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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; convivência</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>Controle de equipe: como gerenciar alguém de quem você não gosta</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 09:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como líder, você espera trabalhar com uma equipe agradável, mas sempre acaba encontrando alguém de quem simplesmente não gosta. E, por isso, de forma consciente ou não, você pode gerenciar mal ou tratar de forma injusta profissionais que estão beneficiando sua empresa e que podem trazer novas boas ideias, justamente por pensarem de forma diferente da sua. Você, então, terá de ajustar o estilo do seu controle de equipe, em nome da boa convivência e da produtividade de todos. Como líder, você deverá reavaliar como se relaciona no trabalho. Para te dar suporte, seguem cinco dicas para quando você passar pela prova de fogo que é lidar com alguém que te incomoda:</strong></p>
<p><strong>1. Descubra de onde vem sua implicância</strong><br />
Será que você não se irrita pelo modo como essa pessoa se expressa? Ela é muito agressiva ou não é rígida o suficiente para os seus padrões? Quando você compreender exatamente o que a torna irritante, entenderá como gerenciá-la de uma forma mais personalizada. Questione-se o seguinte:</p>
<p><strong>a)</strong> O problema está na pessoa ou em alguém que ela me lembra?<br />
Você pode estar diante de alguém competente que se parece com sua vizinha cruel ou um inimigo da faculdade, e de repente essa pessoa não faz nada direito porque você não quer vê-la por outro ângulo.<br />
<strong>b)</strong> Estou com medo de ser como ela?<br />
Se, por exemplo, essa pessoa costuma interromper a fala dos outros ou se posicionar com arrogância, pode ser que você receie se tornar alguém assim com o tempo. A questão é: você está atento(a) o suficiente para evitar que isso aconteça?<br />
<strong>c)</strong> Ela faz parte de um grupo de quem eu tenho preconceito?<br />
Seja honesto(a) com você mesmo(a) e aceite que você tem preconceitos, como todos, mas que, também como qualquer pessoa, é capaz de não transformá-lo em exclusão. Abra sua mente e desconstrua o que te incomoda.</p>
<p><strong>2. Aceite que você não precisa ser amigo(a) de todos</strong><br />
Eu sei que seu trabalho seria muito mais fácil se você gostasse de todos na equipe. No entanto, segundo Ben Dattner, psicólogo e autor de The Blame Game, “as pessoas gostarem-se umas das outras não é um pré-requisito para o sucesso de uma empresa”. Ainda, de acordo com Robert Sutton, professor de Administração e Engenharia na Universidade de Stanford, “há uma lista de coisas que fazem você gostar de uma pessoa, há uma lista de coisas que tornam um time eficiente, e há bem pouca semelhança entre essas listas.” E ele conclui: “do ponto de vista do desempenho, gostar das pessoas que você sempre gerencia pode ser um problema maior do que não gostar delas.” Na verdade, alguns atritos podem fazer com que a sua equipe busque uma forma mais inteligente de trabalhar.</p>
<p><strong>3. Mantenha uma postura positiva</strong><br />
Acredite: qualquer colaborador(a) deseja que seu/sua chefe goste dele(a) como pessoa e admire seu trabalho. Por isso, mantenha a cordialidade no tratamento mesmo com quem mais te incomoda. Isso te ajudará a manter o foco nas suas tarefas e tranquilizará o time, que se concentrará também, sem medo de presenciar uma troca de indiretas. Se, por exemplo, o(a) profissional reclama das suas atribuições e está desanimando a equipe, chame-o(a) em particular. Conte a história da empresa de uma nova maneira para motivá-lo(a), exponha o problema e sugira algumas alternativas de fazer as coisas.</p>
<p><strong>4. Concentre-se em como ele(a) colabora com o time</strong><br />
Se você já percebeu que o(a) profissional é talentoso(a) o suficiente para ser conservado(a) no time, então valorize o que o(a) torna um referencial, em vez de colecionar novos casos para implicar. Ninguém é 100% irritante. No entanto, é fácil de ver o melhor nos seus favoritos e o pior nas pessoas que te incomodam. Ben Dattner recomenda que “enxergar algumas das falhas das suas pessoas queridas e procurar virtudes nas pessoas de quem você não gosta pode ajudar você a ser alguém mais empático e equilibrado”. Concentre-se em como aquela pessoa pode ajudar a equipe. Com base nos seus talentos e as suas limitações, ela pode assumir algumas novas responsabilidades? Ou, quem sabe, estimular o time a refletir sobre um tema em que ela é expert?</p>
<p><strong>5. Passem mais tempo juntos</strong><br />
