dois perfis falsos e uma agência fictícia para atrair meninas e adolescentes que queriam ser modelos.</p>
<p><strong>5. Superexposição</strong></p>
<p>Pessoas impulsivas e com sintomas de ansiedade tendem a se expor mais no Facebook. A publicação de um comentário gera uma sensação de alívio, como se alguém estivesse sempre presente naquele momento para escutar o que você está dizendo. Isso pode gerar um problema quando a pessoa tem variações de humor e se arrepende do que postou: apesar de poder apagar o texto da sua timeline, ele não é excluído simultaneamente do feed de notícias dos seus amigos.</p>
<p>Amanda Alves Ramos Motta: &#8220;Infelizmente para algumas pessoas o Facebook se tornou um diário. Tudo o que fizerem no dia vão detalhar no Facebook. As pessoas esquecem que tem uma vida lá fora.&#8221;</p>
<p><strong>ENTREVISTA</strong></p>
<p>Howard Rheingold Professor da Univerdade de Stanford</p>
<p>&#8220;Cada vez mais as pessoas acreditam que o mundo online é apenas o Facebook&#8221;</p>
<p>Uma das referências mundiais em estudos sobre redes sociais e comunidades virtuais, o professor da Universidade de Stanford (EUA) Howard Rheingold começou ainda nos anos 1980 suas investigações sobre as revoluções sociais causadas pela internet. Um dos seus livros mais conhecidos é A Comunidade Virtual, de 1993. Seu mais novo lançamento é Netsmart, que discorre sobre o uso inteligente e produtivo das mídias sociais. Em entrevista por telefone, o escritor fala por que não conseguimos nos desligar do Facebook.</p>
<p><strong>Zero Hora</strong> — Ainda não sabemos usar as redes sociais de maneira inteligente e prazerosa?</p>
<p><strong>Howard Rheingold</strong>— É algo novo e complexo. Eles estão constantemente mudando suas políticas de privacidade. É preciso entender as configurações bastante complexas de privacidade para ter algum controle sobre a suas informações. O que me preocupa é que o Facebook tem o objetivo de SER a web. Isso não é bom.</p>
<p><strong>ZH</strong> — Mas as próprias pessoas não estariam se expondo demais?</p>
<p><strong>Rheingold</strong> — Cada vez mais as pessoas acreditam que o mundo online é apenas o Facebook. Quando se publica um conteúdo, ele pode ser restreado e encontrado por outros, e as pessoas não estão cientes disso. O Facebok não está se responsabilizando pela educação das pessoas.</p>
<p><strong>ZH</strong> — Há pesquisas que apontam que os mais jovens estão se interessando por outras redes sociais. Eles não querem encontrar os pais na internet?</p>
<p><strong>Rheingold</strong> — A presença dos pais no Facebook é determinante. Você age de uma maneira na frente dos seus amigos, e de modo diferente com os seus pais. As pessoas possuem contextos sociais diferentes. Hoje, esse contexto colapsou: seus pais e seus amigos veem as mesmas coisas na internet. Mas há o fator novidade: se o Facebook é algo que os pais usam e está aí há algum tempo, as novidades parecem mais atraentes.</p>
<p><strong>Zero Hora</strong>— E por que não conseguimos sair do Facebook?</p>
<p><strong>Rheingold</strong>— É muito atraente ver o que seus amigos estão fazendo e assistir vídeos fofos de gatos. As pessoas ainda não sabem controlar a atenção. Ter essse controle não é impossível, pode ser aprendido, mas não é ensinado. Eu acredito que é algo que deveria ser ensinado nas escolas.</p>
<p><strong>A timeline da rede social</strong></p>
<p>Fevereiro de 2004 — O Facebook é criado por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin, na época estudantes em Harvard.</p>
<p>Setembro de 2006 — A acesso é liberado a todos os internautas, e qualquer pessoa pode se cadastrar.</p>
<p>Fevereiro de 2009 — No aniversário de cinco anos, é lançado o botão &#8220;curtir&#8221;.</p>
<p>Setembro de 2011 — Na comemoração do sétimo aniversário, é lançada a timeline.</p>
<p>Maio de 2012 — É lançada a oferta inicial de ações do Facebook na bolsa de valores, a um preço de US$ 38, o que rendeu 16 bilhões de dólares à companhia. Na época, a rede social foi avaliada em US$ 104 bilhões.</p>
<p>Outubro de 2012 — O Facebook atinge a marca de 1 bilhão de usuários</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/</em></p>
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		<title>Veja como fazer um currículo online</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/08/veja-como-fazer-um-curriculo-online/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2013 19:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Brasil vive um de seus melhores momentos econômicos e isso se reflete na grande geração de empregos. Mas a verdade é que alguns profissionais ainda têm dificuldades de se inserir ou de se recolocar no mercado. Na hora de&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vive um de seus melhores momentos econômicos e isso se reflete na grande geração de empregos. Mas a verdade é que alguns profissionais ainda têm dificuldades de se inserir ou de se recolocar no mercado. Na hora de se candidatar a uma vaga, o profissional precisa ter um currículo eficiente – com dados precisos – e uma boa reputação on-line.<br />
