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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; engajamento</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Veja como a relação entre gestor e funcionário pode aumentar o engajamento</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 16:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Todo mundo já sabe que, hoje em dia, o conceito de relação entre gestores e funcionários ganhou outras dimensões quando comparado à ideia que se tinha no passado: o time de colabores agora é visto como um dos grandes potenciais&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo já sabe que, hoje em dia, o conceito de relação entre gestores e funcionários ganhou outras dimensões quando comparado à ideia que se tinha no passado: o time de colabores agora é visto como um dos grandes potenciais de uma empresa e também o que ela tem de maior valor para poder alavancar seus negócios e se manter ativa e com força em meio aos desafios e à concorrência que enfrenta no mercado.</p>
<p>A importância, portanto, de se cuidar verdadeiramente da questão e estreitar o relacionamento com os funcionários de modo a fazê-los se sentirem, de fato, valorizados e participantes do sucesso da organização como um todo é algo que não pode mais fugir do planejamento estratégico de comunicação de qualquer companhia que queira cada vez mais aumentar o engajamento de seu público interno, ativar o desempenho da equipe e alcançar os melhores resultados.<br />
E para facilitar a compreensão do quão essencial é elevar o envolvimento de todos os trabalhadores para torná-los sempre mais produtivos e motivados de modo a fazerem com que este empenho se reflita em todo o contexto da empresa, veja como algumas medidas podem efetivamente contribuir:</p>
<p><strong>GERE SINERGIA</strong><br />
Em termos mais simples, esta palavra pode ser sinônimo de cooperação. Gerar este sentimento em seus colaboradores é essencial para que eles trabalhem todos em prol do mesmo objetivo, unindo esforços para que a organização alcance as metas que determina para seu crescimento constante.</p>
<p>Sinergia é, sem dúvida, um conceito que pode englobar todos os departamentos empresariais, fazendo com que os envolvidos trabalhem em conjunto e identificados com a cultura organizacional para que toda a organização “fale uma mesma língua” e caminhe rumo à concretização de um mesmo propósito. Afinal, se cada um trabalhar pensando apenas em seus próprios objetivos e não entender a verdadeira razão do “trabalho em equipe”, muito provavelmente você terá um público interno dividido que pouco fará pelo bem da empresa em si e que terá muita dificuldade em gerar os resultados esperados.</p>
<p><strong>ACEITE FEEDBACKS</strong><br />
É muito importante para que se possa entender os anseios, os desafios do dia a dia e o ponto de vista de seus envolvidos. Saber ouvir a opinião de seus colaboradores (que muitas vezes são os únicos que enfrentam alguma situação específica dentro da empresa, a qual os gestores podem até ter conhecimento, mas não conhecem na prática) é algo imprescindível para que se possa ter uma visão ampla de tudo o que acontece na organização e de como é possível tentar resolver problemas.</p>
<p><strong>MANTENHA O DIÁLOGO</strong><br />
É algo que vai um pouco além de se preocupar em obter um feedback. Dialogar é buscar compreender e agir após ouvir uma opinião, permitindo que seus colabores também deem sugestões para a resolução de situações que beneficiarão a todos e que possam constantemente alimentar o gestor com informações úteis para a tomada de decisões estratégicas dentro da empresa.</p>
<p>Em outras palavras, manter diálogos é como disponibilizar um canal de comunicação sempre aberto para que seus funcionários possam ter acesso à administração e reportar tudo o que for importante para o bom equilíbrio dos negócios.</p>
<p>Além disto, saber despertar o interesse e o sentimento de colaboração ao invés de simplesmente tentar fazer imposições aos empregados é uma condição indispensável a todo bom líder, capaz de trazer a confiança e motivação de que cada um precisa para render mais.</p>
<p><strong>CRIE ENGAJAMENTO</strong><br />
Quanto mais seus funcionários sentirem que sua participação é importante para a empresa, mais serão impelidos a continuarem contribuindo. Isto é, de fato, engajar e criar envolvimento. Medir o grau de satisfação de seus colaboradores e de identificação dos mesmos com as diretrizes organizacionais também é uma excelente forma de se alinhar objetivos e funções e aproveitar talentos da melhor maneira.</p>
<p>Isso porque é de suma importância nunca se esquecer de que o público interno é propagador: seu contentamento com a empresa e a imagem que passam ao público externo sobre como é trabalhar nela e quais os valores que ela prioriza fazem, com toda a certeza, com que a credibilidade da companhia aumente cada vez mais diante de seus clientes e da opinião pública.</p>
<p>Colaboradores engajados tendem a “vestir a camisa” e a ajudarem efetivamente a organização a ser bem vista por todos os seus stakeholders.</p>
<p>Por fim, podemos ressaltar que ao entender muito bem todos estes pontos dos quais falamos e buscar adequar métodos e práticas para trabalhá-los bem, uma organização terá indiscutivelmente encontrado uma excelente ferramenta para ativação de performance e manutenção de uma relação sadia e promissora com seu pessoal, o que lhe permitirá colher sempre o melhor de sua equipe e impulsionar o crescimento cada vez maior de seus negócios.</p>
<p>Afinal compreender a forma como tudo isto está interligado em seu contexto de atuação e como a adoção de um modelo de comunicação de duas vias (ou de mão dupla) pode fazer toda a diferença nesta história é definitivamente a descoberta do caminho mais inteligente para que ela possa se destacar e continuar subsistindo em realidades de mercado cada vez mais desafiadoras e modernas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Equipe Veler</em></p>