Essa talvez seja a última coisa que você esperava ouvir, mas estudos demonstram que trabalhar em projetos difíceis pode produzir afinidade entre os colegas de trabalho. Se você der a seu/sua colaborador(a) um problema e a chance de provar seu valor, então, você estará menos inclinado(a) a se irritar com ele(a) no trabalho, mesmo que ainda não o(a) convide para um churrasco em casa. E, por último, uma dica valiosa: observe como os outros lidam com essa pessoa. Não se trata de aprender a bajulá-la, mas praticar sua capacidade de observação e provar que vai além de um dos fundamentos da liderança: liderar pelo exemplo. Afinal, você aprenderá com o exemplo do outro para aperfeiçoar os seus.</p>
<p><strong>Reforçando…</strong><br />
<strong>Não</strong><br />
• suponha que alguém não gostar de alguém seja uma coisa ruim. Pontos de vista diferentes são fundamentais para o sucesso de uma equipe.<br />
• deixe transparecer sua antipatia. Todo profissional espera que seu/sua chefe goste dele, não só do seu trabalho.<br />
• evite trabalhar com a pessoa. Trabalhar juntos em uma tarefa complicada pode transformar o relacionamento de vocês para melhor.</p>
<p><strong>Em vez disso</strong><br />
• Seja honesto com você mesmo e identifique o que prejudica sua capacidade de gostar mais da pessoa.<br />
• Garanta que não há um viés na avaliação de desempenho do tal profissional, perguntando a opinião de uma pessoa de fora.<br />
• Faça um esforço, mas mantenha a mente aberta. Sua perspectiva pode mudar e, aliás, precisa. Mais do que para liderar, esta é uma lição para a vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://blog.runrun.it/</em></p>
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		<title>Os 15 comportamentos mais irritantes para se ter no trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 19:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta. Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria. É raro encontrar um profissional&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta.</strong></p>
<p>Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria.<br />
É raro encontrar um profissional que não tenha uma história de difícil convivência e de atitudes irritantes de colegas de trabalho.</p>
<p>Pensando nisso, EXAME.com pediu a Maria Aparecida Araújo, proprietária da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting, para citar os comportamentos que mais incomodam as pessoas no trabalho.</p>
<p>A lista é longa, confira e veja se você também não corre o risco de ser o chato do escritório:</p>
<p><strong>1 Atrasar (sempre)</strong></p>
<p>É difícil manter uma pontualidade britânica com engarrafamentos bem brasileiros para enfrentar todos os dias nos grandes centros urbanos. Mas, fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.</p>
<p>“A noção de tempo, no Brasil, de maneira geral, não é muito rígida. É mais flexível”, diz a especialista em etiqueta profissional. Mas fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.</p>
<p><strong>2 Os indiscretos e os fofoqueiros</strong></p>
<p>“Apesar de já ter ouvido pseudo-consultores dizerem que fofoca é saudável no ambiente de trabalho, porque permite que as novidades corram, geralmente só coisas depreciativas são propagadas”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>Divulgar assuntos sigilosos e fazer perguntas deselegantes ou indiscretas também são fonte de desconforto no escritório, de acordo com ela.</p>
<p><strong>3 Falar demais</strong></p>
<p>Nada mais irritante do que estar concentrado em uma atividade e ser interrompido a todo o momento pelo colega que deseja contar os seus feitos e suas histórias deste e de outros carnavais.</p>
<p>“Há pessoas que falam demais, sem se tocar que estão sendo desagradáveis”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>E quando a sua mesa é de frente para o cantinho do café, obrigando-o a conviver com as rodinhas e os animados grupos de bate papo que se formam por ali?</p>
<p>Depois da quarta rodinha em menos de 2 horas, a irritação começa a dar sinais mais claros.</p>
<p><strong>4 Conquistadores de plantão</strong></p>
<p>Roupas insinuantes, atitudes provocantes. Este tipo de comportamento, de apostar na sedução para chegar onde se quer, também é observado pela especialista como um dos que mais incomodam.</p>
<p><strong>5 Bajuladores, oportunistas, falsos e carreiristas</strong></p>
<p>Alguns apostam na bajulação como meio de subir mais rápido na carreira. Nada mais irritante do que conviver com um colega de trabalho assim.</p>
<p>Outros lançam mão de estratégias oportunistas que muitas vezes acabam em homéricas “puxadas de tapete”. “E há os vulgos traíras”, acrescenta Maria Aparecida.</p>
<p>Uma atitude bastante comum do oportunista é manter o radar ligado para os erros, dos outros, é claro. “São pessoas que ficam atentas a qualquer falha e tiram partido disso para se promover”, explica. No mundo corporativo, também não faltam histórias de apropriação indébita de ideias e iniciativas.</p>
<p>E, por fim, os carreiristas, que identificam relações internas de poder e sabem muito bem tirar proveito delas.“Sob o lema ‘os fins justificam os meios’, são pessoas que se valem de expedientes escusos para subir na carreira”, explica Maria Aparecida.</p>
<p><strong>6 Os piadistas</strong></p>
