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	<title>Blog Contemporânea RH &#187; argumentação</title>
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	<description>Blog sobre Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Recrutamento e Carreira Profissional</description>
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		<title>A arte de influenciar</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 18:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>As palavras têm muito mais importância do que se pensava A literatura corporativa está repleta de livros que prometem revelar as “técnicas ocultas” utilizadas pelos grandes líderes para influenciar e mobilizar pessoas. O psicólogo norte-americano Howard Gardner, da Universidade Harvard, elaborou,&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As palavras têm muito mais importância do que se pensava</strong></p>
<p>A literatura corporativa está repleta de livros que prometem revelar as “técnicas ocultas” utilizadas pelos grandes líderes para influenciar e mobilizar pessoas. O psicólogo norte-americano Howar<a href="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/6071c5270560e335b8425be0bdaede9430f1e1c75d09eeb3cfe6783a4efd94a2_i4w7p_big.jpg"><img class=" size-medium wp-image-435 alignright" src="http://www.contemporanearh.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/6071c5270560e335b8425be0bdaede9430f1e1c75d09eeb3cfe6783a4efd94a2_i4w7p_big-214x300.jpg" alt="6071c5270560e335b8425be0bdaede9430f1e1c75d09eeb3cfe6783a4efd94a2_i4w7p_big" width="214" height="300" /></a>d Gardner, da Universidade Harvard, elaborou, ao longo de uma década, uma espécie de raio X dos cérebros mais influentes da história. Da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher ao super CEO Jack Welch, ele analisou como essas personalidades “mudaram a cabeça” de outros indivíduos. O resultado da pesquisa deu origem ao livro Changing minds – The art and science of changing our own and other people’s minds (na tradução literal, Mudando ideias – A arte e ciência de mudar as ideias próprias e de outras pessoas). A obra comprova que, ao contrário do que se imaginava, a ciência da persuasão vai muito além dos exercícios de oratória ou das nuances da linguagem corporal.<br />
Acreditava-se até então que influenciar pessoas era uma habilidade comportamental e não intelectual. Uma pesquisa bastante conhecida na área de Programação Neurolinguística, por exemplo, pregava que apenas 7% da comunicação interpessoal ocorria por meio das palavras. A entonação da voz responderia por 38% da mensagem, enquanto a postura corporal e as expressões do rosto transmitiriam nada menos do que 55% das informações captadas pelo cérebro humano.</p>
<p>Diziam que o cantor é mais importante do que a canção. Da mesma forma, quem fala é mais importante do que aquilo que está sendo falado. No entanto, descobriu-se que os líderes mais influentes do mundo expõem suas ideias de uma forma racional e sistemática – e com uma estrutura de argumentação envolvente. Resumindo, as palavras têm mais importância no discurso persuasivo do que se pensava.</p>
<p>Na verdade, a mente processa e arquiva informações de diversas formas. Cada ideia que temos é representada por uma imagem, por um som ou por outros tipos de signos mentais. Para mudar uma pessoa, ou suas opiniões, é necessário remodelar essas roupagens que a mente dá a cada ideia. E isso pode ser feito de várias maneiras, inclusive conversando. Não que a neurolinguística esteja ultrapassada, mas a pesquisa ajudou a desvendar por que algumas pessoas conseguem mover multidões com o dom da palavra. Hoje, provocar mudanças é uma habilidade obrigatória para qualquer líder. Na atual dinâmica da economia global, as empresas são obrigadas a estar sempre em compasso de transição.</p>
<p>O problema é que raramente as pessoas estão preparadas para mudar na velocidade que o mundo dos negócios exige. Pelo contrário, por natureza, a mente humana prefere as mordomias da estabilidade às incertezas da mudança. Os indivíduos geralmente criam uma fixação pelos hábitos e comportamentos que se mostraram eficazes no passado.</p>
<p>A tendência à acomodação é uma verdadeira dor de cabeça para os gestores que tentam implantar novos paradigmas em suas empresas. Sem a devida preparação, dificilmente eles conseguem contornar as resistências e levar seus projetos adiante. Influenciar pessoas está cada vez mais difícil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Claiton Fernandez &#8211; palestrante, consultor, educador e autor do livro &#8220;Da Costela de Adão à administradora eficaz&#8221;.</em><br />
<em>Fonte: http://www.revistamelhor.com.br/</em></p>
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		<title>4 dicas de negociação de quem já vendeu até esterco!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 19:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cledison Fritzen]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Descubra 4 dicas para melhorar sua capacidade de negociação e não desperdiçar oportunidades. O talento ajuda, mas é possível se apoiar em algumas técnicas de negociação. &#8221; (&#8230;) Quando você está muito por baixo, as oportunidades são raras e não&#46;&#46;&#46;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra 4 dicas para melhorar sua capacidade de negociação e não desperdiçar oportunidades. O talento ajuda, mas é possível se apoiar em algumas técnicas de negociação.</p>