Uma grande aliada na busca pelo emprego, não resta dúvida, é a internet, pois hoje a maioria das empresas expõe seus postos na web. No entanto, a concorrência é grande, então… É preciso oferecer bom conteúdo no currículo para fazer a diferença.</p>
<p>Gerente de RH da VAGAS Tecnologia, Alessandra Tomelin, alerta que, diferentemente do impresso, o currículo on-line deve conter o máximo de informações possíveis sobre o candidato, pois o recrutador fará a análise através de um software. E é a partir dessas informações que os recrutadores poderão saber quem se adequa mais ao perfil oferecido:</p>
<p>&#8211; Cada empresa tem um sistema capaz da “ranquear” os candidatos pelo perfil desejado para aquela oportunidade. Assim, todos os cursos, experiências profissionais, voluntariado e viagens, entre outras informações, podem fazer a diferença no momento em que são aplicados esses critérios.</p>
<p>Os candidatos não se preocupam, segundo ela, com o objetivo profissional. Diferentemente do currículo impresso, na versão on-line é importante incluir todos os cargos similares ou relacionados. Isso porque, explica Alessandra, as companhias buscam candidatos por nomes diferentes que, muitas vezes dizem respeito à mesma função e, dessa forma, as chances de aparecer nessas buscas aumentam. Por exemplo: se você é uma secretária de diretoria bilíngue, coloque também secretária executiva bilíngue, secretária executiva, secretária bilíngue, secretária de diretoria e similares.</p>
<p>A segunda dica é manter seus dados atualizados, já que muitas empresas pesquisam candidatos sem mesmo anunciar a vaga. Ter na web um currículo que contenha dados profissionais, informações de carreira, experiências de trabalho, habilidades e cursos aumenta as chances do candidato. Os dados atualizados farão também com que o currículo apareça na frente dos demais nos resultados das pesquisas.</p>
<p>O cuidado essencial, na opinião de Alessandra, é que as informações estejam corretas e sejam verdadeiras, pois incluir informações falsas é algo inaceitável. Além disso, não pode haver erros de português.</p>
<p>&#8211; Escrever errado ou digitar com pressa pode resultar em erros e demonstrar falta de interesse ou cuidado com os materiais que produz. Lembre-se: seu currículo é seu cartão de visitas e a primeira apresentação ao recrutador de quem você é, completa Alessandra.</p>
<p>Seguem abaixo outras dicas para seu currículo sobressair na web:</p>
<p>Cuidado com a linguagem: É fundamental chamar a atenção do selecionador logo no primeiro momento, para que assim ele continue analisando seus dados profissionais. Para isso, tome alguns cuidados, como deixar seus objetivos profissionais condizentes com suas experiências, verificar se tudo está bem escrito, de forma direta e sem erros de português, entre outros fatores. Nunca minta, pois isso poderá ser rapidamente descoberto durante a entrevista.<br />
Saiba aproveitar o alcance das redes sociais: Elas podem ser utilizadas como um complemento no processo de recolocação profissional. Você certamente terá um alcance maior ao postar seu currículo em redes de relacionamentos, microblogs ou qualquer outra plataforma on-line.<br />
Prepare-se para a entrevista virtual: Essa é uma das ferramentas mais aproveitadas pelas companhias que utilizam o recrutamento e seleção on-line. É uma entrevista prévia em que o selecionador consegue fazer uma avaliação geral do candidato, avaliando os quesitos básicos necessários e ajudando a adiantar as próximas etapas do processo seletivo. Por isso, é importante se preparar para este momento, tomando os devidos cuidados, como não abreviar palavras e pesquisar a área de mercado da empresa. Lembre-se que uma entrevista virtual é tão importante quanto uma entrevista presencial.<br />
<em>Fonte: vagas.com.br</em></p>
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		<title>Você conhece o TED?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma fundação sem fins lucrativos dos EUA, que promove palestras que são compartilhadas na internet. Para a organização, são “idéias que merecem ser espalhadas”. As palestras duram 18 minutos e abrangem diferentes temas e conhecimentos. Navegue: www.ted.com &#160;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma fundação sem fins lucrativos dos EUA, que promove palestras que são compartilhadas na internet. Para a organização, são “idéias que merecem ser espalhadas”. As palestras duram 18 minutos e abrangem diferentes temas e conhecimentos.</p>
<p>Navegue: www.ted.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/05/voce-conhece-o-ted/">Você conhece o TED?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.contemporanearh.com.br/blog">Blog Contemporânea RH</a>.</p>
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