<p><em>Fonte: http://veler.com.br/blog/</em></p>
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		<title>O que vem depois do feedback?</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2014/09/o-que-vem-depois-do-feedback/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 17:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Reconheça os mecanismos de defesa mais comuns das pessoas para apoiar o seu processo de desenvolvimento. Nas últimas colunas, falamos sobre a avaliação 360º e práticas de feedback. Agora, para encerrar a série, gostaríamos de abordar o que vem depois,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Reconheça os mecanismos de defesa mais comuns das pessoas para apoiar o seu processo de desenvolvimento.</strong></p>
<p>Nas últimas colunas, falamos sobre a avaliação 360º e práticas de feedback. Agora, para encerrar a série, gostaríamos de abordar o que vem depois, a começar pelos mecanismos de defesa, para que possamos investir em nosso autodesenvolvimento e apoiar os outros em seu processo evolutivo.</p>
<p>Como coaches, ao entregar o relatório de avaliações 360º, por exemplo, é comum ouvirmos reações como &#8220;eles devem ter se confundido quando processaram os dados”, “eu sou assim apenas no trabalho, mas não na vida pessoal” ou “esse resultado é o que eu esperava, mas não sou assim”. Isto porque, ao escutar algo que as faça refletir sobre o próprio comportamento, tirando-as da zona de conforto, as pessoas tendem a erguer barreiras utilizando uma série de mecanismos de defesa. Os mais comuns são a negação (eu não sou assim, as pessoas que responderam não me conhecem o suficiente, etc.) e a racionalização (eu fiz isso, mas é porque&#8230; o meu chefe pediu, é assim que as coisas funcionam aqui, etc.). Outros exemplos são o uso do humor (ironia), a agressividade (atirar no mensageiro) ou a passividade, em que a pessoa se mostra apática.<br />
O importante para os líderes é reconhecer estes mecanismos de defesa para poder contorná-los e assim assegurar que seja dado o passo em direção ao desenvolvimento. Para lidar com eles, ouça com atenção e compaixão, sempre! Procure entender o ponto de atrito e transmitir a mensagem de formas alternativas. No caso da negação, vale quebrar a mensagem em partes menores, ajudando a pessoa a processá-la e assim enxergar o quadro por uma perspectiva diferente. Na racionalização, caso você tenha argumentação lógica imbatível, esta pode ser uma opção (use com cuidado, o feitiço pode virar contra o feiticeiro!).</p>
<p>O processo de desenvolvimento se inicia quando, após a compreensão da questão, a pessoa se engaja emocionalmente com a mudança. Este engajamento pede profunda reflexão, passando pela análise da relação custo x benefício da mudança proposta. Apenas então a pessoa será capaz de criar um objetivo claro de desenvolvimento que permita traçar um plano de ação e colocá-lo em prática.</p>
<p>A prática do novo comportamento é que consolida a mudança, pois a ação consistente é requisito para que a transformação ocorra – sozinhas, a identificação da necessidade e a vontade de mudar não são suficientes. A propósito, observar uma pessoa nesta etapa do processo pode ser até curioso, já que o processo de desenvolvimento é dinâmico e tem movimento pendular. A cada tentativa, a pessoa pode ir de um extremo a outro, até encontrar seu ponto de equilíbrio sustentável. Neste momento, os novos comportamentos passam a ser intrínsecos à sua atuação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Márcia Veras é coach executiva e consultora em Gente &amp; Gestão.</em></p>
<p><em>Fonte: endeavor.org.br</em></p>
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		<title>Como engajar a equipe da sua empresa</title>
		<link>http://www.contemporanearh.com.br/blog/2013/03/como-engajar-a-equipe-da-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 19:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Manter as pessoas engajadas não é uma tarefa simples aos empreendedores. &#160; Manter uma equipe considerada de alto desempenho não é uma tarefa fácil para as empresas, principalmente se considerarmos que a competitividade é grande, temos problemas para contratar profissionais&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Manter as pessoas engajadas não é uma tarefa simples aos empreendedores.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manter uma equipe considerada de alto desempenho não é uma tarefa fácil para as empresas, principalmente se considerarmos que a competitividade é grande, temos problemas para contratar profissionais qualificados e vivemos em uma sociedade onde o imediatismo e a ansiedade ocupam cada vez espaço no nosso dia a dia.</p>
<p>As estatísticas apontam que o percentual de profissionais engajados com suas atividades é muito baixo. As organizações deveriam contar com toda a energia dos seus empregados. Entretanto, a falta de uma liderança efetiva vinda do empreendedor dificulta este resultado. Faço questão de ressaltar que desempenho baixo é de responsabilidade exclusiva da liderança.</p>
<p>A liderança deve estar alinhada em todos os níveis da organização, do estratégico ao operacional. É fundamental que a cultura da organização privilegie a unidade no que se refere à importância e aos propósitos da liderança.</p>
<p>Algumas razões provocam o baixo engajamento da equipe. Fique atento aos seus colaboradores. A falta de conhecimento sobre visão, missão, valores, propósitos, objetivos e metas da empresa prejudicam o engajamento.</p>
<p>A qualidade da liderança, a ineficiência dos canais de comunicação, a falta de oportunidade para o desenvolvimento e crescimento profissional e a incompatibilidade entre os objetivos individuais e os organizacionais também precisam ser revistas quando falta engajamento.<br />
<em>Fonte: Exame.com</em></p>
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