<p>Senso de humor é uma virtude celebrável, mas há sempre aqueles que “perdem a mão” e partem para brincadeiras de mau gosto ou apostam em piadas que ofendem.</p>
<p>Escatologia e preconceito lideram a lista de temas que mais incomodam. “É preciso pensar que o senso de humor varia de pessoa para pessoa”, diz Maria Aparecida. O que faz um amigo “rolar de rir no chão” pode ofender um colega de trabalho.</p>
<p><strong>7 Encher a caixa de e-mails com mensagens desnecessária</strong></p>
<p>Ainda há quem considere o e-mail corporativo uma espécie de WhatsApp do escritório. Sobrecarregar a caixa de entrada dos colegas com mensagens desnecessárias dentro e fora do expediente tira muita gente do sério.</p>
<p>“Muitas vezes pessoas que não fazem parte do contexto são incluídas nos destinatários”, diz Maria Aparecida.</p>
<p><strong>8 Sobrecarregar o olfato alheio</strong></p>
<p>Incenso, plantas aromáticas, perfumes e odores corporais acentuados incomodam o nariz alheio.</p>
<p>Alimentos com cheio forte também deveriam ser banidos da mesa de trabalho. “Cabe também às empresas prover um local adequado especificamente para refeições dos funcionários”, diz Maria Aparecida.</p>
<p><strong>9 Os barulhentos</strong></p>
<p>Ninguém quer um clima de silêncio sepulcral no escritório. Mas muito barulho por nada é irritante.</p>
<p>Em tempos de espaços amplos e coletivos de trabalho, celulares de tocam alto e insistentemente, conversas no modo viva-voz e gritaria são grandes vilões da concentração.</p>
<p>O mesmo ocorre com aqueles barulhinhos obsessivos. “Tamborilar os dedos, bater a caneta, amassar embalagens e cantar alto”, cita a especialista.</p>
<p><strong>10 Os pegajosos</strong></p>
<p>Tem gente que adora encurtar a distância física. Abraçar, beijar, apostar na proximidade ao falar são hábitos que podem ser aceitáveis para uns e desagradáveis para outros, diz a especialista.</p>
<p>Tapinha nas costas, mão ao redor do pescoço e outros tipos de toques, comuns na cultura brasileira, podem incomodar quem não está acostumado ao “calor humano”.</p>
<p><strong>11 Pegar o que é dos outros e não devolver</strong></p>
<p>Voltar de férias pode ser um pesadelo para quem convive com pessoas deste tipo. É a sua cadeira que sumiu, as canetas que desapareceram, o mouse e o teclado que foram trocados na sua ausência.</p>
<p>Pedir dinheiro emprestado e nunca devolver também é um hábito irritante. “Estar sempre sem dinheiro no happy hour, mas comer e beber deixando que os outros paguem, por exemplo”, cita a especialista.</p>
<p><strong>12 Quando adiar é o lema</strong></p>
<p>A reunião que era para hoje, mas foi ficando para amanhã e que vai ser remarcada, depois de amanhã, para a próxima semana.</p>
<p>O projeto que não sai nunca no prazo, o relatório que era para a semana passada, mas será entregue na próxima.</p>
<p>Não é só no que diz respeito aos compromissos e reuniões que o atraso incomoda. Postergar a entrega de tarefa pode prejudicar uma equipe inteira, diz Maria Aparecida, assim como fazer tudo de última hora.</p>
<p><strong>13 O sempre ausente</strong></p>
<p>Quando a ausência não justificada é um hábito, o incômodo fica evidente. Afinal, para que não haja prejuízo nos processos alguém tem que trabalhar mais para que a falta do colega não prejudique a produtividade do setor ou do departamento.</p>
<p><strong>14 O arrogante e/ou dono da verdade</strong></p>
<p>Aquele profissional que se acha o máximo e conta vantagem o tempo inteiro não passa despercebido.</p>
<p>Seu comportamento irrita a todos os que percebem os contornos da sua arrogância. “São pessoas que querem se sobressair a qualquer preço”</p>
<p>Quem insiste em ser o dono da verdade também é notado pela chatice desse comportamento, logo de cara.</p>
<p>“Interrompem as pessoas, geralmente para contradizê-las. Criticam muito, e, na maior parte das vezes, quando têm plateia”, explica Maria Aparecida.</p>
<p>Um comportamento recorrente em pessoas deste tipo é humilhar as outras pessoas, diz a especialista. “Nas reuniões multinível, humilham os colaboradores de escalão mais baixo”, diz ela.</p>
<p><strong>15 Os “caixas de Pandora” e os “profetas do Apocalipse”</strong></p>
<p>Falar apenas coisas negativas, semear discórdia, jogar uns contra os outros. Estes são as principais “atribuições” dos profissionais classificados por Maria Aparecida como “caixas de Pandora” do escritório. “São pessoas muito nocivas e que acabam com o clima interno de qualquer empresa”, explica.</p>
<p>E quem se lembra da hiena Hardy, o símbolo máximo do pessimismo imortalizado nos desenhos Hanna Barbera? “Ó vida, ó azar” é o seu bordão mais famoso. “Os Hardys do escritório são aqueles que só chegam dando notícia ruim e reclamam de tudo”, diz Maria Aparecida.</p>
<p>Demissões em massa, o novo chefe que é um monstro e a iminência de falência da empresa são algumas de suas notícias preferidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Exame.com</em></p>
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