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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; demissão</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>8 passos para transformar uma demissão em boa notícia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 18:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido. “A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já passou por isso sabe que aspecto psicológico é o que mais pesa para o profissional que é demitido.</p>
<p>“A pessoa acha que vai ser esquecida, perde a sua rotina e, muitas vezes, não sabe nem por onde começar a procurar outro trabalho”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, diretor da 4hunter.</p>
<p>Se o processo de demissão foi obscuro ou envolto em conflitos profissionais, esta fase de desesperança tende a ser mais longa, segundo Ferreira.</p>
<p>No entanto, se não dá para mudar a atitude do (ex) chefe ou do porta-voz do fim do contrato de trabalho, é possível controlar a sua reação e os próximos passos a partir deste momento.</p>
<p>São eles que serão cruciais para que a demissão se transforme em uma boa notícia para sua carreira e que a frase &#8220;foi a melhor coisa que poderia ter acontecido&#8221; vire rotina em seu discurso.</p>
<p>Afinal, nada melhor do que responder à situação com um novo emprego mais adequado aos seus objetivos de carreira. Confira, então, o plano de ação sugerido por especialistas para dar esta virada na sua vida profissional.</p>
<p><strong>1º passo &#8211; Reflita</strong></p>
<p>“De cabeça quente, ninguém toma uma decisão razoável”, diz o diretor da 4hunter. Por isso, use estes primeiros dias após a notícia para refletir sobre o que levou a situação a este ponto. Não aja ainda, reflita.</p>
<p>Em alguns casos, uma demissão pode sinalizar que você não estava no caminho certo de carreira. “Toda mudança tem riscos, mas traz também desenvolvimento e crescimento”, diz Felipe Brunieri, headhunter da Talenses.</p>
<p>Ele recomenda que o profissional estruture mentalmente o que aconteceu e liste quais aspectos que precisam ser desenvolvidos.“Em processos seletivos, isso será perguntado é melhor que o profissional saiba explicar o que ocorreu”, diz Brunieri.</p>
<p><strong>2º passo &#8211; Use o tempo a seu favor</strong></p>
<p>A reflexão pode indicar alguns pontos que devem ser desenvolvidos. É certo que, estando empregado, o tempo era mais curto.</p>
<p>Por isso, que tal usar o relógio a seu favor e buscar o aprimoramento profissional que julgar adequado? Se a situação financeira (ainda) for confortável, invista em você.</p>
<p>Mas cuidado, não saia se inscrevendo em qualquer curso que encontrar. Seja estratégico. “Inscrever-se em 10 cursos para falar que não está desatualizado, em minha opinião, é placebo”, diz Ferreira.</p>
<p>Melhor, diz ele, é fazer opções por locais com potencial para expandir a rede de contatos. “Para nem levar caderno, só cartão de visita”, brinca o especialista.</p>
<p>Tenha agenda livre para as eventuais entrevistas que surgirem e também para poder se dedicar a pesquisar empresas para as quais gostaria de trabalhar.</p>
<p><strong>3º passo &#8211; Faça networking</strong></p>
<p>Da sua rede de contatos é que podem surgir boas oportunidades profissionais. Retome relacionamentos e deixe o mercado a par da sua disponibilidade.</p>
<p>“A parte boa de estar desempregado é que as pessoas vão saber disso e algumas estarão dispostas a ajudar, o que facilita o acesso a oportunidades que não apareceriam caso ele ainda estivesse empregado”, diz Brunieri. Aposte nonetworking.</p>
<p><strong>4º passo &#8211; Atualize seu currículo</strong></p>
<p>Atualize as informações do seu currículo. Objetivo, conciso e sólido em conteúdo. É assim que deve ser o documento que vai abrir as portas para as entrevistas de emprego.</p>
<p>Em linhas gerais ele deve conter seus dados, sua formação, empresas pelas quais passou, cargos e projetos. “Não é escrever 7 páginas”, diz Ferreira. Dependendo do momento de carreira, é possível optar por diferentes modelos de currículo.</p>
<p><strong>5º passo &#8211; Analise o mercado</strong></p>
<p>Antes de começar a enviar o currículo, faça uma análise do funcionamento do seu mercado. As contratações ocorrem por meio de indicação? Existem consultorias de recrutamento que atuam na sua área?</p>
<p>“Cuidado para não tratar o seu currículo como lixo. Não adianta mandá-lo para 700 pessoas aleatoriamente e depois não entender porque nada acontece”, diz Ferreira.</p>
<p><strong>6º passo &#8211; Pergunte antes de enviar o currículo</strong></p>
<p>Escolha algumas pessoas mais próximas e pergunte se pode enviar o seu currículo para elas. Podem ser pessoas com as quais já trabalhou ou mesmo clientes com quem você tem um bom relacionamento, segundo Ferreira.</p>
<p><strong>7º passo &#8211; Entre em contato com headhunters e consultorias</strong></p>
<p>Se existem consultorias focadas na sua área de atuação, cadastre seu currículo, mas tente ir além. Verifique se há alguma oportunidade profissional em que o seu perfil se encaixe e mande uma mensagem para o headhunter para saber qual o caminho sugerido para se candidatar à vaga.</p>
<p>Mas Brunieri faz um alerta: &#8221; não se inscreva para toda e qualquer oportunidade anunciada&#8221;. Segundo ele, quem faz isso dá claros sinais de desespero e as chances de não ser levado a sério pelos recrutadores são grandes.</p>
<p><strong>8º passo &#8211; Tome cuidado com a ansiedade</strong></p>
<p>O risco maior para quem está desempregado é aceitar a primeira oportunidade profissional que aparece, só para deixar no passado o desemprego. “O problema de quem quer se recolocar rápido demais é fazer um movimento errado”, diz Brunieri.</p>
<p>Por isso antes de aceitar uma proposta, analise o escopo de trabalho, colete informações de pessoas que trabalharam na empresa e embase sua decisão nestes e em outros aspectos que julgar importantes, como salário e qualidade de vida.<br />
<em>Por Camila Pati</em></p>
<p><em>Fonte: http://exame.abril.com.br/</em></p>
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