<p>&#8221; (&#8230;) Quando você está muito por baixo, as oportunidades são raras e não se pode dar ao luxo de desperdiçá-las. Foi assim comigo no início. E o inverso também é verdade: quando você está por cima, as oportunidades vivem batendo na sua porta. Nesse caso, seu trabalho é selecionar quais são as melhores.</p>
<p>E, independentemente de seu momento, se está por baixo ou por cima, algo permanece inalterado: você vai ter que saber negociar.</p>
<p>Tem gente que acha que ser um bom negociador é um talento. Sem dúvida, talento ajuda em tudo. Mas podemos nos apoiar em algumas técnicas. No caso, vou me apoiar em uma técnica para manejar objeções.</p>
<p>Antes de mais nada, o que é uma objeção? Enfim, é tudo que te impede de fechar um negócio.</p>
<p>Veja esse exemplo: você acabou de apresentar a proposta para venda de um produto. Daí, o cliente responde: “Achei ótimo, mas muito caro!”. Isso é uma objeção. Veja outra resposta possível: “Ok, muito obrigado, mas vou precisar conversar com meu sócio antes de decidir”. Outra objeção!</p>
<p>E assim você verá que essas objeções estão em todos os lugares (na sua casa e com sua família também!).</p>
<p>E daí, precisamos manejá-las.</p>
<p>Uma boa notícia para você: objeção é bom! Veja, o cliente que não quer comprar diz logo: “não quero”. Veja a equação abaixo:</p>
<p><strong>OBJEÇÃO = DÚVIDAS + INTERESSE</strong></p>
<p>Ou seja, por trás de uma objeção tem sempre algumas dúvidas e interesse. Se você consegue tirar as dúvidas, o que sobra? O interesse! Então, vamos sanar as dúvidas para deixar nosso prospect apenas com interesse e fechar negócios?</p>
<p>Aqui vai a técnica para manejar objeções:</p>
<p><strong>1. Demonstre empatia</strong></p>
<p>Empatia é a capacidade de você se colocar no lugar do outro. Não quer dizer &#8220;ser simpático&#8221;. Por exemplo, o seu prospect diz &#8220;Gostei, mas é muito caro!&#8221;. Antes de tentar argumentar, seja empático dizendo algo como &#8220;Entendo, o valor é sempre uma questão importante, principalmente nesses tempos de budgets apertados. Entendo você&#8230;&#8221;. Faça isso de modo sincero, mostrando realmente se importar com o budget e a limitação dele. Se fizer direito, o cliente/prospect vai, certamente, gostar de você.</p>
<p><strong>2. Pergunte para entender</strong></p>
<p>Antes de tentar argumentar, faça perguntas para ter certeza do que o cliente está falando. Afinal, o que ele quer dizer como &#8220;muito caro&#8221;? Perguntando, você saberá como argumentar. Pergunte, por exemplo: &#8220;Quando você diz ‘muito caro’ é em relação a quê?&#8221;. Faça outras perguntas, até conseguir entender exatamente a objeção. Veja que fazendo essa pergunta, ele pode revelar que está sem budget. Ou pode revelar que tem outro concorrente com valor menor. Ou que a empresa está cortando custos. Isso é valioso para o passo a seguir.</p>
<p><strong>3. Argumente</strong></p>
<p>Agora que já foi empático e perguntou para entender do que se tratava a objeção, você está pronto para argumentar, seguro do que está dizendo. Por exemplo, se o caso dele é budget e você já perguntou na fase anterior quando ele renova a verba, você poderia argumentar algo como: &#8220;E se eu jogar parte do pagamento para o próximo orçamento?&#8221;. E continue&#8230; &#8220;Se seu problema é dinheiro, parcelamento te ajudaria? Você percebeu a importância do que estou te oferecendo, pois o nosso produto vai te dar produtividade e, no fim, reduzir custos. Não acha que vale direcionar de outra linha de seu budget?&#8221;.</p>
<p><strong>4. Confirme o entendimento e feche o negócio</strong></p>
<p>Se conseguiu manejar a objeção, você eliminou a dúvida que restava e agora sobrou o interesse. Então, confirme o que foi falado e parta para o fechamento. Por exemplo: &#8220;Como vimos, o nosso produto conseguirá reduzir seu custo em X%. Isso será suficiente para cobrir sua falta de budget. Alguma outra dúvida?&#8221;. Se o cara responder que não tem, você pode então concluir “que ótimo, podemos então partir para o fechamento?&#8221;.</p>
<p>Obviamente, os pontos acima são exemplos de situações. Vai precisar de sua habilidade. Repare que todo produto e empresa já têm as objeções mais comuns. Recomendo que você liste todos os possíveis impedimentos que lembrar, crie perguntas para entender e argumentações para cada um deles. Você se surpreenderá como as objeções se repetem. Assim, se tiver feito esse dever de casa, não será pego de surpresa e terá mais resultados.</p>
<p>É isso!&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rodrigo Azevedo &#8211; </em><em>Empreendedor Endeavor, fundador do Grupo Comunique-se, um dos maiores grupos de comunicação digital do país.</em></p>
<p><em>Fonte: http://www.endeavor.org.br/</em></p>
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